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Antonio Mello: Pedido de impeachment de Gilmar Mendes traz à tona “relações perigosas”

publicado em 17 de maio de 2011 às 16:28

do Blog do Mello 

O advogado comum aos três chama-se Sérgio Bermudes. Ele também é patrão de Guiomar Mendes, que trabalha no escritório de Bermudes em Brasília. Guiomar Mendes é mulher de Gilmar Mendes.

Agora entra na história um novo advogado. O nome dele é Alberto de Oliveira Piovesan. Ele entrou no Senado da República com um pedido de impeachment do ministro e ex-presidente do STF Gilmar Mendes.

Grande parte da argumentação (mas não toda) de Piavesan se baseia numa reportagem da revista Piauí sobre o Supremo Tribunal Federal e Gilmar Mendes publicada nos números 47 e 48  da revista.

A revista PIAUÍ, de circulação nacional, nos números 47 e 48, respectivamente de agosto e setembro de 2010, publicou extensa e bem elaborada reportagem de autoria de Luiz Maklouf Carvalho, jornalista há mais de trinta anos, sobre o Supremo Tribunal Federal, e na de nº 48 revelou e detalhou relações entre o Ministro Gilmar Ferreira Mendes e sua mulher, com o Advogado Sergio Bermudes, seu antigo desafeto – fato público (documento nº 11, em anexo) – até quando assumiu uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

Os fatos divulgados pela referida reportagem (documento nº 4, em anexo), são comprometedores. Revelam recebimento de benesses e outros fatos que põem em dúvida
a isenção, a parcialidade do julgador, configurando violação a dever funcional, e em consequência a incidência do item 5 do artigo 39 da Lei Federal 1079/1950.

(…) A referida reportagem informou, dentre outros fatos, que o Advogado Sergio Bermudes hospeda o Ministro Gilmar Ferreira Mendes quando este vem ao Rio de Janeiro, e que já hospedou-o em outras localidades, além de fornecer-lhe automóvel Mercedes Benz com motorista.

A citada reportagem informou também que o Ministro Gilmar Ferreira Mendes recebeu de presente, do mesmo Advogado Sergio Bermudes, uma viagem a Buenos Aires, Argentina, quando deixou a presidência do Supremo Tribunal Federal no ano passado (2010). E que o presente foi extensivo à mulher do Ministro, acompanhando-os o Advogado nessa viagem.

A citada reportagem informou ainda que o referido Advogado emprega e assalaria, acima do padrão, a mulher do Ministro. Evidente que no recesso do lar pode ela interferir junto ao marido a favor dos interesses do escritório onde trabalha,
e de cujo titular é amiga intima (sempre segundo a citada reportagem). É o canal de voz, direto e sem interferências, entre o Ministro e o Advogado.

Se comprovados estes fatos, notadamente a viagem de presente, ficará configurada violação de dever funcional, com consequente inabilitação para o cargo, eis que
vedado o recebimento de benefícios ao menos pelo Código de Ética da Magistratura, precisamente seu artigo 17.

No pedido de impeachment há também a informação de que Sergio é um dos principais advogados da Rede Globo (pg. 20), de Daniel Dantas (pg. 22) e do próprio Gilmar Mendes (pg. 26).

A íntegra do pedido de impeachment de Gilmar Mendes está aqui, em pdf. Vale a pena ler.

Não tenho competência para julgar o conhecimento jurídico do ministro Gilmar Mendes. Mas sua avaliação e capacidade de julgamento, sim, e na minha opinião ele é um homem vaidoso e arrogante, o que denota insegurança. Sua opinião na sabatina da Folha em 2009  de que Fernando Henrique Cardoso “é um estadista” e Lula, não, mostra que ele pode entender de Direito mas não entende direito o mundo em que vive. Mendes gosta tanto de FHC que tinha (ou ainda tem?) um retrato de FHC em sua mesa de trabalho.

Sei que dificilmente o Senado irá peitar Gilmar Mendes. Ele mostrou que tem força no STF quando conseguiu um placar de 9 a 1 a seu favor no caso dos dois HC de Dantas. E vários dos senadores têm processos por lá e não vão querer se indispor com seus futuros julgadores.

Mas a ação do advogado Piovesan tem o grande mérito de trazer à tona as relações perigosas de Gilmar Mendes, que se forem repercutidas na mídia poderão fazer com que o imperial ex-presidente do STF tenha que vir ao distinto público explicar-se.

Se dependermos da grande mídia, sabemos que nada será feito. Portanto, temos que fazer a nossa parte divulgando a ação do advogado Piovesan e exigindo providências do Senado e da OAB – a quem o pedido de impeachment também foi entregue.

O Novo Jornal foi o primeiro a divulgar o pedido de impeachment de  Gilmar Mendes. Os nomes das testemunhas aqui.

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Ministro do STF diz que José de Abreu tem “momentos de inconsciência”

Fernanda Calgaro
Do UOL, em Brasília

17/04/201315h25 > Atualizada 17/04/201317h34

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  • Roberto Jayme/UOL

    Ministro Gilmar Mendes durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília

    Ministro Gilmar Mendes durante julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes justificou nesta quarta-feira (17) ter apresentado umaqueixa-crime contra o ator José de Abreu dizendo que ele tem “momentos de inconsciência”.

Em dezembro, Abreu reproduziu na sua conta no Twitter a informação, publicada em 2011 por um jornal de grande circulação, mas que já foi desmentida, que Mendes teria contratado um araponga para fazer grampos.

“Não conheço, nunca houve contrato [com Dadá, como é conhecido o espião Idalberto Matias de Araújo]. Era uma mentira, uma invencionice. Mas, então, ele deu a sequência e, na fantasia, inventou agora que eu tinha contrato contra o Dadá. E aí eu fui e entrei com a queixa-crime”, afirmou Mendes.

“Tenho a impressão que há muito tempo ele é utilizado como uma caixa de ressonância no Twitter, faz brincadeira se valendo do valor que se dá para personalidade pública”, acrescentou.

ATOR POLITIZADO

  • Foto Rio News

    Ator José de Abreu se filia ao PT e pensa em lançar candidatura como deputado

Anteriormente, Abreu já havia chamado Mendes de corrupto no Twitter, mas depois se retratou. “Ele fez uma afirmação nessa linha de exagero, entrei com uma interpelação e ele achou por bem dizer que não era nada disso, que ele nem sabia o que significava o termo corrupto, o que chega a ser engraçado e mostra o grau de irresponsabilidade ou até do grau de inconsciência que às vezes ele é acometido”, disse o ministro.

“Agora, recentemente, ele voltou à tona depois de ter se humilhado naquela outra ação para dizer que eu tinha contratado o Dadá, que ele foi condenado e por quê que eu não tivera sido. Na verdade, nunca houve isso.”

José de Abreu, ator da Rede Globo, tem se posicionado a favor do PT em vários posts em seu Twitter e já considera se lançar candidato a deputado federal pelo partido em 2014.

Ao UOL, o ator disse que é um “privilégio” ser processo por Mendes e que não irá se retratar. A intenção dele é levar o caso adiante para discutir a liberdade de expressão. “É um privilégio ser processado por uma pessoa como ele. Não vou me retratar. Sou atacado direto, tem 300 páginas na internet com ataques a mim e nunca entrei com processo contra ninguém”, afirmou.

“Ele me deu a defesa ao falar que sou inconsciente. Sou inimputável, portanto?”, ironizou o ator. 

 Na sua conta no Twitter, o ator tem recebido diversas mensagens de apoio de internautas. 

Em entrevista ao UOL por telefone, o ator disse que é “um privilégio” ser processado por Mendes. “É um privilégio ser processado por uma pessoa como ele. Não vou me retratar. Sou atacado direto, tem 300 páginas na internet com ataques a mim e nunca entrei com processo contra ninguém”, afirmou.

UOL Vê TV: José de Abreu fala sobre teatro, televisão, cinema e política – 7 vídeos

 
  • %22Ainda%20n%E3o%20decidi%20se%20serei%20candidato%20a%20deputado%20em%202014%22“Ainda não decidi se serei candidato a deputado em 2014”
  • Jos%E9%20de%20Abreu%20fala%20como%20surgiu%20a%20risada%20do%20personagem%20NiloJosé de Abreu fala como surgiu a risada do personagem Nilo
  • Jos%E9%20de%20Abreu%20fala%20sobre%20a%20pe%E7a%20%22Bonif%E1cio%20Bilh%F5es%22José de Abreu fala sobre a peça “Bonifácio Bilhões”
  • Jos%E9%20de%20Abreu%20confirma%20participa%E7%E3o%20na%20pr%F3xima%20novela%20das%206José de Abreu confirma participação na próxima novela das 6
  • Jos%E9%20de%20Abreu%3A%20%22o%20cinema%20brasileiro%20n%E3o%20produz%20s%F3%20com%E9dias%22José de Abreu: “o cinema brasileiro não produz só comédias”
  • Jos%E9%20de%20Abreu%20fala%20sobre%20o%20filme%20%22Meu%20P%E9%20de%20Laranja%20Lima%22José de Abreu fala sobre o filme “Meu Pé de Laranja Lima”
  • Jos%E9%20de%20Abreu%20fala%20de%20televis%E3o%2C%20cinema%2C%20teatro%20e%20pol%EDticaJosé de Abreu fala de televisão, cinema, teatro e política

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Nassif: Fux é o maior problema do Judiciário

por redacao
 

Conversa Afiada reproduz texto do Nassif sobre o Fux, aquele que tem uma filha tão talentosa quanto o Cerra – vote na trepidante enquete

Sobre o vácuo institucional criado pelo fim da Lei de Imprensa, leia a “decisão histórica do Ministro Celso de Mello sobre a liberdade de expressão“, na aba ‘Não me calarão !“.

http://www.advivo.com.br/node/1336433

 

O maior problema da Justiça brasileira chama-se Luiz Fux

 

Com seus modos destrambelhados, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa tornou-se especialista em desmoralizar grandes bandeiras que levanta.

Esqueçam-se os modos para se analisar um dos temas que levantou: a promiscuidade entre Ministros do STF e grandes escritórios de advocacia.

O caso Sérgio Bermudes é exemplar. Seu escritório patrocina grandes ações contra o poder público e, ao mesmo tempo, emprega a filha de Luiz Fux, a esposa de Gilmar Mendes e o filho do desembargador Adilson Macabu, que trancou a Satiagraha. Agora, está oferecendo um mega regabofe para o mundo jurídico comemorar os 60 anos de idade de seu amigão, o próprio Fux.

Vamos a Fux e seu ultimo feito: a derrubada da PEC 62/2009 que instituiu regime especial para pagamentos de precatórios emitidos até aquela data.

Sabe-se que parte expressiva dos precatórios está em mãos de escritórios de advocacia, que adquiriram com enormes descontos de clientes que necessitavam de caixa e não tinham esperança de receber o pagamento  em vida.

Com o voto decisivo da Fux, o STF votou pela procedência parcial das  Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4357 e 4425 contra a PEC, ajuizadas, respectivamente, pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

A Emenda havia significado um enorme avanço para o tema.

Sabia-se ser impossível o pagamento imediato do passivo acumulado. Concordou-se então com o parcelamento por 15 anos e com garantias inéditas para os credores. Houve a vinculação de parte da Receita de cada ente para pagamento da dívida; e o instrumental jurídico contra futuros calotes: a possibilidade de sequestro da receita.

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça), interpretando a Constituição, entendeu que a PEC definia um comprometimento da receita com precatórios que assegurava que, ao final de 15 anos, todos os precatórios seriam liquidados.

Mais que isso: com a previsibilidade instituída pela PEC, alguns governantes – como o prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o governador Geraldo Alckmin – já tinham acenado com a possibilidade de aumentar o percentual de receita vinculada para pagamento.

O Supremo liquidou com tudo.

O padrão Fux de atuação

Fux comportou-se com a mesma leviandade com que atendeu a seu padrinho político, governador Sérgio Cabral, na questão dos royalties.

Na ocasião, para impedir que o Congresso derrubasse o veto da presidência da República à Lei, sem passar pela análise de mérito, Fux decidiu que o Congresso deveria analisar todos os vetos pela ordem cronológica. Paralisou os trabalhos legislativos. Questionado, alegou não ter tomado conhecimento, antecipadamente, das consequências de seu ato. Ora, não se trata de um juizado de pequenas causas, mas da mais alta corte do país.

Agora, repete a irresponsabilidade.

De um lado, reinstituiu uma das maiores jogadas dos precatórios – a correção da dívida por índices extremamente elevados, a propósito de dar isonomia com as correções que o Estado cobra dos seus devedores.

Por outro, paralisou o pagamento geral. Os diversos entes federados deixaram de pagar por impossibilidade de quitar à vista e pelo fim da ameaça de sequestro das receitas. Voltou-se à estaca zero.

Alertado pela OAB, Fux voltou atrás e decidiu suspender a medida para precatórios que vêm sendo pagos, mantendo-a para os novos. Um nonsense completo: a PEC questionada legislava apenas sobre os antigos.

O próprio Marco Aurélio de Mello, que tem um histórico de reação contra abusos do Estado, votou a favor da manutenção da PEC, com um voto que poderia modular eventuais abusos sem comprometer os avanços que ela consolidava. Ocorriam abusos com os leilões, que colocavam na frente os precatórios de quem oferecesse o maior desconto.

Agora, volta-se à estaca zero em relação aos precatórios.

Um STF que não estuda seus casos

Da mesma maneira que no caso da Lei da Imprensa, o STF vota sem analisar consequências. Nos dois casos, Marco Aurélio de Mello alertou para os desdobramentos, para o vácuo jurídico que seria criado. 

Mas o lobby foi maior que o bom senso.

Seja qual for sua motivação, é evidente que, à luz do seu histórico nos episódios de indicação para Ministro, do seu contato estreito com grandes escritórios, Fux tornou-se um personagem sob suspeição.

O melhor favor que poderia receber seria o PT entrar com uma ação contra ele, a propósito do mensalão. Seria fornecer a blindagem de que ele necessita.

Fux não é problema do PT: é problema do sistema jurídico brasileiro.

 

(Clique aqui para ler “Barbosa e Fux desconstroem o julgamento do mensalao”.) PHA.

 

20 horas atrás

Violência: Dilma não tem xerife. Tem um Zé

por redacao
 

Um rapaz reincidente de 17 anos matou um universitário que chegou a oferecer o celular ao criminoso.

Isso aconteceu em frente ao prédio em que a vítima morava.

O assassino completa 18 anos neste sábado e tinha passado três vezes pela Febem.

Um assaltante levou uma surra após tentar roubar pedestre no bairro dos Jardins.

O assalto deu errado e quinze pessoas o agrediram.

Segundo uma testemunha, se a policia não tivesse chegado, ele teria sido morto a pancadas.

Tudo isso se passou na cidade de São Paulo, esta semana.

Os petistas podem considerar que a violência desenfreada em São Paulo – há 17 anos sob o comando inepto dos tucanos – é o ponto mais fraco de Geraldo Alckmin, na eleição para governador em 2014.

Só tem um problema.

É a Casa Grande empunhar a arma da Violência, da Insegurança contra a Dilma em 2014.

O Cerra ainda não descobriu esse filão, talvez com medo de dar um tiro no próprio pé – afinal, ele co-governa São Paulo há 17 anos.

Mas, nada impede que o porta-voz seja outro.

O Aécio, o tucanuardo, aquele do “não podemos perder 2013 !”.

Sem falar na Bláblárina, que pedirá um referendo para discutir a maioridade penal e outro para avaliar o consumo de quentão nas festas de São João.

É outra jenia !

A Violência vai cair no colo da eleição de 2014.

E Dilma não tem quem a defenda.

Ela foi a Santa Maria, com a tragédia da boite Kiss.

Deu o bolo no tucanuardo para ir à missa dos mortos nos desabamentos da região serrana do Rio.

São gestos simbólicos, e, portanto, políticos.

E cadê o Ministro da Segurança, o Ministro da Justiça ?

O Ministro da Luta contra o Crime ?

Cadê a republicana Policia Federal, que não investiga a Privataria Tucana, mas está, diligente, atrás das pistas valiosas do Marcos Valeriodantas contra o Lula ?

Cadê a autoridade federal ?

Alguém tem que dar a cara pra bater.

Para falar e difundir a politica federal de Segurança.

Ir ao enterro do jovem universitário Vitor Hugo.

Cobrar o Governador Geraldo Alckmin.

Dar conta das providências que os governos federal e estadual já tomaram para conter a violência.

Deu certo ?

Onde erramos ?

A sociedade tem que ter uma explicação.

Não adianta fazer como o Farol de Alexandria, que se escondia atrás dos Estados – responsáveis diretos pela Segurança Publica.

O cidadão não quer saber se a responsabilidade é municipal, estadual ou federal.

A mãe do Victor Hugo não está interessada nisso.

Acontece que o Ministério da Justiça não tem cara.

Tem bastidor.

É irrelevante.

Agora, por exemplo, caiu na mesma esparrela do Alckmin:  discutir a maioridade penal.

(Sobre o assunto, leia o artigo de Pierpaolo Bottini – http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/103538-uma-resposta-adequada.shtml – na Folha (*)

O Ministro da Justiça parece não querer sujar as mãos no Crime.

Prefere tocar piano nas festas de advogados que possam conduzi-lo ao Egrégio Tribunal Federal.

O Governo Dilma tem um enorme déficit de Segurança.

Se ela sair às ruas e perguntar a qualquer cidadão “o que eu já fiz para zelar por sua Segurança ?”, vai descobrir que …

É bom até nem reproduzir a hipotética resposta.

O Governo Dilma não se comunica.

Só fala em photo-ops, devidamente coreografadas.

Não tem SECOM, não tem porta-voz – e não tem Ministro da Justiça.

“A Lei e a Ordem” é desde tempos imemoriais palavra de ordem dos políticos conservadores para encantar a classe media.

O Presidente Joaquim Barbosa já descobriu isso.

A Presidenta Dilma descobrirá breve.

Enquanto mantiver o Zé – assim, carinhosamente, o tratam os amigos do imaculado banqueiro – Cardozo como o rosto do Governo na luta contra o Crime.

Enquanto não tiver rosto.

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

20 horas atrás

Tucano mineiro é acusado de traficar órgãos

por redacao
 

Em carta, Mosconi pede um rim para um amigo: valor, R$ 8 mil

Conversa Afiada reproduz e-mail de amigo navegante cuja “mãe morreu depois de receber um fígado transplantado. Rejeição. Mas esperou anos por um deles, na fila. A reportagem do Leandro mexeu comigo.” 

Na Carta Capital, Leandro Fortes expõe a impressionante história de médicos que, com a participação de outro médico, deputado estadual do PSDB mineiro, retiravam órgãos de pacientes ainda vivos. E os vendiam.

 

 

20 horas atrás

Mino presta comovida homenagem a Margaret Trash

por redacao
 

Conversa Afiada reproduz editorial do Mino nesta edição da Carta Capital: 

http://www.cartacapital.com.br/economia/o-inelutavel-mercado/

 

O inelutável mercado

 

Pergunto aos meus reflexivos botões o que vem a ser o mercado. Ou seria o caso de dizer MERCADO? Segue-se este diálogo.

“Trata-se, ao que tudo indica, de uma entidade sobrenatural, incontrastável na sua onipotência”, proclamam os inquiridos com certa ênfase.

“Deus, portanto, não é mesmo?”, apresso-me a anotar.

“Deixemos Deus no lugar que lhe compete, de alguma forma o MERCADO assemelha-se mais aos fados gregos…”

Interrompo. “Donde, agente do destino…”

“Não, não, algo maior e mais exato, de alguma forma o MERCADO é o próprio destino.”

“Quer dizer, o que determina é definitivo e irretorquível. É porque é, digo, filosoficamente…”

“Eis aí, é na condição indiscutível de manifestação do real, não nos atiraríamos a discutir o fato de que a Terra gira em torno do Sol.”

Pareceu-me entender a razão da diferença entre MERCADO e Deus. O Altíssimo, embora nem sempre usado para os melhores fins, é o primeiro motor da religião, na qual se entrelaçam fé e emoção. Já me referi inúmeras vezes à religião do deus mercado, e agora me arrependo, e a quem me leu peço perdão. Não se exige fé para acreditar no MERCADO. Ele existe, na qualidade de suprema verdade factual, igual à vida e à morte.

O inelutável suscita algum espanto, como as ideias de eternidade e do infinito propostas a quem é irremediavelmente condicionado por tempo e espaço. Entendo, porém, que os botões riem. Ouço distintamente o marulhar de sua peculiar risada, de cachorro maldoso, mostra os dentes, mas vem do fundo da garganta, e como se o som passasse sobre lixa. Estou perplexo, o comportamento dos botões contradiz agora tudo o que foi dito antes.

Encaro-os atônito. No tom de quem chama à ordem o desavisado, esclarecem: “Ora, ora, o que dissemos é como o mundo encara o mercado, o mundo cada vez mais crédulo, intelectualmente indigente, negado à frequentação do espírito crítico. Donde, pronto a engolir o que interessa às oligarquias financeiras criadas pelo neoliberalismo, enquanto prejudicam gravemente o resto da humanidade”.

A sociedade, à qual Margaret Thatcher negava existência em benefício do indivíduo, assiste impávida, ao menos por enquanto, ao esforço dos países do ex-Primeiro Mundo para combater a crise ao favorecer quem a provocou. De sorte que as coisas pioram. Na Europa, de 2008 a 2012, 10 milhões de empregos foram perdidos. Um milhão e pouco só na Itália no ano passado, e ali, no mesmo período, 5 mil empresas morreram. Oitenta multinacionais, e entre elas o narcotráfico, comandam a economia global e impõem sua vontade aos governos nacionais.

O mundo, ah, o mundo dá sinais inequívocos de senectude, em meio a delírios que incluem as ameaças atômicas do ditador norte-coreano. Incluem também situações aparentemente mais comezinhas e menos arriscadas. Refiro-me, a escolher uma entre tantas, à reação da mídia mundial ao falecimento de Margaret Thatcher. Salvo algumas exceções, fala-se de uma Mary Poppins revolucionária capaz de devolver o Reino Unido às glórias pregressas. E haja glória. A Dama de Ferro, que se presumia destinada a uma vida doméstica, ao se instalar no número 10 de Downing Street tornou-se fundadora do neoliberalismo, entrave aparentemente ineludível dos dias de hoje. Antes de Ronald Reagan, ela merece a primazia.

Não há questionamento possível, sofremos, em primeiro lugar, por causa dela se o simples mercado transmudou-se no MERCADO. Como a grei de Panurge, o mundo foi atrás da senhora Thatcher. Alguns, os beneficiários da operação, de caso pensado, para tomar o bonde da história que transitava na esquina. Outros, sem se darem conta do desastre. Outros ainda porque não entendiam coisa alguma.

P.S.: Em entrevista à rede CNT, o ministro Paulo Bernardo dá seu revide à capa de CartaCapital de duas semanas atrás, que o via como protetor do plim-plim e do trim-trim. O canal é insignificante e o ministro tem lida difícil com o vernáculo. Mesmo assim, percebe-se a sua tese: fingimos ser o que não somos. Pregamos a moral que não praticamos. Sem pestanejar, vendemos a alma. Pois o ministro deveria saber, por intermináveis razões, que Mefistófeles, conosco, perderia seu tempo.

 

Em tempo: Conversa Afiada estende a comovida homenagem do Mino a dois notáveis colonistas (*) do PiG (**): o dos multiplos chapéus e a Urubóloga. Que não contiveram sinceras lágrimas ao tratar da passagem de Margaret desta para melhor. Snif, Snif …

Em tempo2: na América Latina, os líderes do neolibelismo (***) foram Salinas (escondido no México), Menem (na porta da cadeia argentina), Sanchez de Losada, que fugiu da Bolivia para Miamia aos gritos de “ladrão ! ladrão !”,  e Fujimori (na cadeia peruana). O Farol de Alexandria prepara-se para sentar na plataforma-36 da academia das letras. Viva o Brasil ! – PHA

Em tempo3: assine aqui o manifesto em defesa da candidatura de Amaury Ribeiro Junior à Academia, com a justificativa: “A Privataria é Imortal !”.

(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta  costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse  pessoal aí.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(***) Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

20 horas atrás

Fux e Barbosa desconstroem o julgamento

por redacao
 

Saiu no UOL:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2013/04/12/advogados-do-mensalao-entram-com-agravo-indignado-no-stf.htm

Em tom de indignação, nove advogados de condenados no julgamento do mensalão entraram com novo agravo no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, libere os votos por escrito com antecedência de modo a eles terem mais tempo para produzir os recursos contra a sentença.

“Deixemos de lado o que não é essencial, ao registrarmos as razões jurídicas de nosso inconformismo”, diz a petição assinada por Márcio Thomaz Bastos, José Carlos Dias, Arnaldo Malheiros, Celso Vilardi, José Luís de Oliveira Lima, Alberto Zacharias Toron, Luiz Fernando Pacheco, Maurício de Oliveira Campos Junior e Maíra Beauchamp Salomi.

No Estadão:

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ministros-apelam-a-barbosa-para-que-analise-recursos-de-reus-do-mensalao,1020296,0.htm

Ministros apelam a Barbosa para que analise recursos de réus do mensalão
Corte avalia que postura do presidente do STF estimula discurso de cerceamento do direito de defesa
Felipe Recondo, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA – A resistência do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, em levar a julgamento do plenário os recursos de réus do mensalão mobilizou ministros do tribunal. Mesmo aqueles que votaram pela condenação maciça dos réus consideram um erro do ministro deixar engavetados pedidos da defesa para que os prazos de recursos contra a condenação sejam estendidos.

Ao final da sessão de quinta-feira, 11, o Estado presenciou a conversa inicialmente entre o decano do tribunal, ministro Celso de Mello, com o presidente da Corte. Depois, juntaram-se Dias Toffoli e Luiz Fux. Celso de Mello fazia uma ponderação – em tom de apelo – para que Joaquim Barbosa levasse os recursos movidos pelos advogados a plenário antes da publicação do acórdão do julgamento.

Saiu na Folha (*):

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1262098-ministro-luiz-fux-cancela-jantar-bancado-por-advogado.shtml

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ontem ao advogado Sergio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado.
O organizador da festa, marcada para o dia 26, queria reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Rio de Janeiro em seu apartamento de 800 metros quadrados, na zona sul do Rio. O evento celebraria os 60 anos de Fux.
“Estamos cancelando a pedido do ministro”, disse Bermudes na noite de ontem.
Segundo relato do advogado, Fux informou que sua mãe, Lucy, de 78 anos, teve uma crise de hipertensão com a repercussão negativa da celebração, o que teria preocupado o ministro.


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/103501-monica-bergamo.shtml

MARATONA
E, além de celebrar seus 60 anos com 200 convidados na casa do advogado Sergio Bermudes, no Rio, no dia 26, o ministro Luiz Fux, do STF, já prepara nova empreitada.
Ele organiza festa algumas vezes maior do casamento da filha, Marianna, com Hercílio José Binato. Será no Copacabana Palace, em outubro.

 

Navalha

A intolerância do Presidente Joaquim Barbosa provocará duas  reações.

Expor, de vez, a parcialidade do julgamento do mensalão (o do PT).

E vai exigir uma reparação em tribunais fora do Brasil, como anunciou José Dirceu – clique aqui para ler “Fux disse que ia me absolver, depois de me assediar moralmente”.

Dirceu vai à Corte dos Direitos Humanos da OEA e a Corte Internacional, para provar que foi condenado sem provas, num julgamento de exceção.

Será a segunda vez, em pouco tempo, que Corte internacional desmoralizará a Suprema Corte brasileira.

Como se sabe, a mesma Corte dos Direitos Humano da OEA considerou que a anistia à Lei da Anistia, aprovada por maioria do Supremo, em relatoria inesquecível de Eros Grau, envergonha o continente .

Vamos ver, agora, como se sustenta, num fórum imparcial, longe da linha de tiro da Globo – como comprovou o professor Falcão, em antológica análise na revista da Globo, a Época – , a tese de que a Visanet é estatal.

Ou que o “domínio do fato” alemão se aplica ao Dirceu.

Ou que cabe ao réu provar que é inocente.

Vamos ver…

Nesse momento, o único jurista de saber incontestável a defender a inflexibilidade do Presidente Barbosa é o Ataulfo Merval de Paiva (**).

Uma revisão da pena do Dirceu será uma derrota pessoal do Ataulfo.

Já o Fux desmoralizou o julgamento do mensalão (o do PT) de forma irremediável.

Ele demonstrou não ter o conteúdo mínimo de recato para exercer QUALQUER função publica.

Muito menos, julgar o Dirceu.

Além de demonstrar um incomparável deslumbramento.

Quem vai pagar a festa do casamento da filha no Golden Room do Copa ?

Será o Dr Bermudes ?

Juiz do Supremo não ganha pra isso.

O amigo navegante há de se lembrar que o destemido Dr Piovesan entrou com um pedido de explicações sobre a isenção do Gilmar Dantas (***) , entre outros motivos, porque ele, Dantas, recebia na porta, ao lado do sorridente anfitrião, os convidados que foram ao Golden Room do Copa numa festança do escritório de Bermudes.

Clique aqui para ler “a peça do Dr Piovesan é também um BO “.

(Como se sabe, a peça do Dr Piovesan foi desconstruída pela ação do presidente do Senado José Sarney.)

A inflexibilidade de Barbosa ultrapassa o rigor de Lei.

Barbosa se considera a Lei.

Bem ao gosto da classe média a que se referiu o Janio de Freitas, quando lembrou que Barbosa parece dirigir a fúria – e a linguagem – ao clamor autoritário da classe média que quer reduzir a maioridade penal e instalar a pena de morte para pretos, pobres, p…, e petistas.

Fux é outro departamento.

É o do pudor, do recato.

Que não tem.

E não merece estar onde está.

O que os dois fazem para desconstruir o Supremo só se compara à anistia da Lei da Anistia.

Viva o Brasil !

Que consegue fazer uma Comissão da ½ Verdade que se esconde nos porões.

De medo.

Viva !

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Até agora, Ataulfo de Paiva era o mais medíocre dos imortais da história da Academia Brasileira de Letras. Tão mediocre, que, ao assumir, o sucessor, José Lins do Rego, rompeu a tradição e, em lugar de exaltar as virtudes do morto, espinafrou sua notoria mediocridade.

(***) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…

12 de Abril de 2013 18:55

Cerra racha o PSDB. E diz que vai unir oposição

por redacao
 


Saiu no IG:

Serra diz estar disposto a trabalhar por união das diversas oposições

Um dia depois de o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) discursar como candidato a presidente, o ex-governador paulista José Serra (PSDB) também se colocou a disposição das forças de oposição ao PT.
Serra falou há pouco na conferência do PPS, realizada na Câmara dos Deputados, com um tom carregado de críticas ao PT e às gestões de Lula e da presidente Dilma Rousseff.
O tucano, que nos bastidores vem resistindo em aderir ao nome de Aécio como nome do PSDB à presidência em 2014, falou em deixar de lado o lado emocional para agir de forma racional.
Perguntado se apoiaria a candidatura do mineiro, Serra evitou polemizar. “Se ele fosse o candidato do PSDB, claro que eu apoiaria”, disse.
Serra disse que a oposição precisa evitar o tom derrotista e encerrou seu discurso dizendo que as circunstâncias em 2014 serão diferentes daquelas existentes em 2010, o que poderia favorecer o campo opositor.
O tucano destacou que é preciso “saber unir” as diversas correntes de opositoras e se apresentou para jogar. “É em função dessa causa, que me coloco”, afirmou.

 

 

 

Navalha

 

Cerra não aparentou sentir dor na coluna.

A desculpa que deu para não assistir à inesquecível palestra de Aécio Never, nesta quinta-feira.

Segundo a rádio que troca a notícia, a CBN, Cerra espinafrou a Dilma e disse que, ao fim do Governo dela, o Brasil vai estar pior que ao fim do regime militar.

Para quem foi o Grande Planejador do Governo FHC – clique aqui para ler a tabela que compara os Governos Lulilma com o de FHC – a observação é, como diria o Dirceu, tragicômica.

Clique aqui para ver que o Dirceu já também percebeu: Cerra é candidato a qualquer custo.

(Sem trocadilho.)

A grande notícia é que Cerra deu a entender que ele é quem vai unir a oposição.

Segundo a rádio que troca a notícia, para ele não adianta ser “novo” se não tiver ideias.

Como o Aécio e o tucanuardo são “novos” e não tem ideias, claro que será candidato.

Isso é ótimo, porque o Cerra tem esse hábito: ele perde.

A outra grande notícia é que ele continua com a mania de dar ênfase com o dedo anular.

E quando ele enfia aquele dedo anular na cara do espectador, é certo: dali não sai nada.

Ou melhor: sai tragédia.

Por exemplo, segundo a CBN, ele é a favor da redução da maioridade penal.

Como só tolera o aborto no Chile.

O FHC, candidato à plataforma-36 da academia das letras – porque, se fosse dos números, ele e o Cerra não tinham chance – diz que está cansado de ver o PSDB desunido.

Este ansioso blog também.

Prefere o PSDB unido: sob a iluminada liderança do Cerra.

Ele, que tem mais grana e PiG (*) que o Aécio e o tucanuardo.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

12 de Abril de 2013 17:00

Dilma quer dobrar a renda per capita

por redacao
 

 

(Foto: Felipe Truda/G1)

 

Saiu no blog do Planalto:

 

Dilma: “O nosso objetivo é dobrar a renda per capita da população”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, durante cerimônia de entrega de retroescavadeiras, motoniveladoras e ônibus escolares a prefeitos do Rio Grande do Sul que o governo tem como objetivo dobrar a renda per capita da população. A presidenta disse ainda que o caminho para o Brasil se tornar um país de classe média é investir em educação.

“Daqui a alguns anos nós comemoraremos os 200 anos da nossa independência. E nesse dia nós vamos ter que olhar para trás e ver o que fizemos para construir a nossa soberania, o nosso desenvolvimento e o bem-estar do nosso povo. E aí, se vocês perguntarem para mim: qual é o nosso objetivo? O nosso objetivo é dobrar a nossa renda per capita. É esse o objetivo desse país. Ele se mede, fundamentalmente, pela renda per capita da nossa população. É essa a medida e o metro que nós devemos usar”, disse.

Leia também:

 

Em Porto Alegre, Dilma anuncia o investimento de R$ 2,46 bilhões em obras viárias

Durante entrega, nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, de máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras a municípios gaúchos, a presidenta Dilma Rousseff anunciou R$ 2,46 bilhões em investimentos para melhorar o tráfego e o escoamento da produção na região metropolitana da capital gaúcha.

“Eu sou presidenta de todos os brasileiros. Em todos os lugares que eu vou tenho o cuidado de ver as obras necessárias em curto, médio e longo prazo. Precisamos de muitos empreendimentos na área de infraestrutura. O Brasil hoje tem capacidade de pensar o que quer ser daqui a 10 anos”, afirmou Dilma.

A primeira das três obras anunciadas é o trecho de 32 quilômetros da BR-448, entre Estância Velha e Sapucaia do Sul, com um custo estimado de R$ 530 milhões, e que vai ampliar o acesso à região metropolitana de Porto Alegre e à região de Caxias. Outro trecho é o que liga a capital a Novo Hamburgo pela BR-116.

Com um custo estimado de R$ 330 milhões, a obra terá medidas complementares para desafogar o trânsito na região metropolitana, que incluem passagens de nível, alargamento de viadutos, entre outras. A terceira obra anunciada é a ligação entre Santa Maria e Santo Ângelo pela BR-392, com uma extensão de 235 quilômetros, a um custo de R$ 1,6 bilhão.

Equipamentos
A entrega de 120 máquinas nesta sexta-feira – 80 retroescavadeiras e 40 motoniveladoras – totalizou um investimento de R$ 28 milhões e deve beneficiar cerca de 600 mil pessoas. Já os 25 ônibus disponibilizados pelo Ministério da Educação para 15 municípios terão custo de cerca de R$ 3,5 milhões cada.

“É a capacitação dos municípios para tomar providências. É uma iniciativa do governo de melhorar as condições de transporte das nossas safras. Ele se conjuga com um grande esforço que o governo federal vem fazendo. O Brasil teve um período que parou de investir na escala necessária”, defendeu.

12 de Abril de 2013 15:08

Fux e o joguinho dos quatro erros

por redacao
 

 

Saiu na Folha (*):

Fux determina retomada de pagamentos declarados inconstitucionais


O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (12) que os Tribunais de Justiça retomem o pagamento dos precatórios parcelados, prática considerada inconstitucional pelo plenário da própria Corte há menos de um mês. 

“Até que a Suprema Corte se pronuncie sobre o preciso alcance de sua decisão, não se justifica que os Tribunais Locais retrocedam na proteção dos direitos já reconhecidos em juízo”, diz Fux. “Determino que os Tribunais de Justiça de todos os Estados e do Distrito Federal deem imediata continuidade aos pagamentos de precatórios na forma como já vinham realizando até a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal”, finalizou. 

Não é a primeira vez que Fux precisa tomar medidas para corrigir efeitos de decisões. No julgamento da medida provisória que criou o Instituto Chico Mendes, por exemplo, ele proferiu um voto que, na prática, poderia derrubar todas as MPs aprovadas no Congresso. 

Seu voto determinava que elas deviam passar por uma comissão especial antes de seguirem a plenário, o que não tem o costume de ser observado. Um dia depois, ao constatar o problema, afirmou que a decisão valia somente a partir daquela data. 

Em outra ocasião, no julgamento da Lei da Ficha Limpa, em um primeiro momento, derrubou a validade para aqueles que renunciavam ao cargo no Congresso para evitar a abertura de processo do Conselho de Ética, medida que beneficiava políticos como Joaquim Roriz (PSC-DF) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Um dia depois, voltou atrás. 

No final do ano passado, o ministro também determinou que o Congresso Nacional votasse todos os mais de 3.000 vetos presidenciais antes de analisar aqueles feitos pela presidente Dilma Rousseff na Lei dos Royalties, adiando a votação sobre o caso para este ano. 

A medida gerou confusão e acabou sendo derrubada pelos colegas meses depois.

 

Navalha

Este é o ministro da “verdade é uma quimera”.

Quem tem que provar a inocência é o Dirceu.

O Ministro que botou o turbante da Carmen Miranda na teoria do domínio do fato – clique aqui para ver a explicação dele para condenar do Dirceu.

Quem entender ganha uma guitarra.

E aqui para ver o trecho da entrevista do Dirceu em que diz ter sido assediado moralmente por Fux, que prometeu absolvê-lo.

aqui para ver que Fux procurou o Vaccarezza, o João Paulo Cunha e dois empresários para dizer “mato no peito”.

aqui para ver que o processo de impeachment dele já deu a partida, em “Dilma admira a coragem de Dirceu”.

 

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

12 de Abril de 2013 14:25

Nenhum Juiz defendeu Fux. E Celso defendeu Dirceu

por redacao
 

 

Amigo navegante pernambucano, que não perder 2013, como tucanuardo, envia essa preciosa informação de um jornal de lá:

Procurado para comentar o assunto, o ministro do STF Marco Aurélio Mello lamentou a declaração de Dirceu pelo fato de, segundo ele, atingir os magistrados de forma geral. “É ruim para toda a magistratura. É o que eu digo sempre: algo que alcance – precedente ou não – um integrante da magistratura coloca em xeque o Judiciário.” Os ministros do Supremo Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski preferiram não comentar as acusações feitas por Dirceu. Já o decano do STF, Celso de Mello, disse no começo da tarde de ontem que não havia lido a reportagem, mas defendeu o direito de manifestação de todos. “Qualquer pessoa tem o direito de se manifestar, independentemente da veracidade do conteúdo da sua fala.”

 

Navalha

O que significa que nenhum Ministro do Supremo saiu à rua para defender Fux, depois que Dirceu e Vaccarezza informaram que ele procurou os dois para anunciar que ia absolver Dirceu, “matar no peito”

Clique aqui para ler “Fux é o Feliciano do Supremo !”

E, tão importante.

O Ministro Celso De Mello defendeu o direito de Dirceu se defender.

Quem quer que o Dirceu se agabeire é o PiG (*).

Celso de Mello e a presidenta, aliás: clique aqui para ler “Dilma admira a coragem de Dirceu”.

 

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

12 de Abril de 2013 14:00

Fux é o Feliciano do Supremo ! Rua !

por redacao
 

 

Conversa Afiada reproduz do Blog do Miro artigo de Paulo Nogueira:

A diferença entre Dirceu e Fux

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Chega-se à verdade por vários caminhos, e nem sempre eles são os mais bonitos.

Mas isso não tira a importância deles. Uma paisagem feia pode levar a um belo destino.

É o caso das revelações de José Dirceu sobre seu encontro com o ministro Luiz Fux. Elas permitiram aos brasileiros saber como funcionam as coisas na hora de escolher alguém para o Supremo, e este conhecimento será a base das pressões que levarão a mudanças.

Você pode dizer, e não sem razão: se ele topou o encontro é porque gostaria de saber como Fux se comportaria no julgamento de extraordinária relevância de que ele, Dirceu, seria réu.

Você diz isso, ou poderia dizer, embora provavelmente fizesse o mesmo nas circunstâncias em que estava Dirceu.

Dentro do lamentável e nada transparente sistema de indicação para o Supremo que vigora no Brasil, não existe impedimento legal nenhum para isso.

E o risco de passar alguns anos na cadeia – sobretudo se você se julga inocente, e sabe que a mídia vai fazer de tudo para enjaulá-lo – pode levar você a fazer o que Dirceu fez.

A atitude de Dirceu em receber Fux – a não ser que sejamos maciçamente hipócritas ou antipetistas radicais – é moralmente defensável.

Chama-se autodefesa.

A de Fux não. Ela é moralmente indefensável. É fruto de uma ambição desumana, de uma vaidade sem limites e de uma ética frouxa, vacilante, tíbia que não se pode aceitar num juiz do Supremo.

Fux tem que ser expurgado do STF. Enquanto ele permanecer lá, os brasileiros, com razão, estenderão ao todo os defeitos da parte.

Feita a limpeza urgente, a sociedade tem que cobrar uma alteração imediata nos métodos de nomeação no Supremo.

Transparência, transparência e ainda transparência.

Isso já deveria estar no debate público quando se soube que a principal razão pela qual Lula indicou Joaquim Barbosa foi o fato de ele ser negro.

(Sem contar a forma como JB abordou Frei Betto para se insinuar entre os candidatos à vaga que Lula – ou para afirmar os negros ou por demagogia, cada qual fique com sua escolha – reservara não ao talento mas à cor da pele.)

Mas o urgente agora é tratar de Fux.

Ele não pode continuar onde está. Não é apenas o pastor Feliciano que está absurdamente agarrado a uma posição para a qual é uma extravagância intolerável.

Fux se tornou o Feliciano do Supremo.

12 de Abril de 2013 13:00

O Fux vai pedir pra sair ? Não ! Sim ! Vote !

por redacao
 

 

Sugestão do genial Bessinha:

O Fux vai pedir pra sair ?

Não
Ele faz qualquer papel.

Sim
O que ele fez foi um papelão.

Clique aqui e vote !

 

12 de Abril de 2013 12:00

Dirceu: Fux me assediou moralmente !

por redacao
 

Por sugestão do Esmael, blogueiro perseguido pelos iluminados tucanos do Paraná, o Conversa Afiada reproduz trecho da entrevista em que José Dirceu relata a promessa de Fux: “vou te absolver”.

O que confirma depoimento de Candido Vaccarezza, a quem o Fux também procurou para dizer que ia “matar no peito”.

(Note bem, amigo navegante, que os “entrevistadores” (melhor seria “verdugos”) da Folha (*) estão mais aflitos em condenar o Dirceu que o próprio Fux. Deviam achar que iam pegar o Dirceu na escada do cadafalso e o enforcado foi outro …)

(Um dos entrevistadores foi tosquiar o Maduro na Venezuela e acabou tosquiado.)

 

 
 

 

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

12 de Abril de 2013 11:00

Dilma defende Dirceu. A vida quer coragem !

por redacao
 

Saiu na Folha (*) fantástica “reportagem” de Cátia Seabra – ela é implacável ! – e Natuza Nery:

Fala de petista causa incômodo no Planalto

Trata-se de uma reportagem desprovida de aspas, uma das especialidades da casa, que, nesta quinta-feira, atribuiu à Dilma o que ela não disse sobre os juros.

Veja só, amigo navegante, a qualidade do jornalismo contemporâneo, no PiG (**) tupiniquim, colonial:

A acusação do ex-ministro José Dirceu de que Luiz Fux prometeu votar contra o mensalão para obter apoio à sua indicação ao STF incomodou assessores próximos à presidente Dilma Rousseff. 

A avaliação de integrantes (sic) do Palácio do Planalto é a de que as declarações do petista, feitas à Folha, expuseram a presidente ao dar margem a interpretações de que ela cedeu a pressões de seu partido na nomeação à corte. 

(…)

Até no PT se questionava a conveniência das declarações para a estratégia de defesa de Dirceu, pois poderia provocar a solidariedade dos demais ministros ao colega.

 

Navalha

Por coincidência, este ansioso blogueiro ouviu as mesmas fontes da Catia Seabra.

E de novo preferiram o anonimato.

Para não constrangê-la.

São pessoas educadas.

O ansioso blogueiro recolheu, ali, informações levemente diferentes.

Por exemplo.

A Dilma acha fabuloso que o Dirceu se defenda.

Com a mesma coragem e desenvoltura com que ela enfrentou os militares torturadores, hoje absolvidos pelo Egrégio Supremo Tribunal, depois de histórica relatoria de Eros Grau.

Que Dirceu se defenda com a mesma coragem com que ela enfrentou um sobrevivente do regime militar, o Agripino Maia, no Senado.

É o que faz a Dilma admirar o Dirceu: a coragem.

“A vida quer é coragem”, é o título da biografia dela, excelente, aliás, do Ricardo Amaral.

E a convicção.

Dirceu está do mesmo lado, há muito tempo.

Não é como o Fernando Henrique, candidato à cadeira plataforma-36 da Academia das Letras (porque dos números…).

FHC começou marxista, foi um herói neoliberal, e vai terminar tomando chá com o pessoal do fumacê.

FHC foi de todos os lados.

O que a Folha pensa que a Dilma queria que o Dirceu fizesse ?

Que ele apanhasse calado ?

Se encolhesse, humilhado ?

Que renegasse o passado ?

Que gabeirasse ?

Que pedisse desculpas à Casa Grande dos novos ricos, como os Frias ?

Que não denunciasse um Ministro do Supremo que não tem autoridade moral para apitar futebol de praia no Posto 6?

Que não expusesse à luz do sol que o julgamento dele e dos petistas foi um julgamento de exceção ?

Não, as fontes do Conversa Afiada dizem que a Presidenta está inconformada com o desempenho dos ministro que executaram sumariamente o Dirceu.

E, mais do que isso, ela está envergonhada da desastrosa decisão de nomear o Fux.

Deixar-se levar pelo currículo, pelo suposto “saber jurídico”.

E aprendeu de uma vez por todas: vai ser tão republicana quanto o Fernando Henrique, que levou ao Supremo republicanos como o Nelson Johnbim, o Gilmar Dantas (***) e a Ellen Gracie.

Republicaníssimos.

Dantíssimos !

Privatíssimos !

Dilma tem lado.

O lado do Dirceu.

Ela deve a eleição mais ao Dirceu do que deve ao Celso Furtado, que tanto admira.

Ela sabe disso.

Porque, se o PT ficasse no nicho fundamentalista que se armou no Colégio Sion, a Dilma era até hoje redatora de clipping de economia na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

E quem tirou o PT do gueto foi o Dirceu, sob as ordens do Nunca Dantes – outro que defenderá o Dirceu até a morte !

As fontes do ansioso blogueiro – que imploram para não ser identificadas – informam que o Partido dá irrestrito apoio a esta decisão: “setor jurídico do PT pedirá à Procuradoria Geral da Republica (Gurgel vai embora em julho – PHA) que investigue conduta e Fux”.

Esta notícia, na página A9 do Valor, informa também que é intenção do Partido pedir o impeachment de Fux.

Aliás, foi a destemida entrevista do Dirceu, comprovada pelo depoimento do Vaccarezza, que acabou por alinhar o PT em torno da decisão de ir atrás do Fux.

O que desmente de forma cabal a “reportagem” da Katia.

Mas, sabe como é, amigo navegante…

Na beira do precipício, ao contemplar a inexorável queda do Estadão, o pessoal da Folha deve estar nervoso.

Os Frias já se cuidaram.

O UOL sustenta a Folha e o UOL passou a ser uma empresa de TI, para desespero da IBM.

Querem que a Folha se lixe – mas, antes, ela vai limar os trabalhistas e os que quiserem remexer as pedras do regime da tortura – ao qual deram irrestrita colaboração.

O problema agora é os jornalistas cuidarem de si.

A Globo não tem espaço pra todo mundo.

E, como diz o Mino Carta, no Brasil, jornalista é pior do que patrão.

 

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(***) Clique aqui para ver como um eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…

12 de Abril de 2013 10:00

Santayana e a eleição na Venezuela. O legado de Chávez

por redacao
 

Conversa Afiada reproduz artigo de Mauro Santayana, do JB online:

Decisão em Caracas

Mauro Santayana

Interessa-nos, sim, e muito, o resultado das eleições venezuelanas do próximo domingo. Sendo assim, convêm-nos examinar o quadro sem as lunetas da paixão ideológica. Se o opositor Capriles, por essa ou aquela razão, desmentir o favoritismo de Maduro, e ganhar o pleito, não terá como inverter o curso histórico do país.

Ainda que, nesse caso, seja possível uma guinada à direita, ela não ocorreria logo. A menos que se desse depois de sangrenta guerra civil. A Hitória, antiga e contemporânea, nos ensina que, havendo imperialismo, guerras civis surgem por todo lado. Uma guerra civil, no entanto, pode levar anos e desorganizar a economia. E pode, até mesmo, favorecer o lado aparentemente mais fraco.

O mais importante legado de Chávez não está em sua política distributiva, mas, sim, no que ela representou na alma do povo venezuelano. Os venezuelanos pobres são a imensa maioria do povo. Eles assumiram a consciência da dignidade como um bem coletivo, e não parecem dispostos a renunciar a esse sentimento.

O militar, sendo mestiço, soube falar com a emoção ameríndia. Ele disse aos indígenas, e aos mestiços como ele, que a Venezuela é um bem comum de seu povo, e não colônia estrangeira. Seu discurso sempre foi autêntico. 

Seu opositor, Henrique Capriles Radonski, continua a ser visto como multimilionário,  venezuelano de primeira geração, de origem européia – distante da visão universal do povo.

Em  tática eleitoral conhecida, tenta agora linguagem menos agressiva, na tentativa de angariar votos entre aqueles chavistas que preferiam outro candidato em lugar de Maduro.

O sucessor de Chávez tem cometido erros primários, ao tentar, sem o mesmo carisma, a sintaxe emotiva do ex-presidente. Isso  pode inspirar a cunha oposicionista e beneficia-la, mas de forma marginal. 

Ao Brasil, como país, não interessa mudar a sua postura diante de Caracas, mesmo no caso em que a oposição vença. As nossas relações comerciais devem ser mantidas. Temos  imenso saldo na balança comercial e os nossos empresários que, em natural pragmatismo, não participavam do coro dos meios de comunicação contra o chefe de Estado da Venezuela, não querem perder os bons negócios que se iniciaram ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso, e se ampliaram na administração de Lula e Dilma. 

Se não nos interessa mudar a postura nas relações com a Venezuela, no caso  de eventual vitória da direita, com Capriles, é natural que essa hipótese nos preocupe, tendo em vista os nossos interesses continentais.

Derrotada a esquerda, o governo de Caracas se alinhará aos Estados Unidos, e buscará, ali, as importações de que necessita, deslocando-nos do importante mercado.

Além disso, as organizações  regionais de que participamos, como o Mercosul e a Unasul, serão erodidas, pela ação direta de Washington.

Capriles, o candidato oposicionista, como se sabe, não é judeu ortodoxo. Converteu-se ao catolicismo e foi  ativo militante do ramo venezuelano da nossa famigerada TFP, em seus anos mais jovens. Há notícias de que pertence também à Opus dei.

Todas essas razões convocam a nossa atenção para o pleito de domingo.

12 de Abril de 2013 09:00

Miro quer privatizar enterro da Thatcher

por redacao
 

 

Falta alguém nessa foto ! E também vai usar fardão …

 

Saiu no Blog do Miro, incansável defensor dos neolibelestas (*) !

“Privatizemos o funeral de Thatcher” 


Por Ben Arnold, no Information Clearing House, no blog Escrevinhador:

O importante diretor de cinema Ken Loach, disse, sem meias palavras, o que sente sobre a ex-primeira-ministra que morreu de infarto:

“Margaret Thatcher foi a mais daninha, a mais destrutiva entre todos os primeiros-ministros dos tempos modernos”.

“Desemprego em massa, fábricas fechadas, comunidades destruídas – eis seu legado. Foi uma lutadora: seu inimigo, a classe trabalhadora britânica.”

“Suas vitórias contaram com a ajuda de líderes corruptos do Partido Trabalhista (Labour Party) e de vários sindicatos. Por causa de políticas que ela criou e iniciou, estamos hoje na merda em que estamos.”

“Outros primeiros-ministros seguiram seus passos. O principal deles foi Tony Blair. Ela tocava o realejo e Blair, o macaco, dançava.”

“Lembrem: ela chamou Mandela de ‘terrorista’ e tomou chá com Pinochet, torturador e assassino.”

O enterro da Baronesa Thatcher acontecerá na St Paul’s Cathedral. Custará cerca de £8 milhões de libras, dinheiro público.

“Morreu? Pois privatizemos o funeral dela: façam uma concorrência. O menor preço leva. Foi o que ela mais fez e mandou fazer.”

* Tradução: Vila Vudu.

Em tempo: o FHC foi convidado ? E a Urubóloga ? Afinal, ela é a melhor teórica que o neolibelismo (*) brasileiro foi capaz de produzir … – PHA

(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre: “Lula tem de ir às ruas e evitar golpe de Joaquim e Gurgel “

por Helio Borba
 

Lula tem de ir às ruas e evitar golpe de Joaquim e Gurgel

Por Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

 

Afirmo e reafirmo novamente neste espaço: se o ex-presidente Lula e o PT não se prevenirem para passar para o ataque, a direita brasileira que perdeu três eleições presidenciais para os trabalhistas vai amarrar os pés e as mãos dos principais políticos do PT, como se fossem gado de rodeio ou vaquejadas.São nítidas e sonoras as intenções dos senhores Joaquim Barbosa e Roberto Gurgel, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e procurador-geral da República (PGR) no que é relativo às tentativas de investigar o Lula.

 
A ação não tem o propósito de apenas investigar o ex-mandatário para comprovar ou não seu envolvimento com o mensalão, mas, sobretudo, tem a finalidade política de envolver seu nome nesse processo, e, consequentemente, desqualificá-lo e desconstruí-lo perante a Nação brasileira, que o elegeu duas vezes, bem como votou em sua candidata e atual presidenta do Brasil, Dilma Rousseff. 
O STF e a PGR são há algum tempo os principais interlocutores da poderosa direita brasileira, bem como tratam o processo político deste País como se fosse segmento da sociedade de terceira categoria. Só que não é. É equívoco e petulância, desfaçatez e arrogância de homens togados se arrogarem o direito de estarem acima da escolha politica e eleitoral do povo brasileiro. 
A judicialização do processo político e a criminalização de políticos sem provas cabais, como ocorreu no mensalão, o do PT é lógico, são uma afronta à Constituição e ao estado democrático de direito. Eu até acredito que a sociedade brasileira, em um primeiro momento, não perceba o que está a acontecer com os primeiros políticos do campo da esquerda que assumiram, de fato, o governo central. 
Vou além. Quando o povo trabalhador brasileiro perceber o que querem fazer com o presidente mais popular da história do Brasil, além de ser o principal político do País e o mais conhecido internacionalmente, as ruas vão ser ocupadas pelas pessoas, que são os trabalhadores que transformaram e enriqueceram este País, bem como votaram duas vezes em Lula para ser presidente da República. 
O tempo é curto e por isto o PT e aliados, a exemplo do PCdoB, os milhares de sindicatos e suas federações e confederações do campo e da cidade, as alas progressistas da Igreja Católica, o MST, os estudantes secundários e universitários, as inúmeras associações e cooperativas de trabalhadores, as donas de casa, os aposentados, os pequenos e médios empresários urbanos e rurais e as comunidades pobres das periferias e dos morros que foram, de uma forma ou outra, beneficiados, respeitados e considerados pelos governantes trabalhistas. 
O povo deve ir às ruas para estancar a prepotência, a arrogância, a perversidade e até mesmo a incoerência e a insensatez de homens públicos e sem votos pagos mensalmente pelo dinheiro do contribuinte que resolveram transformar o STF e a PGR em ferramentas e instrumentos de intimidação e perseguição política àqueles que há três eleições derrotam uma direita reacionária, violenta, egoísta, colonizada, provinciana, dona de um incomensurável e inenarrável complexo de vira-lata, além de ser, inquestionavelmente, herdeira da escravidão. 
As acusações a Lula são suposições, mas o senhor Gurgel e alguns membros do STF liderados pelo condestável juiz Joaquim Barbosa, que, usualmente, tem recaídas de Tomás de Torquemada, continuam os seus périplos políticos e nitidamente a se alinharem aos interesses políticos do PSDB e seus nanicos do DEM e do PPS, bem como a terem sempre ao seu lado os porta-vozes de uma imprensa de mercado frontalmente oposicionista aos trabalhistas que há dez anos administram o Brasil, com a aquiescência e o voto do povo brasileiro. Nunca é tarde para lembrá-los.

 Marcos Valério, o agente também do mensalão tucano que, ao que parece, nunca vai ser investigado de forma séria para ser julgado pelos juízes conservadores do STF, negociou com o PGR Roberto Gurgel, pois o que interessa a ele é diminuir sua pena de 40 anos. Gurgel quer o Lula, bem como os juízes direitistas de um tribunal que se transformou em um partido conservador. A direita partidária, empresarial, midiática e judiciária apostam na desconstrução da imagem de Lula, porque sabem muito bem que o político trabalhista é o maior cabo eleitoral do Brasil, enquanto o cabo eleitoral tucano conhecido pelo nome de Fernando Henrique Cardoso — o Neoliberal — não tem força e influência para eleger o síndico do prédio onde mora. 
Não há provas contra o ex-presidente Lula. A PGR de Gurgel sabe disso e é por isso que a instituição, de acordo com a imprensa, reuniu-se com quatro juízes do STF, à frente o senhor Joaquim Barbosa. Segundo a mídia conservadora e de caráter histórico golpista, a reunião foi para formular estratégias de como chegar ao Lula, depois acusá-lo, processá-lo, julgá-lo e quiçá prendê-lo. Lula tem de ser incluído no mensalão, que para mim é o mentirão, agora e já. Dessa forma, haverá tempo para que ele fique a ser desconstruído, imolado e açoitado moralmente até as eleições presidenciais que vão acontecer em outubro de 2014. O mentirão dos José(s) Dirceu e Genoíno foi o combustível usado pelo canhão da direita nas eleições de 2012. Só que eles, mesmo com o apoio da imprensa de negócios privados, perderam a eleição até em São Paulo. 
A direita, que nunca deu nada para o povo brasileiro, apenas retirou e o explorou durante 500 anos, quer calar o Lula. O torneiro mecânico e nordestino para ela é abusado e ousado e se atreveu a pisar os tapetes do Palácio do Planalto e sentar na cadeira da Presidência da República. 
O establishment e seus instrumentos de ação politica incrustados no estado brasileiro, a exemplo da PGR e do STF, não quer a distribuição de renda, de riqueza e a emancipação do povo brasileiro. Por trás dessa engrenagem perversa está o dinheiro, a luta pelo dinheiro, cada vez em quantidades maiores, com a finalidade de locupletar os ricos, os muitos ricos e os que são inquilinos do pico da pirâmide social em termos internacionais.

 Essa gente demasiadamente endinheirada e patrimonialista não quer perder nada e por isto combate até programas de renda mínima como o Bolsa Família. São os tubarões do planeta, que financiam golpes e contragolpes de estado, cujo objetivo principal é manter o status quo das classes privilegiadas e por isto abastadas e que dominam o poder por intermédio da violência, da intimidação, da denúncia vazia e da desconstrução moral daquele que pensa diferente e coloca em prática seu pensamento, propósitos e ideologia. 
Lula não vai ficar quieto dentro da sua casa a ouvir acusações e ilações maldosas, muitas vezes injustas e a levar o dedo na cara. Ele vai às ruas, porque não é salutar remediar ou tergiversar quanto aos fatos e às realidades que se apresentam. A direita é golpista. Ponto. A ética para a direita não passa de uma peça de retórica. E quem geralmente acredita, por má-fé ou não, neste teatro grego é, como sempre, a classe média de índole conservadora e alma ressentida e amarga. Não porque ela odeie tanto os pobres. Mas, sobretudo, porque a classe média sabe, lá no fundo do seu coração, que nunca vai ser rica, apesar de abraçar os valores da burguesia consumista de princípios superficiais. 
A sugestão é que Lula saia às ruas e reative as Caravanas da Cidadania”. A luta pela sobrevivência é o princípio fundamental da existência humana. Somos assim e lutamos pelo o que acreditamos. Eu não acredito no STF e na PGR. Entretanto, não preconizo o golpe por ser um homem que acredita na democracia, na legalidade institucional e na Constituição. Por seu turno, acreditar nesses princípios não me faz um covarde e muito menos um pusilânime no que diz respeito a aceitar que a direita promova golpes, manipule as notícias e as realidades e faça da verdade um instrumentos de seus interesses. Lula tem de ira às ruas! É isso aí.

Com medo, Fux cancela festa de arromba paga por advogado

BOILERDO por Betho Flávio
 

FUX CANCELA FESTA DE ARROMBA PAGA POR ADVOGADO

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Evento para 300 convidados seria bancado pelo advogado Sergio Bermudes, que também emprega Mariana Fux, filha do ministro do Supremo Tribunal Federal, mas foi cancelado diante da repercussão negativa; “Pago do meu bolso”, havia dito Bermudes ao 247; no STF, Joaquim Barbosa vêm condenando o “conluio” entre advogados e juízes, mas Bermudes também afirma que o presidente do STF comete “leviandades”; evento causou constrangimento no STF

247 – O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, terá que comemorar seus 60 anos de forma mais comedida e discreta. O banquete para mais de 300 convidados, que seria pago pelo advogado Sergio Bermudes, que emprega sua filha Mariana, em seu escritório, foi cancelado diante da repercussão negativa. Ao 247, Bermudes afirmou que pagaria a festa do seu próprio bolso, mas disse que isso não afetaria também eventuais processos de seu interesse julgados por Fux. Bermudes condenou ainda as “leviandades” do ministro Joaquim Barbosa, que tem criticado o que chama de “conluio” entre advogados e juízes.

Fux decidiu cancelar o evento depois que sua mãe, Lucy, teve uma crise de hipertensão ao ver seu filho e sua neta expostos no noticiário. Além disso, o jantar causou constrangimento no Supremo Tribunal Federal. Especialmente, porque seria também uma oportunidade para que Mariana, filha de Fux, fizesse campanha para se tornar desembargadora no Rio de Janeiro. Leia, abaixo, notícia anterior do 247 sobre o caso:

Bermudes ao 247: “Pago do meu bolso festa de Fux”

Advogado carioca Sergio Bermudes, que oferecerá festa para centenas de convidados no aniversário de 60 anos de Luiz Fux, e também emprega em seu escritório sua filha Mariana, rechaça a insinuação de que tenha alguma relação privilegiada com o ministro do Supremo Tribunal Federal; sobre a afirmação de Joaquim Barbosa sobre “conluio” entre advogados e juízes, ele foi enfático: “é mais uma das leviandades do ministro Barbosa”; ele afirma que, apesar da festa, Fux terá “total isenção” para votar em causas do seu escritório no STF

247 – Recentemente, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, afirmou, numa reunião do Conselho Nacional de Justiça, que um dos grandes problemas do Judiciário é o “conluio” entre advogados e juízes. Segundo Barbosa, haveria relações promíscuas entre membros da comunidade forense, contaminando a lisura de decisões judiciais.

Hoje, em sua coluna na Folha de S. Paulo, a jornalista Mônica Bergamo, dá uma nota sobre algo que Barbosa chamaria de “conluio” se o personagem envolvido não fosse o ministro Luiz Fux, um dos seus principais aliados no julgamento da Ação Penal 470, do chamado mensalão. Segundo Mônica Bergamo, o advogado Sergio Bermudes, que emprega em seu escritório Mariana Fux, filha de Luiz Fux e candidata a uma vaga de desembargadora, oferecerá uma festa para mais de 200 convidados em sua residência no próximo dia 26, data do aniversário de 60 anos do ministro. Entre os convidados, estão o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes.

Procurado pelo 247, Bermudes falou sobre a festa e suas relações com Fux. “Eu vou pagar a festa do meu bolso e a Receita Federal sabe que, depois de 42 anos de trabalho, tenho condições para isso”, disse ele. Bermudes diz ainda que não tem qualquer influência sobre decisões do ministro. “Ele é meu amigo há 40 anos, já foi meu aluno e tem total isenção para votar em qualquer causa do escritório que chegue ao STF”. Bermudes diz ainda que se algum cliente procurá-lo buscando influência será expulso da sala. “Eu considero isso um insulto”.

Bermudes diz ainda que a filha de Fux, Mariana, tem totais condições de se tornar desembargadora. “Parto do pressuposto de que todos os advogados do escritório têm cabedal jurídico para assumir posições importantes no Judiciário”.

Em seu escritório, Bermudes emprega também Guiomar Mendes, que é esposa do ministro Gilmar Mendes. Por isso mesmo, ele faz questão de rechaçar as insinuações de que mantenha “conluio” com integrantes do Poder Judiciário. “Essa é mais uma das leviandades do ministro Joaquim Barbosa”, diz ele. “Membros da comunidade forense se relacionam entre si. Juízes se relacionam com advogados e não com veterinários”.

O advogado afirma ainda que Fux só deverá se declarar impedido em causas de seu escritório, caso sua filha assine a petição ou se ele, Bermudes, for parte numa eventual ação. “Como somos amigos, ele ficaria impedido; mas isso não o impede de decidir em ações de clientes, seja contra, seja a favor”.

Tanto Fux como Barbosa foram procurados pela reportagem do 247 para que se expressassem sobre a relação com o escritório de Bermudes. Nenhum dos dois quis se pronunciar.

5 horas atrás

Saúde abandonada: Dez casos de morte por dengue no Rio são investigados

BOILERDO por Betho Flávio
 

Enquanto isto, no maior país católico do mundo……

Charge Aroeira

Nossas autoridades são irresponsáveis e incompetentes. Ano após ano, epidemia após epidemia, mortes e muito sofrimento. Gastos absurdos com o tratamento/atendimento de milhares de pessoas picadas pelo mosquito, e nada, absolutamente nada muda. A população também tem sua parcela de culpa. Desatenta, descuidada, sem atentar para o PERIGO que poderia ser neutralizado, com uma simples vistoria semanal dentro de casa. Mas, como boa parte da população não faz o que lhe cabe, e os governos de Municípios, Estados e União também não, estamos aí assistindo a mais uma triste EPIDEMIA DE DENGUE.

Já são 36 municípios com epidemia da doença. Situação deve piorar

POR

MARIA LUISA BARROS

RAPHAEL BITTENCOURT do Jornal O Dia

Rio –  A Prefeitura de Niterói registrou este ano 1.633 casos de dengue. Com isso, sobe para 36 o número de cidades fluminenses atingidas pela epidemia da doença.

Todas registraram mais de 300 notificações para cada grupo de 100 mil habitantes. A região mais afetada é o Noroeste do Estado. A situação ainda deve piorar nas próximas semanas. Outros 28 municípios no Rio, incluindo a capital e nove cidades da Baixada Fluminense, estão em alerta.

Pelo menos dez pessoas podem ter morrido em decorrência da doença. Os óbitos estão sendo investigados pela Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Foto: Arte: O Dia

Arte: O Dia

“Há outras doenças que apresentam queda de plaquetas como a dengue. Até agora nenhum óbito foi confirmado”, afirmou Alexandre Chieppe, superintendente de Vigilância Epidemiológica da SES.

Segundo o órgão, de 1º de janeiro até 9 de março, foram notificados 41.409 casos dedengue no estado, 8 mil casos a mais do que o registrado no mesmo período de 2012.

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciou um plano com medidas para combater a epidemia. Uma delas é contratação imediata de três veículos fumacê para circular nos bairros Engenho do Mato, Largo da Batalha e Santa Rosa, onde há maior infestação do mosquito Aedes aegypti.

“A gente colhe no verão o que deixa de plantar ao longo do ano”, disse Neves, criticando o governo anterior.

Membro da Comissão de Saúde da Alerj, a deputada Janira Rocha (PSOL) cobrou mais ação do governo. “Jogam a culpa na população e não enfrentam o problema que está cada vez mais grave”.

População da Zona Sul, Tijuca e Barra precisa ficar atenta com o mosquito

Moradores da Zona Sul, Tijuca e Barra da Tijuca devem ficar atentos à proliferação do Aedes aegypti. Os bairros são mais vulneráveis à dengue pois não foram afetados no ano passado.

“A chuva e calor geram novos criadouros. É importante que cada um gaste 10 minutos por semana no combate ao mosquito. E, ao primeiro sintoma de febre e dores no corpo, deve procurar o serviço de saúde”, orienta o superintendente da secretaria de Saúde, Alexandre Chieppe.

A Secretaria de Saúde implantou, em parceria com as prefeituras, 46 Centros de Hidratação em 30 municípios. A lista dos locais, onde o paciente ingere líquidos e faz exame de sangue, pode ser consultada no site da secretaria (www.saude.rj.gov.br).

Mesmo com a UPA de Irajá com pouca fila, pacientes precisavam ter paciência para serem atendidos nesta sexta-feira. “Estamos esperando há mais de quatro horas”, disse o militar Anderson Souza, 23, ao lado da namorada Suelem Melo, 20.

Sintomas da doença e uma série de equívocos cercam morte de jovem

Tatiane da Conceição, de 19 anos, morava em Queimados, na Baixada Fluminense, e morreu nesta sexta-feira de manhã, no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas uma série de equívocos cerca o caso.

No sábado, a jovem começou a apresentar sintomas da dengue, como dores no corpo, febre e fraqueza. A mãe, Lusinete da Conceição, levou-a terça-feira a uma policlínica em Japeri. “O médico apenas receitou antibiótico e dipirona (analgésico), e disse que ela poderia ir para casa”.

A dipirona não deve ser receitada em caso de suspeita de dengue. Na quarta-feira, a mãe levou Tatiane à UPA de Queimados. O exame revelou que o número de plaquetas no sangue era de apenas 9 mil, quando o normal seria 142 mil.

Lusinete da Conceição, mãe da jovem Tatiane, de 19 anos, que morreu ontem com suspeita de dengue em Nova Iguaçu: atendimento médico em Japeri pode ter sido equivocado | Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

Lusinete da Conceição, mãe da jovem Tatiane, de 19 anos, que morreu ontem com suspeita de dengue em Nova Iguaçu: atendimento médico em Japeri pode ter sido equivocado | Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

A jovem passou todo o dia na unidade, e o médico internou-a. Na troca de plantão, porém, outro médico receitou dipirona e disse que Tatiane deveria ir para casa.

Na manhã de quinta-feira, a jovem apresentava sangramento pela boca. Lusinete novamente levou a filha à UPA de Queimados. Ela teria de ser transferida para a Posse. Mas, quando a transferência aconteceu, já não havia tempo para mais nada.

Em nota, o hospital informou que a paciente chegou à unidade em estado gravíssimo e que seu quadro clínico era compatível com dengue hemorrágica.

Receituário recomenda uso de antibiótico e de dipirona para Tatiane | Foto: Reprodução

Receituário recomenda uso de antibiótico e de dipirona para Tatiane | Foto: Reprodução

5 horas atrás

Sete advogados pedem mais tempo a Barbosa na AP 470

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Do Brasil 247 – 12 de Abril de 2013 às 21:35 :  O Agravo Regimental é assinado, entre outros, pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, José Luís Oliveira Lima e Alberto Toron; eles insistem que o presidente do Supremo leve o pedido a julgamento pelo plenário do tribunal; até agora, contudo, Barbosa não submeteu nenhum dos pedidos por mais prazo à apreciação do colegiado 
Do Conjur – Sete dos 25 réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, entraram com novo pedido no Supremo Tribunal Federal em que requerem o acesso ao inteiro teor dos votos escritos dos ministros antes da publicação do acórdão, que está prevista para a próxima semana. Eles reclamam ao presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, que leve o pedido ao Plenário e reconsidere sua decisão anterior: “A reconsideração da decisão agravada manifestaria grandeza. Por meio dela, o processo não ostentaria uma mancha historicamente indelével”.

Joaquim Barbosa já negou por três vezes o pedido de réus para que seus advogados tenham acesso aos votos já liberados pelos ministros antes da publicação do acórdão. O argumento dos advogados é o de que é humanamente impossível apresentar os recursos cabíveis em um prazo de cinco dias, quando os ministros levaram mais de três meses apenas para fazer a revisão de seus votos.

Os réus requerem que o presidente do Supremo “se abstenha de praticar qualquer ato processual que prejudique o pleno exercício de ampla defesa técnica”. O pedido é feito por José Roberto Salgado, Kátia Rabello, Delúbio Soares, José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genoino e Vinícius Samarane.

O texto da petição é forte. Os advogados dos réus sustentam que não pedem a extensão do prazo de recurso contra a lei, nem mesmo querem o mesmo tratamento privilegiado que o Ministério Público teve no processo: “Não postulam, contra legem, a dilação do prazo recursal. Não reclamam o mesmo tratamento privilegiado dado à acusação quando se lhe quintuplicou o tempo de sustentação oral. Não pretendem seja aberta uma nova exceção, ainda que justificável”.

O que pedem é que o “texto excepcionalmente longo” do acórdão esteja disponível em prazo razoável antes da publicação. O que se requer, segundo os réus, é a possibilidade de fazer uma defesa técnica, “contra abuso que nega todos os meios e recursos a ela inerentes”.

O pedido, um Agravo Regimental, é assinado pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, José Carlos Dias, Arnaldo Malheiros Filho, Celso Sanchez Vilardi, José Luís Oliveira Lima, Alberto Toron, Luís Fernando Pacheco, Maurício de Oliveira Campos Júnior e Maíra Beauchamp Salomi. Eles insistem que o presidente o leve a julgamento pelo Plenário do Supremo na primeira oportunidade. Até agora, Barbosa não submeteu nenhum dos pedidos à apreciação do colegiado.

Os advogados ainda se referem a uma brincadeira que o ministro aposentado Cezar Peluso fez, de que era impossível ler todo um voto, ainda que em ritmo de locutor de jóquei. “Trabalhando 24 horas por dia, nos cinco dias do prazo, talvez alcançasse a prodigiosa velocidade de 83 páginas por hora de locução. Sem contar o tempo necessário para a redação do recurso”, calculam.

E continuam: “Embora tenha muito de aleatório, o processo judicial não é uma corrida de cavalos. Trata-se, antes, de instrumento racional de realização da Justiça”.
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5 horas atrás

Operação Assepsia: Denúncia contra Micarla e outros envolvidos deve sair em breve, diz Procurador-Geral de Justiça

DE OLHO NO DISCURSO por Daniel Dantas Lemos
 
Por Marco Carvalho
No Novo Jornal

Mais de cinco meses depois de ter sido afastada da Prefeitura de Natal, a jornalista Micarla de Sousa ainda não foi alvo de nenhuma denúncia formal do Ministério Público Estadual. No final do mês de outubro do ano passado, o MP recorreu à Justiça para, em razão dos graves indícios de crimes, solicitar o afastamento de Micarla do Palácio Felipe Camarão. Os promotores permanecem sem estipular um prazo para que a denúncia ocorra. De acordo com o procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre, a instituição apresentará uma resposta “em breve” para a situação.

Foto: Argemiro Lima/NJ.
Micarla foi afastada do cargo no final de outubro do ano passado.Onofre concedeu informações ao NOVO JORNAL sobre o tema durante o Ato Público promovido pelo MP contra a PEC 37, realizado na manhã desta sexta-feira na Assembleia Legislativa. Lá, questionado sobre um prazo para oferecimento da denúncia, respondeu: “Espero que em breve. Os promotores estão trabalhando com afinco nessa ação. Nós temos diversas provas. A complexidade da questão criminal, todos sabem da dificuldade administrativas e a quantidade de documentos que foram encontrados. Estamos analisando, além de outros detalhes da própria investigação, como quebra de sigilo”, disse Onofre.

O procurador-geral de Justiça repassou informações preliminares sobre o andamentos das investigações, sem se aprofundar em seu conteúdo. De acordo com ele, a apuração contra Micarla abrange pessoas em outros estados do país. “É uma investigação de um nível de complexidade nacional e envolve não apenas a realidade local, uma vez que tem tentáculos em diversos estados. Daí, a necessidade de aprofundamento e um trabalho responsável”, sustentou.

Micarla foi afastada após aprofundamento das informações colhidas no âmbito da Operação Assepsia, também deflagrada pelo Ministério Público. A Assepsia apura supostas irregularidades cometidas em contratos entre o Poder Público e Organizações Sociais para gerência de serviços de saúde. Em entrevistas anteriores, a ex-prefeita sustentou inocência contra as acusações.

5 horas atrás

Serra virou uma ameaça à democracia

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Do Diário do Centro do Mundo – 13 de abril de 2013 
  
Ele parece ignorar que para tirar um partido do poder no Brasil de hoje basta ter mais votos.
O Lacerda moderno 
O Lacerda moderno 
Paulo Nogueira

Quando você imagina que Serra não pode descer mais baixo, ele sempre surpreende.

Veja um trecho de uma palestra sua num encontro do PPS:
“O Estado brasileiro foi capturado por um grupo em seu benefício. Esta força política, o PT não hesita, e não hesitará ,em enfraquecer a democracia brasileira para se fortalecer. É um grupo que se apropriou do poder no Brasil. Esta é a única lógica para entender o que acontece”, disse.

Durante o governo de João Goulart, políticos como Lacerda não disseram coisas tão pesadas assim para criar um ambiente propício ao Golpe de 64.

Serra é, ele sim, um ameaça real à democracia brasileira com este tipo de conduta irresponsável e deletéria.

Fossem outras as circunstâncias, e ele, como Lacerda há 50 anos, estaria rondando os quarteis e entabulando conversas com a CIA para destruir, como em 1964, a vontade expressa claramente e limpamente pelos brasileiros nas urnas.

Serra está parecendo aquele chefe de polícia da série Pantera Cor de Rosa: ele foi ficando com tanta raiva de Clouseau que pifou mentalmente. O Clouseau de Serra é o PT.

Serra está parecendo o chefe de Clouseu, que enlouqueceu de tanto ódio  Serra está parecendo o chefe de Clouseu, que enlouqueceu de tanto ódio 

Como integrante da oposição, Serra tem todo o direito de querer tirar o PT do poder.
Mas para isso o caminho é as urnas, e não infames  falas golpistas como as pronunciadas na reunião do PPS. Ele se aproveita da democracia que lhe permite falar o que bem entende para tramar abjetamente contra ela.

Serra hoje não é um mal apenas para seu partido, que ele conduziu para a extrema direita sob a omissão preguiçosa de FHC.

Ele é um mal também para a democracia brasileira.

Paulo Nogueira. Jornalista baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
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PITACO DO ContrapontoPIG   O Prcurador Geral Gurgel já leu? 
O coordenador da Privataria Tucana quer posar de bonzinho.   .
Este sim. Devia estar preso. Seus crimes estão todos lá, no livro do Amaury 
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. . Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Postado por celvioàs 08:310 comentários Links para esta postagem   Do Blog ContrapontoPIG

5 horas atrás

Ministro Luiz Fux cancela jantar bancado por advogado

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ontem ao advogado Sergio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado. 
O organizador da festa, marcada para o dia 26, queria reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Rio de Janeiro em seu apartamento de 800 metros quadrados, na zona sul do Rio. O evento celebraria os 60 anos de Fux. 
 “Estamos cancelando a pedido do ministro”, disse Bermudes na noite de ontem.

Segundo relato do advogado, Fux informou que sua mãe, Lucy, de 78 anos, teve uma crise de hipertensão com a repercussão negativa da celebração, o que teria preocupado o ministro. 
A divulgação do jantar pela Folha causou constrangimento no Supremo. Nos bastidores, ministros criticaram a festa, para a qual foram disparados 300 convites. 
Além de ser bancada pelo advogado, ela ocorreria pouco depois de o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, ter criticado o que considera “conluio” entre juízes e advogados no Brasil. 
Coincidiria também com o julgamento dos recursos apresentados pelos réus do mensalão, que tentam reduzir suas penas. 
Além de todos os ministros do Supremo, Bermudes chamou para o evento todos os integrantes do Superior Tribunal de Justiça, os 180 desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio, o prefeito da cidade, Eduardo Paes, e o governador Sérgio Cabral. 
O mal-estar foi agravado pela informação de que a filha do ministro, Marianna Fux, é candidata a desembargadora do TJ do Rio. 
Na festa, ela teria a oportunidade de circular entre potenciais eleitores, já que cabe aos desembargadores do TJ, convidados para a celebração, escolher, a partir de uma lista sextupla da OAB-RJ, os três nomes que serão apresentados ao governador Cabral. O governador então escolhe o novo desembargador. 
Cabral negou ontem ter recebido o convite para o jantar. Ele também disse não ter conhecimento de articulação em prol da escolha da filha do ministro. “Nunca ouvi falar disso. A mim nunca chegou esse assunto. Agora, que ela é uma advogada brilhante e respeitada, ela é.” 
Antes da desistência de Fux, Bermudes havia defendido a realização do evento sob o argumento de que Fux nunca julgou ação em que atua como advogado, informação reiterada pelo gabinete do ministro. 
“Sempre fomos muito amigos. É uma amizade de 40 anos que começou quando ambos éramos professores. Fui orientador dele e o ministro Fux sempre se julga impedido de atuar nas ações assinadas por mim ou por sua filha”. Marianna Fux, 32, trabalha no escritório do advogado.    Folha de S.Paulo 
De Recife – PE. Diógenes Afonsoàs 05:390 comentários 

Do Blog TERRA BRASILIS.

5 horas atrás

Cai a vantagem de Maduro sobre Capriles

 
LEO RAMIREZ - RONALDO SCHEMIDT: (FILE) Composition made with two pictures, one showing Venezuela's opposition presidential candidate Henrique Capriles (L) gesturing during a campaign rally in Caracas, on September 30, 2012 and another of Venezuela's acting President Nicolas Maduro raisiAs preferências por maduro caíram 9,3 pontos percentuais entre 4 e 11 de abril, enquanto Capriles subiu 1,6 ponto, de acordo com um estudo divulgado por dois dos clientes da Datanalisis fora do país, antes da proibição Venezuela para divulgar novas pesquisas; o herdeiro político do falecido Hugo Chávez tem intenção de voto de 44,4%, em comparação com 37,2% dos Capriles; a vitória se dá por maioria simples. 
5 horas atrás

Aposentado aposta no STF

APOSENTADOS SOLTE O VERBO por ASOV – Aposentado! Solte o Verbo…
 
http://odia.ig.com.br/ Rio – Aposentados do INSS apostam no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o direito ao recálculo e, consequente aumento, das aposentadorias de segurados do INSS que continuam contribuindo, mesmo após a concessão dos benefícios, a chamada desaposentação. Apesar da ameaça do governo de barrar, ainda no Senado, o projeto que prevê usar as […]
5 horas atrás

Isto é EUA!

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Estado de direito e segurança jurídica jurídica made in USA! Alguém esperava algo diferente do celeiro de terroristas de estado?

GUANTÁNAMO

E-mails de autoria da defesa vazaram para a acusação

DE SÃO PAULO – O sistema jurídico instaurado na base militar americana de Guantánamo, em Cuba, se envolveu em uma nova controvérsia anteontem, quando foi revelado que centenas de milhares de e-mails enviados e recebidos pela defesa dos réus, acusados de terrorismo, foram entregues à acusação. A informação foi divulgada pelo “Washington Post”.

Por causa da denúncia, o conselho de defesa militar já ordenou a todos os advogados que parem de utilizar a rede de computadores do Departamento da Defesa para transmitir informações confidenciais.

O vazamento foi descoberto por uma equipe de tecnologia que vasculhava mensagens a pedido da promotoria em razão de um processo específico.

Filed under: GuantánamoIsto é EUA!Terrorismo de Estado Tagged: Estado de DireitoSegurança Jurídica  

5 horas atrás

Luiz Fux abaixa Bermudes e dá ré

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Ministro do STF cancela festa que seria paga por advogado

Foram convidadas 300 pessoas para aniversário de 60 anos de Luiz Fux, no Rio

Repercussão levou ministro a pedir a patrocinador do jantar que cancelasse o evento, marcado para o dia 26

MÔNICA BERGAMOCOLUNISTA DA FOLHAMARCO ANTÔNIO MARTINSDO RIO

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ontem ao advogado Sérgio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado.

A festa, que ocorreria no dia 26 no apartamento de 800 metros quadrados do advogado, na zona sul do Rio, estava preparada para reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Estado.

O evento celebraria os 60 anos de Fux.

“Estamos cancelando a pedido do ministro”, disse Bermudes na noite de ontem.

Segundo relato do advogado, Fux disse que sua mãe, Lucy, de 78 anos, teve uma crise de hipertensão com a repercussão negativa da celebração, o que teria preocupado o ministro.

A divulgação do jantar pela Folha causou constrangimento no Supremo. Nos bastidores, ministros criticaram a festa, para a qual foram disparados 300 convites.

Além de ser bancada pelo advogado, ela ocorreria pouco após o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, ter criticado o que considera “conluio” entre juízes e advogados.

Coincidiria também com o julgamento dos recursos dos réus do mensalão, que tentam reduzir suas penas.

Além de todos os ministros do Supremo, Bermudes chamou para o evento os integrantes do Superior Tribunal de Justiça, os 180 desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio, o prefeito da cidade, Eduardo Paes, e o governador Sérgio Cabral.

O mal-estar foi agravado pela informação de que a filha do ministro, Marianna Fux, 32, é candidata a desembargadora do TJ do Rio.

Na festa, ela teria a oportunidade de circular entre potenciais eleitores, já que cabe aos desembargadores do TJ escolher, a partir de uma lista sextupla da OAB-RJ, os três nomes que serão apresentados ao governador. Cabral então escolhe o novo desembargador.

Cabral negou ter recebido o convite para o jantar. Também disse desconhecer movimentação em prol da filha do ministro. “A mim nunca chegou esse assunto. Agora, que ela é uma advogada brilhante e respeitada, ela é.”

Antes da desistência de Fux, Bermudes havia defendido o evento sob o argumento de que Fux nunca julgou ação em que ele atua como advogado, informação reiterada pelo gabinete do ministro.

“Sempre fomos muito amigos. É uma amizade de 40 anos que começou quando ambos éramos professores. Fui orientador dele e o ministro Fux sempre se julga impedido de atuar nas ações assinadas por mim ou por sua filha”. Marianna trabalha no escritório do advogado.

Colaboraram CRISTINA GRILLO e ITALO NOGUEIRA, do Rio, e FELIPE SELIGMAN, de Brasília

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BRASIL , BRASIL por Nogueira Junior
 
Quem diria? Esta senhora de prendas domésticas inventou o neoliberalismo. Foto: Chris Ware/ Getty Images

Mino Carta, CartaCapital 
“Pergunto aos meus reflexivos botões o que vem a ser o mercado. Ou seria o caso de dizer MERCADO? Segue-se este diálogo. 
“Trata-se, ao que tudo indica, de uma entidade sobrenatural, incontrastável na sua onipotência”, proclamam os inquiridos com certa ênfase. 
“Deus, portanto, não é mesmo?”, apresso-me a anotar. 
“Deixemos Deus no lugar que lhe compete, de alguma forma o MERCADO assemelha-se mais aos fados gregos…”

Interrompo. “Donde, agente do destino…”
“Não, não, algo maior e mais exato, de alguma forma o MERCADO é o próprio destino.”

“Quer dizer, o que determina é definitivo e irretorquível. É porque é, digo, filosoficamente…”

“Eis aí, é na condição indiscutível de manifestação do real, não nos atiraríamos a discutir o fato de que a Terra gira em torno do Sol.”

Pareceu-me entender a razão da diferença entre MERCADO e Deus. O Altíssimo, embora nem sempre usado para os melhores fins, é o primeiro motor da religião, na qual se entrelaçam fé e emoção. Já me referi inúmeras vezes à religião do deus mercado, e agora me arrependo, e a quem me leu peço perdão. Não se exige fé para acreditar no MERCADO. Ele existe, na qualidade de suprema verdade factual, igual à vida e à morte.
Mais informações » 

9 horas atrás

Basta de retórica vazia!

BRASIL , BRASIL por Nogueira Junior
 
Os homens públicos precisam ser cobrados. Governadores, prefeitos e parlamentares precisam trabalhar mais, mostrar serviço. Fazer valer o seu, o meu, o nosso voto 
Lula Miranda, Brasil 247 
Já deu de retórica vazia. 
Artigos em jornais, sites ou passeatas do tipo “vista branco pela paz”, nada disso resolve. E já sabemos disso. 
Basta de violência! 
Não será, tampouco, num artigo mais ou menos incisivo, ou mais ou menos “politicamente correto”, como este ou qualquer outro, que salvaremos a vida de nossos entes queridos ou do nosso semelhante. Não será dessa maneira que traremos um pouco mais de civilidade ao mundo cão em que vivemos. 
Sim. Precisamos de mais educação; habitações condignas; mais emprego e salários dignos para as classes trabalhadoras. Mas precisamos também de mais polícia nas ruas e mais rigor na aplicação das leis. 
Vivemos um desconcertante paradoxo: os mais de 10 anos de acentuado e crescente processo de inclusão das classes marginalizadas nos governos Lula e Dilma não têm causado a correspondente diminuição da violência – ao contrário, a violência só faz aumentar.” Artigo Completo, ::AQUI:: 
10 horas atrás

A prepotência de Joaquim Barbosa por Jânio de Freitas

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

janio_e_joaquim 

O risco do avanço

Por Jânio de Freitas, jornalista, na Folha de S. Paulo de 11/04/2013 O risco é grande e, pior ainda, crescente. O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo Tribunal Federal usar o direito de reagir à altura, como é provável que acabe acontecendo? Em qualquer caso, estará criado um embaraço extremo. Não se está distante nem da possibilidade de uma crise com ingredientes institucionais, caso o ministro Joaquim Barbosa progrida nas investidas desmoralizantes que atingem o Congresso e os magistrados. O fundo de moralismo ao gosto da classe média assegura às exorbitâncias conceituais e verbais do ministro a tolerância, nos meios de comunicação, do tipo “ele diz a coisa certa do modo errado” –o que é um modo moralmente errado de tratar a coisa errada. Não é novidade como método, nem como lugar onde é aplicado. Nem por isso o sentido dos atos é mudado. “Só se dirija a mim se eu pedir!” é uma frase possível nas delegacias de polícia. Dita a um representante eleito da magistratura, no Supremo Tribunal Federal, por seu presidente, é, no mínimo, uma manifestação despótica, sugestiva de sentimento ou pretensão idem. Se, tal como suas similares anteriores, levou apenas a mais uma nota insossa dos alvejados, não faz esperar que seja assim em reedições futuras desses incidentes. Afinal, quem quer viver em democracia tem o dever de repelir toda manifestação de autoritarismo, arbitrariedade e prepotência. É o único dever que o Estado de Direito cobra e dele não abre mão. 
Do Blog Quem tem medo da democracia?

10 horas atrás

Mensalão: novas provas aparecem, mas não contra os réus

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Do Brasil Atual – 12/04/2013   

Por: Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual  
  

A cada dia aparecem indícios de que o julgamento do “mensalão” (AP-470) foi político, de exceção. O primeiro deles foi o calendário coincidir com a campanha eleitoral.O segundo foi o não desmembramento, julgando até a “mequetrefe” Geiza Dias na Suprema Corte, tudo para dar grandiloquência e chamar de julgamento do século. A terceira prova de que foi um processo político, foi condenar sem provas e, pior, ignorando todas as provas de inocência apresentadas pelas defesas.

Agora vem a negação do princípio da razoabilidade nos prazos para a defesa. Se o STF não deu conta de cumprir os prazos para publicar o acórdão, porque ele é grande demais, qual a razão de só dar cinco dias para a defesa ler milhares de páginas e procurar erros jurídicos? Os cinco dias seriam mais aceitáveis se o processo tivesse sido desmembrado e houvessem só três réus sendo julgados.

Mas não em um julgamento onde “empacotaram” 37 réus, e que uns estão sendo condenados por suposto “domínio do fato” sobre crimes dos outros, o que obriga os advogados de defesa a estudarem todo o conjunto da obra, tornando impossível fazê-lo em apenas cinco dias. Também não vale a alegação de que as sessões do julgamento foram vistas e gravadas, porque os ministros não leram os votos completos, outros foram confusos, outros não foram suficientemente claros, outros fizeram discurso político na hora de declarar o voto. E, além disso, se os magistrados demoraram mais de dois meses revisando o que será publicado oficialmente, é porque valerá o que será publicado, e que pode ser razoavelmente diferente do que foi dito durante as sessões.

Prazos relâmpagos e inviáveis para a defesa será a versão brasileira do golpe paraguaio sobre o ex-presidente Lugo. Lá o objetivo foi derrubá-lo sumariamente, logo a defesa era só para figurar. Aqui o objetivo é condenar sumariamente, concedendo à defesa o papel de mero figurante, como se fosse um “faz de conta” meramente para cumprir o ritual de execução. Em um julgamento justo, direito de defesa não pode ser tratado com má vontade. Mais uma prova de que o julgamento é político.

O problema de julgamentos políticos é que eles não acabam na sentença judicial. O processo político continua e vem o julgamento do julgamento. E aí é que abundam provas não contra os réus, mas contra os juízes.

Se nas primeiras peças de defesa, os advogados foram econômicos, se limitando a rebater as teses frágeis da acusação, ausentes de provas; nos recursos, mesmo com o prazo de cinco dias, virão repletos de provas de que muito o que foi dito no julgamento, simplesmente não corresponde à verdade. Os recursos têm grande chance de confirmar, primeiro perante a comunidade jurídica, depois perante a nação, que ministros de STF não agiram com o notório saber jurídico esperado de guardiões das leis, dos direitos e deveres constitucionais, com consequências nada boas para imagem da instituição.

Além disso, o mal de julgamentos em que juízes julgam politicamente é que as políticas de bastidores, mais cedo ou mais tarde, acabam vindo à tona.

No caso do ministro Luiz Fux, está vindo mais cedo do que se esperava. José Dirceu, em entrevista, disse que o ministro Luiz Fux o procurou durante meses em busca de apoio político para que petistas ligados a ele apoiassem sua nomeação e, segundo Dirceu, Fux ofereceu-se para absolvê-lo. Poderia ser a palavra de um contra o outro. O problema é que Fux não desmentiu o encontro e desconversou sobre o teor da conversa.

Mais grave, Fux confirmou o encontro em outra entrevista, e disse uma coisa que soa impossível: que não se lembrava, no encontro, que Dirceu era réu no “mensalão”. E a sensação popular é de que o caso de Fux não é isolado. Basta imaginar como teriam sido as articulações para marcar o julgamento e conduzi-lo para coincidir com campanha eleitoral.

E Gurgel…

 

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, saiu em defesa de Fux, sobre a revelação de José Dirceu de sofrer assédio moral em busca da nomeação para o ministro do STF. “A história do ministro Fux é uma história de honradez. E o mesmo não se pode dizer de quem o acusa.”, disse Gurgel.

Seria melhor ter ficado calado, pois a tese não fecha. Se for para desqualificar Dirceu, Fux cai junto, pois confirmou que foi procurá-lo.

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Postado por celvioàs 17:430 comentários Links para esta postagem   Do Blog ContrapontoPIG

10 horas atrás

Gerald Thomas é uma vergonha para a raça masculina

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Ao botar a mão embaixo do vestido de Nicole Bahls à força, o covarde dramaturgo exemplificou o que existe de pior entre nós homens.

O colega da panicat nada fez contra o agressor, numa atitude igualmente ridícula

Nunca acompanhei o Pânico, quem dirá as notícias relativas a ele. Uma imagem postada no Facebook, porém, me chamou a atenção para o programa. Trata-se do dramaturgo carioca Gerald Thomas colocando a mão embaixo do vestido da panicat Nicole Bahls, contra a vontade dela, durante a gravação de uma entrevista. A foto vinha com um texto assinado pela blogueira Nádia Lapa, do site Cem HomensEla narra o episódio:

 Era noite de lançamento de um livro dele e a Livraria da Travessa estava lotada. Repórteres, cinegrafistas, funcionários da loja, clientes. Pelas notícias, ninguém fez nada. Nas imagens dá para ver que o colega de trabalho de Nicole no Pânico continuou a entrevista como se nada tivesse acontecendo. Enquanto isso, Thomas enfiava a mão entre as pernas de Nicole e ela tentava se desvencilhar. (…)
Duas coisas me chamam a atenção nesse caso. A primeira é ninguém ter feito nada. Acharem normal. Acharem aceitável. (…) A segunda coisa que me incomoda é terem dito “mas por que ela não fez algo?”. É difícil encarar polícia, legista, imprensa, opinião pública. Além disso, o cara estava agredindo na frente de todos – e ninguém fez nada. Se fosse você a vítima, você não pensaria que a errada é você por não estar gostando, já que todo mundo está achando muito normal?

Fica até difícil saber de quem foi o maior papelão no episódio: de Gerald Thomas por agarrar Nicole Bahls à força ou dos homens que presenciaram a cena sem fazer nada. Entre eles seu colega de Pânico Wellington Muniz, o Ceará, que deveria ter sido o primeiro a dar uma chave de rim no agressor durante a investida dele. “Fiquei muito triste”, escreveu ela no Twitter, ao ser questionada sobre o assunto. “Obrigada de coração pelo carinho. Amanhã é outro dia. Vai passar.” Há séculos os filósofos dizem que a perfeição é um conceito inatingível para o ser humano e que, por isso, devemos aprender a conviver com as nossos defeitos. Concordo. Existe um deles, porém, que é intragável: a covardia. Gerald Thomas foi covarde ao agarrar uma mulher indefesa (eu adoraria vê-lo fazendo isso com Ronda Rousey, a campeã do UFC) e também foram covardes os homens que assistiram sua atitude sem fazer nada. Por isso digo que o episódio da Livraria da Travessa foi, sem dúvida, uma mancha para a nossa raça masculina. E deveríamos ter vergonha por ele ter acontecido. Eu tenho.

Seria interessante ver Gerald fazendo isso com Ronda Rousey, a campeã do UFC

Pedro Nogueira
No DCM 
Postado por zcarlos ferreiraàs 16:003 comentários:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: CovardiaMachismo   Do Blog COM TEXTO LIVRE

10 horas atrás

Cícero grita na sepultura depois de saber de Fux

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 

O ministro do STF Luiz Fux. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF (22/11/2012)

 

Vou repetir Cícero, num célebre discurso contra Catilina: “O tempora, o mores”. Cícero, nesse discurso, deplora a perfídia e a corrupção da sua época.   Pois bem, em outros tempos,– e no nosso Brasil–, não tínhamos um comportamento igual ao do atual ministro Luiz Fux. No popular, Fux vendeu a alma para conquistar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. Procurou de José Dirceu a Pedro Stedile, sem deixar de passar pela Fiesp.     Certa vez, o ministro Vitor Nunes Leal, grande jurista, emérito processualista e cassado pela ditadura militar, foi indagado sobre a escolha de ministros para a Corte excelsa.     Depois de explicar os requisitos constitucionais Vitor Nunes Leal, com relação aos pretendentes, deixou uma lição que o ministro Luiz Fux não considerou: Não se pede e nem se oferece para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. E o escolhido não deve recursar.     Pano rápido. “O tempora, o mores”.     Wálter Maierovitch   Postado por O TERROR DO NORDESTEàs 14:25Nenhum comentário:     Do Blog O TERROR DO NORDESTE.

11 horas atrás

Mercenários presos com explosivos na Venezuela. Quem está querendo melar as eleições?

MARIA FRO por mariafro
 

 VENEZUELA CAPTURA PARAMILITARES E MERCENÁRIOS COM ARMAS E EXPLOSIVOS  ”Estamos desmontando um plano de violência da direita”, afirmou o presidente Nicolás Maduro

 Leonardo Severo, do ComunicaSul – Caracas

O Comando Regional (Core) 4 da Guarda Nacional da Venezuela, localizado na região ocidental do Estado de Lara, capturou, nesta quinta-feira (11), paramilitares  colombianos com armas e explosivos, às vésperas das eleições presidenciais que ocorrerão no próximo domingo (14).

Além dos terroristas colombianos, foram presos mercenários salvadorenhos, ambos com estreitos e reconhecidos vínculos com a política de desestabilização promovida pela CIA contra a revolução bolivariana. Também foram detidas cerca de 30 pessoas acusadas de sabotar as redes de transmissão de energia.

“Temos capturado vários militares colombianos com uniformes de Venezuela que vieram para assassinar. Estamos desmontando um plano de violência da direita”, denunciou o presidente em exercício e candidato bolivariano, Nicolás Maduro. Conforme o presidente, após uma investigação exaustiva, foram vasculhadas várias casas e encontrados explosivos C4 e armas.

Parte dos armamentos foi encontrado após inspeção no galpão da empresa Cargas da Venezuela, responsável por trazer ao país mercadoria procedente dos Estados Unidos. Somente neste galpão foram apreendidos 48 carregadores para pistolas Glock com capacidade para 32 cartuchos calibre 9 milímetros, um carregador tipo circular, chamado Caracol, calibre 9 mm com capacidade para 100 cartuchos, assim como um carregador circular, calibre 5-56 mm, para fuzis.

MATERIAL DE GUERRA

“Este material de guerra e carregadores de Glock são utilizados por bandos que se dedicam ao terrorismo. Há evidências de uma relação direta com pessoas desestabilizadoras treinadas em El Salvador”, declarou o chefe da Gore 4, Octavio Chacon.

O ministro do Interior, Néstor Reverol, informou que o governo também “detectou” o ingresso de dois grupos de mercenários “vindos de El Salvador” e que a Venezuela fechará o cerco aos criminosos.

Após denúncia do governo venezuelano, o presidente de El Salvador, Maurício Funes, acionou uma ampla “investigação policial”, já que os mercenários salvadorenhos foram financiados pela CIA para tentar matar no ano 2000 o presidente cubano Fidel Castro, assim como tiveram envolvimento em atentados com bombas em hotéis da Ilha Caribenha. As ações afetaram seriamente a economia cubana ao comprometer essa importante fonte de renda do país. Vale lembrar que o terrorista salvadorenho Francisco Abarca – procurado pela Interpol após ter colocado uma bomba na discoteca de um hotel de Havana – foi preso em julho de 2010 na Venezuela.

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, que está acompanhando o processo eleitoral venezuelano, a tentativa frustrada de apelar à violência demonstra até onde chega o ódio da reação aos avanços da revolução bolivariana. “Isso é revelador de como, na América Latina, a banda pobre da direita não mede consequências e usa todos os métodos possíveis para manter seus privilégios de classe. Basta lembrar o que fizeram em Honduras e, mais recentemente, no Paraguai, onde produziram um conflito que não houve, mas assassinatos planejados”, denunciou Stédile.

MÍDIA PRIVADA ESCONDE

O fato ganhou conotação de denúncia nos jornais públicos venezuelanos, “Correio del Orinoco” e “Ciudad Caracas”, enquanto os grandes conglomerados de comunicação da direita tentaram dar uma conotação de crime comum, abrindo destaque para críticas às “provocações” da Coreia do Norte.

Como já alertava o presidente Hugo Chávez em relação à política belicista do império estadunidense, é importante continuar reforçando a capacidade de reação dos nossos países e povos. “O império não respeita os débeis. Os povos decididos a ser livres precisam estar bem armados”, sublinhou Chávez, frisando que os norte-coreanos precisam ter capacidade de reação, até para persuadirem os que já fizeram uso do seu poder atômico contra civis e para não virarem um novo Iraque ou uma nova Líbia.

11 horas atrás

O tesão de não tocar a mulher adormecida

XICO SÁ por xicosa
 

Tu apagaste (ainda) na minha sala e só me restou fazer como aquele velho do livro japonês.

Se soubesse tinha cortado a água que passarinho não bebe. Não, isso não se faz com uma gueixa que ama os pássaros traupídeos, os assanhaçus.

Te olhei a noite inteira como mirava aquele ancião da casa zen das belas adormecidas.

Sem poder tocá-la.

Te olhei como nunca. Cada fiozinho da sobrancelha e olhei os fiozinhos das entranhas como um cego lê em braile por debaixo dos lençóis.

Havia um laço na calcinha, desenlaçável até para o mais ágil dos caubóis laçadores de mustangues. Vide o filme “Os Desajustados”, com a Marilyn e uns canalhas geniais.

No que fui com a mão esquerda rente aos pêlos mas erguendo a calcinha aos céus possíveis, na contra-força da lei da maçã de Newton, de modo a não tocá-la de forma alguma.

Não era a hora do fatal descuido. Mulher tem hora, minuto, segundo, aprendi com minha gatinha de quatro pés, a Deli, que existe o momento certo para se ter uma fêmea colada com superbonder na sua costela.

Nada dá mais tesão do que chegar à menor distância possível de uma pele. Sem tocá-la. O silêncio engasgado na respiração mais profunda.

O suspense.

O suspense de que alguma buzina de contrariedade e angústia (de cidade grande e perdição idem) te faria abrir os zolhinhos a qualquer espanto ou junguinismo sonhento.

Nem.

A um centímetro dos mamilos. De olhos bem fechados. Vi o direito crescer de modo a relar meus dedos, no que recuei uma coisinha de nada possível.

Os pelinhos das coxas, eriçados, ressuscitaram de todos os salões depilatórios e difamaram a cera negra espanhola. Senti os pelinhos quase a tocar a linha da vida da minha mão torta.

Eras a giganta de Baudelaire crescendo nas retinas das minhas impossibilidades morais.

A arte zen de andar na bicicleta dos aros dos meus óculos, as duas rodas que movem moinhos, os sonhos que explicam um conto de Cortázar.

Estive a meio centímetro da tua vulva indecifrável, bonito desenho sinuoso, labiríntico, estive a meio centímetro, a décimos de nonada, com todos os dedos, inclusive o anelar médio da nossa futura aliança que já brilha no infinito.

Amei, porém, aquele tão longe tão perto como a melhor das penetrações do mundo.

Era preciso perceber o que separa um homem acordado e uma mulher desmaiada.

Agora o travesseiro me diz todas essas coisas e sabe separar teu cheiro nas minhas narinas dos cheiros à prova das melhores lavanderias do universo.

Não tocar é estar mais que dentro.

12 horas atrás

Sakamoto: Jovem rico erra. “Menor” pobre comete crime

MARIA FRO por mariafro
 

Reduzir a maioridade penal é uma medida fascista e só agrada às pessoas que já se entregaram ao ódio social – incluindo as que não admitem e independente da classe social. A maioria das vítimas da violência no país são pobres e negros, e a mudança na maioridade penal só vai atingir esse tipo de menor socialmente vulnerável. O loirinho do papai rico, seja ele maior ou menor, nunca irá pra cadeia. E o mais importante: colocar na prisão um monte de meninos de negros e pobres de 16 anos não vai melhorar a nossa sociedade, nem um pouquinho.

Jovem Rico erra. “Menor” pobre comete crime

Do blog do Leonardo Sakamoto

Os repetidos casos de violência gerados por jovens da classe média alta brasileira e a forma aviltante com a qual têm sido tratados adolescentes pobres no processo de ocupação policial de comunidades no Rio de Janeiro me deixam duplamente incomodado. Primeiro, é claro, pelo fato em si. Segundo, pela forma como a sociedade se comporta diante disso.

Sabemos que é mais fácil uma pessoa que roubou um xampu, um litro de leite ou meia dúzia de coxinhas ir amargar uma temporada no xilindró – como mostram diversos casos que já trouxe aqui – do que um empresário que corrompeu ou um político que foi corrompido passarem uma temporada fora de circulação.

Não que o princípio da insignificância (que pode ser aplicado quando o caso não representa riscos à sociedade e não tenha causado lesão ou ofensa grave) não seja conhecido pelo Judiciário. Insignificante mesmo é quem não tem um bom advogado, muito menos sangue azul ou imunidade política.

Tempos atrás, a seguinte notícia veio a público:

“A empregada doméstica Sirley Dias de Carvalho Pinto, de 32 anos, teve a bolsa roubada e foi espancada por cinco jovens moradores de condomínios de classe média da Barra da Tijuca, na madrugada de sábado. Os golpes foram todos direcionados à sua cabeça. Presos por policiais da 16ª DP (Barra), três dos rapazes (…) confessaram o crime e serão levados para a Polinter. Como justificativa para o que fizeram alegaram ter confundido a vítima com uma prostituta.”

Os rapazes não eram da ralé. Se fossem de classe social mais baixa, certamente o texto seria sutilmente diferente:

“A empregada doméstica Sirley Dias de Carvalho Pinto, de 32 anos, teve a bolsa roubada e foi espancada por cinco moradores da favela da Rocinha, na madrugada de sábado. Os golpes foram todos direcionados à sua cabeça. Presos por policiais da 16ª DP (Barra), três dos bandidos (…) confessaram o crime e estão presos. Como justificativa para o que fizeram alegaram ter confundido a vítima com uma prostituta.”

Rico é jovem, pobre é bandido. Um é criança que fez coisa errada, o outro um monstro que deve ser encarcerado. Lembro que o pai de um deles, num momento de desespero, justificou a atitude do filho como sendo perdoável. Da mesma forma, o pai de um dos jovens que agrediram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista, em São Paulo, pediu condescendência. Afinal, isso não condiz com a criação que tiveram. Bem, são pais, é direito deles. O incrível é como a sociedade encara o tema, com uma diferenciação claramente causada pela origem social.

Tenho minhas dúvidas se a notícia sairia se fosse o segundo caso. Provavelmente, na hora em que o estagiário que faz a checagem das delegacias chegasse com a informação, ouviria algo assim na redação: “Pobre batendo em pobre? Ah, acontece todo dia, não é notícia. Além disso, é coisa deles com eles. Então, deixem que resolvam”.

Amigos que trabalharam em uma rádio grande de São Paulo, pertencente a um grupo de comunicação, já ouviram algo muito parecido, mas mais cruel… É triste verificar mais uma vez que o conceito de notícia depende de qual classe social pertencem os protagonistas. Somos lenientes com os nossos semelhantes, com aqueles que poderiam ser nossos primos e irmãos, e duros com os outros.

A justificativa dos espancadores também é bastante esclarecedora. Ou seja, “puta” e “bicha” pode. Assim como índio e “mendigo”. Lembram-se do Galdino, que morreu queimado por jovens da classe média brasiliense enquanto dormia em um ponto de ônibus? Ou a população de rua do Centro de São Paulo, que vira e mexe, é morta a pauladas enquanto descansa? Até onde sabemos, apesar dos incendiários brasilienses terem sido presos, eles possuíam regalias, como sair da cadeia para passear. E na capital paulista, crimes contra populacão de rua tendem a ser punidos com a mesma celeridade que agressões contra indígenas no Mato Grosso do Sul.

Na prática, as pessoas envolvidas nesses casos apenas colocaram em prática o que devem ter ouvido a vida inteira: putas, bichas, índios e mendigos são a corja da sociedade e agem para corromper os nossos valores morais e tornar a vida dos cidadãos de bem um inferno. Seres descartáveis, que vivem na penumbra e nos ameaçam com sua existência, que não se encaixa nos padrões estabelecidos. E por que não incluir nesse caldo as empregadas domésticas, que existem para servir? Se eles soubessem a profissão de Sirley, teria feito diferença?

A sociedade tem uma parcela grande de culpa em atos como esse e os dos jovens que se tornam soldados do tráfico por falta de opções e na busca por dignidade, fugindo da violência do Estado e do nosso desprezo. A culpa não é só deles.

A diferença é que, para os da classe média e alta, passamos a mão na cabeça. Afinal, são “jovens”. Para os pobres, os “menores”, passamos bala.

12 horas atrás

Sete advogados pedem mais tempo a Barbosa na AP 470

 
: O Agravo Regimental é assinado, entre outros, pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, José Luís Oliveira Lima e Alberto Toron; eles insistem que o presidente do Supremo leve o pedido a julgamento pelo plenário do tribunal; até agora, contudo, Barbosa não submeteu nenhum dos pedidos por mais prazo à apreciação do colegiado 
12 horas atrás

FHC na TV: com o PSDB, “não tem jeitinho, tem trabalho”

 
: Em tempos de preocupação com a inflação, ex-presidente Fernando Henrique protagoniza inserções do PSDB paulista lembrando do Plano Real: “Trabalhando, do jeito certo, fizemos o Plano Real, que acabou com a inflação e criou condições para o Brasil voltar a crescer. O resultado está aí, nas ruas. Um País com moeda forte, respeitado no mundo”; segundo ele, esse é “o jeito do Montoro, do Covas, do Serra e do Geraldo Alckmin, governador que planeja e tem coragem de enfrentar os problemas e faz da honestidade uma marca de seu governo” 
12 horas atrás

Democracia

SUJO por Esquerdopata
 
 
14 horas atrás

Venezuela prende mercenários com armas e explosivos: eles vieram da Colômbia e de El Salvador – é a CIA?

ESCREVINHADOR por Rodrigo Vianna
 

“Na América Latina, a banda pobre da direita não mede consequências e usa todos os métodos possíveis para manter seus privilégios de classe. Basta lembrar o que fizeram em Honduras e, mais recentemente, no Paraguai” (JoãoPedro Stédile)

por Leonardo Severo, do ComunicaSul*, direto de Caracas

O Comando Regional (Core) 4 da Guarda Nacional da Venezuela, localizado na região ocidental do Estado de Lara, capturou na última quinta-feira (11 de abril), paramilitares  colombianos com armas e explosivos. A captura ocorre às vésperas das eleições presidenciais que ocorrerão no próximo domingo (14).

Além dos terroristas colombianos, foram presos mercenários salvadorenhos, ambos com estreitos e reconhecidos vínculos com a política de desestabilização promovida pela CIA contra a revolução bolivariana. Também foram detidas cerca de 30 pessoas acusadas de sabotar as redes de transmissão de energia.

Setores do governo temem que a oposição – se for derrotada mais uma vez – abandone o caminho institucional, partindo para a desestabilização armada – com apoio de fora do país. Seria algo parecido com o que já ocorreu na Líbia e acontece agora na Síria. Só que bem na fronteira com o Brasil. 

“Temos capturado vários militares colombianos com uniformes da Venezuela. Estamos desmontando um plano de violência da direita”, denunciou o presidente em exercício e candidato chavista, Nicolás Maduro. Conforme o presidente, após uma investigação exaustiva, foram vasculhadas várias casas e encontrados explosivos e armas.

Parte dos armamentos foi encontrada após inspeção no galpão da empresa Cargas da Venezuela, responsável por trazer ao país mercadoria procedente dos Estados Unidos. Somente neste galpão foram apreendidos 48 carregadores para pistolas Glock com capacidade para 32 cartuchos calibre 9 milímetros, um carregador tipo circular, chamado Caracol (calibre 9 mm) –  com capacidade para 100 cartuchos, assim como um carregador circular para fuzis.

MATERIAL DE GUERRA

“Este material de guerra e carregadores de Glock são utilizados por bandos que se dedicam ao terrorismo. Há evidências de uma relação direta com pessoas desestabilizadoras treinadas em El Salvador”, declarou o chefe da Gore 4, Octavio Chacon.

O ministro do Interior, Néstor Reverol, informou que o governo também “detectou” o ingresso de dois grupos de mercenários “vindos de El Salvador” e que a Venezuela fechará o cerco aos criminosos.

Após denúncia do governo venezuelano, o presidente de El Salvador, Maurício Funes, acionou uma ampla “investigação policial”, já que os mercenários salvadorenhos foram financiados pela CIA para tentar matar no ano 2000 o presidente cubano Fidel Castro, assim como tiveram envolvimento em atentados com bombas em hotéis da Ilha Caribenha.

As ações afetaram seriamente a economia cubana ao comprometer essa importante fonte de renda do país. Vale lembrar que o terrorista salvadorenho Francisco Abarca – procurado pela Interpol após ter colocado uma bomba na discoteca de um hotel de Havana – foi preso em julho de 2010 na Venezuela.

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, que está acompanhando o processo eleitoral venezuelano, a tentativa frustrada de apelar à violência demonstra até onde chega o ódio da reação aos avanços da revolução bolivariana: “Isso é revelador de como, na América Latina, a banda pobre da direita não mede consequências e usa todos os métodos possíveis para manter seus privilégios de classe. Basta lembrar o que fizeram em Honduras e, mais recentemente, no Paraguai, onde produziram um conflito que não houve, mas assassinatos planejados”, denunciou Stédile.

MÍDIA PRIVADA ESCONDE

O fato ganhou conotação de denúncia nos jornais públicos venezuelanos, “Correio del Orinoco” e “Ciudad Caracas”, enquanto os grandes conglomerados de comunicação da direita tentaram dar uma conotação de crime comum, abrindo destaque para críticas às “provocações” da Coreia do Norte.

Como já alertava o presidente Hugo Chávez em relação à política belicista do império estadunidense, é importante continuar reforçando a capacidade de reação dos nossos países e povos. “O império não respeita os débeis. Os povos decididos a ser livres precisam estar bem armados”, sublinhou Chávez, frisando que os norte-coreanos precisam ter capacidade de reação, até para persuadirem os que já fizeram uso do seu poder atômico contra civis e para não virarem um novo Iraque ou uma nova Líbia.

 * O ComunicaSul é um coletivo de jornalistas brasileiros, especializado em coberturas especiais na América Latina; gera conteúdo exclusivo para a blogosfera, furando a hegemonia da velha mídia (no Brasil, por exemplo,jornais deram pouco ou nenhum destaque à prisão dos paramilitares estrangeiros na Venezuela).

14 horas atrás

Torcedores do Atlético e do Cruzeiro criam páginas nas redes sociais para combater preconceito e homofobia nas torcidas

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 

 
 

O poder das redes sociais ainda é incalculável. Um exemplo positivo neste sentido são as recentes fanpages de torcedores homossexuais e/ou simpatizantes do Atlético Mineiro, Galo, e do Cruzeiro. Isso mesmo! 
 Os fãs atleticanos criaram o Galo Queer no Facebook  há menos de uma semana e já tem quase 4000 seguidores. Eles também criaram um perfil no Twitter.  
Na definição oficial consta: “ é o movimento anti-homofobia e anti-sexismo no futebol dos torcedores do Atlético Mineiro, vulgo Galo Doido. Porque paixão pelo Galo não tem nada a ver com intolerância”. 
 Já os cruzeirenses criaram a fanpage Cruzeiro Anti-homofobia há menos de 24h e já tem quase 1500 “likes” no Facebook.  Ainda não há perfil no Facebook. A descriação deles é mais detalhada, mas o objetivo é mesmo: 
“Essa página é um movimento anti-homofobia e anti-sexismo no futebol brasileiro e no geral, organizado por torcedores do Cruzeiro, mas que não se restringe aos mesmos. Futebol é diversidade e não um ambiente hostil que incita violência e preconceito 
Por acreditarmos que o futebol expressa de forma muito clara a heteronormatividade gritante em nossa sociedade, decidimos nos posicionar e discutir dentro das próprias torcidas a homofobia e o culto ao machismo nos estádios, mesas de bar, centros acadêmicos e quaisquer outros lugares. Nesse sentido, essa página propõe-se a debater os preconceitos de gênero e articular politicamente os torcedores do Cruzeiro para ações críticas. Não é preciso ser gay para apoiar o combate à homofobia”. 
As postagens, em ambos, procuram relacionar de alguma forma a homossexualidade e o futebol, como a imagem abaixo, postada no GaloQueer, que traz a cantora Cássia Eller vestida com a camisa do time.  Mas também há espaço para divulagar links interessantes como o artigo do Dr. Drauzio Varella sobre homossexualidade.  
EM TEMPO – Se você acha que parou por aí.. torcedores do Palmeiras e do Corintinhas também tem suas respectivas páginas:  “Corinthians Livre” e “Palmeiras Livre”. 
 

15 horas atrás

60 minutos com José Dirceu

CIDADANIA por eduguim
 

9 de abril de 2013

 

Cheguei pontualmente às 17:30 hs. da última terça-feira (9.4) ao prédio na Vila Mariana – bairro de classe média de São Paulo – em que reside o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, a fim de entrevistá-lo. Todavia, tive que esperar porque ele estava reunido com assessores.

Enquanto espero no saguão do prédio, reflito que a imagem que vem sendo pintada do “poderoso chefão” através dos anos não combina com o lugar em que reside, muito distante do luxo em que acreditam que possa viver alguém que teria encabeçado “o maior escândalo de corrupção da história”.

Após uns 30 minutos de espera, quatro assessores saem do elevador e ganham o saguão enquanto o porteiro me avisa de que minha subida ao apartamento do ex-ministro está liberada.

Encontro Dirceu de jeans e camisa social azul-clara.  Ele fala ao telefone. Enquanto me aproximo, aponta o degrau entre o hall de entrada e a sala de estar do apartamento, sinalizando para que tenha cuidado – o piso claro torna o degrau quase imperceptível.

O Dirceu que me recebe não parece um homem que está prestes a ir para a cadeia. Ao telefone, discute um problema social envolvendo índios, mas não lhe faço perguntas. Seu ar descontraído é o que me desperta a curiosidade.

Nos próximos sessenta minutos, temos uma conversa informal que, sob autorização dele, transformo na entrevista abaixo.

*

BLOG DA CIDADANIA – Como está o seu estado de espírito diante das possibilidades de ser condenado a cumprir pena?

JOSÉ DIRCEU – Estou indignado e revoltado não apenas pela injustiça cometida contra meus direitos e garantias constitucionais, mas principalmente pelo gravíssimo precedente aberto pela maioria do STF ao me condenar sem provas, com base numa interpretação equivocada da teoria do domínio funcional dos fatos, mudando décadas de jurisprudência sobre a exigência de ato de oficio. Um julgamento transmitido pela TV, com uma propaganda opressiva, marcada para coincidir com as eleições municipais e com as vésperas do primeiro e do segundo turno. Há ainda o agravante do julgamento ser antecipado para que um ministro às vésperas da aposentadoria pudesse participar. Algo nunca visto na suprema corte.

BLOG DA CIDADANIA – Em caso de condenação definitiva, qual é o tempo que você efetivamente terá que cumprir em regime fechado?

JOSÉ DIRCEU – Nos termos atuais, sem o julgamento dos recursos a que tenho direito, seriam 1 ano e dez mês de regime fechado e mais 1 ano e dez meses de regime semi aberto. Fui condenado a 10 anos 10 meses de prisão. A pena por formação de quadrilha é de  2 anos e 11 meses, praticamente a pena máxima, que é 3 anos. Por corrução ativa são mais 7 anos e 10 meses, mais uma vez praticamente a pena máxima, que era de 8 anos pela legislação anterior.

BLOG DA CIDADANIA – Se tivesse que escolher entre o período que passou na clandestinidade e um período que poderá passar na prisão, o que preferiria?

JOSÉ DIRCEU – Evidentemente a clandestinidade, onde apesar de tudo fui feliz, trabalhei, estudei, conheci o Brasil, casei, constitui família, nasceu meu filho Zeca, criei as condições para voltar a atuação política, o que já aconteceu no final de 1977. Apesar do isolamento e do afastamento de minha família por 10 anos nunca perdi a esperança e nunca deixei de lutar.

A questão não é o tempo que vou passar na prisão, mas sim a condenação injusta e a ignomínia e infâmia de me condenarem por corrupção e formação de quadrilha sendo inocente e não há qualquer prova contra mim. Minha indignação é contra a operação política para me transformar num corrupto e quadrilheiro e apresentar à sociedade meu caso como um exemplo de que agora se faz justiça no Brasil com os poderosos indo para a cadeia. É uma farsa, já que sou inocente, não há crime e nem provas de que eu teria cometido qualquer ato ilícito nas minhas funções de ministro e deputado.

BLOG DA CIDADANIA – Após sua condenação, houve especulações sobre a sua segurança numa eventual prisão devido à sua extrema notoriedade. Você tem alguma preocupação nesse sentido?

JOSÉ DIRCEU – Prisão é prisão como todos sabemos, mas cada um sabe se cuidar e se defender, mas é evidente que a responsabilidade é de quem me condena sem provas, sem crime e com evidências claras de uma condenação política e um juízo de exceção.

BLOG DA CIDADANIA – Dizem que, se você fosse condenado, iria para o que chamam de “prisão de Caras”, ou seja, para o sistema prisional de Tremembé (SP). Uma prisão como essa lhe oferece maior segurança?

JOSÉ DIRCEU – Não se pode dizer hoje que estou condenado, já que ainda temos os recursos, temos o bom direito ao nosso lado e há fatos novos como as provas que os recursos da VISANET nem são públicos e nem foram desviados, o que na prática anula o julgamento numa revisão criminal depois de transitado em julgado.

BLOG DA CIDADANIA – Quais as chances que você vê em reverter sua condenação no julgamento dos recursos? Ou, ao menos, em reverter alguma das condenações de forma a que não tenha que ir ao regime fechado?

JOSÉ DIRCEU – Do ponto do vista do direito temos chance real de reverter a condenação por formação de quadrilha e reduzir as penas já que nem a jurisprudência do STF e nem os códigos foram observados nas penas absurdas que foram dadas. Depois do trânsito em julgado temos o direito à revisão criminal e a recorrer à CIDH da OEA e ao TPI de San Jose, Costa Rica.

BLOG DA CIDADANIA – Você considera adequado o prazo de cinco dias para sua defesa apresentar recursos após a publicação do acórdão do julgamento?

JOSÉ DIRCEU – Claro que não. Por isso mesmo meu advogado e os de outros réus entraram com pedidos mais do que razoáveis de um prazo maior. Não é a primeira vez nesse julgamento que nosso direito de defesa é desprezado como uma chicana e assim violado não apenas o direito de defesa mas o devido processo legal.

BLOG DA CIDADANIA – A que você atribui a pressa que se vê para concluir o processo? Só como parâmetro, o julgamento das cotas raciais pelo STF já tem um ano e até hoje não foi publicado o acórdão.

JOSÉ DIRCEU – As razoes são políticas, o que na prática deveria levar à anulação de todo juízo.

BLOG DA CIDADANIA – Qual sua visão sobre a abertura de investigação sobre o presidente Lula pela PF a pedido da Procuradoria de Brasília? Há algum elemento que, na sua visão, justifique esse processo?

JOSÉ DIRCEU – Indevida e ilegal, mais uma abuso de autoridade do MP, mais uma violência exclusivamente por razões políticas. Esse mesmo MP não abriu nenhuma investigação contra o ex-senador Demóstenes Torres mesmo tendo conhecimento dos autos de um inquérito da Policia Federal, chamada operação Las Vegas, que na prática ficou arquivado, engavetado, numa cena explícita de prevaricação até que novos fatos e atos criminosos obrigaram o MP a tomar providências legais contra o então senador, procurador e principal porta voz do MP no Congresso Nacional.

BLOG DA CIDADANIA – O presidente, em caso de abertura de uma ação penal, pode enfrentar um tipo de julgamento como o que você enfrentou, com uso da teoria do “domínio do fato”, ou a AP 470 foi uma exceção que não se repetirá?

JOSÉ DIRCEU – Espero que seja arquivada a investigação e que não tenhamos que analisar essa possibilidade, por absoluta falta de elementos para qualquer nova investigação e porque o próprio STF já recusou mais de uma vez incluir o presidente na AP 470.

BLOG DA CIDADANIA – Como você vê a distribuição de verbas públicas para publicidade do governo federal entre os grandes meios de comunicação? Há um equilíbrio entre as mídias alternativas e as tradicionais? E entre a própria grande mídia, a distribuição lhe parece justa?

JOSÉ DIRCEU – Não é justa, não há equilíbrio. Além disso é preciso respeitar a constituição e estimular a pequena e micro mídia – assim como se faz com a pequena e micro empresa -, o pluralismo e evitar o monopólio. Deve-se garantir a diversidade e a produção e defesa da cultura nacional.

BLOG DA CIDADANIA – Como você vê a acusação da grande mídia ao PT de que o partido quereria censurá-la para que não divulgue escândalos contra si?

JOSÉ DIRCEU – Na entrevista que dei a Folha-UOL [e que será publicada amanhã] respondi a essa questão. Por que o PT quereria censurar a imprensa? Mesmo que quisesse, não teria força. Outra coisa é regular mídia. O que não é possível é um veículo deter 70%, 80% de toda a publicidade do país. Como as organizações Globo, por exemplo.

 *

PS: neste sábado viajo a Curitiba para participar de uma mesa de debate em um encontro de blogueiros local. O Blog só voltará a ser atualizado no domingo.

 

Ele (o JB) acha que a defesa fará como ele que NÃO LEU…

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
 

Ele (o JB) acha que a defesa fará como ele que NÃO LEU, apenas imaginou, pois os documentos da própria AP 470 desmascaram a tese ALUCINÓGENA do desvio (que não houve) de R$ “público” (que SEMPRE foi da multinacional Visanet). 
Joaquim Barbosa sobre a publicação do acórdão: “A minha preocupação número um em relação a esse processo é publicar. Não foi publicado ainda porque é muito grande e os serviços do tribunal não têm a agilidade para, de um dia para o outro, publicar isso”, disse o ministro nesta quinta-feira (11/4), acrescentando que não sabe o número de páginas do documento.” 
http://www.facebook.com/alexandrecesar.costateixeira 
http://ultimainstancia.uol.com.br/especialmensalao/para-barbosa-prioridade-agora-e-publicar-acordao-do-mensalao/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Informativo_UI_12_04_13

2 horas atrás

UM ASSESSOR DO STF PODE BIOGRAFAR BARBOSA? Pelo coleguinha pode…

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
 

Contratado como secretário de Comunicação do Supremo Tribunal Federal, o jornalista Wellington Geraldo Silva irá escrever a história oficial de Joaquim Barbosa, segundo revelou Ancelmo Gois, em sua coluna no Globo. Ocorre que, no julgamento da Ação Penal 470, o então relator Barbosa tentou condenar João Paulo Cunha numa segunda ação de peculato, alegando que o ex-assessor de imprensa da Câmara dos Deputados, Luís Costa Pinto, era utilizado com fins pessoais. E agora: é diferente? 
247 – Vingador e vingativo, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, se vê com uma espécie de espada do mundo, sempre pronto a cortar cabeças em seu furor moralista. Aliás, esta é a imagem que boa parte da imprensa construiu a seu respeito. As grosserias e agressões em série contra colegas de magistratura, jornalistas e advogados seriam apenas, como diz o Globo, parte de seu estilo “assertivo”. 
No julgamento da Ação Penal 470, o Brasil inteiro pôde assistir ao espetáculo que o consagrou. Num dos capítulos, Joaquim Barbosa tentou condenar João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, numa segunda ação de peculato. Dizia o relator que a contratação da empresa Idéias, Fatos e Texto, do jornalista Luís Costa Pinto, visava apenas à promoção pessoal do próprio João Paulo Cunha. Segundo Barbosa, houve, inclusive, dolo na contratação da IFT, mas, neste ponto, foi voto vencido. Os demais ministros entenderam que o ex-assessor da Câmara prestou serviços à própria Câmara dos Deputados – e não a seu presidente. 
Nesta sexta, no entanto, o jornalista Ancelmo Gois faz uma revelação que poderia ser constrangedora para o presidente do STF, se o Globo, que lhe concedeu o prêmio “Faz Diferença”, não estivesse tão casado com suas posições. Diz Ancelmo que o assessor de imprensa da presidência do Supremo Tribunal Federal, o jornalista Wellington Geraldo Silva, irá escrever a biografia oficial do chefe. Leia abaixo: 
Joaquim, a biografia 
Escrita pelo coleguinha Wellington Geraldo Silva, atual secretário de Comunicação do STF, vem aí uma biografia de Joaquim Barbosa. 
Há cinco editoras interessadas. 
Se o caso fosse levado ao Joaquim Barbosa que atuou na Ação Penal 470, ele, provavelmente, enxergaria algum desvio de função ou a utilização de um recurso do Supremo Tribunal Federal, pago por todos os contribuintes brasileiros, para a promoção pessoal do seu presidente. Procurada pelo 247, a assessoria de imprensa do Supremo não se manifestou a respeito até a publicação desta matéria. Wellington, por sua vez, disse que trataria do caso apenas em seu horário de almoço por se tratar de uma questão particular – não relacionada aos assuntos do STF. 
O secretário de Comunicação, que fez questão de registrar que estava ligando de seu celular particular, entrou em contato com o 247 no intervalo do almoço e afirmou que ainda “não existe livro”, trata-se de um projeto pessoal que ele pretende tocar quando, um dia, deixar seu cargo no Supremo – disse não ter planos de quando isso irá acontecer. “Não comecei a escrever. Farei no dia em que eu não estiver mais aqui”, declarou. 
“Eu tenho um projeto de biografia que será executado quando eu sair do Supremo. Um projeto de fazer um livro, como qualquer jornalista”, disse. Segundo ele, o assunto sequer tem sido conversado com Joaquim Barbosa. Wellington confirmou já ter sido procurado por algumas editoras, que querem mais detalhes do projeto, mas afirmou não ter contrato com nenhuma delas. 
O assessor disse ainda que até poderia dedicar suas horas vagas – madrugas e finais de semana, como citou – para escrever a biografia. “Cada um usa o tempo livre como pode, nada me impede de escrever um livro”, afirmou. Mas garante que não fará isso, pois “trabalha muito”. Wellington disse chegar diariamente às 9h30 no STF e deixar o local às 21h. Ele não quis comentar a comparação com o assessor do deputado João Paulo Cunha.http://www.brasil247.com/pt/247/poder/98753/Um-assessor-do-STF-pode-biografar-Barbosa-assessor-STF-pode-biografar-Barbosa.htm

2 horas atrás

Ministro Luiz Fux cancela jantar bancado por advogado

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 

 
MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA
MARCO ANTÔNIO MARTINS
DO RIO O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ontem ao advogado Sergio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado. O organizador da festa, marcada para o dia 26, queria reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Rio de Janeiro em seu apartamento de 800 metros quadrados, na zona sul do Rio. O evento celebraria os 60 anos de Fux. 

SCO/STF e Folhapress
Ministro Luiz Fux e advogado Sergio Bermudes
Ministro Luiz Fux e advogado Sergio Bermudes

“Estamos cancelando a pedido do ministro”, disse Bermudes na noite de ontem. Segundo relato do advogado, Fux informou que sua mãe, Lucy, de 78 anos, teve uma crise de hipertensão com a repercussão negativa da celebração, o que teria preocupado o ministro. A divulgação do jantar pela Folha causou constrangimento no Supremo. Nos bastidores, ministros criticaram a festa, para a qual foram disparados 300 convites. Além de ser bancada pelo advogado, ela ocorreria pouco depois de o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, ter criticado o que considera “conluio” entre juízes e advogados no Brasil. Coincidiria também com o julgamento dos recursos apresentados pelos réus do mensalão, que tentam reduzir suas penas. Além de todos os ministros do Supremo, Bermudes chamou para o evento todos os integrantes do Superior Tribunal de Justiça, os 180 desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio, o prefeito da cidade, Eduardo Paes, e o governador Sérgio Cabral. O mal-estar foi agravado pela informação de que a filha do ministro, Marianna Fux, é candidata a desembargadora do TJ do Rio. Na festa, ela teria a oportunidade de circular entre potenciais eleitores, já que cabe aos desembargadores do TJ, convidados para a celebração, escolher, a partir de uma lista sextupla da OAB-RJ, os três nomes que serão apresentados ao governador Cabral. O governador então escolhe o novo desembargador. Cabral negou ontem ter recebido o convite para o jantar. Ele também disse não ter conhecimento de articulação em prol da escolha da filha do ministro. “Nunca ouvi falar disso. A mim nunca chegou esse assunto. Agora, que ela é uma advogada brilhante e respeitada, ela é.” Antes da desistência de Fux, Bermudes havia defendido a realização do evento sob o argumento de que Fux nunca julgou ação em que atua como advogado, informação reiterada pelo gabinete do ministro. “Sempre fomos muito amigos. É uma amizade de 40 anos que começou quando ambos éramos professores. Fui orientador dele e o ministro Fux sempre se julga impedido de atuar nas ações assinadas por mim ou por sua filha”. Marianna Fux, 32, trabalha no escritório do advogado. Colaboraram CRISTINA GRILLO e ITALO NOGUEIRA, do Rio, e FELIPE SELIGMAN, de Brasília http://www1.folha.uol.com.br/poder/1262098-ministro-luiz-fux-cancela-jantar-bancado-por-advogado.shtml

2 horas atrás

Governador dá cumprimento a ordem do Tribunal de Justiça e reempossa o delegado de polícia Marcelo Luis Alves de Freitas reintegrado por meio de mandado de segurança impetrado e sustentado oralmente pela advogada Tania Lis Tizzoni Nogueira…( Os argumentos oralmente sustentados alteraram o convencimento do Relator modificando o desfecho da causa e o futuro do Delegado )

FLIT PARALISANTE por Flit Paralisante
 

Atos do Governador

 

Reintegrando  em cumprimento ao acórdão proferido

pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de

São Paulo, nos autos do Mandado de Segurança 0093948-

16.2011.8.26.0000, ao serviço público Marcelo Luis Alves de

Freitas, RG 21.230.873, no cargo de Delegado de Polícia de 3ª

Classe, Padrão I, da EV da LC 731-93, do Quadro da Secretaria

da Segurança Pública, em vaga decorrente da aposentadoria de

José Geraldo de Moura.

feliz-felicidade

 

4 horas atrás

SETE ADVOGADOS PEDEM MAIS TEMPO A BARBOSA NA AP 470

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
 

O Agravo Regimental é assinado, entre outros, pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, José Luís Oliveira Lima e Alberto Toron; eles insistem que o presidente do Supremo leve o pedido a julgamento pelo plenário do tribunal; até agora, contudo, Barbosa não submeteu nenhum dos pedidos por mais prazo à apreciação do colegiado 
Do Conjur – Sete dos 25 réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, entraram com novo pedido no Supremo Tribunal Federal em que requerem o acesso ao inteiro teor dos votos escritos dos ministros antes da publicação do acórdão, que está prevista para a próxima semana. Eles reclamam ao presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, que leve o pedido ao Plenário e reconsidere sua decisão anterior: “A reconsideração da decisão agravada manifestaria grandeza. Por meio dela, o processo não ostentaria uma mancha historicamente indelével”. 
Joaquim Barbosa já negou por três vezes o pedido de réus para que seus advogados tenham acesso aos votos já liberados pelos ministros antes da publicação do acórdão. O argumento dos advogados é o de que é humanamente impossível apresentar os recursos cabíveis em um prazo de cinco dias, quando os ministros levaram mais de três meses apenas para fazer a revisão de seus votos. 
Os réus requerem que o presidente do Supremo “se abstenha de praticar qualquer ato processual que prejudique o pleno exercício de ampla defesa técnica”. O pedido é feito por José Roberto Salgado, Kátia Rabello, Delúbio Soares, José Dirceu, João Paulo Cunha, José Genoino e Vinícius Samarane. 
O texto da petição é forte. Os advogados dos réus sustentam que não pedem a extensão do prazo de recurso contra a lei, nem mesmo querem o mesmo tratamento privilegiado que o Ministério Público teve no processo: “Não postulam, contra legem, a dilação do prazo recursal. Não reclamam o mesmo tratamento privilegiado dado à acusação quando se lhe quintuplicou o tempo de sustentação oral. Não pretendem seja aberta uma nova exceção, ainda que justificável”. 
O que pedem é que o “texto excepcionalmente longo” do acórdão esteja disponível em prazo razoável antes da publicação. O que se requer, segundo os réus, é a possibilidade de fazer uma defesa técnica, “contra abuso que nega todos os meios e recursos a ela inerentes”. 
O pedido, um Agravo Regimental, é assinado pelos advogados Márcio Thomaz Bastos, José Carlos Dias, Arnaldo Malheiros Filho, Celso Sanchez Vilardi, José Luís Oliveira Lima, Alberto Toron, Luís Fernando Pacheco, Maurício de Oliveira Campos Júnior e Maíra Beauchamp Salomi. Eles insistem que o presidente o leve a julgamento pelo Plenário do Supremo na primeira oportunidade. Até agora, Barbosa não submeteu nenhum dos pedidos à apreciação do colegiado. 
Os advogados ainda se referem a uma brincadeira que o ministro aposentado Cezar Peluso fez, de que era impossível ler todo um voto, ainda que em ritmo de locutor de jóquei. “Trabalhando 24 horas por dia, nos cinco dias do prazo, talvez alcançasse a prodigiosa velocidade de 83 páginas por hora de locução. Sem contar o tempo necessário para a redação do recurso”, calculam. 
E continuam: “Embora tenha muito de aleatório, o processo judicial não é uma corrida de cavalos. Trata-se, antes, de instrumento racional de realização da Justiça”. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98803/Sete-advogados-pedem-mais-tempo-a-Barbosa-na-AP-470-Sete-advogados-pedem-mais-tempo-Barbosa-AP-470.htm

4 horas atrás

Negação do princípio da razoabilidade nos prazos para a defesa dos réus da AP 470 – Só mais um dos muitos ERROS do Joaquim!

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
Xeque – Marcelo Bancalero 
Excelente artigo de Helena Sthephanowitz, fala do mais recente de muitos ERROS cometidos pelo STF… A negação do princípio da razoabilidade nos prazos para a defesa dos réus da AP 470. Entre outras coisas, como negação do direito a ampla defesa, transformar dinheiro privado em público, acusar um desvio que o próprio dono do dinheiro negou, inventar um crime e por ai vai… Agora, tentam de tudo para sabotar as medidas que a defesa possa utilizar-se. Joaquim Barbosa marca viagem para Costa Rica para tentar impedir que recursos sejam aceitos, ministros apagam suas falas dos votos, videos da internet, e agora mais essa… Negar o tempo necessário para que os advogados possam verificar o processo de maneira a poderem trabalhar na defesa de seus clientes… Por que? Que medo é esse? Se o ministro Joaquim Barbosa acredita realmente que o julgamento foi justo, por que tem tanto medo de que as coisas possam mudar? Por que impedir o direito à defesa? Seria medo das verdades que todo mundo já conheceu através da blogosfera, revista Retrato do Brasil, e livro do Paulo Moreira Leite? Leiam o artigo 
Mensalão: novas provas aparecem, mas não contra os réus Tags: mensalãoblog da helena 
Por: Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual A cada dia aparecem indícios de que o julgamento do “mensalão” (AP-470) foi político, de exceção. O primeiro deles foi o calendário coincidir com a campanha eleitoral.O segundo foi o não desmembramento, julgando até a “mequetrefe” Geiza Dias na Suprema Corte, tudo para dar grandiloquência e chamar de julgamento do século. A terceira prova de que foi um processo político, foi condenar sem provas e, pior, ignorando todas as provas de inocência apresentadas pelas defesas. Agora vem a negação do princípio da razoabilidade nos prazos para a defesa. Se o STF não deu conta de cumprir os prazos para publicar o acórdão, porque ele é grande demais, qual a razão de só dar cinco dias para a defesa ler milhares de páginas e procurar erros jurídicos? Os cinco dias seriam mais aceitáveis se o processo tivesse sido desmembrado e houvessem só três réus sendo julgados. Mas não em um julgamento onde “empacotaram” 37 réus, e que uns estão sendo condenados por suposto “domínio do fato” sobre crimes dos outros, o que obriga os advogados de defesa a estudarem todo o conjunto da obra, tornando impossível fazê-lo em apenas cinco dias. Também não vale a alegação de que as sessões do julgamento foram vistas e gravadas, porque os ministros não leram os votos completos, outros foram confusos, outros não foram suficientemente claros, outros fizeram discurso político na hora de declarar o voto. E, além disso, se os magistrados demoraram mais de dois meses revisando o que será publicado oficialmente, é porque valerá o que será publicado, e que pode ser razoavelmente diferente do que foi dito durante as sessões. Prazos relâmpagos e inviáveis para a defesa será a versão brasileira do golpe paraguaio sobre o ex-presidente Lugo. Lá o objetivo foi derrubá-lo sumariamente, logo a defesa era só para figurar. Aqui o objetivo é condenar sumariamente, concedendo à defesa o papel de mero figurante, como se fosse um “faz de conta” meramente para cumprir o ritual de execução. Em um julgamento justo, direito de defesa não pode ser tratado com má vontade. Mais uma prova de que o julgamento é político. O problema de julgamentos políticos é que eles não acabam na sentença judicial. O processo político continua e vem o julgamento do julgamento. E aí é que abundam provas não contra os réus, mas contra os juízes. Se nas primeiras peças de defesa, os advogados foram econômicos, se limitando a rebater as teses frágeis da acusação, ausentes de provas; nos recursos, mesmo com o prazo de cinco dias, virão repletos de provas de que muito o que foi dito no julgamento, simplesmente não corresponde à verdade. Os recursos têm grande chance de confirmar, primeiro perante a comunidade jurídica, depois perante a nação, que ministros de STF não agiram com o notório saber jurídico esperado de guardiões das leis, dos direitos e deveres constitucionais, com consequências nada boas para imagem da instituição. Além disso, o mal de julgamentos em que juízes julgam politicamente é que as políticas de bastidores, mais cedo ou mais tarde, acabam vindo à tona. No caso do ministro Luiz Fux, está vindo mais cedo do que se esperava. José Dirceu, em entrevista, disse que o ministro Luiz Fux o procurou durante meses em busca de apoio político para que petistas ligados a ele apoiassem sua nomeação e, segundo Dirceu, Fux ofereceu-se para absolvê-lo. Poderia ser a palavra de um contra o outro. O problema é que Fux não desmentiu o encontro e desconversou sobre o teor da conversa. Mais grave, Fux confirmou o encontro em outra entrevista, e disse uma coisa que soa impossível: que não se lembrava, no encontro, que Dirceu era réu no “mensalão”. E a sensação popular é de que o caso de Fux não é isolado. Basta imaginar como teriam sido as articulações para marcar o julgamento e conduzi-lo para coincidir com campanha eleitoral. E Gurgel… 
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, saiu em defesa de Fux, sobre a revelação de José Dirceu de sofrer assédio moral em busca da nomeação para o ministro do STF. “A história do ministro Fux é uma história de honradez. E o mesmo não se pode dizer de quem o acusa.”, disse Gurgel. Seria melhor ter ficado calado, pois a tese não fecha. Se for para desqualificar Dirceu, Fux cai junto, pois confirmou que foi procurá-lo.http://www.redebrasilatual.com.br/blog/helena/mensalao-novas-provas-aparecem-mas-nao-contra-os-reus/view http://xeque-mate-noticias.blogspot.com.br/2013/04/negacao-do-principio-da-razoabilidade.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Xeque_mateArtigosinformativosECia+(XEQUE_MATE+Artigos,Informativos+e+Cia)
4 horas atrás

A prepotência de Joaquim Barbosa por Jânio de Freitas

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 

 

O risco do avanço

Por Jânio de Freitas, jornalista, na Folha de S. Paulo de 11/04/2013 O risco é grande e, pior ainda, crescente. O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo Tribunal Federal usar o direito de reagir à altura, como é provável que acabe acontecendo? Em qualquer caso, estará criado um embaraço extremo. Não se está distante nem da possibilidade de uma crise com ingredientes institucionais, caso o ministro Joaquim Barbosa progrida nas investidas desmoralizantes que atingem o Congresso e os magistrados. O fundo de moralismo ao gosto da classe média assegura às exorbitâncias conceituais e verbais do ministro a tolerância, nos meios de comunicação, do tipo “ele diz a coisa certa do modo errado” –o que é um modo moralmente errado de tratar a coisa errada. Não é novidade como método, nem como lugar onde é aplicado. Nem por isso o sentido dos atos é mudado. “Só se dirija a mim se eu pedir!” é uma frase possível nas delegacias de polícia. Dita a um representante eleito da magistratura, no Supremo Tribunal Federal, por seu presidente, é, no mínimo, uma manifestação despótica, sugestiva de sentimento ou pretensão idem. Se, tal como suas similares anteriores, levou apenas a mais uma nota insossa dos alvejados, não faz esperar que seja assim em reedições futuras desses incidentes. Afinal, quem quer viver em democracia tem o dever de repelir toda manifestação de autoritarismo, arbitrariedade e prepotência. É o único dever que o Estado de Direito cobra e dele não abre mão. 
Do Blog Quem tem medo da democracia? BLOG DO SARAIVA: A prepotência de Joaquim Barbosa por Jânio de Freitas:

4 horas atrás

PODER FERIDO E ORGULHO MELINDRADO – Convocação de claque oficial e processos criminais em perseguição ao advogado Cassius Haddad são outras cenas teatrais protagonizadas pelo Ministério Público para manter seu “seletivo” poder de investigação e autoarquivamento ( engavetamento )… Ridículo corporativismo!

FLIT PARALISANTE por Flit Paralisante
 
19/03/13 01:35 – Política

MP faz desagravo em apoio a promotor

Bauruense Luiz Bevilacqua sofre acusações após atuar em caso que culminou na prisão do ex-prefeito de Limeira

Gabriela Garcia/Especial para o JC
 
 
 
 

Em uma sessão de desagravo realizada na manhã de ontem, o Fórum de Limeira reuniu promotores de todo o Estado, membros do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), juízes, o procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo Márcio Fernandes Elias Rosa, políticos, empresários, representantes de entidades,  dois delegados de polícia de Araras e advogados.

A solenidade representou um ato de apoio ao promotor do Patrimônio Público de Limeira, o bauruense Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, em decorrência de acusações que ele sofreu por meio de redes sociais. As acusações foram feitas pelo advogado Cassius Haddad, que também esteve no salão do Tribunal do Júri para assistir à cerimônia e permaneceu em silêncio.

O desagravo

O desagravo – como é chamado o ato previsto em lei – foi idealizado em conjunto pela Procuradoria Geral de Justiça e a APMP (Associação Paulista do Ministério Público). “A associação não admite ofensas, mentiras e situações inaceitáveis como essa que aconteceu em Limeira. Quando um promotor é atacado no dever de sua função, a sociedade de bem também está sendo atacada”, afirmou o presidente da APMP, Felipe Locke Cavalcanti.

“O Luiz Alberto (Bevilacqua) simboliza muitos promotores por sua atuação firme, merecedora de elogios. Não aceitamos esses ataques que só visam assegurar a impunidade. Isso mostra que a atuação do MP está incomodando aquelas pessoas que antes eram intocáveis, detentoras do poder».

Segundo o procurador-geral de Justiça, Márcio Fernandes Elias Rosa, a manifestação não foi apenas em defesa do MP de Limeira, mas também do Poder Judiciário. «Os ataques às vezes têm o objetivo de intimidar e Limeira teve problemas recentes na seara política, que ainda merecem julgamentos que devem ocorrer de maneira tranquila. Esse tipo de situação não faz honras à própria comunidade de Limeira», disse Elias Rosa. «O MP segue convicto de seus reais deveres, do seu papel e nunca se tornará ausente na defesa da cidadania.»

Em um salão lotado, o procurador-geral substituto, Walter Paulo Sabella, também falou ao público presente. «Vim prestar minha solidariedade, apoio e companheirismo ao Bevilacqua. O promotor é um guardião da cidadania», afirmou.

Para o presidente da Apamagis (Associação Paulista de Magistrados), Roque de Mesquita, este tipo de ofensa precisa ser punido. «A liberdade de expressão é um direito, mas o cidadão não deve esquecer que seu limite termina onde começa o do outro», opinou.

O promotor

Após a cerimônia, Bevilacqua afirmou que as acusações serão objeto de representações civis e criminais. “Tudo o que aconteceu está sendo apurado na Justiça. Vou continuar trabalhando pela sociedade limeirense. Essa solenidade me nutre de forças para continuar trabalhando pelo que é justo”, disse o promotor.

Bevilacqua foi um dos promotores membros do Gaeco responsáveis pela prisão da família Félix em novembro de 2011 e que resultaram na cassação do ex-prefeito da cidade, Silvio Felix (PDT) em 2012. As investigações estão em andamento e são conduzidas pelo promotor – o MP ainda aguarda documentações bancárias que devem ser utilizadas para a elaboração do relatório final sobre o caso.

Entenda o caso

A Moção de Desagravo ao promotor de Justiça Luiz Alberto Segalla Bevilacqua foi aprovada pelo Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça por unanimidade, em sessão realizada dia 6 de fevereiro, “em razão de seguidos ataques pessoais à sua honra e dignidade, em decorrência do exercício de suas atividades funcionais, feitos pelo advogado Cassius Abrahan Mendes Haddad”.

A moção foi proposta pelo procurador de Justiça Walter Paulo Sabella com base em uma série de mensagens postadas nas redes sociais pelo advogado, que se apresenta também como consultor empresarial, palestrante e ativista social. As mensagens, segundo o MP, trazem conteúdo ofensivo ao promotor.

“Anota-se que a moção de desagravo presta-se a reparar ofensa sofrida pelo integrante da carreira no exercício das suas funções e em razão dela. Constitui-se em instrumento de defesa não só da dignidade profissional como também de defesa da reputação do próprio Ministério Público, na medida em que empenha publicamente a solidariedade desta instituição contra as ofensas e ataques lançados em face de um dos seus membros”, diz o documento.

Ao analisar o caso, a relatora da Comissão de Defesa de Prerrogativas

Institucionais do Órgão Especial, a procuradora de Justiça Jaqueline Mara Lorenzetti Martinelli, observa que a utilização, pelo advogado, de expressões de conteúdo nitidamente ofensivo à honra do promotor para se referir às funções institucionais por ele desenvolvidas, divulgando-as, de forma sistemática e reiterada, nas redes sociais, por meio de suas contas no Twitter e no Facebook, configura “verdadeira campanha para macular e desprestigiar a honra e a imagem pessoal e profissional desse promotor”.

A moção diz, ainda, que “esta conduta, por qualquer ângulo que se analise, desborda em muito os limites da crítica razoável e, de modo algum, está acobertada pela imunidade judiciária, posto que as ofensas verificadas foram proferidas fora do juízo e da discussão da causa”.

 

 

4 horas atrás

TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONFIRMA INVESTIGAÇÃO CONTRA AÉCIO NEVES E ISSO NÃO É NOTÍCIA NA GRANDE MÍDIA BRASILEIRA

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 

 Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu, na semana passada, que o tucano Aécio Neves continua como réu na ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual. O ex-governador é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional de financiamento do sistema público de saúde entre 2003 e 2008. A mídia comercial, que adora um escândalo político, é tão seletiva que não deu qualquer destaque à decisão do TJMG. 
Segundo o sítio do deputado Rogério Correia, “desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde. Consequência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue no estado”. O ex-governador mineiro, que vive se jactando do tal “gestão de gestão”, poderá sofrer uma baita indigestão. O julgamento da ação está previsto para ocorrer ainda neste ano. Se for considerado culpado pelo desvio dos recursos públicos, o senador ficará inelegível. Sua cambaleante candidatura presidencial entraria em coma – que não é alcoólica. É lógico que o grão-tucano tem muitos defensores. A mídia não deu manchete para a decisão da justiça e evitará tratar do tema. Ela só gosta de levantar suspeitas de corrupção contra os tais “lulopetistas”. Já a Justiça é cega! Até hoje não julgou o chamado mensalão tucano – que a mídia trata como mensalão mineiro. A conferir!  
 

Veja mais: http://glaucocortez.com/2013/04/11/tribunal-de-justica-confirma-investigacao-contra-aecio-neves-e-isso-nao-e-noticia-na-grande-midia-brasileira/

5 horas atrás

u$4,3 BILHÕES

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
 

 
 THIETRE MIGUEL – RIO DE JANEIRO-RJ

5 horas atrás

Vaticano baixa filmes pornográficos

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
Maior parte dos filmes baixados no Vaticano é pornografia 
 
Em fevereiro, o site TorrentFreak divulgou que agentes no prédio do FBI estariam baixando filmes e séries piratas. Talvez fosse uma investigação em andamento, talvez não. Em um comunicado, o FBI disse que pirataria é crime e encerrou o assunto. Dessa vez, o TorrentFreak rastreou outros pontos de acesso e encontrou um local improvável como foco de downloads: o Vaticano. 
Mas não eram seriados: a maioria dos arquivos baixados era de filmes pornográficos. Filmes como “Os Vizinhos”, “Toque” e “Lea Lexis and Krissy Lynn” aparecem tendo sido baixados pela “Holy See – Vatican City State” (Santa Sé – Vaticano). A maioria desses filmes tem como tema os fetiches sexuais de submissão, dominação, sadismo e masoquismo. 
O rastreamento foi feito pelo serviço ScanEye, a pedido do TorrentFreak. No entanto, pode ser que os autores dos downloads não sejam bispos e cardeais. Há muita gente ligada à Igreja, como guarda-costas dos eclesiásticos, que têm acesso à cidade. Ainda assim, é curioso pensar que tantos filmes “profanos” sejam assistidos no coração da Igreja Católica. BLOG DO SARAIVA: Vaticano baixa filmes pornográficos
5 horas atrás

Todos penduram o tomate no pescoço. Não tem preço.

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 

Tomate trai, baixa o preço e oposição vai pro vinagre

 
A GLOBO E SEU MODO “SUTIL” DE PEDIR A ALTA DOS JUROS Em vez de pendurar uma melancia no pescoço, a apresentadora Ana Maria Braga colocou um colar de tomates e disse estar usando uma “joia”; capa desta quinta-feira do jornal O Globo reforça o pedido por juros maiores; no entanto, sinais da economia são contraditórios, o que dificulta a ação do Banco Central e de seu presidente, Alexandre Tombini; vendas no varejo caíram 0,4%

Do Viomundo  
de Gerson Carneiro
Por e-mail, ele nos “alerta”: “Alegria de oposicionista dura pouco”. 

 
Aí, dá a notícia. “@emirsader: Tomate trai, baixa o preço e oposição vai pro vinagre”. 
  

A Globo e seu modo “sutil” de pedir a alta dos juros

:     Rep/web
Em vez de pendurar uma melancia no pescoço, a apresentadora Ana Maria Braga colocou um colar de tomates e disse estar usando uma “joia”; capa desta quinta-feira do jornal O Globo reforça o pedido por juros maiores; no entanto, sinais da economia são contraditórios, o que dificulta a ação do Banco Central e de seu presidente, Alexandre Tombini; vendas no varejo caíram 0,4%

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária será decisiva. Nos dias 16 e 17 de abril, os diretores do Banco Central avaliam se a taxa básica de juros, a Selic, deve subir para frear a economia e conter a inflação, que ultrapassou momentaneamente o teto da meta, fixado em 6,5%. 
A pressão para que os juros subam, como se sabe, é intensa e tem motivações não apenas econômicas, mas também políticas. Uma economia em ritmo ainda mais lento poderia retirar da presidente Dilma Rousseff seu maior trunfo eleitoral, que é o desemprego ainda muito baixo e nos menores níveis da história recente. 
Do time que trabalha pela alta dos juros, há banqueiros, economistas, colunistas de jornais e, agora, uma apresentadora de televisão. É Ana Maria Braga, que, na Globo, apresenta o programa de variedades “Mais você”. Ontem, ao vivo, ela decidir aparecer não com uma melancia no pescoço, mas com um colar de tomates. Disse estar usando “uma joia”. 
Foi assim, com a sutileza de um elefante, que a Globo decidiu reforçar a campanha pela alta dos juros num programa voltado a donas de casa.  
No entanto, a decisão de abril do Copom será das mais difíceis. Embora a inflação tenha superado o teto da meta, a própria colunista Miriam Leitão, também do Globo, reconhece que é um fenômeno apenas momentâneo. Os preços de alimentos começam a cair e as vendas no varejo, um bom termômetro da atividade econômica, recuaram em fevereiro.   Leia, abaixo, notícia da Reuters sobre a retração do varejo, que acaba de ser divulgada: 
Vendas no varejo brasileiro caem 0,4% em fevereiro–IBGE 
RIO DE JANEIRO, 11 Abr (Reuters) – As vendas no varejo brasileiro tiveram queda de 0,4 por cento em fevereiro ante janeiro e, sobre um ano antes, caíram 0,2 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. 
Analistas ouvidos pela Reuters previam que as vendas subiriam 1,2 por cento em fevereiro ante janeiro, segundo a mediana das projeções de 21 economias. As contas variaram de zero a 2,80 por cento de alta. 
Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a expectativa era de alta de 3,65 por cento de acordo pela mediana de 20 projeções, com as projeções ficando entre 1,30 e 6,50 por cento.   PITACO 
É o fim da picada. Ana Maria Braga está seguindo ordens e garantindo o emprego. Só pode! 

Globo sentiu a pancada: deu só 16 segundos de notícia sobre smartphones mais baratos

 


O Jornal Nacional da TV Globo (dia 9) deu a notícia da desoneração dos smartphones nacionais (que ficarão mais baratos), com má vontade. A notícia foi só lida rapidamente, em 16 segundos, sem nenhuma reportagem a respeito, apesar do grande interesse popular pelo assunto. A medida é mais um ponto para a popularidade do governo Dilma, por fazer a coisa certa. O smartphone, por vir com acesso à internet, é um dos sonhos de consumo de muita gente que ainda não tem. E, com isso, os aparelhos ficam mais acessíveis à todos, inclusive à população de baixa renda, sendo mais uma ferramenta para levar a todos os brasileiros o direito de ir e vir à informação e à sociedade do conhecimento. 
Além disso a medida incentiva a fabricação dos aparelhos no Brasil.

POLÍTICA DE XEPEIROS – O DEM VAI À FEIRA

COM O CARRINHO CHEIO DE TOMATES, OS DEPUTADOS DO DEM LEVAM MESMO SÃO PEPINOS. O PEPINO DE UM PARTIDO QUE DEFINHA, NÃO TEM DISCURSO NEM PROPOSTAS.     Não sabem fazer política, tentam fazer humor. Nem para PALHAÇOS servem, pois, para isso é preciso ter competência, e isso é produto que o DEM não encontra na FEIRA.      O maior jornal do país deu ampla cobertura ao triste espetáculo da oposição, classificado até como TOMATAÇO. Sobre a entrevista de José Dirceu para O Jornal Folha de São Paulo denunciando um possível “assédio moral” do Ministro Luiz Fux, nenhuma palavra na edição de hoje. 
 
 

O MAIS POPULAR!!!

A ECONOMISTA FULANA DE TAL, MAIS CONHECIDA COMO FULANA DAS COUVES, AFIRMA QUE ESCORREGAR NO TOMATE É UM RISCO QUE SE CORRE A TODA HORA EM SUA PROFISSÃO!

(OPS … LÁ VAI ELA CAINDO DE NOVO!!! FORAM TRÊS TOMBOS SEGUIDOS, MINHA GENTE!!!)

Os bons e velhos especuladores

 

 

THIETRE MIGUEL – RIO DE JANEIRO-RJ

A diferença entre Dirceu e Fux

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Chega-se à verdade por vários caminhos, e nem sempre eles são os mais bonitos. 
Mas isso não tira a importância deles. Uma paisagem feia pode levar a um belo destino.

É o caso das revelações de José Dirceu sobre seu encontro com o ministro Luiz Fux. Elas permitiram aos brasileiros saber como funcionam as coisas na hora de escolher alguém para o Supremo, e este conhecimento será a base das pressões que levarão a mudanças.

Você pode dizer, e não sem razão: se ele topou o encontro é porque gostaria de saber como Fux se comportaria no julgamento de extraordinária relevância de que ele, Dirceu, seria réu.

Você diz isso, ou poderia dizer, embora provavelmente fizesse o mesmo nas circunstâncias em que estava Dirceu.

Dentro do lamentável e nada transparente sistema de indicação para o Supremo que vigora no Brasil, não existe impedimento legal nenhum para isso.

E o risco de passar alguns anos na cadeia – sobretudo se você se julga inocente, e sabe que a mídia vai fazer de tudo para enjaulá-lo – pode levar você a fazer o que Dirceu fez.

A atitude de Dirceu em receber Fux – a não ser que sejamos maciçamente hipócritas ou antipetistas radicais – é moralmente defensável.

Chama-se autodefesa.

A de Fux não. Ela é moralmente indefensável. É fruto de uma ambição desumana, de uma vaidade sem limites e de uma ética frouxa, vacilante, tíbia que não se pode aceitar num juiz do Supremo.

Fux tem que ser expurgado do STF. Enquanto ele permanecer lá, os brasileiros, com razão, estenderão ao todo os defeitos da parte.

Feita a limpeza urgente, a sociedade tem que cobrar uma alteração imediata nos métodos de nomeação no Supremo.

Transparência, transparência e ainda transparência.

Isso já deveria estar no debate público quando se soube que a principal razão pela qual Lula indicou Joaquim Barbosa foi o fato de ele ser negro.

(Sem contar a forma como JB abordou Frei Betto para se insinuar entre os candidatos à vaga que Lula – ou para afirmar os negros ou por demagogia, cada qual fique com sua escolha – reservara não ao talento mas à cor da pele.)

Mas o urgente agora é tratar de Fux.

Ele não pode continuar onde está. Não é apenas o pastor Feliciano que está absurdamente agarrado a uma posição para a qual é uma extravagância intolerável.

Fux se tornou o Feliciano do Supremo.

uma hora atrás

Centrais vão às ruas contra os juros

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Do sítio da CTB:

As centrais sindicais sairão às ruas de todo o país para protestar contra a possível retomada da alta de juros. Os atos serão realizados no próximo dia 17 de abril, em frente à sede do Banco Central de várias cidades. Na mesma data, o BC irá se reunir para decidir se a Selic irá sofrer alguma mudança ou não.

O principal ato, do qual irão participar os dirigentes da CTB nacional e de outras centrais, irá acontecer em São Paulo, na Avenida Paulista, às 10h, em frente à sede do BC na cidade.

Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, o Banco Central e o governo federal precisam se manter firmes neste momento, de modo a enfrentar toda a pressão que a mídia e o mercado financeiro têm feito para que a alta dos juros seja retomada.

“No dia 17 será um grande momento para a presidenta Dilma reafirmar aquilo que ela disse na África do Sul, há duas semanas, a respeito da inflação e do crescimento econômico do país. Essa possibilidade de retomada dos juros é inadmissível e deixaremos isso claro nas ruas”, afirmou.

Desenvolvimento

Wagner Gomes afirmou também algo que as centrais vêm apontando desde a realização da segunda Conclat, em 2010: o movimento sindical sempre estará pronto para defender o governo nas ruas sempre que o desenvolvimento do país estiver em jogo.

“Apoiamos a eleição de Dilma, mas temos independência em relação a seu governo. E é essa postura que nos deixa à vontade para fazer críticas duras e cobranças sempre que for preciso, assim como também nos colocarmos ao lado da presidenta caso seja necessário enfrentar a pressão que o governo sofre para aumentar os juros”, destacou.

3 horas atrás

Dilma e o risco do desmonte do Estado

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Paulo Kliass, no sítio Carta Maior:

Desde o início do ano, a pauta de discussão a respeito da política econômica vem sendo dominada, em grande parte, por dois pontos. Em primeiro lugar, pelas expectativas em torno da necessidade ou não de elevação da taxa de juros oficial nas reuniões do Copom. Em segundo lugar, pelo aparente paradoxo da paralisia dos investimentos, não obstante todo o esforço realizado pelo governo para que o setor privado caminhe na direção da retomada de novos projetos de ampliação da capacidade produtiva do Brasil.

Apesar da importância desse tipo de debate relativo a questões de natureza conjuntural, o fato é que os elementos estruturais e de longo prazo acabam sendo relegados a um segundo plano. É claro que não se pode negligenciar os prejuízos causados por eventual retomada da trajetória de alta da Selic na reunião da semana que vem, e considero essencial que a crítica da tendência conservadora deva ser feita sem concessões. Mas é necessário, também, que se alargue o horizonte de análise para que se obtenha uma visão de conjunto das mudanças mais gerais que estão a ocorrer no modelo social e econômico de forma mais ampla.

Primeira fase do desmonte: venda das empresas estatais 
Desse ponto de vista, o fato relevante é que as medidas adotadas até o momento pela Presidenta Dilma correm o sério risco de se converterem em mais uma etapa no longo processo de desmonte do Estado brasileiro. 

Infelizmente, tudo indica que a agenda apresentada pelos representantes do capital tenha sido, em grande parte, incorporada pelo governo. A pretexto de oferecer alternativas para a retomada do crescimento do PIB e para buscar a superação da falta de musculatura da atividade econômica, as entidades empresariais acabaram por convencer setores expressivos da Esplanada a respeito da necessidade de se reduzir o papel do Estado nas atividades vinculadas à economia.

Passada a etapa da transferência pura e simples do patrimônio público, por meio da venda de empresas estatais federais ao capital privado, o processo de privatização continuou avançando com estratégias mais inteligentes, sutis e sofisticadas. Durante as décadas de supremacia do pensamento neoliberal, nossos dirigentes políticos orgulhavam-se de participar de leilões em que as empresas construídas, ao longo de décadas, com recursos públicos eram cedidas a preços irrisórios e pagas com moedas podres. Bastava uma martelada simbólica em algum leilão, geralmente realizado em salas imponentes do financismo, e a negociata estava concluída. Porém, a partir do início desse novo milênio algumas coisas mudaram. Houve alterações importantes na composição político-ideológica em vários governos de nosso continente e o mundo desenvolvido foi, logo na seqüência, tomado pela crise iniciada em 2008 nos Estados Unidos.

Ampliação do capital privado sobre o setor público
Face à incapacidade do antigo receituário neoliberal em oferecer respostas e soluções para a retomada do crescimento, a estratégia de desmonte do Estado sofreu algumas redefinições. Hoje em dia, por exemplo, pouca gente tem a coragem política de defender abertamente a venda de empresas como a Petrobrás, o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal. A agenda de redução do espaço do Estado foi sendo dilatada no tempo e o mais importante, de acordo com a lógica do capital privado, passou a ser a defesa de sua porção conquistada e o avanço paulatino em direção a outros setores ainda sob influência da esfera pública.

Assim, houve um recuo inequívoco, se comparado a posturas mais ofensivas, como na época em que foram vendidas integralmente as empresas estatais de siderurgia, de petroquímica, de mineração, os bancos estaduais, as empresas de eletricidade e de saneamento, as empresas de transporte urbano e ferroviário, entre tantos outros processos polêmicos. Porém, permaneceu latente e sem interrupção o discurso ferrenhamente liberal, contra a presença do Estado na economia, em razão da suposta ineficiência implícita e inerente ao setor público, face à correspondente superioridade “inquestionável” do capital privado. Na verdade, a coisa é bem mais complexa, pois o empresariado tupiniquim adora bater no ente estatal, mas não perde a chance de pedir recursos no BNDES a custo zero ou outras benesses públicas de todo tipo. Liberal sim, “ma non troppo”…

Concessões de serviços públicos, saúde e educação
Atualmente, a grande oportunidade que se abre para o avanço privado sobre as possibilidades de acumulação no âmbito do setor público, em nosso País, é representada pelas concessões de serviços públicos. Trata-se de um enorme potencial de atividades vinculadas aos setores de infra-estrutura, com ramos econômicos que têm sua demanda assegurada – oh, flagrante contradição! – pela própria ação do Estado. Ferrovias, portos, rodovias, aeroportos, sistemas de transportes urbanos, eis aqui alguns dos principais focos de acumulação de capital que passam (ou continuam) a ser explorados pelo capital privado nacional e estrangeiro. O serviço público tem sua atividade sob supervisão da respectiva agência pública reguladora, tem suas condições e tarifas determinadas por algum ato do poder público e os contratos oferecem exclusividade de exploração comercial e econômica por prazos que variam entre 20 e 35 anos. Um verdadeiro “filet mignon” oferecido graciosamente para o capital privado, ainda mais se adicionarmos os recursos públicos a custo irrisório, oferecidos para realização dos investimentos necessários e mesmo para a manutenção do sistema concedido.

Nas áreas da educação e da saúde, a estratégia do sucateamento do setor público também avança a olhos vistos. O ensino universitário privado continuou recebendo os recursos públicos por intermédio do Prouni – ou seja, as mesmas verbas orçamentárias negadas à rede de universidades públicas federais, mas que o Estado repassa aos caixas dos conglomerados do “unibusiness”. Um verdadeiro jogo de “me engana que eu gosto”, onde o lucro de instituições que oferecem péssimo serviço de ensino universitário é assegurado pelas bolsas de estudo oferecidas a estudantes de baixa renda, que vão sair dos estabelecimentos com a ilusão de um diploma debaixo do braço. A exemplo do fenômeno ocorrido com o ensino fundamental, a criação de um sub-setor privado, apoiado politicamente pelas chamadas classes médias, pode significar a redução do espaço para o ensino universitário público e de qualidade.

Na área da saúde, a continuidade do processo de estrangulamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é garantida pela restrição das verbas orçamentárias e pela redução paulatina da capacidade do sistema em oferecer um atendimento de qualidade à maioria da população. Pouco a pouco, consolida-se a alternativa de privatização do sistema de saúde, por meio da generalização da prática das “organizações sociais” (OSs) nos municípios e nos estados. Até mesmo o governo federal oferece o péssimo exemplo, com a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), para flexibilizar as condições de operação dos hospitais universitários. O modelo das OSs cria a falsa ilusão de um jogo em que não haveria perdedores. Uma solução aparentemente mágica, onde ganham todos os atores envolvidos. As unidades da federação por se livrarem de um abacaxi para gerir. Os usuários por receberem um serviço de melhor qualidade. Os profissionais da saúde por serem mais bem remunerados e usufruírem de melhores condições de trabalho. O “pequeno detalhe” – raramente mencionado no debate – é que tudo se inicia com uma dotação de recursos orçamentários creditados na conta da instituição privada. No entanto, essa primeira “fase de ouro” das OSs tem data de validade a vencer e a pavimentação do caminho para a privatização fará com que os atuais ganhadores das licitações sejam substituídos por grupos empresarias cujo objetivo seja apenas a realização de lucros, sem nenhuma preocupação com qualidade de serviço ou possibilidade de pesquisa.

Desoneração tributária e a redução da capacidade do Estado
Por outro lado, o desmonte do Estado conta o apoio substantivo oferecido pela utilização generalizada da prática das desonerações tributárias. É mais do que sabido que a redução dos impostos diminui a capacidade do Estado em cumprir com suas funções básicas e de ampliar seus investimentos. Lançar mão desse tipo de instrumento fiscal é recomendado, sempre de forma temporária, em momentos bem específicos do ciclo econômico. É o caso de risco de recessão e desemprego, como o vivido a partir da crise financeira internacional, onde medidas localizadas de desoneração podem servir como estímulo à retomada da produção e do consumo. Porém, a estratégia adotada em nossas terras se assemelha a apenas mais uma, dentre as inúmeras bondades oferecidas pelo Estado ao capital privado.

O governo proporcionou a desoneração da folha de pagamentos para efeitos de recolhimento de tributos para o custeio da previdência social. A medida se amplia a novos setores a cada nova Medida Provisória editada e a postura irresponsável das autoridades monta uma verdadeira bomba de efeito retardado para o nosso sistema de previdência pública e universal. O governo isentou de parte da carga tributária a venda de um conjunto amplo de bens, como a linha branca (geladeiras, máquinas de lavar, fogões, etc) e o setor automobilístico. As medidas mais recentes foram na área de energia elétrica e dos produtos da cesta básica. Porém, o fato é que apesar do benefício oferecido, os consumidores nem sempre são contemplados com a mesma redução no preço de aquisição dos bens e serviços. Em resumo, o principal beneficiário é sempre o empresário, que paga menos imposto e aumenta seu lucro.

Dessa forma, o risco que se corre é o da manutenção “ad eternum” desse tipo de redução da capacidade tributária. As medidas de isenção de impostos são periodicamente prorrogadas e o conjunto dos atores se “acostumam” a essa nova realidade. Assim como ocorreu com o fim da CPMF (fonte adicional criada para ajudar no financiamento da saúde), a tendência natural é a da diminuição das fontes de arrecadação, em especial no plano federal. O que se exige em circunstâncias como as atuais é uma ação incisiva do governo justamente para viabilizar a manutenção dos níveis tributários que se tinha no período anterior à isenção. Afinal, todos tínhamos combinado que se tratava de medidas temporárias!

Caso contrário, o conjunto das medidas acima apontadas poderá configurar a continuidade da rota do desmonte do Estado. Privatização, concessão por décadas, redução das fontes tributárias, entre outros, formam um perigoso coquetel que pode colocar em xeque as poucas conquistas ainda existentes em nosso setor público, mas que seja capaz de cumprir com as suas obrigações constitucionais e com as expectativas da maioria da população.

3 horas atrás

Obama ameaça a paz mundial

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Do sítio Vermelho:

O polêmico orçamento dos Estados Unidos para o próximo ano fiscal, entregue ao Congresso pelo presidente Barack Obama na última quarta-feira (10), tem como um dos pontos de destaque o aumento dos fundos para o Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês), cujo propósito é a modernização das armas nucleares existentes. 
Nesse sentido, o mandatário norte-americano e prêmio Nobel da Paz de 2009, Barack Obama, propôs aos legisladores de seu país reduzir o orçamento dedicado à não proliferação nuclear com o contraditório objetivo de destinar esses fundos à modernização do armamento nuclear dos Estados Unidos.

De acordo com alguns meios de comunicação, com este fato, Obama, galardoado pelo Prêmio Nobel pela luta contra a proliferação nuclear, vai solapar o acordo que os Estados Unidos subscreveram com a Rússia, chamado Novo Start, segundo o qual ambos os países puseram fim à denominada Guerra Fria, e nesse sentido se comprometeram a reduzir seu arsenal atômico em dois terços até o ano de 2018.

Segundo esta proposta, os programas nucleares do citado departamento aumentarão em ao menos 7%, o que equivaleria a cerca de US$ 500 milhões sobre a quantia atual de US$ 7,227 bilhões.

Os novos recursos atribuídos pelo presidente, que ainda não passaram pelo trâmite legal para ser aplicados, ampliam os esforços de modernização de ogivas para ser usadas tanto em bombardeiros como mísseis, ao que se deve somar um apoio financeiro para a edificação de uma nova usina de processamento de urânio no Tennessee, no sul dos EUA.

Por outro lado, os fundos para os programas de não proliferação serão reduzidos em 20% (US$ 460 milhões) abaixo da cifra atual de US$ 2,45 bilhões, uma mudança nas prioridades de gastos que reflete a decisão do governo de que os trabalhos do DOE em matéria nuclear levados a cabo com objetivos militares devem ser acelerados e ampliados.

Cabe recordar que o próprio governo norte-americano revelou no ano de 2010 que possui um arsenal nuclear de 5.113 ogivas ativas e instaladas e outros milhares não ativos.

3 horas atrás

A natureza da crise econômica

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Wladimir Pomar, no sítio Correio da Cidadania:

Por incrível que pareça, não são poucos os economistas nativos, principalmente encastelados no chamado mercado financeiro, que sugerem abertamente a elevação dos juros, a redução dos salários e as demissões de trabalhadores, para evitar as pressões inflacionárias e reequilibrar os custos.

Eles pretendem aplicar no Brasil receitas idênticas às aplicadas nos Estados Unidos e na Europa para superar a crise em que literalmente afundaram. É interessante como alguns deles acreditam que a crise financeira foi superada, embora não possam dizer a mesma coisa da crise econômica. Separam uma da outra, como se isso fosse possível, e estão felizes porque aparentemente os bancos foram salvos.

Em outras palavras, não conseguem esconder que o Estado norte-americano duplicou seu endividamento para salvar seus bancos privados, e que o Banco Central Europeu assumiu as dívidas dos Estados europeus, enquanto as empresas estadunidenses e europeias demitem milhões de trabalhadores, na esperança de salvar-se do brutal estreitamento dos mercados e da contração dos investimentos.

Alguns supõem que os países capitalistas centrais enfrentam apenas problemas macroeconômicos. Garantindo taxas de câmbio mais favoráveis, as potências capitalistas poderiam elevar a competitividade de seus produtos e enfrentar com mais sucesso a concorrência dos produtos dos países emergentes. Os Estados Unidos, em especial, que possuem o poder de emitir o dólar simbólico como equivalente universal de troca, perseveram nesse golpe, mas os resultados têm sido fracos.

Isto porque, embora a taxa de câmbio desempenhe um papel importante na determinação dos preços, ela não está no epicentro da crise. É verdade que o valor da taxa de câmbio depende da relação entre aumento da produtividade e dos salários em um país, ou do custo unitário do trabalho, em relação aos demais países. Ou da relação entre a exploração da força de trabalho num país e os demais. Mas seu papel pode ser reduzido se o país não mais possui uma indústria diversificada e seu mercado depende fundamentalmente das importações de outros países.

Em tal caso, a falta de competitividade depende menos da taxa de câmbio do que da capacidade produtiva industrial do país, mesmo que a produtividade da indústria realmente instalada seja alta, representando uma alta extração ou exploração de mais-valia da força de trabalho empregada. Aqui não adianta muito flexibilizar as leis trabalhistas, coisa que o exército industrial de reserva já resolveu naturalmente, em especial nos Estados Unidos e na Inglaterra.

O problema, então, reside na desindustrialização levada a efeito pelos países capitalistas centrais, à medida que, pressionados pelo colapso da lucratividade, exportaram capitais para países agrários e agrário-industriais, industrializando-os com base em forças de trabalho muito mais baratas. Paralelamente, passaram a emitir dinheiro fictício aos borbotões, na forma deprimes, subprimes, derivativos e uma miscelânea de papéis sem qualquer suporte em riqueza material.

Para manter a falsa impressão de bonança, os Estados Unidos e a Alemanha foram campeões no fornecimento de créditos para o consumismo desbragado. No caso da Alemanha, tanto para sua população quanto para as populações dos países europeus periféricos, levando gregos, portugueses, irlandeses etc. a suporem estar vivendo no melhor dos mundos.

Independentemente de esses países não terem rebaixado os salários, e do custo unitário do trabalho ter subido em relação ao da Alemanha, a taxa de câmbio interna ter se apreciado e das empresas terem perdido competitividade, o fato real consistiu em que sistema financeiro tinha interesse no endividamento de todos. Nada muito diferente do que ocorreu nos Estados Unidos. E, como lá, isso se traduziu em grandes dívidas impagáveis, ou bolhas de diferentes tipos.

Isso não significa que os capitalistas dos países centrais não se esforçarão para reduzir ainda mais os salários de seus trabalhadores e, com isso, elevar suas taxas de lucro. A depreciação da taxa de câmbio tem sido uma das formas tradicionais de fazer isso, distribuindo pelo conjunto da sociedade o custo do ajustamento, a exemplo do que estão fazendo os Estados Unidos. Mas a Europa, para desvalorizar o euro, teria que fazer uma reforma monetária, cujos impactos políticos parecem complexos.

Outra alternativa tradicional, como aponta Bresser Pereira, tem sido estimular uma inflação, que reduza os salários reais e aumente os salários nominais. Mas, com isso, a Alemanha perderia competitividade em relação à China e aos Estados Unidos. Nessas condições, a terceira alternativa, que está sendo adotada, é a da austeridade, que reduz os salários através da recessão e do desemprego.

Qualquer das três soluções é desumana. O peso de qualquer delas recai sobre os assalariados e as pequenas empresas, embora no momento a ira dos trabalhadores europeus e norte-americanos se volte contra a terceira e, também, contra o 1% mais rico. O pior de tudo, porém, é que a solução da atual crise econômica não depende do reequilíbrio dos custos unitários do trabalho. Ou seja, da redução dos salários.

No atual estágio de desenvolvimento técnico e científico do capitalismo, mesmo que os Estados Unidos e os países europeus reduzam salários, isto terá pouco efeito sobre a lucratividade empresarial. Os únicos países onde os salários ainda podem ser compatíveis com a necessidade de elevar as taxas dessa lucratividade são os países de baixos custos de força de trabalho da Ásia, África e América Latina.

Nessas condições, embora o capitalismo central possa momentaneamente recuperar um pouco de suas atividades econômicas, sua tendência de longo prazo é a de manter salários reduzidos e taxas crescentes de desemprego. E ver-se, cada vez mais, diante da competitividade dos novos países industrializados, em especial dos BRICS, cujo produto interno bruto somado já é maior do que o produto interno bruto das principais países capitalistas.

Essas modificações certamente terão implicações sobre o câmbio, e este continuará influenciando os custos do trabalho. No entanto, talvez seja conveniente levar em conta todas as demais tendências que a natureza da crise capitalista coloca em tensão. Afinal, estão em jogo a hegemonia dos Estados Unidos sobre o mundo, e a hegemonia da Alemanha sobre a maior parte da Europa. Convenhamos que, diante disso, as taxas de câmbio são apenas armas de pequeno calibre.

3 horas atrás

Os grupos neonazistas no Brasil

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Léo Rodrigues, no sítio da EBC: 
O crescimento do número de simpatizantes neonazistas tem se tornado uma tendência internacional. É o que aponta um monitoramento da internet realizado pela antropóloga e pesquisadora da Unicamp, Adriana Dias. De 2002 a 2009, o número de sites que veiculam informações de interesse neonazistas subiu 170%, saltando de 7.600 para 20.502. No mesmo período, os comentários em fóruns sobre o tema cresceram 42.585%.

Nas redes sociais, os dados são igualmente alarmantes. Existem comunidades neonazistas, antissemitas e negacionistas em 91% das 250 redes sociais analisadas pela antropóloga. E nos últimos 9 anos, o número de blogs sobre o assunto cresceu mais de 550%.

Adriana Dias trabalha há 11 anos mapeando grupos neonazistas que atuam na internet e também no mundo não virtual. Devido ao conhecimento construído, a pesquisadora já prestou consultoria para a Polícia Federal e para serviços de inteligência de Portugal, Espanha e outros países.

– Veja as estatísticas do crescimento de sites com assuntos neonazistas:

Brasil

Segunda Adriana, os grupos neonazistas eram predominantes no sul do país, mas nos últimos anos têm crescido vertiginosamente no Distrito Federal, em Minas Gerais e em São Paulo. Ela vem mapeando o número de internautas que baixam arquivos de sites neonazistas e considera simpatizantes aqueles que já fizeram mais de 100 downloads. Por esse critério, seus dados de 2013 apontam que há aproximadamente 105 mil neonazistas na região Sul.

No caso de Minas Gerais, os movimentos parecem ter ganhado fôlego em 2009, como forma de responder ao assassinato de Bernardo Dayrell Pedroso. Fundador da revista digital “O Martelo”, ele era uma referência do movimento neonazista na cidade. Acabou morto em um evento no município de Rio Branco do Sul (PR), por uma outra gangue de skinheads neonazistas que via em Bernardo uma barreira para sua ascenção.

Organização

Não é possível descrever um único percurso para ingresso no movimento neonazista. Mas há uma trajetória mais comum: “Geralmente, eles atendem ao proselitismo na juventude. O jovem em busca de uma causa acaba recebido pelo grupo, que o convencem de que o negro ou o judeu tomou seu espaço no mercado de trabalho, na universidade, etc”, explica Adriana Dias.

Os líderes dos grupos geralmente não participam das ações violentas. “São pessoas que já possuem uma condição financeira melhor e geralmente possuem curso superior. Eles conduzem o movimento e leem muito material antissemita. Possuem um alto grau de instrução e buscam se resguardar de eventuais ações judiciais”, descreve a pesquisadora.

3 horas atrás

Governo reduz tributos da mídia

por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Bruno Marinoni, no Observatório do Direito à Comunicação: 
O governo federal publicou no Diário Oficial da União, no dia 4 de abril, uma medida provisória que visa desonerar as empresas de radiodifusão, jornalísticas e portais de internet. A MP 612 assinada pela presidenta Dilma, elimina a contribuição patronal de 20% sobre a folha de pagamento de funcionários em troca de uma contribuição de 1% sobre o faturamento. 

Para José Antônio de Jesus Silva, coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert), é contraditório que o governo dê incentivo às empresas, enquanto essas seguem demitindo um grande número de trabalhadores. “O incentivo tinha que gerar emprego e desenvolvimento e não o enriquecimento das empresas”, defende. Segundo ele, esse recurso que a empresa preserva deveriam ser reorientados para contratações e aquisição de equipamentos, ou mantido nas mãos do Estado para investir em saúde e educação.

Os números parecem corroborar a crítica dos trabalhadores da radiodifusão. De acordo com a Fitert, a Record já demitiu 80 trabalhadores no Rio de Janeiro, 60 em São Paulo, e prevê demitir entre 500 e mil trabalhadores no país inteiro. No mesmo dia da publicação da MP, a Band demitiu 30 dos seus 52 funcionários na cidade de Barra Mansa (RJ).

A desoneração entra em vigor em 2014 e atinge diversos setores. A previsão é de que no caso específico do setor de comunicação social (radiodifusão, portais de Internet e empresas jornalísticas) a renúncia fiscal chegue a R$ 1,2 bilhão.
O radialista José Marcos, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo, explica que os trabalhadores foram “pegos meio de surpresa com essa medida” e que devem se reunir na próxima sexta-feira (12) para tomar uma posição coletiva em relação à desoneração das empresas. Contudo, já adianta suas impressões afirmando que “o que é certo é que se tem mais uma desculpa para se tirar das pessoas o direito a uma aposentadoria decente”

O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Celso Schroeder, também se diz pego desprevenido pelo tema, mas considera que pode não ser uma má idéia a medida do governo porque se passa a tributar de acordo com o tamanho da empresa, fazendo com que as com maior faturamento paguem um volume maior. 

Isenções para empresas de telecom

O governo federal já havia anunciado, em março, o corte de R$ 6 bilhões, até 2016, em tributos como PIS/Pasep, Cofins e IPI para empresas de telecomunicações empenhadas em investir no desenvolvimento da banda larga no país. O próprio Partido dos Trabalhadores (PT) havia definido em uma resolução do Diretório Nacional que se deveria rever a política de isenções do setor. As empresas que concentram a propriedade de telecomunicações no Brasil permanecem entre os líderes no ranking de reclamações em relação à qualidade do serviço que oferecem de telefonia e internet.

Entenda a ditadura da Globo

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Entenda a ditadura da Globo

por Rilton Nunes Por Eduardo Guimarães 
 

Ouso dizer que se de repente a Globo simplesmente evaporasse da face da Terra, nem os outros braços do aparato político-ideológico-midiático que a organização multimídia da família Marinho lidera iriam chorar por seu sumiço; comemorariam com fogos de artifício 

A parcela da sociedade política e ideologicamente alinhada aos governos progressistas que há uma década vêm conseguindo manter o poder contra essa máquina midiática, vem cometendo um erro de avaliação sobre o que convencionou chamar de “grande mídia”. Hoje, no Brasil, há um só grupo de mídia que, nadando contra a corrente que arrasta outros grandes grupos, vem obtendo lucros estratosféricos, crescendo e se solidificando a cada ano: as Organizações Globo. É um fenômeno impressionante. De 2002 a 2012, a Globo perdeu 22% de sua audiência em rede nacional. Em 2002, no Painel Nacional de Televisão (PNT), a média diária da emissora, entre 7h à 0h, era de 22,2 pontos. De janeiro a agosto de 2012, a média diária foi de 17,4 pontos. Cada ponto equivale a 191 mil domicílios no país. Em uma década, porém, a participação da Globo nos investimentos publicitários em TV aberta se manteve em 70%. O faturamento bruto da TV aberta da Globo com anúncios passou de R$ 5,65 bilhões em 2002 para R$ 18 bilhões em 2011. Mais impressionante ainda: o lucro da Globo, ano passado, subiu 36% e chegou a R$ 2,9 bilhões – um aumento de 35,9% ante o resultado do ano anterior –, apesar da queda de audiência. O paradoxo entre queda de audiência e aumento do faturamento se deve à estratégia multimídia das Organizações Globo. Além da principal emissora de TV do país, o grupo também detém jornais e revistas, além de participação em empresas como a Net e Sky e nos canais pagos da Globosat, como SporTV, Multishow e Telecine. Não existe país nenhum no mundo com um império de comunicação como esse. Isso ocorre enquanto outros grandes grupos de mídia como a Rede Record, o Grupo Folha, o Grupo Estado e a Editora Abril vêm amargando seguidos prejuízos. O mais impressionante é o resultado publicitário da Globo no que tange a verbas oficiais. Apesar da queda de audiência, as plataformas de mídia globais açambarcam 64% das verbas de publicidade do governo federal. Como resultado dessa ditadura midiática e política, os irmãos João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto Marinho ocupam, respectivamente, o 7º, o 8º e o 9º lugares na lista que a revista Forbes publica dos homens mais ricos do Brasil. João Roberto e Roberto Irineu acumulam hoje uma fortuna de 8,7 bilhões de dólares cada um. Já José Roberto tem uma fortuna estimada em 8,6 bilhões de dólares. Como não existe um marco regulatório que vete a monopolização de tantas plataformas de mídia – que, em enorme parte, são concessões públicas entregues aos Marinho pelo governo federal –, enquanto a Globo lucra como nunca os grupos de mídia que atuam politicamente em consonância com a ditadura global vão ficando com as gordas migalhas que caem da mesa, mas que não bastam para impedir-lhes os problemas financeiros. Mas por que, então, vemos impérios de comunicação como o Grupo Folha, o Grupo Estado, a Editora Abril e outros aliarem-se à guerra aberta que a Globo, de forma aparentemente inexplicável, trava com um governo federal que se entrega à sua voracidade por dinheiro e concessões públicas? A questão parece ser muito mais ideológica do que prática. Apesar de forrar as Globos com a parte do leão das verbas e das concessões públicas, os governos do PT são vistos pelo resto da grande mídia como inimigos do capitalismo. As famílias Frias, Mesquita, Civita e congêneres acham que um governo tucano, por exemplo, distribuiria mais benesses ainda e as salvaria de uma situação que, em verdade, deve-se à voracidade Global. Assim, os governos do PT tornaram-se o inimigo comum de grupos de mídia que, por trás da aparente cordialidade, são adversários ferozes na disputa pelas benesses do Estado. Mas a Globo não prejudica o resto da comunicação no Brasil apenas ficando com quase tudo em termos de publicidade oficial e privada. A hegemonia da organização da família Marinho prejudica o país ao impor costumes, vetar projetos governamentais, leis, ao difundir ignorância, preconceito e muito mais. O padrão “racial” da publicidade e da televisão brasileiras, por exemplo, que exclui a verdadeira etnia de nosso povo, é oriundo de uma visão da Globo sobre o país. Novelas, publicidade, tudo o que se vê retrata um país de aparência europeia porque a Globo criou e mantém esse padrão. A ausência de programas que discutam o país, que se aprofundem em debates importantes, inclusive políticos, é oriunda de uma programação da Globo feita para emburrecer e alienar o espectador. Como a Globo é uma receita de sucesso, seu padrão é seguido pela concorrência na mídia eletrônica, sobretudo na televisão. Haja vista as cópias de excrescências como o Big Brother em outras emissoras, das novelas bobinhas com elenco ariano etc. A teledramaturgia global, em particular, é dramática – para fazer um trocadilho. Novela após novela é encenada no eixo Rio-São Paulo, com enredos que se repetem sem parar, com vilões e mocinhos – e mocinhas – idênticos, sempre exaltando as classes sociais abastadas a que a cúpula da Globo pertence. Todo esse poder da Globo se deve à sua capacidade de chantagear a classe política. Executivo, Legislativo e Judiciário ajoelham-se no altar Global de Norte a Sul do país. Nem a Presidência da República escapa. Apesar de não vir conseguindo eleger o presidente da República desde 2002, a Globo, ao levar escândalos reais e inventados ao Jornal Nacional, novelas, programas humorísticos etc., selecionando os que quer expor e os que quer esconder, consegue a subserviência da República aos seus ditames. Se até os grandes grupos de mídia além da Globo estão sendo sufocados por ela, imaginemos o que acontece com a mídia dita “alternativa”, que deve desaparecer em poucos anos se nada mudar. Todavia, a própria grande mídia – Globo excluída – não deve resistir tanto assim. Com o passar do tempo, os Marinho irão adquirindo participações de tudo até que estabeleçam um imenso monopólio da comunicação nacional. Não existe um só país da importância do Brasil e no qual vigore regime verdadeiramente democrático que tenha praticamente toda a comunicação nacional sob o tacão de uma única família, de um único império empresarial de comunicação.Após uma década de governos progressistas que conseguiram distribuir renda, diminuir a pobreza e avançar em termos de solidificação da economia, com aumento exponencial de infraestrutura etc., o Brasil caminha para a Idade Média nas comunicações. Como livrar o pais da ditadura da Globo? Boa pergunta. Se nem após dez anos de governos do PT conseguimos dar um mísero passo para desconcentrar o poder que a família Marinho começou a acumular graças à ditadura, parece quase impossível mudar isso agora. A Globo não tem hoje menos poder, tem mais, muito mais. E esse poder está crescendo a cada ano. E se em 2013 conseguir colocar um despachante no lugar de Dilma no Palácio do Planalto, melhor será mudar o nome do país para República Global do Brasil. SINTONIA FINA – @riltonsp   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

IG e sua fabrica de escândalos “O que a imprensa publicou sobre investigação de Lula, o fez por sua conta e risco – afirma MPF”

por Rilton Nunes 
Marcelo Bancalero

Essa imprensa  não se cansa de produzir factoides!

Como a farsa do MENTIRÃO ,está com os dias contados, resolvem atacar Lula diretamente. E para isso, utilizam-se de  sua liberdade abusiva para plantar escândalos. 

Mancharão a reputação de muitas pessoas ligas ao PT, com intenções escusas.


Erenice Guerra, Palocci, Orlando Silva, Zé Dirceu, Genoino, João Paulo Cunha, Pizzolato…

Bastou ser petista, pra correr o risco de ter sua reputação colocada em risco por essa corja de golpistas!
Todos os  que sofreram  ataques desta imprensa bandida provaram sua inocência.

O Alvo sempre foi o PT, foi Lula!
E agora isso está mais que provado!

Querem tirar a credibilidade de quem está acabando com as chances eleitorais desse partido de bandidos, o PSDB. E não se deixem enganar, eles tem mais  escândalos  pré-fabricados prontos para serem lançados nas casas dos brasileiros pela mídia bandida até 2014.
Mas eles podem até insistir na condenação dos petistas na AP 470. Porém, o povo já tem acesso à documentação que mostra o jogo de interesses por  trás da farsa montada.

Agora a população, o próprio Lula deveriam cobrar pelo direito de resposta na telinha do Plim Plim que deu a notícia falsa, como se fosse fato.

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Lula não é citado em investigação do Ministério Público


O Ministério Público Federal no DF (MPF/DF) confirmou, na tarde desta quarta-feira, que requereu à Polícia Federal a instauração de inquérito para “apurar um dos fatos descritos pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza em depoimento prestado à Procuradoria Geral da República (PGR) em setembro de 2012″, conforme nota publicada no último dia 5. Mas, em nenhum momento, afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria envolvido nesta ação, como esclareceu a instância judicial, por meio de sua porta-voz, Carla Zanetti, em entrevista ao Correio do Brasil. – O que a imprensa publicou (acerca das ilações quanto ao ex-presidente Lula estar envolvido no processo), o fez por sua conta e risco – afirmou Zanetti. O que a nota expedida pela instituição pontuou, acrescenta, é que “o teor específico desta ação corre sob sigilo de Justiça” e o relato “divulgado na imprensa” não seria confirmado ou negado pela promotoria exatamente porque está protegido do conhecimento público. O pedido de investigação à Polícia Federal, segundo confirma o MPF, restringe-se à informação de Valério sobre o citado “repasse de US$ 7 milhões por parte de fornecedora da Portugal Telecom em Macau (China), ao Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de contas bancárias no exterior”. Se houve realmente o fato e quem estaria nessa operação; além de todas as demais questões relativas ao processo, segundo Zanetti, “serão apuradas ao longo da investigação”. Em nenhum momento, porém, o Ministério Público teria citado o ex-presidente Lula. Quando foram publicadas as primeiras notícias sobre o um provável depoimento de Marcos Valério sobre o possível repasse de recursos à Portugal Telecom, o ex-presidente Lula teria dito a repórteres que o publicitário era um “mentiroso” e, depoi,s não tocou mais no assunto. Novamente questionado sobre o tema, o ex-presidente afirmou, por meio de nota assinada pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que “não há nova informação em relação às que foram publicadas há cinco meses” SINTONIA FINA – @riltonsp   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

A GLOBO E SEU MODO “SUTIL” E “CANALHA” DE PEDIR A ALTA DOS JUROS

por Rilton Nunes  
Em vez de pendurar uma melancia no pescoço, a apresentadora Ana Maria Braga colocou um colar de tomates e disse estar usando uma “joia”; capa desta quinta-feira do jornal O Globo reforça o pedido por juros maiores; no entanto, sinais da economia são contraditórios, o que dificulta a ação do Banco Central e de seu presidente, Alexandre Tombini; vendas no varejo caíram 0,4%… 

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária será decisiva. Nos dias 16 e 17 de abril, os diretores do Banco Central avaliam se a taxa básica de juros, a Selic, deve subir para frear a economia e conter a inflação, que ultrapassou momentaneamente o teto da meta, fixado em 6,5%. A pressão para que os juros subam, como se sabe, é intensa e tem motivações não apenas econômicas, mas também políticas. Uma economia em ritmo ainda mais lento poderia retirar da presidente Dilma Rousseff seu maior trunfo eleitoral, que é o desemprego ainda muito baixo e nos menores níveis da história recente. Do time que trabalha pela alta dos juros, há banqueiros, economistas, colunistas de jornais e, agora, uma apresentadora de televisão. É Ana Maria Braga, que, na Globo, apresenta o programa de variedades “Mais você”. Ontem, ao vivo, ela decidir aparecer não com uma melancia no pescoço, mas com um colar de tomates. Disse estar usando “uma joia”. Foi assim, com a sutileza de um elefante, que a Globo decidiu reforçar a campanha pela alta dos juros num programa voltado a donas de casa.  No entanto, a decisão de abril do Copom será das mais difíceis. Embora a inflação tenha superado o teto da meta, a própria colunista Miriam Leitão, também do Globo, reconhece que é um fenômeno apenas momentâneo. Os preços de alimentos começam a cair e as vendas no varejo, um bom termômetro da atividade econômica, recuaram em fevereiro. Leia, abaixo, notícia da Reuters sobre a retração do varejo, que acaba de ser divulgada: Vendas no varejo brasileiro caem 0,4% em fevereiro–IBGE quinta-feira, 11 de abril de 2013 09:04 BRT RIO DE JANEIRO, 11 Abr (Reuters) – As vendas no varejo brasileiro tiveram queda de 0,4 por cento em fevereiro ante janeiro e, sobre um ano antes, caíram 0,2 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Analistas ouvidos pela Reuters previam que as vendas subiriam 1,2 por cento em fevereiro ante janeiro, segundo a mediana das projeções de 21 economias. As contas variaram de zero a 2,80 por cento de alta. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a expectativa era de alta de 3,65 por cento de acordo pela mediana de 20 projeções, com as projeções ficando entre 1,30 e 6,50 por cento. SINTONIA FINA – @riltonsp – com 247

10 horas atrás

“Hatari!”, de Howard Hawks (trailer)

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

“Hatari!”, de Howard Hawks (trailer)

por noreply@blogger.com (André Setaro)   Compartilhar  Marcar como lido  Curtir  

10 horas atrás

Dirceu prepara nova cartada contra o Mentirão

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Dirceu prepara nova cartada contra o Mentirão

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa dormindo Dirceu prepara nova cartada contra a AP 470  Brasil 247 – Uma nova estratégia deve ser adotada pelos réus condenados na Ação Penal 470, além dos recursos que serão apresentados no Supremo Tribunal Federal (STF): a revisão criminal. O ex-ministro José Dirceu, por exemplo, condenado a dez anos e dez meses de prisão no julgamento do ‘mensalão’, afirmou que sua defesa entrará com o pedido assim que o processo estiver concluído. “A revisão criminal pode anular o processo”, disse ele, ao jornal Valor Econômico. A estratégia está prevista no artigo 621 do Código de Processo Penal e pode ser utilizada depois do trânsito em julgado de uma condenação criminal, ou seja, depois que for publicado o acórdão do julgamento – o que, no caso da AP 470, deve acontecer nos próximos dias, uma vez que todos os ministros do Supremo já entregaram a revisão de seus votos. A revisão criminal é um processo autônomo, diferente dos dois tipos de embargos a que a corte pode receber: embargos de declaração ou embargos infringentes. No caso da revisão criminal, ela é permitida quando “a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos”, quando “se fundar em depoimentos, exames ou documentos comprovadamente falsos” e quando, após a sentença, “se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuição especial da pena”, explica a reportagem. Um dos argumentos de Dirceu para entrar com o recurso é o de que não houve dinheiro público envolvido no caso do ‘mensalão’. Ele explica: os recursos tiveram origem em empréstimos feitos pelas empresas do publicitário Marcos Valério no Banco Rural que foram repassados ao PT – e não em desvios de dinheiro da Câmara dos Deputados e do Banco do Brasil. O petista alega ainda que o Supremo cometeu um erro gravíssimo ao considerar que os recursos da Visanet eram públicos, quando, na verdade, eram privados. A entrevista concedida à Folha de S.Paulo nesta quarta-feira, pela qual Dirceu faz acusações contra o ministro Luiz Fux, que teria prometido sua absolvição no julgamento em troca de uma vaga na corte, é apenas uma parte do que sabe o ex-ministro do governo Lula. Até um livro sobre o ‘mensalão’ poderá sair em meio a sua batalha contra a condenação. “Se a indesejada [a morte] não vier me visitar, como diz o Paulo Coelho, eu vou lutar até o meu último suspiro”, disse ele.
Share/Bookmark às 13:000 comentários Links para esta postagem Marcadores: Ação Penal 470MentirãoZé Dirceu   Do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

Como evitar novos ‘Fux’: a aposta argentina

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 

https://i0.wp.com/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/03/23/fux-nelson-jr-300.jpg 
As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de José Fux à Suprema Corte não são novas. Tampouco singulares do percurso trilhado pela maioria dos integrantes daquela instituição. Joaquim Barbosa, por exemplo. Valeu-se de um encontro fortuito com Frei Betto para fazer chegar sua aspiração e seu currículo à Presidência da República, exercida por Lula. Assim por diante. Embora conhecido, o percurso de Fux nem por isso deixa de inspirar um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revela no acesso a um posto, teoricamente, reservado à sobriedade e à isenção. Relata Dirceu ter sido procurado em 2010 pelo então ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em garimpagem de apoios à indicação para o STF. Seis meses após intenso assédio, o ex-chefe da Casa Civil aquiesceu em receber Fux no escritório de advocacia de um amigo, cujo titular, por certo, pode atestar a veracidade do encontro. Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. Dirceu, por certo, tem testemunhos que podem reiterar seu relato. O silêncio de Fux é eloquente. O que ele fez de sua promessa é igualmente sabido e revelador. Não cabe discutir o caráter dos escolhidos para o STF. Mas o saldo do método não é dos melhores. E isso diz respeito à democracia. Desvios de comportamento, que vão da vaidade efervescente, ao desequilíbrio ostensivo no exercício de um missão, em si, credora de predicados opostos, foram – tem sido – cumulativamente testemunhados pela sociedade. Poucos, se é que cabe ombrear alguém à dignidade solitária do ministro Ricardo Lewandowski, declinaram da genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470. Fux, por certo, não foi um deles. E a tal ponto, que empresta pertinência à dúvida. O que mais teria prometido Fux, e a quem, ao longo de um julgamento que se tornou explicitamente político, com juízes banhando-se nus nas águas de uma sintonia eleitoral escrachada, sem pejo, nem apego decência? O tempo não regenera os pilares trincados daquele espetáculo midiático, em que provas inexistentes foram supostas, e dúvidas incontornáveis foram torneadas em formato de condenação. (Leia aqui a edição especial da revista Retrato do Brasil, do jornalista Raimundo Pereira, sobre as falhas gritantes no julgamento). A resistência do ministro Joaquim Barbosa ao legítimo direito de acesso aos votos e aos prazos de recursos pleiteados pela defesa do acusados, ademais de arbitrária, transpira suspeitas. O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina. A Presidenta Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário no país. Um deles preconiza a eleição direta, pela população, de membros do Conselho da Magistratura. O Conselho argentino julga desvios e desmandos de juízes e advogados. Integrado por personalidades eleitas pelo voto direto, como preconiza a reforma, seu poder de quebrar o corporativismo e desguarnecer a impunidade no judiciário cresce significativamente. Não por acaso, a oposição, que se valeu do Judiciário para barrar a Ley de Meios, já se manifesta contrária à mudança. No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça é recente, tendo sido criado apenas em 2004. É formado por 15 membros:

  • nove integrantes dos Tribunais Superiores e das Justiças Federal, Estadual e do Trabalho;
  • dois integrantes do Ministério Público;
  • dois advogados;
  • dois cidadãos ‘com notável saber jurídico e reputação ilibada’.

O mandato é de dois anos. E as indicações são autorreferentes. Como acontece no caso das agencias reguladoras, capturadas pelos regulados, os fiscalizados aqui tem influencia determinante na nomeação dos fiscais. Uma das funções do CNJ, porém, é assegurar que os magistrados ‘julguem com imparcialidade’. Fosse composto de personalidades eleitas pelo voto da sociedade, o que diria o CNJ do comportamento esvoaçante, digamos assim, de magistrados como o senhor Fux? O desassombro do governo argentino sugere mais que isso. A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrática que a do Vaticano na escolha do Papa. O caso do ministro Fux é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas. Nem por isso as mais condizentes com as expectativas e compromissos intrínsecos às obrigações daquela corte. Por que não democratizar esse processo, se não pelo voto direto, imediato, ao menos para livra-lo das sombras de onde emergem os ‘Fux’ e assemelhados? A ver. Saul Leblon
No CartaMaior
Postado por zcarlos ferreiraàs 17:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: JudiciárioLuiz FuxSTF   Ainda do Blog COM TEXTO LIVRE Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

O risco do avanço

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo reagir à altura? https://i0.wp.com/www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Barbosa.jpgO risco é grande e, pior ainda, crescente. O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo Tribunal Federal usar o direito de reagir à altura, como é provável que acabe acontecendo? Em qualquer caso, estará criado um embaraço extremo. Não se está distante nem da possibilidade de uma crise com ingredientes institucionais, caso o ministro Joaquim Barbosa progrida nas investidas desmoralizantes que atingem o Congresso e os magistrados. O fundo de moralismo ao gosto da classe média assegura às exorbitâncias conceituais e verbais do ministro a tolerância, nos meios de comunicação, do tipo “ele diz a coisa certa do modo errado” – o que é um modo moralmente errado de tratar a coisa errada. Não é novidade como método, nem como lugar onde é aplicado. Nem por isso o sentido dos atos é mudado. “Só se dirija a mim se eu pedir!” é uma frase possível nas delegacias de polícia. Dita a um representante eleito da magistratura, no Supremo Tribunal Federal, por seu presidente, é, no mínimo, uma manifestação despótica, sugestiva de sentimento ou pretensão idem. Se, tal como suas similares anteriores, levou apenas a mais uma nota insossa dos alvejados, não faz esperar que seja assim em reedições futuras desses incidentes. Afinal, quem quer viver em democracia tem o dever de repelir toda manifestação de autoritarismo, arbitrariedade e prepotência. É o único dever que o Estado de Direito cobra e dele não abre mão.Facilitário A Câmara avança no projeto de tornar obrigatória a liberação, pelo governo federal, das verbas correspondentes às chamadas “emendas parlamentares”. São as verbas destinadas, no Orçamento da União, às finalidades desejadas por cada deputado e cada senador. Na sua origem, as emendas eram um dispositivo de atendimento a necessidades e reivindicações mais conhecidas pelo parlamentar da região do que pelo governo federal. Eis no que deram: na megaoperação feita anteontem em 12 Estados, pelo Ministério Público, contra a corrupção, em 79 cidades foram reprimidas fraudes e desvios de verbas provenientes, todas, de emendas parlamentares. Se a investigação continuar, chegará a parentes, sócios e laranjas dos parlamentares. Não é por outro motivo que desejam a obrigatoriedade da liberação de suas emendas pelo Tesouro Nacional. Por uma vez Parte das tevês e dos jornalistas esportivos valem-se de uma CBF chegada ao “é dando que se recebe”, como atestam as longevidades de João Havelange e Ricardo Teixeira, incólumes, na presidência da entidade. Mas, se é para substituir o não menos deplorável José Maria Marin, talvez pudessem concordar, desta vez, com alguma dose de decência no comando do decomposto futebol brasileiro. Janio de Freitas
No fAlha
Postado por zcarlos ferreiraàs 11:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: Janio de FreitasJoaquim BarbosaSTF   Também do Blog COM TEXTO LIVRE.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

Feliciano está doente da cabeça e da alma

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
    Postado por zcarlos ferreiraàs 14:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: Bob FernandesEvangélicosMarco FelicianoReligião   Do Blog COM TEXTO LIVRE.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Bono Vox: Lula é um “tesouro global que nos inspira”

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) O vocalista do U2, Bono Vox, gravou na terça-feira 9 uma mensagem em vídeo para os brasileiros após o encontro que teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Londres. Bono disse que o ex-presidente brasileiro é um tesouro global que “nos inspira”.
Bono é um ativista político e um dos criadores da Fundação One, que atua no combate à extrema pobreza e a favor de melhores políticas de desenvolvimento.
Veja o vídeo com a mensagem de Bono aqui:

CartaCapital De Recife – PE. Diógenes Afonsoàs 05:320 comentários 

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Vaticano baixa filmes pornográficos

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) Maior parte dos filmes baixados no Vaticano é pornografia

Em fevereiro, o site TorrentFreak divulgou que agentes no prédio do FBI estariam baixando filmes e séries piratas. Talvez fosse uma investigação em andamento, talvez não. Em um comunicado, o FBI disse que pirataria é crime e encerrou o assunto. Dessa vez, o TorrentFreak rastreou outros pontos de acesso e encontrou um local improvável como foco de downloads: o Vaticano.
Mas não eram seriados: a maioria dos arquivos baixados era de filmes pornográficos. Filmes como “Os Vizinhos”, “Toque” e “Lea Lexis and Krissy Lynn” aparecem tendo sido baixados pela “Holy See – Vatican City State” (Santa Sé – Vaticano). A maioria desses filmes tem como tema os fetiches sexuais de submissão, dominação, sadismo e masoquismo.
O rastreamento foi feito pelo serviço ScanEye, a pedido do TorrentFreak. No entanto, pode ser que os autores dos downloads não sejam bispos e cardeais. Há muita gente ligada à Igreja, como guarda-costas dos eclesiásticos, que têm acesso à cidade. Ainda assim, é curioso pensar que tantos filmes “profanos” sejam assistidos no coração da Igreja Católica.
Portal Yahoo De Recife – PE. Diógenes Afonsoàs 15:370 comentários

Do Blog TERRA BRASILIS Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Os piadistas do STF

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
 Um Supremo bipolar
Por Cristiana Castro, no Luis Nassif Online
Comentário ao post “Juízes do STF evitam falar sobre declarações de Dirceu

Agora ninguém quer falar mais nada. Depois de arrebatar os prêmios e cargos distribuídos pelas empresas de comunicação, escrever prefácios, carregar repórteres para reunião com associações de classe, pautar um julgamento em pitacos de colunistas, prestigiar lançamento de livros de jornalistas “da casa” esculachando o governo dos réus, seguir cronograma de rede de TV, alimentar agressões a réus e magistrados nas ruas etc… Ninguém mais lê nada, assiste nada, ouve nada e fala nada. Afinal somos membros do STF e não podemos estar por aí dando declarações fora dos autos. Agora, além de tudo são piadistas. Dirceu mandou muito bem na entrevista e, lembrou detalhes que já havíamos esquecido, tipo as alterações ainda antes do julgamento para forçar sua cassação.  Com relação a Fux, eu nem vou comentar mais nada, em respeito a mãe dele, que todo mundo aqui é testemunha que tentou até o último minuto e deve estar tentando, até hoje transformar  Johnny Bravo em Ministro do STF. O máximo que rolou foi a conversão do magistrado faixa-preta em ministro tarja-preta.  Cara, eu não sei mais nem o que pensar. Nem Chapolim Colorado pode nos salvar desse STF.
Share/Bookmark às 10:300 comentários Links para esta postagem Marcadores: Falta de vergonhaGolpeLuis NassifPalhaçosSTF   Também do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Como surge um Fux?

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)  Democracia x Judiciário: Como surge um ‘Fux’?

As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de Luiz Fux à Suprema Corte não são novas. Nem por isso deixam de inspirar  um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revelam no acesso a um posto, teoricamente reservado à sobriedade e a isenção. Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. O que ele fez dessa promessa é sabido e revelador. Não cabe discutir  o caráter dos escolhidos para o STF. O fato é que o saldo do método não é dos melhores. Exposta aos holofotes e às tenazes do cerco midiático, durante quatro meses e meio, aquela corte soçobrou à genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470.  O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina, onde a Presidente Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário. A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrática e viciada que a do Vaticano na escolha do Papa. O caso do ministro Fux  é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas.
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Share/Bookmark às 00:040 comentários Links para esta postagem Marcadores: Carta MaiorLuiz FuxSaul LeblonSTF   Do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Por que o Mensalão tem que ser revisto

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
Do Diário do Centro do Mundo – 11 de abril de 2013

O caso Fux é uma evidência poderosa disso.

Um julgamento em circunstâncias longe das ideais  Um julgamento em circunstâncias longe das ideais 

Paulo Nogueira

O caso Fux – seu encontro admitido com Dirceu quando buscava uma vaga no Supremo que o faria julgar o homem cujo favor queria – reforça um fato: o julgamento do Mensalão tem que ser urgentemente revisitado pelos brasileiros.

Nem que seja para, serenamente, e dadas à defesa todas as condições de trabalho, confirmar as sentenças.

Se não, há um grande risco de, mais para a frente, a sociedade lamentar não ter feito nada não, repito, para mudar o veredito – mas para submetê-lo a uma checagem humanitária, dadas as penas tão severas e lavradas em circunstâncias tão especiais: durante eleições.

Foi tudo muito rápido para um julgamento tão vital.

Vistas as coisas poucos meses depois, reforça-se a impressão de que foi decisiva a influência da mídia na condução das coisas.

A mídia influencia cada vez menos a chamada voz rouca das ruas, como se tem observado nas urnas.

Mas seu poder de intimidação diante de pessoas públicas é talvez maior que nunca, depois que foi subtraído à sociedade, e por um ministro do STF, o sagrado direito de resposta em situações de claro linchamento de reputação.

Temos uma noção da importância desse direito – eliminado numa desastrada ação de Ayres Britto – quando vemos uma clássica amostra dele. Brizola era tripudiado abjetamente pelas Organizações Globo,  e um dia enfim conseguiu a chance de responder. É provável que nunca o JN tenha sido tão verdadeiro quanto neste momento em que foi editado por Brizola.

Veja:

São tantas as questões não respondidas adequadamente sobre o Mensalão – foi mesmo desvio de dinheiro público, para começo de conversa – que é uma violência tomar como definitiva a palavra de juízes submetidos a uma pressão fortíssima da mídia num espaço de tempo tão breve.

Que o interesse da mídia foi plenamente atendido com o veredito ficou claro. Mas não ficou tão claro assim que o interesse público tenha sido atendido.

Pense em Fux e seu comportamento instável e ciclotímico: se ele e apenas ele  tivesse votado de outra forma o veredito teria sido outro.

Não se trata de gostar ou não de Dirceu, ou de Genoíno, ou do PT. Trata-se, isto sim, de ter mais clareza sobre o que é justiça neste caso.

Atirar pessoas por longos períodos às celas, em circunstâncias tão controversas e sob tamanhas dúvidas, é um erro espetacular.

Ainda é tempo de corrigi-lo.

O passo essencial é, agora, dar tempo aos recursos da defesa.

 

Paulo Nogueira. Jornalista baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo. . Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no OrkutPostado por celvioàs 06:360 comentários Links para esta postagem Também do Blog ContrapontoPIG.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Mídia esconde processo contra Aécio

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)

 

 

Do Blog do Miro – quarta-feira, 10 de abril de 2013

 

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/

 Por Altamiro Borges

   Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu, na semana passada, que o tucano Aécio Neves continua como réu na ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual. O ex-governador é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional de financiamento do sistema público de saúde entre 2003 e 2008. A mídia comercial, que adora um escândalo político, é tão seletiva que não deu qualquer destaque à decisão do TJMG.
Segundo o sítio do deputado Rogério Correia, “desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde. Consequência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue no estado”. O ex-governador mineiro, que vive se jactando do tal “gestão de gestão”, poderá sofrer uma baita indigestão. O julgamento da ação está previsto para ocorrer ainda neste ano.

Se for considerado culpado pelo desvio dos recursos públicos, o senador ficará inelegível. Sua cambaleante candidatura presidencial entraria em coma – que não é alcoólica. É lógico que o grão-tucano tem muitos defensores. A mídia não deu manchete para a decisão da justiça e evitará tratar do tema. Ela só gosta de levantar suspeitas de corrupção contra os tais “lulopetistas”. Já a Justiça é cega! Até hoje não julgou o chamado mensalão tucano – que a mídia trata como mensalão mineiro.    A conferir!   . Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Postado por celvioàs 00:150 comentários Links para esta postagem   Do Blog ContrapontoPIG Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir 

10 horas atrás

Juros vão subir; só resta saber quando e quanto

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Juros vão subir; só resta saber quando e quanto

por rkotscho tombini ae hg Juros vão subir; só resta saber quando e quanto O tomate, que chegou a custar R$ 15,00 o quilo, derrotou o controle da inflação, que já ultrapassou o topo da meta do governo, chegando a 6,59% ao ano, algo que não acontecia desde 2011. Os preços dos alimentos que jogaram a inflação para cima já começaram a cair, mas não o suficiente para evitar a provável alta dos juros na reunião do Copom marcada para a próxima semana. O IPCA caiu de 0,60% em fevereiro para 0, 47% em março, m,uito pouco para evitar que o Banco Central, disposto a afirmar a sua autoridade, aumente os juros que estão em 7,25% ao ano. Bem que o governo gostaria de esperar até maio para ver como se comporta a inflação, mas todos os indicadores do mercado estão apontando para uma alta de 0,25% já na reunião de abril. A perspectiva é que a taxa Selic tenha quatro aumentos de 0,25% até o final do ano como forma de recuperar a credibilidade do BC, após as declarações da presidente Dilma Rousseff feitas na África do Sul, ao dizer que medidas de combate à inflação não podem prejudicar o crescimento da economia. Fazer a economia crescer sem deixar a inflação subir é o grande desafio da presidente Dilma neste ano pré-eleitoral e, por isso, a política de juros volta ao centro da discussão sobre os rumos economicos do país. “A bola agora está com o Banco Central”, é o que se ouve no Ministério da Fazenda, depois que a presidente Dilma deu ordens para que só o BC fale sobre juros. E o que mais o governo poderia fazer para enfrentar a resistência da inflação além das medidas já tomadas e de programar uma alta escalonada dos juros? Duas áreas que estão em estudos são as de transportes e planos de saúde, que deverão ser desoneradas e ficar mais baratas para ajudar no combate à inflação. Que os juros vão subir proximamente já ninguém tem dúvidas no mercado. Resta saber quando e quanto. Façam as suas apostas. 

10 horas atrás

Deus nos livre de um Brasil evangélico

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Deus nos livre de um Brasil evangélico

por carol Deus nos livre de um Brasil evangélico
Ricardo Gondim Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles em avenidas da cidade com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”. Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação à bobagem estampada publicamente; hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. Antes explico: eu gostaria de ver o Brasil permeado com a elegância, solidariedade, inclusão e compaixão do Evangelho. Mas a mensagem subliminar dos outdoors, para quem conhece a cultura do movimento evangélico, é outra. Os evangélicos sonham com o dia em que cidade, estado e país se convertam em massa, e a terra dos tupiniquins tenha a cara de suas denominações. Afirmo que o sonho é que haja um “avivamento” religioso que leve uma enxurrada de gente para os templos evangélicos. Não reside entre os teólogos do movimento qualquer  desejo de que valores cristãos influenciem a cultura brasileira. Eles anelam tão somente que o subgrupo, descendente distante dos protestantes, prevaleça. Ao eles não interessa que haja um veloz crescimento numérico entre católicos romanos; que ortodoxos sírios, russos, armênios ou gregos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar “crente”, com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira). Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse a tal levedação radical do Brasil. Imagino uma Genebra calvinista brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo não inglês, mas moreno. Caso acontecesse, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Respondo: seriam execrados como diabólicos, devassos e pervertedores dos bons costumes. Não gosto nem de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Um Brasil evangélico empobreceria, já que sobrariam as péssimas poesias do cancioneiro gospel. As rádios tocariam sem parar músicas horrorosas como  “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”. Uma história minimamente parecida com a dos puritanos calvinistas provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade? Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse Charles Darwin como “alucinado inimigo da fé”. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos. Derridá nunca teria uma tradução para o português. O que dizer de rebeldes como Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, seriam pesquisados como desajustados. Ganhariam rótulos para serem desmerecidos a priori como loucos, pederastas, hereges. Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. A alegria do futebol morreria; alguma lei proibiria ir ao estádio ou ligar televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada de várzea, aconteceria quando? Haveria multa ou surra para palavrão? Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu. Basta uma espiada no histórico de Suas Excelências da bancada evangélica nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para se apavorar. Se, ainda minoria, a bancada evangélica na Câmara Federal é campeã em faltas e em processos no STF, imagina dominando o parlamento. Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura estadunidense. Obcecados em implementar os “valores da família”, tão caros ao partido republicano dos Estados Unidos, recrudesceria a teologia de causa-e-efeito, cármica, do “quem planta, colhe”. Vingaria o sucesso como aferidor da bênção de Deus. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica. Uma nova elite religiosa (os ungidos) destilaria maldição contra os “inimigos da fé”, os “idólatras”, os “hereges”, com mais perversidade do que aiatolás iranianos. Ficaria mais fácil falar de inferno e mandar para lá todo mundo que rejeitasse algumas lógicas ortodoxas. Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro perguntando: Como seria uma emissora liderada por evangélicos? Adianto: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante. Prefiro, sem pestanejar, os textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado, a qualquer livro da série “Deixados para Trás” do fundamentalista de direita, Tim LaHaye. O demagogo Max Lucado (que abençoou a decisão de Bush bombardear o Iraque) não calça o chinelo de Mário Benedetti. Toda a teocracia um dia se tornará totalitária. Toda a tentativa de homogeneizar a cultura precisa se valer de obscurantismo. Todo o esforço de higienizar os costumes é moralista e hipócrita. O projeto cristão visa preparar para a vida. Jesus jamais pretendeu anular os costumes de povos não-judeus. Daí ele celebrar a fé de um centurião, adorador no paganismo romano, como especial e digna de elogio. Cristo afirmou que, entre criteriosos fariseus, ninguém tinha uma espiritualidade tão única e bela como daquele soldado que se preocupou com o escravo. Levar a Boa Notícia – Evangelho – não significa exportar cultura, criar dialeto ou forçar critérios morais. Na evangelização, fica implícito que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, como sempre fizeram. O evangelho convoca à pratica da justiça; cria meios de solidariedade; procura gestar homens e mulheres distintos; imprime em pessoas o mesmo espírito que moveu Jesus a praticar o bem. Há estudos sociológicos que apontam estagnação quando o movimento evangélico chegar a 35% da população brasileira. Esperemos que sim. Caso alcançasse a maioria, com os anseios totalitários e teocráticos que já demonstra, o movimento desenvolveria mecanismos para coibir a liberdade. Acontece que Deus não rivaliza a liberdade humana, mas é seu maior incentivador. Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.
Soli Deo Gloria

10 horas atrás

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RJ – Ato-Encontro de Resistência de Comunidades Impactadas na Aldeia-Quilombo ManguiN’Ação: sábado, 13, às 13 horas

comentários Comentários (0) Por racismoambiental, 11/04/2013 18:00 Share on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4 O filme abaixo é um exemplo do que vem acontecendo em Manguinhos e em outras comunidades e que justifica Atos-Encontros como o do próximo sábado. Produzido por A Nova Democracia, seu título é “Manguinhos: Jovem é eletrocutado por PMs e população se levanta contra as UPPs”. Mas é muito mais do que isso que ele mostra. TP.  Este Ato-Encontro visa denunciar a violação sistêmica de direitos humanos e a situação de grave risco à saúde e à vida de centenas de famílias das favelas de Manguinhos e do Jacaré-Jacarézinho devido à precariedade dos sistemas de saneamento, poluição dos rios e do ar, às remoções arbitrárias e ao cerceamento da cidadania de seus moradores pelo controle social e militarizado do Governo Federal, do Estado e da Prefeitura, em suas políticas de urbanização (PAC-Grandes Favelas), pacificação e de privatização dos serviços públicos direta ou através de parcerias público-privadas. Este Encontro também visa ampliar a área de contato e interação com as redes de solidariedade de resistências e de lutas e fortalecer estas resistências através da ação em rede, coordenada, sistêmica e anti-sistêmica. Vejam, a seguir, algumas reflexões a respeito dos motivos que nos levam a esta atividade e, em seguida, dados objetivos sobre a Programação, incluindo como chegar ao local. Continue lendo… ‘RJ – Ato-Encontro de Resistência de Comunidades Impactadas na Aldeia-Quilombo ManguiN’Ação: sábado, 13, às 13 horas’» categorias Racismo Ambiental | tags assassinatoscomunidades urbanasdireito à cidadedireito à vida dignapreconceitoterritórioviolência

África se une en contra de una nueva forma de colonialismo

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3Cansados de los despojos de tierras y el nuevo colonialismo de REDD (Reducción de emisiones por deforestación y degradación de bosques). Africanos, en el Foro Social Mundial en Túnez tomaron la decisión histórica de lanzar la red NO REDD en África y unirse al movimiento mundial en contra de REDD. REDD + es un mecanismo de compensación de carbono por el cual los países industrializados del norte utilizan los bosques, agricultura, suelos e incluso agua como esponjas para su contaminación en lugar de reducir sus emisiones de gases de efecto invernadero en la fuente. “REDD ya no es una falsa solución, si no una nueva forma de colonialismo” denunció Nnimmo Bassey, ganador de un premio Nobel alternativo y ex director ejecutivo de Environmental Rights Action/ Amigos de la Tierra Nigeria. “En África, REDD+ está emergiendo como una nueva forma de colonialismo, subyugación económica y un motor para el despojo de tierras tan grande que podría constituir un despojo de tierras continental. Lanzamos la red No REDD en África para defender el continente del colonialismo del carbono”. En el marco del documento de las Naciones Unidas sobre REDD, la propia ONU reconoce que REDD podría resultar en un “encerramiento de los bosques” “perdida de tierra” y “nuevos riegos para la población pobre”. REDD originariamente solo incluía bosques pero su alcance se ha ido extendiendo hasta incluir suelos y agricultura. En una de las conferencias del Foro Mundial de Túnez, miembros de la Vía Campesina, el mayor movimiento campesino mundial, expresaban sus preocupaciones en cuanto a que los proyectos REDD en África amenazaran la seguridad alimentaria y eventualmente agravar el problema del hambre. Continue lendo… ‘África se une en contra de una nueva forma de colonialismo’» categorias Racismo Ambiental | tags ÁfricacolonialismodesmatamentoneocolonizaçãoREDDsaúde e meio ambienteterritório

Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 Urutau Guajajara e Anagé Aruak (chorando) durante a desocupação da Aldeia Maracanã. Foto: Orlando Callheiros/ Coletivo CAUIM VIOMUNDO – Com efeito, além dos massacres e das epidemias, além dessa singular selvageria que o Ocidente traz consigo, há, ao que parece, imanente à nossa civilização, e constituindo a “escura metade das sombras” onde se alimenta sua luz, a muito notável intolerância da civilização ocidental diante de civilizações diferentes, sua incapacidade de reconhecer e aceitar o Outro como tal, sua recusa em deixar subsistir aquilo que não lhe é idêntico (Pierre Clastres, “Entre silêncio e diálogo”) Continue lendo… ‘Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país’» categorias Racismo Ambiental | tags Convenção 169direito à cidadeíndios urbanosmonoculturaspovos indígenasterritórioviolência

Abril Indígena em Rondônia e Mato Grosso foca nos direitos constitucionais indígenas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3CIMI – Entre os dias 09 e 11 de abril, com o tema “O grito dos povos indígenas pela garantia dos direitos constitucionais”, foi realizado o Abril Indígena Regional, em Porto Velho (RO). Sessenta participantes representaram os povos Aikanã, Arara, Gavião, Karitiana, Kanoé, Latundê, Mamaindê, Kwaza, Wayoro, Puruborá, Sakyrabiar, Guarassugwe, Sabanê, Oro Waram, Oro Mon e Zoró, que vivem em Rondônia e no noroeste do Mato Grosso. Representantes do CIMI, da Pastoral Indigenista de Ji-Paraná, do Conselho de Missão entre os Índios (Comin), do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e do Instituto Madeira Vivo (IMV) também participaram do evento, que aconteceu no Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero). Os principais temas discutidos foram os impactos diretos do atual modelo de desenvolvimento nos povos e territórios indígenas, materializados, principalmente, nos mega projetos de infraestrutura, e as proposições legislativas que, atualmente, tramitam no Congresso Nacional, e propõem a retirada de uma série de direitos indígenas historicamente conquistados. Continue lendo… ‘Abril Indígena em Rondônia e Mato Grosso foca nos direitos constitucionais indígenas’» categorias Racismo Ambiental | tags agronegóciobarragens e hidrelétricasdemarcaçõespovos indígenas,territórioviolência

Acusados de irregularidades em licença ambiental da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari (PA) são notificados

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4 Mapa no blogue Jari News Justiça encaminhou ofício pedindo respostas sobre as acusações feitas pelo Ministério Público Federal em ação civil pública Informe do Ministério Público Federal no Pará, publicado pelo  EcoDebate A Justiça Federal já notificou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Ece Participações para que se manifestem sobre irregularidades no licenciamento do projeto da usina hidrelétrica Santo Antônio do Jari, na divisa do Pará com o Amapá. As irregularidades foram apontadas em ação judicial do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), que pediu a anulação da licença ambiental. Continue lendo… ‘Acusados de irregularidades em licença ambiental da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari (PA) são notificados’» categorias Racismo Ambiental | tags barragens e hidrelétricassaúde e meio ambienteterritório

Joguemos a Constituição no lixo! Kátia Abreu quer posse para latifúndio improdutivo

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 Pedro Rafael, do Brasil de Fato A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal analisa projeto de lei (PLS 251/2010) que obriga governadores a executar reintegração de posse, em imóveis urbanos e rurais, no prazo máximo de 15 dias. A proposta classifica como crime de responsabilidade o descumprimento da medida. De autoria da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PLS 251/2010 tramita em regime terminativo na CCJ e, se aprovado, seguirá direto para a Câmara dos Deputados sem necessidade de passar no plenário. Na semana passada, ao ser examinada por quase uma hora na comissão, a proposta foi rechaçada por parlamentares de diversos partidos, inclusive representantes do DEM, PSDB e PMDB. O texto continua nas mãos do relator, senador Sérgio Petecão (PSDAC), aliado de Kátia Abreu, e não tem data para entrar novamente em pauta na comissão. Além de considerarem o prazo “extremamente” apertado, o projeto, na ótica de senadores, especialistas e movimentos sociais ouvidos pelo Brasil de Fato, ignora por completo a determinação constitucional sobre a função social da propriedade. “A senadora Kátia Abreu está se aproveitando do seu cargo para proteger suas próprias fazendas de uma ocupação, onde já foram identificadas situações de trabalho escravo e grilagem de terras”, aponta Alexandre Conceição, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Continue lendo… ‘Joguemos a Constituição no lixo! Kátia Abreu quer posse para latifúndio improdutivo’» categorias Reforma Agrária | tags agronegóciocrítica ao capitalismofunção social da propriedade,latifúndioruralistasterritório

Ato no Rio relembra o Massacre de Carajás na próxima segunda

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 Da Página do MST Na próxima segunda-feira (15), o MST fará um ato no Rio de Janeiro para relembrar os 17 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás, com o lema Ato Nacional por Reforma Agrária e Justiça no Campo.  A atividade acontece no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro da cidade, e contará com a presença de João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST, do senador Lindberg Farias (PT), do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), do jornalista Mario Jakobskind, do jurista e professor da Faculdade de Direito Ibmec/RJ Rubens Casara e da historiadora Virgínia Fontes. Continue lendo… ‘Ato no Rio relembra o Massacre de Carajás na próxima segunda’» categorias Reforma Agrária | tags assassinatosdesapropriaçãoDireitos humanosEldorado dos Carajás,massacreterritórioviolência

Donos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na Assembléia Legislativa de SP

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 Interior da oficina onde foram encontrados os trabalhadores escravizados (Foto: Anali Dupré) Diretores do grupo GEP, que também representa a marca GAP no Brasil, terão que prestar esclarecimentos à Comissão de Direitos Humanos por flagrante de escravidão Por Guilherme Zocchio – Repórter Brasil Os diretores da empresa GEP, que detém as marcas Cori, Emme, Luigi Bertolli e que representa a grife internacional GAP no Brasil, terão que prestar esclarecimentos, na próxima quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), devido ao flagrante de trabalho escravo na confecção de roupas que comercializam. A audiência, prevista para as 14h30 no Plenário José Bonifácio, foi convocada pelo deputado estadual Carlos Bezerra Jr. (PSDB), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e propositor da lei paulista contra a escravidão. Continue lendo… ‘Donos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na Assembléia Legislativa de SP’» categorias Trabalho escravo | tags direito ao trabalho dignoDireitos humanos

Por uma Política Cidadã sobre Drogas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4Gilvander Luís Moreira*, para Combate ao Racismo Ambiental A Frente Mineira sobre Drogas e Direitos Humanos (FMDDH) e a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA) divulgam a Carta produzida durante o seminário “Drogas e cidades: pensamentos para uma prática cidadã”, que aconteceu entre os dias 14 a 16 de março, no Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte. CARTA DE BELO HORIZONTE POR UMA POLÍTICA CIDADÃ SOBRE DROGAS 
Os participantes do SEMINÁRIO DROGAS E CIDADES: PENSAMENTOS PARA UMA PRÁTICA CIDADÔ, realizado em Belo Horizonte, nos dias 14 a 16 de março de 2013 declaram:
 1 – como cidadãos, responsáveis e atuantes nas políticas públicas sobre drogas, repudiamos as ações higienistas, violentas e repressivas de tratamento aos usuários de drogas, em especial de crack, levadas a cabo e divulgadas como solução do problema nas grandes cidades, destacadamente no Rio de Janeiro e São Paulo; Continue lendo… ‘Por uma Política Cidadã sobre Drogas’» categorias Direitos humanos | tags drogasPolíticas Públicasprivatização da saúdeviolência

A ditadura não é coisa do passado, aponta Comitê da Verdade do Amazonas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services2 Por J.Rosha, de Manaus (AM) CIMI – Costumamos ouvir que o povo brasileiro não tem memória. Pode até ser que algumas situações requeiram esforço considerável para recordar determinados eventos. Outros, porém, pelas profundas marcas que deixam, não são facilmente esquecidos. Há quem tenha tentado fazer esquecer a ditadura militar de 50 anos atrás, mas por causa das muitas sequelas que ela deixou está longe de ser “coisa do passado”. Ela ainda é muito presente por, pelo menos, duas situações: pelo grande número de mortos e desaparecidos, e pela inspiração do modelo desenvolvimentista que faz o governo atual repetir fórmulas autoritárias para tratar como certos segmentos da sociedade, sobretudo com os povos indígenas. A ação do Governo Federal contra o povo indígena Munduruku, da região do Tapajós, no Estado do Pará, é um dos casos mais eloquentes da presença desse ‘espírito’ da ditadura no modus operandi dos atuais gestores do estado brasileiro. Hoje, 10/04, pela manhã, no auditório Rio Solimões, do Instituto de Ciências Humanas e Letras – ICHL, da Universidade Federal do Amazonas – Ufam, o Comitê da Verdade do Amazonas promoveu uma mesa redonda da qual participaram jornalistas, indigenistas, acadêmicos e professores para discutir “O Golpe Militar e as ações dos militares no Amazonas”. A mesa era composta por Egon Heck, assessor da Comissão Nacional da Verdade, Elaíze Farias, jornalista; Aloysio Nogueira, professor aposentado da Ufam; Egydio Schwade, indigenista e por Nelson Noronha, representando a Ufam. Continue lendo… ‘A ditadura não é coisa do passado, aponta Comitê da Verdade do Amazonas’» categorias Direito ao Conhecimento | tags assassinatosComissão da VerdadeDireitos humanosditadura,Históriamemóriapovos indígenastorturaviolência

I DialogiCidades: um diálogo entre estudantes, juristas e comunidades acerca dos rumos da cidade de Fortaleza na preparação da Copa de 2014, em 22 de abril

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 O Serviço de Assessoria Jurídica Universitária Popular (SAJU) convida para o “I DIALOGICIDADES: um diálogo entre estudantes, juristas e comunidades acerca dos rumos da cidade de Fortaleza na preparação da COPA de 2014″. Vamos levantar nossos cartões vermelhos para todas as violações de Direitos Humanos que nossa cidade vem passando! DATA: 22/04/2013
LOCAL: UNIVERSIDADE DE FORTALEZA, AUDITÓRIO A3 Enviada por Marina Araújo Braz para Combate Racismo Ambiental. categorias Direitos humanos | tags Copa 2014

Uruguai se torna 2º a aprovar casamento gay na América do Sul

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 IHU On-Line – Por 71 votos a favor e 21 contra, a Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou nesta quarta-feira o matrimônio igualitário no país, equiparando o casamento entre homossexuais e heterossexuais. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente José Mujica, que já se pronunciou a favor da medida. A nova lei determina que “o matrimônio civil é a união permanente de duas pessoas de sexos diferentes ou iguais”. O Uruguai é o segundo país na América do Sul a permitir legalmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A Argentina foi a primeira da região a aprovar uma lei semelhante, em 2010. Na América Latina, a Cidade do México autorizou casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2009 BBC Brasil No Brasil, o Supremo Tribunal Federal reconheceu em 2011 a união estável entre casais homossexuais. No Estado de São Paulo, desde março cartórios deixaram de exigir autorização judicial para oficializar uniões civis homossexuais. Estados como Bahia, Alagoas, Paraná, Mato Grosso do Sul, Piauí, Sergipe e Ceará têm normativas similares. A lei uruguaia aprovada nesta quarta também estabelece outras mudanças no código civil, como o fim da obrigatoriedade de que o sobrenome paterno anteceda o materno no registro dos nomes dos filhos de um casal. Continue lendo… ‘Uruguai se torna 2º a aprovar casamento gay na América do Sul’» categorias Direitos humanos | tags América Latinacombate à homofobiadireito à felicidade

Ruralistas convocam Gleisi a explicar demarcação indígena

comentários Comentários (1) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 IHU On-Line – A ministra de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, entrou ontem em campo para tentar contornar a convocação da chefe da Casa Civil, ministra Gleisi Hoffmann, pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados Fernando Exman e Daniela Martins – Valor Em um sinal da insatisfação de partidos base aliada, o colegiado convocou Gleisi a dar explicações sobre a identificação e delimitação de terras indígenas no país. O requerimento, de autoria da bancada ruralista, foi aprovado por 25 a 14. Por coincidência, parlamentares da bancada do agronegócio tinham uma reunião ontem à tarde com Ideli para tratar de uma proposta que regulamenta o trabalho dos caminhoneiros. Mas a convocação de Gleisi também foi colocada em pauta. Continue lendo… ‘Ruralistas convocam Gleisi a explicar demarcação indígena’» categorias Racismo Ambiental | tags agronegócioConvenção 169demarcaçõespovos indígenasruralistas,territórioviolência

10 horas atrás

BERMUDES AO 247: “PAGO DO MEU BOLSO A FESTA DO FUX”

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

As reações à denúncia de José Dirceu

por Blog Justiceira de Esquerda 
                                                                                     No Altamiro Borges  Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/

Depois de acusar de “assédio moral” o ministro Luiz Fux por ter pedido a sua ajuda na nomeação para o Supremo Tribunal Federal, em troca da promessa de absolvição no julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu resolveu esperar as reações às suas declarações antes de se manifestar novamente sobre o julgamento, que entra esta semana em sua fase final.
A decisão foi tomada após avaliação da entrevista feita com seus advogados. Na próxima semana, José Dirceu retomará pelo Norte e Nordeste suas viagens pelo país para apresentar os argumentos dos recursos que deverão ser apresentados ao STF nos próximos dias.
“Eu acho que ele já deveria ter se declarado impedido de participar deste julgamento”, disse Dirceu na entrevista aos repórteres Fernando Rodrigues e Monica Bergamo, na “Folha” desta quarta-feira.
Em entrevista que concedeu ao mesmo jornal em dezembro do ano passado, Fux reconheceu que se encontrou com José Dirceu quando estava em campanha por uma vaga no STF, mas negou que tenha prometido absolvê-lo. O ministro havia dito também que não se lembrava de José Dirceu ser um dos réus do mensalão, argumento que o ex-ministro chamou de “tragicômico”.
“Confesso que naquele momento não me lembrei que José Dirceu era réu”, disse Fux na época. Mais tarde, segundo ele, ao ler o processo, Fux teria ficado “estarrecido”.
Na conversa entre os dois, Dirceu conta que afirmou ao ministro: “Eu não quero que o sr. me absolva. Eu quero que o ser vote nos autos. Não é porque não tem prova, não. Eu fiz contraprova porque sou inocente”.
Embora diga que está preparado para ser preso, o ex-ministro garantiu que vai continuar se defendendo na Justiça e promete recorrer até à Comissão Internacional de Direitos Humanos. “Não é que fui condenado sem provas. Não houve crime, sou inocente, me considero um condenado político. Foi um julgamento de exceção, político”.
Luiz Fux mandou um assessor dar o seguinte recado sobre a entrevista de José Dirceu: “Um ministro do Supremo não polemiza com réu”. O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que “estas declarações desgastam o Supremo. É tudo muito lamentável”. E o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) já anunciou que vai pedir o impeachment do ministro Luiz Fux. O caso do mensalão ainda parece longe de acabar. Altamiro Borges: As reações à denúncia de José Dirceu Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  29 minutos atrás

BERMUDES AO 247: “PAGO DO MEU BOLSO A FESTA DO FUX”

por Blog Justiceira de Esquerda 

Advogado carioca Sergio Bermudes, que oferecerá festa para centenas de convidados no aniversário de 60 anos de Luiz Fux, e também emprega em seu escritório sua filha Mariana, rechaça a insinuação de que tenha alguma relação privilegiada com o ministro do Supremo Tribunal Federal; sobre a afirmação de Joaquim Barbosa sobre “conluio” entre advogados e juízes, ele foi enfático: “é mais uma das leviandades do ministro Barbosa”; ele afirma que, apesar da festa, Fux terá “total isenção” para votar em causas do seu escritório no STF
11 DE ABRIL DE 2013 
247 – Recentemente, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, afirmou, numa reunião do Conselho Nacional de Justiça, que um dos grandes problemas do Judiciário é o “conluio” entre advogados e juízes. Segundo Barbosa, haveria relações promíscuas entre membros da comunidade forense, contaminando a lisura de decisões judiciais.
Hoje, em sua coluna na Folha de S. Paulo, a jornalista Mônica Bergamo, dá uma nota sobre algo que Barbosa chamaria de “conluio” se o personagem envolvido não fosse o ministro Luiz Fux, um dos seus principais aliados no julgamento da Ação Penal 470, do chamado mensalão. Segundo Mônica Bergamo, o advogado Sergio Bermudes, que emprega em seu escritório Mariana Fux, filha de Luiz Fux e candidata a uma vaga de desembargadora, oferecerá uma festa para mais de 200 convidados em sua residência no próximo dia 26, data do aniversário de 60 anos do ministro. Entre os convidados, estão o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes.
Procurado pelo 247, Bermudes falou sobre a festa e suas relações com Fux. “Eu vou pagar a festa do meu bolso e a Receita Federal sabe que, depois de 42 anos de trabalho, tenho condições para isso”, disse ele. Bermudes diz ainda que não tem qualquer influência sobre decisões do ministro. “Ele é meu amigo há 40 anos, já foi meu aluno e tem total isenção para votar em qualquer causa do escritório que chegue ao STF”. Bermudes diz ainda que se algum cliente procurá-lo buscando influência será expulso da sala. “Eu considero isso um insulto”.
Bermudes diz ainda que a filha de Fux, Mariana, tem totais condições de se tornar desembargadora. “Parto do pressuposto de que todos os advogados do escritório têm cabedal jurídico para assumir posições importantes no Judiciário”. 
Em seu escritório, Bermudes emprega também Guiomar Mendes, que é esposa do ministro Gilmar Mendes. Por isso mesmo, ele faz questão de rechaçar as insinuações de que mantenha “conluio” com integrantes do Poder Judiciário. “Essa é mais uma das leviandades do ministro Joaquim Barbosa”, diz ele. “Membros da comunidade forense se relacionam entre si. Juízes se relacionam com advogados e não com veterinários”.
O advogado afirma ainda que Fux só deverá se declarar impedido em causas de seu escritório, caso sua filha assine a petição ou se ele, Bermudes, for parte numa eventual ação. “Como somos amigos, ele ficaria impedido; mas isso não o impede de decidir em ações de clientes, seja contra, seja a favor”.
Tanto Fux como Barbosa foram procurados pela reportagem do 247 para que se expressassem sobre a relação com o escritório de Bermudes. Nenhum dos dois quis se pronunciar. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98670/Bermudes-ao-247-Pago-do-meu-bolso-a-festa-do-Fux.htm

10 horas atrás

OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Uruguai legaliza casamento gay em clima de comoção

por Luis Soares

Em meio a comoção, Uruguai é o 12° país do mundo a aprovar o casamento homossexual. A lei foi oficializada nesta quinta-feira pelo Congresso uruguaio com votação expressiva – 71 dos 92 congressistas

O Uruguai é agora o 12° segundo país do mundo – segundo da América Latina depois da Argentina – a aprovar união civil entre pessoas do mesmo sexo. A lei oficializada nesta quinta-feira (11/04) pelo Congresso foi recebida com entusiasmo e comoção, principalmente por casais homossexuais uruguaios que desejam oficializar a relação. Imagens e reportagens da imprensa uruguaia mostram diversas pessoas aos prantos, comemorando a decisão do governo. “Um dia de festa, promessas, gargalhadas e comoção”, definiu o jornalista uruguaio Leonardo Pereyra, presente no local na hora da votação. casamento gay uruguai Manifestantes celebram a aprovação do casamento gay no parlamento uruguaio (Foto: AFP) Com placas, fantasias e protestos bem-humorados, centenas de pessoas favoráveis à lei se compareceram no Congresso para acompanhar a decisão do governo. A partir de agora, o Estado não vai se referir aos casais com a expressão “marido e mulher” e, sim, cônjuges. A Lei de Casamento Igualitário foi aprovada com o voto a favor de 71 dos 92 parlamentares presentes. A aprovação aconteceu graças à parceria entre o bloco governista de esquerda, o Frente Ampla, e a oposição, que contribuiu com significativo número de votos a favor da lei. “Tenho recebido muitas chamadas de pessoas comovidas. E não consigo imaginar quantas outras não estão também”, afirmou o senador Federico Graña, membro do movimento “Ovelhas Negras”, principal incentivador da lei. Além de autorizar qualquer matrimônio, sem distinção de sexo, a medida também permite a adoção de filhos por casais homossexuais. Outro ponto da lei diz que os casais agora terão autonomia para definir qual será o sobrenome da criança. Entre os casais heterossexuais, existia um acordo para utilizar o nome do pai, a menos que a mãe reclamasse o direito. Leia também

“Além da questão homossexuaL, essa medida muda o papel e a importância da mulher dentro da família e traz uma discussão sobre as tradições patriarcais”, afirma Graña em entrevista ao portal El Observador. Um ponto controverso da lei é em respeito ao direito dos filhos adotados reconhecerem paternidade. Por exemplo, um filho DE duas mulheres terá o direito de procurar seu pai biológico caso haja esse desejo. A exceção à regra é quando for utilizado o método de fertilização “in vitro”, em função do sigilo da identidade dos doadores de esperma. A Igreja Católica se manifestou contrária à decisão. A Conferência Episcopal Uruguaia pediu aos legisladores que se declaram cristãos a não votarem em uma iniciativa que, segundo sua opinião, vai “contra o projeto de Deus”. A Holanda (2003) foi o primeiro país a aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo. Na sequência, vieram Bélgica (2003), Espanha e Canadá (2005), África do Sul (2006), Noruega (2009), Portugal, Islândia e Argentina (2010) e Dinamarca (2012). Também é reconhecido legislativamente esse direito na Cidade do México e seis Estados dos EUA. Opera Mundi O post Uruguai legaliza casamento gay em clima de comoção apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  5 horas atrás

Downloads favoritos do Vaticano incluem pornografia

por Luis Soares

Lista de filmes pornô baixados no Vaticano é divulgada e conta com títulos de temática sadomasoquista, além de filmes com travestis. 90% das pessoas que residem no Vaticano estão conectadas à Igreja Católica

downloads vaticano O Vaticano também faz download pirata, incluindo bastante pornografia. O site Torrent Freak resolveu analisar os downloads do Vaticano. O resultado mostra quais são os filmes e programas de TV favoritos das cerca de 800 pessoas que vivem no menor país do mundo. Dessas 800, mais de 700 são conectados à Igreja Católica: são cardeais, diplomatas da Santa Sé e membros da Guarda Suíça, de acordo com o site oficial do Vaticano. Além de filmes comuns e seriados de TV, a lista conta com alguns títulos pornô de temática sadomasoquista. No arquivo “WA-27788 Lea Lexis and Krissy Lynn”, por exemplo, WA seriam as iniciais de “whipped ass” (bunda chicoteada) em inglês. A história do longa de sadomasoquismo, de acordo com o site Fleshbot, mostra Lea, uma artista desprezada que busca se vingar de ricos esnobes do mundo da arte ao fazer da crítica Krissy “um exemplo”. Leia também

Outro arquivo da lista aparece catalogado como “TPH-26967 Tiffany Starr and Sheena Shaw”, um filme com travestis onde, novamente segundo o Fleshbot, Sheena acorda sem se lembrar como Tiffany foi parar na sua cama, até que “uma batida firme do órgão sexual de Tiffany ajuda a estimular sua memória”. As iniciais TPH seriam uma sigla para “TS Pussy Hunters” (“Caçadores de Vagina Travestis“). Os outros títulos identificados como pornográficos que aparecem na lista são “RS77_Episode01″, que seria o nome do arquivo do longa “Russian Slaves 77″ (“Escravas Russas 77″). Outro arquivo listado tem o nome “BDSM Sklavin Züchtigung im dunklen Hobbykeller teen fesselspiele”, que traduzido do alemão quer dizer aproximadamente algo como “adolescente brinca com braceletes em punição de escravas na oficina do porão escuro”. downloads vaticano pornô Cena do arquivo arquivo “WA-27788 Lea Lexis and Krissy Lynn”, baixado em IP do Vaticano (Foto: Reprodução) O resto da lista é composto por filmes “normais” como “Simplesmente Amor” e os recentes “O Último Desafio” e “O Acordo”, além de seriados de TV norte-americanos como “Chicago Fire”, “Lightfilelds”, “Touch” e “The Americans”. Entre outras curiosidades da lista está o fato de que poucas músicas são baixadas, sendo uma das poucas exceções o disco “Lego House” de Ed Sheeran. No mesmo endereço de IP está o único jogo baixado da lista, “Mega Airport Madrid X”, da Aerosoft. Revista Galileu e Portal UOL O post Downloads favoritos do Vaticano incluem pornografia apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks?

por Luis Soares

As caixas pretas do poder global. É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks, considerando-se a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes

Por Antonio Martins, em OutrasPalavras. Imagem: Connor Maguire, The honnest banker-gangster Um facho de luz está iluminando o lado obscuro do poder global desde o início do mês, sem que os jornais brasileiros pareçam interessados em segui-lo. Após 15 meses de trabalho, uma equipe do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em inglês) começou a publicar reportagens muito constrangedoras sobre os centros financeiros offshore, também conhecidos pelo termo eufemístico de “paraísos fiscais”. Por envolverem políticos e magnatas conhecidos do público, as revelações já estão provocando sobressaltos políticos em países tão diferentes como França (onde caiu o ministro das Finanças), Canadá, Indonésia, Filipinas,VenezuelaRússia e Azerbaijão. O trabalho do ICIJ tem como fonte um vazamento de informações extraordinário. Um operador anônimo, de uma instituição financeira que opera nas Ilhas Virgens britânicas, enviou a Gerard Ryle, diretor do Consórcio, um disco rígido de computador contendo 260 gigabytes de dados – 2,5 milhões de documentos, acumulados ao longo de trinta anos. Em volume, são 160 vezes mais dados que o material vazado, pelo Wikileaks, a partir do Departamento de Estado dos EUA. Por isso, o caso tornou-se internacionalmente conhecido como o “offshore leaks”. Uma equipe de 86 jornalistas, de 37 publicações (nenhuma brasileira…) analisou as informações e está produzindo as reportagens. É possível acompanhá-las, por exemplo, em seções especiais criadas no próprio site do ICIJ, mas também no Guardiande Londres, e no Le Mondede Paris. A importância política dos documentos é proporcional a seu tamanho. Até o momento, estes jornais preferem destacar o lado mais vistoso das revelações: governantes, super-ricos e celebridades que escondem dinheiro em pontos longínquos do planeta, para sonegar impostos. Mas o que já foi publicado permite outra leitura, menos superficial. As praçasoffshore não podem mais ser vistas como ilhas tropicais paradisíacas, para onde flui a riqueza resultante de alguns negócios marginais. Elas são uma engrenagem fundamental no centro do capitalismo contemporâneo. Primeiro, por seu próprio tamanho. Conforme estudos citados pelo ICIJ, os centros offshore acumulam depósitos estimados entre 21 e 31 trilhões de dólares – entre um terço e metade do PIB anual do planeta. Segundo, por sua própria constituição. As ilhotas pitorescas que compõem a galáxia do offshore são apenas a franja (e, num certo sentido, a fachada), numa vasta rede oculta em cujo centro está Londres – a principal praça financeira do mundo. offshore leaks mídia brasileira Offshore Leaks: as caixas pretas do poder global A geografia política de tal rede é descrita — numa entrevista que Outras Palavras publica também hoje — por Nicholas Shaxon, autor de obra recente e fundamental sobre o offshore: Treasure Islands: Uncovering the Damage of Offshore Banking and Tax Havens1. Ele explica: a grande teia do sistema financeiro nas sombras parte da capital britânica e articula-se por meio de dois núcleos intermediários, de onde se estende por todo o planeta. Um dos núcleos tem base em três ilhas do litoral inglês – Jersey, Guernsey e Man – e abre-se para Ásia e África. Outro, baseia-se nas Ilhas Cayman e Bermundas, voltando-se para as Américas. A Grã-Bretanha articula a enorme estrutura de captação de recursos. Mas os Estados Unidos são o principal destino do dinheiro, prossegue Shaxon. Maiores devedores do planeta há décadas, os EUA abriram-se, a partir dos anos 1970, ao mundo offshore. Acostumaram-se a fechar suas contas externas, cronicamente deficitárias, atraindo também dinheiro de origem duvidosa – ao qual oferecem isenções fiscais e proteção legal. Leia também

É neste mundo de finanças ocultas e anonimatos, relata o ICIJ, que escondem e “lavam” (legalizam) seu dinheiro as grandes redes do crime organizado: máfias de distintas nacionalidades, políticos corruptos que se apropriam de recursos públicos, traficantes de seres humanos, beneficiários de caça proibida, escroques de todos os tipos. O esquema é conhecido. Quem precisa dar aparência de legalidade a uma soma obtida por meios ilícitos transfere-a para uma conta bancária offshore. Aproveita-se dos impostos muito baixos cobrados pelos “paraísos fiscais”. Mais tarde, reintroduz o dinheiro no país, na forma de crédito proveniente de uma instituição respeitável, com sede na Suíça, em Luxemburgo ou nas Ilhas Virgens. Quem irá investigar a origem primeira do dinheiro? Mas o circuito que abastece o crime seria insustentável, continua Nicholas Shaxon, sem uma presença luxuosa: a das grandes corporações transnacionais. Praticamente todas as empresas com atuação internacional, relata ele, atuam offshore. Fazê-lo tornou-se quase obrigatório, na dinâmica que a globalização assumiu. Permite evasão sistemática de impostos, explicada na entrevista. A tal ponto que não operar offshore penalizaria as corporações eventualmente dispostas a respeitar seus sistemas tributários nacionais, obrigando-as a cobrar preços superiores aos das concorrentes. Surge, aqui, um primeiro círculo de conveniências e cumplicidades. Se as transnacionais deixassem o circuito offshore, raciocina Shaxon, ele ira tornar-se rapidamente insustentável. Seria uma confraria frágil de milionários fora-da-lei, facilmente denunciável e desmontável. Sua força, e sua suposta honorabilidade, é transferida pelas grandes corporações. Por elas e, é claro, pelos bancos. Quase todas as instituições bancárias importantes, conta a reportagem do ICIJ, têm relações com a rede financeira das sombras. Por meio delas, tornam-se capazes de oferecer aos clientes premium a faculdade de ocultar dinheiro obtido legal ou ilegalmente – e de reintroduzi-lo no país, sempre que necessário. Os bancos chegam a competir entre si, na oferta de serviços eficazes de ocultamento de recursos. Num documento vazado, o Crédit Suisse, com sede em Zurique e representações em todo o mundo (inclusive no Brasil, onde “patrocina” a Orquestra Sinfônica de São Paulo), é descrito como “o Santo Graal” da rede. Os procedimentos que adota nas transferências de recursos são tão “eficientes” – admira-se um operador offshore – que autoridades policiais ou bancárias eventualmente interessadas em descobrir a identidade de um depositante irão “deparar-se com uma muralha blindada”… Mas não se trata de um exemplo isolado. Reportagens do Der Spiegel e do Le Monde estão revelando como instituições “respeitáveis” como o Deutsche Bank (alemão), Banque National de Paris e Paribas (franceses), ING e Amro (holandeses) envolveram-se no esquema. Nem mesmo a crise iniciada em 2008 parece abalar o mundo financeiro clandestino. Segundo o ICIF, entre 2005 e 2010, os depósitos dos 50 maiores bancos do mundo mais que duplicaram, avançando de 5,4 para 12 trilhões de dólares. Este salto ajuda, aliás, a compreender o cenário global em que se alastra o universo offshore; e também o ambiente ideológico que o alimenta. Na última década, a desigualdade espalhou-se pelo mundo (com a exceção notável da América do Sul). Mesmo num país como os Estados Unidos, 400 pessoas detêm tanta riqueza quanto metade da população. O grupo restrito dos ultra-ricos formou o que o filósofo francês Patrick Viveret chamou de uma oligarquia financeira. Esta possível “nova classe” tem enorme poder econômico e político. Deseja ter mãos livres tanto para intervir nas decisões dos Estados nacionais quanto para driblá-las, quando contrariam seus interesses. Vê, numa galáxia financeira opaca, um instrumento extremamente funcional para preservar seus privilégios e ampliar seu poder. É possível enfrentar o universo offshore? Do ponto de vista técnico, não faltam alternativas, explica Nicholas Shaxon. Os fluxos de recursos para os “paraísos fiscais” podem ser limitados tanto por tributação mais elevada – que inibe as transferências – quanto por restrições diretas dos Estados. O difícil, ressalta o autor de Threasury Islands, é enfrentar a força política da oligarquia financeira. Entre os grupos diretamente interessados em manter a situação atual estão banqueiros, grandes empresas, bancadas políticas corruptas e crime organizado. A mídia exerce um papel central na resistência às mudanças. Os jornalistas dos meios tradicionais normalmente sabem muito pouco sobre finanças internacionais, observa Shaxon. Nas raras vezes em que escrevem sobre o tema, recorrem aos “especialistas do mercado financeiro” – precisamente os que mais têm interesse em que nada mude. É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks. Considere a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes… Mas é animador que, em todo o mundo, o episódio tenha alcançado tanta repercussão. A crise financeira tornou as sociedades mais críticas. A vida de luxo e ostentação dos altos executivos é vista com desconfiança e desconforto crescentes. Muitos julgam-na uma afronta, diante do empobrecimento de vastos setores sociais. Nunca houve condições tão favoráveis para abrir um debate sobre o assunto. Um sintoma é o fato de você estar lendo este texto, apesar do boicote da mídia brasileira sobre o tema… 1 [Ilhas do Tesouro: revelando os danos dos paraísos fiscais e das finanças “offshore”, infelizmente ainda sem tradução em português – ler verbete na Wikipedia, ou comprar] O post Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks? apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito

por Luis Soares

OAB divulga uma dura nota, inédita na história da instituição, dirigida em forma de reprimenda a um integrante da Suprema Corte do Brasil

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou uma nota pública “refutando e repudiando” as declarações feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, durante encontro com representantes de três associações de magistrados (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Associação dos Magistrados Brasileiros e Associação dos Juízes Federais do Brasil). No início da semana, o presidente do STF criticou a criação de novos tribunais regionais federais, aprovada na semana anterior pelo Congresso Federal. “Pelo que eu vejo, vocês participaram de forma sorrateira na aprovação”, disse o presidente do STF, quando, então, acabou discutindo com o vice-presidente da Ajufe, Ivanir Ireno. nota oab joaquim barbosa OAB divulga nota contra agressão do ministro Joaquim Barbosa (Foto: aBr) Barbosa criticou abertamente o que classificou como intromissão de entidades de classe de juízes na aprovação do texto da Proposta de Emenda Constitucional 544, que criou quatro novos Tribunais Regionais Federais. O presidente do STF chegou a dizer que os TRFs “vão servir para dar emprego para advogados (…) e vão ser criados em resorts, em alguma praia”. “Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos Tribunais Regionais Federais objetive de criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil”, diz a nota pública divulgada pela OAB.

Leia a nota do Conselho Federal da OAB:

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, durante sessão ordinária realizada nesta data (8/4), tomou conhecimento de declarações do Sr. ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, acerca da Proposta de Emenda Constitucional 544, do ano de 2002, recentemente aprovada pelo Congresso Nacional, que institui quatro novos Tribunais Regionais Federais. Leia também

Tais declarações proferidas em reunião com os presidentes de três associações de magistrados (AMB, Ajufe e Anamatra) reiteram críticas exacerbadas do senhor ministro à criação dos referidos Tribunais. Causam espécie, notadamente, os seguintes trechos de tal pronunciamento: “Os Tribunais vão servir para dar emprego para advogados …”; “e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia…”; “foi uma negociação na surdina, sorrateira”. O Conselho Federal da OAB entende do seu dever refutar e repudiar tais declarações, por inexatas, impertinentes e ofensivas à valorosa classe dos advogados. A bem da verdade, a Emenda Constitucional em questão tramita no Congresso Nacional desde o ano de 2002, tendo observado o processo legislativo próprio, revestido da mais ampla publicidade. Além disso, resultou de antiga e legítima aspiração dos jurisdicionados em nosso país e contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil. Ao aprovar a PEC 544/2002, após a realização de audiências públicas e intenso debate parlamentar, o Congresso Nacional exerceu, com ponderáveis e justas razões, o poder constituinte derivado, que lhe é exclusivo e indelegável. Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos Tribunais Regionais Federais objetive de criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil. O assunto merece ser tratado em outros termos, respeitando-se a independência dos poderes e a dignidade dos órgãos e associações que pugnam pela melhor realização da Justiça no país. Consultor Jurídico O post OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Reforma Política fracassa mais uma vez na Câmara

por Luis Soares

Projeto de reforma política naufraga mais uma vez na Câmara. Proposta não obtém consenso mínimo entre lideranças partidárias; PT vai agora tentar projeto de iniciativa popular para garantir financiamento público e voto em lista

Sem acordo mínimo entre as lideranças partidárias da Câmara dos Deputados, o projeto que trata da reforma política foi mais uma vez engavetado. Em gestação há dois anos, o projeto previa, entre outros pontos, o financiamento público exclusivo de campanha eleitorais, o voto em lista para deputados e vereadores e o fim das coligações nas eleições proporcionais. reforma política câmara Projeto de Reforma Política fracassa mais uma vez no Congresso Nacional. Líderes não chegaram a consenso. PT pretende alavancar projeto de iniciativa popular para garantir financiamento público e voto em lista. A objetivo de tais propostas, segundo o deputado Henrique Fontana (PT-RS), era reduzir o poder de grandes grupos econômicos sobre as eelições, o parlamento e os governos, bem como fortalecer os partidos e seus programas. Mas em reunião realizada ontem a maioria dos líderes concordou com apenas um ponto menor, que trata da coincidência de datas nas eleições. Esse ponto consta da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 3, de 1999, que seria levada à votação. A bancada do PT, porém, decidiu por unanimidade obstruir a votação. “O PT quer votar a reforma e não fazer um arremedo de reforma. Para nós, o financiamento público, o voto em lista, e o aumento da participação popular com fortalecimento do referendo são elementos centrais se quisermos de fato fazer uma reforma profunda”, defendeu o líder do PT, deputado José Guimarães (CE). Ele disse ainda que, além da obstrução, a bancada do PT vai defender a posição do partido porque entende que é o melhor caminho para o país. “Mas não iremos votar a coincidência de mandatos”, declarou. O relator Henrique Fontana lamentou o posicionamento da maioria dos líderes contra o financiamento público. Segundo ele, a distorção que o financiamento privado causa à igualdade na disputa eleitoral pode ser exemplificada com a constatação de que apenas 200 grandes financiadores bancam a maior parte dos recursos gastos durante as eleições no País. “Esses grandes financiadores não fazem isso para fortalecer a democracia. O montante gasto por eles é embutido no custo dos serviços ou produtos e, no final, a população paga a conta”, disse. Ele disse, por outro lado, que a mobilização popular pode reverter a situação em favor da reforma política. “O caminho é mobilizar a sociedade para vencer o conservadorismo do parlamento”, sugeriu. As lideranças favoráveis à votação apenas da PEC sobre a coincidência de datas eleitorais t3entarão colocá-la em votação novamente hoje (10).

Iniciativa popular

Com o naufrágio do reforma relatada por Fontana, o PT anunciou que irá às ruas colher assinaturas que ela seja reapresentada em forma de projeto de iniciativa popular. A ideia é coletar mais de 1 milhão de assinaturas. O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), concorda com a análise de uma proposta de iniciativa popular, desde que trate de alguns pontos específicos. “Seria o caso de ter uma iniciativa popular, mas desde que a prioridade fosse a lista preordenada junto com o financiamento. Mas não inverter essa prioridade, porque não podemos contaminar dinheiro público com caixa 2.” Apesar da redução no conteúdo da reforma política, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, avaliou que a votação da coincidência de eleições seria “o primeiro passo” para mudanças mais amplas do sistema político eleitoral. Alves, porém, se disse frustrado com a não votação. “Já estou cansado de esperar consenso sobre a reforma política. É hora de começar a votar. A Casa não pode ficar a vida inteira empurrando com a barriga esse assunto.” Rede Brasil Atual, com Agência Câmara O post Reforma Política fracassa mais uma vez na Câmara apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Pregação de Feliciano sobre John Lennon vira notícia internacional

por Luis Soares

Pregação do deputado Marco Feliciano sobre morte de John Lennon vira notícia internacional

Um vídeo que mostra o pastor e deputado federal Marco Feliciano explicando que a morte de John Lennon teria sido provocada por castigo divino anda provocando polêmica não apenas no Brasil. Jornais australianos como o The Herald, o tabloide de maior circulação diária no país, e o The Australian publicaram a notícia, divulgada internacionalmente pela agência AFP. “Ira de Deus matou John Lennon, diz pastor brasileiro evangélico Marco Feliciano”, publicou o The Herald. “John Lennon morreu por ira divina, diz pastor brasileiro”, noticiou o The Australian. Outros sites reproduziram a nota – uma pesquisa no Google pelo tema mostra que mais de 30 publicações internacionais repercutiram a pregação de Feliciano, que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Assista ao vídeo, que já foi clicado quase 600 mil vezes no YouTube: Na gravação de um programa de TV, o político afirma que o assassinato do ex-beatle, em 1980, teria ocorrido porque o compositor havia afirmado que sua banda era mais famosa que Jesus Cristo. “John Lennon chegou uma dia diante das câmeras, bateu no peito e disse: ‘os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo’. Jesus não era popstar como ele, mas sim o mestre de uma grande religião. John Lennon estava olhando pras câmeras, dizendo ‘Nós Beatles somos uma nova religião’. A minha Bíblia diz que Deus não recebe esse tipo de afronta e fica impune.”, ele disse. feliciano john lennon Em novo vídeo, Marco Feliciano atribui sucesso de Caetano Veloso a pacto com o Diabo. Assista abaixo. (Foto: Divulgação) No início da semana, um vídeo em que Feliciano aparece explicando a morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas também provocou polêmica (o motivo, no caso, também teria sido “ira divina”). Leia também

Em novo vídeo que circula na web, Feliciano insinua que Caetano Veloso e Lady Gaga fizeram pacto com o demônio. Veja:  O deputado provoca polêmica com declarações que são consideradas homofóbicas e racistas. É alvo de protestos de artistas e celebridades (como Daniela Mercury e Bruno Gagliasso), que se manifestam contra a permanência de Feliciano no cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos. A campanha Marco Feliciano não me Representa ganha força na web. Tiago Faria, BlogsPop O post Pregação de Feliciano sobre John Lennon vira notícia internacional apareceu primeiro em Pragmatismo Político

10 horas atrás

MP-SC vai apurar se monumento à Bíblia é inconstitucional

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

MP-SC vai apurar se monumento à Bíblia é inconstitucional

por Paulo Lopes Deschamps sancionou projeto quealoca funcionários da prefeitura O Ministério Público de Santa Catarina instaurou inquérito público para apurar a possível inconstitucionalidade de uma lei de 2011 de…

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Igrejas do RS obtêm isenção de ICMS em contas de luz e telefone

por Paulo Lopes Tarso não informou quanto o Estado deixaráde arrecadar com a concessão do privilégio O governador petista Tarso Genro (foto), do Rio Grande do Sul, sancionou lei que concede isenção de ICMS (Imposto…

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Caetano Veloso tem pacto com diabo, diz Feliciano em culto

por Paulo Lopes Pastor disse que desvendou o’segredo’ do sucesso do cantor Caetano Veloso (foto) faz sucesso porque tem um pacto com o diabo, e um exemplo disso é a gravação da música “Sozinho”, que em pouco tempo…

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Papa vai tentar conter avanço dos evangélicos no Brasil

por Paulo Lopes por Eva Saiz do jornal El Pais Papa argentino terá forteatuação na América Latina A eleição há quase um mês do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio como novo papa da Igreja Católica chamou…

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Globo sentiu a pancada: deu só 16 segundos de notícia sobre smartphones mais baratos

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Globo sentiu a pancada: deu só 16 segundos de notícia sobre smartphones mais baratos

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)

Agora, mais gente poderá ler o blog “Os Amigos do Presidente Lula” no próprio smartphone durante o Jornal Nacional, enquanto espera pela novela ou pelo futebol.  🙂

O Jornal Nacional da TV Globo (dia 9) deu a notícia da desoneração dos smartphones nacionais (que ficarão mais baratos), com má vontade. A notícia foi só lida rapidamente, em 16 segundos, sem nenhuma reportagem a respeito, apesar do grande interesse popular pelo assunto.

Olhe a diferença em relação à matéria do Jornal da Record, de 1 minuto e meio:  

A medida é mais um ponto para a popularidade do governo Dilma, por fazer a coisa certa. O smartphone, por vir com acesso à internet, é um dos sonhos de consumo de muita gente que ainda não tem. E, com isso, os aparelhos ficam mais acessíveis à todos, inclusive à população de baixa renda, sendo mais uma ferramenta para levar a todos os brasileiros o direito de ir e vir à informação e à sociedade do conhecimento.

Além disso a medida incentiva a fabricação dos aparelhos no Brasil.

Agora, mais gente poderá ler o blog “Os Amigos do Presidente Lula” no próprio smartphone durante o Jornal Nacional, enquanto espera pela novela ou pelo futebol. 🙂 Por: Zé Augusto0 Comentários     Do Blog Os Amigos do Presidente Lula.

18 minutos atrás

Marco Feliciano exige que Daniela Mercury vá para a fogueira

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Marco Feliciano exige que Daniela Mercury vá para a fogueira

09/04/2013 15:38 | Categoria: Celebridades Compartilhar:Imprimir:

Marco Feliciano exige que Daniela Mercury vá para a fogueira Feliciano orou para que Jesus provoque a falência do Guaraná Jesus IDADE MÉDIA – Após apontar o Todo Poderoso como mandante do assassinato de John Lennon, o presidente da Inquisição dos Direitos Humanos, Marco Feliciano, teve uma queda de pressão súbita ao ver a foto de Daniela Mercury beijando sua esposa. “Meus sais!”, suspirou antes de desmaiar nos braços de Jair Bolsonaro. Assim que recobrou o sexto sentido, Feliciano surtou: “Minha santa periquita do bigode loiro! É bruxa! É uma bruxa! Bruxinha, bruxilda, bruxona! Fogueira nela, em nome do Senhor!”, berrou, em falsete, enquanto ajeitava uma ponta dupla em sua franja.

Em seguida, Feliciano responsabilizou Jesus pela alta do preço do tomate. “Esse fruto que se aproveitava, até então impunemente, de ter sido criado à imagem e semelhança da maçã, o símbolo do pecado, finalmente foi punido”, vociferou. “Vejam o que está acontecendo no Chipre, nome que lembra Chifre, que remete a Satanás. O ego de Jesus não pode ser ferido jamais”, concluiu, assim que terminou uma sessão de drenagem linfática.

No final da tarde, o metropastor comunicou à imprensa que irá afrontar os Direitos Humanos apenas três vezes por dia. 
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Pregação de Feliciano ouvida ao contrário traz refrão deOdara

10/04/2013 15:05 | Categoria: Cultura Compartilhar:Imprimir:

Pregação de Feliciano ouvida ao contrário traz refrão de Odara “Se Feliciano está com Jesus e eu com o diabo, alguma coisa está fora da nova ordem mundial”, declarou Caetano Veloso AMARALINA – Pesquisadores do núcleo de Baianidades & Outras Mumunhas Mais da Universidade de Santo Amaro da Purificação encontraram mensagens subliminares nas pregações do presidente da Acusação dos Direitos Humanos, Marco Feliciano. “Quando ouvimos o falsete ‘sai Satanáááááááaááás’ ao contrário, a contrapelo, identificamos com clareza cristalina os versos ‘Deixa eu cantar pro meu corpo ficar Odara / minha cara, minha cuca ficar Odara'”, revelou o acadêmico Tatau do Pelourinho.

Renomado pelos estudos pioneiros sobre a influência do sincretismo no comportamento sexual de líderes religiosos numa época de globalização e tribalismo, o professor Axé Saraiva Aiê encontrou mensagens cifradas nas madeixas alisadas e nas sobrancelhas depiladas do metropastor. “Menino Deus, quando a flor do teu sexo / Abrir as pétalas para o universo / E então, por um lapso, se encontrar no anexo”, cantarolou Saraiva Aiê, enigmático.

No fim da tarde, Silvio Santos anunciou a criação do programa “Qual é o músico?”. Segundo nota divulgada pelo SBT, os participantes terão que acertar as personalidades musicais ofendidas por Marco Feliciano a partir de sete notas tocadas pelo maestro Zezinho. 
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19 minutos atrás

A ONIPRESENÇA DO GÊNERO WESTERN NO CINEMA MODERNO

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Vereadora propõe orar para resolver problemas da cidade

por Paulo Lopes Cleide Vieira é tambémpastora da Quadrangular A pastora-vereadora Cleide Vieira (foto), de Simões Filho (BA), disse ter obtido autorização de Joel Cerqueira (PT), presidente da Câmara, para criar um…

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CINEMA ESGOTO E OUTRAS MENTIRAS…

porque a arte sai do ego e vai pro ralo…

A ONIPRESENÇA DO GÊNERO WESTERN NO CINEMA MODERNO

em cinema por gustavo halfen em 11 de abr de 2013 às 00:43 O cinema western, considerado um dos principais gêneros da sétima arte, obteve seus anos dourados nas décadas de 1930 e 1940, principalmente com os filmes de John Ford. Porém por toda a trajetória da história do cinema e, inclusive na atualidade suas características são frequentemente homenageadas. Embora muitas vezes despercebidos, os filmes de máfia, super heróis e thrillers de ação são recheados de referências dos mocinhos e bandidos do velho oeste.   7  0      1
clint eastwood 01 - 01.JPG Você pode dizer que não gosta, ou até mesmo dizer que nunca viu, mas o cinemawestern está mais próximo de nossas vidas do que parece. O gênero mais conhecido no Brasil como faroeste, é considerado um dos mais importantes da história do cinema e influenciou a maioria dos grandes filmes. O filme The Great Train Robbery (O Grande Assalto ao Trem, 1903) inovou a forma de fazer cinema, utilizando pela primeira vez em um filme de ficção, ambientes externos, movimento de câmera e montagem paralela, além de romper pela primeira vez a “quarta parede” na famosa cena do tiro na câmera; homenageada por Martin Scorsese em Goodfellas (Os Bons Companheiros, 1990) e Ridley Scott em American Gangster (O Gangster, 2007). É conhecido que nesta cena o público demonstrou certo desespero com medo que a bala os atingisse.great-train-robbery-1903-granger - 01.JPG
Cena clássica de The Great Train Robbery do tiro na câmera. Com o passar dos anos o cinema western foi tomando um formato mais característico, romanceando a colonização do oeste estadunidense; mostrando a relação do homem com a natureza quase desértica (O Estouro da Manada, 1951), as guerras contra os índios (Rastros de Ódio, 1956), a cultura indígena (Um Homem Chamado Cavalo, 1970) e a busca do ouro (O Ouro de Mackenna, 1969). O protagonista das estórias do velho oeste acabou traçando o perfil do mito do herói hollywoodiano: o “mocinho” xerife, esperto e bondoso que mata (ou prende) os bandidos de sua cidade; hoje tão em voga nas adaptações cinematográficas das HQs. A partir destes personagens, surgiram também os códigos de honra, que estão acima da lei, muito referenciados em filmes de máfia.
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Pôster do clássico Rastros de Ódio. O épico Stagecoach (No Tempo das Diligências, 1939) de John Ford, além de ser referência pura nos filmes de Indiana Jones, influenciou o diretor Orson Wells ao fazer Cidadão Kane, considerado o maior filme de todos os tempos. Em meados dos anos 1960 houve a produção europeia chamada western spaghetti, cujo principal porta voz foi Sergio Leone. Em sua “Trilogia dos Dólares”, com Clint Eastwood como protagonista, ele inovou o mito do herói, transformando-o em anti-herói; o homem sem nome e sem passado, mercenário, frio e solitário. Personagem este popularizado na atualidade pelos diretores Robert Rodriguez e Quentin Tarantino. A trilha sonora característica do gênero, nos filmes de Leone tomaram amplitude global; a música tema do longa, Três Homens em Conflito (Il Buonno, Il Bruto, Il Cativo, 1966), composta por Enio Morricone, é considerada uma das mais famosas e belas canções da sétima arte.the god, the bad and the ugly duelo.jpg
Cena do longa Três Homens em Conflito representando um duelo entre inimigos. Em 1970 o artista Alejandro Jodorowsky dirigiu o filme El Topo onde ele cultua o gênero western em uma saga surrealista ao herói, cujo protagonista evolui espiritualmente para se tornar o gatilho mais rápido do oeste. Na atualidade, mais precisamente em 2008, os irmãos Cohen levaram o Oscar de melhor filme com “Onde Os Fracos Não Têm Vez” (No Country for Old Man, 2008). Utilizando do humor negro, os Cohen desconstruíram o gênero western em uma análise decadente do xerife velho, fraco e inexperiente e fortalecendo o papel do bandido: frio, calculista, assustador e enigmático. Já em 2011, o prêmio de melhor diretor de Cannes foi para o dinamarquês Nicolas Refn, que em Drive nos traz o anti-herói criado por Leone, o homem sem nome, calculista e invencível, no papel principal de Ryan Gosling. Em 2013, concorrendo ao melhor filme no Oscar, Tarantino homenageou o gênero, que considera o seu preferido, no filme Django Livre, onde ele cita referências claras dos anos dourados do western, além do spaghetti; a estória agora se passa na região sul dos EUA, seu protagonista é negro, e a trilha sonora original é composta por Enio Morricone. Em uma época onde nada se cria e tudo se copia, é incontestável que em cada disparo de pistola, em cada busca de vingança e em cada disputa entre mocinho e bandido, vemos os westerns como pano de fundo.   7  0      1 
gustavohalfen Artigo da autoria de Gustavo Halfen.
Biólogo, cinéfilo, poeta, compositor, pintor, escritor, blogueiro….
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COMENTÁRIOS

20 minutos atrás

Show ‘O passo do colapso’ confirma em cena que Dado anda para frente

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Show ‘O passo do colapso’ confirma em cena que Dado anda para frente

por Mauro Ferreira  Resenha de show
Título: O passo do colapso
Artista: Dado Villa-Lobos (em foto de Mauro Ferreira)
Local: Theatro Net Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 8 de abril de 2013
Cotação: * * 1/2

Foi sintomático que os aplausos mais fortes recebidos por Dado Villa-Lobos na estreia nacional do show O passo do colapso tenham sido motivados por sua interpretação de Índios (Renato Russo, 1986), sucesso da Legião Urbana, a banda brasiliense que projetou este guitarrista e compositor belga-brasileiro que tem se aventurado cada vez mais como cantor no exercício de sua carreira solo. Dado cantou bem Índios, no fim do bis do show apresentado no Theatro Net Rio na noite de 8 de abril de 2013, mas – justiça seja feita – o artista não se escorou em cena no legado do grupo que integrou com Renato Russo (1960 – 1996) e Marcelo Bonfá. O roteiro incluiu músicas do cancioneiro da Legião – como a obscura Depois do começo (Renato Russo, 1987), reapresentada no (com)passo veloz do ska, e como Giz (Renato Russo, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos, 1993) – sem jamais tirar o foco principal do repertório inédito lançado por Dado no seu segundo álbum solo, O passo do colapso, que ganha edição física em CD neste mês de abril de 2013 cinco meses após ter sido lançado em formato digital. O passo do colapso é disco climático produzido por Dado com Kassin. De início frio, o show – aberto com o rock Colapso (Dado Villa-Lobos, China e Jr. Black) – engrenou aos poucos e mostrou que Dado caminha bem em cena entre rocks e climas. Contudo, o roteiro ainda pode ser aprimorado. A junção de várias músicas inéditas no bloco inicial – Brilho de gente que faz brilhar (Beto Callado, 2012), Lucidez (Nenung e Dado Villa-Lobos, 2012) e Sobriedade (Nenung e Dado Villa-Lobos, 2012) – contribuiu para a frieza inicial. Até porque não são as melhores músicas do disco. O primeiro grande momento veio com Beleza americana (Fausto Fawcett e Carlos Laufer, 2012), música que derramou poesia urbana em cena, reproduzindo em cena o clima do CD. Outro destaque foi a canção Quando a casa cai (Nenung, 2012), cantada por Dado com a presença graciosa de Mallu Magalhães, repetindo o dueto gravado para o álbum. Na sequência imediata da intervenção rápida de Mallu, Dado convocou ao palco Fausto Fawcett, cuja participação em Overdose coração – parceria de Fawcett com Laufer, baixista da boa banda que incluía também Günter Fetter (teclados, programações, guitarra) e Lourenço Monteiro (bateria) – injetou pulsação em show que caminhava em passos lineares com a sucessão das músicas e das projeções de Clara Cavour. O cover de 3,6,9 – música recente de Cat Power, lançada pela cantora e compositora norte-americana em seu último álbum, Sun (2012) – reanimou o espírito roqueiro de Dado, artista formado entre os estilhaços da explosão punk que ecoou em Brasília (DF) na virada dos anos 70 para os 80. Por não ser em essência um cantor, Dado não conseguiu reverberar em cena toda a sensibilidade latente na letra de Filho, versão em português que fez de Son (Scott Weilland e Victor Indrizzi). Ainda assim, o show O passo do colapso sinaliza que Dado Villa-Lobos está andando para frente em cena, mesmo que eventualmente olhe para trás – com todo o direito, aliás – para reviver o legado que construiu como integrante da Legião Urbana, banda lendária que deixou órfãos no universo pop nacional.  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 15:00

Dado ergue ‘Quando a casa cai’, balada de Nenung, com Mallu em show

por Mauro Ferreira  Mallu Magalhães participou da estreia nacional do show O passo do colapso, de Dado Villa-Lobos, na noite de 8 de abril de 2013. A cantora e compositora paulista e o compositor e guitarrista belga-brasileiro – vistos em foto de Maíra Cassel  reproduziram no palco do Theatro Net Rio, no Rio de Janeiro (RJ), o dueto na balada Quando a casa cai (Nenung), feito originalmente para o segundo disco solo gravado por Dado em estúdio, O passo do colapso, lançado em dezembro de 2012 e mote do show mostrado em primeira mão ao público carioca.

21 minutos atrás

Gays relatam desafio de sair do armário em diferentes locais do Brasil

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Gays relatam desafio de sair do armário em diferentes locais do Brasil

por mark vynny Declarar-se abertamente gay, lésbica, bissexual ou transsexual para os pais, a família, amigos e colegas em escolas ou no trabalho pode ser um desafio complexo no Brasil, onde o assunto é tema de debates acalorados. “O armário é um espaço de gerenciamento de estigmas, de um segredo, uma informação que tem um peso social muito forte. É sempre um momento de muita tensão, um ritual de passagem”, avalia Fernando Teixeira Filho, professor do Departamento de Psicologia Clínica da Unesp, no campus de Assis. Muitas famílias se mantêm unidas através desse segredo, e revelá-lo publicamente pode significar a ruptura de alguns laços, e a criação de novos, diz o psicólogo, indicando que diversos fatores influenciam as reações de aceitação ou rejeição. Teixeira Filho diz que entre os que mais sofrem atualmente estão os transexuais, “que em geral sempre enfrentam uma reação péssima”, e os bissexuais, que vivem em “um armário dentro de um armário” e sofrem preconceito de todos os lados. Veja alguns depoimentos concedidos à BBC BrasilLilo OliveiraLilo Oliveira, universitária
“Tenho 20 anos, sou homossexual assumida e namoro uma linda guria. Como é ser homossexual nos dias de hoje? Bem, eu tenho me sentido como em uma guerra, na qual há aqueles fanáticos por religião, que zelam por seus preconceitos por detrás de palavras de um livro. Eu quero ter uma família, eu quero que minha namorada se torne minha esposa, queremos filhos, sonhamos com o casamento, morar juntas, dividir as coisas, como grande parte das mulheres sonham. Me questiono por que é mais fácil aceitar a violência do que o amor. Por que é tão natural ver mais uma mãe que jogou seu filho fora do que um casal homossexual adotá-lo. Para muitos, não temos religião – para nós, é na fé de algo melhor que continuamos a lutar por respeito, por um mundo onde vivamos em paz. Nos chamam de desgraça, de fim do mundo, de vergonha, de intolerantes, de vítimas sem motivos, de câncer social, mas eu olho a foto ao lado, e vejo amor, vejo sonhos, futuros, vejo brigas, risadas, desentendimentos, vejo um casal como qualquer outro. Ser homossexual hoje é acreditar que amanhã as coisas hão de melhorar, é não abaixar a cabeça, é ter antes de tudo orgulho de si mesmo e saber que não há nada de errado com você. E mostrar para a sociedade que não há mal nenhum em amar.” Thiago MonferdiniThiago Monferdini, 25 anos, redator publicitário
“Me assumi lá no começo dos anos 2000, em uma cidade de cerca de 30 mil habitantes no sul de Minas Gerais, que é provinciana ao extremo. Fácil? Não, não foi. Houve desmaios e gritos. Pedidos de perdão para encher agendas de analistas de toda a região, mas me lembro de uma sensação, a de liberdade. As três palavras mágicas ‘eu sou gay’ libertam! Eu prometo. Não existe nenhum olhar torto no mundo, nenhum cuspe na cara que dane a sensação de ter sido honesto consigo mesmo. As dores e prazeres são as maiores constâncias na vida de um homossexual, mas que chato seria se estas não existissem, não é? Hoje, liberto da cidade e do preconceito dos pais, eu afirmo: eu sou gay. Ouviu?” Júlio Cézar MirandaJúlio Cézar Miranda, psicólogo
“Tenho 26 anos, moro em São Paulo, sou psicólogo e ser gay hoje é algo que ainda desperta muito a curiosidade de todos. Muitos que se dizem héteros têm muita curiosidade ao saber como se dão as relações com gays e afins. Tendo intimidade, então, as coisas mudam: a pessoa quer se descobrir. O prazer está em voga em nossa sociedade, a casualidade, o momento, o lance. Ao me assumir em casa, meus pais sabiam já, mas se negavam a acreditar. É destruir sonhos patriarcais, laços familiares, sangue. É não viver conforme o padrão social e, com isso, fazer com que tudo e todos ao redor se desestruturem. Foi difícil, sim, pois as pessoas não são obrigadas a me aceitar como sou. Mas o que se passa comigo e com o meu interior e se isso está me fazendo feliz ou não é de direito coletivo? Afinal, pago minhas contas, impostos e não tenho privilégios por ser homossexual, e sim levo garrafadas e olhares tortos nas ruas por apenas ser quem sou. Sou um homem comum como qualquer outro, porém gosto de outros homens. Não acordei um dia de manhã e escolhi ser gay. Afinal, quem quer escolher o modo mais difícil de se viver? Ser gay não é escolha, e sim estado natural de viver.” Júnior MilérioJúnior Milério, 28 anos, jornalista
“Por volta dos 14 anos, disse para minha mãe que me interesso por meninos, e não por meninas. Com aquela idade, eu não imaginava o quanto a sexualidade de uma pessoa interfere na vida social. Meu interesse por meninos sempre foi natural, eu não escolhi. Ser gay não é uma opção. Nasci e cresci no interior de São Paulo e lá não há grupos de apoio a pais de gays, diferente de São Paulo hoje em dia, por exemplo. Então, minha mãe e eu tivemos que redescobrir, sozinhos, como amar novamente. E descobrimos. Garanto que o amor – acima de tudo o amor dentro de casa – me ajuda a ser completo na sociedade. Foi na universidade, quando me mudei para Campinas para estudar, que me entendi como gay e cidadão por completo. Desde então, minha batalha é diária para ser respeitado, mas não com violência. Minha arma contra o preconceito e a homofobia é a minha educação, minha formação. A gente que sofre preconceito, seja racial, sexual, social, se cobra muito para ser melhor, numa tentativa quase inglória de compensar alguma coisa que é vista como menos ou inferior. A falta de respeito. Essa é a principal dificuldade. O respeito é a base de qualquer relação. Da afetiva à social. Respeitar! A violência não é apenas quando um gay é agredido na rua. Esse é o cúmulo, o absurdo, o ápice da violência. Mas o princípio da violência é o desrespeito pelo que é diferente. Eu me sinto agredido quando quero ser cidadão e doar sangue e não posso. Quando vejo gente precisando de medula e sou proibido de fazer doação. E me sinto desrespeitado quando, apesar de ser proibido disso e de tantas outras coisas mais, me cobram impostos. Declaro imposto de renda. Pago minhas contas.” Andréia, 28 anos, advogada
“A primeira pessoa para quem eu contei da minha então recentíssima descoberta de ‘gostar de meninas’ foi há 12 anos, quando eu tinha 16 anos, e foi bem tranquilo. Poucos meses depois, meu pai descobriu por conta de um ‘vacilo’ meu. O momento da revelação foi um pouco tenso, pois na época nem eu sabia exatamente como me posicionar sobre o assunto. Meu pai me disse que se preocupava com o que eu poderia sofrer, mas afirmou que quem estivesse contra mim, estaria contra ele. Em seguida, com a minha autorização, contou para minha mãe, que ficou péssima e por anos não tocou no assunto comigo. Um dia, quando eu já tinha uns 19 anos, me deu uma revista cuja matéria de capa falava sobre lésbicas. Foi a forma de dizer que me aceitava. Hoje meus pais tratam naturalmente o assunto e não fazem qualquer diferença entre minha namorada e a do meu irmão: tratam ambas muito bem e com muito carinho. Nunca sofri qualquer discriminação em casa. No entanto, sei que o posicionamento da minha família não é a regra. Tive problemas com os pais de diversas namoradas. De uma delas, a mãe tomou celular, dinheiro, carro, tudo. Proibiu de me ver, mandou para a terapia, nada adiantou. Isso foi no primeiro ano de relacionamento. Depois disso, namoramos mais cinco anos (dois dos quais moramos juntas no exterior). Quanto aos meus amigos, nunca tive nenhum problema em me assumir gay. Todos, até mesmo os mais machistas, religiosos ou tradicionais, me aceitaram muito bem. Resumindo tudo isso, na prática vejo que o preconceito existe, mas a discriminação por orientação sexual é mais velada se o gay tiver boa condição social e nível profissional/educacional mais elevado. E que a postura de cada um perante o mundo contribui, em muito, para a quebra dos paradigmas.” César MartinsCésar Martins, 31 anos, produtor de moda e figurinista
“Quando fiquei com um menino pela primeira vez, aos 18 anos, contei para minha mãe e ela teve uma reação inusitada, dizendo ‘eu sou sua mãe, eu não sou burra’. Desde pequeno eu já sabia, e nunca mexeu comigo. Me incomodava mais que me chamassem de magro do que de bicha. Sempre fui muito tranquilo. Meus pais sempre me deram todos os brinquedos que eu pedi, e não eram convencionais para meninos. Meu pai nunca tocou no assunto, mas meus namorados dormem em casa, no meu quarto, e fazem parte da família, sem nenhum problema. Quanto ao ambiente profissional, sempre trabalhei com moda, e acho que, na verdade, não ser gay seria um problema. As modelos, por exemplo, teriam vergonha de se trocar na minha frente. Eu acho que ficou mais fácil, hoje em dia, ‘sair do armário’. Acho que se fala mais do assunto, veio mais à tona na sociedade.” fonte: BBC Brasil   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

CEO da Apple é eleito o gay mais influente dos Estados Unidos

por mark vynny Tim Cook já venceu as edições de 2011 e 2012 da revista norte-americana Tim Cook 02Tim Cook, CEO da Apple, nunca se assumiu homossexual, mas, ainda assim, foi eleito pelo terceiro ano consecutivo o LGBT mais influente dos Estados Unidos. No ranking, que inclui 50 artistas, empresários, jornalistas e políticos, elaborado anualmente pela revista “Out”, Cook aparece à frente da apresentadora Ellen DeGeneres (2º), do roteirista e produtor Ryan Murphy (3º) e do apresentador da “CNN” Anderson Cooper (5º). Dentre outras figuras conhecidas, aparecem na lista ainda o cantor Frank Ocean (10º), os estilistas Marc Jacobs (19º) e Tom Ford (31º) e a drag queen Ru Paul (50º). Conheça a seleção completa elaborada pela “Out” aquifonte: ParouTudo  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  10 horas atrás

Rio de Janeiro: Governo recebe certificado da União Europeia pelo seu combate à homofobia

por mark vynny Nos últimos dias 4 e 5 de abril foi realizado em Brasília o Seminário Brasil – União Europeia de Combate à Violência Homofóbica. O Governo do Rio recebeu da União Europeia e da da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República o Certificado de Boas Práticas em Políticas Públicas de Direitos Humanos para LGBT, como uma das cinco experiências que tiveram êxito no Brasil para a comunidade gay. O prêmio foi concedido por conta da atuação no Programa Estadual Rio Sem Homofobia, que combate à discriminação por orientação sexual  e identidade de gênero. A União Europeia avaliou o conjunto de ações e serviços implementados e oferecidos pelo Rio Sem Homofobia, entre 2010 e 2012, como os quatro Centros de Referência da Cidadania LGBT e o Disque Cidadania LGBT 0800 0234567, que foi destacado pelos representantes europeus. “Planos abrangentes como o Programa Estadual Rio Sem Homofobia teriam uma aplicabilidade clara em muitas cidades europeias”, disse o português Miguel Vale de Almeida, um dos responsáveis pela análise. O objetivo da avaliação, que foi realizada no segundo semestre de 2012, foi comparar as experiências brasileiras e europeias no combate à homofobia e no acolhimento à população LGBT, como forma de aprofundar o diálogo e a cooperação entre os dois governos no enfrentamento à discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. “Foi com muita satisfação que recebemos essa certificação. Ela nos mostra que o Governo do Rio está no caminho certo. Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente e alguns obstáculos a superar, mas ficamos muito felizes pelo reconhecimento, que nos dá motivação para continuar trabalhando”, declarou Cláudio Nascimento (foto), coordenador do Programa Rio Sem Homofobia. fonte: A Capa   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  10 horas atrás

Marco Feliciano fecha sessão da CDHM para manifestantes, mas evangélicos entram

por mark vynny Manifestantes protestaram mais uma vez na sessão da CDHM protesto CDHMApós tumulto dos manifestantes na sessão desta quarta-feira, 10, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) mudou o local do debate e proibiu a presença do público. No entanto, evangélicos convidados pelo pastor puderam entrar. A reportagem do portal “UOL” contou pelo menos 15 convidados de Feliciano ou de seu partido na sessão. O vereador Pastor João Campos (PSC-TO) de Palmas disse que compareceu à Câmara a convite de Feliciano. Já o pastor Ely Silva, de Belém (PA), disse à reportagem que era convidado do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA). Procurado pelo site, Roberto Marinho, assessor do deputado, que também já deu declarações homofóbicas, negou que Feliciano tenha convidado aliados. “Não tem convidado dele aqui, não”, chamando os outros pastores, portanto, de mentirosos. fonte: ParouTudo 

22 minutos atrás

http://www.brasil247.com/

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Uruguai é considerado país mais liberal da América do Sul

: Além de aprovar a igualdade de casamento entre homossexuais e heterossexuais, o país legalizou o aborto e analisa a possibilidade de descriminalizar a maconha   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Falcão culpa empresariado e mídia por ‘Pibinho’

Claudio Manculi/Frame: SÃO PAULO, SP, 25.03.2013: RUI FALCÃO/ENTREVISTA - O presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão durante entrevista coletiva sobre os encontros com as lideranças estaduais do partido, nesta segunda-feira (25), na sede nacional do PT, na região central“É hora de os trabalhadores irem para cima das empresas, para arrancar conquistas, porque a conjuntura está favorável, para elevar a produtividade, para aumentar a produção, para forçar o investimento que eles estão se recusando a fazer, numa espécie de sabotagem ao nosso projeto”, disse o presidente do PT em encontro regional do partido   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Edital investe mais de R$ 1 milhão em propostas de divulgação de comunidades tradicionais

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Campanha de vacinação vai reduzir a mortalidade e internações causadas pela gripe

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‘Eleitor cri-cri de SP pode mudar rumos para 2014’, diz Vera Magalhães

: Segundo colunista da Folha, se os petistas contam com a boa avaliação de Dilma e o frescor de Haddad para conquistar o Estado mais crítico do Brasil, aos tucanos restará defender a hegemonia de 20 anos no poder Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Eliane: Dirceu constrange Planalto

: Para colunista, ao revelar movimento combinado para influir no julgamento, ex-ministro tentou melhorar as coisas para ele, mas piorou para todo mundo – principalmente para o governo e para os ministros que votaram para salvá-lo no Supremo   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Justiça concede perdão judicial a réus da Ação Penal 470

: Acusados de lavagem de dinheiro no processo do chamado mensalão, Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista foram beneficiados pela delação premiada; eles colaboraram com o Ministério Público Federal (MPF), fornecendo informações e documentos que ajudaram na investigação   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Justiça garante edital de concessão do Maracanã

: Desembargadora caça liminar do MP que suspendia o processo licitatório do estádio por suspeita de superfaturamento e falta de transparência; abertura dos envelopes acontece esta manhã   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  5 horas atrás

Empresas de brasileiros em paraísos fiscais serão tributadas

: A decisão do STF não atinge organizações com sede nos países de tributação regular, mas abre precedente para que a cobrança possa ser autorizada futuramente   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  5 horas atrás

Argentina anuncia congelamento dos preços de combustíveis

: Medida é a terceira anunciada neste ano pelo governo de Cristina Kirchner para controlar a inflação; No final de janeiro, o secretário do Comércio Interior, Guillermo Moreno, fez um acordo com supermercados e redes de eletrodomésticos para manter os preços estáveis até maio   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  12 horas atrás

Setti questiona Dirceu: “Onde estão as provas”

: Blogueiro da Veja, Ricardo Setti diz que “é grave a acusação de Dirceu de que o ministro Fux prometeu absolvê-lo antes de ir para o Supremo. Só tem um problema: é a palavra de um réu condenado contra a de um juiz que o condenou. Onde estão as provas?”   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  12 horas atrás

Justiça suspende privatização do Maracanã

: Segundo decisão da juíza Roseli Nalin, da 5a Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio, há “graves indícios de irregularidade” na concorrência que definirá o futuro administrador do estádio por meio de Parceria Público-Privada (PPP); edital não detalha todos os projetos que terão de ser levados à frente após a concessão, o que tenderia a beneficiar a IMX, de Eike Batista   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Sob vaias e xingamentos, vereadores elevam tarifa de ônibus para R$ 2,45

: Depois de uma longa sessão, a Câmara Municipal definiu aumentar em R$ 0,20 o valor da passagem do transporte público; revoltados, manifestantes chamaram vereadores de “vagabundos”; 15 vereadores aprovaram o reajuste; oposição votou contra e ainda contou com o apoio de Adriano Taxista; os parlamentares Renilson Felix se revoltou com protesto e pediu ação da SSP   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Deputado Fonteles sobre Fux: “Merece impeachment”

: Em entrevista ao 247, deputado Nazareno Fonteles, do PT, defende que seja instalada uma comissão no Congresso para se analisar as ações do ministro do STF e decidir sobre a instalação de um processo de impeachment contra ele; autor de uma PEC que prevê ao Legislativo sustar atos do Judiciário, parlamentar diz que o que Luiz Fux fez – prometer absolvição ao ex-ministro José Dirceu por uma vaga no Supremo – “não é postura de um juiz, mesmo que ainda estivesse a caminho do cargo”   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

MPE dá parecer favorável a união de casal gay em MT

: As mulheres P.M e A.S.C anexaram ao pedido as certidões de nascimento atualizadas e atestado de testemunhas, documentos exigidos conforme previsto no Código Civil, comprovando que não existe impedimento ao casamento; Constituição Federal fixa o dever de o legislador infraconstitucional facilitar a conversão da união estável em casamento   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Pelegrino avalia 100 dias de ACM: “baixa efetividade”

: Para o petista que foi derrotado pela quarta vez na disputa pela Prefeitura de Salvador, os cidadãos ainda não têm o que comemorar nos 100 primeiros dias de gestão de ACM Neto (DEM); segundo Pelegrino, dos 32 decretos baixados pelo prefeito, 24 não tiveram resultado; seriam medidas referentes à política de pessoal, saneamento básico, atenção psicossocial ou o plano de concessão do transporte coletivo; o petista bate duro no decreto da ‘ficha limpa’, ao qual o próprio prefeito teria desobedecido com a nomeação de três secretários que respondem a processos judiciais   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  14 horas atrás

Imigrantes haitianos terão situação regularizada

:  A Superintendência da Polícia Federal no Acre pretende iniciar o processo de regularização dos haitianos e outros estrangeiros que atravessaram o país nas últimas semanas e se abrigaram no Estado; o trabalho de regularização deve começar até meados da próxima semana; devido à situação, o governo do Acre decretou estado de emergência social nos municípios de Brasileia e Epitaciolândia   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  14 horas atrás

PPS reúne Serra e Aécio em conferência

: Ex-governador de São Paulo e senador mineiro dividem mesa de debate na abertura da conferência “A Esquerda Democrática pensa o Brasil”, marcada para as 14h30; fortalecimento de Aécio Neves no PSDB, que deve levá-lo à presidência nacional do partido e a candidatura à Presidência da República em 2014, alimenta especulações de que Serra pode migrar para o PPS de Roberto Freire, que já fez o convite; para a conferência do partido Serra vai…   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  15 horas atrás

Deputados alagoanos avaliam recurso ao TSE

: O Presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas já acionou o departamento jurídico do Poder para avaliar a decisão do TSE. Em julgamento realizado na noite desta terça-feira (09-4), o Tribunal Superior Eleitoral reduziu o número de deputados estaduais de 27 para 24. No âmbito federal, o Estado terá um deputado a menos a partir das próximas eleições, caindo de 9 para 8. A bancada federal também vai se reunir para discutir a questão.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  15 horas atrás

Deputados alagoanos avaliam recurso contra decisão do TSE

: O Presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas já acionou o departamento jurídico do Poder para avaliar a decisão do TSE. Em julgamento realizado na noite desta terça-feira (09-4), o Tribunal Superior Eleitoral reduziu o número de deputados estaduais de 27 para 24. No âmbito federal, o Estado terá um deputado a menos a partir das próximas eleições, caindo de 9 para 8. A bancada federal também vai se reunir para discutir a questão. 

23 minutos atrás

Cara de pau em Cristo: Feliciano faz um afago público no cantor Caetano Velos

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Cara de pau em Cristo: Feliciano faz um afago público no cantor Caetano Veloso

por Rosangela Basso Cara de pau em Cristo: Feliciano faz um afago público no cantor Caetano Veloso

Feliciano espera ‘reconhecimento’ de Caetano por hospital na Bahia

Ao iG, presidente da Comissão de Direitos Humanos diz confiar que cantor manifeste apoio por decisão tomada pelo governo dias após a Comissão de Direitos Humanos tratar do tema

O deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) está confiante de que irá receber um afago público do cantor Caetano Veloso, que em entrevista a jornais da Bahia disse que seria favorável à manutenção dele na presidência da Comissão de Direitos Humanos caso a luta de cerca de mil mineiros contaminados por chumbo em Santo Amaro da Purificação, cidade natal do cantor, ganhasse o Congresso Nacional. “Eu gostaria que ele viesse a público agora”, diz Feliciano ao iG .

Agência Câmara Feliciano fechou novamente nesta quarta (10) a reunião da Comissão de Direitos Humanos após protesto de manifestantes

O “reconhecimento”, segundo o deputado, deveria vir após decisão do Ministério da Saúde de criar um hospital especial para tratar os mineiros contaminados. A decisão foi tomada pelo governo federal dias após audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, tratando do tema. “Realizamos uma única audiência pública até agora, justamente sobre esse tema, e o hospital foi anunciado”, afirma o deputado, que comemora a decisão como uma vitória sua à frente da comissão. Caetano havia dito que “se a Comissão fizer algo útil e justo (pelos mineiros), mesmo sob Feliciano, aplaudirei. “O que não quer dizer que aplaudo a escolha do seu presidente”, ressaltou. Agora, de acordo com Feliciano, decisões judiciais favoráveis à concessão de aposentadorias ao mineiros também estão saindo depois da audiência. O debate público foi realizado há duas semanas em meio a protestos de manifestantes contrários a permanência do pastor e líder da igreja evangélica Assembleia de Deus Catedral do Avivamento no comando da comissão. Feliciano afirma que o requerimento de audiência publica esperou três anos para ser aprovado na comissão. Apesar da disposição de Feliciano em receber apoio de Caetano Veloso, o cantor se manifestou hoje pela saída do deputado do comando da comissão. Após a circulação de um vídeo no qual o pastor credita o sucesso do cantor ao diabo, Caetano usou sua conta no Twitter para se opor a Feliciano. Caetano postou em sua conta no microblog as hashtags #Absurdo e #ForaFeliciano.  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  10 horas atrás

Olha o mico homofóbico: Acre proíbe o premiado filme “Eu não quero voltar sozinho” em projeto de cinema nas escolas

por Rosangela Basso Olha o mico homofóbico: Acre proíbe o premiado filme “Eu não quero voltar sozinho” em projeto de cinema nas escolas 

Acre censura filme gay ao confundi-lo com kit anti-homofobia

Parou Tudo

Curta foi confundido com kit anti-homofobia no Acre

Premiado em festivais em várias partes do mundo, o curta-metragem “Eu Não Quero Voltar Sozinho” foi proibido no Acre. Pior: todo o programa Cine Educação, do qual ele fazia parte, foi suspenso por lá. Tudo começou, segundo os produtores Diana Almeida e Daniel Ribeiro – este, também diretor do filme – quando alguns alunos que o assistiram em sala de aula pensaram se tratar do “kit anti-homofobia” e reclamaram a líderes religiosos. Estes, sem saber do que realmente se tratava, mobilizaram políticos para proibir o programa educacional. Segundo comunicado de Ribeiro, os secretários de Educação e de Direitos Humanos do Estado discutem a reativação do Cine Educação, porém, o seu curta deve ser definitivamente excluído do programa. Não, você não está no Irã, onde os habitantes vivem em Estado religioso. Você está no falso Estado laico chamado Brasil. Veja ou reveja o premiado e delicado curta-metragem que os estudantes do Acre não podem ver na escola:   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Que horror: Bolsonaro diz que se tivesse participado da ditadura deputado Ivan Valente estaria no “saco”

por Rosangela Basso Que horror: Bolsonaro diz que se tivesse participado da ditadura deputado Ivan Valente estaria no “saco”

Até quando Bolsonaro ficará impune?

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Lula não é citado em investigação do Ministério Público: O que a imprensa publicou, o fez por sua conta e risco

por Rosangela Basso Lula não é citado em investigação do Ministério Público: O que a imprensa publicou, o fez por sua conta e risco

Correio do Brasil

Lula falou ao público latino-americano, em Cuba Lula tem preferido não falar sobre declarações de Marcos Valério O Ministério Público Federal no DF (MPF/DF) confirmou, na tarde desta quarta-feira, que requereu à Polícia Federal a instauração de inquérito para “apurar um dos fatos descritos pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza em depoimento prestado à Procuradoria Geral da República (PGR) em setembro de 2012″, conforme nota publicada no último dia 5. Mas, em nenhum momento, afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria envolvido nesta ação, como esclareceu a instância judicial, por meio de sua porta-voz, Carla Zanetti, em entrevista ao Correio do Brasil. – O que a imprensa publicou (acerca das ilações quanto ao ex-presidente Lula estar envolvido no processo), o fez por sua conta e risco – afirmou Zanetti. O que a nota expedida pela instituição pontuou, acrescenta, é que “o teor específico desta ação corre sob sigilo de Justiça” e o relato “divulgado na imprensa” não seria confirmado ou negado pela promotoria exatamente porque está protegido do conhecimento público. O pedido de investigação à Polícia Federal, segundo confirma o MPF, restringe-se à informação de Valério sobre o citado “repasse de US$ 7 milhões por parte de fornecedora da Portugal Telecom em Macau (China), ao Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de contas bancárias no exterior”. Se houve realmente o fato e quem estaria nessa operação; além de todas as demais questões relativas ao processo, segundo Zanetti, “serão apuradas ao longo da investigação”. Em nenhum momento, porém, o Ministério Público teria citado o ex-presidente Lula. Quando foram publicadas as primeiras notícias sobre o um provável depoimento de Marcos Valério sobre o possível repasse de recursos à Portugal Telecom, o ex-presidente Lula teria dito a repórteres que o publicitário era um “mentiroso” e, depois não tocou mais no assunto. Novamente questionado sobre o tema, o ex-presidente afirmou, por meio de nota assinada pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que “não há nova informação em relação às que foram publicadas há cinco meses”.  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Senado criminaliza omissão diante de violência contra mulheres

por Rosangela Basso 
Senado criminaliza omissão diante de violência contra mulheres 

Projeto pune com de até dois anos de cadeia a falta de “medidas legais cabíveis” ao atendimento da mulher vítima de violência, quando houver lesão corporal ou morte

POR FÁBIO GÓIS

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) o Projeto de Lei 14/2000, que pune com pena de seis meses a dois anos de prisão a omissão de autoridade policial diante de violência contra mulheres, nos casos em que a falta da prestação de socorro resultar em lesão corporal ou morte. Aprovada em caráter terminativo, a proposição segue direto para a Câmara, caso não haja recurso de senadores para votação também em plenário. A matéria foi apresentada em 2010 pela então senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), hoje governadora do Rio Grande do Norte, e altera a Lei Maria da Penha, que não define punição nos casos de inoperância policial. Segundo ela, o novo tipo penal vai punir agentes públicos, “em caso de negligência na adoção de medidas legais cabíveis para a proteção de mulher”. “A Lei Maria da Penha impõe à autoridade policial certas providências legais, que devem ser executadas com o fim de proteger a mulher em iminência de sofrer ou de já ter sofrido violência doméstica. No entanto, há casos em que a autoridade policial não observa tais medidas de forma diligente e a vítima acaba sofrendo novos males, muitas vezes de forma fatal. Mostra-se premente, portanto, punir a autoridade policial que, uma vez conhecedora da violência ou da ameaça, não envida os esforços necessários para a pacificação social, sua função primária”, registra Ciarlini, na justificação do projeto. O projeto altera o artigo 1º, que passa a ser redigido assim: “Constitui crime, em caso de iminência ou de prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, a não adoção das medidas legais cabíveis, conforme o caso, previstas nos artigos 10, 11 e 12 desta Lei, quando da omissão resultar lesão corporal ou morte”.  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  14 horas atrás

“Dizem que ficam chocados ao ver casais do mesmo sexo, olhe as fotos deste casamento e me diga: O que te choca?

por Rosangela Basso Dizem que ficam chocados ao ver casais do mesmo sexo, olhe as fotos deste casamento e me diga: O que te choca?
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Com direito a atraso duplo, paulistanas sobem ao altar cercadas pela família: “O que é meu é meu, o que é dela é dela, a gente se respeita”

Bianca Corol entrou acompanhada pelo pai José Geraldo Sousa. Foto: Edu Cesar

Camila entrou acompanhada pela mãe Eliana Sandra. Foto: Edu Cesar


As duas juntas no altar . Foto: Edu Cesar
 A daminha de honra traz as alianças até o altar . Foto: Edu Cesar
 Elas fizeram questão de ter todos os rituais clássicos de um casamento . Foto: Edu Cesar

Depois do “sim” das duas e da troca de alianças, é hora de assinar o livro de casamentos do cartório . Foto: Edu Cesar
Bianca recebe o abraço da sogra Eliana Sandra. Foto: Edu Cesar
Nick Jovino, marido do irmão de Camila, foi um dos padrinhos. Aqui ele cumprimenta Bianca fortemente emocionado. Foto: Edu Cesar


A vó Norma, de 93 anos, largou tudo na Mooca e veio dar a benção para a neta Camila . Foto: Edu Cesar

 A festa de casamento foi realizada no mesmo local da cerimônia civil . Foto: Edu Cesar

Te chocou em quê? 

Te agrediu por quê?

Para mim os poetas tem razão:

Qualquer maneira de amar vale a pena

Parabéns as noivas, que seja eterno enquanto dure.

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Deputado Ivan Valente para Bolsonaro: “Quem é o fascista que tá aí? É você, torturador. Você devia estar na cadeia, bandido!”

por Rosangela Basso Deputado Ivan Valente para Bolsonaro: “Quem é o fascista que tá aí? É você, torturador. Você devia estar na cadeia, bandido!” 

Palmas para o Deputado Ivan Valente!

Feliciano é motivo de bate-boca entre deputados na Câmara e outros vídeos – TV UOL  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  16 horas atrás

Adolescente comete suicídio após colegas divulgarem foto dela sendo estuprada

por Rosangela Basso Adolescente comete suicídio após colegas divulgarem foto dela sendo estuprada

por Daniela Novais – Brasília em Pauta

 Crédito : Arquivo da Família Rehtaeh Parsons, uma adolescente canadense, cometeu suicídio em Halifax, no Estado da Nova Escócia, após sofrer bullying por mais de um ano e meio em decorrência de um estupro que sofreu quando tinha 15 anos, que ficou público após a divulgação de uma foto do ocorrido, tirada pelos agressores. A imagem se tornou um viral e agravou os problemas psicológicos que a garota desenvolveu após o trauma. Ela tinha 17 anos e morreu no hospital, após tentar se enforcar em casa na última quinta (04).

Segundo a rede de TV CNN, a família afirmou que Rehtaeh demonstrou tendências suicidas desde que a foto da violência circulou entre colegas de escolas através de e-mails e mensagens de textos. Segundo Leah Parsons, mãe da jovem, ela mudou de escola, fez análise, mas o estado psicológico da filha piorou depois que uma investigação sobre seu estupro foi encerrada sem penas para os quatro envolvidos. 

No facebook, a mãe da adolescente criou uma página em homenagem à jovem e postou: “Rehtaeh nos deixou hoje porque quatro garotos acharam que estuprar uma garota de 15 anos não teria problema e distribuir uma foto que arruinou seu espírito e reputação seria divertido. Todo o bullying e perturbação ocasionou isso. Depois, a Justiça também falhou com ela. Essas são as pessoas que me tiraram minha linda garota”.  
O porta voz da polícia de Halifax, Scott MacRae, justificou o encerramento de caso na falta de evidências para que alguém fosse punido pelo suposto estupro. As autoridades confirmaram, porém, que uma foto da garota fazendo sexo com um dos quatro acusados circulou entre celulares e computadores, o que faria com que, mesmo se o ato fosse consensual, as imagens seriam consideradas pornografia infantil, mas mesmo para esse fato não houve pena.
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Campanha pelo casamento igualitário na Irlanda: Como você se sentiria se tivesse que pedir permissão de todos para casar?

por Rosangela Basso Campanha pelo casamento igualitário na Irlanda: Como você se sentiria se tivesse que pedir permissão de todos para casar? 

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O Cristo Vingador só existe na cabeça de Feliciano e Almeidinha

por Rosangela Basso O Cristo Vingador só existe na cabeça de Feliciano e Almeidinha

Almeidinha escreve a Feliciano

Matheus Pichonelli – Carta Capital

Caro Feliciano, Vou te confessar uma coisa. Por puro receio, nunca frequentei um culto evangélico. Nada contra, tenho até alguns amigos evangélicos, mas só de ver pastores como o senhor já coloco o cadeado no bolso e me vacino. Fora isso, sempre me dei bem com todo mundo. Tive, durante um tempo, um funcionário da firma que era crente. O apelido dele era Crente. Ele explicava, todo santo dia, que nem todo crente era evangélico, e que nem todo evangélico fazia sessão de descarrego. Nunca dei a mínima: sou católico, apostólico e paulistano, brinco com todos, faço piada igual: chamo os crentes de crentes, os católicos de papa-hóstia, os ateus de vagabundos, os brancos de branquelas e os negros de macacos. A maldade está no ouvido de quem ouve. Para mim, que se encontrar na rua não sei distinguir um papa Francisco de um Edir Macedo, o importante é não perder a esportiva. O Cristo Vingador só existe na cabeça de Feliciano e Almeidinha
O Cristo Vingador só existe na cabeça de Feliciano e Almeidinha Por isso tiro o chapéu para o senhor. Tirando o Rafinha Bastos e o Danilo Gentili, não é todo dia que vemos na tevê um sujeito de coragem dizer as verdades que doem mas precisam ser ditas. Por exemplo: todo mundo sabe, só não tem coragem de dizer, que a África é um continente amaldiçoado. Minha cunhada, uma feminista lésbica incapaz de casar e procriar, como observa o mandamento, me esfregou, dia desses, o mapa africano e mostrou como tudo ali é linha reta, resultado do fatiamento acertado entre as potências colonialistas do século sei lá qual. Disse que, seu quisesse entender os problemas da África, era melhor ler a história da Inglaterra, e não a Bíblia. Como se existisse Inglaterra no tempo de Noé – além de feminista e lésbica, minha cunhada é burra. Deixa ela pra lá. Em casa, comemoramos feito gol em Copa do Mundo a sua declaração sobre a ditadura gayzista – durante muito tempo achei que a autoria dessa frase era minha; não patenteei mas tomei posse por usucapião. Faça dela bom proveito. Concordo com o senhor quando fala da podridão dos sentimentos dos homossexuais. Esses dias postei no Facebook duas mensagens. Uma delas, uma frase atribuída ao Arnaldo Jabor: “No Brasil, o homossexualismo (minha cunhada diz que “ismo” é errado, mas ela é intolerante até com a gramática) já foi proibido, tolerado e agora é aceito. Vou embora daqui antes que seja obrigatório”. Choro de rir só de reproduzir a frase. A outra é uma foto em defesa do senhor. Tinha a imagem de um bando de bicha-louca se abraçando, mostrando a língua, as partes baixas e outros penduricalhos. A conclusão era: “para ter respeito é preciso, primeiro, se dar ao respeito”. Esse é meu décimo primeiro mandamento. Digo isso porque me preocupo com meus filhos. Daqui a pouco vai ser comum andar com eles na rua e encontrar marmanjo de barba se beijando sem uma única lampadazinha fosforescente para colocar pudor na bagunça. O senhor sabe como é: as crianças não têm filtro pra essas coisas. Não têm desejo próprio: se veem mulher beijando homem, logo saem beijando também. É automático. Se veem pássaro voando pelos fios de transmissão, logo sobem no poste, se atiram, se arrebentam. Se veem alguém cuspir no chão, cospem também. Se veem atropelamento, logo se enfiam debaixo dos caminhões. Logo, se virem homens beijando homens nas ruas, logo vão agarrar os amiguinhos. O senhor já pensou que fim será disso? Por isso é preciso combater a ditadura da gayzice. Não é porque sou católico, apostólico e paulistano que não temos um objetivo em comum. Nossa Bíblia é a mesma. Mas, como sou observador atento da Palavra, devo dizer que ando em um dilema. Dias atrás, pinçaram no YouTube um vídeo em que o senhor diz exatamente o que eu disse aos meus filhos a vida toda. Que esse povo do meio artístico tem pacto com o Demo. E o maior exemplo disso foi o assassinato do John Lennon, aquele vagabundo que nunca pegou na enxada e viva dizendo que os Beatles eram mais populares do que Cristo. Pagou com a própria vida. Por isso eu digo para meus filhos: “não falem mal de Deus se não Deus te ferra”. Fico feliz em saber que não sou o único a defender que a morte do sujeito, como a de tantos outros, foi um castigo divino. Imagina se Deus não intervém? Um sujeito que defendia um mundo sem conflito, o amor livre, que botava o dedo na cara dos chefes de Estado, que reunia multidões nas ruas pra dizer que a “guerra já era” e alertava que a vida era o que nos acontecia enquanto estávamos ocupados fazendo outros planos? Que mundo ele queria? Um mundo pacífico, cheio de cordeirinhos sem graça pulando feliz, pelado, cantando que a vida é bela, que tudo é lindo e que era melhor fazer amor do que fazer a guerra? Quem ia dar jeito nos comunistas do Vietnã? Quem ia combater a ditadura da gayzice? Como eu digo, Deus sabe o que faz. Santo Mark Chapman. Quando a sua pregação foi parar no YouTube, eu mostrei para o meu filho caçula. Pra quê? Ele ficou aterrorizado. Agora anda com medo de ser alvejado na rua pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo. Toda vez que se benze, fecha os olhos e espera o balaço. Disse que se receber um tiro para cada pecado que cometeu alguém lá de cima vai precisar de uma garrucha calibre 12. Eu achei até bom. Toda vez agora que o moleque faz arte eu mando baixar a cabeça que o céu vai descarregar o tiroteio. O bichinho se benze e se treme todo – pra tomar banho, agora só de sunga e em dois minutos. Até água economizei. Se alguém coloca Beatles perto dele, ele se borra todo. “Não quero morrer que nem o John Lennon”, ele repete. Até aí tudo bem. O problema foi que a professora, provavelmente outra feminista lésbica, soube dos desassossegos do menino, o chamou pra conversar e perguntou se ele conhecia os Dez Mandamentos. De cor, ele respondeu. “Então avisa o trouxa do seu pai, o trouxa daquele pastor, e qualquer trouxa que te vier com essa história de John Lennon de novo que pecado é usar o Santo Nome em vão para falar bobagens.” Pra quê? Quando soube, rasguei os corredores da escola, empurrei segurança, avisei que pagava mensalidade todo mês e ia fazer o que quisesse ali dentro. Falei um monte para a velha. E troquei o menino de escola. Nessa vida, é bom saber com quem se anda. Se a professora não dá educação pro menino, quem vai ensinar o menino? É o que te pergunto: pra que pagamos tantos impostos, tantas mensalidades? Para sustentar a ditadura da gayzice? Só por cima do meu cadáver. Do nosso. Siga firme e que Deus nos proteja e siga alvejando os Johns Lennons desta vida. Um abraço, Almeidinha  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  19 horas atrás

Essa frase que Caetano Veloso gravou, anos atras, define Feliciano: Você é burro, cara!

por Rosangela Basso Essa frase que Caetano Veloso gravou, anos atras, define Feliciano: Você é burro, cara!

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Mãe Menininha do patuá? É Mãe Menininha do Gantois, estúpido!

por Rosangela Basso Mãe Menininha do patuá? É Mãe Menininha do Gantois, estúpido!

A ignorância e a estupidez não tem limites.

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“Porque sou evangélico demais deixei de ser pra poder explicar essa loucura (Feliciano) que não tem nada com o evangelho”

por Rosangela Basso “Porque sou evangélico demais deixei de ser pra poder explicar essa loucura (Feliciano) que não tem nada com o evangelho”

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Adolescente que sofreu bullying será indenizada por dano moral

por Rosangela Basso Adolescente que sofreu bullying será indenizada por dano moral

Migalhas

A 5ª câmara Cível do TJ/RS manteve a decisão de 1º grau que determinou a reparação de R$ 10 mil por danos morais a uma adolescente que foi ofendida na escola e nas redes sociais. Os pais da jovem que deu início às ofensas, motivando seus colegas a fazerem o mesmo, serão responsáveis pelo pagamento.

A autora relatou que, em outubro de 2011, a ré realizou uma verdadeira campanha para sua desmoralização no meio escolar e nas redes sociais. Conforme as provas apresentadas no processo, a jovem a chamava de “escrota, homem mirim, inimiga, infantil“, entre outros. A demandada reconheceu as ofensas verbais, porém disse que não teve a intenção de denegrir a sua imagem. A juíza de Direito Elisabete Correa Hoeveler, da comarca de Porto Alegre/RS, estabeleceu a reparação em R$ 10 mil, a título de danos morais. A ré recorreu da decisão e pediu a redução do valor indenizatório. Alegou ainda que não foram comprovados os danos morais sofridos, sustentando que não houve intenção de ridicularizar ou denegrir a honra da adolescente. Já a autora pleiteou a condenação também ao pagamento de indenização pelos danos materiais experimentados, já que necessitou trocar de escola, com mensalidade superior, em razão das ofensas sofridas. A 5ª câmara Cível do TJ/RS negou por unanimidade os recursos, mantendo a decisão de 1º grau. O relator, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, reconheceu o dano moral, tendo em vista que a autora foi ultrajada pelo uso de palavras ofensivas que resultaram na violação do dever de respeitar a gama de direitos inerentes à personalidade de cada ser humano. Considerou ainda que “as referidas ofensas dão conta de um fenômeno moderno denominado de bullying, que se trata de conduta ilícita e deve ser reprimida também na esfera civil com a devida reparação“. O relator destacou o valor da indenização por dano moral deve ter caráter preventivo, com o objetivo de a conduta danosa não voltar a se repetir, e também punitivo, visando à reparação pelo dano sofrido, não devendo, porém, se transformar em objeto de enriquecimento ilícito. Assim, manteve o montante fixado em 1° grau. Quanto ao dano material, negou o pedido, pois a de troca de colégio teria sido decidida anteriormente pela família. O processo corre em segredo de Justiça.
Fonte: TJ/RS  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 18:50

Para todas as crianças – Campanha mundial contra homofobia

por Rosangela Basso Para todas as crianças – Campanha mundial contra homofobia

Católicos e amigos cantam juntos para apoiar a população LGBT nos Estados Unidos. Cantam para celebrar boas novas do amor de Cristo. Composto por David Lohan !

 Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 17:58

Marca de cerveja ironiza anúncios que usam mulheres para vender: A imagem da mulher na publicidade

por Rosangela Basso Marca de cerveja ironiza anúncios que usam mulheres para vender: A imagem da mulher na publicidade

Comercial traz discussão sobre a imagem da mulher na publicidade

Marca de cerveja ironiza anúncios que usam modelos para vender. Rachel Moreno, psicóloga e autora do livro A Imagem da Mulher na Mídia, fala sobre a representação feminina nas peças publicitárias 

Por Felipe Rousselet

No dia 28 de março, a marca de cerveja Bohemia lançou um comercial televisivo para promover suas vendas no qual ironiza anúncios de outras marcas que utilizam a imagem de mulheres bonitas. A peça publicitária foi criada pela agência de publicidade AlmapBBDO, uma das maiores do país. No entanto, a mesma agência possui também a conta da cerveja Antarctica, também da Ambev, marca mais popular e que tradicionalmente explora o estereótipo da “mulher gostosa” nas suas propagandas. Fórum conversou com a psicóloga Rachel Moreno, autora do livro A Imagem da Mulher na Mídia, para saber a sua análise da nova peça publicitária, da representação feminina na publicidade e a razão pela qual a imagem da mulher é tão vendável aos olhos do mercado publicitário e de seus clientes.  Fórum – O que a senhora achou da nova propaganda da cerveja Bohemia, que faz uma brincadeira com outras marcas que utilizam a imagem da “mulher gostosa” em suas propagandas? Rachel Moreno – Em um primeiro momento, gostei. Finalmente uma propaganda de cerveja que rende homenagem a quem consegue degustar cerveja de fato, as características organoléticas e a qualidade da cerveja mais do que a imagem que é associada a ela. Fiquei feliz, fiquei contente. Só que parei para pensar. A propaganda é boa, sem dúvida, mas não deixa de ser uma propaganda da Ambev, que acabou segmentando o mercado. Acho que tiveram a sensibilidade de perceber que estava provocando algumas reações negativas e acabaram segmentando. Afinal, a Ambev é dona da Skol e outras marcas de cerveja que acabam utilizando a imagem da “mulher gostosa” para vender. Existe um mercado mais crítico em relação a essa abordagem de utilizar essa imagem [da “mulher gostosa”], e existe outro mercado, tradicional, que eles vão continuar tentando atingir da mesma maneira para ampliar o seu público. A terceira coisa que me chamou atenção nessa história é que as mulheres estão se transformando em um segmento absolutamente importante dentre os bebedores de cerveja, mas elas ainda não são contempladas pelas publicidade. O que temos é a “mulher gostosa” que cai feito mosca no colo do homem bebedor de cerveja ou, então, nessa propaganda Bohemia, uma senhora que aparenta ter bastante idade e não representa a maioria das mulheres consumidoras de cerveja. Fica faltando ainda direcionar o produto às mulheres especificamente. Eu me pergunto a razão disso. Outro dia, estava conversando com uma pessoa que conheço em uma agência de publicidade e ela me disse, “entendo o porquê de vocês reclamarem quanto à imagem da mulher na propaganda, mas temos que trabalhar com o imaginário do bebedor de cerveja. E o que você imagina que o imaginário do bebedor de cerveja veja após a segunda garrafa? Mulher bonita e gostosa caindo no seu colo”. Ou seja, este é o foco. Qual seria o porquê dessa resistência em trabalhar com mulheres especificamente? Será que isso feminiliza o produto ao ponto deles terem medo de afastar o bebedor de cerveja masculino?  Será que as mulheres ainda se veem como transgressoras ao beber cerveja? Acho que não. Acho que a publicidade está no caminho, mas ainda falta reverem de forma mais aprofundada os seus preconceitos. Fórum – A agência que produziu o comercial da Bohemia, a AlmapBBDO, é a mesma que possui a conta da Antarctica, uma cerveja mais popular e que costuma utilizar a imagem da “mulher gostosa”. Como você vê essa situação, uma cerveja popular utilizando a imagem da “mulher gostosa”, enquanto outra cerveja, premium e da mesma agência, critica esta postura?Rachel Moreno – Como cerveja premium, eles estão querendo atingir um segmento que presta mais atenção na cerveja em si, na qualidade da cerveja. Os senhores mais velhos provavelmente caracterizam melhor isso do que mulheres. Mas, de forma geral, você não tem propagandas direcionadas para as mulheres em termos de cerveja, este é um ponto constante. Outra coisa que eu gostaria de levantar em relação à propaganda da cerveja é o horário em que ela é veiculada. Sei que existem agrupamentos que estão pressionando para que se modifique a lei para que a propaganda de cerveja também passe depois das nova da noite, porque antes disso temos crianças assistindo televisão. Só que existe uma resistência muito grande, uma bancada que defende os interesses da indústria cervejeira e que resiste a isso. Fórum – Como a senhora vê essa diferença feita pela publicidade, em relação ao poder aquisitivo dos consumidores de cerveja?Rachel Moreno – Essa pergunta remete a muita informação e muito trabalho que eles [mercado publicitário] possuem acumulado em termos de pesquisa. Não tenho acesso a esses dados, mas fiz algumas pesquisas algum tempo atrás. O que sei é que o grande público, que consome bastante, é focado nos jovens, que não são tão conhecedores de cerveja assim. Sei que o hábito entre esses jovens muitas vezes é começar com a melhor cerveja e depois da segunda ou terceira cerveja, ver quanto dinheiro resta no bolso e quantas cervejas dá pra comprar e aí podem baixar a qualidade da marca. Depois da segunda ou terceira cerveja a descriminação entre as marcas é menos sutil. Aí o que interessa é prolongar o papo regado a cerveja, que acaba sendo um objeto intermediário para essa sociabilidade. Até por isso as nossas cervejas são mais aguadas que outras cervejas de fora, particularmente as europeias. Por um lado, há um público mais conhecedor e uma cerveja que pretende ser premium. Por outro, você tem um grande público que pode começar com uma cerveja premium e acabar com uma mais barata. Então, eles [marcas de cerveja] têm que se comunicar de  modo a garantir o segmento que lhes interessa e o maior número de consumidores possível. Fórum – O mercado publicitário objetiva vendas e lucros. Neste contexto, qual a razão da imagem da mulher ser tão vendável nas publicidades de cerveja? Rachel Moreno – O que acontece é que a sociabilidade, a situação de relaxamento entre  diversos amigos em um ambiente social, para jogar conversa fora, tem como corolário, digamos, uma situação cercada de pessoas simpáticas, mulheres gostosas que prestam atenção em você. É um pouco dessa fantasia que a cerveja tenta preencher. É essa a promessa de felicidade que ela apresenta como uma consequência do seu consumo. É nisso que as pessoas acabam apostando, consciente ou inconscientemente. Fórum – Como a senhora vê o retrato da mulher pela publicidade? Existiram avanços nos últimos anos? Rachel Moreno – Houve um avanço sim, mas não aqueles que nós esperávamos. Não aqueles que as mulheres esperam em termos de um retrato mais fiel dos avanços que as mulheres tiveram na sociedade de modo geral. Avançamos muito ultimamente. Uma gama muito grande de mulheres são chefes de família, estamos em todas as carreiras e profissões, mas ainda temos o teto, não chegamos lá em cima ainda. Estamos no mercado de trabalho, provamos nossa competência, acumulamos mais anos de estudo em qualquer tipo de cargo ou nível no qual a gente esteja. Ou seja, nossa parte da lição de casa nós fizemos. Agora, a isso tudo não corresponde o retrato, digamos, mais fiel disso em termos de publicidade. Mas, por outro lado, a publicidade tem sido a que mais se atualiza sua imagem, inclusive em relação à programação. Vou dar um exemplo para tornar isso mais concreto. Um tempo atrás não tinham negros ou negras na publicidade. Depois de um tempo, começou a ter mulheres negras na publicidade. Pesquisei e fui ver porque isso acontecia. Basicamente, em um primeiro momento, aconteceu porque passou a ter um segmento da população negra com poder aquisitivo, o que tornou este segmento interessante para a publicidade. Depois, em um segundo momento, a indústria se reposicionou e achou mais interessante focar uma classe social, um pouco abaixo daquela que ela focava, por achar que ganharia mais em quantidade de venda, do que focando aquele segmento mais alto, classe A e B 1, que é mais restrito,  no qual poderia ganhar mais com o preço, mas menos em quantidade total. E quando você foca um segmento mais popular, encontra predominância, ou uma grande proporção, de negros na população. E se você quer falar com esse segmento, o negro tem de se reconhecer também para poder se sentir atingido pela publicidade. Então, a propaganda começou a colocar imagens de mulheres negras. Depois disso, começou a acontecer o que costuma acontecer em termos de programação com relação a qualquer coisa. Quando um anunciante foca um público determinado, o conteúdo da programação acaba se “contaminando” e criando um ambiente favorável à discussão daquele produto, procedimento ou comportamento. Se você tem como anunciante uma marca de cosméticos, tem de falar de beleza em algum momento ou mostrar pessoas bonitas. Então, negros e negras começaram a entrar na publicidade para depois entrarem na programação. Isso é um avanço, por um lado. Mas, por outro, que tipo de negro e negra aparece na publicidade? São negros e negras que possuem um perfil bastante diferenciado, nariz mais afinado, cabelo mais cacheado, uma tez mais clara. Elas representam tão pouco a diversidade da mulher brasileira quanto a Gisele Bündchen representa a diversidade das mulheres brasileiras brancas. Está distante do modelo, muito distante. Justamente para servir do modelo pelo qual as pessoas tem de comprar produtos e procedimentos para se aproximarem cada vez mais dele, uma promessa de beleza e felicidade impossíveis.
 Revista Forum   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 17:43

Juízes afirmam em nota que Joaquim Barbosa foi desrespeitoso, agressivo, grosseiro

por Rosangela Basso  Juízes afirmam em nota que Joaquim Barbosa foi desrespeitoso, agressivo, grosseiro 

E foi mesmo.

Assista o vídeo:

Associações de juízes criticam postura de Barbosa

Após reunião tensa com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, nessa segunda-feira (8/4), três entidades de classe da magistratura emitiram uma nota de esclarecimento sobre a criação de novos tribunais regionais federais. Durante a audiência, o ministro criticou a aprovação no Congresso da PEC 544/2002, que prevê a instalação de mais quatro TRFs, e as próprias entidades. O texto é assinado pela Associação dos Magistrados Brasileiros, a Associação dos Juízes Federais do Brasil e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho. De acordo com a nota, o ministro Barbosa “agiu de forma desrespeitosa, premeditadamente agressiva, grosseira e inadequada para o cargo que ocupa”. As entidades também defendem a necessidade e a instalação dos novos TRFs, proposta que tramitou por mais de uma década no Congresso. Segundo as associações, os deputados e senadores tiveram total liberdade para decidir sobre a matéria, como estabelece a Constituição Federal. A nota ainda reitera que “as pessoas passam e as instituições permanecem. A história do Supremo Tribunal Federal contempla grandes presidentes e o futuro há de corrigir os erros presentes”. Em outra nota, publicada pela Ajufe, são listados números para justificar a necessidade dos quatro novos TRFs. De acordo com a associação, o Conselho Nacional de Justiça teve conhecimento, em diversas oportunidades, sobre o interesse de aumentar a quantidade de tribunais regionais federais e a PEC 544/2002. O texto também afirma que é incorreta a afirmação de que os novos TRFs custarão R$ 8 bilhões aos cofres públicos. “Segundo dados da Lei Orçamentária de 2013, todo o orçamento da Justiça Federal, incluindo 1º e 2º graus, é de R$ 7,8 bilhões”, diz. A viabilidade financeira da PEC 544/2002, de acordo com a nota, foi comprovada por estudos técnidos do Conselho da Justiça Federal. Leia a nota: A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), entidades de classe de âmbito nacional da magistratura, considerando o ocorrido ontem (8) no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), vêm a público manifestar-se nos seguintes termos: 1. O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, agiu de forma desrespeitosa, premeditadamente agressiva, grosseira e inadequada para o cargo que ocupa. 2. Ao permitir, de forma inédita, que jornalistas acompanhassem a reunião com os dirigentes associativos, demonstrou a intenção de dirigir-se aos jornalistas, e não aos presidentes das associações, com quem pouco dialogou, pois os interrompia sempre que se manifestavam. 3. Ao discutir com dirigentes associativos, Sua Excelência mostrou sua enorme dificuldade em conviver com quem pensa de modo diferente do seu, pois acredita que somente suas ideias sejam as corretas. 4. O modo como tratou as Associações de Classe da Magistratura não encontra precedente na história do Supremo Tribunal Federal, instituição que merece o respeito da Magistratura. 5. Esse respeito foi manifestado pela forma educada e firme com que os dirigentes associativos portaram-se durante a reunião, mas não receberam do ministro reciprocidade. 6. A falta de respeito institucional não se limitou às Associações de Classe, mas também ao Congresso Nacional e à Advocacia, que foram atacados injustificadamente. 7. Dizer que os senadores e deputados teriam sido induzidos a erro por terem aprovado a PEC 544, de 2002, que tramita há mais de dez anos na Câmara dos Deputados ofende não só a inteligência dos parlamentares, mas também a sua liberdade de decidir, segundo as regras democráticas da Constituição da República. 8. É absolutamente lamentável quando aquele que ocupa o mais alto cargo do Poder Judiciário brasileiro manifeste-se com tal desprezo ao Poder Legislativo, aos Advogados e às Associações de Classe da Magistratura, que representam cerca de 20.000 magistrados de todo o país. 9. Os ataques e as palavras desrespeitosas dirigidas às Associações de Classe, especialmente à Ajufe, não se coadunam com a democracia, pois ultrapassam a liberdade de expressão do pensamento. 10. Como tudo na vida, as pessoas passam e as instituições permanecem. A história do Supremo Tribunal Federal contempla grandes presidentes e o futuro há de corrigir os erros presentes. Brasília, 9 de abril de 2013. NELSON CALANDRAPresidente da AMB NINO OLIVEIRA TOLDOPresidente da Ajufe JOÃO BOSCO DE BARCELOS COURAPresidente em exercício da Anamatra Leia a nota sobre os TRFs: A Associação dos Juízes Federais do Brasil – Ajufe, entidade de classe de âmbito nacional da magistratura federal, a propósito das declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em reunião com entidades de classe da magistratura brasileira, aberta a jornalistas, na qual Sua Excelência afirmou que houve uma movimentação “sorrateira”, “de surdina” e “açodada” pela aprovação da PEC 544/2002, que cria quatro novos tribunais regionais federais, vem a público apresentar os seguintes esclarecimentos: 1. Em primeiro lugar, em relação à PEC 544/2002, a Ajufe repudia a acusação de que houve atuação “sorrateira” em favor de sua aprovação. Ao longo de mais de uma década em defesa da PEC, a atuação da Associação sempre foi republicana, aberta e transparente, dialogando com todos os segmentos do Poder Judiciário, da sociedade civil organizada e da imprensa. 2. A Ajufe e os juízes federais produziram estudos consolidados em notas técnicas e cartilhas; publicaram dezenas de artigos em jornais de grande circulação e participaram de diversos seminários, audiências e atos públicos, com o objetivo de demonstrar os fundamentos técnicos em favor da PEC. 3. Em segundo lugar, soa estranho que se chame de açodada a aprovação de um projeto de emenda constitucional que tramita há 11 (onze) anos e 7 (sete) meses no Congresso Nacional, em procedimento público, que contou com amplos e aprofundados debates, seja nas comissões, seja nos plenários do Senado Federal e da Câmara dos Deputados. 4. Em terceiro lugar, é inverídico afirmar que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não teve conhecimento ou oportunidade de apreciar a PEC 544/2002. Em julgamento realizado na 98ª sessão ordinária, no dia 09/02/2010, nos autos do processo nº 0200511-29.2009.2.00.0000, acolhendo, por maioria, proposta do então Conselheiro Leomar Barros, o CNJ deliberou pela emissão de uma nota técnica em favor da criação dos novos tribunais federais. 5. A expansão e a descentralização do 2º grau da Justiça Federal, com a criação de novos tribunais, é uma necessidade premente, uma vez que o número de juízes federais na 1ª Instância cresceu 668% (seiscentos e sessenta e oito por cento) entre 1987 e 2013, passando de 277 (duzentos e setenta e sete) para 2.129 (dois mil cento e vinte e nove), enquanto o número de integrantes do 2º grau, entre 1989 a 2012, cresceu somente 89% (oitenta e nove por cento), passando de 74 (setenta e quatro) desembargadores para 139 (cento e trinta e nove). 6. Segundo dados do “Justiça em Números” do CNJ, edição 2012, a Justiça Federal é o menor dos ramos do Poder Judiciário nacional, com a mais elevada  relação entre o  número de magistrados de 1ª e 2ª graus. 7. Ainda segundo o “Justiça em Números 2012”, os desembargadores da Justiça Federal estão submetidos a uma carga individual de trabalho excessiva, muito superior à dos seus colegas das Justiças do Trabalho e Estadual. 8. A combinação de um reduzido número de tribunais e desembargadores com a elevada demanda processual faz do 2º grau da Justiça Federal o mais congestionado dos ramos do Poder Judiciário, como constatou o  “Justiça em Números 2012”, conforme se vê do gráfico ao lado. 9. É totalmente incorreta a afirmação de que os novos tribunais vão custar R$ 8 bilhões aos cofres públicos. Segundo dados da Lei Orçamentária de 2013, todo o orçamento da Justiça Federal, incluindo 1º e 2º graus, é de R$ 7,8 bilhões. O 1º grau, que não será ampliado, consome 78,6% desse orçamento, e o 2º grau, que será parcialmente ampliado, 21,4%. Como se vê, os custos serão bem inferiores aos erroneamente alardeados por Sua Excelência. 10. Acerca dos custos, ainda é importante destacar que o Conselho da Justiça Federal (CJF), órgão responsável pela supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal, concluiu, a partir de estudos técnicos (Ofício nº 2012/01822), que a criação dos tribunais proposta por meio da PEC 544/2002 está em conformidade, do ponto de vista orçamentário e financeiro, com os limites da lei de responsabilidade fiscal. 11. Por fim, insinuar que uma associação de classe iludiu o Congresso Nacional é desmerecer e diminuir a capacidade técnica e política do parlamento brasileiro, que possui quadros experientes que jamais se submeteriam a artimanhas dessa natureza. 12. Os esclarecimentos acima resgatam a discussão técnica e republicana que orientou a aprovação da PEC 544/2012, demonstrando a total inconsistência das informações e adjetivações ofensivas veiculadas pelo ministro Joaquim Barbosa. Brasília, 9 de abril de 2013, NINO OLIVEIRA TOLDOPresidente da Ajufe
Conjur  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 15:32

PGR pede abertura de ação penal contra Feliciano por induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça

por Rosangela Basso PGR pede abertura de ação penal contra Feliciano por induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça

Congresso em Foco

 Agência Brasil Marco Feliciano diz que suas declarações são baseadas em conhecimentos teológicos e que não teve intenção de discriminar A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ontem (8) parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a abertura de ação penal contra o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos. O deputado é investigado no Inquérito 3590 por induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião. A pena é de um a três anos de prisão e multa. O caso é relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello, a quem caberá examinar, inicialmente, o pedido da PGR. O recebimento da denúncia, ou seja, a reautuação do inquérito (procedimento preliminar de investigação) em ação penal (processo) depende, porém, da aprovação da maioria dos ministros do Supremo. Feliciano já é réu no Supremo em outro processo (Ação Penal 612), por estelionato, sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski. No inquérito relatado por Marco Aurélio Mello, o deputado é investigado por duas mensagens que publicou no Twitter em 2011. Em uma delas, escreveu: “A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam (sic) ao ódio, ao crime, a rejeição”. Na outra, postou que os africanos são amaldiçoados pelo personagem bíblico Noé. A PGR não divulgou o teor do parecer do procurador-geral da República. O deputado alega inocência. Em defesa apresentada no Supremo em março, Feliciano disse que é “vítima de uma perseguição fria e calculista por uma simples interpretação teológica” sobre um trecho da bíblia. Afirma ainda que, em momento algum, teve a intenção de “tratar de forma injusta ou desigual os homossexuais”. O deputado sustenta que sua explicação foi baseada em “conhecimentos teológicos”. Feliciano alega ainda que não há lei que tipifique discriminação por orientação sexual, mas apenas por raça, etnia, cor, religião ou procedência nacional. “Não há crime, nem pena ou medida de segurança sem prévia lei”, afirma. Presidentes enrolados Marco Feliciano, porém, está longe de ser o único presidente de comissão com problemas na Justiça. Como mostrou o Congresso em Foco, dos 21 deputados que presidem comissões permanentes na Câmara, oito (veja quem são eles) são alvos de investigação no Supremo Tribunal Federal a pedido da Procuradoria-Geral da República. Juntos, eles respondem a 14 inquéritos e quatro ações penais. Quatro figuram como réus na mais alta corte do país, acusados de terem cometido crimes de corrupção, contra a ordem tributária, formação de quadrilha, falsidade ideológica e até estelionato. A situação não é diferente no Senado. Dos 11 senadores que presidem comissões permanentes na Casa, quatro (veja a lista) devem explicações ao Supremo. Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 11:46

Ditadura evangélica?: Deputado ameaça levar 4 milhões de pessoas ao Congresso para dizer que “essa nação é cristã”

por Rosangela Basso 

Ditadura evangélica?: Deputado ameaça levar 4 milhões de pessoas ao Congresso para dizer que “essa nação é cristã”

Não tenho absolutamente nada contra evangélicos, tenho uma família que é, que me respeita por eu não ser. Portanto, família laica, Estado laico, respeito a liberdade que cada um tem em ser o que se é.

“São 12 milhões de fiéis e de eleitores”

Parlamentares evangélicos aproveitaram uma homenagem à Igreja Assembleia de Deus, ontem, na Câmara dos Deputados, para tentar consolidar uma base de apoio à permanência do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). “Se querem colocar essa pecha (de evangélicos homofóbicos) contra nós, não vai colar”, disse o pastor e deputado Takayama (PSC-PR), também integrante da CDHM. Cerca de 400 líderes e integrantes da Assembleia de Deus acompanharam a homenagem na Câmara. “Todos nós, pastores que estamos aqui, amamos os homossexuais. Não amamos a prática”, afirmou Takayama, que presidia a sessão solene, em referência às recentes declarações de Feliciano. O deputado ainda ameaçou: “Se (os líderes da Câmara) deixarem prevalecer a posição de meia dúzia de ativistas (de retirar Feliciano da presidência da comissão), podemos colocar dois, três e até quatro milhões de pessoas na porta do Congresso para dizer que só o senhor é Deus, e essa nação é cristã”. Antes de Takayama, o deputado Pastor Eurico (PSB-PE) falou à plateia. “Temos que parabenizar um homem corajoso, como ele (Feliciano), para defender nosso povo evangélico”, disse. Segundo a assessoria de Feliciano, ele não compareceu ao evento porque cumpria compromissos religiosos em Ribeirão Preto (SP). Assembleia
Estima-se que cerca de 20 mil pastores da igreja homenageada estejam em Brasília para a Assembleia Geral Ordinária (AGO), que elegerá a nova presidência da Convenção Geral da Assembleia de Deus no Brasil (CGADB). A organização divide com o Ministério de Madureira o poder sobre a maior igreja evangélica no Brasil. “São 12 milhões de fiéis e de eleitores também, por que não falar nisso?”, compara o deputado federal Silas Câmara (PSD-AM), irmão do pastor Samuel Câmara, que disputa a presidência da CGADB. Samuel anuncia: “Se eleito, meu compromisso de ouro é a rotatividade de lideranças, que isso seja uma cláusula pétrea”. O pastor enfrentará pela terceira vez o candidato à reeleição, José Wellington Bezerra da Costa, na presidência há 25 anos — recorde na história centenária da igreja. A Assembleia de Deus conta com o maior número de integrantes na bancada evangélica na Câmara. Dos 84 deputados, 24 são da CGADB e dois de Madureira. Nas eleições de 2010, Marco Feliciano não teve apoio da sua igreja — o escolhido em São Paulo foi o filho de Bezerra da Costa, Paulo Freire (PR), também eleito. Com a repercussão das polêmicas, no entanto, Feliciano começa a ganhar prestígio entre os pares. Sua presença é aguardada hoje na programação da assembleia, promovida no Parque da Cidade. “Se continuarem como estão fazendo, estão colaborando para ser eleita em 2014 a maior bancada evangélica da história do Brasil, independentemente de qual seja a igreja”, afirma Silas Câmara, sobre as críticas a Feliciano. Para o deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), representante da CGADB no DF, o ganho para os evangélicos com os conflitos protagonizados por Feliciano são inquestionáveis. “Tenho divergências com relação às declarações dele. Não representam a igreja nem a bancada, mas o debate contribui para fortalecer a opinião pública evangélica na defesa dos valores cristãos. A CGADB não entra em questão partidária, mas, obviamente, buscamos nomes para a eleição, e o nome dele é interessante, já que tudo indica que terá muitos votos”, afirma Fonseca. O evento de ontem contou ainda com a presença da ex-senadora Marina Silva, integrante da Assembleia de Deus, e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), que também discursou. Agnelo destacou que “o trabalho social e espiritual da Assembleia de Deus é importante para o país e para o povo”. Colaborou Leandro Kléber AMANDA ALMEIDA ÉTORE MEDEIROS Correio Braziliense  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 de Abril de 2013 10:23

Estudo mostra que mulheres são maioria no jornalismo brasileiro

por Rosangela Basso Estudo mostra que mulheres são maioria no jornalismo brasileiro

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil Brasília – A maioria dos jornalistas brasileiros é formada por mulheres brancas, solteiras, com até 30 anos de idade. No total da categoria, elas representam 64%. A constatação faz parte de um levantamento divulgado na última semana, pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O estudo Características Demográficas e Políticas dos Jornalistas foi feito a partir de respostas encaminhadas por 2.731 jornalistas brasileiros em todos os estados e em outros países. Os dados foram coletados, entre 25 de setembro e 18 de novembro do ano passado, por e-mail, redes sociais, notícias em canais especializados e página da pesquisa na internet. O levantamento também indica baixa presença de negros (pretos + pardos, segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE) na profissão. Os pretos correspondem a 5% dos jornalistas e os pardos, 18%. Sobre a formação profissional, o trabalho indica que nove em cada dez são diplomados em jornalismo, majoritariamente em instituições privadas de ensino. Além disso, quatro em cada dez têm cursos de pós-graduação. A maioria defende a exigência de algum tipo de formação superior para o exercício da profissão, sendo mais da metade a favor da diplomação específica em jornalismo. O levantamento mostrou também que quase três quartos da categoria são favoráveis à criação de um órgão de autorregulamentação do exercício da profissão. Dois terços têm renda até cinco salários mínimos e quase metade dos jornalistas trabalha mais de oito horas por dia.

25 minutos atrás

Por que a surpresa?

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com/2013/04/httpmais.html

por Blog Justiceira de Esquerda http://mais.uol.com.br/view/14401800  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  31 minutos atrás

PELA REVISÃO DA AP470 – JULGAMENTO DO MENTIRÃO OU IMPRENSALÃO

por Blog Justiceira de Esquerda 

AGORA QUEREM IMPEDIR OS RECURSOS PREVISTOS NOS CÓDIGOS E NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL! http://salafehrio.blogspot.com.br/2013/04/pela-revisao-da-ap470-julgamento-do.html  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  42 minutos atrás

Joaquim Barbosa: salvador da pátria ou colecionador de lambanças?

por Blog Justiceira de Esquerda 
No CUTUCANDO DE LEVE DA CARTA MAIOR –  A mídia conservadora e a televisão, com amplo apoio popular, transformaram Joaquim Barbosa no “herói nacional” que lavou a alma do brasileiro condenando gente da Casa Grande. Mas ele, agora, está ficando cada vez mais isolado, mais esquecido institucionalmente.
Luiz Flávio Gomes*
Do pó viemos e ao pó retornaremos. A finitude é da essência humana. Não existe exceção. A mídia conservadora e a televisão, com amplo apoio popular, transformaram Joaquim Barbosa no “herói nacional”, no salvador da pátria, que lavou a alma do brasileiro condenando gente da Casa Grande, gente que não tem nada a ver com a senzala. Ele mesmo, no entanto, diz coisa bem diferente: considera-se um anti-herói (declarou isso para a Folha de S. Paulo).
Herói ou anti-herói? A população está cada vez mais dividida (sobretudo a que manifesta nas redes sociais). Para a presidência da República Joaquim Barbosa tem 9% dos votos, diz o Datafolha. Unanimidade, sobretudo nas personalidades públicas, nunca haverá! Por quê?

Porque “em todas as coisas existe um misto de atração-repulsa, amor-ódio, generosidade e egoísmo. Basta olhar um pouco mais de perto para constatar que os sentimentos mais elevados são permeados de seu contrário (…) na origem do processo de hominização existe uma contradição fundamental entre o comportamento do primata frugívoro, omnívoro, de um lado, e, do outro, o carniceiro terrestre (…) o apolíneo é antagônico ao dionisíaco (…) em cada coisa, em cada situação, existe seu contrário (…) até Deus, na tradição ocidental, tem seu contrário: Satã (…) Eros é o arquétipo da imperfeição, do equilíbrio conflituoso, de uma sede de alteridade que persegue tudo e todos” (Mafessoli: 2004, p. 63).

Em grande parte somos os responsáveis pela construção da nossa história de vida, que necessariamente tem que estar pautada pela ética (entendida como a arte de viver bem humanamente, como diz Savater). Joaquim Barbosa continua apoiado por muita gente, que anda irada (com razão) contra os desmandos no nosso país, com as falcatruas, com as malandragens feitas com o dinheiro ou os gastos públicos, com a discriminação dos pobres e miseráveis, com a impunidade dos ricos (sic) (a impunidade, na verdade, é geral, porque é irmã gêmea da seletividade).

De qualquer modo, dentro do Poder Judiciário brasileiro talvez nunca tenha havido um juiz populista tão habilidoso em explorar a comoção nacional contra as injustiças, o sentimento de impotência da população diante da impunidade, sua ira, sua irresignação. Mas todo mundo tem seu lado anti-herói: tratamento descortês com os próprios colegas do STF, ataques pessoais graves contra eles, xingamentos gratuitos contra jornalistas, acusações genéricas contra os juízes e advogados, ofensas depreciativas aos juízes (que seriam tendenciosos em favor da impunidade) etc.

Seguindo o mesmo caminho conflitivo e populista do ex-senador Demóstenes, Joaquim Barbosa está ficando cada vez mais isolado, mais esquecido institucionalmente. Aprovaram uma Emenda Constitucional no Congresso, criando mais Tribunais no país, sem que ele tivesse sido sequer comunicado do dia da votação (tanto que ele reclamou que tudo foi feito na “surdina”, que agiram “sorrateiramente”). Num estado institucional normal, jamais o Congresso deixaria de avisar e protagonizar o presidente do Poder Judiciário.

Qual é o problema? Quem exerce o poder no isolamento (sobretudo dentro do seu próprio Tribunal), tem sempre um final muito triste. Joaquim Barbosa não está ouvindo os conselhos de Maquiavel. Adula o povo, com seus sedativos populistas, mas ao mesmo tempo faz lambanças com seu desequilíbrio emocional, denotando falta de sensatez, de prudência e de razoabilidade. Joaquim Barbosa não está percebendo que na hora do ”impeachment” (tal como o do Demóstenes) o povo (que o apoia incondicionalmente) não vota. E mesmo que votasse, sua aprovação é minoritária (9%).

O brasileiro (diz Sérgio Buarque de Holanda) tem mesmo disposição para cumprir ordens e adora alguns tiranos ou tiranetes, mas é preciso saber mandar, com muita liderança e habilidade. Contra o autoritarismo terceiro-mundista, herdeiro dos absolutismos do tipo Luís XIV, até mesmo o mais humilde dos miseráveis da senzala sabe reagir. A cobrança virá, começando, claro, por todos os que foram ofendidos grosseira e injustamente por ele, que prontamente contarão com o apoio dos insatisfeitos da Casa Grande (banqueiros, políticos, donos da mídia etc.). O processo de fritura da criatura já começou! Isso é muito ruim para o já esgarçado funcionamento das instituições. Estamos cada vez mais distantes de fazer do Brasil uma grande nação. Que pena!

*Luiz Flávio Gomes é jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil
(www. institutoavantebrasil.com.br). CUTUCANDO DE LEVE: Joaquim Barbosa: salvador da pátria ou colecionador de lambanças?  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  uma hora atrás

JUSTIÇA CONCEDE PERDÃO JUDICIAL A RÉUS DA AÇÃO PENAL 470

por Blog Justiceira de Esquerda 

Acusados de lavagem de dinheiro no processo do chamado mensalão, Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista foram beneficiados pela delação premiada; eles colaboraram com o Ministério Público Federal (MPF), fornecendo informações e documentos que ajudaram na investigação
11 DE ABRIL DE 2013 
Daniel Mello Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Justiça Federal em São Paulo concedeu perdão judicial a Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista, réus em um processo desmembrado da Ação Penal 470, o mensalão. O juiz substituto da 2ª Vara Federal Criminal em São Paulo, Márcio Ferro Catapani, reconheceu que os acusados cometeram crime de lavagem de dinheiro. Entretanto, ambos foram beneficiados pela delação premiada. Eles colaboraram com o Ministério Público Federal (MPF), fornecendo informações e documentos que ajudaram na investigação.
Segundo o MPF, entre 2002 e 2003, Lucio Bolonha Funaro e José Carlos Batista, associados com com Valdemar Costa Neto e Jacinto Lamas e Antonio Lamas, criaram uma estrutura criminosa voltada à ocultação, dissimulação e movimentação de recursos oriundos de crimes contra a administração pública. O esquema permitia o repasse de pagamentos feitos por ordem de líderes do PT a Valdemar Costa Neto, então líder da bancada do PL no Congresso, em troca de apoio político.
Costa Neto foi condenado a sete anos e dez meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Penal 470. Jacinto Lamas, ex-secretário do PL, foi condenado a cinco anos de reclusão por lavagem de dinheiro.
A movimentação do dinheiro era feita, de acordo com o MPF, a partir de uma conta bancária aberta em nome da empresa de fachada, a Guaranhuns Empreendimentos. A empresa recebeu diversas transferências eletrônicas de uma empresa de Marcos Valério. “É possível concluir que a Guaranhuns Empreendimentos era de fato uma peça fundamental no expediente criminoso de ocultação, movimentação e dissimulação de recursos oriundos de crimes perpetrados contra a administração pública”, ressaltou o juiz Catapani. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98585/Justi%C3%A7a-concede-perd%C3%A3o-judicial-a-r%C3%A9us-da-A%C3%A7%C3%A3o-Penal-470.htm  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  uma hora atrás

Democracia X Justiça: como nasce um ‘Fux’?

por Blog Justiceira de Esquerda 
 Na Ilharga
As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de José Fux à Suprema Corte não são novas.
Tampouco singulares do percurso trilhado pela maioria dos integrantes daquela instituição. 
Joaquim Barbosa, por exemplo. 
Valeu-se de um encontro fortuito com Frei Betto para fazer chegar sua aspiração e seu currículo à Presidência da República, exercida por Lula. 
Assim por diante. 
Embora conhecido, o percurso de Fux nem por isso deixa de inspirar um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revela no acesso a um posto, teoricamente, reservado à sobriedade e à isenção. 
Relata Dirceu ter sido procurado em 2010 pelo então ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em garimpagem de apoios à indicação para o STF. 
Seis meses após intenso assédio, o ex-chefe da Casa Civil aquiesceu em receber Fux no escritório de advocacia de um amigo, cujo titular, por certo, pode atestar a veracidade do encontro.
Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. 
Dirceu, por certo, tem testemunhos que podem reiterar seu relato.
O silêncio de Fux é eloquente. O que ele fez dessa promessa é igualmente sabido e revelador.
Não cabe discutir o caráter dos escolhidos para o STF. 
Mas o saldo do método não é dos melhores. E isso diz respeito à democracia e a suas instituições.
Desvios de comportamento, que vão da vaidade efervescente, ao desequilíbrio mais ostensivo no exercício de um missão, em si, credora de predicados opostos, foram – e tem sido – cumulativamente testemunhados pela sociedade.
Poucos, se é que cabe ombrear alguém à dignidade solitária do ministro Ricardo Lewandowski, declinaram da genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470.
Fux, por certo, não foi um deles. 
A tal ponto não o foi, que empresta pertinência à dúvida.
O que mais teria prometido Fux, e a quem, ao longo de um julgamento que se tornou explicitamente político, com juízes banhando-se nus, aos olhos da Nação, nas águas de uma sintonia eleitoral escrachada, sem pejo, nem apego à decência?
O tempo não regenera os pilares trincados daquele espetáculo midiático, em que provas inexistentes foram supostas, e dúvidas incontornáveis foram torneadas em formato de condenação. 
A resistência do ministro Joaquim Barbosa ao legítimo direito de acesso aos votos e aos prazos de recursos pleiteados pela defesa do acusados, ademais de arbitrária, transpira suspeitas e medo.
O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina.
A Presidenta Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário no país.
Um deles preconiza a eleição direta pela população, de membros do Conselho da Magistratura.
O Conselho argentino julga desvios e desmandos de juízes e advogados. 
Integrado por personalidades eleitas pelo voto direto, como preconiza a reforma, seu poder de quebrar o corporativismo e desguarnecer a impunidade no judiciário cresce significativamente.
Não por acaso a oposição, que se valeu do Judiciário para barrar a Ley de Meios, já se manifesta contrária à mudança.
No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça é recente, tendo sido criado apenas em 2004. 
É formado por 15 membros, nove integrantes dos Tribunais Superiores e das Justiças Federal, Estadual e do Trabalho, dois integrantes do Ministério Público, dois advogados e dois cidadãos ‘com notável saber jurídico e reputação ilibada’. 
O mandato é de dois anos. E as indicações são autorreferentes. 
Como nas capturadas agencias reguladoras, os fiscalizados aqui tem influencia determinante na nomeação dos fiscais.
Uma das funções do CNJ, porém, é assegurar que os magistrados ‘julguem com imparcialidade’.
Fosse composto de personalidades eleitas pelo voto direto da sociedade, o que diria o CNJ do comportamento esvoaçante, digamos assim, de magistrados como o senhor Fux?
O desassombro do governo argentino na democratização do judiciário sugere mais que isso.
A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrático que a do Vaticano na escolha do Papa.
O caso do ministro Fux é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas. Nem por isso as mais condizentes com as expectativas e compromissos intrínsecos às obrigações daquela corte.
Por que não democratizar esse processo, se não de imediato pelo voto direto, ao menos para livra-lo das sombras de onde emergem os ‘Fux’ e assemelhados?
A ver.
(Saul Leblon- Carta Maior) Na Ilharga: Democracia X Justiça: como nasce um ‘Fux’?  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

NOTA DE REPÚDIO AO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

por Blog Justiceira de Esquerda 

 O Instituto Baiano de Direito Processual Penal – IBADPP, fiel às suas diretrizes e princípios, vem a público emitir nota de repúdio ao Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Joaquim Barbosa, diante de sua conduta reiteradamente autoritária e desrespeitosa. Uma sucessão de eventos de falta de urbanidade e pouco apreço pela divergência vem marcando a atuação do ministro Joaquim Barbosa no STF. Além de agressões verbais a outros ministros da Suprema Corte, não foram poucas as vezes em que o ministro, de forma deseducada e deselegante, destratou os seus pares e os advogados, além do próprio Procurador-Geral da República, ao afirmar em determinada oportunidade que precisaria ensinar o Ministério Público a fazer uma peça acusatória.  Em 5 de março, o Ministro irritou-se com uma pergunta de um jornalista do jornal O Estado de São Paulo e afirmou, interrompendo-o: “Me deixa em paz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre. Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor. (…)”. A pergunta que tanto exasperou o ministro dizia respeito à nota pública subscrita em 2 de março de 2013 pelos presidentes da Associação dos Magistrados Brasileiros, da Associação dos Juízes Federais do Brasil e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, na qual tais entidades diziam não admitir o lançamento de “dúvidas genéricas sobre a lisura e a integridade dos magistrados brasileiros” e pediam ao ministro Joaquim Barbosa “comportamento compatível com o alto cargo que ocupa, bem como tratamento respeitoso aos magistrados brasileiros, qualquer que seja o grau de jurisdição.” Na oportunidade, as associações classistas referiam-se a uma afirmação do ministro, segundo quem os juízes fariam “conluios” com advogados por interesses próprios e que teriam mentalidade “pró-impunidade”. Em 8 de abril, o Ministro, ao receber representantes de entidades de juízes do Brasil, afirmou grosseiramente que eles teriam agido de maneira “sorrateira” ao apoiar a aprovação, pelo Congresso Nacional, da criação de quatro novos Tribunais Regionais Federais, aliás, anseio de magistrados, do Ministério Público, advogados e servidores da Justiça. Agora, além de ofender os juízes presentes em seu gabinete (o que reforça a reprovação de sua atitude, pois ainda mais deseducada), ofendeu de igual modo o Parlamento que aprovou a criação dos novos tribunais. Não bastasse, afirmou o ministro que “tudo foi feito à base de conversas de pé de ouvido, sem manifestação oficial de órgãos importantes do Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça” e que a atuação das entidades foi “à base de cochichos“. Desdenhou dos parlamentares ao dizer textualmente que “os senadores e deputados foram induzidos a erro. Porque ninguém colocou nada no papel” e também das entidades representativas dos magistrados: “Pelo que eu vejo, vocês participaram de forma sorrateira na aprovação. São responsáveis, na surdina, pela aprovação.” Ao ser contrariado pelo presidente da Associação dos Juízes Federais, que afirmou ter sido tudo feito de forma democrática e transparente, e não sorrateiramente, o ministro passou a travar tensa discussão com o vice-presidente da AJUFE, dizendo-lhe: “O senhor abaixe a voz que o senhor está na presidência do Supremo Tribunal Federal” e “só me dirija a palavra quando eu lhe pedir.” No decorrer da discussão o ministro resolveu, então, assacar igualmente contra os advogados, afirmando que “é muito bom para a advocacia a criação de quatro novos tribunais com mais milhares de empregos de juízes.” E, ironicamente, vaticinou que os novos tribunais iriam “ser criados em resorts, em alguma grande praia.“ Diante dessa fieira de condutas inapropriadas, o IBADPP solidariza-se com os juízes e advogados do Brasil, assim também com o Congresso Nacional, e espera que o Ministro Joaquim Barbosa encontre a serenidade e a urbanidade necessárias para presidir a Suprema Corte e o Conselho Nacional de Justiça.

Dica de Maria Luiza Quaresma Tonelli http://guerreiroscomzd.blogspot.com.br/2013/04/nota-de-repudio-ao-ministro-joaquim.html   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

Santiago: Promoção relâmpago de promotor a desembargador

por Blog Justiceira de Esquerda

Promotor Francisco Santiago vaiu recorrer (Foto: Ministério Público)
No novojornal
O jogo do poder em Minas Gerais virou teatro do absurdo, carreiras são construídas em função de pareceres e decisões que atendem a elite governante

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Dr. Francisco Santiago, polêmico promotor das causas midiáticas, já declarou nos corredores do Fórum que o Júri da Galoucura, onde pretende condenar inocentes sem provas, deve ser um dos últimos de sua vida no Ministério Público. Não que esteja se retirando da vida jurídica. Mas já está tudo acertado para sua promoção ao cargo de Procurador do MP, e indicação na lista do quinto constitucional, sendo o escolhido pelo Governador Anastasia, para Desembargador do TJMG. Segundo seus próprios colegas; “em agradecimento aos bons serviços prestados à sociedade mineira, segurando por anos o processo do Mandante do Crime da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, envolvida diretamente com o mensalão tucano ocorrido em Minas Gerais”. Nem nos tempos das capitanias hereditárias, a coisa era tão descarada. Os cargos no TJMG viraram moeda de troca de favores e negociatas. Assim como disse Joaquim Barbosa que a criação dos TRFs, foi feita de maneira escusa, a nomeação de um promotor a procurador e imediatamente a desembargador, mostra o limbo escondido nas entranhas do Judiciário, desrespeitando outros procuradores, que também ambicionavam tal cargo, mas não participam de chicanas jurídicas. Porém, como a Justiça Humana, ao contrário da Justiça Divina, é cheia de falhas, ele irá ocupar a cadeira deixada vaga pelo Desembargador Hélcio Valentim, afastado do TJMG, por venda de Habeas Corpus para traficantes e que foi aposentado compulsoriamente, recebendo proventos de R$16.000,00 mensais. Juristas afirmam que Santiago ocupará a cadeira que merece e que diante da punição recebida por seu antecessor e de seu posicionamento já previamente divulgado, no futuro, o novo desembargador, favorável ao Ministério Público, certamente que decisões parciais irão ser tomadas em casos que ele julgar, o que contamina definitivamente qualquer chance dos recursos impetrados pelos advogados. Ação Penal Pública Subsidiária distribuída, tendo como réu Walfrido dos Mares Guia em função do  assassinato da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, foi coincidentemente distribuída para Santiago, permanecendo parada e conclusa com ele desde fevereiro deste ano Neste diapasão, a Justiça Mineira se atola cada vez mais em seus próprios erros.
Inicial da Ação Penal Pública Subsidiária tendo como réu Walfrido dos Mares Guia, em relação ao assassinato da modelo Cristiana Aparecida Ferreira
Movimentação da Ação Penal Pública Subsidiária que comprova sua paralização desde fevereiro

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http://www.novojornal.com/politica/noticia/santiago-promocao-relampago-de-promotor-a-desembargador-10-04-2013.html

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JOAQUIM BARBOSA: ESTOQUISTA DE PROCESSOS!

por Blog Justiceira de Esquerda No guerreiroscomzd.blogspot Relembrando que Joaquim Barbosa continua o mesmo, com mais poderes. Para que não esqueçamos de que ele ficou 127 dias de licença em 2010, 30 dias em 2009, 66 em 2008. Mesmo de licença, frequentava bares. Resumindo, além de beberrão não gosta de trabalhar. Só trabalha se estiver sob os holofotes. É um ególatra, estoquista de processos! Confiram a matéria de Mariângela Gallucci em 07.08.2010!

BRASÍLIA – O ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que está de licença por recomendação médica, alegando que tem um “problema crônico na coluna” e, por isso, enfrenta dificuldade para despachar e estar presente aos julgamentos no plenário do STF, não tem problemas para marcar presença em festas de amigos ou se encontrar com eles em um conhecido restaurante-bar de Brasília. Funcionários do Ministério reclamam de processos parados de Barbosa - Estado de S. Paulo Estado de S. Paulo Funcionários do Ministério reclamam de processos parados de Barbosa Veja também:Licenças de Barbosa emperram Supremo Na tarde de sábado (ontem), a reportagem doEstado encontrou o ministro e uns amigos no bar do Mercado Municipal, um point da Asa Sul. Na noite de sexta-feira, ele esteve numa festa de aniversário, no Lago Sul, na presença de advogados e magistrados que vivem em Brasília. Joaquim Barbosa está em licença médica desde 26 abril. Se cumprir todos os dias da mais nova licença, ele vai ficar 127 dias fora do STF, só neste ano. Em 2007, ele esteve dois dias de licença. Em 2008, ficou outros 66 dias licenciado. Ano passado pegou mais um mês de licença. Advogados e colegas de tribunal reclamam que os processos estão parados no gabinete do ministro. Processos estocados. Neste sábado, a reportagem do Estado aproximou-se da mesa onde Barbosa estava no Bar Municipal. O ministro demonstrou insatisfação e disse que não daria entrevista. Em seguida, entretanto, passou a criticar um texto publicado pelo jornal no último dia 5 intitulado “Licenças de Barbosa emperram o Supremo”. No texto havia a informação de que Barbosa é o campeão de processos estocados no STF, apesar de ter sido poupado das distribuições nos meses em que ficou em licença. De acordo com estatísticas do tribunal, tramitam sob a sua relatoria 13.193 processos, incluindo os que estão no Ministério Público Federal para parecer. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante Júnior, disse que o STF deveria encontrar uma solução para os processos que estão parados e que essa saída poderia ser a redistribuição das ações.  Barbosa, de licenca desde abril no Tribunal, conversa com pessoas no bar e restaurante Mercado Municipal, na Asa Sul. (Foto: Ed Ferreira/AE) De acordo com Barbosa, o jornal tinha publicado uma “leviandade”. O ministro afirmou que a reportagem foi usada por um grupo de pessoas que, segundo ele, quer a sua saída do STF. “Mas eu vou continuar no tribunal”, disse, irritado. Ele afirmou que não é verdade que as suas licenças emperram os trabalhos da Corte. O ministro reclamou que não foi procurado pela reportagem para se manifestar sobre as queixas feitas por advogados e colegas de STF por causa de suas licenças médicas. Ministros do Supremo chegaram a dizer que se Barbosa não tem condições de trabalhar deveria se aposentar. “Você não me procurou”, disse. A verdade é que o Estado só publicou a reportagem do último dia 5 depois de contatar um assessor do ministro. Esse funcionário disse que Barbosa não daria entrevista. Ao ser confrontado com essa informação, o ministro disse: “Você tinha de ter ligado para o meu celular”. Depois, não quis mais falar. Volta temporária. Na semana passada, o presidente do STF, Cezar Peluso, anunciou que Barbosa voltaria ao plenário da Corte. O regresso será, porém, temporário: é só para participar de um julgamento que diz respeito ao mensalão petista, processo do qual ele é relator, e outros casos em que a conclusão do julgamento depende do voto dele. O ministro participará desse julgamentos e retornará para a licença, para se tratar em São Paulo. Entre os processos nas mãos de Barbosa está uma ação que discute se as empresas exportadoras de bens e serviços devem recolher ou não a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Na sessão da semana passada, o julgamento do processo foi interrompido porque o placar ficou empatado em 5 a 5. Caberá a Barbosa desempatar o julgamento. De acordo com estatísticas disponíveis para assessores do tribunal, Barbosa é o campeão em processos no STF, apesar de ter sido poupado das distribuições nos meses em que ficou em licença. Tramitam sob sua relatoria 13.193 processos, incluindo os que estão na Procuradoria-Geral da República para parecer. Na outra ponta das estatísticas, Eros Grau, que se aposentou na segunda-feira, era o responsável por 3.515 processos em tramitação. Ao todo, estão em andamento no tribunal 92.936 ações. FONTE:  http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,de-licenca-medica-joaquim-barbosa-vai-a-festa-de-amigos-e-a-bar-em-brasilia,591930,0.htm
http://guerreiroscomzd.blogspot.com.br/2013/04/joaquim-barbosa-estoquista-de-processos.html  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

Em que Globo se pode realmente confiar?

por Blog Justiceira de Esquerda 
O PIGão/Corvão não confia, sempre cria golpe e produz caos.
 Jornal dos Marinho avisa na manchete desta terça-feira que os preços dos alimentos sobem e ameaçam a meta de inflação; Valor Econômico, que é metade Globo, metade Folha, anuncia o contrário; dados oficiais, divulgados hoje, apontam recuo dos preços; será que o Globo pisou no tomate?; por trás de tudo isso, evidentemente, há a pressão para que o Comitê de Política Monetária do Banco Central eleve os juros na reunião previstas para os dias 16 e 17 Mais: http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/98396/Em-que-Globo-se-pode-realmente-confiar.htm
Aldo   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

Gurgel vê com ‘absoluto descrédito’ acusação de Dirceu contra Fux

por Blog Justiceira de Esquerda 

Interessante este PGR que vê com absoluto descrédito a acusação de Dirceu contra Fux, porém acredita totalmente na acusação de Marcos Valério contra Lula !!!!!!!!!!!!!!!!!!Viva o judiciário brasileiro. Gurgel vê com ‘absoluto descrédito’ acusação de Dirceu contra Fux
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/04/10/gurgel-ve-com-absoluto-descredito-acusacao-de-dirceu-contra-fux.htm

Fux, um embaraço para a justiça brasileira
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98528/Fux-um-embaraço-para-a-justiça-brasileira.htm

Fux a Vaccarezza: “mato no peito”
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/04/10/fux-a-vaccarezza-mato-no-peito/
ALDO  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

Deixar de acreditar em quem ajudou na construção do Brasil pra acreditar nessa gente? Ah Tá!

por Blog Justiceira de Esquerda 

Xeque – Marcelo Bancalero

Então você quer que eu acredite num louco que inventa uma mentira, num prevaricador que cria uma denúncia, num bêbado que bate em mulher e rasga a Constituição, num bandido cheio de fazendas (segundo o próprio JB), num anti-ético que prefacia livros de julgamento que preside, de ministros que mudam seus votos, mesmo tendo votado no mesmo assunto de forma diferente em outros processos, em ministra que fala absurdos no seu voto depois some com o vídeo da internet, e em ministro que assume ter pedido favores para fazer parte do STF? E deixe de acreditar nas pessoas que construíram este país? Ah tá! Tô Fora! http://xeque-mate-noticias.blogspot.com.br/2013/04/deixar-de-acreditar-em-quem-ajudou-na.html#links  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

Dilma presenteia os barões da mídia

por Blog Justiceira de Esquerda 

Por Altamiro Borges
Na sua perigosa política de desoneração da folha de pagamento, o governo Dilma anunciou nesta semana um presentão para os donos da mídia. Globo, Veja, Folha e Estadão, entre outros veículos, nem festejaram a bondade presidencial, já que o seu esporte favorito é atacar o governo, ocupando o lugar da oposição demotucana. Segundo o sítio Meio&Mensagem, o ministro Guido Mantega baixou duas medidas que reduzem os tributos das empresas de comunicação, acatando proposta do senador Francisco Dornelles.
O decreto beneficia diretamente os setores de jornais, revistas, livros, rádio, televisão e internet. Ele reduz as contribuições sociais das empresas, de 20% da folha de pagamento para 1% a 2% do faturamento. “Estima-se que o setor de mídia venha a economizar R$ 1,2 bilhão por ano a partir de janeiro de 2014, quando o benefício entra em vigor”, revela o jornalista Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa. Para piorar, o governo não impôs qualquer contrapartida, como a manutenção do emprego dos trabalhadores.
Desde o final do ano passado, os impérios midiáticos têm desempregado centenas de profissionais. Nesta semana, o Estadão demitiu um quarto dos seus jornalistas. Como antídoto contra a crise mundial, o governo desonera a folha de pagamento e não exige qualquer contrapartida. Baita presentão! Uma bondade, à custa dos cofres públicos, de R$ 1,2 bilhão. Se a intenção é acalmar a ira dos barões da mídia, não passa de mais uma ilusão da presidenta Dilma no seu “namorico” com o principal partido da direita nativa. Lamentável! Altamiro Borges: Dilma presenteia os barões da mídia  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

Malafaia lança Eduardo. Eduardo rompe com Dilma

por Blog Justiceira de Esquerda 
 
O Sr. Campos tem todo direito de se candidatar, o que não pode é ficar cuspindo no prato que comeu e come muitíssimo bem. 
Então está na hora de entregar os cargos ao governo federal. Malafaia lança Eduardo. Eduardo rompe com Dilma http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/04/10/malafaia-lanca-eduardo-eduardo-rompe-com-dilma/
 Com crítica a Dilma, Campos é estrela de programa do PSB.http://www1.folha.uol.com.br/poder/1260265-campos-estrela-propagandas-do-psb-com-critica-velada-a-dilma.shtml

Neste caso é melhor ele se mudar de Recife.
Viva a justiça eleitoral brasileira. 
Campos visita SP e RS e diz que consegue governar PE de longe 
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1259453-campos-visita-sp-e-rs-e-diz-que-consegue-governar-pe-de-longe.shtml
Aldo  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

16 milhões para um só do PSDB

por Blog Justiceira de Esquerda

E você, já esqueceu alguma vez de declarar 16 milhões na sua declaração de imposto de renda? O senador Álvaro Dias conseguiu esquecer. Também um valor tão insignificante quanto esse é fácil de não se lembrar! 
 
THIETRE – RIO DE JANEIRO

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Por que a surpresa?

por Blog Justiceira de Esquerda 
No AlhoeOlho
Na virada do ano, o ministro Luiz Fux deu uma entrevista à Folha contando sua peregrinação (lobby) junto a políticos (entre eles o ex-ministro José Dirceu) visando conseguir ser escolhido para um assento no STF.
No mês passado, Fux, conforme informou o jornalista Maurício Dias na sua prestigiosa coluna, foi acusado de pressionar a OAB para colocar o nome da sua jovem filha em lista e para concorrer a um cargo de desembargadora no Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro: só para lembrar, Fux foi desembargador no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Neste fim de semana, em entrevista à Folha de São Paulo, José Dirceu confirma a visita de Fux e acrescenta que o juiz garantiu (como uma forma de barganha) que iria absolvê-lo no julgamento do “mensalão do PT”. Questionado, o ministro negou a promessa e para piorar mais sua imagem, afirmou que na época desconhecia o fato de Dirceu ser réu no processodo “mensalão do PT”. Houve quem torcesse o nariz para a revelação de Dirceu. Ora, com esse histórico do juiz por que a surpresa? Ou é desconhecimento, ou é hipocrisia http://alhoeolho.blogspot.com.br/2013/04/por-que-surpresa.html  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  6 horas atrás

A última do prevaricador geral

por Blog Justiceira de Esquerda  TerrordoNordeste Questionado acerca da declaração de Dirceu, afirmo Gurgel:”São denúncias que, em princípio, para mim não merecem qualquer crédito. A história do Fux é uma história de honradez e o mesmo não se pode dizer de quem o acusa. “Não prevaricador safado. Dirceu é mais honesto que você.  Um sujeito que engaveta um inquérito de um bandido da laia de DEMostenes Torres, que dispensa uma licença de R$ 3 milhões de reais, que defende o vergonhoso auxilio alimentação para o MP não tem moral para acusar quem quer que seja.  Por hoje basta, não há condições de continuar com esta droga de internet.http://wwwterrordonordeste.blogspot.com.br/2013/04/a-ultima-do-prevaricador-geral.html  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

DEPUTADO FONTELES SOBRE FUX: “MERECE IMPEACHMENT”

por Blog Justiceira de Esquerda  Em entrevista ao 247, deputado Nazareno Fonteles, do PT, defende que seja instalada uma comissão no Congresso para se analisar as ações do ministro do STF e decidir sobre a instalação de um processo de impeachment contra ele; autor de uma PEC que prevê ao Legislativo sustar atos do Judiciário, parlamentar diz que o que Luiz Fux fez – prometer absolvição ao ex-ministro José Dirceu por uma vaga no Supremo – “não é postura de um juiz, mesmo que ainda estivesse a caminho do cargo”

:  Gisele Federicce _247 – Crítico ferrenho de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Nazareno Fonteles, do PT do Piauí, defende que seja impetrado um processo de impeachment contra Luiz Fux, depois das denúncias feitas pelo ex-ministro José Dirceu à Folha de S.Paulo. “Isso não é postura de um juiz”, afirma ele, em entrevista concedida ao 247 nesta quarta-feira 10.
Dirceu contou ter sido “assediado moralmente” durante seis meses por Fux, que era ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pleiteava uma vaga na Corte Suprema (leia mais). Fux teria ido atrás do petista depois de saber de sua influência no Planalto. Quando finalmente conseguiu um encontro, prometeu, segundo o ex-ministro, absolvê-lo no caso do ‘mensalão’. Não foi o que aconteceu.
Numa entrevista concedida em dezembro passado ao mesmo jornal, Luiz Fux admitiu ter procurado autoridades, inclusive Dirceu, para conseguir uma indicação do governo para o tribunal. Na ocasião, declarou que ‘mataria no peito’ o julgamento da Ação Penal 470, porque tinha experiência. “Desde aquela entrevista anterior, que o Fux falou várias leviandades, eu defendi o procedimento de impeachment contra ele”, disse Fonteles, que é autor de uma PEC, no Congresso, que prevê ao Legislativo sustar atos do Judiciário.
Na avaliação do deputado, não só Fux deveria ser alvo de impeachment, mas o próprio presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, por ter sido relator de um processo que condenou sem provas e pelo comportamento com seus pares, e Gilmar Mendes, que já esteve no centro das atenções em uma série de polêmicas. Agora se isso irá realmente acontecer, ele diz não saber. “No mínimo tem que se abrir uma comissão especial para analisar o caso”, avalia, especificamente sobre o episódio com Luiz Fux.
Leia abaixo os principais trechos da conversa:
Como o senhor recebeu as denúncias feitas pelo ex-ministro José Dirceu à Folha?
Desde aquela entrevista anterior, que o Fux falou várias leviandades, eu defendi o procedimento de impeachment contra ele. Claro que ninguém é proibido de buscar seus interesses, mas aquilo não é postura de um juiz, mesmo que ainda estivesse a caminho do cargo. Parlamentares e outras autoridades já foram punidas por muito menos.
Agora com essa entrevista, não se trata do que o Zé está dizendo só. O que o Zé coloca tem muita congruência. Como um ministro aspira algo e depois diz que não sabia de nada [que Dirceu era réu no processo]? Não tem sentido. Aquilo foi uma grande mancada, dá lógica à realidade do conteúdo do que o Zé Dirceu disse.
Acha que se Dirceu tivesse sido absolvido, teria dado essa entrevista?
Eu não sei. Eu nunca conversei longamente com o Zé sobre o julgamento, tive encontros rápidos. Às vezes alguém te machuca, você perdoa, e aquilo passa, não tem porque falar mais. Mas não é um caso desse, que ainda não está concluído.
Isso merecia um processo de impeachment no Senado. Não só ele, mas o Barbosa, como relator e pelo comportamento que tem tido com os pares, e o Gilmar Mendes, por envolvimentos com casos do passado. Cabe sim o pedido de impeachment, mas se o Senado vai fazer, eu não sei. É muito feio o que aconteceu.
Mas o senhor consegue visualizar, de fato, um processo de impeachment contra um ministro do STF ocorrendo no Congresso Nacional?
Se a coisa for bem conduzida… Muitas vezes, no Senado, depende de como a coisa chega. Com tudo isso que está aí, no mínimo tem que se abrir uma comissão especial para analisar o caso, para ver se instala ou não [o processo de impeachment].
Hoje temos um caso sério, porque o próprio presidente do STF tem o comportamento questionado. No caso de um impeachment, não pode alguém suspeito presidir o processo. Isso só pra mostrar a gravidade institucional que se está vivendo, pois quem preside o Supremo hoje também merecia ter instalado um pedido como esse.
Na sua visão, a presidente Dilma indicou o ministro Fux ao Supremo por conta da promessa de absolvição?
Eu não acredito nisso. É só olhar o seguinte: o Barbosa, a Cármen Lúcia, foram escolhidos, e não havia preocupações desse tipo. Ouvi de várias pessoas que o processo [da AP 470] tinha tantas falhas que não havia como prosperar. Eu não via essa preocupação. Até uma entrevista dessa quando vem à tona demonstra tantas coisas, fica muito ruim você espontaneamente chegar e dizer [que irá fazer algo], e depois fazer tudo ao contrário.
Fica ruim de que forma? O senhor vê a atitude como traição?
Ruim para a instituição. É importante que os próximos processos [de escolha de ministros] sejam mais transparentes, o mais claro possível, e que o Senado seja mais cuidadoso. Uma acusação como essa contra o Fux deve alertar o Senado a fazer certos tipos de perguntas. Esse processo deve ser melhorado.
Sempre que há crises como essa, eu reforço a ideia de mudanças para aperfeiçoar os processos e a República ser beneficiada com isso. Por exemplo, o Supremo deveria ser maior? Eu acredito que sim. Quando você diminui o número [de membros], aumenta-se a chance de conchavo. Quanto maior, mais chances de ser mais justo, de representar melhor as situações adversas de todos os lugares do País. http://www.brasil247.com/pt/247/poder/98563/Deputado-Fonteles-sobre-Fux-Merece-impeachment-Deputado-Fonteles-sobre-Fux-Merece-impeachment.htm   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

Mídia esconde processo contra Aécio

por Blog Justiceira de Esquerda 
Por Altamiro Borges
Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu, na semana passada, que o tucano Aécio Neves continua como réu na ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual. O ex-governador é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional de financiamento do sistema público de saúde entre 2003 e 2008. A mídia comercial, que adora um escândalo político, é tão seletiva que não deu qualquer destaque à decisão do TJMG.
Segundo o sítio do deputado Rogério Correia, “desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde. Consequência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue no estado”. O ex-governador mineiro, que vive se jactando do tal “gestão de gestão”, poderá sofrer uma baita indigestão. O julgamento da ação está previsto para ocorrer ainda neste ano.
Se for considerado culpado pelo desvio dos recursos públicos, o senador ficará inelegível. Sua cambaleante candidatura presidencial entraria em coma – que não é alcoólica. É lógico que o grão-tucano tem muitos defensores. A mídia não deu manchete para a decisão da justiça e evitará tratar do tema. Ela só gosta de levantar suspeitas de corrupção contra os tais “lulopetistas”. Já a Justiça é cega! Até hoje não julgou o chamado mensalão tucano – que a mídia trata como mensalão mineiro. A conferir! Altamiro Borges: Mídia esconde processo contra Aécio  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Manipuladores!!!_+_ MANCHETES INFLACIONADAS_+_ DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA – LEI DE MEIOS – ACÚMULO DE FORÇAS_+_Para a sociedade avançar, os privilégios da mídia têm que acabar

por Blog Justiceira de Esquerda 

 

MANCHETES INFLACIONADAS

  
  ME CANSEI, DE LERO-LERO, DÁ LICENÇA       MAS EU VOU SAIR DO SÉRIO …

DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA – LEI DE MEIOS – ACÚMULO DE FORÇAS

   Sim, eu quero: e você, quer? Seus conhecidos, amigos e parentes, o que pensam desse assunto? São a favor da concentração de meios em poucas mãos, são contra, ou são indiferentes? Estão dispostos a fazer algo a respeito? (não basta alguns quererem e gritarem muito, culpando alguém por omissão ou covardia …)

Para a sociedade avançar, os privilégios da mídia têm que acabar

O dinheiro do contribuinte tem que ser mais bem empregado.

Jânio não conseguiu varrer os privilégios fiscais da imprensa
Jânio não conseguiu varrer os privilégios fiscais da imprensa

  Li “A Renúncia de Jânio”, do jornalista Carlos Castelo Branco, o último grande colunista político brasileiro. O que me levou a esse velho livro foram as recentes evocações do infame golpe militar de 1964 em seu aniversário, no dia 31 de março.O golpe, de alguma forma, começa em Jânio, o demagogo que renunciou à presidência em 1961 quanto estava fazia apenas sete meses no cargo, por motivos jamais explicados. Mas o que mais me chamou a atenção no livro é um episódio que mostra bem o regime de privilégios fiscais desfrutados há muito tempo pelas empresas jornalísticas brasileiras. Castelinho, que foi assessor de imprensa de Jânio, conta que certa vez estava preparando uma sala para um pronunciamento que ele, Jânio, faria naquela noite em rede nacional de televisão. No lugar escolhido, a biblioteca do Palácio da Alvorada, Castelinho viu sobre a mesma um exemplar do Estadão de domingo. Em cima, estava um bilhete do presidente: “Não toquem neste jornal. Preciso dele”. “Só soube do que se tratava quando Jânio o ergueu na mão para exibi-lo audaciosamente ao país [na fala em rede] como fruto de privilégios, o esbanjamento de papel comprado com subvenção oficial, pago, portanto, pelo povo”, escreveu Castelinho. É o chamado “papel imune”. Os contribuintes subvencionam há décadas o papel usado para imprimir jornais e revistas. Jânio apontou o mal, mas não foi capaz de resolvê-lo. Os mesmos empresários que tanto falam num Estado mínimo não se embaraçam em, nas sombras, mamar nele em coisas como o papel imune, e em muitas outras. Dinheiro público foi sempre usado também para financiar – em condições de mãe para filho – empreendimentos que deveriam ser bancados por nossos intrépidos, aspas, capitalistas da mídia. Nos anos 90, Roberto Marinho comemorou ao lado de FHC a inauguração de uma supergráfica projetada para quando o jornal chegasse – hahaha – à marca de 1 milhão de exemplares. FHC não estava na foto porque Roberto Marinho queria promovê-lo. É que o governo tinha concedido um empréstimo especial às Organizações Globo para fazer a gráfica que hoje parece uma piada.

Na inauguração do parque gráfico da Globo, em 1999, o Estado serviu de babá e evitou o risco de um investimento fracassado
Na inauguração do parque gráfico da Globo, em 1999, o Estado serviu de babá
e evitou o risco de um investimento fracassado

  Por que o empréstimo? Ora, a Globo era então já uma potência. Tinha mais de metade do faturamento da publicidade nacional, graças à tevê e a expedientes amorais como o chamado BV (bonificação por vendas). A empresa poderia, perfeitamente, bancar o passo (torto) que decidira dar com a nova gráfica. Mas não. O Estado babá estava ali, à disposição, na figura sorridente de FHC. Essencialmente, o resultado é que a fortuna da família Marinho foi poupada do risco de um investimento que poderia fracassar, como aconteceu. Coisa parecida aconteceu com as outras grandes empresas em suas incursões para fazer novos parques gráficos: dinheiro farto, quase dado. Fora o papel imune, naturalmente. E fora, mais recentemente, artifícios como a criação de PJs (pessoas jurídicas) para reduzir os impostos pagos. Note. As companhias jornalísticas não querem pagar impostos, mas depois esperam que o Estado – com dinheiro alheio, do “Zé do Povo”, como dizia o patriarca Irineu Marinho – esteja com os cofres cheios para bancar seus investimentos. Para completar a tragicomédia, as empresas promovem campanhas sistemáticas de engambelação coletiva destinadas a provar, aspas, que os impostos são elevados no Brasil. Não são. A carga tributária brasileira, na casa de 35%, é bem menor que a de países modelos, como a Escandinávia. A diferença é que, neles, as corporações pagam o que devem. Vá, na Dinamarca ou na Noruega, inventar PJs e você é chutado da esfera corporativa e submetido a desprezo nacional. Para que o Brasil avance socialmente, as mamatas das empresas de mídia – fiscais e não só fiscais — têm que acabar. Não é fácil, como vemos ao constatar o que deu do brado janista de meio século atrás. Sucessivos governos têm vergado ao poder de intimidação da mídia. (Para a qual vigora ainda uma inacreditável reserva de mercado, aliás.) Mas nada é fácil. O poder de manipulação da mídia se reduziu, graças à internet. Se há uma hora para fazer o que deve ser feito, é esta. O dinheiro que custam as mordomias bilionárias da mídia deve servir à sociedade: que se construam escolas, hospitais e estradas com ele, em vez de vê-lo dar acesso à lista de superricos da Forbes. Dilma tem que se mexer, em nome do Brasil.   Paulo Nogueira THIETRE MIGUEL – RIO DE JANEIRO-RJ    Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Proibida de se despedir, apresentadora da Globo sai do ar chorando

por Blog Justiceira de Esquerda 

TV Globo proibiu despedida de Carla Vilhena,
 que só soube de sua substituição através da imprensa
 (Foto: Divulgação)

Globo proíbe despedida, e apresentadora sai do ar chorando. Carla Vilhena só soube pela imprensa que seria substituída em telejornal da Tv Globo

Foram dramáticos os últimos minutos da jornalista Carla Vilhena como apresentadora do Bom Dia São Paulo e do bloco paulista do Bom Dia Brasil, na última sexta-feira. Carla soube pela imprensa, na véspera, que deixaria o telejornal, que apresentava desde meados de 2010. Na sexta, ela escreveu uma nota de despedida do público, mas foi proibida pela direção de jornalismo da Globo, enquanto apresentava o Bom Dia São Paulo, de ler o texto. Abalada, Carla não conseguiu terminar sua participação no Bom Dia Brasil. Na bancada, mas fora do ar, chorava tanto que teve de ser substituída, às pressas, por uma moça do tempo. Foi embora sem levar suas roupas e pertences, amparada por funcionários da Globo. Desde ontem, o telejornal está sendo apresentado pela repórter Monalisa Perrone. O jornalista Marco Aurelio Mello, ex-colega de trabalho de Carla Vilhena e fundador do blog DoLadoDeLa, publicou texto em que se solidariza com a apresentadora. Leia abaixo.

Minha Solidariedade à Carla Vilhena

Marco Aurelio Mello A nova direção de jornalismo da TV Globo parece que não gostar muito de investir nas relações humanas. Nem mesmo o departamento de RH, que deveria gerenciar “as emoções” consegue saber com antecedência o que está acontecendo, para tomar medidas paliativas necessárias numa grande corporação. 
O choro copioso da querida Carla Vilhena, apresentadora do Bom Dia São Paulo e do bloco local do Bom Dia Brasil, impedida de se despedir de seus telespectadores na última sexta-feira, dá bem a dimensão da falta de tato dos gestores. Depois de saber PELA IMPRENSA que seria substituída na bancada pelo correspondente em Nova Iorque, Rodrigo Bocardi, Carla, com a delicadeza que lhe é peculiar, escreveu uma mensagem de despedida, mas a direção proibiu-a de lê-la. Abalada, Carla não conseguiu terminar sua participação e foi substituída pela uma moça do tempo. Saiu do ar amparada por funcionários da Globo. Trazer Rodrigo de volta para o Brasil com assento em uma bancada é um movimento importante. O repórter, que teve carreira meteórica na emissora durante o mensalão, faz com desenvoltura o jogo da casa. Quem não se lembra da moedinha na pista do aeroporto de Congonhas, para incriminar Lula pelo acidente da TAM, em julho de 2007? Rodrigo é um bom sujeito. Trabalhamos juntos no Jornal da Globo, com Ana Paula Padrão. Ele tinha vindo da Band, onde começou como coordenador de telejornal, uma função burocrática. Teve a felicidade de fazer jornalismo na Faculdade do Morumbi, onde a elite paulistana se encontra. Fez amizade com os Saad, circula em altas rodas e conhece detalhadamente a cartilha neolibelês. Sonhava em ser editor de economia e pediu para que eu o apadrinhasse nesse sentido. Como acumulava – para que testassem minha capacidade – as funções de editor de política e economia do telejornal, cujo noticiário era majoritariamente composto por esses dois temas, concorde,i e indiquei seu nome ao então editor-chefe, Luiz Claudio Latgé. Competente, logo Rodrigo caiu nas graças de toda a equipe, mas alimentava em silêncio o sonho de ser repórter, o que no caso dele não era difícil, porque tem boa estampa, boa voz e é muito bem relacionado. Será muito bem teleguiado na nova função. Depois de dois anos na bancada, Carla volta à reportagem. Passa a engrossar o coro do Fantástico. Como apresentadora, a bela morena de olhos azuis encantou o país no Jornal da Band, no fim dos anos 90. Beleza, postura e voz eram tão marcantes, que foi convidada pela Globo para ser apresentadora do Novo SPTV, em 1998. Como na emissora a fila é grande, Carla ficou para lá e para cá, até que conseguisse sua própria bancada num jornal de rede. Apresentou os SPTV, os Bom Dias, o Jornal Hoje, o Fantástico e até o Jornal Nacional, nas folgas dos apresentadores titulares. É o tipo de profissional de quem não se ouve críticas, só elogios. Torço para que ela supere a dor de ser cortada sumariamente, como já aconteceu com tantos outros. Carla, o mundo não só aí. Um beijo no seu coração. Leia também

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Oportunidade para a paz na Colômbia

por Blog Justiceira de Esquerda 

Do blog: http://areitoimagen.blogspot.com.br/

No Altamiro Borges Editorial do sítio Vermelho: Em fato inédito na história da Colômbia, o país se uniu na última terça-feira (9) para apoiar os diálogos de paz que se realizam em Havana, Cuba, entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (Farc-EP), para pôr fim ao conflito armado que se estende há mais de meio século. 
Centenas de milhares de pessoas saíram às ruas na Marcha pela Paz e a Esperança, tendo por símbolos a cor branca e a bandeira da Colômbia, expressando o objetivo – a paz com democracia e justiça social – e a união nacional para abrir uma nova página na história do país. A Marcha aglutinou o mais amplo e diversificado leque de forças políticas e movimentos sociais, além de intelectuais, artistas e defensores dos direitos humanos, num pluralismo que atesta o quão arraigado é o desejo de paz no país. 
A manifestação desta terça-feira foi uma forte expressão da grande aspiração nacional por uma reconciliação justa, democrática e duradoura, por uma paz que faça parte da democracia, da participação popular na vida do país e na construção de seu destino. 
O sentido da participação da sociedade e do seu ativo apoio aos diálogos entre as Farc e o governo foi sintetizado pelo escritor William Ospina, no texto “Oração pela Paz”, em que reafirmou a ideia defendida em seus artigos: “Não haverá paz sem uma comunidade que a apoie, exija e acompanhe”.
A unidade nacional se manifestou nas palavras do líder indígena Feliciano Valencia: “A Colômbia é hoje uma só, mestiça e palpitante, onde a identidade alimenta os povos indígenas, os negros e o sangue derramado durante tantos anos em prol de uma redenção social e de um país que seja patrimônio de todos”. 
A manifestação indicou ainda o sentido de urgência que tem o povo colombiano em encontrar uma solução definitiva para o conflito, o que se expressou nas palavras da líder da luta pelos direitos humanos, Piedad Córdoba: “Faz 65 anos que pedimos paz, suplicamos a paz e hoje já não podemos pedir, suplicar e esperar (…) É a hora da paz, porque merecemos tê-la, que viva a paz na Colômbia”.
O apoio maciço que as Farc e o governo do presidente Santos conquistaram para o diálogo em que estão empenhados é o mais convincente argumento de que esta é uma oportunidade histórica que não pode nem deve ser desperdiçada.
Obviamente, o sentido de urgência não deve ser confundido com oportunismo eleitoral nem quaisquer outros interesses imediatistas. Por certo, as partes envolvidas no diálogo sabem que há um caminho a percorrer. São animadores os sinais de que estão dispostas a trabalhar com afinco e aturadamente, com seriedade, profundidade e frontalidade para vencer todos os obstáculos e cumprir todas as etapas previstas no acordo inicial geral. 
A paz na Colômbia, para além de ser uma questão nacional, é também uma das principais reivindicações dos movimentos populares, democráticos, patrióticos e anti-imperialistas da América Latina. Se concretizada, será uma vitória de todo o povo colombiano e latino-americano e sem dúvida se incorporará ao conjunto de conquistas democráticas e patrióticas na região, que alteram positivamente o quadro político e pavimentam o terreno para avançar na luta pela definitiva independência. Sendo assim, é uma derrota para as forças que nutrem em relação à América Latina e o Caribe objetivos hegemonistas por meio do militarismo e das ameaças de intervenção.
A Marcha pela Paz e a Esperança foi a mais eloquente demonstração de que o ambiente político e social na Colômbia tornou-se mais propício à paz, assim como para a democracia e a justiça social e de que emergem novos movimentos e novas possibilidades para o desenvolvimento da luta política e social. Altamiro Borges: Oportunidade para a paz na Colômbia

26 minutos atrás

Poder Judiciário anula a absurda demissão imposta pelo ex-Secretário Antonio F. P. ao agente policial Genivaldo Celerino da Silva – defendido pelo advogado Paulo Lopes de Ornellas – que interveio a roubo efetuando disparos em via pública sendo absolvido por exclusão da ilicitude

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

O GOVERNO CONTINUA FUDENDO O POLICIAL CIVIL E FAVORECENDO O MILITAR- Geraldo Alckmin com medo da tropa encaminha projeto para o pagamento da diferença salarial para quem teve os vencimentos diminuidos em decorrência da absorção do ALE… É só para a PM!

por Flit Paralisante Enviado em 11/04/2013 as 1:23 –  SÓ PM ??????? PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 10, DE 2013 Mensagem A-nº 070/2013, do Senhor Governador do Estado São Paulo, 9 de abril de 2013 Senhor Presidente Tenho a honra de encaminhar, por intermédio de Vossa Excelência, à elevada deliberação dessa nobre Assembleia, o incluso projeto de lei complementar que dispõe sobre a absorção do Adicional de Local de Exercício – ALE nos vencimentos dos integrantes da Polícia Militar, e dá providências correlatas. A propositura, que decorre de estudos realizados no âmbito da Secretaria de Gestão Pública em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública, objetiva traçar regras específicas para a adequada aplicação das medidas preconizadas na lei complementar em que se converterá o Projeto de lei complementar nº 8, de 2013. Enunciados, assim, os motivos que embasam a propositura e tendo em vista a natureza da matéria, venho solicitar que a apreciação da propositura se faça em caráter de urgência, nos termos do artigo 26 da Constituição do Estado. Reitero a Vossa Excelência os protestos de minha alta consideração. Geraldo Alckmin GOVERNADOR DO ESTADO A Sua Excelência o Senhor Deputado Samuel Moreira, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado. Lei Complementar nº               de         de                    de 2013. Dispõe sobre a absorção do Adicional de Local de Exercício – ALE nos vencimentos dos integrantes da Policia Militar, e dá providências correlatas. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei complementar: Artigo 1º – Se em decorrência da absorção do Adicional de Local de Exercício – ALE nos vencimentos dos integrantes da Polícia Militar, prevista na lei complementar em que vier a ser convertido o Projeto de lei complementar nº 8, de 2013, resultar remuneração mensal líquida inferior ao mês de fevereiro de 2013, a diferença será paga, sob código específico, em caráter excepcional, variável e transitório. § 1º – O disposto neste artigo aplica-se exclusivamente aos policiais militares em atividade. § 2º – O valor da diferença de que trata o “caput” deste artigo não será considerado para nenhum efeito legal e sobre ele não incidirão quaisquer vantagens pecuniárias e descontos obrigatórios por lei. Artigo 2º – Para efeito de apuração da remuneração mensal líquida, a que se refere o artigo 1º desta lei complementar, serão considerados os valores relativos a: I – padrão de vencimento; II – Regime Especial de Trabalho Policial Militar – RETPM, calculado sobre o padrão de vencimento; III – Adicional de Local de Exercício – ALE; IV – adicionais por tempo de serviço e sexta parte, quando for o caso, calculados sobre os incisos I e II; V – contribuição previdenciária calculada sobre o resultado do somatório do inciso I a IV deste artigo; VI – Imposto de Renda, quando for o caso, calculado sobre o somatório dos incisos I a IV, com dedução do valor apurado nos termos do inciso V deste artigo. Parágrafo único – Para os fins do disposto no artigo 1º desta lei complementar, será considerada como remuneração mensal líquida o somatório dos valores a que se referem os incisos I a VI deste artigo, excetuado o correspondente ao inciso III. Artigo 3º – A partir de 1º de março de 2013, sempre que houver alteração dos valores das parcelas referidas no artigo 2º desta lei complementar, o valor da diferença será recalculado, até que a remuneração mensal líquida seja igual ou superior àquela apurada em fevereiro de 2013. Artigo 4º – Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de março de 2013. Palácio dos Bandeirantes, aos        de                   de 2013. Geraldo Alckmin _____________________________ Quem nunca teve o RETP e outros adicionais turbinados , quem nunca descontou como  melhor lhe aproveita as verbas devidas à previdência estadual , quem  sempre teve o IRPF descontado mensalmente sem antecipar deduções,CONTINUARÁ GANHANDO MENOS . 
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Poder Judiciário anula a absurda demissão imposta pelo ex-Secretário Antonio F. P. ao agente policial Genivaldo Celerino da Silva – defendido pelo advogado Paulo Lopes de Ornellas – que interveio a roubo efetuando disparos em via pública sendo absolvido por exclusão da ilicitude

por Flit Paralisante

Sentença Registrada
24/01/2013 Concedida em Parte a Segurança – Sentença Resumida Ante o exposto, CONCEDO EM PARTE A SEGURANÇA, com supedâneo no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil para ANULAR o ato administrativo que demitiu o impetrante, assim como para determinar sua reintegração do impetrante em seu antigo posto, computando-se o tempo para todos os efeitos. DEIXO de conceder qualquer pagamento, porque o mandado de segurança é via inadequada para tanto. Custas e despesas ex lege. Sem honorários. P.R.I.C. Ocorre que no feito, o trânsito em julgado criminal se deu por absoluta exclusão da ilicitude da conduta, situação diversa da falta de provas ou tão apenas de ausência de censura penal. O que se confirmou em processo-crime foi que o impetrante estava atendendo a chamado popular e tendia a interromper roubo acabado de ocorrer, quando suspeitando da posse de arma de fogo, disparou em parte não letal. Essa conduta, como lá se verificou, e aqui nada divergiu, seguramente não autoriza demissão a bem do serviço público, o que expõe a pena aplicada à absoluta incongruência da razoabilidade. Ao exceder o razoável e o devido processo legal substancial, sobretudo porque decisão não se equipara a arbítrio, andou mal a Administração Pública que invadiu campo de ilegalidade, esfera que pode ser controlada pelo Poder Judiciário. Significa dizer: diante de decisão absolutamente ilegal e contrária ao que efetivamente ocorrido, insubsistente a decisão administrativa. Ante o exposto, CONCEDO EM PARTE A SEGURANÇA, com supedâneo no artigo 269, inciso I, do Código de Processo Civil para ANULAR o ato administrativo que demitiu DECRETO DO GOVERNADOR SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA Decretos de 10-4-2013 Declarando nulo, em cumprimento à sentença proferida pelo MM Juiz de Direito da 13ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central da Capital, nos autos do Mandado de Segurança 0045778-14.2012.8.26.0053, declara nulo o ato que demitiu Genivaldo Celerino da Silva, RG 24.929.517 (GS/9144-2010- DGP/11.813-09) e reintegra o interessado ao serviço público, no cargo de Agente Policial de 3ª Classe, padrão I, da EV-C da LC 1151-2011, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública, vago em decorrência do falecimento de Antonio Leal. 
Observação: A Procuradoria deste Estado –  atualmente advogando por honorários  tomados dos particulares  – ainda teve a desfaçatez de apelar da sentença pleiteando efeito suspensivo da decisão que reintegra o policial , ou seja , queria ver o infeliz sofrendo mais alguns anos ; quem sabe morrendo antes de uma decisão favorável.                      A Fazenda Pública deveria pagar honorários  de sucumbência em dobro ou triplo daqueles que são impostos aos particulares, talvez assim se colocasse fim na safadeza da Administração e dos advogados do governo.

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