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Movimento contra a homofobia no futebol começa em BH e se espalha pelo país

galoqueerprinta

Página do Galo Queer no Facebook conta quase 4 mil pessoas

Felipe Prestes

Uma página criada por torcedores do Atlético-MG foi o início de um movimento que pode ser o início do fim da forte homofobia que permeia o futebol brasileiro, dos cânticos das torcidas à perseguição de jogadores supostamente homossexuais. Nesta terça (9), um grupo de atleticanos criou a página do Galo Queer no Facebook, que diz ser “o movimento anti-homofobia e anti-sexismo no futebol dos torcedores do Atlético Mineiro”.

Mais de 3,6 mil pessoas curtiram a página até a tarde desta sexta (12). A repercussão também foi grande fora das redes sociais, tornando-se notícia em diversos veículos de comunicação. Além disto, torcedores de outros grandes clubes do país também estão criando páginas e se organizando pela causa. Torcedores do rival do Atlético-MG, o Cruzeiro, foram os primeiros a aderir e sua página já tem mais de 1,4 mil curtidores. Já há páginas de pelo menos outras quatro torcidas até o fechamento desta matéria: CorinthiansPalmeiras, Grêmio (duas páginas:http://goo.gl/t2hld e http://goo.gl/hXc0U) e Internacional.

“Sou atleticana desde que me entendo por gente, mas recentemente comecei a estudar gênero e teoria feminista e, por isso, da última vez que fui ao estádio, fui com um outro olhar, e fiquei muito incomodada com a homofobia e o machismo generalizados e naturalizados por todos, mesmo por parte de pessoas que, fora do estádio, têm outra  postura em relação à diversidade, uma postura de respeito. Dessa angústia surgiu a ideia de fazer um movimento e várias pessoas gostaram da ideia e se juntaram a ele”, conta uma das organizadoras do Galo Queer.

Ela prefere não se identificar, porque além da repercussão positiva, também houve torcedores do Atlético-MG que não lidaram bem com o tema. Já foram feitas, inclusive, ameaças. “A repercussão surpreendeu muito. Fiz a página apenas para divulgar entre meus amigos, pensando que algum dia poderíamos nos organizar pra fazer algo maior. Acho que atendemos a uma demanda silenciosa. Pelo visto, muita gente que gosta de futebol já queria dar esse grito contra o machismo, a homofobia e a intolerância. Infelizmente, houve também muita repercussão negativa, mas isso já era esperado, já que estamos mexendo em um terreno muito machista e conservador. O problema são as ameaças que estamos recebendo. As pessoas se oporem ao movimento é totalmente aceitável, mas ameaças não. Se continuar assim, teremos, infelizmente, que denunciar à polícia”.

Na página do Galo Queer, torcedores registraram que foram expulsos da torcida organizada Galo Toora por apoiarem o movimento contra a homofobia. Um deles, inclusive, era fundador da torcida organizada. Por outro lado, a diretoria do Atlético-MG manifestou, em reportagem feita pelo Globo Esporte, que é “a favor de qualquer iniciativa que venha a combater todo tipo de preconceito”. “Ainda não entramos em contato com a Diretoria do time, por falta de tempo mesmo, mas pretendemos entrar. Ficamos sabendo, no entanto, através da reportagem, que a Diretoria é favorável ao movimento e ficamos muito felizes de ver que o nosso time tem essa postura de respeito à diversidade e combate ao preconceito”, afirma a organizadora do Galo Queer.

Para a atleticana, o futebol hoje é uma “arena de exceção” onde o preconceito e a intolerância são permitidos. “O sexismo e a homofobia no futebol são gigantes e temas totalmente intocados. Enquanto existirem essas arenas de exceção onde o preconceito é permitido, o preconceito e a intolerância nunca acabarão. Discutir machismo e homofobia no futebol é uma questão urgente”, afirma.

torcedora

“Houve uma abertura para as torcedoras, mas na questão da homofobia nos estádios não se avançou um centímetro” | Foto: SC Internacional

Queremos levar a discussão até as arquibancadas, afirma criador de página do Inter

O sociólogo Diego Dresch, que foi um dos criadores da página do Internacional, cujo nome atual é QUEERlorado (pessoas que aderiram sugeriram outros nomes, como Colorido), conta que a ideia surgiu depois de ler sobre a Galo Queer. “Tive uma conversa com uma amiga colorada que também debate temas como homofobia e sexismo, é mestra em gênero, e concluímos que está na hora de iniciar esta discussão no Internacional”.

O objetivo inicial, de acordo com Diego, é fazer com que a página ganhe visibilidade (até o fechamento desta matéria 200 pessoas tinham curtido) e estimule o debate. Num segundo momento, é fazer com que chegue às arquibancadas, embora ele esclareça que não se trata de uma torcida organizada. “A página é uma ferramenta para o debate, não um fim. Queremos levar esta discussão até onde pudermos. Vamos tentar levá-la às arquibancadas, a começar por discutir os cantos homofóbicos, e também dialogar com a direção, para que sejam feitas campanhas”.

O sociólogo acredita que a questão da presença feminina nos estádios evoluiu bastante, ao contrário da homofobia, em que não houve qualquer avanço. “Até o final dos anos 1990, as mulheres ainda eram hostilizadas quando iam aos estádios. Houve uma abertura para as torcedoras. Infelizmente, na questão da homofobia nos estádios não se avançou um centímetro. Ainda é o principal tema dos xingamentos a adversários”.

Diego acredita que a discussão nos estádios pode influenciar bastante o combate à homofobia na sociedade como um todo. “É um micro-espaço em que diferentes camadas da sociedade estão representadas. Há pessoas de diferentes classes sociais, regiões da cidade e até do estado. Então, se você for fazer uma campanha contra a homofobia na zonal sul de Porto Alegre, por exemplo, você vai falar apenas para as pessoas que vivem lá. No estádio, não terá esta limitação”, exemplifica.

coligay

Fac simile da edição 681 da Revista Placar, de 10 de junho de 1983

Torcidas gays no Brasil acabaram sendo vítimas da homofobia

Os atuais movimentos não são torcidas organizadas. Ainda assim, vale recordar que o país já teve torcidas formadas por gays. No final dos anos 1970, surgiram a Coligay, do Grêmio; e a FlaGay, do Flamengo. A primeira delas foi a do clube gaúcho, que apareceu pela primeira vez em um Grêmio x Santa Cruz pelo campeonato estadual, em 9 de abril de 1977, segundo a Revista Placar.

Um grupo de torcedores gays que há muito tempo frequentava o Estádio Olímpico decidiu formar a torcida. Segundo a revista, eram cerca de sessenta torcedores. O nome Coligay derivava da boate Coliseu, que era frequentada pela comunidade LGBT. A torcida virou motivo de piadas homofóbicas por parte de torcedores do Internacional, o que ajudou a gerar uma repressão velada de torcedores gremistas e da direção do clube. Assim, a torcida não durou muito, embora tenha ensaiado voltar nos anos 80.

A FlaGay foi criada em 1979 e também durou poucos anos nos estádios, embora oficialmente ainda exista. Em 2003, após 20 anos fora das arquibancadas, o presidente da torcida, Raimundo Pereira, anunciou o retorno do grupo. Entretanto, a Associação das Torcidas Organizadas do Flamengo (AtorFla) ameaçou barrar a FlaGay. “Pode chamar de discriminação, mas não aceitamos ‘viadagem’ na nação rubro-negra”, disse à época José Carlos Peruano, então presidente da AtorFla. A torcida também recebeu ameaças de skinheads e acabou desistindo do retorno.

MP espera liminar para suspender licitação do Maracanã

  • Ministério Público explica motivos de ação na Justiça
  • Segundo órgão, demolições de parque aquático e estádio de atletismo não são necessárias

CAROLINA OLIVEIRA CASTRO(EMAIL·FACEBOOK·TWITTER)

Publicado:10/04/13 – 13h21
Atualizado:10/04/13 – 13h34

O estádio do Maracanã em obras para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014
Foto: Sergio Moraes / Reuters

O estádio do Maracanã em obras para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014 Sergio Moraes / Reuters

RIO – O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro explicou nesta quarta-feira os motivos da ação na Justiça que impetrou na véspera para suspender o processo de licitação do Maracanã. O anúncio do vencedor da licitação está marcado para amanhã, às 10h. O MP espera conseguir com a ação (em conjunto com o MP federal) uma liminar para impedir a decisão sobre quem vai gerir o estádio da final da Copa do Mundo de 2014. Segundo o órgão, há irregularidades na licitação. De acordo com o promotor do MP, Eduardo Carvalho, não há qualquer documento da Fifa, do Comitê Olímpico Internacional (COI) ou do Comitê Organizador Local (COL) da Copa que recomende a derrubada do Parque Aquático Júlio Delamare e do estádio de atletismo Célio de Barros, prevista no edital.

Em coletiva no Centro do Rio, Carvalho informou ainda que a empresa IMX Holdings, que fez o estudo de viabilidade econômica do estádio, não poderia participar da concorrência para administrar o Maracanã. No entender do MP, a empresa poderia ser favorecida no processo.

– As informações que constam no edital deixam claro que houve uma desigualdade de concorrência entre os interessados pela licitação, e por isso o MP pede a suspensão – disse o promotor.

Carvalho afirmou ainda que seria mais lucrativo se o Maracanã continuasse sob o comando do estado, em vez de ser passado à iniciativa privada.

– O edital do jeito que está sendo feito não é vantajoso para as partes. Existem formas mais viáveis economicamente de fazer isso – explicou.

Os Ministérios Públicos federal e estadual entraram com ação conjunta nesta terça-feira para questionar pontos do edital. O mais preocupante, segundo os MPs, é que não explica como serão investidos os R$ 594.162.148,71 que a concessionária desembolsará nas obras no Complexo do Maracanã. Em uma das dez notas de esclarecimento publicadas no Diário Oficial do estado depois do lançamento do edital, uma tabela indica como este dinheiro será distribuído. O valor é um pouco mais da metade do que custou a reconstrução do Maracanã (cerca de R$ 957 milhões, segundo o Tribunal de Contas da União).

O MP também questiona o fato de não constar do edital um estudo de viabilidade econômica do entorno do Maracanã e o curto prazo dado aos interessados para vistoriar o estádio. O MP considerou pouco quatro dias apenas, como determinava o documento, para as empresas interessadas estudarem o edital, demostrarem interesse e marcarem a visita técnica. Como publicou O GLOBO ontem, duas empresas ganharam na Justiça o direito de concluir o o tempo previsto em contrato para o uso dos camarotes do Maracanã. Pela decisão, o concessionário do estádio terá de esperar pelo fim do contrato com essas para poder vender os camarotes.

Esta é a segunda ação do Ministério Público contra o edital. Nesta terça-feira, o Tribunal de Contas do Estado aprovou o edital, mas com ressalvas. O TCE determinou que um estudo mais detalhado dos gastos lhe seja entregue para poder verificar se as opções de gastos são as mais econômicas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/copa-das-confederacoes/mp-espera-liminar-para-suspender-licitacao-do-maracana-8076883#ixzz2Q4yULkXC 
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Ronaldo Fenômeno está certo quando diz que o futebol precisa se renovar, mas não será com ele

KIKO NOGUEIRA 7 DE ABRIL DE 2013 4

As declarações do ex-jogador e empresário contra Marin devem ser ouvidas com três pés atrás.

Com o padrinho Ricardo Teixeira

Com o padrinho Ricardo Teixeira

 

O colunista Ilimar Franco, do Globo, escreveu que o governo Dilma estaria interessado em se livrar do presidente da CBF, José Maria Marin. A imagem dele seria ruim para a Copa. Ilimar fala numa operação casada com o presidente da Fifa, Joseph Blatter. O nome em que eles apostam, segundo a coluna: Ronaldo Fenômeno, com sua “boa imagem internacional e o carisma”.

Vamos supor que a nota esteja correta (ainda que 398 cronistas esportivos já tenham dito que a Fifa não ouve governo nenhum e que a CBF tentará emplacar o cartola Marco Polo Del Nero, enquanto outros 962 mencionam Andrés Sanchez).

Mesmo assim: Ronaldo pode ser quase tudo, mas não é renovação. É mais do mesmo.

Seu candidato para o lugar de Marin é o amigo Andrés Sanchez, que o levou para o Corinthians na fase gorda. Andrés é um homem de Ricardo Teixeira, que indicou Ronaldo para o cargo no Comitê Organizador Local do torneio, o COL.

Suas críticas a Marin devem ser ouvidas com dois pés atrás. “Não sei até onde pode haver mudanças com este movimento”, disse ele a respeito do abaixo assinado organizado pelo filho do jornalista Vladimir Herzog, Ivo, e Romário, pedindo a saída de Marin. “O que eles querem é o que eu também quero. Um choque de ordem no futebol brasileiro. Tem muita coisa que não queremos mais ver: falta de transparência, calendários ruins, brigas de torcidas… E se o Marin não consegue fazer isso… Tem de trocar. E tem de entrar alguém capaz de pôr tudo isso em prática. A CBF precisa se modernizar. O futebol precisa de pessoas jovens e dinâmicas, de ideias novas”.

Falta transparência, sem dúvida. Ronaldo vai comentar em junho a Copa das Confederações. É o mais novo contratado da TV Globo. Três clientes de sua 9ine estão entre possíveis convocados: Neymar, Lucas e Leandro Damião. A questão não é se ele será isento e sensato nos comentários. Suponhamos que seja. Mas o conflito de interesses claro deveria impedi-lo a priori. Ou, durante a transmissão, aparecerá uma faixa dizendo, a cada vez que Neymar pegar na bola: “Este jogador é agenciado por Ronaldo Fenômeno”? Na condição de membro do comitê, ele também poderá opinar sobre a organização do Mundial.

“Na última viagem a Brasília, o ministro Aldo Rebelo, do Esporte, conversando comigo, falou que tenho qualidades para ser um ótimo político. Tenho outra missão”, afirmou Ronaldo. “Quero fazer a politicagem dentro do esporte, porque acho que o futebol tem muito o que melhorar. Seria um desafio incrível também entrar na política”.

Se o problema do futebol é a politicagem, por que precisaríamos de mais politicagem? Ronaldo está certo quando diz que temos muito o que melhorar. Mas não será com ele.

 

Sobre o autor: Kiko NogueiraVeja todos os posts do autor 
Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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FIFA não proíbe a venda dos acarajés e sim as baianas pelo cheiro forte causado do material utilizado pelas baianas

por Rosangela Basso
 
FIFA não proíbe a venda dos acarajés e sim as baianas pelo cheiro forte causado do material utilizado pelas baianas

Cuma??? vão chamar as redes de fast food para fazer os acarajés?

Baianas protestam contra proibição na frente da Arena Fonte Nova

Tiago Di Araujo
tiago.araujo@redebahia.com.br  A discussão sobre a venda de acarajé pelas baianas dentro da Arena Fonte Nova voltou à tona na manhã desta sexta-feira (5). Devido a inauguração do estádio que acontece nesta manhã com a presença da presidente Dilma Rousseff, as baianas se concentraram na frente da Arena para protestar contra a suposta proibição de acesso delas ao estádio. Segundo a gestora do Memorial das Baianas, Maura Cristina, o objetivo do protesto que envolve cerca de 50 baianas, é ressaltar importância das baianas na cultura baiana. “O ofício das baianas de acarajé é um patrimônio imaterial tombado e deve ser respeitado”, alertou a gestora. De acordo com Maura, a FIFA não proíbe a venda dos acarajés no estádio e sim as baianas por conta do cheiro forte causado com o manuseio do material utilizado pelas baianas. “A cultura é isso. É tabuleiro, baiana, dendê e tudo que envolve. Não se pode acabar com a cultura para satisfazer os patrocinadores e vender acarajé de microondas”, disse. Além do protesto, as baianas buscam a entrega de uma petição pública que reúne cerca de 16 mil assinaturas, em que solicita a permissão da venda dos acarajés através das baianas dentro da Arena. O abaixo-assinado pode ser verificado no site da Associação Nacional das Baianas.  Vale lembrar, que uma pesquisa no início deste ano, apontou as baianas em primeiro lugar em qualidade no atendimento. Sete em cada dez soteropolitanos avaliam o atendimento das baianas como bom ou ótimo. Matéria original: iBahia

21 horas atrás

Boa notícia: Dilma força Fifa a liberar o acarajé na Copa

por Rosangela Basso
 
 
Boa notícia: Dilma força Fifa a liberar o acarajé na Copa  
Fernando Rodrigues 
Presidente convidou vendedoras de acarajé para cerimônia de hoje no estádio da Fonte Nova. Gesto foi recebido como apoio à liberação do comércio no entorno dos estádios da Copa. Além de proibir que o estádio Mané Garrincha seja chamado pelo nome durante suas copas, a Fifa também vetou a venda de acarajés nos arredores do estádio de futebol de Salvador (BA) durante os seus eventos. Na manhã de hoje (5.abr.2013), a presidente Dilma Rousseff sinalizou que pode encrencar com essa proibição da Fifa. Partiu da Presidência da República o convite para que as baianas vendedoras de acarajé estivessem dentro da Arena Fonte Nova no evento oficial de inauguração do estádio, em Salvador. O gesto sinaliza apoio do governo brasileiro à tentativa das baianas de derrubar a proibição da Fifa ao comércio nos arredores dos estádios da Copa. A atitude de Dilma vai na mesma linha adotada pelo governador Jaques Wagner, aliado da presidente e também filiado ao PT. Ele tem apoiado publicamente a liberação do acarajé no estádio. Antes da inauguração, outro funcionário do governo federal também se posicionou publicamente a favor da venda de acarajé na Fonte Nova: o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento e Turismo, Fábio Mota, que falou sobre o assunto em entrevista a uma rádio. As baianas aproveitaram a presença das autoridades para entregar um abaixo-assinado com mais de 16 mil assinaturas a favor da venda de acarajé a um assessor de Dilma. Ronaldo e Aldo RebeloO movimento espera ainda que o ex-jogador Ronaldo, do Comitê Organizador Local da Copa, e o ministro Aldo Rebelo (Esporte) recebam o abaixo-assinado e também ajudem a pressionar a Fifa a não proibir a venda de acarajé. Os dois estão entre os destinatários do abaixo-assinado entregue hoje à Presidência da República. A coleta de assinaturas começou em outubro de 2012 por meio do site Change.org. A Associação das Baianas de Acarajé e Vendedoras de Mingau é a autora da petição. Além do empenho próprio em divulgar a causa, as baianas contam ainda com apoio da equipe do Change.org, que ajuda os autores de alguns abaixo-assinados a levarem suas reivindicações adiante. Presente em 196 países, o Change.org tem no currículo alguns resultados de peso. Já conseguiu fazer Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, mudar de opinião e apoiar publicamente o direito de as mulheres dirigirem carros após uma petição iniciada por mulheres sauditas conseguir 22.986 apoiadores. Post scriptum: acarajé, para quem não sabe, é um petisco da culinária afro-brasileira, muito tradicional na Bahia. É um bolinho frito em azeite de dendê e feito com massa de feijão-fradinho, cebola e sal. Após a fritura, é cortado ao meio e recheado –em geral, com camarão.

Inter x Grêmio

por Gilmar Crestani
 

 

Primeiro vamos falar sobre o famoso "O Inter só nasceu em 2006", que foi muito comentado no aniversário do clube de 104 anos ontem. Isso acontece por que os segundinos deliram com a falta de títulos, então vamos aos fatos:
O Porto-Alegrense ganhou seu primeiro título de verdade(que não fosse gaúchão) em 1981, quando venceu o Campeonato Brasileiro, porém, quando o Porto-Alegrense nasceu o Internacional já existia internacionalmente há muito tempo. Você sabe o que o colorado já havia conquistado até a data do primeiro título do Grêmio?

O Internacional já era na época (é até hoje) o único Octacampeão gaúcho, isso mesmo, o time dos segundinos ficou oito anos sem ganhar um gaúchão do colorado.

O Internacional foi o primeiro clube gaúcho a vencer um clube paulista jogando em São Paulo, ao vencer o quase imbatível Corinthians, invicto a 15 jogos em 1967.

O Internacional foi o primeiro clube gaúcho a disputar a Libertadores, em 1976.

O Internacional já havia sido vice-campeão da Libertadores em 1980 e terceiro lugar em 1977.
Os segundinos nunca haviam participado desta competição.

O Internacional era tricampeão Brasileiro.
Os segundinos só tinham chegado ao quarto lugar

O Internacional tinha dois vice-campeonatos do Brasileirão.
Os segundinos nenhum.

O Internacional tinha chegado na terceira posição do Brasileirão em 4 oportunidades.
Os segundinos em nenhuma.

O Internacional tinha chegado em quarto lugar em 3 oportunidades.
Os segundinos em 4 oportunidades.

O Internacional ficou abaixo da 5º colocação do campeonato apenas em 1977 e em 1981.
Neste mesmo período, a melhor colocação do Grêmio em todos os Campeonatos Brasileiros era o quarto lugar, conquistado por quatro vezes, seguido do quinto lugar, conquistado por três vezes.

O Internacional tinha 26 títulos gaúchos contra 22 do rival.

O Internacional foi o primeiro e único clube gaúcho a conquistar o Campeonato Gaúcho vencendo todas as partidas disputadas, com 18 vitórias em 1974.

O Internacional já havia vencido mais gre-nais do que o rival.

O Internacional é ao lado do Palmeiras o único clube a vencer um Campeonato Brasileiro invicto, em 1979

O Internacional tinha o primeiro jogador de clubes gaúchos a vencer a bola de ouro de melhor jogador do Brasileirão, com Falcão em 1976.

Tudo isso que você leu até agora aconteceu antes do primeiro título da história do Grêmio.

Segundo assunto: Até hoje o Internacional não fez nenhuma partida na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, podem compartilhar o vídeo do Paulo Brito falando “O Internacional está rebaixado” mas por que não compartilham o vídeo que ele avisa que o Internacional pagou o também segundino Silas na mesma época(pois foi pressionado pela FIFA, com AMEAÇA de rebaixamento, o que eu duvido que fizessem)¿ Mesmo que venham falar que o Inter tinha uma dívida, vem a questão o seguinte: Qual o clube de futebol que não tem uma dívida¿ Enfim, não existe uma partida que o Internacional tenha feito pela segunda divisão.

Sobre a taça Roberto Gomes Pedrosa, a taça de prata, novo argumento grêmista eu não vou comentar, mas sim creditar ao colorado João Stock que fez este post sensacional, e que eu fiquei sem argumentos pra comentar sobre o assunto, tamanha perfeição:

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“João Stock - 17/11/2012
Pra começo de conversa, essa história de Inter jogar segunda divisão antes de 71 nunca existiu.
Isso porque taça de prata era um dos nomes dado ao Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão.
Se era segunda divisão, como o Palmeiras tem dois títulos brasileiros considerados desse torneio? Santos e Fluminense tem um título brasileiro cada, também por jogar a Taça de Prata. O apelido surgiu para diferenciar da Taça Brasil, que é mais antigo e também ocorreu nos anos em que havia o Robertão.

A Taça de Prata só foi segunda divisão nos anos 80, e nessa época o Inter nunca jogou essa modalidade. Daí vem a confusão dos gremistas, misturando a Taça de Prata dos anos 60, que era Robertão, com a Taça de Prata dos anos 80, que era de fato a segundona.

Só como informação, não havia nem como realizar segundona na época. O João Havelange, criador da Taça Brasil e do Robertão, afirmava que era dificil criar um torneio brasileiro com muitos times, porque na época havia muita dificuldade de transporte e locomoção. Foi por esse motivo que a Taça Brasil só levava o campeão estadual para a disputa. Imaginem se haveria possibilidade segunda divisão.

Sobre a Taça de Prata, que o Grêmio também jogou, em 1967 há uma curiosidade. O Inter poderia ser campeão depois de ter goleado o Corinthians por 3 a 0. Mas para isso precisavas que o Palmeiras perdesse seu último jogo. Pois o Palmeiras ganhou, por 2 a 1, e seu adversário era justamente o Grêmio.

O ascenso e descenso mesmo, entre séries A e B, foi criado somente em 1988. A partir daí podemos falar em rebaixamento, que consiste em colocar times de pior campanha do campeonato em divisões de acesso.
Desde lá sabemos bem quem é o bi-rebaixado do RS e quem nunca pisou numa Série B.”

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E mesmo que alguém invente que aquele negócio de “Após a unificação dos campeonatos por parte da CBF, o clube que mais disputou o campeonato brasileiro é o Grêmio” é verdade por que é reconhecido pela CBF, eu quero saber por que não dizem que a Copa Toyota não é reconhecida pela CBF nem pela FIFA¿ Já que o reconhecimento é tão importante assim, eles não seriam campeões do mundo(Mas não vou entrar nesse mérito, nós colorados não precisamos deste jogo sujo pra tentar diminuir o rival, eles são sim campeões do mundo, pois era o campeonato da época, assim como nós nunca disputamos a segunda divisão e eles querem achar uma forma de fazer isso ser mentira, é questão de discernimento pra deixar o clubismo de lado).
PS: Essa frase da unificação de títulos que eles postam é uma inverdade, e já foi explicado acima, até por que, se os campeões da taça de prata estão lá na CBF como campeões brasileiros, então como dizer que eles são campeões brasileiros e não disputaram a primeira divisão daquele ano¿

A outra corneta famosa é aquela: “O Grêmio ganhou um gre-nal de 10x0”, mas você sabia que o Internacional já venceu um grê-nal por 11x0¿ E quem publicou isso foi o próprio David Coimbra, o maior grêmista da imprensa gaúcha(mentira, ele diz que não tem time, compreensível devido sua imparcialidade. Só que nunca, haha). O glorioso Rolo Compressor, que destruiu com os segundinos na década de 30~40 ganhou aquele gre-nal de 1º de novembro de 1938 por 6x0, mas aí tu me pergunta “o que isso tem a ver com o grê-nal dos 11x0¿!” Pois então, acreditem, o árbitro decidiu que ia anular os outros cinco gols. Ao final do jogo, o indignado presidente do Inter Ildo Meneghetti foi até o árbitro da partida: "Por que anulaste tantos gols?" "Era muito gol para um grenal" respondeu o árbitro. Todas essas informações estão na Wikipédia e no livro “A história dos gre-nais” de David Coimbra.

Para não ficarmos apenas “nos defendendo” neste post, vamos lembrar que o Grêmio(Não, não, deixa a poltrona 36 pra falar em uma outra hora, haha) foi rebaixado em 1991, e terminou a segunda divisão em 9º em 1992... Ah mas então o Grêmio é tri rebaixado? É s.... Ah não, pera! O Grêmio não é tri-rebaixado, vamos ser justos com eles também, afinal o Grêmio não disputou nenhuma partida na segunda divisão de 1993, graças à virada de mesa que conseguiu junto à CBF e subiu à primeira divisão acompanhado de mais 9 equipes(Se classificariam apenas campeão e vice, mas a jogada na CBF classificou os 12 primeiros).

Quando o Porto-Alegrense nasceu nacionalmente o nosso colorado já havia nascido para o mundo a muito tempo, o que eles tem é recalque! Este mesmo recalque fez a direção grêmista “cair de boca” na cilada do contrato da OAS, sabe por que¿ Por que eles tinham certeza de que roubariam a copa do Beira-Rio, o que seria bisonho e um mico nacional para todos nós colorados e geraria uma receita que faria o Grêmio conseguir pagar a arena, mas enfim, eles não conseguiram a Copa e agora estão com a arena padrão UEFA, FIFA, e todas aquelas frescuradas que eles falam, na qual pagam um aluguel maior do que o lucro anual do clube durante os últimos 500 anos, para jogar numa plantação de batatas com obra inacabada e com partes interditadas.

Saudações Coloradas





L.O

Primeiro vamos falar sobre o famoso “O Inter só nasceu em 2006”, que foi muito comentado no aniversário do clube de 104 anos ontem. Isso acontece por que os seg…undinos deliram com a falta de títulos, então vamos aos fatos: 
O Porto-Alegrense ganhou seu primeiro título de verdade(que não fosse gaúchão) em 1981, quando venceu o Campeonato Brasileiro, porém, quando o Porto-Alegrense nasceu o Internacional já existia internacionalmente há muito tempo. Você sabe o que o colorado já havia conquistado até a data do primeiro título do Grêmio? 
O Internacional já era na época (é até hoje) o único Octacampeão gaúcho, isso mesmo, o time dos segundinos ficou oito anos sem ganhar um gaúchão do colorado. 
O Internacional foi o primeiro clube gaúcho a vencer um clube paulista jogando em São Paulo, ao vencer o quase imbatível Corinthians, invicto a 15 jogos em 1967. 
O Internacional foi o primeiro clube gaúcho a disputar a Libertadores, em 1976. 
O Internacional já havia sido vice-campeão da Libertadores em 1980 e terceiro lugar em 1977. 
Os segundinos nunca haviam participado desta competição. 
O Internacional era tricampeão Brasileiro. 
Os segundinos só tinham chegado ao quarto lugar 
O Internacional tinha dois vice-campeonatos do Brasileirão. 
Os segundinos nenhum. 
O Internacional tinha chegado na terceira posição do Brasileirão em 4 oportunidades. 
Os segundinos em nenhuma. 
O Internacional tinha chegado em quarto lugar em 3 oportunidades. 
Os segundinos em 4 oportunidades. 
O Internacional ficou abaixo da 5º colocação do campeonato apenas em 1977 e em 1981. 
Neste mesmo período, a melhor colocação do Grêmio em todos os Campeonatos Brasileiros era o quarto lugar, conquistado por quatro vezes, seguido do quinto lugar, conquistado por três vezes. 
O Internacional tinha 26 títulos gaúchos contra 22 do rival. 
O Internacional foi o primeiro e único clube gaúcho a conquistar o Campeonato Gaúcho vencendo todas as partidas disputadas, com 18 vitórias em 1974. 
O Internacional já havia vencido mais gre-nais do que o rival. 
O Internacional é ao lado do Palmeiras o único clube a vencer um Campeonato Brasileiro invicto, em 1979 
O Internacional tinha o primeiro jogador de clubes gaúchos a vencer a bola de ouro de melhor jogador do Brasileirão, com Falcão em 1976. 
Tudo isso que você leu até agora aconteceu antes do primeiro título da história do Grêmio. 
Segundo assunto: Até hoje o Internacional não fez nenhuma partida na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, podem compartilhar o vídeo do Paulo Brito falando “O Internacional está rebaixado” mas por que não compartilham o vídeo que ele avisa que o Internacional pagou o também segundino Silas na mesma época(pois foi pressionado pela FIFA, com AMEAÇA de rebaixamento, o que eu duvido que fizessem)¿ Mesmo que venham falar que o Inter tinha uma dívida, vem a questão o seguinte: Qual o clube de futebol que não tem uma dívida¿ Enfim, não existe uma partida que o Internacional tenha feito pela segunda divisão. 
Sobre a taça Roberto Gomes Pedrosa, a taça de prata, novo argumento grêmista eu não vou comentar, mas sim creditar ao colorado João Stock que fez este post sensacional, e que eu fiquei sem argumentos pra comentar sobre o assunto, tamanha perfeição: 
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“João Stock – 17/11/2012 
Pra começo de conversa, essa história de Inter jogar segunda divisão antes de 71 nunca existiu. 
Isso porque taça de prata era um dos nomes dado ao Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão. 
Se era segunda divisão, como o Palmeiras tem dois títulos brasileiros considerados desse torneio? Santos e Fluminense tem um título brasileiro cada, também por jogar a Taça de Prata. O apelido surgiu para diferenciar da Taça Brasil, que é mais antigo e também ocorreu nos anos em que havia o Robertão. 
A Taça de Prata só foi segunda divisão nos anos 80, e nessa época o Inter nunca jogou essa modalidade. Daí vem a confusão dos gremistas, misturando a Taça de Prata dos anos 60, que era Robertão, com a Taça de Prata dos anos 80, que era de fato a segundona. 
Só como informação, não havia nem como realizar segundona na época. O João Havelange, criador da Taça Brasil e do Robertão, afirmava que era dificil criar um torneio brasileiro com muitos times, porque na época havia muita dificuldade de transporte e locomoção. Foi por esse motivo que a Taça Brasil só levava o campeão estadual para a disputa. Imaginem se haveria possibilidade segunda divisão. 
Sobre a Taça de Prata, que o Grêmio também jogou, em 1967 há uma curiosidade. O Inter poderia ser campeão depois de ter goleado o Corinthians por 3 a 0. Mas para isso precisavas que o Palmeiras perdesse seu último jogo. Pois o Palmeiras ganhou, por 2 a 1, e seu adversário era justamente o Grêmio. 
O ascenso e descenso mesmo, entre séries A e B, foi criado somente em 1988. A partir daí podemos falar em rebaixamento, que consiste em colocar times de pior campanha do campeonato em divisões de acesso. 
Desde lá sabemos bem quem é o bi-rebaixado do RS e quem nunca pisou numa Série B.” 
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E mesmo que alguém invente que aquele negócio de “Após a unificação dos campeonatos por parte da CBF, o clube que mais disputou o campeonato brasileiro é o Grêmio” é verdade por que é reconhecido pela CBF, eu quero saber por que não dizem que a Copa Toyota não é reconhecida pela CBF nem pela FIFA¿ Já que o reconhecimento é tão importante assim, eles não seriam campeões do mundo(Mas não vou entrar nesse mérito, nós colorados não precisamos deste jogo sujo pra tentar diminuir o rival, eles são sim campeões do mundo, pois era o campeonato da época, assim como nós nunca disputamos a segunda divisão e eles querem achar uma forma de fazer isso ser mentira, é questão de discernimento pra deixar o clubismo de lado). 
PS: Essa frase da unificação de títulos que eles postam é uma inverdade, e já foi explicado acima, até por que, se os campeões da taça de prata estão lá na CBF como campeões brasileiros, então como dizer que eles são campeões brasileiros e não disputaram a primeira divisão daquele ano¿ 
A outra corneta famosa é aquela: “O Grêmio ganhou um gre-nal de 10×0”, mas você sabia que o Internacional já venceu um grê-nal por 11×0¿ E quem publicou isso foi o próprio David Coimbra, o maior grêmista da imprensa gaúcha(mentira, ele diz que não tem time, compreensível devido sua imparcialidade. Só que nunca, haha). O glorioso Rolo Compressor, que destruiu com os segundinos na década de 30~40 ganhou aquele gre-nal de 1º de novembro de 1938 por 6×0, mas aí tu me pergunta “o que isso tem a ver com o grê-nal dos 11×0¿!” Pois então, acreditem, o árbitro decidiu que ia anular os outros cinco gols. Ao final do jogo, o indignado presidente do Inter Ildo Meneghetti foi até o árbitro da partida: “Por que anulaste tantos gols?” “Era muito gol para um grenal” respondeu o árbitro. Todas essas informações estão na Wikipédia e no livro “A história dos gre-nais” de David Coimbra. 
Para não ficarmos apenas “nos defendendo” neste post, vamos lembrar que o Grêmio(Não, não, deixa a poltrona 36 pra falar em uma outra hora, haha) foi rebaixado em 1991, e terminou a segunda divisão em 9º em 1992… Ah mas então o Grêmio é tri rebaixado? É s…. Ah não, pera! O Grêmio não é tri-rebaixado, vamos ser justos com eles também, afinal o Grêmio não disputou nenhuma partida na segunda divisão de 1993, graças à virada de mesa que conseguiu junto à CBF e subiu à primeira divisão acompanhado de mais 9 equipes(Se classificariam apenas campeão e vice, mas a jogada na CBF classificou os 12 primeiros). 
Quando o Porto-Alegrense nasceu nacionalmente o nosso colorado já havia nascido para o mundo a muito tempo, o que eles tem é recalque! Este mesmo recalque fez a direção grêmista “cair de boca” na cilada do contrato da OAS, sabe por que¿ Por que eles tinham certeza de que roubariam a copa do Beira-Rio, o que seria bisonho e um mico nacional para todos nós colorados e geraria uma receita que faria o Grêmio conseguir pagar a arena, mas enfim, eles não conseguiram a Copa e agora estão com a arena padrão UEFA, FIFA, e todas aquelas frescuradas que eles falam, na qual pagam um aluguel maior do que o lucro anual do clube durante os últimos 500 anos, para jogar numa plantação de batatas com obra inacabada e com partes interditadas. 
Saudações Coloradas

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