Tag Archive: CULTURA


“damaged” – a angústia concentrada do black flag

OBVIOUS por Henrique Fernandes Coradini
 

Toda a revolta e êxtase do primeiro disco do Black Flag, “Damaged”, estreia de Henry Rollins como vocalista da banda.

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5 horas atrás

o que se quer?

OBVIOUS por Gustavo Piffer
 

“…Como três boas pequenas irmãs, Anna nos empurrou lento e suavemente. Todas as minhas dores tinham desaparecido. As pessoas que eu mais gosto em todo o mundo estavam comigo. Eu podia ouvir sua conversa em torno de mim. Eu podia sentir a presença de seus corpos, o calor de suas mãos. Eu queria segurar o rápido momento e pensei: “Aconteça o que acontecer, esta é a felicidade”. Não posso desejar algo melhor. Agora, por alguns minutos, posso experimentar a perfeição. E eu me sinto profundamente grata a minha vida, que me deu tanto.”

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5 horas atrás

quantos cavalos valho?

OBVIOUS por arxvis
 

o monstro mais atemorizante tem o sorriso mais manso

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5 horas atrás

mulheres, vocês são belas!

OBVIOUS por Rui Caeiro
 

A Dove lançou uma nova campanha que pretende mostrar como a visão que temos sobre o nosso próprio corpo é, muitas vezes, mais negativa do que aquilo que é percecionada pelos olhos de terceiros. Em 3 minutos fica a prova que temos de ser menos exigentes.

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5 horas atrás

“o mestre”: a religião, o cinema e a hipnose

OBVIOUS por Rafael Monteiro
 

“O Mestre” não é um filme religioso. É uma história sobre as relações humanas e o que elas provocam. Uma trama concentrada em dois: criador e criatura, admiração e inveja, equilíbrio e raiva, ou, se assim preferir, apenas Freddie Queel e Lancaster Dodd

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5 horas atrás

Repórter Brasil exibe série sobre desafios dos povos indígenas brasileiros

RACISMO por racismoambiental
 

TV Brasil – “O território é onde vivem, trabalham, sofrem e sonham todos os brasileiros”, dizia o geógrafo Milton Santos. Espaço de afirmação cultural, é também um lugar geográfico. É terra que, para os povos indígenas, representa a resistência e a possibilidade de futuro. “A garantia da terra é o que garante também a sobrevivência dos povos indígenas, a proteção”, sintetiza o coordenador do Conselho Indígena de Roraima, Mário Nicário, um dos personagens da história que o Repórter Brasil, telejornal da TV Brasil, vai exibir, a partir desta segunda-feira (15) na série Territórios de Resistências.

Composta por cinco reportagens especiais, a série marca as comemorações em torno do Dia do Índio, 19 de abril, e será exibida até esta data a partir das 21h. Ela aborda faces da resistência dos povos indígenas, começando pelos guarani-kaiowá, em Mato Grosso do Sul. Lá, revela como esses espaços foram ocupados por brancos e quais as consequências disso: da redução do número de idiomas indígenas falados no país à morte em conflitos motivados, em geral, por disputas pelas terras e pelos recursos naturais que elas guardam. As matérias também mostram a situação dos fazendeiros, que possuem a posse legal da terra e querem que a indenização para desapropriação leve em conta o valor das benfeitorias feitas e do terreno nu. Isso porque, de acordo com a Constituição Federal, apenas o valor das benfeitorias deve ser recompensado, no caso de terras indígenas.

A equipe da TV Brasil viajou em busca de expressões culturais que marcam a identidade brasileira, assim como da riqueza das paisagens que enchem olhos e telas. Nas aldeias, viu também a dificuldade de se garantir acesso aos direitos mais básicos, como o direito à saúde. A infraestrutura precária de saneamento e dos postos de saúde foi registrada pela equipe, que mostra como doenças causadas por um problema antigo, o contato com os brancos, ainda coloca em risco a vida dessa parcela da população. É o caso dos povos Suruí, em Rondônia, que, desde 1969, sofrem com sarampo e tuberculose, duas das doenças que foram responsáveis pela redução da população local de cinco mil para apenas trezentas pessoas.

Plantações de novas culturas, criação de gado, reflorestamento e até projetos voltados à inclusão dos indígenas no universo digital. As alternativas que têm sido construídas pelos diversos grupos  também são abordadas na série especial. Na Raposa Serra do Sol, em Roraima, a criatividade e o cuidado com a terra têm permitido que a comunidade, antes marcada por intensos conflitos decorrentes do extrativismo irregular, preocupe-se, agora, com a restauração do meio ambiente e com a preservação da cultura. A reportagem também apresenta um instituto que tem contribuído para o resgate das línguas indígenas, através do estudo e da criação de gramáticas próprias. Tudo isso com para fortalecer a autovalorização dos povos, que têm sofrido ameaças dia a dia, mas que resistem e reinventam modos de viver, combinando tradição e modernidade.

Compartilhada por Antonio Carlos de Souza Lima.

5 horas atrás

Evangélicos pedem saída de João Paulo e Genoino

 
Zeca Ribeiro_: Manifestantes que defendem também a permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos pediram a saída dos dois parlamentares petistas condenados na Ação Penal 470 da Comissão de Constituição e Justiça 
5 horas atrás

Um atentado no Brasil é o sonho da imprensa brasileira

APOSENTADO INVOCADO por Helio Borba
 
PF e Exército devem rever esquema no Rio DO RIO EM BRASÍLIA As explosões em Boston alertaram os responsáveis pelas áreas de segurança da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude, que ocorrem em junho e julho, respectivamente. 
Agentes dos setores antiterror da Polícia Federal e do Exército estão mobilizados em busca de informações sobre o que houve nos EUA. 
Folha apurou que a Polícia Federal pretende rever todos os procedimentos para os eventos. O ajuste ocorrerá antes da Copa das Confederações, que começa em 15 de junho. Já os militares aguardam os relatórios da área de inteligência para discutir se mudanças serão necessárias. 
No Rio, centro dos dois eventos, além da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, a Polícia Federal admitiu ontem que promoverá “reavaliações de riscos”. 
O comando estadual da segurança dos grandes eventos da PF, porém, está vago. 
O delegado Victor César Carvalho dos Santos, nomeado em 2012 para presidir a comissão estadual de segurança para grandes eventos da corporação, deixou o cargo em março. Ainda não foi nomeado um substituto –a delegada Helena de Rezende deve assumir a função. 
Procurados pelas Folha, os organizadores dos três grandes eventos esportivos informaram que as explosões não alteraram o nível de alerta.
5 horas atrás

Convergent by WK Cheoh

 
 

Convergent by WK Cheoh

Shenton Way, Singapore

WK Cheoh: Photos · Blog 

     

5 horas atrás

Lincoln Secco: A caça a José Dirceu

VIOMONDO por Conceição Lemes
 

Lincoln Secco: “Dirceu acusou o referido Ministro pedinte, o procurador desqualificou-o por ser réu! O PT tratou o caso com o termo ‘incoerência’. Ledo engano”

por Lincoln Secco, especial para o Viomundo

O filme A Caça, do cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg, retrata um professor de educação infantil falsamente acusado de molestar sexualmente as crianças da escola em que ministra suas aulas. Mesmo depois de inocentado, ele continuará a sofrer em sua cidade com a reprovação social de atos que nunca cometeu.

Diante de um filme tão lancinante assim, lembramos logo do caso da Escola Base em São Paulo, cuja distância temporal nos dá o conforto de que o fato não nos diz respeito. Porém, nós temos um acontecimento igualmente difícil para nos posicionarmos. Diante dele, a maioria atira as pedras da covardia e os demais se calam. Ousar discordar de quase tudo o que foi veiculado até se tornar “verdade” é quase um ato de insanidade intelectual e política.

José Dirceu foi sentenciado pelo Supremo Tribunal Federal num julgamento viciado desde o início. Só o calendário eleitoral adotado pelo tribunal, condenando o réu às vésperas do primeiro e do segundo turno das eleições já seria suficiente para desvelar a natureza política do julgamento.

Recentemente, Dirceu ofereceu uma denúncia contra um dos ministros que o teria procurado para pedir apoio à sua indicação àquela corte. Este juiz não se declarou impedido de participar da famigerada ação penal 470.

Ninguém achou estranho. Mas a mesma compreensão não teve o Ministro Toffoli, ex-advogado do Partido dos Trabalhadores. Que um seja colocado sob suspeição e outro não, é algo que só a grande imprensa opinativa pode esclarecer.

Quando o réu Marcos Valério acusou o ex-presidente Lula, o Procurador Geral da República encaminhou as denúncias à justiça de Minas Gerais. Quando Dirceu acusou o referido Ministro pedinte, o procurador desqualificou-o por ser réu! O PT tratou o caso com o termo “incoerência”.

Ledo engano. Trata-se da mais perfeita coerência de uma ação política que visa tão somente desmoralizar um partido e é surpreendente que ações tão escandalosas não mereçam repúdio veemente. Se a mais alta corte do país declara que houve compra de votos para aprovação de leis pelo Congresso Nacional, todas as votações desde 2003 deveriam ser simplesmente anuladas!

A condenação política de José Dirceu já foi feita em 2005. Não importa que o jornalista Raimundo Pereira, debruçado sobre o caso desde aquela época, autor de um livro sobre o tema, demonstre cabalmente a inconsistência das acusações. E que a malfadada Teoria do Domínio do Fato, cujo uso brasileiro e casuístico foi desautorizado pelo próprio autor alemão, tenha substituído as provas, também não deve nos incomodar.

Independentemente das críticas políticas que possamos ter às escolhas do PT antes e depois de sua chegada ao poder, cedo ou tarde todos teremos que entender o que está em jogo. É o precedente de um julgamento de exceção em plena democracia.

Lincoln Secco é professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. 

Leia também:

Dias: Fux, Toffoli, Gilmar, intérpretes perfeitos da omissão de Gurgel

Saul Leblon: Eleição direta para evitar novos “Fux”

Maierovitch: Fux estava impedido de participar do julgamento

Dirceu sobre o julgamento do mensalão: “Fux disse que ia me absolver”

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5 horas atrás

Mês dos Povos Indígenas no Museu Goeldi, de 14 a 19 de abril

RACISMO por racismoambiental
 

Manifestações culturais diversas fazem parte das atividades em comemoração aos povos indígenas, que inclui exposição e oficinas

Jéssica Silva* – Agência Museu Goeldi

Com objetivo de homenagear, dialogar e divulgar a cultura dos povos indígenas, o Museu Paraense Emílio Goeldi organizou uma agenda especial que acontece entre os dias 14 e 19 de abril. Oficinas, exposições, roda de danças e trilha interpretativa fazem parte da programação.

Para dar início à programação no dia 14, acontece de 9h30 às 11h30, a Roda de Danças Sagradas dos Povos Tradicionais das Américas, pela Organização não- Governamental Mana-Maní). A ONG, presente à Semana de Povos Indígenas do Museu Goeldi, é uma iniciativa que propõe arte, educação, saúde e comunicação através de danças circulares e de um relacionamento corpo, consciência e espiritualidade, e assim realizar trocas de conhecimentos. A abordagem das Danças Circulares inclui várias tradições brasileiras, sobretudo paraenses.

A proposta da roda, aberta ao público, é, segundo Déa Melo, focalizadora da roda de dança, de vivenciar um “diálogo entre ancestralidade e atualidade e despertar memórias criativas que geram renovação, transformação e autogestão no cotidiano”.

Exposição- A partir do dia 16, acontece a “Exposição: Preservando a língua dos Puruborá”. A mostra vai permitir ao público visitante conhecer a pesquisa da lingüista do Museu Goeldi, Dra. Ana Vilacy, sobre o resgate da história e da língua falada por essa etnia que atualmente tem apenas quatro falantes da língua Puruborá, todos idosos. Como parte desse trabalho, Vilacy escreveu um cartilha com os nomes de animais amazônicos descritos pelos idosos para preservar e divulgar junto ao grupo indígena, localizado em Rondônia, parte de sua identidade. Desde 2005, professores Puruborá vêm realizando, em parceria com o Museu Goeldi, um processo de alfabetização e aprendizagem pelos descendentes mais jovens desse vocabulário recuperado de cerca de 700 palavras e algumas dezenas de frases.

Não só na exposição como também no Parque Zoobotânico(PZB) do Museu Goeldi, o visitante encontrará os nomes Puruborá de alguns animais amazônicos. Para tanto, está programada “Na trilha dos Puruborá”, atividade que consiste na participação de grupos de até 25 pessoas para conhecer a fauna do Parque Zoobotânico através do vocabulário Puruborá.

Máscaras indígenas – Para os indígenas as máscaras, além ser confeccionadas por um homem comum, elas também representam a figura da sua espiritualidade e aproximam forças sobrenaturais dele. Usadas em festas e cerimoniais, esses artefatos valorizam a arte indígena, fortalecem uma herança de significados e manifestações culturais em nossa sociedade. Uma oficina sobre o tema “Qual é a máscara?”, será ministrada pelas educadoras Graça Santana e Ana Cláudia Silva, que acontecerá nos dias 18 e 19, na Biblioteca Maria Clara Galvão, localizada no PZB. O público alvo é composto por professores, estudantes de ensino médio e superior. A oficina abrirá 20 vagas para os participantes.

Serviço – Abril 2013, Mês dos Povos Indígenas no Museu Goeldi acontece entre os dias 14 e 19 de abril. Para informações e inscrições, poderão ser contatadas: Ana Cláudia Silva (acsilva@museu-goeldi.br) através do telefone 3182 3242 e Helena Quadros (hquadros@museu-goeldi.br), 3182 3219.

*Edição: Lilian Bayma

5 horas atrás

Greve de fome em Guantánamo: “não comerei até que devolvam minha dignidade”

PRAGMATISMO por Luis Soares
 

“Não comerei até que devolvam minha dignidade”, diz preso de Guantánamo. Em fim de semana marcado por violência, polícia entra em confronto com detentos em greve de fome

O fim de semana foi marcado por violência e apreensão frente à greve de fome adotada por um grupo de detentos na prisão norte-americana de Guantánamo, em Cuba.

guantánamo greve de fome

Norte-americanos protestam contra a manutenção da prisão de Guantánamo (Foto: AFP)

Os abusos policiais somados às más condições sociais em que vivem os presos resultaram em um confronto no último sábado (15/04). Segundo informações do Pentágono, militares norte-americanos dispararam armas de efeito moral contras os prisioneiros.

O objetivo da ação policial era isolar do convívio comum os que se encontravam em greve de fome, para colocá-los em celas solitárias. A medida, e também a forma agressiva como os militares abordaram os detentos, já fragilizados pela fome, causaram repúdio entre os demais detentos, que partiram para o confronto com os norte-americanos.

A edição desta segunda-feira (15) do jornal The New York Times desta segunda-feira (15/04) publicou um relato dramático de um dos detentos.

“Estou em greve de fome desde o dia 10 de fevereiro e perdi cerca de 15 quilos. Não vou comer até que devolvam minha dignidade. Estou em Guantánamo por 11 anos e três meses e nunca fui julgado ou acusado por nenhum crime. Disseram que eu era um guarda de Osama bin Laden. E apenas isso”, afirma um detento de 35 anos que foi preso no Afeganistão por suspeita ligação com os ataques de 11 de setembro.

Segundo o relato, oficiais norte-americanos amarram os detentos em camas dentro da prisão e injetaram soro fisiológico à força. “Fiquei amarrado à cama por 26 horas sem poder ir ao banheiro. Me colocaram um catéter, que foi doloroso, degradante e desnecessário”, afirmou.

Segundo informações do jornal espanhol El Mundo, os incidentes aconteceram no pavilhão 6 de Guantánamo, local onde 50 dos 130 presos estão locados. Segundo uma fonte do Pentágono que pediu sigilo, 41 detentos estão em greve de fome e 11 desses tem sido alimentados à força com soros.

Muitos deles não se alimentam há mais de dois meses em protesto contra os abusos praticados pelos militares. A informação partiu de advogados dos prisioneiros, que alertam para a precariedade da saúde deles, classificada de “extremamente grave”.

Dodô Calixto, Opera Mundi

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Como o maior historiador americano via seu país

por Diario do Centro do Mundo
 

Howard Zinn (1922-2010) jamais deixou de achar que o mundo pode e deve ser melhor. Este texto é o primeiro capítulo do livro “A Power Governments Cannot Suppress” , do maior historiador americano, Howard Zinn. Zinn é autor do clássico “A People’s History of the United States: 1492 to present”, que o Diário recomenda vivamente a

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3 horas atrás

A Gol quer voar na banguela

por Mauro Donato
 

A ideia de bonificar pilotos que pouparem combustível é um crime. A proposta da companhia aérea Gol de bonificar pilotos e comissários de bordo mediante economia de combustível deveria ser analisada, reanalisada e, preferencialmente, descartada. Por óbvio. A empresa que nasceu com o espírito low-cost e amarga prejuízos praticamente ano sim, ano não, desde 2007

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6 horas atrás

Fanático de direita pode estar por trás das explosões

por Diario do Centro do Mundo
 

Isso já aconteceu num evento esportivo nos estados Unidos, na década de 1990.   O artigo abaixo foi publicado, originalmente, na versão em português do site DW. As explosões na Maratona de Boston reacenderam o medo do terrorismo nos Estados Unidos. Os investigadores estão trabalhando em ritmo acelerado, enquanto as medidas de segurança foram reforçadas

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10 horas atrás

Julgamento do Carandiru deve não dar em nada

por Diario do Centro do Mundo
 

Tudo leva a crer que se trata de perda de tempo e de dinheiro do contribuinte.   O texto abaixo foi publicado na versão em português do site alemão DW. Depois de mais de 20 anos, a Justiça brasileira iniciou nesta segunda-feira (15/04) o julgamento de parte dos policiais que atuaram no massacre do Carandiru.

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11 horas atrás

A eterna juventude dos Beatles versus a velhice infindável dos Stones

por Hugo Gusmao
 

E no fim os garotos de Liverpool receberam a benção suprema do rock de jamais envelhecer.   Duas notícias se entrecruzaram na minha cabeça nos últimos dias. A primeira foi a da reação de Carla Bruni ao ser perguntada sobre o escândalo do financiamento ilegal da campanha de seu marido, Nikolas Sarkozy, em 2007. A

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12 horas atrás

Guarde um pouco da tristeza pelos mortos que ninguém vê

por Paulo Nogueira
 

Em países como Paquistão e Afeganistão, o horror é diário. Você vai ver milhões de vezes as imagens da lastimável tragédia da Maratona de Boston. As emissoras de televisão vão passar as cenas durante muitos dias, e novos detalhes trarão dor, choque e raiva. O que ocorreu é um horror. É uma desgraça. É um

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13 horas atrás

A sabedoria de Wellington serve para todos nós

por Paulo Nogueira
 

Todos nós fugimos de alguma coisa que nos amedronta ou intimida; a diferença está na rapidez com que retornamos. Leio Rifles, do jornalista britânico Mark Urban, da BBC. É a história de um batalhão especial das forças comandadas por Wellington, o general inglês que impôs a segunda e definitiva abdicação a Napoleão ao batê-lo  em

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REVIEW | ‘Game of Thrones’ 3×03: Walk of Punishment: Melhor uma mão do que…

por literatortura
 

 

Por Gustavo Magnani,

Há alguma dúvida de que esse foi o melhor episódio da temporada até então? Já começarei a resenha assumindo o quão difícil é escrever sobre um episódio que deixou grandes ganchos para o próximo, sendo que eu, como leitor, já sei o resultado desse suspense. Como manter o equilíbrio entre a emoção, dúvida, raiva que eu sei que o espectador está tendo  pela primeira vez, quando eu já a tive ao ler o livro? Cheguei, então, a um “denominador” razoável.

Aos leitores dos livros, para evitar spoilers dos próximos episódios, espero que entendam a minha omissão em vários pontos e o tom que escreverei determinadas passagens. Farei dessa maneira para não entregar o ouro – ou a safira – ao espectador não-leitor. Ao final, comento, no “Trono dos Leitores” algumas coisas especialmente para vocês. Aliás, o título “Melhor uma mão do que…” não é nenhum spoiler para quem não assistiu o episódio. Então, está tudo certo. 

Com a morte de Lorde Tully, fomos apresentados ao imponente “Blackfish”, irmão do falecido, que arrancou o arco das mãos da mão de Edmure – que passou um carão no funeral do próprio pai – e acertou o pequeno barquinho que carregava o dono de toda aquela propriedade, agora, pertencente ao filho “glorioso”. Glorioso? Robb Stark mostrou-se um ótimo estrategista de guerra ao confrontar o tio e dizer o quão estúpido ele foi por querer uma glória que não lhe cabia

Robb é, de fato, um estrategista incrível e um rei muito mais nobre e honrado do que Joffrey, porém, seu único erro [casar-se] custou boa parte de seus homens, que parecem diminuir cada vez mais. Como o Rei Lobo se sobreporá a esse conflito, veremos nos próximos episódios. A única certeza é que o crescimento de Robb ao longo das temporadas supera o “notabilíssimo”, sendo um dos personagens mais consistentes de toda a série.

Stannis e Melisandre fizeram as vezes de Tyrion e Shae no último episódio. Só que de uma maneira muito pior. Não sei se foi opção da atriz ou instrução da direção, mas a cara de pena, de “ó, desculpe, mamãe tem que trabalhar agora” foi lamentável, tirando a aura misteriosa e única que a feiticeira possui. Stannis, por sua vez, parecia mais tarado do que rei. Sei que a depressão pós-guerra atinge o “legítimo” rei em cheio, mas, a série anda meio incoerente com o personagem. Desde a segunda temporada, onde ele **deflorou** Melisandre para criar a Sombra, houve muitas reclamações – na ocasião, apoiei e achei a cena extremamente linda. Porém, daí a fazer dele um bebê chorão são outros quinhentos.

Daenerys, a Filha da Tormenta, a Nascido pelo Fogo, A Mãe de Dragões,  assustou a audiência ao oferecer um de seus dragões pelos pouco mais de oito mil imaculados. Ao ouvir a proposta, fiquei extremamente surpreso e irritado. Logo após, instantaneamente, desenvolvi uma teoria pessoal [isso na leitura do livro], a qual não mencionarei aqui para não frustrar qualquer tipo de expectativa. O único comentário que deixo é: Dracarys!

A trama de Theon continua sendo adiantada – eu que parei no quarto livro já estou pegando spoiler! – e interessante. Nunca escondi minha admiração pelo mais “humano” dos personagens: Theon é burro em demasia, orgulhoso em demasia, estúpido em demasia, ingênuo em demasia. Qualquer adjetivo que você tiver na mente, Theon o é em demasia. Tenho um misto de piedade e carinho pelo personagem que me fez torcer, depois de tudo o que ele fez, para sua fuga.

Minha curiosidade está aguçada para saber quem é esse protetor de Theon e o que ele quer. Tenho [quase] absoluta certeza que não é nenhum enviado de sua irmã, mas, o que seria, então? Por que matou os outros homens? Essa resposta eu realmente não sei.

Guerra Dos Tronos, nesta temporada, tem sido, em alguns momentos, quase que uma “Piada dos Tronos”, geralmente desenvolvida pela situação, o bom humor aparece várias vezes nesse episódio. Tanto em “Winterhell” do Torta-Quente, quanto na cena em que Podrick traz o ouro de volta e é solicitado a aconselhar Tyrion e Bronn, sexualmente. Esse último momento, principalmente, pareceu muito sitcom da idade média. Por mais que uma prostituta goste do trabalho, ela não recusa o pagamento. Ainda mais três delas, uma mais habilidosa do que a outra – só de pensar no que aquela mulher fez em começo a ter câimbras.

Aliás, o presente de Tyrion não existe no livro, mas caiu muito bem no seriado, tanto para retornar ao lugares que a HBO tanto gosta, quanto por criar as situações já citadas e mostrar que, de fato, o anão será o tesoureiro do reino. Essa informação é mais interessante para quem já conhece a obra literária, pois quer dizer que os ventos estão indo para onde deveriam ir.

Se um Lannister ganhou um emprego novo, outro acabou de perder. E que maneira de perder! Sou fã declarado do ator, que, impecavelmente mostrou o choque de seu personagem. Jaime realmente acha[va] que chamar o nome do Pai [Tywin Lannister é quase um Deus em Westeros], o livraria de tudo. Então, quando ele tem sua mão cortada, o desespero toma conta de seu rosto. Detalhe importantíssimo que algumas pessoas não se atentarem: não cortaram qualquer mão de Jaime. Cortaram a mão da espada. E, sabemos que Jaime só servia como guerreiro. Não há dúvidas de que a dor psicológica por ter perdido seu maior dom, foi bem maior do que a física. O que será de Jaime Lannister sem sua espada?!

Em um apanhado geral, o terceiro episódio foi o melhor da temporada, mas, pelo preview do quarto, seu posto não durará por muito tempo. Bastante ação no espera no domingo que vem! 

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Trono de Gelo: E esse Jon Snow não vai “conhecer a beijada pelo fogo”, não?

Trono do Esquecimento: Minhas desculpas por não ter mencionado o monólogo de Catelyn no último episódio, onde ela revela ter rezado pela morte de Jon e depois rezado para que ele não morresse. Acabou passando despercebido na resenha, mesmo tendo sido um dos pontos mais chamativos do episódio, pois não é algo escrito em nenhum dos livros lançados até agora. Porém, segundo informações, foi o próprio George Martín quem sugeriu o acréscimo dessa cena. Segundo ele, seria importante para o personagem. Então, por mais esquisito que tenha sido, não questionarei haha.

Trono das cadeiras: A música do Vinny nunca foi tão pontual: “Mexe a cadeira e bota na beira da sala. Mexe a cadeira agora bem na minha cara. Mexe a cadeira da maneira que te tara. Mexe a cadeira e perde a vergonha na cara a cadeira” a cena logo no começo do episódio, com Cersei, silenciosamente, movendo sua cadeira ao lado do pai e depois Tyrion, fazendo mais barulho do que explosão de fogo vivo, se posicionando na outra ponta – onde sentam as pessoas mais “importantes”, foi realmente algo muito bacana e que demonstra o quão parecido com Xadrez é o jogo dos tronos, onde cada um se move no intuito de melhor se posicionar para dar “Xeque-Mate”.

Trono da HBO: 

Trono dos Leitores [só para quem já LEU o livro – contém spoilers]: Va lá, já tinha gente achando que o Jaime não perderia a mão. Ótima a cena, não? Ainda melhor que a do livro. Veja bem, adoro o Martín, mas, as vezes, acho que ele pula demais os momentos críticos. Esperamos tanto para eles aconteceram e tem hora que ele deixa o gancho para o próximo capítulo. Mas, quando o próximo capítulo acontece, o clímax já pasosu e nós já estamos “recolhendo os cadáveres”. 

É interessante como o Lorde Bolton tem surgido na temporada. Como já sabemos o que acontece, o destaque dado a ele é até maior do que no livro. Acredito que seja questão de adaptação de mídias. Na Tv, o personagem precisa ser visto – muitas vezes, ser participativo – para ser lembrado. No livro, não. Basta uma menção, um pensamento. Para mim, estão seguindo o caminho certo para o Casamento Vermelho. 

Tenho palpite de que a Melisandre foi buscar o filho de Robert Baratheon para ser sacrificado. Essa saída dela no livro não existe. E, como o bastardo real não existe na série, unir as duas coisas deve ser o caminho. 

Aliás, na resenha passada, teve alguns comentários dizendo que a Brienne, o Anguy e o Theon participavam apenas do quinto livro. Mas, Brienne e Anguy são mencionados constantemente na terceira obra: ela está com ele quando perde a mão, depois luta com o urso e ganha a espada de Jaime. Já Anguy é o arqueiro que está com a Irmandade e fica cuidando de Arya em determinadas ocasiões – se não me engano, tem inclusive o nariz quebrado por ela. E Theon, pelo que me lembro, é mencionado por cima. 

Promo do quarto episódio:

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Gustavo Magnani, estudante de Letras da UFPR, proprietário do literatortura. Está revisando o primeiro livro, mas sente dificuldades hercúleas para escrever uma bio. [e, como pode-se notar, adora metalinguagem]

 

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O que deve ser a publicidade nestes novos tempos?

por Philippe Bertrand
 

Um jovem talento do universo publicitário tenta encontrar respostas. O texto abaixo foi publicado originalmente no site do Meio & Mensagem. Seu autor, Philippe Bertrand, é diretor de conteúdo da DM9DDB. Hoje numa temporada em Barcelona, Philippe reflete, no artigo, sobre os desafios da publicidade em nossos tempos, nos quais o ímpeto do consumo convive com a

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15 de Abril de 2013 00:59

Meu caso de amor por Dostoievski

por Paulo Nogueira
 

Eu sonhava escrever romances como ele.   Dostoievski. Como o amei, Deus. Lia Dostoievski com devoção. Nos romances de Dostoievski há uma simpatia total pelos “humilhados e ofendidos”, e eu me sentia, de alguma forma, um “humilhado e ofendido”. Acabo de baixar no Kindle do iPhone Os Possessos, e estou tendo momentos de enlevo relendo

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De gênio a tarado misógino

por Luiz Biajoni
 

O crítico do Estadão, Luiz Zanin Oricchio, inicia assim seu artigo sobre a adaptação para o cinema do livro de Stephen Rebello sobre a criação de Psicose:

Há uma diferença que salta à vista entre o filme de Sacha Gervasi e o livro em que se inspira. No livro de Stephen Rebello (Hitchcock – os Bastidores da Filmagem de Psicose), a mulher de Hitchcock, Alma, é mencionada uma ou duas vezes, e de maneira superficial. No filme, ela ganha dimensão de coautora do trabalho do marido. Interpretada por Helen Mirren, Alma Reville é muito superior àquele clichê segundo o qual por trás de um grande homem está sempre uma grande mulher. Ela, sempre segundo a versão cinematográfica, está ao lado do genial marido e, pelo menos em algumas ocasiões, à sua frente. Claro, este é um filme de corte feminista, bastante adequado ao momento presente.

Janet Leigh em Psicose

É isso: no ótimo livro de Rebello quase não há Alma. Como pode então um filme que teria sido adaptado do livro dar tanto destaque assim a ela?

Hitch dizia que o cinema, assim como a vida, é uma arte colaborativa. Alma era sua colaboradora na vida e em todos os seus filmes e teve papel importante em todos eles, mas defender que foi ela quem salvou Psicose apenas aumenta sua importância, diminuindo o cineasta.

De quem é o roteiro de Psicose? Dizer que é de Joseph Stefano é valorizar demais o iniciante roteirista que não fez nada ligeiramente próximo do trabalho com Psicoseantes ou depois. O roteiro foi discutido e escrito ao longo de cinco meses em sessões quase diárias com Hitchcock, e ainda assim o cineasta não reclamou para si a divisão dos créditos. Quem é o autor da cena do chuveiro ou da morte de Arbogast na escada? Saul Bass colaborou com os desenhos das cenas, mas tem apenas o registro dos créditos de abertura e um agradecimento ao final – mas pode reclamar para si a autoria das cenas?

Hitchcock pensou em uma trilha de jazz para o filme – possivelmente inspirado pela trilha de Duke Ellington para Anatomia de um Crime, de Otto Preminger -, e a cena do chuveiro sem som algum, para aumentar o impacto das imagens. A montagem sem o som não funcionou, mas com a música de Bernard Herrmann tornou a sequência clássica e de impacto sem igual – e teria sido sugestão de Alma. Mas foi Hitchcock quem aprovou, quem soube que o resultado funcionava. Dizer que as cenas não são dele é como dizer que Alma ou Saul Bass teriam construído a cena sozinhos, caso Hitchcock não existisse.

No livro de Rebello, a grande contribuição de Alma para Psicose é a sua percepção de uma piscada de olhos da personagem de Janet Leigh já morta na cena do banheiro (página 135). Quase mais nada. Como pode o personagem ter crescido tanto no filme se não for pelo que Oricchio chama de “corte feminista, bastante adequado ao momento presente”?

Logo no início de Hitchcock, o filme, na cena da saída da exibição de Intriga Internacional, o cineasta encontra vários repórteres e, entre eles, uma loira, a quem ele pergunta se ela tem algum questionamento sobre o filme. Ela diz que não, que quer apenas um autógrafo. Ele diz: “Que pena!”. Alma está logo atrás, tentando sorrir. Está formada a imagem de monstro tarado, que não se encontra no livro de Rebello e que o filme vai explorar, dentro do tal “corte feminista”.

Mesmo corte, aliás, contido no telefilme da HBO The Girl, que explora os bastidores de Os Pássaros e mostra um Hitchcock misógino, quase molestando Tippi Hedren. É sabido que Hitch não superou ter sido trocado por um príncipe por Grace Kelly e que buscava uma nova loira há tempos. Sabe-se também que ele não gostava muito de atores, achava-os caros e preguiçosos. Mas o que se vê na tela em The Girl é quase uma demonização do diretor, embora seja mais fiel aoslivros de Donad Spoto – que serviram de base para o filme.

Sim, Hitch teria ficado obcecado por Tippi, teria usado de jogos psicológicos e até físicos para extrair a atuação que queria de Hedren. Mas a figura de Hitch que fica em The Girl pode fixar uma imagem muito negativa do diretor nos novos espectadores desavisados, que não sabem que Os Pássaros é o penúltimo grande filme de um diretor de grandes filmes e atores.

Hitchcock era um animal de cinema, um gênio como poucos. Os últimos filmes que tentam explorar a gênese de alguns de seus filmes mais importantes, porém, parecem querer diminuir sua importância enquanto diretor original e peculiar.

 leia mais de Luiz Biajoni — 
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contos do rio estige e a decadência humana

por Fernanda Pacheco
 

O livro “Contos do rio Estige”, lançado recentemente pela editora Patuá, causa impacto logo no início. Os mais inflados dirão que não há nada de excepcional, enquanto outros muitos dirão que faz mais do que sentido a obra do autor Luiz Fernando Pierotti.

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3 horas atrás

a mira certeira de shirin neshat

por camila mello
 

Sobre o talento de uma artista do Irã. 
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3 horas atrás

sobre o que falava machado de assis?

por Priscila Yamany
 

Ciúme, vaidade, falsidade, loucura, hipocrisia. Lendo assim, parece até que as obras machadianas são pessimistas ou, com o perdão da palavra, realistas. No entanto, nem um destes dois termos define Machado, que sempre vai além do que esperamos, criando milhares de entrelinhas em cada frase, em cada capítulo, em cada romance, conto ou crônica.

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3 horas atrás

nem felizes. nem para sempre.

por Laís Vilela
 

Artigo que mostra uma compilação de fotos trabalhando com o imaginário negativo atrelado aos contos de fadas. E se as princesas nunca tivessem conhecido seu final feliz?

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3 horas atrás

as cores de clementine

por fabita
 

O significado poético da palheta de cores do personagem que deu vida ao Brilho Eterno

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3 horas atrás

django livre: o ”southern” de quentin tarantino.

por Leandro Peixoto de Godoy
 

O último filme de Quentin Tarantino, lançado em 2012, faz uma homenagem aos westerns spaghettis, filmes que eram feitos na Itália e pegavam carona no sucesso dos westerns estadunidenses que ao final dos anos 1970 estavam com a popularidade em queda. É impressionante como a linguagem cinematográfica de Quentin Tarantino consegue passear na trajetória do cinema autoral e do cinema tributo e ainda se manter original.

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3 horas atrás

poesia interiorana com ar cosmopolita

por Guilherme Ziggy
 

Quem consegue fazer poesia e viver disso no Brasil em pleno século XXI? Tirando os novos expoentes editoriais, que são envoltos em enorme marketing e publicam semestralmente um novo livro, aparentemente mais ninguém, certo? Errado! No interior de São Paulo, um novo grupo de poetas deu a cara pra bater e tem ido atrás do seu próprio público. Na cara, coragem e raça, o grupo Poesia dos Minérios, fundado em 2012, tem arduamente escalado os degraus dos exigentes leitores brasileiros.

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5 horas atrás

livio de marchi – a arte em madeira

por diana ribeiro
 

O artesão italiano dá vida à madeira construindo incríveis peças. 
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Novo Trailer de “Jogos Vorazes – Em Chamas” surpreende!

por literatortura
 

 

Por Gustavo Magnani,

Quando escrevi que o primeiro filme da série era, para mim, guardado as devidas proporções, melhor do que a primeira parte da maioria dos lançamentos “infanto-juvenis” [Harry Potter, Crônicas de Nárnia, Crepúsculo, A Bussola de Ouro, Eragon e outros], alguns leitores ficaram ofendidos – principalmente por Harry Potter -, porém, não entenderam que eu detalhei as diferenças entre as obras, o público e tudo o mais.

O primeiro filme teve, sim, vários problemas, porém, menos chamativos do que poderíamos esperar. A próxima parte, “Em Chamas”, parece ser ainda melhor e mais bem cuidada. O trailer está tentadoramente atraente, com conflitos envolventes e o visual incrível que a obra possui.

Assista ao trailer legendado:

A trama dará continuidade a história de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), depois que os tributos do Distrito 12 vencem os jogos. Em Jogos Vorazes – Em Chamas, enquanto uma rebelião contra a opressiva Capital é iniciada, Katniss e Peeta (Josh Hutcherson) são obrigados a participar de uma edição especial dos Jogos Vorazes, o Massacre Quaternário, que acontece a cada 25 anos.

Francis Lawrence (Água para Elefantes), que dirige Em Chamas, também vai dirigir A Esperança, o capítulo final da franquia. Jogos Vorazes – Em Chamas estreia em 15 de novembro de 2013. O primeiro trailer do filme será divulgado neste domingo (14 de abril), durante o MTV Movie Awards – veja o primeiro teaser. [retirado de omelete]

 

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Gostou deste post? O Literatortura lançou uma revista com temática exclusivamente cultural, para que nossos leitores possam aproveitar de um conteúdo ainda mais aprofundado e qualificado! Não perca! Clique na imagem e assine!

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Gustavo Magnani, estudante de Letras da UFPR, proprietário do literatortura. Está revisando o primeiro livro, mas sente dificuldades hercúleas para escrever uma bio. [e, como pode-se notar, adora metalinguagem]

 

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4 horas atrás

“Como Roubar a Espada de um Dragão” e outros livros! | #lançamentosliterários Abril: 15/03 à 21/03

por literatortura
 

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Por Gustavo Magnani,

Como anunciado na semana passada, a categoria da lançamentos literários semanais continua firme e forte. Hoje o nosso destaque é a saga da Cressida Cowell, que já teve um de seus livros adaptados pela Pixar, com muito sucesso [“Como treinar o seu dragão”]. Infelizmente, como já havia escrito, a organização das editoras quanto aos seus lançamentos não é a das melhores. Muitas obras não possuem data específica, mesmo depois de uma longa pesquisa. Esses livros, no caso, estão com a data de lançamento como “Abril 2013″ 

Relembro, também: caso vá efetuar a compra, use nossos links – a comissão é bastante importante. 

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A numerosa e sempre cômica saga de Cressida Cowell. Recomendadíssimo para filhos, sobrinhos e adultos que também gostam de ler obras mais ingênuas – olha eu aqui.

  • Título: Como Roubar a Espada de um Dragão
  • Autora: Cressida Cowell
  • Editora: Intrínseca
  • Lançamento: 17 de Abril
  • Número de Paginas : 376
  • COMPRAR

Sinopse: Tempos difíceis se aproximam do Arquipélago Barbárico, tão negros que é como se o mundo estivesse sob alguma maldição: de um lado, uma Rebelião de Dragões ameaça a vida de todos os humanos; de outro, Alvin, o Traiçoeiro, pode acabar se tornando o próximo Rei do Oeste Mais Selvagem. A salvação, é claro, está nas mãos de Soluço.

 

 

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No sucesso de Jogos Vorazes, uma nova “distopia romântica” chega ao mercado

Título: O fim de todos nós
Autor: Megan Crewe
Editora: Intrínseca
Lançamento: 19 de abril de 2013
Link para compra: Indisponível

SINOPSE |

Kaelyn acaba de ver o melhor amigo partir. Ela tem dezesseis anos e voltou agora para a ilha onde nasceu, depois de um período morando no continente; ele está fazendo o caminho inverso, vai estudar fora. O que sentem um pelo outro não está muito claro, ela o deixou ir embora sem nem mesmo dizer adeus, e a última coisa que passa por sua cabeça é nunca mais vê-lo. Mas, pouco tempo depois, isso está bem perto de acontecer. A ilha de Kaelyn foi sitiada e ninguém pode entrar nem sair: um vírus letal e não identificado se espalha entre os habitantes. Jovens, velhos, crianças – ninguém está a salvo, e a lista de óbitos não para de aumentar. Entre os sintomas da doença misteriosa está a perda das inibições sociais. Nem todos, porém, assistem impassíveis ao colapso da ilha. Kaelyn é uma dessas pessoas. Enquanto o vírus leva seus amigos e familiares, ela insiste em acreditar que haverá uma salvação. Caso contrário, o que será dela e de todos?

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Um novo exemplar daquilo que vem sido chamado de Sick Lit. Para ler mais: Você já conhece a “Sick-Lit”? Saiba mais sobre a Polêmica vertente literária pautada em “doenças”

  • Título: Como eu era antes de você
  • Autor: Jojo Moyes
  • Editora: Intrínseca
  • Lançamento: 19 de abril de 2013 
  • COMPRAR

SINOPSE | 

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado por ela. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, passa a cuidar de um tetraplégico. Aos 35 anos Will Traynor é inteligente, rico e costuma descontar toda a sua amargura em quem estiver por perto. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

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Biografia da princesa Isabel nas mãos da competentíssima historiadora Mary Del Priore

Título: O Castelo de Papel Autor: Del Priore, Mary Editora: Rocco Lançamento: Abril 2013 COMPRAR  

SINOPSE | 

O castelo de papel narra a biografia cruzada da princesa Isabel e seu marido, o conde d’Eu. Ele, um nobre europeu, neto do último rei da França. Ela, obediente filha e herdeira do Império do Brasil. Em comum, a formação rígida e a devoção religiosa. A união por interesses familiares não impediu que fossem apaixonados por toda a vida, representando o retrato acabado do romance do século XIX. Através da história dos dois, o livro revela a tensa atmosfera de um mundo em transição.

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Segunda parte da bem sucedida obra de Tahereh Mafi.

  • Título: Liberta-me
  • Autor: Tahereh Mafi
  • Editora: Novo Conceito
  • Lançamento: Abril 2013
  • Número de Páginas: 448
  • COMPRAR

SINOPSE | 

Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. 

Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor.

A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante

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Parece ser uma mescla de “guia” com “autoajuda”. Para quem está entrando na adolescência, pode ser muito bom.

  • Título: Não é fácil ser jovem 
  • Autor: Rando Kim 
  • Editora: Sextante 
  • Lançamento: abril
  • Número de Páginas: 176 
  • COMPRAR

Sinopse: A juventude é uma das melhores épocas da vida, mas também pode ser a mais difícil. E só entende isso quem está passando por ela. Foi para essas pessoas que Rando Kim escreveu este manual de sobrevivência, que aborda questões como o medo do futuro, a decepção com a faculdade, os relacionamentos amorosos, a liberdade recém-conquistada, a relação com os pais e a dúvida entre a carreira dos sonhos e aquela que paga mais. Com anos de experiência como professor universitário, o autor identifica os comportamentos que atrapalham o desenvolvimento profissional dos jovens e mostra a importância de adotar uma nova postura, já que o sucesso depende muito mais de suas atitudes do que de seu currículo. Trazendo histórias reais e conselhos úteis, este livro vai ajudar você a desenvolver seu potencial sem deixar que a insegurança o paralise e sem permitir que a ambição pelo dinheiro o afaste de seus verdadeiros sonhos. 

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Você é escritor ou Editora e gostaria de ter seus lançamentos aqui no literatortura? Envie sua obra para: pautas@literatortura.com

ASSUNTO: “LANÇAMENTOS LITERÁRIOS”

O e-mail precisa conter, obrigatoriamente: título, autor, lançamento, editora, número de páginas, link para compra e sinopse. Além de informações adicionais que o remetente deseje. 

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Gustavo Magnani, estudante de Letras da UFPR, proprietário do literatortura. Está revisando o primeiro livro, mas sente dificuldades hercúleas para escrever uma bio. [e, como pode-se notar, adora metalinguagem]

FANTÁSTICAS CENAS DE UMA AVE DE RAPINA CAÇANDO EM CAMERA SUPER LENTA

por Cult Carioca
 
Loyd Burke, treinador de aves, colocou um açor fêmea para caçar em frente a uma câmera que a filma a até 5 mil quadros por segundo enquanto captura presas fictícias e bexigas de água.

 

Loyd descreve o açor como um guepardo aéreo que caça usando disparos curtos de energia.

 

O resultado são incríveis tomadas do animal mostrando toda a sua precisão e habilidade nos mínimos detalhes.

 

 [Youtube, Gizmodo] 
 
 
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6 horas atrás

FILHOS:UM SEGREDO PARA VIVER MAIS

por Cult Carioca
 
 
Para a surpresa de muitos, estudo recente mostrou que ter filhos pode aumentar sua expectativa de vida. “Aposto que nenhum desses pesquisadores teve que acordar às 4h da manhã para amamentar a filha recém-nascida”, pensou uma leitora. O pesquisador Esben Agerbo, da Universidade de Aarhus (Dinamarca), porém, afirma com segurança: “Casais que não têm filhos têm um risco maior de morrer cedo por diversas causas”.

 

Crianças em casa, vida longa

 

Para chegar a essa conclusão, Agerbo analisou dados de mais de 21 mil casais que não tinham filhos e buscaram tratamento de fertilização in vitro entre 1994 e 2005. Ele acompanhou a história desses casais desde o início do tratamento até o final de 2008 – ou até eles morrerem, saírem do país ou serem diagnosticados com alguma doença mental. Nesse período, nasceram mais de 15 mil bebês, e outras 1.564 crianças foram adotadas.

 

Até o final de 2008, 96 mulheres e 220 homens do grupo morreram. Ao correlacionar os dados, Agerbo concluiu que mulheres com filhos biológicos tinham quatro vezes menos chances de morrer precocemente; homens com filhos biológicos tinham duas vezes menos chances de morrer cedo; homens com filhos adotados tinham cerca de metade das chances de morrer cedo, em comparação com aqueles que não tinham filhos; e que a adoção não teve um efeito significativo na longevidade de mulheres.

 

O pesquisador ressalta, porém, que encontrou apenas um vínculo, não uma relação comprovada de causa e efeito. “Meu melhor palpite é de que, quando as pessoas têm filhos, tendem a viver de forma mais saudável”, diz. Por exemplo, ao saber que terão que acordar cedo (ou no meio da noite) para cuidar dos filhos pequenos, muitos pais vão dormir mais cedo. Há aqueles que deixam de fumar, para não prejudicar a saúde dos filhos, ou adquirem hábitos saudáveis para servir de exemplo.

 

Infertilidade?

 

Os resultados encontrados por Agerbo condizem com os de uma pesquisa anterior, publicada em 2011, que mostrou que homens casados, mas sem filhos, têm um risco maior de morrer de doenças cardíacas após os 50 anos do que homens com com dois ou mais filhos. De acordo com o líder da equipe de pesquisadores responsável por essa análise, o médico Michael Eisenberg, o grupo “aposta em um vínculo biológico”: infertilidade, comum entre casais que não têm filhos, pode ter a mesma origem de outros problemas de saúde.

 

Por Guilherme de Souza [WebMD] 
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6 horas atrás

AFINAL, OS ANIMAIS SÃO OU NÃO CAPAZES DE PENSAR?

por Cult Carioca
 
 
Imagine um animal em situação de perigo. Antes de se aproximar do objeto ameaçador, ele apenas observa de longe seus movimentos. Depois, vencido pela curiosidade, se aproxima, não sem saltar para trás em apreensão – e precaução. Quando considera que não há perigo, ganha confiança e volta a agir normalmente.

 

Esse comportamento certamente parece inteligente. Os humanos poderiam muito bem se comportar de forma similar quando se deparassem com algo estranho e potencialmente perigoso. Mas o que realmente acontece com os animais: um processo de pensamento deliberado ou mero instinto animal?

 

A questão é antiga. Aristóteles e René Descartes acreditavam que o comportamento animal era governado puramente por reflexos. Já Charles Darwin e o psicólogo William James argumentaram que os animais deveriam ter uma vida mental complicada.

 

Agora, estamos mais perto do que nunca de resolver esse debate. Uma grande quantidade de relatos de comportamentos animais está fazendo muitos biólogos acreditarem que certas criaturas realmente têm pensamentos rudimentares.

 

Enquanto isso, as últimas imagens cerebrais de experimentos estão ajudando os cientistas a compreender que tipo de anatomia é necessária para um cérebro pensante.

 

Embora seja improvável que as vidas mentais dos animais sejam tão complexas quanto a nossa, há muito mais acontecendo em suas cabeças do que se pode imaginar.

 

Na década de 1970, o zoólogo americano Donald Griffin começou a esquentar esse debate. Ele foi uma das primeiras pessoas a descobrir a “ecolocalização” dos morcegos, e comportamentos tais como a capacidade dos castores de cortar pedaços de madeira para encaixar precisamente nos furos particulares de suas barragens, bem como a capacidade dos macacos de usar suas vozes (chamadas diferentes) para enganar os outros – tudo sugeria que os animais podiam pensar.

 

Os céticos achavam que isso era muito subjetivo. As observações de Donald perderam credibilidade por ele achar que todos os animais eram conscientes – ele queria provar que, cada vez que qualquer animal fazia qualquer coisa com qualquer ingenuidade, tão primitivo quanto um vaga-lume brilhando no escuro, ele estava consciente.

 

Hoje, no entanto, apesar do valor do trabalho de Donald, a pesquisa está mais objetiva e sistemática. Mais popular é a ideia de que as experiências mentais de outros animais se encontram em uma espécie de espectro, variando de um tipo primitivo de consciência ao fluxo rico e complexo de pensamentos da mente humana.

 

A mosca da fruta é o animal perfeito para explorar uma das extremidades desse espectro. Ao longo dos últimos anos, cientistas mostraram que esses insetos têm um pré-requisito essencial para a consciência: ao invés de responder aleatoriamente a tudo à sua volta, eles podem selecionar em que prestam atenção com base em suas memórias.

 

Por exemplo, as moscas são mais propensas a explorar novos objetos adicionados ao ambiente do que coisas que estiveram lá por um tempo. Quando os pesquisadores reduziram a capacidade da mosca da fruta de formar memórias, isso prejudicou sua capacidade de atender a novidade, de modo que os insetos responderam mais ao acaso.

 

Atenção flexível existe, provavelmente, até no mais simples cérebro, o que significa que muitas criaturas, incluindo peixes, anfíbios e répteis, também pode ter esse tipo de consciência. Sendo assim, quais animais, se houver algum, mostram sinais mais avançados de experiência mental?

 

Os melhores indícios até agora são de animais que exibem formas particularmente complexas de comportamento, como a capacidade de planejar o futuro.

 

Até recentemente, os cientistas acreditavam que essa característica era unicamente humana. No final de 1990, pesquisadores descobriram que o pássaro gaio-azul pode usar memórias específicas de acontecimentos do passado para fazer planos para os tempos à frente.

 

Em 2006, pesquisadores descobriram que essa capacidade se estendia aos beija-flores. Eles podem se lembrar da localização de certas flores e quão recentemente estiveram em um local, e usar essas informações para orientar seu comportamento futuro.

 

Desde então, os estudos sugerem que primatas, ratos e polvos mostram alguma aptidão para o planejamento futuro, também.

 

O problema é se esse comportamento é flexível. Se não, o ato pode ser apenas um instinto evoluído, por mais complexo que pareça ser. Por exemplo, corvos conseguem usar uma ferramenta “antiga” para um novo uso (um galho para verificar objetos potencialmente perigosos foi usado mais tarde para pegar comida dentro de um tubo).

 

Corvídeos podem até ser capazes de adivinhar o comportamento de outra ave. Por exemplo, experiências constataram que os corvos tomam medidas para proteger alimentos de outros corvos que poderiam tê-los visto escondendo-os, mas ficam despreocupados com corvos presos atrás de um obstáculo que teriam bloqueado a sua visão (e assim não teriam visto onde eles esconderam a comida). Em outras palavras, eles têm uma “teoria da mente” básica, que não é possível sem algum tipo de processo de pensamento.

 

Algumas outras criaturas também devem ter essa capacidade; não surpreendentemente os primatas estão entre essa elite. Se os chimpanzés roubam comida, por exemplo, são extremamente silenciosos se outro membro do grupo estiver ao alcance de sua voz. Mais impressionante ainda, eles parecem ser capazes de adivinhar como outro pode ter agido no passado.

 

Durante uma caça à comida, os chimpanzés tentam adivinhar onde seus concorrentes poderiam ter procurado primeiro, para que eles possam procurar em locais menos óbvios. Baleias, ursos e cães ainda não provaram suas habilidades neste tipo de tarefa, mas não deixam de mostrar alguns sinais de empatia que sugerem que eles também devem ter uma vida mental relativamente avançada.

 

No entanto, ainda falta uma característica importante do pensamento humano nos animais, chamada de “metacognição”: a habilidade de monitorar e controlar memórias e percepções, permitindo-nos pensar, por exemplo, “eu sei que eu sei isso” ou “eu não tenho certeza de que estou certo”, ou ainda sentir que o nome de alguém está na ponta de sua língua.

 

A importância disso para o pensamento humano é comparável ao uso da linguagem e das ferramentas. Evidência de metacognição em outros animais, portanto, seria uma grande prova da existência da mente animal.

 

Alguns cientistas começaram a explorar o assunto no início de 2000. Por exemplo, em um experimento, um grupo de macacos observou uma imagem e, depois de um tempo, tiveram que tentar selecionar a imagem de um grupo de quatro. Para quem acertasse, o prêmio era um amendoim.

 

Em um fluxo de experiências, no entanto, os macacos poderiam perder a chance de ganhar o amendoim, em troca de um prêmio garantido – um alimento processado de macaco menos desejável. Os cientistas suspeitam que os macacos deixavam “passar” essa opção quando não tinham certeza da resposta.

 

Ele estava certo. Macacos que tinham a oportunidade de “passar” para a frente desempenharam muito melhor nos testes do que 0s do experimento “tudo-ou-nada”. Isto sugere que, quando dada a oportunidade, eles eram totalmente capazes de avaliar a sua confiança na tarefa, fornecendo evidências convincentes para a metacognição no macaco.

 

Novas pesquisas sugerem que eles são parte de um conjunto selecionado com essa capacidade. Os chimpanzés, como os macacos, demonstraram metacognição, mas os macacos-prego, embora inteligentes em outras áreas, parecem cair nesse obstáculo. Os resultados para os golfinhos não são claros, mas já ficou certo que criaturas como o pombo não estão à altura do desafio.

 

Descobrir se outras espécies inteligentes como os golfinhos e, talvez, os corvos, possuem metacognição é crucial para nosso entendimento da mente. 
Os cientistas precisam saber se a metacognição desenvolveu apenas uma vez, na linha dos primatas (que leva a macacos e humanos), ou se a característica se desenvolveu repetidamente e convergentemente, com picos de sofisticação cognitiva, em golfinhos, corvos, macacos e pessoas. Se esse for o caso, mudaria toda a nossa compreensão da evolução do cérebro dos primatas.

 

Muitos cientistas, entretanto, continuam achando que os humanos estão em um nível completamente diferente e muito maior de pensamento. Os chimpanzés, por exemplo, simplesmente não entendem conceitos físicos abstratos, como peso, gravidade e transferência de força.

 

Tente colocar uma banana perto da gaiola um chimpanzé e fornecer-lhe algumas ferramentas para alcançar seu potencial lanche. Ele estará tão propenso a tentar usar um material desajeitado e mole quanto um objeto rígido para alcançar a banana.

 

Ou seja, os chimpanzés podem raciocinar sobre coisas diretamente perceptíveis, mas somente os seres humanos têm um nível superior de pensamento que não depende apenas de estímulos sensoriais, permitindo-os formar conceitos mais abstratos, como gravidade ou força.

 

Esses cientistas céticos são minoria, mas continuam achando que os animais não têm consciência. Como Descartes, eles chegaram à conclusão de que a linguagem é essencial para o pensamento. Isso porque mesmo um comportamento engenhoso – que não envolva linguagem – pode ser feito sem estar consciente (veja os humanos dirigindo um carro sem nem pensar nisso). Os comportamentos que eles não concebem fazer inconscientemente são os que envolvem o uso de linguagem.

 

Um dos problemas nessa área é que os estudos de comportamento só podem chegar a um cerrto ponto: você poderia mostrar um animal como uma mosca colocando chapéu e vestindo roupas, e ainda algumas pessoas poderiam dizem que é apenas uma série de reflexos.

 

Por essa razão, alguns pesquisadores estão tentando novas abordagens que possam resolver o argumento de uma vez por todas. Imagens do cérebro é uma das possibilidades mais promissoras.

 

Por exemplo, pesquisadores usaram ressonância magnética funcional para estudar assinaturas de consciência do cérebro humano. Eles descobriram que existe um padrão similar de atividade neural cada vez que nos tornamos conscientes da mesma imagem de uma casa ou de um rosto, mas não processamos a informação da imagem inconscientemente. O trabalho sugere que o pensamento consciente não depende de qualquer região exclusivamente humana do cérebro, ou seja, não há nenhuma razão anatômica para dizer que o pensamento é exclusivo das pessoas.

 

Outro trabalho neurocientífico revelou alguns pré-requisitos importantes para a consciência que podem estar presentes em alguns animais. Conexões neurais que permitem que o tálamo transmita informações de sentidos para o córtex, por exemplo, parecem ser vitais para a percepção consciente. Outros mamíferos além de nós possuem tal conexão, por isso, eles têm pelo menos substratos para a consciência. Provavelmente podemos dizer o mesmo sobre as aves, o que parece se encaixar com as conclusões dos estudos comportamentais.

 

Algumas pessoas nunca vão se convencer do pensamento animal, já que acham que não há dados que possam responder a essa pergunta. Já outros estão otimistas com a procura dos equivalentes animais ao tálamo e córtex para resolver de vez o argumento. O que você acha?

 

Por Natasha Romanzoti [NewScientist]

 


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Vídeos incríveis dos 50 anos da Liga Alemã

CENTRODOMUNDO por Diario do Centro do Mundo
 

Campanha da Coca Zero mistura jogos antigos e recentes. O texto abaixo foi publicado no site 101 Great Goals. É um ano grandioso para a Bundesliga. O futebol alemão está numa trajetória ascendente. A Bundesliga é amplamente considerada uma das melhores do mundo, especialmente em termos de tratamento dos torcedores. O Bayern de Munique e

O post Vídeos incríveis dos 50 anos da Liga Alemã apareceu primeiro em Diário do Centro do Mundo.

13 de Abril de 2013 23:59

Chi Cheng – o baixista original do Deftones – sai de cena nos EUA aos 42

NOTAS MUSICAIS por Mauro Ferreira
 
 Baixista da formação original do grupo norte-americano de rock pesado Deftones, Chi Cheng (15 de julho de 1970 – 13 de abril de 2013) saiu de cena na madrugada deste sábado, aos 42 anos, em Washington (EUA). Cheng tocou baixo no Deftones de 1988 até 2008, ano em que acidente de carro o pôs em semicoma, estado de consciência parcial que durou até sua morte.

‘Minha vida virou um inferno quando contei que era bissexual’, diz Fani

por Homorrealidade
 
   Publicado pelo EGO   Em seu terceiro ensaio para o Paparazzo, que aconteceu em uma casa na paradisíaca praia de Itacoatiara, em Niterói, no Rio, Fani revelou detalhes íntimos de sua sexualidade, e relembrou a confusão que virou sua vida quando posou junto com Natalia Casassola para a “Playboy”.   “Depois da revista, quando falei que era bissexual, minha vida virou um inferno.Todas as meninas queriam experimentar fazer sexo comigo. Era agarrada em todos os lugares! Não podia entrar em um banheiro de boate que elas vinham atrás de mim. E muitas haviam acabado de posar comigo para fotos ao lado do namorado. Os largavam na pista e no banhaeiro chegavam e diziam que queriam que a primeira vez delas com mulher fosse comigo”, conta.      E o assédio não era apenas de mulheres desconhecidas. “Minha vida estava um inferno. Me tornei alvo das bissexuais. Eram atrizes, ex-BBBs… Todas queriam transar comigo. Para afastá-las, comecei a mentir e dizer que tinha inventado essa história de bissexualidade para me promover”, diz. Pela experiência que viveu, Fani descobriu que as mulheres são muito mais ousadas na abordagem do que os homens. “Elas são piores do que os homens. Não respeitam. Elas chegam te alisando, passando a mão, é uma abordagem muito agressiva”.   Hoje, Fani conta que não gosta mais de transar com mulheres. Esse era um desejo antigo que começou quando ela tinha 20 anos e surgiu “pelo simples prazer de transgredir as regras”, diz. Ela garante que apesar das várias transas que teve com pessoas do mesmo sexo, a experiência nunca a realizou plenamente. “Para mim, transar com mulher é uma preliminar eterna. Faltava sempre alguma coisa no final”. 
Uma experiência de ménage à trois a ajudou a tirar essa conclusão. No sexo com um homem e uma mulher, ela teve finalmente a certeza do que a satisfazia na cama. “Meus ex-namorados tinham ciúme e não queriam fazer ménage. Quando fiquei solteira e consegui transar com um homem e uma mulher descobri finalmente que gosto de homem, do macho alfa”.

Vídeo mostra skinheads em locais gay friendly em BH, em momento que suspeito é investigado

por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
Como hoje é sábado, dia de balada e Axé Brasil em BH, é importante ter conhecimento de um vídeo publicado no youtube por um grupo de neonazistas tem assustado muitas pessoas e servido de alerta para quem frequenta a Savassi (Veja no final da notíica). As imagens, feitas no ano passado, mostram jovens de roupa escura, cabeça raspada, coturnos e suspensórios percorrendo locais gay friendly da região. Com um aparelho de som na mão, eles dançam e fazem saudações nazistas. Em uma das cenas, o segurança de um dos locais, aparentemente, pede para que o grupo se retire. 
 Ao que tudo indica, os autores do vídeo podem estar envolvidos com a agressão de um morador de rua também na Savassi (imagem ao lado), na qual Antônio Donato Baudson Peret aparece em uma fotografia, divulgada nas redes sociais, enforcando um homem negro. O número 1488 que aparece no perfil do usuário que postou o vídeo, BRSP1488BH, é o mesmo pichado em um muro na Cidade Jardim. A imagem foi publicada por Antônio Donato. Inclusive, o suposto agressor já foi detido duas vezes e esteve envolvido em três agressões contra homossexuais. Nas ocasiões em que foi preso, ele foi acusado de participar de agressões contra um grupo de gays na Praça da Liberdade e a outra por agressão a skatistas em São Paulo. 
De acordo com Thiago Tavares, presidente da Safernet Brasil – organização não governamental de defesa e direito dos Direitos Humanos na internet -, e coordenador da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, a polícia será obrigada a instaurar inquérito para investigar o grupo autointitulado “White Skins”, como mostra no vídeo. 
Tavares explica que a partir da denúncia de qualquer pessoa que tiver o conhecimento, mesmo se for pela internet, a Polícia e o Ministério Público devem abrir uma investigação. “Isso independe da vontade do agredido. Acorrentar um morador de rua pelo pescoço é um crime de ação penal pública, que pode ser classificado como tortura, não apenas agressão”, explica. 
Ainda segundo o coordenador, os “White Skins” também cometeram crime de ação penal pública ao divulgarem fotos com imagens de suásticas e bandeiras nazistas. A lei 7.716 de 1989 prevê pena de 2 a 5 anos de prisão, além de multa, para quem comete esse crime. 
O Ministério Público está avaliando se acolhe ou não a denúncia. Mas as Polícias Civil e Militar ainda não abriram inquérito. 
 
Com informações do site Na Savassi

Empresa cria ação inovadora, usando o Futebol, para alertar sobre o Desmatamento!

por literatortura
 

 

 

Por Gustavo Magnani,

Cientes da situação da fauna e da flora no Brasil e de que o futebol é, de longe, o mais popular no país, a agência Grey141 resolveu usar o verde dos gramados para uma ação inovadora alertando os próprios brasileiros. O trabalho foi feito para a WWF, uma das maiores ong’s do mundo.

A ação parte do princípio de que a cada 4 minutos, uma área proporcional a um campo de futebol oficial, é desmatada. Infelizmente, a transformação de verde para marrom não foi ao vivo, mas sim na retransmissão da final do Torceio Internacional da Cidade de São Paulo, entre Brasil e Dinarmaca – onde a seleção brasileira sagrou-se campeã -. Números apontam que, depois do jogo, os acessos do site aumentaram em 73%. 

Quem sabe o bom resultado da iniciativa não faça com que ela seja, em breve, realizada em uma partida ao vivo. Imagina o possível efeito que isso teria em uma final de campeoanto estadual, ou, até, na Copa do Brasil? 

jogo-1

Fonte

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Gustavo Magnani, estudante de Letras da UFPR, proprietário do literatortura. Está revisando o primeiro livro, mas sente dificuldades hercúleas para escrever uma bio. [e, como pode-se notar, adora metalinguagem]

 

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6 horas atrás

Série de fotos mostra o que as pessoas leêm no metrô!

por literatortura
 

“ON THE ROAD,” BY JACK KEROUAC

 

Por Gustavo Magnani,

A coluna de fotografia desta semana se alinha com a maior paixão deste site que vos fala! O que as pessoas leêm no metrô de Nova York é o tema do ensaio da fotógrafa Ben-Haim. Ela disponibliza, inclusive periodicamente, seu trabalho num site próprio para o projeto:  Underground New York Public Library.

Ben sofre de um mal que muito litratorturado sofre por aí – e isso, de fato, é quase uma tortura – descobrir o título do livro que o fulano de tal está lendo: seja no metrô, no ônibus, na faculdade ou numa praça qualquer. A própria fotógrafa admite que quando não consegue descobrir qual o livro, ela simplesmente pergunta e mata a curiosidade.

Entrei em contato hoje mesmo com uma brasileira que descobri fazer a mesma coisa. Tentarei trazer o ensaio de uma maneira bacana para o site em algumas semanas e aí poderemos descobrir  o que as pessoas leêm no metrô BRASILEIRO!

Confira o ensaio:

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“De gevangene van de hemel,” by Carlos Ruiz Zafón Dutch: Borrow I Read  English: “The Prisoner of Heaven”:  Borrow I Read

“DE GEVANGENE VAN DE HEMEL,” BY CARLOS RUIZ ZAFÓN

 

 

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“Pale Fire,” by Vladimir NabokovBorrow I Read

“PALE FIRE,” BY VLADIMIR NABOKOV

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“The Great Gatsby,” by F. Scott FitzgeraldBorrow I Read

“THE GREAT GATSBY,” BY F. SCOTT FITZGERALD

 

 

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“Notes from the Underground,” by Fyodor DostoyevskyBorrow I Read

“NOTES FROM THE UNDERGROUND,” BY FYODOR DOSTOYEVSKY

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13 horas atrás

A Menina que Odiava Livros: um sincero curta metragem de incentivo à literatura!

por literatortura
 

 

Por Gustavo Magnani,

“A Menina que Odiava Livros” é um curta metragem que adapta o livro homônimo de Manjusha Pawagi e Jeanne Franson. Foi indicado para mim via mensagem no literatortura e achei bastante interessante trazê-lo para cá. Quem quiser comprar o livro, basta Clicar aquiÉ um trabalho bastante interessante que reforça a importância da leitura no crescimento do indivíduo. Particularmente, não é tão mágico quanto Os fantásticos livros voadores do Sr.Morris Lessmore, porém, é bastante instrutivo e interessante. Vale a pena conferir!

SINOPSE: Esta é a história de Meena, uma garota que simplesmente odiava os livros. Mas ela não conseguia ficar longe deles, porque em sua casa eles estavam por toda parte: nos armários da cozinha, nas gavetas, nas mesas, nos guarda-roupas e nas cômodas. Estavam também sobre o sofá, alguns entulhados na banheira e outros empilhados nas cadeiras.

Mas um dia o gatinho de Meena derrubou uma pilha enorme de livros infantis. Abertas pela primeira vez, as páginas dos livros libertaram os personagens e animais das histórias, que invadiram a sala, fazendo uma grande bagunça. Esse acontecimento mágico fez Meena viajar pelo fantástico mundo da literatura. [fonte ebooksgratis]

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16 horas atrás

Os 10 Momentos Mais Marcantes da História da Televisão Brasileira

por literatortura
 

 

Por Gustavo Magnani,

Olá Senhoras e senhores, neste “sábado do vídeo”, trago, também, uma matéria mais “histórica”, assim como foi “15/03/94 – “O Dia em que Leonel Brizola humilhou a Rede Globo no próprio Jornal Nacional”. Esse vídeo é uma compilação dos 10 momentos que, segundo os leitores da Revista Monet, em uma votação aberta, escolheram. Ou seja, a lista tem um viés bastante brasileiro, afinal, é constituída por leitores brasileiro.

Por isso, inclusive, a compilação apresenta a mais famosa vilã de novela brasileira e um feito marcante de um esportista brasileiro, além da tristeza de outro.

E você, acha que faltou algum momento? Qual? Comente! 

10 Momentos Mais Marcantes da História da Televisão 

 

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Argentina: Padre é expulso da Igreja por defender casamento gay

por mark vynny
 

Padre foi suspenso há três anos quando declarou apoio ao casamento gay. Agora, foi expulso

José Nicolás AlessioO padre argentino José Nicolás Alessio foi expulso da Igreja por ser favorável ao casamento homossexual. “Mais de 30 servindo ao povo de Deus não significam nada para a Igreja Católica. Tudo porque eu fui ter uma opinião diferente do arcebispo”, disse Alessio.

O arcebispo em questão é o papa Francisco. Em 2010, durante a briga da Igreja com o governo da presidente Cristina Kirchner, que tentava – e conseguiu – legalizar o casamento gay, Alessio se declarou favorável ao tema. O padre foi suspenso e as investigações sobre ele foram conduzidas pelo papa que na época era arcebispo de Buenos Aires.

fonte: ParouTudo

10 horas atrás

“O século 22 será dos gays”, diz Lygia Fagundes Telles

por mark vynny
 

Escritora tratou de homossexualidade em um de seus romances mais famosos, “Ciranda de Pedra”

Lygia Fagundes TellesPrestes a completar 90 anos no próximo dia 19, Lygia Fagundes Telles, uma das maiores escritoras do Brasil, disse o que pensa sobre Daniela Mercury assumir sua homossexualidade.

“Sou super a favor de que o ser humano faça o que ele quiser, todo o mundo é livre, a vida é curta. E o século 22 vai ser o século dos gays, pode escrever isso aí”, afirmou Lygia ao jornal “O Globo”.

A autora do agraciado com o Prêmio Jabuti “As Meninas”, já tratou de lesbianidade em contos como “A Escolha” (1985) e no romance que virou duas vezes novela da Rede Globo, “Ciranda de Pedra” (1954).

fonte: ParouTudo

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Comunidade Nin-Jitsu lança gravação ao vivo com B Negão, Chorão e Xis

por Mauro Ferreira
 
 Em novembro de 2012, o grupo gaúcho Comunidade Nin-Jitsu registrou show no Opinião, teatro bar situado em Porto Alegre (RS), terra natal da banda. A gravação ao vivo está sendo lançada neste mês de abril de 2013, via Coqueiro Verde Records, nos formatos de CD e DVD. Ao vivo no Opinião agrega no roteiro participações de nomes como B Negão, Chorão (1970 – 2013) – convidado deTudo que ela gosta de escutar, possivelmente numa de suas últimas gravações em disco – Edu K, Lucas Silveira, Papas da Língua e Xis, entre outros. O time de convidados está em sintonia com o estilo da banda, que une rock com rap, funk e reggae em fusão que evoca o som do Charlie Brown Jr., grupo liderado por Chorão. Eis as faixas do DVD: 
• CNJ
• Rap do trago
• Não Aguento mais
• Arrastão do amor – com Erick Endres
• Merda de bar – com Erick Endres
• Toda molhada
• Chuva nas calcinha
• Melô do analfabeto
• Martini
• Cowboy
• Detetive
• Funk da paz (Rebola o resbolah)
• Aperitivado / Ejaculação precoce
• Ah! Eu tô sem erva
• Quero te levar – com Lucas Silveira
• Funk até o caroço – com B Negão
• Us mano e as mina – com Xis
• Ela vai passar – com Papas da Língua
• Popozuda rock’n’roll – com Edu K
• Tudo que ela gosta de escutar – com Chorão
• Fazê a cabeça – clipe
11 horas atrás

‘Rapper’ baiano Mr. Armeng vai gravar CD produzido por Marote via Sony

por Mauro Ferreira
 
 O rapper baiano Mr. Armeng – visto ao centro na foto de Thiago Bernardes – vai gravar disco produzido por Dudu Marote. O álbum vai ser lançado pela Sony Music. A gravação do disco e o ingresso na companhia fonográfica multinacional são prêmios a que Mr. Armeng faz jus pela vitória no reality show musical Breakout Brasil!, promovido através de parceria da Sony Music com o Google e exibido pelo canal pago Sony Spin. Atualmente com 30 anos, Mr. Armeng – batizado Maurício Souza e filho do cantor Guiguio, ex-vocalista do bloco afro Ilê Aiyê – faz rap misturado com levadas de funk/soul e com elementos da música afro-baiana. Armeng está na estrada desde 2003, ano em que fundou a banda de rap Kbça Ativa. Em 2006, formou com o DJ Leandro Moraes (à esquerda na foto) e o percussionista Tiago da Lua o coletivo Freedom Soul Rec, com o qual gravou os singles A noite é nossa (hit na Bahia), Se você ficar e Vem cá.  
12 horas atrás

Remanescentes do extinto grupo Charlie Brown Jr. criam banda, A Banca

por Mauro Ferreira
 
 A morte de Alexandre Magno Abrão (1970 – 2013), o Chorão, em 5 de março, provocou o fim abrupto do Charlie Brown Jr. – o grupo que Chorão formara em Santos (SP) em 1992 e do qual era líder, voz e cérebro. Mas os músicos remanescentes da última formação da banda – Bruno Graveto (bateria), Champignon (baixo), Marcão (guitarra) e Thiago Castanho (guitarra) – vão permanecer em cena. Eles criaram nova banda, A Banca, para a qual foi convocada Helena de Andrade Papini, a Lena, para assumir o baixo, já que o então baixista Champignon vai assumir os vocais d’A Banca. Está prevista a gravação de um disco do novo quinteto até o fim de 2013.

 

closer: quando estar perto demais não é o bastante

por Manú Sena
 

Um homem caminha por uma rua cheia de gente quando se depara com um rosto de um mulher de cabelos vermelhos vindo em sua direção.A mulher o vê e em seguida é atropelada por um carro.E o resto da história não teria acontecido se ambos não estivessem, sob o risco do real.

Ler o artigo completo
   

4 horas atrás

closer: quando estar perto demais não é o bastante

por Manú Sena
 

Um homem caminha por uma rua cheia de gente quando se depara com um rosto de um mulher de cabelos vermelhos vindo em sua direção.A mulher o vê e em seguida é atropelada por um carro.E o resto da história não teria acontecido se ambos não estivessem, sob o risco do real.

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tem a ver comigo

por Betina Siegmann

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