Tag Archive: RELIGIAO


terça-feira, 16 de abril de 2013

Icar reage a vídeo de Feliciano em que é chamada de satânica

 

O recado vale também para Eduardo Campos

por O TERROR DO NORDESTE
 

Lula:”O povo de Minas sabe por que sua vida melhorou”

LEO FONTES / O TEMPO: BELO HORZONTE, MG, 15.04.2013: LULA/BH – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o título de cidadão honorário de Minas Gerais, nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte. (Foto: Leo Fontes/O Tempo/Folh
   Instituto Lula – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do estado. Em sua fala, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, o ex-presidente destacou a longa história de lutas do estado mineiro.     Lula lembrou as greves do final dos anos 70, quando estádios de futebol mineiros ficavam lotados com trabalhadores em busca de melhores condições. “São mais de 35 anos de lutas e conquistas”, lembrou o ex-presidente, afirmando que não existe nenhuma região de Minas que ele não conheça direta ou indiretamente.     O ex-presidente ressaltou ainda a importância da região mais pobre do estado mineiro, o Vale do Jequitinhonha, tantas vezes menosprezado. Ele afirmou que os programas sociais implantados pelo governo federal foram muito importantes para dar maior dignidade ao povo do Brasil e de Minas Gerais: “Os cidadãos de Minas Gerais sabem como sua vida melhorou”.     Durante seu discurso Lula recordou a grande ajuda que teve de dois mineiros ilustres: o ex-vice-presidente José Alencar e a presidenta Dilma Rousseff, além de outros nomes históricos que marcaram a história do estado mineiro.     “Vou continuar lutando até quando Deus me der forças pela democracia e a igualdade social”, afirmou Lula reafirmando seu compromisso com as lutas sociais, que tem travado até aqui.     Depois de ser aplaudido diversas vezes, Lula terminou seu discurso agradecendo o título e falando da sua forte ligação com Minas. “Devo confessar que mesmo antes dessa homenagem eu já me sentia em casa em Minas, já me sentia em família, já me sentia mineiro”, encerrou.     O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), encerrou a sessão falando do papel importante que o ex-presidente teve na “virada democrática” que o Brasil teve nos últimos anos. Ele afirmou que o mundo está vivendo uma revolução que já não é mais silenciosa e que mostra que as grandes desigualdades do mundo são insustentáveis.     O título de Cidadão Honorário de Minas Gerais foi proposto pelo deputado Rogério Correia e entregue em uma cerimônia calorosa com presença maciça de admiradores do ex-presidente – com quem ele não poupou fotos – e de diversas autoridades mineiras e nacionais.     Entre os presentes estiveram o deputado Dinis Pinheiro, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Aloizio Mercadante, Ministro da Educação, Alexandre Padilha, Antônio Andrade, Ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Rui Falcão, Presidente do Partido dos Trabalhadores e Luiz Dulci, ex-ministro e diretor do Instituto Lula.     Entrevista  

Icar reage a vídeo de Feliciano em que é chamada de satânica

por Paulo Lopes
 
Dom Barbosa pediu “respeito”para com a Igreja Católica O bispo Dimas Lara Barbosa (foto), porta-voz da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), pediu “respeito” para com a Igreja Católica,…

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Milagre, um bom negócio

por ric_gon_bet
 
Milagre, um bom negócio
Ricardo Gondim
Casas Bahia e Magazine Luiza disputam o mesmo mercado. As duas lojas se engalfinham para abocanhar o filão dos eletrodomésticos, guarda-roupas de madeira aglomerada e camas de esponja fina. Buscam conquistar assalariados, serralheiros, aposentados e garis. Nos comerciais da televisão, o preço da geladeira aparece em caracteres pequenos, enquanto o valor da prestação explode gigante na tela. A patuleia calcula. Não importa o número de meses, se couber no orçamento, uma das duas, Bahia ou Luiza, fecha o negócio – com um juro embutido entre os maiores do mundo.
Toda noite, entre oito e dez horas, a mesma cantilena se repete nos programas evangélicos na televisão. Pelo menos quatro “ministérios” disputam outro mercado: o religioso. Caçam clientes que sustentem, em ordem de prioridade, empreendimentos expansionistas, ilusões messiânicas e o estilo de vida nababesco de seus líderes. Assim, cada programa oferece milagre. Cada um alicerça a promessa de que Deus vai prosperar, amenizar problemas matrimoniais, resolver causas na justiça com testemunho. Entrevistam gente que jura ter sido brindada pelo divino. Não faltam documentos, exames médicos, carros luxuosos. Deus teria usado aquele apóstolo, bispo, missionário, para abençoar inúmeras pessoas para uma vida sem sufoco.
Infelizmente, o preço do produto religioso – o milagre – também não é explicitado. Alardeia-se apenas a espetacular maravilha. As letrinhas, que não aparecem na parte de baixo do vídeo, caso fossem reguladas pelo conselho nacional de propaganda, teriam que deixar claro, por mais “ungido” que for o missionário, que em nenhuma dessas igrejas televisivas o milagre é gratuito ou instantâneo.
Um monte de exigência vem embutida na promessa de bênção: ser constante nos cultos por várias semanas, contribuir financeiramente para que a obra de Deus continue e, ainda, manter-se corretíssimo. Um deslize mínimo, um pecadilho qualquer, impede o Todo Poderoso de concretizar a maravilha. E ainda tem a falta de fé como critério inegociável. Qualquer dúvida é considerada um obstáculo, que mata a possibilidade do milagre.
Considerando que a rádio também divulga prodígios a granel, como um cliente religioso pode optar? Deus apontou o dedo para qual igreja, missionário, apóstolo, pastor ou evangelista? Quem foi “ungido” representante do divino para o privilégio de “operar” esse sem-número de milagres? Um pai que sofre com uma filha com leucemia aguda, não pode se dar ao luxo de errar. Se apela para uma igreja com pouco poder sobrenatural, perde a filha. O seguro seria ele frequentar todas. Mas como? Ele é pobre e não tem como fazer todas as campanhas que produzem o extraordinário.
O  acesso ao milagre se complica ainda mais porque essa igrejas-empresas gastam milhões para veicular na mídia um valor simbólico: exceção. Sim, no milagre ofertado pelos televangelistas está a expectativa egocêntrica de que o Todo Poderoso distinguirá apenas um punhado entre todos os outros sete bilhões de habitantes do planeta. “Deus abrirá uma brecha na ordem da vida para privilegiar você”. “Outros podem padecer nos corredores sujos de ambulatórios médicos, mas você que veio aqui na igreja X, não precisará passar por tanta humilhação”.
Lojas de eletrodoméstico vendem eletrodoméstico, óbvio. Igrejas evangélicas comercializam a esperança. Elas fortalecem a ideia de que existem agenciadores do favor divino. Alguns com exclusividade. Pelo serviço cobram caro, muito caro. Afinal de contas, um produto celestial não pode ser negociado como bem de quarta categoria. Os televangelistas só oferecem “Brastemps” vindas do céu.
Mas, a dúvida persiste: qual o melhor balcão de serviços religiosos? Que varejista está mais aparelhado para distribuir os favores divinos? Os vendilhões do templo de hoje não se comparam aos do tempo de Jesus. Eles se escolaram no marketing. Especializaram-se em conforto. Valem-se da linguagem piedosa que confunde fé com credulidade. Se as grandes redes comerciais devem se conformar ao Código do Consumidor, as igrejas hábeis em produzir milagre não passam por nenhuma regulamentação. Se algo der errado, o cliente nunca tem razão. Se a leucemia matar a filha, o pai, além de enlutado, acabará responsabilizado pela perda. Terá de escutar que a menina não foi curada porque o diabo entrou por alguma “brecha” e matou. Ou que alguém da família não “perseverou na fé” ou “não honrou a Deus com o dízimo”.
Assim como na música do Chico Buarque os frequentadores dessas igrejas-caça-níqueis encarnam o Pedro Pedreiro e ficam “esperando, esperando, esperando.
 Esperando o sol, esperando o trem.
 Esperando aumento para o mês que vem.
 Esperando um filho prá esperar também”.
Mercadologicamente, Casas Bahia e Magazine Luiza se comportam com critérios éticos bem à frente de algumas igrejas. Melhor assim, geladeira nova é bem mais útil do que a ilusão do milagre.
Soli Deo Gloria

“O povo de Minas sabe por que sua vida melhorou”

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
 
Ex-presidente Lula discursou nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, reduto do senador presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG); o petista recebeu o título de Cidadão Honorário em cerimônia organizada à tarde: “Não é o caso de fazer aqui o inventário completo de tudo o que o governo federal fez, na última década, pelo desenvolvimento econômico e social deste Estado. O povo de Minas, mais do que ninguém, sabe como e porque a sua vida melhorou” Brasil 247 / Instituto Lula O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do estado. Em sua fala, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, o ex-presidente destacou a longa história de lutas do estado mineiro. Lula lembrou as greves do final dos anos 70, quando estádios de futebol mineiros ficavam lotados com trabalhadores em busca de melhores condições. “São mais de 35 anos de lutas e conquistas”, lembrou o ex-presidente, afirmando que não existe nenhuma região de Minas que ele não conheça direta ou indiretamente. O ex-presidente ressaltou ainda a importância da região mais pobre do estado mineiro, o Vale do Jequitinhonha, tantas vezes menosprezado. Ele afirmou que os programas sociais implantados pelo governo federal foram muito importantes para dar maior dignidade ao povo do Brasil e de Minas Gerais: “Os cidadãos de Minas Gerais sabem como sua vida melhorou”. Matéria Completa, ::AQUI:: 
Enviada por: Nogueira Junior 20:030 Comentários * HomenagemLula   Do Blog BRASIL! BRASIL! 
10 horas atrás

O fim do mundo em três meses

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 


Foto 



Por Ricardo Kotscho, no blogBalaio do Kotscho:

De vez em quando, ultimamente, fico até com receio de perder meu tempo escrevendo. O mundo já poderá ter acabado quando este texto chegar aos caros leitores. Quem vai ler?

Sem falar na sempre iminente guerra nuclear das Coréias, o fim do mundo está onipresente no noticiário nacional, como se houvessem estabelecido uma programação prévia para não deixar o brasileiro respirar sossegado dois dias segundos.

Mal se termina de falar de uma crise e já aparece outra nas manchetes, sem que tenha dado tempo da anterior terminar.

O ano mal começou, e já tivemos de volta as notícias alarmistas sobre os iminentes riscos de apagão de energia em razão da falta de chuvas nos reservatórios, ao mesmo tempo em que as enchentes em outros pontos do país provocavam novas tragédias. Imagens de reservatórios com pouca água e morros despencando eram acompanhadas de análises dos especialistas de sempre para quem o país, com este governo, não tem nenhum futuro, seja por falta ou excesso de chuvas.

Os brasileiros nem tivemos tempo de comemorar o recorde da safra de grãos, e já começaram as séries de reportagens sobre o colapso na infraestrutura, com estradas intransitáveis e congestionamentos nos aeroportos.

E assim fomos seguindo o ano de 2013, de agonia em agonia, até que sobreveio a grande crise do preço do tomate, a maior de todas, porque esta pode explodir ao mesmo tempo a inflação e os juros, levando o país à ruína completa. Em apenas três meses, ficamos novamente à beira do abismo.

Esses problemas todos existem, é claro, e alguns são bastante sérios, como já mostramos aqui no Balaio, tornando mais difícil a recuperação da economia. O clima de catastrofismo, porém, vai além da realidade dos fatos e tem como pano de fundo a sucessão presidencial de 2014, ativada pela antecipação da campanha e pela ausência de candidatos competitivos para enfrentar a candidata do governo. Inconformados com os altos índices de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que nas atuais pesquisas lhe garantem a reeleição já no primeiro turno, setores da sociedade que se sentiram prejudicados com a queda de juros e tarifas, especuladores e rentistas, aquela gente que não se conforma com medidas que visam a beneficiar a população de baixa renda, resolveram investir em outros campos, já que o cenário eleitoral não lhes dá muitas esperanças de voltarem ao poder tão cedo.

Alguma coisa está fora de ordem e de lugar quando assistimos à judicialização da política e à politização do judiciário, e os grandes protagonistas da cena brasileira se tornam o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que agora têm uma opinião formada sobre tudo e dão seus pitacos definitivos sobre qualquer assunto, mesmo quando não são chamados.

Gurgel já decidiu que a nova distribuição dos royalties do petróleo só deverá valer a partir de 2016, Barbosa comenta a indicação do polêmico deputado pastor Marco Feliciano para uma comissão da Câmara, e ambos se dedicam com afinco para colocar na cadeia os condenados da Ação Penal 470, recusando sumariamente qualquer recurso dos advogados de defesa.

Citado pelo ex-ministro José Dirceu numa história no mínimo malcontada no episódio para a sua indicação para o STF, o ministro Luiz Fux manda responder que não vai polemizar com réus condenados. Na mesma semana, o procurador-geral Gurgel determina ao Ministério Público e à Polícia Federal investigações sobre o ex-presidente Lula, a partir de declarações feitas por Marcos Valério, réu condenado a mais de 40 anos de prisão.

No mesmo momento em que Barbosa denuncia o “conluio” entre advogados e magistrados, o escritório de Sergio Bermudes, um dos mais caros do país, anuncia o patrocínio de uma festa de arromba para mais de 300 pessoas em seu apartamento de 800 metros quadrados, no Rio de Janeiro, para comemorar o aniversário de 60 anos de Luiz Fux, cuja filha Marianna, candidata a uma vaga no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, trabalha com o anfitrião. A pedido da mãe do homenageado, diante da repercussão do regabofe, a festa foi cancelada, segundo os jornais deste sábado.

Mas não faltarão outras festas do gênero, por mais que isso irrite Barbosa, para congregar os comensais dos dois lados do balcão da Casa Grande, que podem perder as eleições, mas nunca perdem a pose nem o poder.     Crédito: caiu na rede Postado por O TERROR DO NORDESTEàs 17:43Nenhum comentário:     Do Blog O TERROR DO NORDESTE.

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A elevação dos juros entre a marcha da insensatez e o puro oportunismo

por Nogueira Junior
 
A causa principal da moderada inflação brasileira de hoje não é de origem monetária, ou seja, não é do tipo que se pode combater eficazmente com o único instrumento da elevação da taxa de juros. 
J. Carlos de Assis, Carta Maior 
Tome cuidado com quem, diante de um problema complexo, alega que só tem um jeito de acabar com ele. Em geral, é o jeito errado. Em sua obra monumental, “The Great Wave” (A Grande Onda), que trata da evolução dos preços no mundo ocidental desde a Idade Média aos nossos dias, o historiador econômico David Fischer identifica sete tipos de inflação segundo a suas causas, aos quais, na lista abaixo, acrescento dois tipos especificamente brasileiros. São eles:

1. Expansão exagerada da oferta monetária.
2. Aumentos excepcionais de demanda agregada.
3. Contração da oferta/quebras de safras.
4. Inflação de custos/espiral salários-preços.
5. Aumentos de preços administrados.
6. Bolhas especulativas.
7. Expectativas.

A essas eu acrescento:

8. Inflação inercial.
9. Inflação de origem cambial.

É evidente que, num processo inflacionário aberto, muitas dessas causas atuam em conjunto. Numa situação de inflação moderada, porém, é perfeitamente possível identificar suas causas principais. E a causa principal da inflação brasileira hoje, moderada como é – alguns centésimos de ponto percentual eventualmente acima da margem superior da meta – não é de origem monetária, ou seja, não é do tipo que se pode combater eficazmente com o único instrumento da elevação da taxa de juros para criar desemprego e conter a demanda. Mais informações » 

8 horas atrás

Charge do Bessinha

por Nogueira Junior
 
 
8 horas atrás

“Tropa já chegou invadindo e metralhando”, diz ex-diretor do Carandiru

por Nogueira Junior
 
 
Agência Brasil 
“Em seu depoimento na tarde de desta segunda-feira 15 no Júri Popular do Massacre do Carandiru, Moacir dos Santos, então diretor da Divisão de Segurança e Disciplina da Casa de Detenção do presídio e substituto imediato do então diretor, José Ismael Pedrosa, disse que os policiais “chegaram metralhando” para conter a rebelião no Pavilhão 9, que deu início à chacina. 
“A tropa de choque entrou invadindo, não respeitando nem o Ubiratan [coronel Ubiratan Guimarães, comandante da Polícia Militar na época em que ocorreu o Massacre do Carandiru]”, disse, em depoimento no Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. “Ele [Ubiratan] não deu ordem para isso, mas depois ele viu que não tinha mais jeito”. Segundo o diretor, Ubiratan não chegou nem a ficar dois minutos no Carandiru, pois foi atingido por um aparelho de TV que foi arremessada do pavilhão e teve que ser socorrido. Mais informações » 
8 horas atrás

Ministra pedirá federalização de crimes contra moradores de rua em Goiânia

por Nogueira Junior
 
 
Bruno Bocchini, Agência Brasil   “A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse que pedirá a federalização de todo processo de denúncia, investigação e julgamento dos crimes praticados contra a população em situação de rua na cidade de Goiânia. Hoje (15), foi registrada mais uma morte, elevando para 28 o número de assassinatos de pessoas que vivem nas ruas da capital de Goiás, em menos de oito meses.

“Vou registrar junto ao procurador-geral da República um pedido de federalização, porque não basta federalizarmos nesse caso [apenas] a investigação. Não se trata de a Polícia Federal entrar ali para dar apoio ao estado. Trata-se de verificarmos se em Goiânia e em Goiás nós temos no tecido do estado o envolvimento de pessoas com crime”, disse a ministra, após participar de reunião com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
“Não basta pensarmos em federalizarmos a investigação, nós precisamos que o inquérito seja federal. Nós precisamos que a denúncia seja por parte do Ministério Público Federal e que o julgamento seja pelas autoridades federais”, acrescentou.
Mais informações » 

9 horas atrás

Não acredito no demônio. Só na intolerância da bancada evangélica

por Nogueira Junior
 
Representantes da bancada evangélica fazem ‘oração’ durante expediente em uma das Comissões do Congresso Nacional (Foto: aBR)

“Índio nasce índio, não tem como mudar. Negro nasce negro, não tem como mudar. Mas quem nasce homossexual pode mudar. Até a palavra ‘homossexual’ deveria ser abolida do dicionário, já que se nasce homem ou mulher.” 
Leonardo Sakamoto,  Blog do Sakamoto 
As frases são de Marco Feliciano (PSC-SP), indicado pelo seu partido como novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, e foram proferidas, em novembro do ano passado, durante audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família. Ele participava de um debate sobre uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que, desde 1999, proíbe profissionais de oferecerem tratamentos para “curar” homossexuais. É claro, era contra a resolução. 
Vamos deixar de lado o preconceito contra indígenas e negros, publicizado em mais de uma ocasião pelo indicado a novo presidente da Comissão de Direitos Humanos, e nos focar onde ele é mais contundente. 
A todo o momento, gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros sofrem preconceito silencioso ou escancarado e são vítimas de violência psicológica e física. Vira e mexe são assassinados a paus, pedras, facas ou à mão nua. 
Muitas vezes os executores não são encontrados ou nem são procurados. Mas parte dos mentores encontram-se muito bem instalada no mais imponente dos prédios da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Por trás da imunidade parlamentar, escondem-se entrincheirados covardes defensores da discriminação, do preconceito e da intolerância. Deputados e senadores que bradam indignados mediante a tentativa de aprovação da lei que criminaliza a homofobia. Supostos representantes dos interesses do Sobrenatural na Terra que afirmam lutar pelo direito de expressarem suas crenças.” Artigo Completo, ::AQUI:: 

