Indústria teme efeito colateral dos juros no câmbio

 
: Presidente da CNI, Robson Andrade afirma que a possível elevação da taxa Selic também teria como reflexo uma valorização adicional do real, afetando ainda mais a competitividade do setor empresarial 
7 horas atrás

Gilmar quer calar ator da Globo

BOILERDO por Betho Flávio
 

 

GILMAR APRESENTA QUEIXA-CRIME CONTRA ZÉ DE ABREU

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Em dezembro, José de Abreu, filiado do PT, afirmou que o ministro do STF contratara um araponga condenado a 19 anos de prisão: “E pro contratante? Domínio do fato?”, completou; ator não pretende se retratar e quer que o processo sirva para a discussão dos limites da liberdade de expressão

 

247 – O desafeto entre o ministro do STF Gilmar Mendes e o ator José de Abre pode virar caso de Justiça. O magistrado apresentou queixa-crime contra o petista por mensagens consideradas ofensivas publicadas na internet.

QUEIXA

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), apresentou queixa-crime contra José de Abreu por comentários que o ator voltou a fazer contra ele no Twitter. Em dezembro, Abreu afirmou que o magistrado contratara um araponga condenado a 19 anos de prisão. “E pro contratante? Domínio do fato?”, completou.

QUEIXA 2

O problema é que a informação de que Mendes contratara um araponga, publicada em jornal de grande circulação, é falsa e já tinha sido desmentida. Abreu, que em 2012 chegou a se retratar na Justiça por ter chamado Mendes de “corrupto”, diz que agora levará o processo adiante. “Da outra vez eu estava errado e pedi desculpas. Desta vez quero discutir a liberdade de expressão.”

HOSPITAL

Já Mendes pretende mover, além da queixa-crime, também uma ação por perdas e danos pelo conjunto de mensagens sobre ele que o ator já colocou na internet. Caso seja vitorioso, vai reverter o dinheiro para um hospital de Diamantino (MT), sua terra natal.

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CENSURAR AJUDA A SAÚDE: PARECE SER A NOVA MODALIDAE PARA CALAR A BLOGSFERA

Essa é boa, o ministro quer ajudar hospital com o dinheiro que pretender ganhar censurando o ator.

 

Mino escreveu e publicou que Gilmar Dantas recebeu mais de R$ 180.000,00 da Lista de Furnas. Cadê o processo contra o Mino Carta ?

7 horas atrás

Cobertura da TV Câmara termina com deputado do DEM acusando FUNAI de querer fazer uma “revolução armada no Brasil” e fechar Congresso!

RACISMO por racismoambiental
 

Abaixo, dois vídeos da Tevê Câmara. O primeiro, menos editado, mostra a invasão do Plenário e os deputados correndo, em determinado momento, documentando um momento histórico e inesquecível. O segundo, mais editado e liberado quase à meia-noite, começa com uma reportagem interessante e acaba com uma piada. Mostra desde a chegada do Abril Indígena à Comissão da Constituição e Justiça até a tomada do Plenário, incluindo ótima fala de Sônia Guajajara. Depois, entretanto, cai na vala comum. Vai da palavra oficial do Presidente da Câmara a um fecho com chave de ouro: uma declaração do ruralista Abelardo Lupion, do DEM Paraná, acusando a Funai de querer fazer “uma revolução armada no Brasil” e garantindo que a PEC 215 será aprovada de qualquer forma, “porque senão este Poder (e olha para trás, deixando claro que se refere ao Congresso) pode fechar”. Vale ver ambos! (Tania Pacheco)

 

7 horas atrás

Maduro reage com vigor aos ataques da direita golpista

BOILERDO por Betho Flávio
 

Jonatas Campos e Vinicius Mansur, de Caracas – Venezuela

Presidente em ofensa chamou chavistas a se mobilizar. Foto: AVN

O presidente recém-eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, aumentou o tom e partiu para o ataque no debate político por todo o dia de hoje (16). Em três pronunciamentos feitos em cadeia de rádio e televisão em horários diferentes, Maduro afirmou que vai usar “mão dura contra o fascismo” e proibiu uma marcha chamada pelo candidato derrotado Henrique Capriles Radonski para amanhã (17). O chavista ainda avisou que seu governo não vai reconhecer governadores que o considerem ilegítimo. Capriles é governador do estado Miranda.

Maduro também acusou a embaixada norte-americana de estar financiando a oposição. O governo dos Estados Unidos é o único das américas que aderiu à campanha da oposição de pedir a recontagem dos votos. Ele anunciou medidas de segurança para o sistema elétrico do país que, segundo ele, vem sofrendo inúmeras tentativas de sabotagem.

Ontem (15) Capriles pediu nas redes sociais que seus seguidores “descarregassem sua raiva” ante a proclamação do presidente Nicolás Maduro no Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e convocou um “panelaço” para as 20h da noite. Como resultados dos protestos desde ontem à noite, o governo afirma que ocorreram setes mortes perpetradas por ataques de pessoas ligadas à oposição.

“Agora estão planejando uma marcha ao centro de Caracas. Não vamos permitir. Vocês não vão para lá enchê-lo (o centro) de morte e sangre, não vou permitir que façam o que querem fazer. Vou usar a mão dura contra o fascismo e a intolerância, então digo, se querem me derrubar, venham para mim, aqui estou com o povo e uma Força Armada, seu burguês”, asseverou Maduro em uma inauguração de um centro de saúde.

Já a tarde, em um evento com trabalhadores da Petróleos da Venezuela (PDVSA), o presidente eleito acusou a embaixada dos Estados Unidos de financiar os atos de violência e alcunhou o seu opositor como o “novo Carmona”, referindo-se ao empresário Pedro Carmona, que liderou o golpe fracassado contra o presidente Hugo Chávez em abril de 2002.

Em sua terceira aparição, já inaugurando um hospital no Estado Aragua, a algumas horas de Caracas, Maduro disse não reconhecer Capriles como governador o chamou os chavistas a protestar em favor do governo. “Chamo a todo o povo chavista, nacionalista e patriota, para isolar os golpistas. Não venha agora a disfarçar-se de pacifista. Não confundam nossos anseios de paz com debilidade”, disse o presidente em franco ataque.

Oposicionista recua, mas pede outro panelaço. Foto: Cristina Moure

Capriles

Por sua vez, Capriles desistiu de realizar a marcha e acusou o governo de estar por detrás dos episódios de violência. “Amanhã não vamos nos mobilizar, peço aos meus seguidores que se recolham. Amanhã ninguém vai. Quem sair está ao lado da violência. O governo quer que haja mortos no país”, acusou em coletiva de imprensa.

O oposicionista sustentou que “informações de inteligência” vindas das Forças Armadas revelaram que o governo pretendia infiltrar pessoas na marcha desta quarta-feira (17). “O governo quer através da violência que não se fale do assunto pelo qual estejamos aqui”, disse, referindo-se a sua demanda de recontagem de 100% dos votos.

Na coletiva, Capriles apresentou denúncias de irregularidades ocorridas no pleito de 14 de abril. Segundo o opositor, 535 máquinas de votação estariam danificadas; testemunhas da oposição teriam sido retiradas de 283 centros de votação; haveria mais de 600 mil falecidos nas listas de votantes; em 1176 centros Maduro teria tido mais votos do que Chávez; em 564 centros eleitores teriam sido acompanhados irregularmente até a urna; toldos vermelhos do partido de Maduro (PSUV) estariam irregularmente próximos a 421 centros; motoqueiros teriam amedrontado eleitores em 397 centros.

Capriles ainda apresentou supostas listas de votantes e ata de verificação cidadã de uma mesma mesa de votação, no estado de Trujillo, onde haveria 181 votos a mais na ata do que pessoas na lista. Em tom de denúncia, Capriles também afirmou que pessoas com mais de 100 anos votaram.

A despeito da grita da oposição, Maduro reafirmou que não há necessidade de recontagem dos votos, visto que o sistema eleitoral venezuelano já prevê uma auditoria de 54% das caixas onde os votos são depositados depois de fechadas as mesas.

A maior parte dos países das américas já reconheceram a votória de Maduro, entre eles, Brasil, Argentina, Equador, México, Bolívia, Colômbia, Peru, Uruguai, Haiti, Cuba, Guatemala e Nicaragua.

de comunicasul

7 horas atrás

Direitos Humanos made in USA

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

 

La revuelta de los presos eleva la tensión en Guantánamo

Un preso escribe una carta al diario ‘The New York Times’ tras 11 años en la prisión y relata el infierno al que es sometido con la alimentación forzosa

Yolanda Monge Washington 15 ABR 2013 – 18:32 CET23

Puerta de entrada al Campo 6 de la prisión de Guantánamo. / JIM WATSON (AFP)

Meses de tensión acumulada concluyeron el pasado fin de semana en un enfrentamiento entre los guardas y los detenidos en la prisión de Guantánamo, que provocó que el alto mando de la isla ordenase que los reos fueran encerrados en celdas individuales en lugar de residir en zonas comunales como lo hacían hasta ese momento.

Según Robert Durand, portavoz de la prisión en la base naval militar de EEUU situada en la isla de Cuba, la violencia se desató después de que durante un operativo a primera hora del sábado los militares entrasen en el conocido como Campo 6 –el que menos seguridad tiene y en el que se encuentran cerca de 130 reclusos- para descubrir ventanas y cámaras de seguridad que los presos había tapado con cajas de cereales y trapos para no ser controlados.

Cuando los guardas procedieron a retirar los obstáculos, “ciertos detenidos se resistieron con la ayuda de armas improvisadas –palos de escoba-“, explica Durand. “Como respuesta, se lanzaron balas no letales –pequeñas pelotas de goma-“, puntualiza el portavoz. Según la misma fuente, ni presos ni guardas resultaron heridos.

La revuelta se produjo justo un dia después de que un equipo del Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR) abandonase el centro de detención después de una visita de tres semanas que se adelantó debido a la huelga de hambre que llevan a cabo 43 presos, según cifras del Pentágono, aunque abogados de los detenidos elevan ese número a más del doble.

 

La revuelta se produjo justo un dia después de que un equipo del Comité Internacional de la Cruz Roja abandonase el centro de detención después de una visita de tres semanas que se adelantó debido a la huelga de hambre que llevan a cabo más de 40 presos,

Uno de esos presos, el yemení Samir Naji Al hasan Moqbel, logró hacer llegar a través de su abogado una dura carta al diaro The New York Times en la que relata cómo está siendo sometido a una alimentación forzosa y su sospecha de que morirá en la base naval de Guantánamo si el presidente de su país o Barack Obama no hacen nada al respecto.

“He estado en huelga de hambre desde el 10 de febrero y he perdido más de 15 kilos. No volveré a comer hasta que me devuelvan mi dignidad”, escribe el preso que ha titulado la misiva “Gitmo me está matando” (Gitmo es la abreviatura que los militares dan a la prisión en la base). “Llevo detenido en Guantánamo 11 años y tres meses. Nunca he sido acusado de ningún crimen ni he tenido un juicio”, prosigue este hombre de 35 años que explica que abandonó su Yemen natal hace más de una década en busca de un futuro mejor en Afganistán, de donde huyó tras los ataques terroristas del 11-S y cuyo consulado en Pakistán entregó a los militares norteamericanos cuando éste buscó ayuda para volver a su país.

De los 166 detenidos en la cárcel, 87 tienen el visto bueno del Pentágono para ser liberados y 58 de ellos son yemeníes. El Gobierno de EEUU no los considera una amenaza para la seguridad nacional y Yemen no solo está dispuesto a acogerlos sino que los reclama con firmeza. Sin embargo, en 2010, la Administración Obama declaró una moratoria en la repatriación de los presos de Yemen basada en “la situación del país”, aplazamiento que sigue en pie.

“El pasado mes, el 15 de marzo, estaba enfermo en el hospital y me negué a ser alimentado. Un equipo de la Fuerza de Reacción Extrema (ERF, siglas en inglés), compuesto por ocho policías militares vestidos en ropa antidisturbios, irrumpió en la sala y me ató a la cama. Me insertaron una vía en mi mano y así estuve 26 horas, atado a la cama. No me dejaron durante ese tiempo ir al servicio, por lo que me pusieron un cateter, algo que fue muy doloroso, degradante e innecesario”.

 

Solo espero que debido al dolor que estamos sufriendo, los ojos del mundo miren de nuevo a Guantánamo antes de que sea demasiado tarde”,  finaliza el preso en su carta

Según datos del Pentágono, al menos 13 de los presos en huelga han sufrido un grave deterioro en su salud que ha obligado a los médicos a alimentarlos por la fuerza. En ese caso, dos veces al día se inserta un tubo por la nariz al reo y se le inyecta una papilla para evitar que se deshidrate.

“Nunca olvidaré la primera vez que me metieron el tubo por la nariz. No puedo describir lo doloroso que es que te alimenten así”, cuenta Al Hasan Moqbel. “Según lo introducían, sentía la necesidad de vomitar pero no podía. Sentía la muerte en mi pecho, mi garganta y mi estómago. Nunca había experimentado un dolor semejante. No le deseo a nadie tan cruel castigo”, prosigue.

Según el preso, son tantos los detenidos en huelga de hambre que no hay suficiente personal médico cualificado para llevar a cabo las alimentaciones forzosas, por lo que se hacen a intervalos regulares en turnos y no cuando es necesario.“No se ve el final para nuestro encarcelamiento”, confiesa Al Hasan Moqbel. “Negarnos a comer a riesgo de perder nuestra vida es la decisión que hemos tomado”, anuncia. “Solo espero que debido al dolor que estamos sufriendo, los ojos del mundo miren de nuevo a Guantánamo antes de que sea demasiado tarde”, finaliza.

El último preso que murió en Guantánamo fue el yemení Adnan Farhan Abdul Latif, que supuestamente se suicidó el pasado septiembre. Nunca había sido acusado de ningún crimen y tenía luz verde para dejar Guantánamo.

A una situación desesperada se une una decisión que hunde a los presos en mayor desesperación. En enero, la oficina del Departamento de Estado encargada de la reubicación de los presos de Guantánamo fue cerrada. Dan Fried, cuyo trabajo era transferir a esos presos fue asignado por la Casa Blanca a un nuevo destino en el extranjero. Fried no será reemplazado y la Administración está planeando formar a personal para que se ocupe de los detenidos que envejecen, lo que sugiere que muchos serán recluidos en la cárcel por el resto de sus días.

La revuelta de los presos eleva la tensión en Guantánamo | Internacional | EL PAÍS

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7 horas atrás

Campos defende alta de juros para conter inflação

 
Diogo Sallaberry/Futura Press/Fo: PORTO ALEGRE,RS,09.04.2013:EDUARDO CAMPOS/MEDALHA MÉRITO FARROUPILHA - O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, recebe a Medalha do Mérito Farroupilha, distinção máxima da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, após cUm dos principais críticos da política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), o governador de Pernambuco e pré-candidato à presidência da República, Eduardo Campos (PSB), adotou um discurso mais ameno em sua passagem por Brasília (DF e defendeu um possível aumento da taxa de juros para segurar a inflação; “Estamos caminhando para ter aumento da taxa básica de juros, e isso não pode ser lido como um desastre. A política monetária tem que funcionar na direção de preservar exatamente uma conquista brasileira, que foi a contenção da inflação” 
7 horas atrás

TeleSur é cercada por grupos antichavistas

LUIS NASSIF por luisnassif
 

Por Elímpio Severo

Da teleSUR

Antichavistas rodearon teleSUR y amenazaron a sus trabajadores

Antichavistas rodearon sede de teleSUR y amenazaron a sus trabajadores

Grupos afectos al excandidato presidencial antichavista Henrique Capriles rodearon este lunes la sede del canal de televisión teleSUR y amenazaron a sus trabajadores, informó la presidenta del canal, Patricia Villegas.

“Han amenazado a nuestro personal, los trabajaores del canal están en sus puestos de trabajo (…) han amezado de manera permanente”, denunció la presidenta de teleSUR Patricia Villegas.

“No se sabe si son las mismas personas (que asediaron hace unos instantes al canal del Estado Venezolana de Televisión), pero sí responden al mismo movimiento politico que ha llamado a la desestabilizacion”, detalló Villegas.

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7 horas atrás

Observadores brasileiros exaltam a legitimidade da eleição de Maduro

BOILERDO por Betho Flávio
 

Samuel Pinheiro Guimaraes, Olívio Dutra e Roberto Amaral desmentem alegações da oposição de direita, apoiada pelos governos dos EUA e da Espanha

Leonardo Wexell Severo, direto de Caracas-Venezuela

Fotos de Joka Madruga

Samuel Pinheiro Guimarães, Alto-Representante Geral do Mercosul

Convidados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela para acompanhar o pleito do último domingo (14) no país vizinho, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Alto-Representante Geral do Mercosul; o ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra; e o ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, foram unânimes durante entrevista em Caracas, nesta terça-feira, em reafirmar a “total legitimidade” da eleição do presidente Nicolás Maduro.

“Acompanhamos todas as etapas, uma vez que passamos a semana na Venezuela. O CNE explicou detalhadamente todo o processo, desde a sua construção e funcionamento, a sua rede, o voto eletrônico, a forma de aferição, a eficiência, a legitimidade e a objetividade”, declarou Olívio Dutra. Durante todo o período, ressaltou o líder gaúcho, ocorreram reuniões com os técnicos do órgão eleitoral que também trataram de especificidades jurídicas, esclarecendo a todos de forma pormenorizada. “Visitamos locais onde as urnas são aferidas, as instalações e várias seções eleitorais. Pudemos constatar muita responsabilidade e preocupação com a objetividade do processo. As eleições de domingo foram realizadas de forma eficiente e transparente, de forma que o eleitor tivesse consciência”. Desde que o cidadão chega para votar, apontou Olívio, há cinco etapas distintas e separadas para garantir a mais completa privacidade, o segredo do voto, num formato de “ferradura” na sala de votação. Após apresentar a cédula de identidade e digital, o eleitor vai até a máquina escolher seu candidato na tela e confirmar o nome no monitor. A máquina então imprime o comprovante, o eleitor confirma o seu voto e coloca na urna. Depois assina o caderno de votação e pinta o dedo mindinho com uma tinta indelével.

Olívio Dutra, ex-governador do Rio Grande do Sul

“O resultado deu a vitória ao candidato oficial, Maduro, com uma vantagem inferior a 2%. Esta foi a verdade das urnas. Este é um dado objetivo”, sublinhou o ex-governador, contestando as alegações de fraude sustentada pelo candidato oposicionista, Henrique Capriles, que conclamou seus apoiadores e não reconhecerem o resultado. O pedido foi prontamente atendido e amplamente repercutido pelos governos dos Estados Unidos e da Espanha.

Numa sociedade “altamente politizada” como a venezuelana, ressaltou Olívio, estas foram eleições “disputadíssimas”, com amplas liberdades. “Nas ruas, nas rádios e televisões, nas bancas de jornais, vi uma demonstração de que há liberdade de imprensa. Inclusive, a grande maioria é de oposição e diz o que bem entende”.

Para o ex-governador, a vitória do candidato chavista aponta para um “avanço na democracia da Venezuela”. “Que bom que esse exemplo possa se irradiar e que os problemas da democracia sejam resolvidos com mais democracia”. Olívio lembrou que a lisura do pleito foi destacada pelo conjunto dos observadores internacionais, que expressaram por escrito essa mesma opinião. “Ouvi a todos nas reuniões, ninguém colocou em dúvida a legitimidade do processo, que foi marcado pela eficiência, transparência e verdade”, acrescentou.

” VITÓRIA DA DEMOCRACIA “

Renomado intelectual, autor dos livros Quinhentos anos de periferia e Desafios brasileiros na era dos gigantes, ex ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República no governo Lula, Samuel Pinheiro Guimarães também sustenta que o resultado foi uma “vitória da democracia”. “Foram eleições absolutamente limpas, com amplíssima liberdade de imprensa, num processo de votação sem nenhuma restrição”. Conforme o embaixador, o sistema eleitoral venezuelano é “bem mais avançado do que o dos supostos países democráticos, como os Estados Unidos e a Espanha”.

Sobre o significado da vitória de Maduro para a integração latino-americana, Samuel analisa que a eleição do chavista dará “continuidade à orientação da política externa venezuelana em relação à América do Sul, com maior aproximação do Brasil e da Argentina e o ingresso da Venezuela no Mercosul, extremamente importante, uma garantia contra um golpe da direita”. Ele também destacou a relevância econômica da Venezuela para a integração ser potencializada.

Na avaliação do embaixador, neste momento, “a oposição procura deslegitimar, de todas as formas possíveis a vitória do PSUV (Partido Socialista Unificado da Venezuela) e de seus aliados”. Pedir a recontagem de todas as urnas, disse, é algo que “não está previsto na legislação, nem é necessário”. Samuel lembra que esta “tentativa de desestabilização” tem se tornado um “clima permanente” na República Bolivariana. “Agora, como a diferença foi pequena, a oposição mobiliza apoios de alguns governos como o dos Estados Unidos e da Espanha, e algumas organizações como a OEA, que deram declarações que não reconhecem o resultado das urnas”, condenou.

ALERTA CONTRA OS GOLPISTAS

Para o ex-ministro de Ciência e Tecnologia e vice-presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Roberto Amaral, “mais do que eleitoral, as eleições mostraram um crescimento ideológico da direita, o que é muito preocupante”. “Isso está estampado nas declarações de Capriles e dos jornais que, contrariando as regras do jogo, se recusam como oposição a aceitar que perderam e prometem desestabilizar o país. Daí a importância das forças de esquerda de toda a América Latina acompanharem de perto esse processo”, asseverou.

Roberto Amaral disse ter visto nos dias que passou na Venezuela, “uma participação popular que há muitos anos não se vê no Brasil, num processo extraordinário, limpo, transparente e seguro. Muito mais do que o nosso, inclusive”.

Segundo o líder socialista, a vitória de Maduro fortalece a integração da América Latina, “na qual o Brasil está interessado”, enquanto a candidatura oposicionista representa a “anti-integração”, mais do que óbvia por seus estreitos vínculos com o governo dos Estados Unidos. “A eleição de Maduro fortalece o Mercosul muito além da economia, pois tem grande importância geopolítica. Representa a articulação da Venezuela, Argentina, Brasil, Equador, Bolívia e Uruguai, fundamentalmente, para que mantenhamos o avanço das forças populares e progressistas da América Latina”, concluiu.

de comunicasul

7 horas atrás

AGU vai recorrer para manter licenciamento

 
: A Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer, ainda esta semana, da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, que determinou a suspensão temporária do processo de licenciamento ambiental relativo às obras da Usina Hidrelétrica São Luís do Tapajós, no Rio Tapajós, oeste do Pará, e todas as ações relacionadas ao empreendimento 
7 horas atrás

Juízes apoiam pedido de réus do mensalão

LUIS NASSIF por luisnassif
 

Da Folha

Ministros do STF apoiam pedido de réus do mensalão

Advogados querem mais tempo para examinar votos antes do acórdão que apresentará as conclusões do julgamento

Joaquim Barbosa é contra a ideia, mas é pressionado por colegas para levar a discussão ao plenário do Supremo

DE BRASÍLIA

Ministros do Supremo Tribunal Federal sugeriram ontem que o presidente da corte, Joaquim Barbosa, leve ao plenário o pedido apresentado pelos réus do mensalão para ter mais tempo para analisar as conclusões do julgamento e apresentar recursos.

Os advogados dos réus querem examinar os votos dos ministros antes da publicação do acórdão que resumirá as decisões do julgamento, prevista para ocorrer em breve. Após a publicação, a lei dá a eles apenas cinco dias para apresentar recursos.

 

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7 horas atrás

Pá de cal no complexo de vira-lata

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

 

Neymar só vai para a Europa se for bobo

Scott Moore 16 de abril de 2013 8

Os países europeus estão quebrados, e o dinheiro está sumindo também dos clubes.

Ele iria para a Europa no pior momento

Ele iria para a Europa no pior momento

Ladies & Gentlemen:

Boss me conta que Tostão, para ele o melhor comentarista brasileiro de futebol, defende a ida de Neymar para o futebol europeu já.

Parece que ele, na Europa Neymar seria devidamente testado e treinado para, quem sabe, se tornar um dos melhores jogadores do mundo.

Ladies & Gentlemen: Tostão entende de futebol, mas não de economia.

A crise econômica dramática que varre a Europa já chegou ao futebol. Os clubes estão quebrados, como os países.

Acabarão se desfazendo porque não existe milagre. Você não pode ter jogadores com salários multimilionários quando a torcida está na miséria.

Você já começa a ver na Europa estádios vazios em grandes partidas, o que não acontecia antes.

O mundo do futebol é cínico. Mesmo Chrissie, minha azeda e neurastênica mulher sempre pronta a me contrariar nas coisas mais absurdas, nisso concorda comigo.

Veja na França. Os clubes queriam ficar isentos da elevação nos impostos que o presidente François Hollande aplicou para grandes empresas – os clubes são – e superricos.

“Os craques vão embora”, gemeram os cartolas.

Hollande confirmou que, sim, os novos impostos alcançarão o futebol.

Que vão embora os jogadores. Mas para onde? Para o futebol italiano, quebrado? Para o espanhol, à beira do abismo financeiro? Ou vocês pensam que Barcelona e Real Madri conseguirão viver como vivem com o país na bancarrota?

Os espanhóis já estão até pedindo a cabeça do rei. Querem a república.

Isso tudo para dizer o seguinte. Neymar estaria indo para a Europa na pior hora. Provavelmente seu salário, como no Brasil dos tempos de crise, começaria a não ser pago em pouco tempo no Barça ou no Real.

Futebol é dinheiro, gostemos ou não, e eu pessoalmente detesto.

Onde está o dinheiro, estão os mercenários da bola.

E o dinheiro sumiu da Europa, sem que nada indique que vá voltar. Portanto, os mercenários irão atrás do dinheiro, se o houver em algum lugar neste mundo que vive uma crise tão espalhada.

Neymar tem vida boa no Santos. É mimado, faz o que quer, bate pênaltis, faltas e escanteios, jamais é substituído, tira do time quem quiser, técnico incluído, e ainda tem folga bastante para cuidar do cabelo e namorar com uma atriz da Globo.

Para que sair do Brasil rumo ao pesadelo econômico europeu?

O pai dele é esperto, imagino. Talvez ele blefe para que o Santos, intimidado, aumente o salário do garoto.

Ladies & Gentleman: Tostão, que baixou a cabeça e no Deus-dará destruiu minha seleção em 1970, num lance que só Supernatural Jones explica, sabe tudo de bola.

Mas, de economia, não entende nada.

Sincerely.

Scott

Tradução: Erika Kasumi Nakamura

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Sobre o autor: Scott MooreVeja todos os posts do autor Scott Moore

Aos 53 anos, o jornalista inglês Scott Moore passou toda a sua vida adulta amargurado com o jejum do Manchester City, seu amado time, na Premier League. Para piorar o ressentimento, ele ainda precisou assistir ao rival United conquistando 12 títulos neste período de seca. Revigorado com a vitória dos Blues nesta temporada, depois de 44 anos na fila, Scott voltou a acreditar no futebol e agora traz sua paixão às páginas do Diário.

Diário do Centro do Mundo Neymar só vai para a Europa se for bobo – Diário do Centro do Mundo

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7 horas atrás

Igrejas e a legislação do imposto de renda

LUIS NASSIF por luisnassif
 

Por jns

Do Direito Nosso

A LEGISLAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E AS IGREJAS

Gilberto Garcia*

A Constituição Federal de 1988, no artigo 150, estabelece que “… Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios …”, “… VI – instituir impostos sobre: a) …;  b) templos de qualquer culto …”, § 4º, “As vedações expressas no inciso VI, alíneas b e c,compreendem somente o patrimônio, a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.”

Tributo é gênero, imposto é espécie. De igual forma que o gênero humano, criado por Deus, possui duas espécies, macho e fêmea. Assim a Igreja, como afirmamos, é imune de impostos, incidentes sobre seu templo, mas não de outros tributos, tais como taxas e contribuições de melhoria, estabelecidos no Código Tributário Nacional.

No que tange as taxas que incidem sobre suas dependências, casa pastoral, veículos etc, e ainda, outras de iluminação pública municipal, de limpeza urbana, bem como a contribuição de melhoria, estas são tributos devidos pela Igreja.

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7 horas atrás

Dilma: “Não estamos descobrindo as Índias, nem o Brasil”

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Dilma e Lula estiveram reunidos, na noite passada, durante festa do PT em Belo Horizonte

Correio do Brasil   “A presidenta Dilma Rousseff participou, na manhã desta terça-feira, nesta capital, de reunião na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), onde assinou parceria com governo estadual e iniciativa privada para construção de fábrica de insulina em Minas, a única no Brasil. Ao discursar Dilma destacou que o seu governo não está “descobrindo as Índias, nem o Brasil” ao implementar uma política econômica para, segundo afirmou, resgatar milhões de brasileiros da pobreza. A presidenta disse estar apenas desenvolvendo uma política praticada em outros países que, a exemplo do Brasil, tem um mercado lastreado por milhões de consumidores.

– Somos 200 milhões de brasileiros e nosso mercado é algo relevante – afirmou.

Embora o cenário econômico seja desfavorável, com a alta da inflação, a presidente afirmou que que “não há a menor hipótese” de o Brasil não crescer neste ano. – Vamos colher o que plantamos e aqui ( na sede da Fiemg) acabamos de plantar mais uma semente – disse. Dilma chegou acompanhada de ministros, do governador Antonio Anastasia (PSDB) e de líderes empresariais, para assinar o termo de cooperação entre os governos federal, estadual e o setor privado que irá permitir ao Brasil, depois de mais de uma década, voltar a produzir insulina humana para o tratamento de diabéticos, que no país somam quase um milhão de dependentes do medicamento. A parceria vai dar condições à retomada da produção de insulina humana pelo laboratório privado Biomm Techonology.” Matéria Completa, ::AQUI:: Enviada por: Nogueira Junior 20:550 Comentários * Dilma RousseffPT   Do Blog BRASIL! BRASIL! 

7 horas atrás

Presidente Maduro pede união para isolar os golpistas

BOILERDO por Betho Flávio
 

 

dente

Caracas, 16 Abr. AVN.- La unión nacional para aislar a los golpistas fue el planteamiento hecho este martes por el presidente de la República, Nicolás Maduro, para frenar la ola de ataques violentos que la derecha ha generado desde el lunes, luego de que el excandidato antichavista, Henrique Capriles, desconociera los resultados de las elecciones en las que resultó electo el socialista.

“Llamo a todo el pueblo revolucionario patriota, a la unión, llamo a todo el país a la unión para aislar a los golpistas. Ya empezaron a recular hoy, a retroceder. Pero, por mucho que retrocedan tienen que verle la cara a la justicia, más temprano que tarde. Tú (Henrique Capriles) eres responsable de esto. No vengas ahora a disfrazarte de pacifista, asume tu responsabilidad. Tú ayer llamaste a la gente a la violencia (…) y lanzaste a Leopoldo López a dirigir los ataques”, sostuvo Maduro, durante la inauguración del Hospital Cipriano Castro, en el estado Aragua.

Igualmente, dijo que el Ejecutivo adelanta acciones para controlar los focos desestabilizadores que se puedan producir en el país, y exigió respeto al pueblo venezolano.

“Hemos logrado neutralizar casi todos los focos de violencia en el país”, expresó, al tiempo que denunció el asedio a la sede del Consejo Nacional Electoral (CNE) en la entidad por 250 agentes desestabilizadores.

“He ordenado que se filmen los destrozos, deben ir presos todos aquellos que ataquen al CNE, a los partidos políticos, a los CDI, a los organismos populares. Los que ataquen al pueblo deben ir presos”, manifestó.

Denunció que los dirigentes de la derecha tienen una agenda oculta para desestabilizar la nación.

“A ellos no les importan las elecciones, estaban preparados para desconocerlas en cualquier circunstancia, lo que les importa es embochinchar este país y responderle al amo que tienen en el norte”, refirió.

Asimismo, señaló que Leopoldo López se acercó a una acompañante internacional de los grupos de Derechos Humanos para, a través de ella, exigirle a Maduro que les diera cargos de ministros a la oposición en el nuevo Gobierno o los sectores antichavistas continuarían con la violencia.

A lo que Maduro respondió: “prepárense para que respondan a la justicia, más temprano que tarde. La justicia es autónoma”.

Chávez vive en la obra de la salud pública venezolana

El líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Chávez, vive en las obras de salud pública que durante su gestión fueron construidas, recuperadas o repotenciadas, a través de las misiones y la inversión social, resaltó el presidente Maduro.

En este sentido, indicó que con la puesta en funcionamiento del Hospital Cipriano Castro se benefician un promedio de 130.000 habitantes de las comunidades de Brisas del Lago, Santa Rosa, La Cabrera, La Romana, San Vicente, Tapa Tapa, Campo Alegre, 23 de Enero, La Coromoto, Base Sucre del estado Aragua y hasta de Mariara, estado Carabobo.

La próxima semana se anunciarán los equipos de las micromisiones dentro de la Gran Misión Eficiencia o Nada, destinada a recuperar todos los hospitales del país.

Medidas para mejorar el sistema eléctrico

Maduro anunció que el próximo lunes 22 de abril el Gobierno Nacional emprenderá una serie de medidas para mejorar el funcionamiento del sistema eléctrico en todo el país.

Maduro señaló que su equipo de trabajo acabará “con la guachafita en el sistema eléctrico”, para lo cual pidió al pueblo venezolano su colaboración.

La atención al sistema eléctrico forma parte de los puntos focales de la gestión de Maduro, con el fin de concretar el Plan de la Patria 2013-2019.

Por otra parte, subrayó que con la Revolución por primera vez se invierte el petróleo para atender los intereses del pueblo venezolano.

Indicó que en Petróleos de Venezuela “se respira patriotismo, amor al pueblo, ganas de trabajar, ganas de futuro”.

España respeta resultados electorales del 14-A

El presidente Maduro leyó una misiva emitida por el gobierno de España en la que expresa su respeto a los resultados de los comicios presidenciales del pasado 14 de abril.

“El Gobierno de España expresa su deseo que en el marco de la Constitución, todos los actores políticos actúen con responsabilidad y respeto a las instituciones”, continúa el comunicado enviado al jefe de Estado por el canciller venezolano, Elías Jaua.

Al respecto, Maduro aplaudió la actitud tomada por España y llamó al respeto entre naciones.

“Somos pueblo, vamos a querernos y respetarnos. Muy bien, Gobierno de España, cuenten con nuestra amistad para el trabajo”, dijo Maduro.

Lamentó partida del profesor Rigoberto Lanz

Durante la actividad, el mandatario lamentó la pérdida física del profesor y sociólogo Rigoberto Lanz, y envió palabras de aliento a sus familiares.

“Quiero transmitir a la familia Lanz nuestro profundo dolor por la partida de Rigoberto Lanz, un hombre de izquierda de toda la vida, la mayor figura del pensamiento crítico venezolano”, dijo.

El mandatario leyó un artículo escrito por Lanz, uno de los fundadores de la Universidad Bolivariana de Venezuela (UBV), titulado “La derecha se desespera”:

“No estamos lidiando con pensamiento político sino con mazamorra ideológica. No enfrentamos un proyecto de país alternativo sino la furia babosa de odio y frustraciones personales. No se trata de interactuar políticamente con formaciones antagonistas, gente que piensa distinto, sino lidiar con patologías psicopolíticas irrecuperables”.

AVN 16/04/2013 18:56

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Caracas, 16 de Maio. AVN -União nacional para isolar o golpe foi a proposta feita terça-feira pelo Presidente da República, Nicolas Maduro, para conter a onda de ataques violentos que a direita tem provocado desde segunda-feira, após o ex-candidato antichavista, Henrique Capriles, desconhecendo os resultados das eleições em que o socialista foi eleito.

“Peço a toda a gente patriota revolucionário, para o sindicato, chamado de todo o país para a união para isolar o golpe. Já começou a recuar hoje. Mas muito a recuar tem que ver o rosto de justiça mais cedo ou mais tarde. Tu (Henrique Capriles) são responsáveis ​​por isso. disfarce Não venha agora um pacifista, assuma sua responsabilidade. Ontem você chamar as pessoas para a violência (…) e jogou a Leopoldo Lopez para executar o ataques “, disse Maduro, durante a inauguração do Hospital Cipriano Castro, no estado de Aragua.

Também disse que o governo tomar medidas para controlar os surtos de desestabilização que possam ocorrer no país, e exigiu respeito para o povo venezuelano.

“Conseguimos neutralizar quase todas as manifestações de violência no país”, disse ele, ao denunciar o cerco à sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no estado para 250 agentes desestabilizadores.

“Ordenei que filmou o dano, deve ir para a cadeia todos aqueles que atacam o CNE, os partidos políticos, ao CDI, as organizações populares. Aqueles que atacam as pessoas devem ir para a cadeia”, disse ele.

Ele acusou os líderes da direita tem uma agenda escondida para desestabilizar o país.

“Eles não se preocupam com a eleição, estavam preparados para ignorá-los em todas as circunstâncias, o que importa é ensanguentar este país e responder ao amor que eles têm no norte do país”, disse ele.

Ele observou que Leopoldo López se aproximou um companheiro grupos internacionais de Direitos Humanos, por meio dela, exigindo a amadurecer para dar-lhes posições dos ministros da oposição no novo governo ou setores anti-Chávez continuar a violência.

Para que Maduro disse: “prepare-se para responder à justiça, mais cedo ou mais tarde. Justiça é independente”.

Chávez vive no trabalho da saúde pública venezuelana

O líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, vive do trabalho em saúde pública durante o seu mandato foram construídos, recuperados ou repowered, através de missões e investimentos sociais, com destaque para o presidente Maduro.

A este respeito, disse que com a colocação de Cipriano Castro Hospital beneficiar uma média de 130 mil nas comunidades de Brisas del Lago, Santa Rosa, La Cabrera, La Romana, São Vicente, Tapa Tapa, Campo Alegre, 23 janeiro, o Coromoto, Base Sucre e Aragua estado ainda Mariara, estado Carabobo.

Na próxima semana será anunciado equipes micromisiones dentro da Grande Missão Eficiência ou Nada, projetada para recuperar todos os hospitais.

Medidas para melhorar o sistema elétrico

Maduro anunciou que na segunda-feira 22 de abril, o Governo vai realizar uma série de medidas para melhorar o funcionamento do sistema elétrico em todo o país.

Maduro disse que sua equipe vai acabar “com guachafita no sistema elétrico”, ao que o povo venezuelano solicitou a sua colaboração.

A atenção ao sistema elétrico é um dos pontos focais gestão Maduro, a fim de realizar o Plano de Homeland 2013-2019.

Por outro lado, salientou que com a Revolução pela primeira vez investe óleo para servir aos interesses do povo venezuelano.

Ele indicou que a Petróleos de Venezuela “respirar patriotismo, o amor das pessoas, ansioso para trabalhar, ansioso para o futuro”.

Espanha respeite os resultados das eleições de 14-A

Presidente Maduro leu uma carta enviada pelo governo da Espanha em que ele expressou seu respeito pelos resultados das eleições presidenciais de 14 de abril.

“O governo da Espanha espera que, no quadro da Constituição, todos os atores políticos a agir com responsabilidade e respeito pelas instituições”, continua o comunicado enviado ao chefe de Estado pelo chanceler venezuelano Elias Jaua.

Neste sentido, a atitude tomada Maduro aplaudido pela Espanha e pediu respeito entre as nações.

“Somos pessoas que vão amar e respeitar. Ok, Governo da Espanha, contar com a nossa amizade para o trabalho”, disse Maduro.

Começando lamentou Rigoberto Lanz professor

Durante a atividade, o presidente lamentou a perda física e sociólogo Professor Rigoberto Lanz, e enviou palavras de encorajamento para as suas famílias.

“Quero transmitir à família Lanz nossa profunda tristeza pela partida de Rigoberto Lanz, um esquerdista de toda a vida, a maior figura do pensamento crítico venezuelano”, disse ele.

O presidente leu um artigo escrito por Lanz, um dos fundadores da Universidade Bolivariana da Venezuela (UBV), intitulado “desespero Right”:

“Nós não estamos lidando com o pensamento político, mas com mush ideológica. Confrontado não é um país alternativo proposto, mas a raiva eo ódio lesma frustrações pessoais. Interagir não é politicamente formações antagônicas, as pessoas que pensam diferente, mas o tratamento de patologias psicopolíticos irrecuperável “.

AVN 16/04/2013 18:56