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Feliciano só sai de comissão se mensaleiros fizerem o mesmo

por Paulo Lopes
 
Feliciano teria dito na reunião dos líderesque ele de “bobo só tem o jeito de ser”  Na reunião de hoje com líderes partidários, Marco Feliciano (PSC-SP) disse que só há possibilidade de ele deixar…

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7 horas atrás

Procuradoria pede abertura de ação penal contra Feliciano

por Paulo Lopes
 
do Congresso em Foco  Maioria dos ministros do STF vai decidirse aceita a denúncia contra Feliciano A PGR (Procuradoria-Geral da República) encaminhou ontem (8) parecer ao STF (Supremo Tribunal…

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FHC nega influência de Thatcher

DIARIO DO CENTRO DO MUNDO 9 DE ABRIL DE 2013 0

À BBC Brasil, ele reconheceu porém a ‘firmeza’ da Dama de Ferro.

Thatcher não influenciou seu governo, segundo ele

Thatcher não influenciou seu governo, segundo ele

E FHC negou o inegável: que seu governo foi fortemente influenciado por Margaret Thatcher.

FHC não deve ter ficado particularmente impressionado com as celebrações, no Reino Unido, pela morte de Thatcher. Na própria BBC Brasil, o economista Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e da chamada Escola de Chicago, dissera numa entrevista sobre o legado da Dama de Ferro: “Ela teve impacto principalmente no primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso. Houve uma onda que começou com Collor, mas que foi  consolidada com o Fernando Henrique Cardoso. Uma onda de privatizações que mudou a face da economia brasileira, principalmente em setores-chave como siderurgia, telecomunicações e o próprio setor elétrico, em parte privatizado.”

FHC negou Thatcher numa entrevista concedida à BBC Brasil, e reproduzida aqui pelo Diário.

BBC Brasil – Em sua opinião, qual o legado deixado pela ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher?

Fernando Henrique Cardoso – Eu acho que é de firmeza. Tomou decisões, foi em frente. Deu um exemplo de que para governar você precisa ter crença e avançar. Eu posso não concordar com as crenças, mas ela foi firme.

Com quais crenças de Thatcher o senhor não concorda?

FHC – No caso específico, eu nunca fui favorável ao desmonte da vida sindical e também a uma visão demasiado pró-liberdade de mercado. Eu sou social-democrata, não tenho essa mesma percepção.

Mas alguns analistas veem uma inspiração em Margaret Thatcher na abertura econômica e nas privatizações que senhor fez em seu governo. O senhor concorda com essa avaliação?

FHC – Não. Abertura econômica é outra coisa. Como o mundo marchava, como marcha, para uma integração crescente das economias, tem que abrir a economia. Agora, não houve inspiração. De minha, parte nenhuma. É muito mais uma questão prática dos interesses do Brasil do que inspiração de modelos.

As privatizações que o senhor fez em seu governo então não foram inspiradas nesse modelo neoliberal?

FHC – Não. Foi na necessidade de você modernizar certos setores. O Estado tinha uma crise fiscal, não tinha recursos para trazer essas soluções tecnológicas, nem dispunha de tecnologia, por exemplo, na questão de telecomunicações.

Por outro lado, em certas empresas eu acho que a atividade era necessária para dar força a elas, como a questão da Embraer e da Vale do Rio Doce. Eram repartições públicas, não tinham como competir e, como você vai marchar para um mundo de competição, você tinha que fazer.

“Abertura econômica é outra coisa. Como o mundo marchava, como marcha, para uma integração crescente das economias, tem que abrir a economia. Agora, não houve inspiração. De minha, parte nenhuma. É muito mais uma questão prática dos interesses do Brasil do que inspiração de modelos.”

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente

Mas eu nunca fui favorável, por exemplo, a privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil. Eu acho que você tem que ter aí alguns instrumentos que o Estado disponha deles.

Se bem que acredito também que a forma de funcionar desses setores produtivos estatais deve ser também na competição. A mola do mundo moderno é a inovação e a competição.

O senhor acha que houve um impacto das ideias de Thatcher nas privatizações que aconteceram em outros países da América Latina?

FHC – Eu não sei, provavelmente na Argentina mais fortemente que em outros países; no Chile, em certos momentos.

Não posso negar que mesmo no Brasil ela teve (uma influência). Muita gente passou a ter uma visão mais pró-mercado, mais pró-liberalização em função dela. Não foi o meu percurso, eu era muito mais ligado aos (ex-primeiros-ministros britânicos) Gordon Brown, Tony Blair, à Terceira Via, (ao ex-presidente dos EUA Bill) Clinton.

Mas, mesmo assim, eles nunca me inspiraram propriamente. Nós aqui temos uma força da questão local que é muito grande, nossos problemas. O que nós tínhamos que fazer aqui era adaptar a economia brasileira ao processo que estava correndo no mundo, que era de maior integração econômica.

Muitos analistas chegaram a decretar o fim desse ideário neoliberal de Thatcher com a crise de 2008. Na avaliação do senhor, como ex-presidente e sociólogo, isso pode realmente acontecer? Estamos seguindo para um modelo mais estatista?

FHC – Eu acho difícil, as ideias vão e vêm dependendo das circunstâncias. Como eu disse a você, do meu ângulo, é preciso haver um certo equilíbrio. O Estado tem que existir sempre como uma força reguladora, porque o mercado largado a si mesmo traz muita irracionalidade. Por outro lado, se não houver o mercado, o Estado leva ao arbítrio e à burocratização, à escolha de parceiros, a preferências políticas, a uma coisa que não é positiva.

Então tem que haver um equilíbrio entre essas forças. Eu acho que mesmo a partir da crise o que vai acontecer é isso. Não vai morrer o ideal de você ter uma economia competitiva ou mais liberdade de ação dos agentes econômicos, nem vai morrer o ideal de termos um Estado que seja capaz de redistribuir renda e tomar medidas de política social que são necessárias.

Thatcher sempre foi crítica a uma maior integração europeia e tinha restrições ao euro. Ela morre em um momento em que o bloco ainda está lutando para sair da crise. O senhor acha que a história pode vir a provar que ela estava certa, que a União Europeia pode se esfacelar?

FHC – Eu não acredito, a minha visão é outra. Eu acho que a Europa deveria ter se integrado mais, para ter uma política fiscal mais compatível com a política monetária, não menos. A integração europeia foi, do ponto de vista da civilização, muito importante, primeiro porque acabou com a tensão de guerra na Europa, só isso já valeu muito.

O caminho para esses países todos é de maior integração.

Você vê, juntamente com o liberalismo da Thatcher existia um certo nacionalismo. É curioso, sempre se atribui aos liberais uma visão menos nacional, e ela tinha as duas coisas.

Ao mesmo tempo ela teve uma relação bastante conturbada com a América Latina, principalmente com a Argentina, com a Guerra das Malvinas (1982). Como o senhor avalia a relação dela com a América Latina?

FHC – Ela atuou de acordo com os interesses estritos da Inglaterra e sempre atuou com toda força. Não quis saber de negociação com a Argentina, em um momento em que o Brasil (por exemplo) apoiou a Argentina.

O senhor já esteve com Thatcher? Em que circunstância?

FHC – Sim. Ela já não era mais primeira-ministra e eu era presidente. Ela foi à embaixada do Brasil (em Londres) e almoçou comigo.

E como foi o almoço?

FHC – Foi bem, ela disse uma frase que eu me recordo. Ela perguntou: “How long it lasts your term, sir?” (Quanto tempo dura seu mandato, senhor?). Eu disse que eram quarto anos e ela respondeu: “That’s ridiculous!” (Isto é ridículo!).

 
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Postado em » Política

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FIFA não proíbe a venda dos acarajés e sim as baianas pelo cheiro forte causado do material utilizado pelas baianas

por Rosangela Basso
 
FIFA não proíbe a venda dos acarajés e sim as baianas pelo cheiro forte causado do material utilizado pelas baianas

Cuma??? vão chamar as redes de fast food para fazer os acarajés?

Baianas protestam contra proibição na frente da Arena Fonte Nova

Tiago Di Araujo
tiago.araujo@redebahia.com.br  A discussão sobre a venda de acarajé pelas baianas dentro da Arena Fonte Nova voltou à tona na manhã desta sexta-feira (5). Devido a inauguração do estádio que acontece nesta manhã com a presença da presidente Dilma Rousseff, as baianas se concentraram na frente da Arena para protestar contra a suposta proibição de acesso delas ao estádio. Segundo a gestora do Memorial das Baianas, Maura Cristina, o objetivo do protesto que envolve cerca de 50 baianas, é ressaltar importância das baianas na cultura baiana. “O ofício das baianas de acarajé é um patrimônio imaterial tombado e deve ser respeitado”, alertou a gestora. De acordo com Maura, a FIFA não proíbe a venda dos acarajés no estádio e sim as baianas por conta do cheiro forte causado com o manuseio do material utilizado pelas baianas. “A cultura é isso. É tabuleiro, baiana, dendê e tudo que envolve. Não se pode acabar com a cultura para satisfazer os patrocinadores e vender acarajé de microondas”, disse. Além do protesto, as baianas buscam a entrega de uma petição pública que reúne cerca de 16 mil assinaturas, em que solicita a permissão da venda dos acarajés através das baianas dentro da Arena. O abaixo-assinado pode ser verificado no site da Associação Nacional das Baianas.  Vale lembrar, que uma pesquisa no início deste ano, apontou as baianas em primeiro lugar em qualidade no atendimento. Sete em cada dez soteropolitanos avaliam o atendimento das baianas como bom ou ótimo. Matéria original: iBahia

21 horas atrás

Boa notícia: Dilma força Fifa a liberar o acarajé na Copa

por Rosangela Basso
 
 
Boa notícia: Dilma força Fifa a liberar o acarajé na Copa  
Fernando Rodrigues 
Presidente convidou vendedoras de acarajé para cerimônia de hoje no estádio da Fonte Nova. Gesto foi recebido como apoio à liberação do comércio no entorno dos estádios da Copa. Além de proibir que o estádio Mané Garrincha seja chamado pelo nome durante suas copas, a Fifa também vetou a venda de acarajés nos arredores do estádio de futebol de Salvador (BA) durante os seus eventos. Na manhã de hoje (5.abr.2013), a presidente Dilma Rousseff sinalizou que pode encrencar com essa proibição da Fifa. Partiu da Presidência da República o convite para que as baianas vendedoras de acarajé estivessem dentro da Arena Fonte Nova no evento oficial de inauguração do estádio, em Salvador. O gesto sinaliza apoio do governo brasileiro à tentativa das baianas de derrubar a proibição da Fifa ao comércio nos arredores dos estádios da Copa. A atitude de Dilma vai na mesma linha adotada pelo governador Jaques Wagner, aliado da presidente e também filiado ao PT. Ele tem apoiado publicamente a liberação do acarajé no estádio. Antes da inauguração, outro funcionário do governo federal também se posicionou publicamente a favor da venda de acarajé na Fonte Nova: o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento e Turismo, Fábio Mota, que falou sobre o assunto em entrevista a uma rádio. As baianas aproveitaram a presença das autoridades para entregar um abaixo-assinado com mais de 16 mil assinaturas a favor da venda de acarajé a um assessor de Dilma. Ronaldo e Aldo RebeloO movimento espera ainda que o ex-jogador Ronaldo, do Comitê Organizador Local da Copa, e o ministro Aldo Rebelo (Esporte) recebam o abaixo-assinado e também ajudem a pressionar a Fifa a não proibir a venda de acarajé. Os dois estão entre os destinatários do abaixo-assinado entregue hoje à Presidência da República. A coleta de assinaturas começou em outubro de 2012 por meio do site Change.org. A Associação das Baianas de Acarajé e Vendedoras de Mingau é a autora da petição. Além do empenho próprio em divulgar a causa, as baianas contam ainda com apoio da equipe do Change.org, que ajuda os autores de alguns abaixo-assinados a levarem suas reivindicações adiante. Presente em 196 países, o Change.org tem no currículo alguns resultados de peso. Já conseguiu fazer Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, mudar de opinião e apoiar publicamente o direito de as mulheres dirigirem carros após uma petição iniciada por mulheres sauditas conseguir 22.986 apoiadores. Post scriptum: acarajé, para quem não sabe, é um petisco da culinária afro-brasileira, muito tradicional na Bahia. É um bolinho frito em azeite de dendê e feito com massa de feijão-fradinho, cebola e sal. Após a fritura, é cortado ao meio e recheado –em geral, com camarão.

Skinhead posta foto enforcando morador de rua na Savassi e revolta internautas

por Rosangela Basso
 
 
Skinhead posta foto enforcando morador de rua na Savassi e revolta internautas

O Tempo

Donato Di Mauro, skinhead assumido, já foi preso duas vezes por outros crimes de violência

FOTO: REPRODUÇÃO/ FACEBOOK  Uma imagem que está circulando nas redes sociais nesta sexta-feira (5) indigna os internautas. Na foto, Donato di Mauro, 25, aparece enforcando um morador de rua com uma corrente na praça da Savassi, na região Centro-Sul da capital. O próprio Donato foi quem postou a imagem em seu perfil, com a legenda: “quer fumar crackinho, quer? em meio a praça pública cheia de criança? acho que não”.

Segundo a denúncia de um internauta – que pediu para não ser identificado, Donato apagou a postagem, mas ela foi disseminada após uma outra pessoa salvar a foto e compartilhá-la nas redes sociais. Ainda segundo o internauta, o agressor, que é assumidamente skinhead, já foi denunciado diversas vezes por esta e outras atitudes preconceituosas. Ele também seria amigo dos estudantes de direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) responsáveis pelo trote em que amarraram os caulouros e utilizaram símbolos racistas e nazistas, em março deste ano.

No perfil de Donato nas redes sociais, é possível visualizar diversas imagens e postagens de conotação racista e preconceituosa. Em uma delas, uma criança que está em seus ombros faz o símbolo de exaltação do nazismo.

Ele já foi preso uma vez, por ter esfaqueado um homossexual na Praça da Liberdade, e outra vez em São Paulo, quando fazia parte de um grupo que agrediu skatistas na avenida Paulista. Nas duas vezes ele foi liberado após a prisão.

Após ser questionado pela reportagem, Donato postou em sua página na rede social a seguinte mensagem: “Não tenho NADA a dizer a vocês da mídia, aonde claro, sempre vão distorcer tudo. Não me procurem mais, não terão a entrevista para vender suas mentiras com seus jornaizinhos baratos cheios de sangue.”

 Em outra imagem do seu perfil no facebook, um menino aparece nos ombros de Donato fazendo o símbolo de exaltação nazista 
Essa tribo urbana, da qual Donato diz fazer parte, não é pequena e tem agido com frequência na capital. Um jovem estudante da UFMG, que pediu para não ter sua identidade revelada por medo de represália, contou à eportagem que já foi vítima de um desses grupos. No final de 2011, o rapaz, que é homossexual, andava com um amigo negro pelas ruas do centro da capital, por volta das 22h em um domingo, quando foi espancado.  

“Eles chegam de repente, batem e depois saem gritando que são skinheads”, narrou. O jovem chegou a registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.), mas até o momento nenhuma providência foi tomada.

Malandro é malandro, mané é mané, simples assim!: Rafinha Bastos não engole fora e tenta reverter repercussão negativa

por Rosangela Basso
 
Malandro é malandro, mané é mané, simples assim!: Rafinha Bastos não engole fora e tenta reverter repercussão negativa

F5

Rafinha Bastos, 36, não engoliu o fora que levou no Twitter após fazer uma piada com a cantora Daniela Mercury, que assumiu relacionamento com uma mulher, o cantor Freddie Mercury e a rede de hotéis Mercure. Pouco depois da postagem, o Twitter oficial da rede de hotéis se manifestou sobre o assunto. “Rafinha Bastos, aqui respeitamos a diversidade”, respondeu a conta, antes de mandar uma piscadinha de olho em forma de emoticon. “Hotéis Mercure, parabéns pelo respeito a diversidade! Sensacional, escreveu em seu Facebook. “Agora saia do Twitter e venha resolver estes problemas apontados pelos hóspedes. Abraço.” O humorista colocou um link para o site “Reclame Aqui” e, em seguida, colou uma série de reclamações feitas por hóspedes do hotel –nenhuma relativa a desrespeito à diversidade. 

Rafinha Bastos leva fora após fazer piada com Daniela, Freddie e hotel

A postagem teve mais de mil respostas. A maior parte delas foi criticando Rafinha por “não saber perder”. “Agora bem que o hotel Mercure podia pegar a lista de processos que você tem e comparar com essa lista que você postou, seria mais uma patada violenta”, comentou um seguidor. Outro postou um link de reclamações do bar Comedians, de onde Rafinha é sócio.

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