9 horas atrás

“O povo de Minas sabe por que sua vida melhorou”

por Nogueira Junior
 
 
Ex-presidente Lula discursou nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, reduto do senador presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG); o petista recebeu o título de Cidadão Honorário em cerimônia organizada à tarde: “Não é o caso de fazer aqui o inventário completo de tudo o que o governo federal fez, na última década, pelo desenvolvimento econômico e social deste Estado. O povo de Minas, mais do que ninguém, sabe como e porque a sua vida melhorou” 
Brasil 247 / Instituto Lula 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do estado. Em sua fala, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, o ex-presidente destacou a longa história de lutas do estado mineiro. 
Lula lembrou as greves do final dos anos 70, quando estádios de futebol mineiros ficavam lotados com trabalhadores em busca de melhores condições. “São mais de 35 anos de lutas e conquistas”, lembrou o ex-presidente, afirmando que não existe nenhuma região de Minas que ele não conheça direta ou indiretamente. 
O ex-presidente ressaltou ainda a importância da região mais pobre do estado mineiro, o Vale do Jequitinhonha, tantas vezes menosprezado. Ele afirmou que os programas sociais implantados pelo governo federal foram muito importantes para dar maior dignidade ao povo do Brasil e de Minas Gerais: “Os cidadãos de Minas Gerais sabem como sua vida melhorou”. Matéria Completa, ::AQUI:: 

Anúncio das Casas Bahia é mais ético que os pastores da TV

por Paulo Lopes
 
Título original:  Milagre, um bom negócio Não há nenhum código regulamentandoas igrejas hábeis em produzir milagres por Ricardo Gondim pastor da Igreja Betesda Casas Bahia e Magazine Luiza…

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O evangelho da intolerância

por Cynara Menezes
 

(Patrick, ativista gay em Uganda. Foto: Hernán Zin/El Pais)

Jesus Cristo disse: “Amai ao próximo como a ti mesmo”. Esta frase, por si só, demonstra o absurdo que é pessoas auto-denominadas cristãs basearem sua conduta na intolerância. É incoerente com as palavras de Cristo, que foi capaz de defender uma prostituta de ser apedrejada, ser preconceituoso. Cristãos não apedrejam. Acolhem. Respeitam.

Estamos, neste momento, em nosso país, caminhando sobre terreno perigoso. Pastores ambiciosos que pouco se preocupam legitimamente com o bem-estar dos fiéis, usam de ideias medievais para aumentar o seu rebanho. Querem convencer as pessoas que é pecado ser gay, embora muitos religiosos, inclusive evangélicos, contestem essa afirmação. É muito preocupante. Se esta concepção vingar, estes pastores terão plantado a semente da discórdia no seio familiar. Será pai contra filho, irmão contra irmão. Nada mais anticristão.

Roger Ross Williams, um cineasta novaiorquino, ele mesmo vítima de preconceito da igreja protestante que sempre frequentou por ser gay, fez uma descoberta aterradora: dinheiro dos fundamentalistas norte-americanos está sendo utilizado para semear a intolerância contra homossexuais nos países africanos. A situação já é gravíssima em Uganda, onde pode ser aprovada dentro de poucas semanas uma lei anti-gay que prevê até mesmo a pena de morte para quem se relacionar com pessoas do mesmo sexo. Os políticos são pressionados a todo momento pelos pastores evangélicos pela aprovação do projeto (isso faz você lembrar de alguma coisa?).

O conservadorismo norte-americano encontrou terreno fértil na sofrida África para espalhar o preconceito. Eu pergunto a você, cristão evangélico: você quer este destino para o Brasil? O que é mais importante: a mensagem amorosa de Jesus ou a do intolerante pastor de sua igreja? De que maneira você quer olhar para seu irmão, irmã, filho, filha, amigo, amiga? Com ódio ou com amor? Não se permita ser manipulado. Abra o olho. Ao mesmo tempo que se enchem de dinheiro (inclusive o seu), muitos destes pastores estão orientando seus passos não para o caminho do bem, mas por um caminho sem volta. A reação tem que vir de todos, mas principalmente de você.

Não deixe de assistir ao documentário de Williams, The Gospel of Intolerance, publicado no site do New York Times no início do ano. Está legendado em português. É simplesmente assustador.

SEXTA-FEIRA, 12 DE ABRIL DE 2013

R.R. Soares vai pagar R$ 10 mi por mês para continuar na Band

 
R.R. Soares
R.R. Soares pagará à emissora R$ 120 mi
 por mais doze meses de contrato

R.R. Soares (foto), chefe da Igreja Internacional da Graça de Deus, concordou em pagar por mês R$ 2 milhões a mais à Band, elevando o total para R$ 10 milhões, para ocupar por mais um ano o horário nobre da emissora, com o seu “Show da Fé”, de uma hora, de segunda à sexta. 

Assim, em 12 meses a Band vai faturar com a Graça de Deus R$ 120 milhões sem investir um único centavo na programação. Trata-se de maior quantia paga por uma igreja a uma emissora de TV. 

No Brasil, é sempre bom lembrar, emissoras de TV de sinal aberto são uma concessão do Estado laico. 

A soma do contrato que está sendo renovado confirma a eficácia da TV na arrecadação de ofertas e dízimo pelas igrejas pentecostais, mesmo, no caso do “Show da Fé”, tendo audiência muito baixa. 

Para a Band, o negócio é tão bom, que o valor do contrato da Graça de Deus corresponde a dez ações de merchandising especiais no “Pânico”, que é o seu programa de maior audiência e de espaço publicitário mais caro.

R.R. Soares concordou em pagar o reajuste porque estaria temendo que o horário passasse a ser ocupado por uma denominação concorrente, a Mundial, por exemplo.

Para a antropóloga Débora Diniz, autora do livro “Laicidade e Ensino Religioso no Brasil”, a forte presença das igrejas pentecostais e neopentecostais representa uma ameaça à liberdade de credo, porque impõe determinadas religiões em detrimento de outras, como as de matriz afro-brasileira.

O governo chegou a pensar em proibir ou limitar o arrendamento de horário nas emissoras de rádio e TV às igrejas, mas recuou diante de forte reação das lideranças evangélicas. 

 
 

 

12

 

Com informação da Folha de S.Paulo, entre outras fontes.

TV e rádio não podem estar a serviço de crenças religiosas
por Eugênio Bucci em abril de 2011

Religião na TV    R.R. Soares

 
 
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Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2013/04/rrsoares-vai-pagar-dez-milhoes-para-continuar-na-band.html#ixzz2QGTY2YdP 
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem.

Resgatando a brasilidade de nossa fé

por carol
 

Resgatando a brasilidade de nossa fé
Ricardo Gondim

Sempre achei curioso o fato de o código de acesso telefônico para os Estados Unidos ser 01 e o do Brasil, um longínquo 55. É que, na nova ordem globalizada, eles são a matriz. Merecem o primeiro lugar até na discagem direta internacional. Já o nosso número pode significar simbolicamente a distância com que o império nos enxerga.

Os americanos são verdadeiramente a nova matriz do mundo. Possuem um poder militar amedrontador, que policia os mares, as montanhas e florestas do planeta. Sua moeda é o referencial financeiro dos mercados. Investem mais dinheiro na ONU que qualquer outro país e assim podem vetar ou aprovar moções da comunidade internacional. Publicam mais livros, lideram em investimentos em pesquisa tecnológica e assim possuem o maior número de cientistas detentores do Prêmio Nobel. Quando queremos nos divertir, assistimos aos filmes que eles produzem. Quando os países pobres enfrentam apuros financeiros correm para Nova York pedindo um novo empréstimo. Os americanos são tão poderosos que conhecem pouco o que acontece em outros países. Eles se bastam – muitos continuam achando que Buenos Aires é a capital do Brasil e que cobras ainda passeiam por nossas cidades.

Os brasileiros idolatram a América. Avaliamo-nos, cabisbaixos, como um povinho medíocre destinado a ser vassalo de uma grande potência. Preferimos suas músicas, embora não entendamos a letra. Não valorizamos devidamente nossa arte, cultura e história. Milhares já emigraram para lá. Aceitam lavar pratos e chão de cozinha pelos dólares escassos por aqui. Achamos que os parques de diversão americanos são mais interessantes que nossas praias de areia branca com sol quente e água morna.

Recentemente visitei uma famosa faculdade bíblica nos Estados Unidos. Gastei algumas horas na livraria. Maravilhei-me com a quantidade de títulos publicados, encantei-me com a profundidade teológica e a seriedade com que abordam diversos temas. Porém, entristeci-me ao constatar que não havia nada, em nenhuma prateleira, de autores latino-americanos. Brasileiros então, nem se fala! Lá na sede do império não se sabe quase nada sobre os evangélicos latino-americanos, a não ser rumores de que um grande avivamento ocorre por aqui. Os evangélicos se distanciam da cultura americana como o Conde Zinzendorf e sua misteriosa Morávia da realidade atual. Indignei-me quando li o famoso Este Mundo Tenebroso, de Frank Perreti. A trama do livro é a batalha espiritual que acontece em uma cidadezinha americana do interior que seria dominada por uma seita da Nova Era. No último capítulo, os demônios são finalmente vencidos e expulsos. Para onde eles vão? Para o Rio de Janeiro!

Nessa última visita aos Estados Unidos, preocupei-me em assistir aos programas dos televangelistas, conversar com os evangélicos sobre política e ouvir o conteúdo das pregações. Espantei-me ao perceber como os programas (principalmente os carismáticos) procuram imitar as grandes produções hollywoodianas. Os pastores se produzem com gel no cabelo e vestem ternos caríssimos. Suas esposas, carregadas de maquiagem, parecem personagens de outro planeta. Algo destoa quando falam do Jesus de Nazaré, que foi simples e viveu uma vida singela. O conteúdo dos sermões tem duas polegadas de espessura. As megaigrejas são construções suntuosíssimas, com luminárias de cristal, tapetes maravilhosos e assentos confortabilíssimos. Financiadas com empréstimos a juros baixos, erguem-se à beira das auto-estradas como símbolos da parceria de Mamom e Jeová, que a cultura americana promove tão bem.

Os evangélicos americanos gostam muito do Partido Republicano. Veneravam o Bush filho e odeiam o presidente Obama. Acreditam que a sorte do país está ligada à obrigatoriedade da prece nas escolas, à proibição do aborto e à denúncia da homossexualidade como perversão. Não lhes interessa muito a emissão de gás carbônico na atmosfera (a maior do mundo), o descaso com a epidemia de Aids na África e a desigualdade nas relações comerciais com os países miseráveis do planeta. Nenhuma denúncia é ouvida dos púlpitos americanos quando sobretaxam as importações e subsidiam a agricultura, falindo a economia primária das nações pobres. O american way of life (estilo de vida americano) e o evangelho são irmãos siameses. Quase impossível de se separarem!

O movimento evangélico brasileiro repete o mesmo comportamento nacional. Também se vê com autodesprezo. A grande maioria dos livros teológicos ou de espiritualidade é tradução dos best-sellers americanos (alguns rasos e descontextualizados). Traduzem-se  músicas e se maravilham com o poder espiritual dos evangelistas pop starr. Convida pastores americanos para ministrar em congressos sobre espiritualidade porque os consideram mais íntimos de Deus. Eles ensinam métodos de crescimento da igreja e alguns chegam por aqui com pretensa autoridade apostólica, soprando sobre os auditórios para que pessoas caiam. Balançam o paletó acreditando que uma onda espiritual sacudirá o povo. A ironia disso tudo é que aqueles que ensinam sobre espiritualidade vêm de subúrbios limpos, moram em casas calafetadas no inverno e refrigeradas no verão. Nunca presenciaram uma cena de violência urbana, jamais foram assaltados. Não gastam mais que 15 minutos no trânsito e convivem com uma congregação com renda per capita de mais de 50 mil dólares por ano. Só porque conseguiram aumentar a congregação para mais de 2 mil membros, vêem-se habilitados a ensinar como fazer uma evangelização explosiva. Porque são habilidosos em manipular um auditório entorpecido pela euforia religiosa, acham que podem exportar uma “nova unção” que derruba gente no chão.

Eu gostaria de ser mentoreado sobre espiritualidade por um pastor que ora, lê as Escrituras e medita nelas a partir da periferia das grandes cidades do Brasil, verdadeiras zonas de guerra. Porque sou brasileiro, prefiro ouvir de pastor-teólogo que cuida de congregações lotadas de gente desempregada e aflita com a instabilidade da economia. Porque também convivo com a dura realidade da violência, quero aprender a aconselhar com pessoas que sabem o que é cuidar de homens e mulheres que já testemunharam chacina ou já foram assaltados à mão armada.

Prefiro conversar com um desses plantadores de igrejas anônimos que construíram várias pequenas igrejas sem recursos a ouvir de teóricos sobre o método gerencial mais eficaz que faz uma igreja crescer numericamente;  mas nunca plantaram, eles mesmos, uma comunidade sequer.

Apesar de imaturo e vulnerável a modismos, o jeito brasileiro de viver a fé pode ser muito bom. O fervor com que se louva a Deus por aqui tem força de contagiar de alegria. As diversas expressões missionárias, mesmo ainda meio indisciplinadas e anárquicas, podem se mostrar frutíferas. O pipocar contínuo de igrejas que se estabelecem nas redondezas pobres das grandes cidades não é capaz de contribuir para reduzir violência, aumentar alfabetização e desenvolver maior cidadania? Sobejam exemplos de missões que alcançam prostitutas e travestis. As igrejas não têm como auxiliar no reconhecimento da dignidade de gente esquecida?  Os galpões velhos, os cinemas abandonados, lugares outrora esquecidos que viraram templos, são espaços simbólicos da capacidade de incursão do Evangelho em setores esquecidos da sociedade.

O Brasil evangélico poderia ser um contraponto à complacência cristã do Primeiro Mundo. Afinal de contas os cristãos do sul continuam com taxas de crescimento entre as maiores do mundo. Com um zelo missionário invejável por que não mobilizar mais ações de cidadania?  Se a capacidade de mobilização impressiona os que se interessam em estudá-la, por que não torná-la mais engajada em direitos humanos? A instabilidade econômica forçou muitos pastores a sobreviverem dos dízimos e ofertas semanais. E esse idealismo de não ser uma igreja endividada poderia mostrar-se como alternativa ao neoliberalismo consumista que impera no Ocidente?

O problema é que ao reproduzir no movimento evangélico o fundamentalismo acrítico, a intolerância dogmática e o espírito belicoso dos evangélicos do norte, não se articulam mais teólogos com intrepidez de publicar reflexões e idéias transgressivas, pastores que repartam experiências alternativas em comunidades e sequer poetas e escritores que brindem com meditações e literatura de primeira linha.

Com tanta riqueza possível, sugiro que os cristãos não se deslumbrem com a “matriz”, desejando ser iguais a ela. Restam poucas alternativas para o Brasil evangélico não afundar em seu desgaste. Entre elas: resgatar a identidade cristã nacional; celebrar a brasilidade, desvencilhando-se da dependência de modelos importados, que podem ter relevância lá, mas que dizem pouco para o que se vive por aqui. Gana de sucesso pode valer numa espiritualidade anglosaxônica, aqui contam os ambientes amigos, inclusívos e, por que não, lúdicos. O Deus que dança é bem vindo no Brasil.

Para ser evangélico não é preciso fazer parte do Movimento Evangélico e muito menos do “Evangelical Movement”. Mãos à obra, pastores, seminaristas, cantores, missionários, evangelistas, escritores, poetas e professores brasileiros. Há muito que fazer!

Soli Deo Gloria

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Igreja Universal terá que indenizar ex-vizinha por barulho nos cultos

por Betho Flávio
 

O Grito.jpgO grito, de Edvard Munch

A 17ª câmara do TJ/RS deu provimento ao recurso interposto por uma mulher contra a Igreja Universal do Reino de Deus, no qual pedia indenização por ter que se mudar de sua residência para poder continuar seu tratamento de saúde perturbado pelo barulho excessivo nos cultos.

Inicialmente, a autora ajuizou ação contra a Igreja Universal do Reino de Deus alegando que o templo da instituição instalado em frente à sua residência, em dias de culto, causava muito barulho por causa dos microfones utilizados durante os sermões e sessões de exorcismo. O que, segundo ela, tornava impossível o repouso recomendado pelos médicos por conta de sofrer de câncer de endométrio e por ter feito cirurgia para retirada do tumor, por isso devia evitar situações de stress e aborrecimentos. Contou ainda que os cultos eram diários, inclusive aos finais de semanas, das 18h e após às 22h.

De acordo com os autos, a igreja chegou a celebrar um TAC com o MP, comprometendo-se a evitar algazarras, gritos ou outros meios que perturbassem a vizinhança. Porém, as manifestações não pararam, apesar de terem diminuído, o que fez com que a autora mudasse de residência, resultando em gastos e transtornos e agravando sua doença em decorrência do stress e depressão.

A ré defendeu-se alegando que existe laudo pericial avaliando os níveis de pressão sonora na Igreja, o qual atesta que em nenhum momento é ultrapassado o limite de intensidade sonora previsto. Informou ainda que há proteção acústica na entrada principal para evitar que o som se propague.

A juíza de Direito Amita Antonia Leão Barcellos Milleto, da 2ª vara Cível de Capão da Canoa/RS, julgou improcedente a ação sob a justificativa de que os problemas relacionados aos ruídos foram solucionados, não havendo prova cabal em sentido contrário, e que não há comprovação com relação aos efetivos prejuízos sofridos pela demandante.

A autora então interpôs recurso alegando que os danos suportados por ela foram comprovados por depoimentos e que o laudo comprovou que “os ruídos emitidos pelos cultos superam o nível aceitável e que o juízo a quo incorreu em erro ao decidir com base no laudo técnico produzido de forma unilateral pela apelada, ferindo, assim, a imparcialidade necessária“.

A relatora, desmbargadora Elaine Harzheim Macedo, ao analisar, levou em conta que “a causa de pedir da autora diz respeito à poluição sonora e perturbação do sossego ocorrida em momento anterior ao ajuizamento da ação, que se deu em junho de 2007, portanto o laudo particular trazido aos grampos, por certo, não pode embasar o juízo de improcedência, como sucedeu, até porque se refere a fato ou situação temporal posterior“.

Segundo a relatora, a autora “teve seu direito ao descanso violado de forma considerável, restando amplamente demonstrada a existência do dano, evidenciado o ato ilícito e o nexo causal a ensejar a reparação“. A 17ª câmara, por unanimidade, decidiu dar provimento ao recurso e condenou a Igreja a pagar indenização de R$ 6,5 mil.

  • Processo: 0549157-55.2012.8.21.7000

Veja a íntegra do acórdão.

Por Migalhas

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