Tag Archive: são paulo


Vasta e profunda análise da primeira pesquisa sobre o governo Haddad

por Esquerdopata
 
Como é de conhecimento até do mundo mineral, pesquisas de opinião pública, principalmente quando feitas por adversários/correligionários do pesquisado, não são coisas para se levar muito a sério. Precisa-se de uma série de pesquisas, de preferência feitas por institutos diferentes, durante um largo período de tempo para se apurar realmente a opinião popular. Uma pesquisa solitária sobre os 100 primeiros dias de um governo significa pouco, quase nada. Dito isso, analisemos os números como se fossem retrato fiel da realidade. 
Fosse Serra o prefeito e tivesse os mesmos números, a manchete da Folha não seria sobre os “31%”, incluiria os 42% de regular e diria “Serra tem aprovação de 73% após 100 dias”. Não é muito sério incluir quem acha o governo regular entre os que aprovam e muito menos entre os que desaprovam. Quem aprova costuma dizer que o governo é bom, quem desaprova diz que é ruim. Os muito politizados, no bom e no mau sentido,  costumam usar o “ótimo” e “péssimo”. Eu não diria nunca que o governo Dilma é ótimo, por exemplo. 
Os 31% de bom e ótimo correspondem claramente aos 28,97% que votaram em Haddad no primeiro turno, sinal que não há decepção entre seus eleitores de primeira hora. Já os 14% de ruim e péssimo passam muito longe dos 45,5% que votaram em Serra, sinal de que houve boa aceitação do desempenho do prefeito entre os que preferiam qualquer coisa, até Serra, que o PT na prefeitura. 
Os 42% de “regular” se dividem entre os que achavam que seria ótimo, mas não estão gostando muito; os que achavam que seria um desastre, mas estão achando aceitável e os que acham que é cedo para aprovar ou rejeitar, mas avaliam que o prefeito tem qualidades. Fosse essa uma de várias pesquisas realizadas em três anos e meio de governo e Haddad seria reeleito sem dificuldade. 
O viés ideológico costumar diminuir com o passar do tempo e uma análise mais racional dos resultados do governo prevalece sobre a ideologia e também sobre a imagem, geralmente paga, divulgada pela mídia. O caráter pragmático de Haddad deverá ajudá-lo nesse aspecto. Sua busca de parcerias com o governo estadual e seu não alinhamento incondicional com o governo federal deverão render mais frutos no futuro. Bom começo e boas perspectivas. 
Anúncios

Qua, 17/08/11 – 21h15

Alckmin discursa no Movimento Endireita Brasil

 

Governador Geraldo Alckmin: Boa noite, boa noite a todas e a todos. Quero cumprimentar e agradecer ao Dr. Ricardo Salles cumprimentá-lo pelo trabalho, cumprimentá-lo pelo entusiasmo e agradecer à generosa homenagem, muito obrigado! Fiquei muito feliz. Cumprimentar aqui, o presidente estadual do meu partido, o deputado Pedro Tobias, um grande cirurgião de mama, professor de medicina. Cumprimentar aqui o deputado federal Rodrigo Garcia, presidente dos Democratas, o deputado Julio Semeghini presidente do PSDB aqui da capital. João Melão. As suas sementes, suas boas ideias e boas propostas. Saudar aqui o João Sampaio, trabalhamos juntos nesses primeiros meses, uma das grandes lideranças da agricultura; o Cesário Ramalho, o nosso sempre deputado Castelo Branco, enfim, eu não vou citar porque senão eu vou repetir aqui o prefeito do interior, Ricardo, que fazia muitas citações, e o governador da época estava com pressa. Aí passado uns meses, houve uma solenidade no cemitério municipal, o prefeito já foi com aquele pacote de fichas pra citar, lembrou do governador, guardou as fichas e pensou, pensou e falou: “Meus conterrâneos e meus subterrâneos!”.

 

Mas amigas e amigos, estou muito feliz de estarmos juntos. Feliz a sociedade que tem movimentos que são políticos e suprapartidários. Movimentos políticos na defesa de valores, de ideais, de princípios. O Franco Montoro dizia que a pior política é a omissão. A participação é importante, a gente participar da vida pública! Santo Agostinho dizia que a política é o ponto mais alto do amor ao próximo, porque você está trabalhando para o teu bairro, trabalhando pela tua cidade, pelo Estado, pelo país, na construção de uma sociedade melhor. Então quero primeiro saudar o MEB, o Movimento Endireita Brasil, acho que é uma força da sociedade civil muito importante. E tenho certeza que ele vai trazer novos valores e estimular uma participação importante. Depois, saudar o Ricardo Salles, que é uma jovem liderança: isso é também uma vocação. Eu era prefeito em Pinda, recém formado médico, e naquele tempo a posse era no dia 1º de fevereiro, eu tomei posse, dez dias depois uma chuva torrencial alagou todo o bairro, chamado Jardim Cristina, lá em Pinda. Prefeitura do interior, com dificuldades, sem dinheiro, então fui fazendo no fim de semana um mutirão, junto com o povo do bairro, para limpar o bairro, limpar o valetão do Bambi (que era como se chamava), ajudar na drenagem, arrumei com o Batalhão de Engenharia de Combate uma retroescavadeira emprestada, e fomos lá arrumar o bairro. Quando lá pelo meio dia, uma da tarde, um sol de verão, aquele sol de arrebentar, eu com lama da cabeça aos pés, dentro da valeta, ajudando o povo, havia uma avenida mais alta, e um colega de escola, me lembro bem, num jipe, aquele Jeep Willys, sem capota, parou lá em cima assim, do valetão do Bambi, e deu uma buzinada. Ele estava com uma menina, uma colega nossa, uma loira muito bonita, deu uma buzinada, na hora em que eu olhei pra cima ele falou: “Essa moleza vai acabar”. Tem que levar na esportiva, né?

 

Mas o fato é que eu fico muito feliz, e eu vejo que nós precisamos ser inovadores, sair desse marasmo de uma política antiquada, que vê no estado brasileiro a solução de todas as coisas, que o estado deve ser provedor de tudo. O estado não tem dinheiro pra tudo, não deve ser o executor de tudo. Nós começamos hoje o Rodoanel Leste, trinta dias antes do prazo; era pra começar em setembro, começou no dia 17 de agosto. O Governo não vai colocar um centavo na obra, vai ser feito pela iniciativa privada em 30 meses, em março de 2014 está entregue a obra. Quarenta e quatro quilômetros de preservação ambiental completa, 11 quilômetros de viadutos pra não mexer nos parques da várzea do Tietê, do Rio Guaió; enfim, inovação de engenharia, engenharia financeira.

 

O Governo ainda recebeu antes da assinatura do contrato, 389 milhões de reais que foram depositados antes da assinatura do contrato. A tarifa de pedágio pela disputa baixou 63%. O setor privado faz desapropriação, compensação ambiental, constrói a obra, opera a rodovia, mas se o Brasil for esperar pra poder fazer tudo isso, nós vamos levar cem anos. Temos que trazer a iniciativa privada pra logística, infraestrutura, Parceria Público Privada – PPP, as organizações sociais de São Paulo. A revista The Economist, de um mês atrás, colocou o ICESP, o Instituto de Câncer do Estado de São Paulo, como padrão internacional. Hospital do SUS, contrato de gestão. Não tem um funcionário público. Tudo contrato de gestão. Então, temos inovação. Ontem mandamos para a Assembleia Legislativa um PPA, 2012/2015. São Paulo investe R$ 85 bilhões. Sem criar um imposto novo, aumentar uma alíquota, só fazendo ajuste. Então ele dizia: “Olha, isso não é uma visão economicista, porque é com isso que eu vou fazer o hospital de qualidade, de graça pra atender a população. É com esse dinheiro que eu vou fazer as ETECs, as FATECs, a escola técnica, tecnológicas, saneamento básico, melhorar a segurança, valorizar os serviços públicos, melhorar qualidade do atendimento”. Não tem investimento na área social se não tiver dinheiro. E não dá pra aumentar mais a carga tributária. Nós precisamos é reduzi-la. Os ganhos virão pela eficiência, pela transparência, pela inovação de gestão, pela modernidade.

 

Então é com grande alegria que eu quero saudar aqui o Nebi. Cumprimentar o Ricardo Salles, abraçando a ele. Agradecer a presença aqui carinhosa de todos vocês. Que com suas presenças deram brilho aqui a esse encontro. Não tem ninguém mais inteligente do que nós, com uma fórmula mágica no bolso para resolver os problemas do Brasil. Isso não existe. Ou a sociedade assume, lidera, perpassa seus valores, se organiza, ou nós vamos ficando pra trás. Esse é o caminho. E a política bem feita é um ato cristão, porque você está melhorando a vida das outras pessoas, está evitando que dinheiro vá para o ralo, e para que esse dinheiro possa ser usado em benefício da população. Lamentavelmente nós vemos no Brasil que os índices de corrupção crescem mais que a economia, crescem mais que o comércio, que o fluxo financeiro. É muito triste tudo isso. E essas coisas só vão ser corrigidas com uma forte participação e controle da sociedade sobre o aparelho de estado. Participação e aprimoramento.

 

E quero saudar o Ricardo Salles. Aristóteles dizia que a política é arte e ciência, ao encontro do bem comum. Arte é dom, é preciso gostar de gente, senão é muito chato. Então é um dom. E ele tem um belo dom de participação. Uma vocação, que é importante. E ciência, estudo, preparação. São decisões complexas, difíceis, que exigem um nível de aprimoramento no mundo moderno, muito rápido, sofisticado, para se tomar as melhores decisões. Então a gente fica feliz de poder estimular, poder apoiar, poder ajudar, poder fazer com que novas lideranças floresçam para poder servir a população de São Paulo. E como quem já disputou várias eleições, não quero desanimá-lo, mas dizer também que candidato sofre, viu? E eu encerro contando aqui uma historinha de candidato a prefeito da minha terra natal. Em Pindamonhangaba, 30 anos atrás, tinha a maior empregadora da cidade, uma fábrica de papel e celulose do Grupo Cícero Prado, chamava Curuputuba. Então, Curuputuba, naquela época, Melão, tinha um núcleo de casas, uma espécie de uma vila. Ali tinha cinema, campo de futebol, escola de samba, tinha uns bailes muito bons que a gente ia lá quando era estudante. Era uma cidadezinha, a 15 km de Pinda. Então, todo candidato a prefeito tinha que ir a Curuputuba. Porque Curuputuba decidia uma eleição. E eu fui candidato a prefeito, casa por casa lá na vila, levando meu programa de governo, minha proposta. Aí bati numa casa, e a senhora me mandou entrar. Eu entrei, aquela confusão: gato, cachorro, papagaio, criançada chorando, comida no fogo, e eu tentando explicar proposta de saúde, educação, creche, e ônibus, aquela confusão. Depois de uns 40 minutos lá, ela virou e falou: “Olha, o senhor me convenceu. Nós vamos todos votar aqui no senhor”. Eu fiquei muito feliz. Já estou saindo, ela falou: “Olha, só falta o dinheiro do ônibus”. Aí eu voltei e falei: “Olha, mas não há necessidade. A escola é aqui em frente. A escola que vota, Curuputuba, é um quarteirão. Dá pra ir a pé”. “Não, não, Dr. Geraldo, o senhor não entendeu. Todos nós aqui votamos em Itajubá, em Minas Gerais”. Grande abraço, Ricardo.

9 horas atrás

A mídia na ditadura

por Nogueira Junior
 
Imperador. Marinho recebeu de Falcão o aval para criar a Globo atual

Mauricio Dias, CartaCapital 
“Falta um tema na variada agenda da Comissão Nacional da Verdade. Criada com a finalidade de apurar as violações dos direitos humanos, ela não incluiu na pauta de trabalho a análise do papel da imprensa, como é feito com a Igreja, por exemplo, durante a ditadura, articulada e sustentada por civis e militares. 
A imprensa foi arauto da trama golpista contra o presidente João Goulart. Sempre conservadores, os “barões da mídia” brasileira agem na fronteira do reacionarismo. Apoiar golpes, por isso, não chega a ser exatamente novidade. Alardeiam o princípio do liberalismo sem, no entanto, se comprometer com a democracia. Assim promovem feitiços, como o de 1964, e tornam a própria imprensa vítima da feitiçaria.

Patrões e empregados são testemunhas importantes de uma história que precisa ser passada a limpo. É necessário ir além do que já se sabe. Isso só ocorrerá com o depoimento daqueles que viveram os episódios ou estiverem próximos deles.
Mais informações » 

10 horas atrás

Ricardo Salles, secretário particular de Alckmin, o perfeito idiota paulistano

por Nogueira Junior
 
Ricardo Salles, assessor de Alckmin, no “dia da liberdade de impostos”. Foto: Agência Brasil

Rodrigo Martins, CartaCapital 
“A abertura de arquivos da ditadura é antiga reivindicação de historiadores e vítimas da repressão política. Não por acaso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, preocupou-se em organizar uma pomposa cerimônia para anunciar que, a partir da segunda-feira 1º, todas as fichas do extinto Dops, uma das centrais de tortura do regime militar, estariam disponíveis para consulta na internet. A festa não saiu, porém, como o esperado. Ao lado do governador estava um ilustre convidado: seu novo secretário particular, o advogado Ricardo Salles, crítico ferrenho da Comissão da Verdade e defensor do golpe de 1964. 
Fundador do Movimento Endireita Brasil, Salles -manifestou–se- em diversas ocasiões contra a possibilidade de punir os militares envolvidos nos casos de tortura, sequestro e morte, além de questionar a própria existência desses crimes, fartamente documentos. É desses cidadãos que gostam de se referir ao golpe como “o movimento de 31 de março”. Artigo Completo, ::AQUI:: 

10 horas atrás

Onde está o dinheiro sujo

por Nogueira Junior
 
 
Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa   “O Estado de S. Paulo e o Globo reproduzem nas edições de sexta-feira (5/4) reportagem que circulava havia dois dias na internet, com origem no Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, sobre 2,5 milhões de documentos bancários nos quais são revelados os proprietários de 250 mil contas secretas em paraísos fiscais.

Trata-se potencialmente do maior escândalo financeiro dos nossos tempos. Algumas das primeiras revelações atingem um ex-colaborador do presidente da França, François Hollande, acionista de pelo menos duas empresas que mantém contas na Ilhas Cayman. Também são citados dois filhos do ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe e um general venezuelano, além de outras autoridades e empresários de várias partes do mundo.

Mas há muito mais. Os documentos compõem um superarquivo digital de 200 gigabytes, cerca de 150 vezes maior do que o conteúdo divulgado pelo site Wikileaks.com sobre segredos diplomáticos dos Estados Unidos. A diferença entre a iniciativa do ativista Julian Assange, que tem sido tratado como terrorista internacional pelo governo americano, e o projeto do consórcio de jornalismo investigativo é que, no caso do Wikileaks, os documentos eram simplesmente postados na rede mundial de computadores, enquanto o consórcio usa as informações primárias como fontes de reportagens e verifica a veracidade delas junto aos suspeitos de serem donos do dinheiro.” Artigo Completo, ::AQUI:: 

11 horas atrás

FHC desabafa: “Cansei de ver o PSDB dividido”

por Nogueira Junior
 
 
Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que o PSDB “tem tudo para vencer” a disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, desde que resolva o dilema da divisão interna; em congresso do diretório paulista do partido, FHC disse que “o primeiro passo é a unidade”; “Cansei de ver o PSDB dividido. Chega!”, discursou, aos gritos, um dos grandes entusiastas da candidatura do senador Aécio Neves (MG) à Presidência da República em 2014 
Brasil 247 
O PSDB tem tudo para voltar ao Palácio do Planalto em 2015, na avaliação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Basta que os tucanos se entendam. Em um discurso inflamado neste sábado, durante congresso estadual do PSDB paulista, FHC destacou que “o primeiro passo é a unidade”. “Cansei de ver o PSDB dividido. Chega!”, discursou o tucano, aos gritos, diante de uma plateia de dirigentes e militantes. 
FHC lançou, junto com o presidente nacional do partido, deputado Sérgio Guerra, há algumas semanas, o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Desde então, Aécio ganhou espaço no PSDB paulista, ao ser lançado à presidência do partido pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mas o mineiro ainda enfrenta resistência do ex-governador José Serra, que não fala sobre o assunto desde as movimentações de Aécio por São Paulo — Serra e Alckmin, aliás, não compareceram ao evento.” Matéria Completa, ::AQUI:: 
18 horas atrás

As manobras jornalísticas de Roberto Gurgel

por Nogueira Junior
 
 
Luis Nassif, Luis Nassif Online   “A denuncia da revista Época contra o Ministro Ricardo Lewandowski suscita dois pontos importantes.

O primeiro, o próprio comportamento contraditório de Lewandowski em dois casos de extradição.

O Ministro está na obrigação de explicar os critérios distintos utilizados para as duas ocasiões.

O segundo, a comprovação cabal de que a Procuradoria Geral da República recorre sistematicamente a vazamentos para a revista Época e outros veículos, visando inclusive temas de interesse político-partidário do Procurador Geral Roberto Gurgel.
Mais informações » 

19 horas atrás

Para a sociedade avançar, os privilégios da mídia têm que acabar

por Nogueira Junior
 
Jânio não conseguiu varrer os privilégios fiscais da imprensa

O dinheiro do contribuinte tem que ser mais bem empregado. 
Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo 
Li “A Renúncia de Jânio”, do jornalista Carlos Castelo Branco, o último grande colunista político brasileiro. 
O que me levou a esse velho livro foram as recentes evocações do infame golpe militar de 1964 em seu aniversário, no dia 31 de março. 
O golpe, de alguma forma, começa em Jânio, o demagogo que renunciou à presidência em 1961 quanto estava fazia apenas sete meses no cargo, por motivos jamais explicados. 
Mas o que mais me chamou a atenção no livro é um episódio que mostra bem o regime de privilégios fiscais desfrutados há muito tempo pelas empresas jornalísticas brasileiras. 
Castelinho, que foi assessor de imprensa de Jânio, conta que certa vez estava preparando uma sala para um pronunciamento que ele, Jânio, faria naquela noite em rede nacional de televisão. 
No lugar escolhido, a biblioteca do Palácio da Alvorada, Castelinho viu sobre a mesma um exemplar do Estadão de domingo. Em cima, estava um bilhete do presidente: “Não toquem neste jornal. Preciso dele”. Artigo Completo, ::AQUI:: 

tem a ver comigo

por Betina Siegmann

InterNey Consultoria

Consultor de Marketing especializado em Conteúdo, Eventos e Redes Sociais

Arquivos da Amanda

Blog antigo da Amanda Vieira

Luíz Müller Blog

Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

silvio.evanni's Blog

"O HOMEM DEPENDE DO SEU PENSAMENTO" - Informação; Política; Saúde; Cultura; Esporte; Turismo...

queerlandia

Different from the norm

Alexandre Melo Franco de M. Bahia

Constituição, Direitos Fundamentais, Diversidade.....

ALÔ BRASIL

O caminho para sua salvação é saber a verdade..

Joelson Miranda

ITAQUAQUECETUBA/SP

Para além da aula: blog do Professor Celso

Orientações e dicas para os estudantes do Ensino Médio

Blog do murilopohl

A serviço do PT, Democrático, Socialista e Revolucionário

RC TV Interativa

Jornalismo Verdade

Enseada Turismo

Sua agência virtual

Blog do EASON

Política, Música & Outros Papos

Poemas e contos da anja e para anja

poemas e contos sensuais e eróticos

following the open way

commenting the content of "The open way"

Mamilus de venus

TOQUE PERTUBADO NA MENTE SUTIL

nadandonapororoca

Just another WordPress.com site

lolilolapt

Just another WordPress.com site

%d blogueiros gostam disto: