Tag Archive: que feio


Atualizado: 12/04/2013 | Por Famosidades, Famosidades
Após veto da Globo, viúva de Chico Anysio planeja celebrar aniversário humorista no Projac

Malga di Paula e Bruno Mazzeo contam como lidam com ausência do cearense


 

Malga di Paula e Bruno Mazzeo contam como lidam com ausência do cearense - 1 (© Divulgação)
Próxima
Anterior
 
 
DivulgaçãoMOSTRAR MINIATURAS
Anterior1 de 4Próxima

MAIS: Um ano sem Chico Anysio! Famosos relembram perda do artista

Por WALLACE CARVALHO

RIO DE JANEIRO – Se estivesse vivo, Chico Anysio completaria 82 anos nesta sexta-feira (12). Para a data não passar em branco, a viúva do humorista, Malga di Paula, tatuou o autógrafo dele no braço esquerdo e planeja fazer uma visita à floresta do Projac, na Central Globo de Produção.

“Irei sozinha, quero ter meu momento com Chico lá no meio da natureza onde ele pediu para deixarmos parte das suas cinzas”, contou ao Famosidades.

Em março, Malga foi proibida pela Globo de jogar rosas brancas no local em homenagem a memória do marido, no dia em que completou um ano de sua morte.

“Não fiquei magoada. Fiquei triste, mas prefiro não falar sobre isso.”

Aos poucos, a empresária tenta superar o luto pela perda de seu companheiro. Nos últimos 12 meses, ela se manteve reclusa e só agora tenta voltar a conviver com sua ausência.

“Não existe um botão que se desligue para acabar o luto. O que acontece é que aos poucos, muito lentamente, o sentimento vai se transformando. A dor deixa de ser tão forte, a saudade aumenta, mas junto com tudo isso também aumenta a nossa compreensão de que isso faz parte da vida.”

Bruno Mazzeo, o filho mais famoso de Chico, também sente muita falta do pai.

“A saudade é uma coisa diária. É algo que eu ouvia ele falar com relação ao meu avô. E eu sei que eu vou ter que aprender a conviver com isso”, disse ao Famosidades.

O ator perdeu também um grande amigo e conselheiro. “Quero falar sobre as minhas coisas, sobre meus projetos, sobre o jogo do Vasco. Aí vem aquele vazio. É terrível, mas não tem jeito.”

Mazzeo afirma que o maior ensinamento que seu pai lhe deixou foi de que o terceiro sinal do teatro cura qualquer problema de um artista.

“Ele dizia que você pode estar deprimido, gripado ou com febre, mas quando entra em cena, tudo passa. Hoje, sei o quanto de verdade há nessa frase.”

Sem ter o palco como válvula de escape, Malga nunca sabe como será o dia de amanhã. “Às vezes acordo feliz por ter tido um sonho lindo com ele, outras, desesperada porque percebo que aquele, era apenas um sonho e quando acordo, tudo acabou.”

Durante o papo exclusivo, a viúva do humorista falou ainda sobre a luta do astro contra o tabagismo, a ideia de criar um instituto para ajudar na cura da doença que matou seu marido, a ideia de montar o acervo com os objetos pessoais do artista e seu trabalho em “Salve Jorge”.

Clique nas próximas imagens e confira!

Opine em nosso Facebook!

FAMOSIDADES

últimas notícias

guias time out – são paulo

  • Entrevista: Thomas Vinterberg

    O diretor dinamarquês, criador do movimento Dogma, fala sobre seu filme ‘A Caça’

  • Um novo palco

    A filial paulistana do mineiro CIT-Ecum não é apenas ‘mais um’ teatro. Explicamos os motivos

guias time out – rio de janeiro

  • Surpresas da Páscoa

    O bacalhau é a “estrela” nos restaurantes do Rio durante o final de semana da Páscoa, mas não se preocupe: a poderosa tentação…

  • Compras no Paraguai

    Desfaça-se dos preconceitos e gaste no país vizinho

você já viu?

  • Download da Semana

    Enfeite o computador e suas redes sociais com wallpapers do filme ‘G.I. Joe – Retaliação’

  • Thammy vira mulherão

    Atriz vai viver prostituta infiltrada na novela ‘Salve Jorge’; veja fotos da transformação 

  • Gatas da MotoGP

    Belas grid girls da motovelocidade roubam a cena e brilham no deserto durante o GP do Catar

     

  • MSN Fotos

    ‘Intrometidos’ estragam fotos de viagem; confira outros cliques indesejados e engraçados

  • Guia para Estudantes

    Primeiro emprego pede mudanças e disciplina, mas dicas simples ajudam na adaptação

shopping

Ana Maria Braga, o colar de tomates e a campanha desonesta da Globo

por Luis Soares
 

Da próxima vez que for usar o seu programa numa concessão pública de radiodifusão para fazer política, ao invés do colar de tomates Ana Maria Braga poderia pendurar melancias no pescoço

ana maria braga colar tomate

O colar de tomates de Ana Maria Braga (Foto: Tv Globo)

A desavergonhada campanha da TV Globo pelo aumento da taxa de juros ganhou essa semana uma nova adesão. A apresentadora Ana Maria Braga, a mesma que protagonizou em 2007 o movimento direitista “Cansei” pelo impeachment de Lula, apareceu no seu programa matinal “Mais você” vestindo um colar de tomates. Patética, ela ironizou que o produto é “uma joia”, seguindo a linha de ataque da poderosa emissora ao novo perigo vermelho que ameaça descontrolar a inflação e jogar o país no caos completo.

A pressão da mídia rentista pela alta dos juros é implacável. Ela tem como alvo imediato a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para 16 e 17 de abril. Os bancos privados, com seus bilionários anúncios publicitários nos jornais, revistas, rádios e tevês, devem estar gratos pelo empenho. Neste bombardeio são acionados alguns jornalistas e “analistas de mercado” – nome fictício dos porta-vozes dos agiotas do capital financeiro. E agora também entrou em campo a eterna “cansada”.

O irônico é que no mesmo dia em que Ana Maria Braga usou o seu ridículo colar de tomates, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) informou que o preço do produto sofreu uma queda no preço de 43%. Segundo Mauro Zafalon, do UOL, “pisoteado nas últimas semanas, o tomate deverá ser esquecido a partir de agora. A oferta melhora, e os preços começam a voltar ao normal… O tomate viveu nos últimos meses um período de incertezas agrícolas, muito comum a vários produtos do setor”.

Leia também

A notícia confirma o que muitos já desconfiavam. A mídia rentista aproveitou a alta sazonal do preço do tomate para fazer terrorismo pelo aumento dos juros. Até a colunista Miriam Leitão, uma arqui-inimiga do governo Dilma, reconheceu ontem no próprio O Globo que o recente aumento da inflação é um fenômeno momentâneo. Da próxima vez que for usar o seu programa numa concessão pública de radiodifusão para fazer política, ao invés do colar de tomates Ana Maria Braga poderia pendurar umas melancias no pescoço!

Altamiro Borges, em seu blog

O post Ana Maria Braga, o colar de tomates e a campanha desonesta da Globo apareceu primeiro em Pragmatismo Político.

A BANALIZAÇÃO DO “MAU GOSTO” E DA POLÊMICA

por Alexfig
 
 
Por Alexandre Figueiredo

A tal “ditabranda do mau gosto”, incapaz de trazer algo relevante para a cultura popular, tenta se promover através de falsas polêmicas, como se quisesse fazer Contracultura num copo d’água.

Dois episódios marcaram o brega-popularesco e a vulgaridade feminina, num confronto entre os contextos da intelectualidade e da chamada “cultura de massa”, onde os pretextos de “provocação” e “polêmica” são usados para defender a cafonice como algo “triunfantemente vanguardista”.

Um é a escolha de uma turma de estudantes da Universidade Federal Fluminense, de Niterói, que decidiram ter a funqueira Valesca Popozuda como patronesse de sua formatura. Normalmente, nas formaturas, se escolhe um patrono ou patronesse de uma turma a partir de celebridades acadêmicas. A turma escolheu Valesca Popozuda por representar a “baixa cultura” e a “cultura de massa”.

O grupo fez o curso de Estudos de Mídia da UFF cuja caraterística, em tese, é de “estudar novas tendências, mídias e movimentos culturais”. Os professores não se opuseram a iniciativa e até apoiaram. E, pelo jeito, a Fundação Ford, que investe na instituição e é historicamente ligada à parceria com intelectuais neoliberais como Fernando Henrique Cardoso, adorou mais ainda.  

Para piorar, a própria funqueira começou a exibir pretensiosismo ao declarar-se surpresa com a homenagem”: “Acredito que dará um ótimo estudo! Tenho certeza que eles irão explorar o fato de eu ser mulher, trabalhar com funk, falar de forma liberal sobre o sexo e ser feminista”.

Que “feminismo” defende a tal Valesca Popozuda é um mistério, uma vez que ela, na verdade, está associada a um universo machista enrustido, marcado pelas mulheres-objetos e que, associado ao “funk carioca”, investe num simulacro de ativismo que não possui qualquer fundamento.

Outro episódio foi o “encontro” entre o diretor teatral Gerald Thomas – conhecido por suas temáticas “pós-modernas” –  e a recém-regressa integrante do Pânico da Band, Nicole Bahls, outro símbolo das mulheres-objetos.

Gerald estava na sessão de autógrafos de seu livro Arranhando a Superfície, quando Nicole chegou para entrevistar o diretor. Devido ao “generoso” vestido azul da moça, Gerald agarrou a moça e enfiou a mão por baixo do vestido. Nicole tentou resistir, mas só depois Gerald parou o assédio. Enquanto Nicole declarou, depois, que ficou “muito triste” com o episódio, o diretor afirmou que gostaria de gerar um filho com ela.

ESGOTAMENTO POP 

Assim como no caso da patronesse funqueira, o “mau gosto” tenta forjar polêmicas para dizer que é avançado. Não é. No Brasil soterrado pela breguice cultural que é apoiada até por intelectuais dominantes a serviço (por eles não-assumido) da ditadura midiática, os valores da cultura pop são bastante desgastados.

A impressão que o brasileiro médio tem do brega-popularesco é que ele é a última definição do pop mundial, que inclui elementos pós-modernos associados à polêmica e ao liberalismo comportamental. Só que, numa observação mais cautelosa, esse repertório de comportamentos e atitudes “modernas”, que se alternam com outros mais “tradicionais”, são coisas muito gastas pelo pop lá de fora.

Se o Brasil se acha numa posição “de ponta” na cultura pop e nas vanguardas pós-modernas, então lhe falta discernir melhor as coisas. Afinal, a banalização do “mau gosto” e da polêmica esvaziam qualquer sentido de rebelião realmente provocativa, já que no nosso país as diferenças entre o “novo” e o “velho” não se encontram muito claras, sobretudo em expressões derivadas do brega.

O “sexismo pós-moderno” de Gerald Thomas sobre o falso feminismo “indefeso” de Nicole Bahls nada traz de realmente revolucionário. É apenas um exagero machista de um diretor “pós-moderno” e um exagero machista de uma paniquete exibir o corpo a toda hora, “sensualizando” na marra. Tinha que dar nesse resultado todo, mesmo.

Da mesma forma, nada existe de revolucionário ou transgressor estudantes universitários escolherem uma funqueira (que por sinal sintetiza a grosseria de Tati Quebra-Barraco e a vulgaridade de Carla Perez dos primórdios do É O Tchan) como patronesse de sua formatura.

O status quo acadêmico não foi abalado e o “funk carioca” nunca incomodou o “sistema”, sendo um ritmo que cresceu com o apoio das Organizações Globo, que juntamente com o Grupo Folha construiu esse discurso falsamente ativista para o gênero.

Portanto, que “estudos de mídia” são esses que tão somente reafirmam o estabelecido? A atitude de escolher Valesca Popozuda como patronesse, na verdade, nada tem de anti-convencional. O “sistema” adora essas falsas transgressões, bem mais inócuas do que se imagina.

Num país em que antigos símbolos de modernismo cultural hoje remanescentes, de Ferreira Gullar a Marcelo Tas, descambaram para o direitismo ideológico, é bom desconfiar desses episódios falsamente transgressores. O mercado está rindo daqueles que viram alguma rebelião popular surgir nesses dois episódios, o da UFF e o do Gerald thomas, mas ela não aconteceu.

Em compensação, o “deus mercado” e os barões da grande mídia estão felizes, com essas duas manifestações de puro sensacionalismo, que mantém a imbecilização cultural intata e inabalável.

5 horas atrás

GLOBO APOSTA EM “FUNK” E AXÉ REAFIRMAR SEU PODER

por Alexfig
 
 
Por Alexandre Figueiredo

Enquanto, no âmbito jornalístico, as Organizações Globo tentam reafirmar seu poder às custas dos processos judiciais movidos por Ali Kamel, a Rede Globo, principal braço da emissora, mais uma vez aposta no “funk carioca” e na axé-music como forma de reforçar seu poderio no ramo do entretenimento.

Pode parecer rotina, mas tais manobras sempre são acionadas pela rede, que também empurra seus astros televisivos feito gado para apreciar ídolos emergentes do brega-popularesco, como Thiaguinho e MC Naldo, com plateias lotadas de atores de prestígio.

Agora a emissora, depois de tanto tempo, trocou a voz do tema do seriado A Grande Família, gravado pelo sambista Dudu Nobre, pela versão da mega estrela da axé-music Ivete Sangalo, contrariando a herança que o falecido cepecista Oduvaldo Vianna Filho deixou para a emissora, por ele ter sido o criador da série original de 1973. Dudu Nobre estaria mais de acordo com a proposta de Vianinha.

Na referida versão, Ivete, evidentemente, eliminou o clima noelroseiro que Dudu procurou assimilar e inseriu uma tropicalidade americanizada para turista ver. Ela começou até bem, cantando a estrofe docemente, mas arriscando em maneirismos vocais que a baiana não tem, o refrão é cantado num falsete forçado que cria um sério contraste com o vocal que ela deu na estrofe.

Desse modo, a voz de Ivete brigou mais do que a “família unida que briga por qualquer razão”, mostrando que sua reputação é muito mais fruto de marketing do que do talento em si. Ivete não é má cantora, mas possui limites vocais, e quando ela tenta ultrapassá-los, desafina, como nos agudos da música “A Lua Que Eu Te Dei”, composição de Herbert Vianna.

Quanto à postura, sabe-se que Ivete Sangalo é oportunista e, de forma bem piorada que Caetano Veloso, tenta vincular sua imagem a tudo quanto é música brasileira, boa ou ruim, seja de qualquer ritmo. Se julga a “dona da MPB”, o que lhe valeu uma unanimidade forçada sustentada à custa de troleiros oficiais que espalharam terror pela Internet em defesa alucinada da cantora baiana.

No resto da axé-music, uma reportagem do portal G1 mostrou um rapaz fanático por micaretas, desses que gastam muito dinheiro para assistir aos ídolos da axé-music em várias partes do país, numa clara propaganda para fazer os foliões competirem com ele nesse ritual consumista em que a “alegria” é reduzida a uma mera mercadoria sem verdadeira relevância, já que os fãs de axé-music, uma vez criticados, se irritam facilmente. 

Já o “funk carioca” promete mais uma novela como propaganda, desta vez Sangue Bom, que substituirá Guerra dos Sexos, que obrigará até mesmo a Ellen Rocche rebolar até o chão, ela que está se esforçando como atriz. Afinal, o “funk” parece ter sido criado pelas Organizações Globo, tal a presença em seus veículos, em que pese a choradeira de intelectuais que dizem que o ritmo é “discriminado pela grande mídia”.

Embora todo o “funk carioca” receba todo o apoio protetor dos irmãos Marinho – os filhos do “doutor” Roberto – , já dá para perceber que as apostas mais recentes estão no “funk melody”, considerado “mais família”, a julgar pelos investimentos que são feitos para a popularização de MC Naldo e MC Anitta, esta uma solução de emergência para substituir a religiosamente convertida MC Perlla.

Os dois são construídos da mesma forma que qualquer ídolo do hit-parade norte-americano, com todas as estratégias de marketing possíveis. Não são artistas na concepção verdadeira do termo, mas o que nos EUA se chama de entertainers, atrações comerciais ligadas ao espetáculo lúdico de juntar coreografias, playback, tecnologia e factoides na imprensa de celebridades.

Faz sentido. Como grande corporação da indústria do entretenimento, a Globo não iria deixar de promover tais ídolos dessa forma, junto à indústria fonográfica. A grande mídia e as grandes gravadoras continuam expressando seu poder, querendo substituir, na marra, a cultura popular pelo hit-parade, evitando assim a verdadeira emancipação das classes populares. “É a grande mídia, estúpido!”. E o “deus mercado” ainda não morreu.

Quem é o Divisionário da Corregedoria que fez lambança e depois afinou para a “imprensa que fez o mesmo descer e pedir desculpas pelo ocorrido”

por Flit Paralisante Dib, o ASP que recebeu voz de prisão ao portar arma de fogo com registro e porte, agradece ao Sindasp pela atuação do sindicato             10/04/2013  
O agente de segurança penitenciária (ASP), filiado ao Sindasp-SP, Marco Antonio Dib, membro do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) de São Paulo-SP, que foi detido na manhã de ontem (terça-feira, 9), por policiais civis em São Paulo, fez um agradecimento especial ao Sindasp-SP, pela atuação do sindicato no caso. 
Leia reportagem completa sobre a ocorrência: “Agente penitenciário do GIR e membros da inteligência da SAP recebem voz de prisão por portarem arma de fogo com registro e porte em mãos”. 
A ocorrência teve início aproximadamente às 7h e finalizou somente por volta das 18h. Foi lavrado um boletim de ocorrência, instaurado inquérito e a arma do ASP Marco Dib ficou retida para perícia. O Departamento Jurídico do Sindasp-SP, por meio do advogado Jelimar Salvador, irá denunciar o delegado junto à Corregedoria da polícia Civil e propor ação de danos morais contra o Estado. 
Marco Antonio Dib ligou para o presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, e destacou a importância da ação dos diretores, dos advogados e da reportagem divulgada pela imprensa do Sindasp-SP. 
Texto abaixo publicado no Facebook. (SIC) 
“Boa noite galera!!!! Queria agradecer a todos pela demonstração de união e apoio que recebi de toda a categoria, e esclarecer os fatos a todos os meus amigos. Infelizmente por desconhecimento das leis que regem nosso direito a portar arma de fogo, fui abordado por uma equipe da corregedoria da Policia Civil na saida de minha casa com uma VTR descaracterizada e uma caracterizada com dois ocupantes em cada uma, ao me abordar perguntaram se eu era Marco Antonio Dib e ao acenar positivamente os ocupantes das VTRs desceram e me abordaram na forma de praxe, um dos Investigadores me desarmou, revistou a minha mochila que estava com minhas roupas para eu ministrar aulas na EAP, e disse que havia uma denuncia contra minha pessoa que eles vieram averiguar. Ao perguntar sobre a documentação de minha arma, se estava com o porte, o policial disse que minha arma estava ilegal, pois no Sinarme da DPF constava uma outra arma em meu nome, portanto a que estava no documento de porte estava totalmente ilegal, e eu teria que acompanha-los até a autoridade policial, que estava no prédio da corregedoria no centro da capital, coisa que eu atendi de pronto, pois estava com a certeza que estava dentro da lei. Ao chegar na delegacia do DOP, fui apresentado uma delegada que disse que era um absurdo o que estava ocorrendo, e que iria averiguar todas as leis e portarias que regulamentavam nosso porte para tomar as providências, coisa que fez em seguida, e ao checar tudo ela disse que iria até o seu divisionário dar ciência que nada havia de errado com minha documentação me liberando em seguida. Ela foi até o encontro dele, e 10 minutos depois voltou dizendo que o porte estava revogado pela presidência da republica, e que o superior dela mandou me prender por porte ilegal de armas; Ao tomar ciência do fato disse a delegada que quem assinou meu porte era o Secretário da Administração Penitenciária, e que o documento era do Estado de São Paulo e tinha fé pública, neste momento o Investigador Chefe da equipe que me abordou disse que o documento não tinha validade, e que a assinatura do Secretário não vália nada. Ao perceber a proporção que estava tomando, e a injustiça sendo feita, acionei meus superiores, o pessoal da SAP, meu advogado particular, o presidente do Sindasp, e mais algumas pessoas, que em menos de meia hora estavam todos lá me dando o suporte; Ao perceber o tamanho da repercussão, a delegada que estava correta na sua atitude foi novamente ao seu superior explicar que o pessoal da SAP estava por lá, e trouxeram toda a regulamentação para explicar sobre o porte de nossa categoria. Neste momento o delegado divisionário ordenou que a delegada voltasse até a sala dela e desse voz de prisão a todos os integrantes da SAP que estavam lá na mesma situação que eu, coisa que a mesma se negou a fazer e pediu a sua recolha imediatamente por não concordar com a situação. Ao tomar ciência do fato, os integrantes da SAP acionaram o coordenador da capital, que acionou o gabinete do secretário sobre o que estava ocorrendo naquele momento, e depois de mais de 9 horas de negociação resolveram me liberar, pois acharam que nada havia contra a minha pessoa, fato que só ocorreu com a intervenção do Secretário, do Coordenador, dos Integrantes da SAP, do Presidente do Sindasp, e da imprensa, que fez o mesmo delegado que fez toda essa lambança descer e pedir desculpas pelo ocorrido. Gostaria de agradecer a todos que estão comentando e compartilhando o ocorrido, somos uma classe, e fico pensando o que teria acontecido com outro colega na mesma situação que a minha dentro da lei, mas que não tinha como realizar os contatos, com certeza estaria preso neste momento da forma mais covarde que poderia existir; Tenho certeza que isso servirá para que nossa secretária tome providencias imediatas, pois um servidor como nós, falar que um documento do Estado e uma assinatura de um Secretário nada vale, não pode passar em branco. Espero que esse fato acorde a todos para a nossa situação, pois tentaram jogar o nome de uma pessoa correta no lixo, só que felizmente desta vez, era uma pessoa com um legado, que tem a admirição da maioria da nossa categoria, que leva o orgulho de fazer parte de uma profissão diferenciada, e que acredita no seu ideal. Sempre disse que tenho orgulho do que faço, e não esqueço de onde sou….e desta vez parece que eu não fui esquecido por ninguém. Muito obrigado a todos mesmo pelo votos de confiança, espero que a categoria não deixe isso passar em branco, que use este episódio para que isso nunca mais aconteça com ninguém de nossa classe, e que nossos direitos como agentes da lei sejam totalmente respeitados…De coração muito obrigado a todos!” 
Professor Marco Antonio Dib, Agente de Segurança Penitenciária Classe IV 
   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  11 horas atrás

Autoridade policial – sob pena de reclusão – deverá adotar vítima de violência doméstica…( O negócio é levar pra casa com autorização da patroa )

por Flit Paralisante 10/04/2013-17h41

Senado aprova punição a policial omisso em caso de violência doméstica

GABRIELA GUERREIRO DE BRASÍLIA Os policiais que forem negligentes com mulheres que vivem situação de violência doméstica poderão ser punidos com detenção de seis meses a dois anos de reclusão. Projeto aprovado nesta quarta-feira pelo Senado altera a Lei Maria da Penha ao incluir os casos de omissão dos policiais com as mulheres no rol das punições previstas pela legislação brasileira. A pena de reclusão aos policiais será determinada, segundo o projeto, nos casos em que as agressões às mulheres resultarem em lesão corporal ou morte. Serão enquadrados na lei policiais que tenham agido de forma negligente com vítimas que procuraram autoridades policiais denunciando ações de violência doméstica –especialmente aquelas que já tenham sido agredidas em seu ambiente domiciliar. O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ele segue diretamente para votação na Câmara se não houver recurso de senadores para ser apreciado no plenário do Senado. O projeto é de autoria da ex-senadora Rosalba Ciarlini (DEM), atual governadora do Rio Grande do Norte. Na justificativa da proposta, apresentada em 2010, ela afirma que o Brasil já acompanhou diversos casos de autoridades policiais que não adotaram providências legais para defender mulheres que já tinham sofrido violência doméstica. “A Lei Maria da Penha impõe à autoridade policial certas providências legais, que devem ser executadas com o fim de proteger a mulher em iminência de sofrer ou de já ter sofrido violência doméstica. No entanto, há casos em que a autoridade policial não observa tais medidas e a vítima acaba sofrendo novos males, muitas vezes de forma fatal”, diz a ex-senadora. Relator do projeto na CCJ, o senador Aníbal Diniz (PT-AC) sugeriu o arquivamento da proposta por considerar que a CPI que discute a violência contra a mulher vai apresentar propostas mais “bem estruturadas” para combater a negligência de policiais. O petista recuou e mudou o texto, defendendo a aprovação do projeto, depois de sucessivos apelos de integrantes da comissão. —————————————————————————– ´Texto atual:   CAPÍTULO III DO ATENDIMENTO PELA AUTORIDADE POLICIAL Art. 10.  Na hipótese da iminência ou da prática de violência doméstica e familiar contra a mulher, a autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência adotará, de imediato, as providências legais cabíveis. Parágrafo único.  Aplica-se o disposto no caput deste artigo ao descumprimento de medida protetiva de urgência deferida. Art. 11.  No atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, a autoridade policial deverá, entre outras providências: I – garantir proteção policial, quando necessário, comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário; II – encaminhar a ofendida ao hospital ou posto de saúde e ao Instituto Médico Legal; III – fornecer transporte para a ofendida e seus dependentes para abrigo ou local seguro, quando houver risco de vida; IV – se necessário, acompanhar a ofendida para assegurar a retirada de seus pertences do local da ocorrência ou do domicílio familiar; V – informar à ofendida os direitos a ela conferidos nesta Lei e os serviços disponíveis. Art. 12.  Em todos os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, feito o registro da ocorrência, deverá a autoridade policial adotar, de imediato, os seguintes procedimentos, sem prejuízo daqueles previstos no Código de Processo Penal: I – ouvir a ofendida, lavrar o boletim de ocorrência e tomar a representação a termo, se apresentada; II – colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e de suas circunstâncias; III – remeter, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, expediente apartado ao juiz com o pedido da ofendida, para a concessão de medidas protetivas de urgência; IV – determinar que se proceda ao exame de corpo de delito da ofendida e requisitar outros exames periciais necessários; V – ouvir o agressor e as testemunhas; VI – ordenar a identificação do agressor e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes criminais, indicando a existência de mandado de prisão ou registro de outras ocorrências policiais contra ele; VII – remeter, no prazo legal, os autos do inquérito policial ao juiz e ao Ministério Público. § 1o  O pedido da ofendida será tomado a termo pela autoridade policial e deverá conter: I – qualificação da ofendida e do agressor; II – nome e idade dos dependentes; III – descrição sucinta do fato e das medidas protetivas solicitadas pela ofendida. § 2o  A autoridade policial deverá anexar ao documento referido no § 1o o boletim de ocorrência e cópia de todos os documentos disponíveis em posse da ofendida. § 3o  Serão admitidos como meios de prova os laudos ou prontuários médicos fornecidos por hospitais e postos de saúde. 

29 minutos atrás

“Privatizemos o funeral de Thatcher

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Pimenta para Helena Chagas: explique a concentração de verba para velha mídia!

por Rodrigo Vianna  Helena: Pimenta na verba dos outros… Do gabinete do deputado federal Paulo Pimenta Na tarde desta quarta-feira (10), o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) protocolou junto ao Gabinete da Liderança do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados requerimento para que a ministra Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, explique aos parlamentares petistas os critérios utilizados para o direcionamento da mídia publicitária do Governo Federal. No documento, Pimenta solicita a realização de um seminário, em data a ser definida, sobre a “Democratização dos Meios de Comunicação no Brasil” e que, além da ministra Helena Chagas, também sejam convidados representantes de blogueiros, das rádios comunitárias,  além de representante das mídias regionais do Brasil. “Quero levar para dentro da bancada do PT este debate. Já estamos há mais de 10 anos com Governos populares neste País, com o Presidente Lula e agora com a Presidenta Dilma, mas em praticamente nada se alterou a concentração das verbas publicitárias do Governo Federal para os grandes meios de comunicação, em detrimento de uma política de afirmação de uma mídia regional e de formas alternativas de informação”, criticou Pimenta. Outra discussão que o deputado tem levantado é o processo de judicialização, orquestrado pelos grandes grupos de comunicação “com apoio de um Judiciário conservador”, para asfixiar e calar pelo bolso (mesmo método utilizado na época da ditadura) jornalistas independentes e profissionais com atuação em mídias alternativas, como sites e blogs. O episódio mais recente desse processo de judicialização foi contra o site VioMundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha, condenado a pagar R$ 30 mil ao diretor de Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel.   Abaixo, o pedido de PauloPimenta…   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Hugo Chavez e os ecos de Bolívar: o livro e a História

por Rodrigo Vianna No próximo domingo, a Venezuela decide seu futuro: Nicolás Maduro tem a responsabilidade de comandar o chavismo – agora sem Chávez. A direita vai, de novo, apostar em Henrique Capriles. Nos últimos meses, Capriles procurou embaralhar o jogo. Chegou a dizer que admira Lula. Mas o brasileiro não entrou na dele. Lula apóia o candidato chavista. Maduro batizou o comando de campanha de “Comando Hugo Chávez”. E o que fez Capriles? Criou um comando de campanha com o nome de “Comando Símon Bolívar”. Capriles é bolivariano? Na Venezuela, todo mundo se diz bolivariano. Mas quem trouxe Bolívar de volta ao debate político foi Chavez. Recuperou a figura de Bolívar  como revolucionário. De que forma Bolívar virou um símbolo do chavismo? É esse o tema do livro do historiador Alexandre Ganan de Brites Figueiredo, da Universidade de SãoPaulo. O livro será lançado semana que vem, em São Paulo – na Livraria Martins Fontes da avenida Paulista.  ”Ecos do Libertador: Simon Bolivar no discurso de Hugo Chavez” é o nome da obra, que sai pela Annablume Editora. (RodrigoVianna) (texto de apresentação do livro) O que faz Simón Bolívar, herói do século XIX, continuar presente no embate político latino-americano? Por que na Venezuela ele se tornou o fundamento de uma revolução mesmo passados duzentos anos desde a emancipação? Como o presente constrói suas relações com o passado?   Hugo Chávez ouve o revolucionário da independência sul-americana e o reapresenta como novamente vivo para realizar seu projeto de liberdade. Por que esse bolivarianismo de Chávez se projeta para outros países da América Latina, não se restringindo à Venezuela?   Para responder a essas perguntas, Alexandre Ganan de Brites Figueiredo se debruça sobre a obra de Simón Bolívar e sobre sua releitura realizada por Hugo Chávez, da qual emerge um Bolívar revolucionário, inspirador das lutas populares e vivo na retomada presente de seu projeto.   
 Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  10 horas atrás

Direita boçal,esquerda anódina

por Izaías Almada por Izaías Almada Com uma direita boçal e uma esquerda anódina, o Brasil vai empurrando a crise e mantendo algumas conquistas sociais sobre o fio da navalha. Sabe-se que o exercício da política é um jogo delicado. Na maioria das vezes de cartas marcadas e com muitos jogadores viciados. Nem por isso, contudo, deve-se desprezá-la, mas – ao contrário – tentar ver o que é possível fazer para melhorar o país sempre que isso for possível. Mas o dia a dia é cruel e nele se misturam os interesses mais variados, prevalecendo a força da manipulação das idéias, o jogo ideológico das cadeiras, o dinheiro fácil sedimentando cada vez mais a hipocrisia, e a vaidade botando as manguinhas de fora em homens e mulheres que já foram mais sérios um dia. Aliás, se a vaidade e a obsessão matassem, com certeza o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seu discípulo José Serra já teriam ido dessa para a melhor há algum tempo… Que eles não se preocupem, entretanto, desejo-lhes vida longa. Ironicamente, FHC será o primeiro imortal nas letras que pediu para esquecerem tudo o que ele escreveu. E pensar que o país já produziu um Machado de Assis… A eleição do jornalista Amaury Ribeiro Jr. seria mais digna. Nesses tempos bicudos, onde se vende muito gato por lebre, onde o título de “celebridade” é disputado a tapas por prostitutas inglesas, políticos e juristas emplumados e medíocres, padres pedófilos, jogadores de futebol publicitários e máfias do colarinho branco, européias, sul e norte-americanas, onde o Oscar de melhor filme do ano é vencido por uma história em homenagem à CIA, penso que o melhor é divagar por outros assuntos e, quem sabe, lembrarmo-nos de algumas das verdadeiras celebridades, aquelas que merecem da humanidade alguns minutos de reflexão a sério. Personalidades, quanto a mim, até merecedoras de um Prêmio Nobel da Paz, não tivesse essa própria honraria sido tão enxovalhada, se nos lembrarmos também de que Barak Obama é um de seus vencedores. Mas deixemos a intolerância, a ironia, a má vontade e a desconfiança de lado e acreditemos na boa vontade entre os homens aproveitando esse momento em que o mundo troca de papa, agora Francisco, que já deixou a presidente da Argentina embevecida com o seu beijo. O valente soldado Bradley Manning abre com gala o desfile destas que são, de fato, verdadeiras celebridades. Mostrou para o mundo, em particular para os idiotas que repetem como papagaios os valores da “democracia norte-americana”, e não vêem como aquilo funciona entre a Califórnia e o Estado do Maine. Ou como é “exportada” para o resto do mundo. Para o Departamento de Estado norte-americano democracia não se conquista, se impõe como no velho oeste mostrado no filme “Django” de Tarantino. Com o uso da manipulação mediática ou pela força das armas: aqui sim, o cliente é livre para escolher. Pode-se iniciar o aprendizado em Miami na Flórida, onde se encontra o maior número de mercenários ideológicos por metro quadrado. Todos a serviço das oligarquias de seus países de origem, do México à Patagônia. Julien Assange, outra grande personalidade que, por ser cidadão honesto e pronto a defender a humanidade dos belicistas e dos bárbaros modernos, cumpre pena de prisão domiciliar dentro da embaixada equatoriana em Londres. Viva a liberdade de expressão e a publicação das vergonhosas tramóias que se escondem em nome da democracia ocidental e cristã! Hugo Chávez, com sua fisionomia que expressava – e bem – a mistura de duas raças, índios e negros, e que até o último minuto de vida enfrentou a barbárie que tem o seu ninho de répteis no hemisfério norte, branco e de olhos azuis. Esse homem tirou a sua querida Venezuela da miséria e da ignorância, enchendo-a de esperança e orgulho nacional, para desespero dos eternos exploradores e gigolôs do trabalho escravo e da mão de obra barata, bem como para os idiotas da subjetividade, tão disseminada entre “elites” caipiras que comem salame e arrotam caviar. Rafael Correa, Evo Morales, Nelson Mandela aumentam aqui o pequeno rol de verdadeiras celebridades e que, por mais que façam o Departamento de Estado, a CIA, os quinta-colunas do jornalismo internacional, os analistas políticos e econômicos candidatos à boa vida neoliberal, não conseguem ser crucificados como gostariam os ventríloquos do moribundo neoliberalismo. Feita essa divagação pela senda das verdadeiras e poucas celebridades do mundo contemporâneo, o que fica é uma tremenda falta de assunto, pois é cada vez mais difícil o diálogo com uma imprensa de mão única e que procura impor o seu ponto de vista através de um tacanho e oportunista conceito de liberdade de expressão. E agora com o apoio de uma parte necrosada do poder judiciário, celebridades menores ofuscadas pelo poder efêmero que julgam possuir. O verdadeiro poder continua sendo o do povo, mas no Brasil poucos sabem disso. E os que sabem se dividem entre afoitos, puristas ou defensores de um pragmatismo que muitas vezes se confunde com a covardia. Pobre Brasil!  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  11 horas atrás

“Privatizemos o funeral de Thatcher”

por Rodrigo Vianna  Heroína dos neoliberais: “tomou chá com Pinochet; chamou Mandela de terrorista” por Ben Arnold, no Information Clearing House (Tradução: Vila Vudu)  O importante diretor de cinema Ken Loach, disse, sem meias palavras, o que sente sobre a ex-primeira-ministra que morreu de infarto:   “Margaret Thatcher foi a mais daninha, a mais destrutiva entre todos os primeiros-ministros dos tempos modernos”.“Desemprego em massa, fábricas fechadas, comunidades destruídas – eis seu legado. Foi uma lutadora: seu inimigo, a classe trabalhadora britânica.”
 
“Suas vitórias contaram com a ajuda de líderes corruptos do Partido Trabalhista (Labour Party) e de vários sindicatos. Por causa de políticas que ela criou e iniciou, estamos hoje na merda em que estamos.”

 “Outros primeiros-ministros seguiram seus passos. O principal deles foi Tony Blair. Ela tocava o realejo e Blair, o macaco, dançava.”

“Lembrem: ela chamou Mandela de “terrorista” e tomou chá com Pinochet, torturador e assassino.” O enterro da Baronesa Thatcher acontecerá na St Paul’s Cathedral. Custará cerca de £8 milhões de libras, dinheiro público.

“Morreu? Pois privatizemos o funeral dela: façam uma concorrência. O menor preço  leva. Foi o que ela mais fez e mandou fazer.” A seguir, o  vídeo “She is gone!” [Ela se foi!], de Pete Wylie, de 6/5/2010:  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir 

29 minutos atrás

Daniela Mercury a esposa Malu Vercosa desembarcam em Salvador

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Daniela Mercury a esposa Malu Vercosa desembarcam em Salvador

por noreply@blogger.com (Gay 1) Do Gay1 Entretenimento

Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Adenilson Nunes)Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Adenilson Nunes) A cantora Daniela Mercury e a esposa Malu Verçosa desembarcaram em Salvador, após se casarem e viajarem pela Europa. O flagra é da revista “Contigo!”. Já com a ex-mulher em solo brasileiro, o produtor Marco Scabia se pronunciou. “Fui o primeiro a saber do romance delas e estou muito feliz”, afirmou ele à revista “Caras”. “Daniela começou o relacionamento quando nós dois já estávamos separados. Não houve traição. E nossas filhas, aos poucos, foram sabendo”, disse.

30 minutos atrás

Secopa se esforça para explicar que reajustar Saldo ou a Contra-prestação do Castelão é mesma coisa

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Secopa se esforça para explicar que reajustar Saldo ou a Contra-prestação do Castelão é mesma coisa

por Daniel Dantas Lemos O secretário da SECOPA do Ceará, Ferruccio Feitosa, após nossa conversa por telefone no início da tarde desta quarta-feira, 10, designou que dois de seus assessores – imprensa e jurídico – fossem até a UFC no início da noite.
Ambos levaram para mim uma cópia do contrato de concessão do estádio Castelão e uma nota oficial (impressa), que reproduzo a seguir.

Conversamos um bom tempo e não compreendi, ainda, a justificativa do governo do estado do Ceará para que o reajuste contratual da obra do Castelão incidisse sobre o saldo das contas do governo do estado e não no que prevê o próprio contrato: a contra-prestação mensal e a remuneração fixa.
Segundo o assessor jurídico, as duas coisas são a mesma coisa.  Não consegui entender porque seriam.  Se alguém conseguir me explicar, agradeço.
Vou dizer porque não consigo compreender como a mesma coisa.
Suponha que você tenha um contrato o qual tenha uma contra-prestação mensal de R$ 100 mil e que após um ano de contrato reste um saldo de R$ 10 milhões.  Se eu incido o reajuste na contra-prestação (10%, digamos), o valor do pagamento mensal passará a ser R$ 110 mil, sendo R$ 120 mil a mais no ano.  Ao fim do ano, terão sido pagos R$ 1 milhão e 320 mil.  Restará um saldo devedor, um ano depois, de R$ 8 milhões e 800 mil.
Se no segundo ano, eu aplico novamente 10% de reajuste na prestação, eu a elevarei para R$ 121 mil, o representa o valor de R$ 132 mil a mais no ano.  Passados doze meses, terão sido pagos R$ 1 milhão 452 mil e o saldo será de R$ 7 milhões e 480 mil.
Assim sucessivamente.
Se eu altero a incidência do aumento sobre o saldo, o que acontece?
No mesmo cenário inicial descrito anteriormente, o valor do saldo de R$ 10 milhões, recebendo os 10% de reajuste, passarão a valer, imediatamente, R$ 11 milhões.  Desse modo, um ano depois, o saldo será de R$ 9 milhões e 800 mil.
O reajuste incide novamente sobre o saldo e o transforma, naquele momento, em R$ 10 milhões 780 mil.  O valor do repasse mensal continua o mesmo, desse modo, ao fim do segundo ano, o saldo será de   R$ 9 milhões e 580 mil.
Perceba que os valores no segundo cenário – no qual, a incidência do reajuste recai no saldo do contrato -, são mais altos com relação a períodos equivalentes no primeiro cenário.
Se minha dúvida tiver fundamento, o governo desrespeitou o contrato de concessão – que indicava o reajuste para repor inflação sobre o valor da contra-prestação mensal e da remuneração, não no saldo – e, além disso, está gerando, ano a ano, um valor de saldo bem maior do que aquele que emergiu no outro cenário refletido.  Ou seja, a opção adotada teria feito com que a concessionária recebesse mais dinheiro do que deveria se o contrato houvesse sido responsável.
Os assessores de Ferruccio Feitosa se esforçaram para explicar que reajustar o saldo é a mesma coisa de reajustar as etapas de pagamento – mas eu juro que não entendi.  Se houver um especialista capaz de esclarecer essa questão entre meus leitores, o blog tem as portas abertas.  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  5 horas atrás

@mdionisiom O dia em que Zanoni foi nosso herói

por Daniel Dantas Lemos Por Marcos Dionísio Medeiros Caldas
Presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos

Acho que era a abertura dos Jogos Internos da ETFRN. Falo de 79 ou 80.  Um professor havia sido demitido em sala de aula. Havia um clima pesado no ar da velha ETFRN.  Também havia rusgas abafadas ainda do expurgo de alunos ocorrido meses antes. Pois na solenidade de abertura dos Jogos Internos foi anunciada a presença do Excelentíssimo Senhor Governador Lavoisier Maia e Zanoni solitariamente arrancou o grito preso na garganta de todos nós e acunhou o Governador na vaia.  Os bedéis, alguns com ligações notórias junto ao SNI, saíram em polvorosa, procurando localizar quem sabe pelo eco, o autor da vaia. A vaia, esse sentimento democrático, não deixara eco, mas ecoava ainda pelo ginásio inteiro.  Zanoni foi nosso herói naquela noite de ditaduras.  Continua a ser até hoje.  Uma tarde de um domingo qualquer do ano de 80, fui a sua casa em Ponta Negra e ao chegar e chamá-lo não encontrei resposta, mas ouvindo barulhos fui adentrando pela porta da frente enquanto o ladrão se esgueirava pela porta de trás. Vim até o posto da Telern que ficava ali perto daquela pizzaria entre o Camarões e a feirinha e liguei para a casa do pai de Zanoni e fiquei aguardando-o.  Não lembro mais o que foi roubado e para sufocar o susto misturamos jurubeba com cachaça e devoramos uns “pebas”.  Depois tomamos outros porres em Potilândia e ali na baixada por trás dos Bombeiros ou mesmo no Vila Velha(?) , o bar e restaurante de Dailto, onde tínhamos um prego geminado com o da cigarreira do físico empreendedor.  A vida seguiu caminhos.  Vez por outra nos encontrávamos e era como na música de Sílvio Silva Júnior: “salve / como é que vai / amigo há quanto tempo / um ano ou mais…”  Agora , por volta das 19h, estavámos reunidos com uma colega da época da ETFRN, Dulce Bentes, tratando das faraômicas obras que Rosalba quer fazer na Av. Roberto Freire e alguém ligou para Dulce informando da morte de Zanoni.  A cabeça fica a mil e bate uma indignação e um sentimento de perda terrível.  Olhando o céu numa noite de muito calor, vejo uma estrela cintilante que nunca havia visto.  Deve ser Zanoni. Fecho os olhos e vejo as almas sebosas dos bedéis procurando pelo eco o autor da vaia. Tá no céu, vaiando as hipocrisias infelicianas da vida.  O mundo continua precisando das suas vaias, Zanoni. “Qualquer dia amigo a gente vai se encontrar….”.  (MOSQUITO)  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  6 horas atrás

Governo não responde à solicitação e delegacia intima blogueiro a depoimento sobre #RevoltadoBusao

por Daniel Dantas Lemos A prática de criminalização dos movimentos sociais e de combate à blogosfera progressista prossegue. Nesse caso, com respaldo (ou uso) de uma investigação policial. De acordo com a Lei de Acesso a Informações, o prazo máximo para que uma informação solicitada a um órgão público seja liberada é de 20 dias.  No último dia 19 de março encaminhei a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social uma solicitação de informações referentes à #RevoltadoBusao, pedindo que fossem informados os eventuais procedimentos investigativos que existissem contra mim, além da lista final de investigados. A solicitação deveria ter sido atendida até o dia 5 de abril, sexta-feira.  Não foi. Atualmente, desde a última segunda-feira, 8, o processo se encontra nas “delegacias distritais”:

O uso de polícia para investigar militantes e adversários políticos é prática fascista – assim como a dificuldade em cumprir um prazo curto. Por isso não é de surpreender que antes de conhecer a resposta da poder público eu tenha sido citado para prestar depoimento na Delegacia de Narcóticos na próxima terça-feira, 16.

Estamos solicitando o adiamento, uma vez que na semana que vem estou em uma banca de concurso público aqui na UFC. Perceba que a intimação não cita a #RevoltadoBusao como citou o documento que intimou outros manifestantes. Antes de que o governo respondesse formalmente minha solicitação, o próprio governo confirma as informações oficialmente através da minha convocação.

  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  7 horas atrás

@Bob_Fernandes: “Qual Deus, qual religião prega assassinato como faz esse suposto pastor?”

por Daniel Dantas Lemos De manhã, eu havia destacado o fato de que Mãe Menininha do Gantois morreu em 1986 – o que inviabilizaria qualquer contato de Caetano para lhe apresentar “Sozinho”no fim dos anos 90.
Por Bob Fernandes
No Facebook

Vamos recordar a espantosa coleção de estultices do deputado e pastor Marco Feliciano. Para alguns uma frase dele pode soar espertinha, engraçadinha, mas o conjunto da obra revela seu caráter. Agora ele calunia, mente sobre Caetano Veloso, agride e despreza outra religião, o candomblé.

O pastor mente e calunia ao dizer que Caetano submetia músicas à aprovação de Menininha do “Patuá”. O erro no nome, Gantois, é proposital. Profundamente ignorante, desrespeitoso, situa a Ialorixá num tempo em que ela já estava morta, há 12 anos.

Feliciano diz que Deus matou John Lennon: “Eu queria estar lá no dia que descobriram o corpo dele. Ia tirar o pano de cima e dizer ‘Me perdoe John, mas esse primeiro tiro é em nome do Pai, esse é em nome do Filho e esse em nome do Espírito Santo'”.

Qual Deus, qual religião prega assassinato como faz esse suposto pastor? A não ser quem tenha sérios desvios, que religião debocharia da morte de 5 jovens, como fez Feliciano com o grupo Mamonas Assassinas?

Disse ele sobre a banda que morreu num acidente aéreo: “Um anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças”. O que pode existir de mais torpe do que essas palavras de Feliciano?

Talvez, mais torpe seja entregar a própria mãe, dizer que a assistia “arrancar fetos de dentro das mulheres”. A mãe de Feliciano desmente, mas, verdade ou mentira, a frase revela o que é a cabeça do filho.

Há quem veja nisso só um jeito “ixpérto” de chamar a atenção. Esperteza à parte, a escolha da frase já escancara a profundidade da doença na alma e na cabeça de Feliciano.

O deputado diz que descendentes de africanos são amaldiçoados, que sentimentos homoafetivos são “uma podridão”, e que direitos para as mulheres podem levar à “predominância homossexual”. Diz também que antes dele Satanás ocupava a comissão de direitos humanos.

Com ares e fama de quem é “ixpérto”, mas parecido mesmo é com um grande beócio, Feliciano segue em frente. Mesmo acusado de estelionato, desfila nesses tempos de lassidão e mediocridade. Até que alguém, quem sabe um dos seus pares, dele se aproxime.

Alguém verdadeiramente religioso, próximo da divindade. Alguém que, com compaixão, chegue para Feliciano e diga a verdade:”Amigo, você não é “ixpérto”. Você está é doente, tem uma doença na cabeça e na alma, procure ajuda, Feliciano, vá se tratar”.
  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  7 horas atrás

Cid Gomes causa mais uma confusão em visita à comunidade ameaçada

por Daniel Dantas Lemos Pelo Comitê Popular da Copa em Fortaleza No Facebook 
 

O governador do Ceará, Cid Gomes, esteve nas comunidades que beiram a Via Expressa e que estão ameaçadas de remoção para implantação da malha ferroviária do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), obra que está no “pacote” da Copa do Mundo da FIFA 2014. A visita surpresa aconteceu no começo da noite desta quarta-feira, mas se encerrou antes do previsto pela equipe do Estado, formada por técnicos e seguranças. Segundo Cid, a intenção era informar aos moradores sobre as remoções, mas nem ele, nem membros da equipe portavam documentos oficiais contendo as informações, apenas verbalizadas e em tom informal pelo governador. Alguns moradores e membros de movimentos sociais chegaram ao local para protestar e se manifestar contra a visita. Segundo eles, essa não seria a forma legítima de diálogo com as comunidades, afinal os líderes comunitários não foram informados. Ao decidir ir embora, Cid atravessou a avenida para conceder entrevistas à imprensa, mesmo em meio a gritos de protestos. Logo em seguida, discutiu com manifestantes e debochou de alguns. Mandou “beijinho” para uma moradora da comunidade e ainda foi em direção a um rapaz perguntando “em que prédio da Beira-Mar (bairro nobre de Fortaleza) você mora?”, insinuando que o rapaz não fazia parte da comunidade e por isso não deveria estar protestando. 2ª vez A ação é semelhante ao episódio de agosto de 2011, quando Cid e equipe fizeram a mesma coisa, mas na comunidade Aldaci Barbosa (próximo à rodoviária), também ameaçada de remoções pelo VLT. Para relembrar esse fato, veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1BpMcATPx44
  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  7 horas atrás

Por suspeita de favorecimento, justiça suspende privatização do Maracanã

por Daniel Dantas Lemos No UOL

A Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspendeu na noite desta quarta-feira o processo de privatização do Maracanã, anteriormente marcado para ter início nesta quinta-feira. A decisão é da juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio, atendendo a pedido do MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro).

A magistrada afirma que há “graves indícios de irregularidade” na concorrência que definirá o futuro administrador o estádio.”As provas constantes dos autos se direcionam a favor da verossimilhança da alegação (do MP-RJ) de que a concorrência levada a efeito pelo Estado do Rio de Janeiro contém diversas ilegalidades.”

Para a Justiça, o governo do Rio de Janeiro não comprovou de forma clara porque é melhor para o Estado privatizar o estádio, realizando assim uma PPP (Parceria Público-Privada) com a futura administradora. “O Poder Público parece ter fabricado um comparativo míope, com o intuito de justificar a adoção da PPP”, critica a juíza, em sua decisão.

A decisão também destaca a falta de informações incluídas no edital de concessão do Maracanã. De acordo com o conteúdo da decisão judicial, o que foi disponibilizado aos licitantes e ao público em geral não detalha todos os projetos que terão de ser levados à frente após a concessão. Tudo isso tenderia a beneficiar a IMX, empresa do bilionário Eike Batista, que fez o estudo que baseou o projeto de privatização do Maracanã e que também concorre pela concessão.

Ainda segundo a juíza Roseli Nalin, o prosseguimento da concorrência poderia gerar vários danos irreparáveis ao Estado. “O prosseguimento do certame licitatório supostamente viciado envolvendo o Maracanã e o Maracanãzinho poderá gerar danos de difícil ou mesmo impossível reparação a toda a coletividade.”

O MP-RJ entrou nesta terça-feira com uma ação para suspender a privatização da arena. De acordo com o órgão, algumas obras previstas no edital da licitação do estádio e de seus anexos não devem ser realizadas até que se tenha certeza que não causarão problemas para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016.

A privatização do Maracanã foi anunciada pelo governo no ano passado. Neste ano, foi publicado o edital de licitação, que prevê, entre outras coisas, a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros, do Parque Aquático Julio Delamare e da Escola Municipal Friedenreich, que fica ao lado do estádio.

São justamente essas obras as questionadas pelos promotores na ação civil pública aberta nesta terça. “Merece ser registrado o risco de que a demolição do Estádio de Atletismo Celio de Barros e do Parque Aquático Julio Delamare venha a comprometer irremediavelmente o treinamento de vários atletas brasileiros de ponta, durante uma etapa crítica de sua preparação para os Jogos Olímpicos”, adverte o MP, na ação.

Para os promotores, a privatização do Maracanã também deve ser paralisada pois gera um risco ao patrimônio público. Conforme o UOL Esporte já noticiou, a concessão do complexo terá um custo R$ 111 milhões ao Estado do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, dará um lucro de R$ 1,4 bilhão à empresa que assumir o espaço.

O MP-RJ alega também que a privatização gera riscos aos compromissos estabelecidos para a Copa do Mundo e para a Olimpíada, além de estabelecer concorrência desleal, pois favorece a empresa de Eike Batista. “De fato, a IMX figura em situação privilegiada no certame”, afirmam os promotores.

Nesta quarta, o secretário-chefe da Casa Civil, Regis Fichtner, rebateu os argumentos do MP. Segundo ele, o Estado decidiu privatizar o Maracanã por considerar que este é a “melhor solução para o público que vai ao estádio”. “Não é possível para o Estado gerir esse empreendimento com padrões internacionais de primeira linha, atraindo de grandes jogos a shows”, afirmou.

Fichtner disse também que o Estado não está pensando no quanto, em dinheiro, vai receber ao privatizar o estádio, mas sim na qualidade da operação do local. Ainda negou qualquer favorecimento à IMX. “Cumprimos todas as regras legais. Não há menor cabimento na afirmação de que uma empresa está sendo beneficiada”.

Ao ser informado da decisão suspendendo a licitação do Maracanã, o governo anunciou que vai recorrer e que a sessão para apresentação de propostas pelo estádio, marcada para esta quinta-feira, está suspensa. Será realizada tão logo a Justiça permita.

31 minutos atrás

Wikileaks: documento relata assassinato de Stuart Angel

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Wikileaks: documento relata assassinato de Stuart Angel

por redacao  

Saiu na EBC:

Wikileaks: documento relata assassinato de Stuart Angel

Brasília – Disponibilizado pelo Wikileaks, documento da embaixada dos EUA em Brasília endereçado aos escritórios de Assuntos Interamericanos do Departamento de Estado dos EUA, em Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, no dia 14 de março de 1973, fala sobre o assassinato do militante Suart Edgart Angel Jones, que teria sido absolvido em sessão secreta da Suprema Corte Militar dois anos após sua morte.

Assinado pelo então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, William Manning Rountree, o telegrama narra “o capítulo final do trágico caso” de Stuart Angel. “Na última semana, em uma sessão secreta, a Suprema Corte Militar reafirmou a decisão do Tribunal da Aeronáutica em absolver Jones de sua alegada contravenção ao Ato de Segurança Nacional. Como o departamento está consciente, Jones foi detido no Aeroporto Galeão (Rio) em 1971 e subsequentemente assassinado por agentes da Aeronáutica”.

Então com 25 anos, Stuart era filho do americano Norman Jones e de Zuleika Angel Jones, mais conhecida como Zuzu Angel, figurinista e estilista conhecida internacionalmente. Ele foi estudante de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e possuía dupla nacionalidade, brasileira e americana.

Na virada das décadas de 60/70, Stuart passou a militar no MR-8, grupo de ideologia socialista que fazia a luta armada contra o regime militar, onde usava os codinomes ‘Paulo’ e ‘Henrique’. Em 14 de junho de 1971, Stuart Jones foi preso, torturado e morto por membros do CISA (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica). Foi casado com a também militante e guerrilheira Sônia Morais Jones, presa, torturada e morta dois anos depois e também dada como desaparecida.

31 minutos atrás

RUBEM ALVES – Ética de princípios

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

FERREIRA GULLAR – Uma viagem inesquecível

por Cult Carioca  O AVIÃO é o mais seguro dos meios de transportes, dizem, e eu admito, embora prefira viajar de automóvel.

É um problema psicológico, sem dúvida, mas que posso fazer? Quando o carro balança ou estremece, não me aflijo, pois sei que, estando no chão, não vai cair; mas, no avião, a 10 mil metros de altura, entro em pânico. Sei que não cai, mas não adianta sabê-lo -entro em pânico assim mesmo.
Fazia quase três anos que não viajava de avião, negando-me a aceitar qualquer convite que me obrigasse a isso. E tudo por causa de dois sustos seguidos, na ponte-aérea Rio-São Paulo. O primeiro deles, vinha para o Rio de noite e, pouco antes de chegarmos, o avião deu uma balançada tão brusca que fez gente gritar assustada; a impressão era de que íamos nos precipitar no chão, mas não aconteceu nada; quando o avião pousou, os passageiros bateram palmas, não sei se ao comandante ou à providência divina. Mas, recuperado do susto, desci as escadas do avião e senti pena do pessoal que, em fila, esperava para embarcar. Aliviava-me pensar que, só dali a um mês, teria que repetir aquela viagem.
Sucede que, para os assustados, um mês passa rápido, e assim foi que, quando dei por mim, estava de novo voando para São Paulo. Com 15 minutos de vôo, o comandante informou que o aeroporto de Congonhas estava fechado e assim me vi rodando sob a tempestade durante 20 minutos antes de conseguir pousar. Salvo do desastre, prometi a mim mesmo que nunca mais poria o pé dentro de um avião. Desde aquele dia, todas as vezes que viajei para São Paulo fui de carro e me dei bem. O chofer apanhava-me à porta de casa e me deixava à porta do hotel. Além de viajar com a alma em paz, não tinha que enfrentar as filas e atrasos nos aeroportos. Cinco horas e meia de carro permitiam-me ler e escrever. Até um livro de poemas para crianças escrevi numa dessas viagens.
Anos se passaram, esqueci aqueles sustos e, talvez por isso, aceitei o convite para ir à Espanha fazer conferências e leituras de poemas. Isso foi bem antes da tragédia de Congonhas. Cláudia, que gosta de viajar e não tem medo de avião, achou ótimo e, assim, irresponsavelmente, deixei-me encantar pela possibilidade de rever Madri e, finalmente, conhecer Sevilha e Santiago de Compostela. Além do mais, ficaríamos na Residencia de los Estudiantes, onde residiram García Lorca, Juan Ramón Jiménez e Rafael Alberti. Embalado em sonhos, vi aproximar-se a data em que voaria para terras da Espanha. É certo que, em alguns momentos, acudia-me a pergunta: “E você vai estar dentro de um avião durante dez horas ininterruptas?”. Estremecia de medo, mas desviava o pensamento, já que, àquela altura, não poderia voltar atrás. E foi assim que, certa tarde de maio, Cláudia e eu, arrastando maletas, chegamos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim: embarcaríamos às 21h30.
Logo nos deparamos com uma fila enorme de passageiros que tomariam o mesmo avião. Sem muita demora, o alto-falante anunciou que o nosso vôo para Madri atrasaria cerca de uma hora. Começou a encrenca, disse a mim mesmo, e seguimos para o restaurante a fim de gastarmos o tempo. Estava lotado mas, por sorte, logo conseguimos sentar. E ali ficamos, à espera da chamada para o embarque, cujo atraso já se aproximava das duas horas. “Para que me meti nisto?”, me perguntava eu, já dentro do avião, que não se movia. Finalmente, uma voz informou, em espanhol, que deveríamos esperar mais uma hora, aguardando autorização das autoridades brasileiras.
Afinal, decolamos. Meu relógio marcava meia-noite e meia, três horas de atraso. Agora, devíamos subir pela costa brasileira, cruzar o Atlântico, passar pelo norte da África, transpor o Mediterrâneo e chegar a Madri. Após o jantar, as luzes do avião se apagaram e iniciou-se a mais longa noite de minha vida, dentro de uma espécie de torpedo voador que estremecia a cada instante. Das dez horas de viagem, seis foram de turbulências. Afinal, o avião pousou e eu, zonzo de sono, fui esperar pelas bagagens.
Os dias que se seguiram foram confortadores e inesquecíveis. Ganhamos novos amigos, tanto espanhóis como brasileiros, que nos fizeram olhar a Espanha de uma nova maneira. Só que, de vez em quando, num relance, dizia a mim mesmo: “O diabo é ter que entrar naquele avião rumo aos caos aéreo brasileiro”. E eu ainda não conhecia a opinião do presidente da Infraero: “Avião que não cai é o que está no chão”. Pois é, no chão ficarei.

 Subscribe in a reader  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  7 horas atrás

RUBEM ALVES – Ética de princípios

por Cult Carioca  AS DUAS ÉTICAS: a ética que brota da contemplação das estrelas perfeitas, imutáveis e mortas, a que os filósofos dão o nome de ética de princípios, e a ética que brota da contemplação dos jardins imperfeitos e mutáveis, mas vivos -a que os filósofos dão o nome de ética contextual.

Os jardineiros não olham para as estrelas. Eles nada sabem sobre os estrelas que alguns dizem já ter visto por revelação dos deuses. Como os homens comuns não vêem essas estrelas, eles têm de acreditar na palavra dos que dizem já as ter visto longe, muito longe… Os jardineiros só acreditam no que os seus olhos vêem. Pensam a partir da experiência: pegam a terra com as mãos e a cheiram…
Vou aplicar a metáfora a uma situação concreta. A mulher está com câncer em estado avançado. É certo que ela morrerá. Ela suspeita disso e tem medo. O médico vai visitá-la. Olhando, do fundo do seu medo, no fundo dos olhos do médico ela pergunta: “Doutor, será que eu escapo desta?” Está configurada uma situação ética. Que é que o médico vai dizer? Se o médico for um adepto da ética estelar de princípios, a resposta será simples. Ele não terá que decidir ou escolher. O princípio é claro: dizer a verdade sempre. A enferma perguntou. A resposta terá de ser a verdade. E ele, então, responderá: “Não, a senhora não escapará desta. A senhora vai morrer…” Respondeu segundo um princípio invariável para todas as situações. A lealdade a um princípio o livra de um pensamento perturbador: o que a verdade irá fazer com o corpo e a alma daquela mulher? O princípio, sendo absoluto, não leva em consideração o potencial destruidor da verdade.
Mas, se for um jardineiro, ele não se lembrará de nenhum princípio. Ele só pensará nos olhos suplicantes daquela mulher. Pensará que a sua palavra terá que produzir a bondade. E ele se perguntará: “Que palavra eu posso dizer que, não sendo um engano -“A senhora breve estará curada…’-, cuidará da mulher como se a palavra fosse um colo que acolhe uma criança?” E ele dirá: “Você me faz essa pergunta porque você está com medo de morrer. Também tenho medo de morrer…” Aí, então, os dois conversarão longamente -como se estivessem de mãos dadas …- sobre a morte que os dois haverão de enfrentar. Como sugeriu o apóstolo Paulo, a verdade está subordinada à bondade.
Pela ética de princípios, o uso da camisinha, a pesquisa das células-tronco, o aborto de fetos sem cérebro, o divórcio, a eutanásia são questões resolvidas que não requerem decisões: os princípios universais os proíbem. Mas a ética contextual nos obriga a fazer perguntas sobre o bem ou o mal que uma ação irá criar. O uso da camisinha contribui para diminuir a incidência da Aids? As pesquisas com células-tronco contribuem para trazer a cura para uma infinidade de doenças? O aborto de um feto sem cérebro contribuirá para diminuir a dor de uma mulher? O divórcio contribuirá para que homens e mulheres possam recomeçar suas vidas afetivas? A eutanásia pode ser o único caminho para libertar uma pessoa da dor que não a deixará?
Duas éticas. A única pergunta a se fazer é: “Qual delas está mais a serviço do amor?”
 Subscribe in a reader

32 minutos atrás

Por que o Mensalão tem que ser revisto

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Por que o Mensalão tem que ser revisto

PAULO NOGUEIRA 11 DE ABRIL DE 2013 0 O caso Fux é uma evidência poderosa disso. Um julgamento em circunstâncias longe das ideais Um julgamento em circunstâncias longe das ideais O caso Fux – seu encontro admitido com Dirceu quando buscava uma vaga no Supremo que o faria julgar o homem cujo favor queria – reforça um fato: o julgamento do Mensalão tem que ser urgentemente revisitado pelos brasileiros. Nem que seja para, serenamente, e dadas à defesa todas as condições de trabalho, confirmar as sentenças. Se não, há um grande risco de, mais para a frente, a sociedade lamentar não ter feito nada não, repito, para mudar o veredito – mas para submetê-lo a uma checagem humanitária, dadas as penas tão severas e lavradas em circunstâncias tão especiais: durante eleições. Foi tudo muito rápido para um julgamento tão vital. Vistas as coisas poucos meses depois, reforça-se a impressão de que foi decisiva a influência da mídia na condução das coisas. A mídia influencia cada vez menos a chamada voz rouca das ruas, como se tem observado nas urnas. Mas seu poder de intimidação diante de pessoas públicas é talvez maior que nunca, depois que foi subtraído à sociedade, e por um ministro do STF, o sagrado direito de resposta em situações de claro linchamento de reputação. Temos uma noção da importância desse direito – eliminado numa desastrada ação de Ayres Britto – quando vemos uma clássica amostra dele. Brizola era tripudiado abjetamente pelas Organizações Globo,  e um dia enfim conseguiu a chance de responder. É provável que nunca o JN tenha sido tão verdadeiro quanto neste momento em que foi editado por Brizola. Veja:  
São tantas as questões não respondidas adequadamente sobre o Mensalão – foi mesmodesvio de dinheiro público, para começo de conversa – que é uma violência tomar como definitiva a palavra de juízes submetidos a uma pressão fortíssima da mídia num espaço de tempo tão breve. Que o interesse da mídia foi plenamente atendido com o veredito ficou claro. Mas não ficou tão claro assim que o interesse público tenha sido atendido. Pense em Fux e seu comportamento instável e ciclotímico: se ele e apenas ele  tivesse votado de outra forma o veredito teria sido outro. Não se trata de gostar ou não de Dirceu, ou de Genoíno, ou do PT. Trata-se, isto sim, de ter mais clareza sobre o que é justiça neste caso. Atirar pessoas por longos períodos às celas, em circunstâncias tão controversas e sob tamanhas dúvidas, é um erro espetacular. Ainda é tempo de corrigi-lo. O passo essencial é, agora, dar tempo aos recursos da defesa. ^Topo TAGS » Brizola Globo direito de respostadcmmensalão Postado em » Política 

Sobre o autor: Paulo NogueiraVeja todos os posts do autor Paulo Nogueira

O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Related »

Reflexões sobre o Mensalão

Reflexões sobre o Mensalão

Quando jornalistas e juízes se tornam amigos, o interesse público fica ameaçado

Quando jornalistas e juízes se tornam amigos, o interesse público fica ameaçado

O único livro que presta sobre o Mensalão

O único livro que presta sobre o Mensalão

Carta aberta aos indignados com a posse de Genoíno

Carta aberta aos indignados com a posse de Genoíno

tem a ver comigo

por Betina Siegmann

Edney Souza

Professor, Palestrante, Empreendedor

Luíz Müller Blog

Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

silvio.evanni's Blog

"O HOMEM DEPENDE DO SEU PENSAMENTO" - Informação; Política; Saúde; Cultura; Esporte; Turismo...

Alexandre Melo Franco de M. Bahia

Constituição, Direitos Fundamentais, Diversidade, Teoria do Processo...

ALÔ BRASIL

O caminho para sua salvação é saber a verdade..

Joelson Miranda

ITAQUAQUECETUBA/SP

Para além da aula: blog do Professor Celso

Orientações e dicas para os estudantes do Ensino Médio

Blog do murilopohl

A serviço do PT, Democrático, Socialista e Revolucionário

Enseada Turismo

Sua agência virtual

Blog do EASON

Política, Música & Outros Papos

Poemas e contos da anja e para anja

poemas e contos sensuais e eróticos

following the open way

commenting the content of "The open way"

Mamillus de Venus

TOQUE PERTUBADO NA MENTE SUTIL

nadandonapororoca

Just another WordPress.com site

lolilolapt

Just another WordPress.com site

brazilnotes

Just another WordPress.com site

%d blogueiros gostam disto: