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Joseph Pulitzer

Joseph Pulitzer

Um retrato de Joseph Pulitzer.

Um retrato de Joseph Pulitzer.

National Park Service, Estátua da Liberdade NM

Quando o Comitê Americano para a Estátua da Liberdade ficou sem fundos para pedestal da estátua em 1884, o jornal editor Joseph Pulitzer veio para o resgate. Através incitando o público americano para doar dinheiro para o pedestal no jornal New York World , Pulitzer arrecadou mais de US $ 100.000 em seis meses, mais do que dinheiro suficiente para garantir a conclusão do pedestal. Como um artigo publicado no New York World em 16 de março de 1885 argumentou,

Devemos levantar o dinheiro! O mundo é o papel do povo, e agora apela para que as pessoas venham para a frente e levantar o dinheiro. Os $ 250.000 que o making of do custo estátua foi pago pelas massas do povo francês, pelos homens de trabalho, os comerciantes, os lojistas, os artesãos, por todos, independentemente da classe ou condição. Vamos responder da mesma maneira. Não vamos esperar que os milionários para nos dar esse dinheiro. Não é um presente dos milionários da França para os milionários da América, mas um dom de todo o povo de França ao povo toda a América.

O apelo do artigo era tão popular que até 11 de Agosto de 1885, o mundo coletadas mais de US $ 100.000 em doações – a maioria das doações sendo cerca de US $ 1 ou menos. Cerca de 125 mil pessoas contribuíram para a conclusão do pedestal, graças à cruzada de Pulitzer. Em agradecimento, o Mundial publicou os nomes de cada pessoa que fez uma contribuição (não importa seu tamanho), um ato que também avançou as vendas do jornal de Pulitzer. Pulitzer, morreu em 29 de outubro de 1911.

 

 
 

Você Sabia?

Foto aérea de Ellis Island

Ellis Island não é o seu próprio site National Park. Foi adicionado ao sistema de Parque Nacional em maio 1965 pelo presidente Lyndon B. Johnson. É parte da estátua da liberdade Monumento Nacional e foi aberto ao público como um museu da imigração em 1990.

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Joseph Pulitzer

 

Joseph Pulitzer (Makó10 de abril de 1847 — Charleston29 de outubro de 1911) foi um jornalista e editor estadunidense.

[editar]Biografia

Nascido no seio de uma família judia relativamente abastada (o seu pai era um influente comerciante), foi educado em escolas privadas na cidade de Budapeste. Com 17 anos decidiu tornar-se soldado e tentou ingressar nos exércitos AustríacoBritânico não tendo, todavia, conseguido devido à sua frágil saúde e débil visão. Em 1864 decidiu, pois, emigrar para os Estados Unidos, onde serviu nas fileiras do exército federal, num regimento de cavalaria, durante a Guerra de Secessão. Pulitzer falava fluentemente AlemãoFrancês e Húngaro, embora tivesse dificuldades no Inglês. Depois da guerra, trabalhou em St. Louis, tendo exercido profissões como carregador, bagageiro e empregado de mesa, enquanto estudava, naBiblioteca, Inglês e Direito, e participava na política (em 1869 foi membro da legislatura do Missouri).
Em 1866 teve o seu primeiro emprego como repórter no Westliche Post, um jornal alemão e, cinco anos depois, adquiriu uma parte do jornal. Com 25 anos, Joseph torna-se editor e, em 1874 é admitido em Washington D.C., onde trabalha como correspondente para o New York Sun. Em 1878, criou em St. Louis, pela fusão de dois jornais, o Dispatch e o Evening Post, o Post-Dispatchs, tornando-se uma figura proeminente na cena jornalística. No mesmo ano casa-se com Kate Davis, uma mulher americana da alta sociedade, o que lhe confere um estatuto social mais elevado, e um maior reconhecimento entre a elite social de St. Louis.
Após a mudança para Nova Iorque, comprou, em 1883, o jornal The World, que se tornou num dos jornais mais importantes da época. Pulitzer, adiantando os valores pelos quais se pautaria mais tarde, anunciou que o seu jornal seria “truly democratic, dedicated to the cause of the people rather than to that of the purse potentatates.”
O editor revolucionou os jornais com técnicas que alguns admiraram como um “Novo Jornalismo” e outros censuraram como “Jornalismo Amarelo”. Praticou um jornalismo rigoroso, tendo divulgado e combatido, nas páginas do seu jornal, a corrupção política – auto-proclamando-se “um defensor do lado das pessoas e um porta-voz da democracia”, lutando ao lado dos operários por menos horas de trabalho e melhores condições de vida para os pobres, e atacando as grandes companhias e monopólios laborais. Ele foi responsável por uma grande parte da legislação antitrust e pela regulamentação de companhias de seguro industriais. Ao mesmo tempo, foi incriminado de preencher as colunas do seu jornal com uma onda sensacionalista, já que aliava algumas inovações como cartoons, uma página dedicada ao desporto e outra às mulheres, uma edição que aborda crimes, desastres (mudando totalmente a capa do jornal mas também a disposição deste), a um uso exaustivo de imagens, gráficos, cor e publicidade e ainda títulos em letras garrafais. Para Pulitzer “presentation is everything”. Nos anos 90 foi mesmo acusado de práticas de “yellow journalism”, uma vez que servia-se de títulos destacados, notícias sensacionalistas, imagens e publicidade, com o objectivo de atrair leitores da classe trabalhadora e imigrantes. O seu propósito era mesmo aproximar-se das camadas sociais mais desfavorecidas, o que conseguiu através da adopção no jornal do ponto de vista delas e da utilização destes elementos, que tornavam o seu jornal mais atractivo. Pulitzer acreditava que o jornalismo era um serviço público, isto é, destinado às pessoas “pequenas” e não servindo os interesses do grande poder.
No entanto, o seu combate contra a corrupção política por meio da investigação persistia e, em 1909, The World publica um pagamento fraudulento de $40 milhões feito pelos Estados Unidos à Companhia Francesa do Canal do Panamá. A resistência de Joseph Pulitzer a todo o tipo de pressões e a continuação da investigação constituíram uma vitória crucial para a liberdade de imprensa.
Em maio de 1904, escrevendo para a revista The North American Review, o jornalista sintetizou a sua convicção “Our Republic and its press will rise or fall together (…) The power to mold the future of the Republic will be in the hands of the journalists of future generations.” O editor e jornalista norte-americano tinha ficado cego há alguns anos e viajava a bordo do seu iate Liberty (como havia feito outras vezes quando o seu estado de saúde piorava) quando morreu, em 1911.

[editar]Prêmio Pulitzer

Em 1903 havia entregue à Universidade de Colúmbia, a quantia de um milhão de dólares destinada à criação de uma Escola de Jornalismo, cuja primeira pedra foi lançada em 1912, nove meses após a sua morte. Os prémios Pulitzer têm então sido entregues desde 1917, e têm como objectivo distinguir anualmente personalidades de diferentes áreas do jornalismo e da literatura que se destacaram ao longo do ano pelo seu trabalho. O objectivo do prémio é pois “encorajar e distinguir a excelência.”
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