“damaged” – a angústia concentrada do black flag

OBVIOUS por Henrique Fernandes Coradini
 

Toda a revolta e êxtase do primeiro disco do Black Flag, “Damaged”, estreia de Henry Rollins como vocalista da banda.

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5 horas atrás

o que se quer?

OBVIOUS por Gustavo Piffer
 

“…Como três boas pequenas irmãs, Anna nos empurrou lento e suavemente. Todas as minhas dores tinham desaparecido. As pessoas que eu mais gosto em todo o mundo estavam comigo. Eu podia ouvir sua conversa em torno de mim. Eu podia sentir a presença de seus corpos, o calor de suas mãos. Eu queria segurar o rápido momento e pensei: “Aconteça o que acontecer, esta é a felicidade”. Não posso desejar algo melhor. Agora, por alguns minutos, posso experimentar a perfeição. E eu me sinto profundamente grata a minha vida, que me deu tanto.”

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5 horas atrás

quantos cavalos valho?

OBVIOUS por arxvis
 

o monstro mais atemorizante tem o sorriso mais manso

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5 horas atrás

mulheres, vocês são belas!

OBVIOUS por Rui Caeiro
 

A Dove lançou uma nova campanha que pretende mostrar como a visão que temos sobre o nosso próprio corpo é, muitas vezes, mais negativa do que aquilo que é percecionada pelos olhos de terceiros. Em 3 minutos fica a prova que temos de ser menos exigentes.

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5 horas atrás

“o mestre”: a religião, o cinema e a hipnose

OBVIOUS por Rafael Monteiro
 

“O Mestre” não é um filme religioso. É uma história sobre as relações humanas e o que elas provocam. Uma trama concentrada em dois: criador e criatura, admiração e inveja, equilíbrio e raiva, ou, se assim preferir, apenas Freddie Queel e Lancaster Dodd

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5 horas atrás

Repórter Brasil exibe série sobre desafios dos povos indígenas brasileiros

RACISMO por racismoambiental
 

TV Brasil – “O território é onde vivem, trabalham, sofrem e sonham todos os brasileiros”, dizia o geógrafo Milton Santos. Espaço de afirmação cultural, é também um lugar geográfico. É terra que, para os povos indígenas, representa a resistência e a possibilidade de futuro. “A garantia da terra é o que garante também a sobrevivência dos povos indígenas, a proteção”, sintetiza o coordenador do Conselho Indígena de Roraima, Mário Nicário, um dos personagens da história que o Repórter Brasil, telejornal da TV Brasil, vai exibir, a partir desta segunda-feira (15) na série Territórios de Resistências.

Composta por cinco reportagens especiais, a série marca as comemorações em torno do Dia do Índio, 19 de abril, e será exibida até esta data a partir das 21h. Ela aborda faces da resistência dos povos indígenas, começando pelos guarani-kaiowá, em Mato Grosso do Sul. Lá, revela como esses espaços foram ocupados por brancos e quais as consequências disso: da redução do número de idiomas indígenas falados no país à morte em conflitos motivados, em geral, por disputas pelas terras e pelos recursos naturais que elas guardam. As matérias também mostram a situação dos fazendeiros, que possuem a posse legal da terra e querem que a indenização para desapropriação leve em conta o valor das benfeitorias feitas e do terreno nu. Isso porque, de acordo com a Constituição Federal, apenas o valor das benfeitorias deve ser recompensado, no caso de terras indígenas.

A equipe da TV Brasil viajou em busca de expressões culturais que marcam a identidade brasileira, assim como da riqueza das paisagens que enchem olhos e telas. Nas aldeias, viu também a dificuldade de se garantir acesso aos direitos mais básicos, como o direito à saúde. A infraestrutura precária de saneamento e dos postos de saúde foi registrada pela equipe, que mostra como doenças causadas por um problema antigo, o contato com os brancos, ainda coloca em risco a vida dessa parcela da população. É o caso dos povos Suruí, em Rondônia, que, desde 1969, sofrem com sarampo e tuberculose, duas das doenças que foram responsáveis pela redução da população local de cinco mil para apenas trezentas pessoas.

Plantações de novas culturas, criação de gado, reflorestamento e até projetos voltados à inclusão dos indígenas no universo digital. As alternativas que têm sido construídas pelos diversos grupos  também são abordadas na série especial. Na Raposa Serra do Sol, em Roraima, a criatividade e o cuidado com a terra têm permitido que a comunidade, antes marcada por intensos conflitos decorrentes do extrativismo irregular, preocupe-se, agora, com a restauração do meio ambiente e com a preservação da cultura. A reportagem também apresenta um instituto que tem contribuído para o resgate das línguas indígenas, através do estudo e da criação de gramáticas próprias. Tudo isso com para fortalecer a autovalorização dos povos, que têm sofrido ameaças dia a dia, mas que resistem e reinventam modos de viver, combinando tradição e modernidade.

Compartilhada por Antonio Carlos de Souza Lima.

5 horas atrás

Evangélicos pedem saída de João Paulo e Genoino

 
Zeca Ribeiro_: Manifestantes que defendem também a permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na Comissão de Direitos Humanos pediram a saída dos dois parlamentares petistas condenados na Ação Penal 470 da Comissão de Constituição e Justiça 
5 horas atrás

Um atentado no Brasil é o sonho da imprensa brasileira

APOSENTADO INVOCADO por Helio Borba
 
PF e Exército devem rever esquema no Rio DO RIO EM BRASÍLIA As explosões em Boston alertaram os responsáveis pelas áreas de segurança da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude, que ocorrem em junho e julho, respectivamente. 
Agentes dos setores antiterror da Polícia Federal e do Exército estão mobilizados em busca de informações sobre o que houve nos EUA. 
Folha apurou que a Polícia Federal pretende rever todos os procedimentos para os eventos. O ajuste ocorrerá antes da Copa das Confederações, que começa em 15 de junho. Já os militares aguardam os relatórios da área de inteligência para discutir se mudanças serão necessárias. 
No Rio, centro dos dois eventos, além da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, a Polícia Federal admitiu ontem que promoverá “reavaliações de riscos”. 
O comando estadual da segurança dos grandes eventos da PF, porém, está vago. 
O delegado Victor César Carvalho dos Santos, nomeado em 2012 para presidir a comissão estadual de segurança para grandes eventos da corporação, deixou o cargo em março. Ainda não foi nomeado um substituto –a delegada Helena de Rezende deve assumir a função. 
Procurados pelas Folha, os organizadores dos três grandes eventos esportivos informaram que as explosões não alteraram o nível de alerta.
5 horas atrás

Convergent by WK Cheoh

 
 

Convergent by WK Cheoh

Shenton Way, Singapore

WK Cheoh: Photos · Blog 

     

5 horas atrás

Lincoln Secco: A caça a José Dirceu

VIOMONDO por Conceição Lemes
 

Lincoln Secco: “Dirceu acusou o referido Ministro pedinte, o procurador desqualificou-o por ser réu! O PT tratou o caso com o termo ‘incoerência’. Ledo engano”

por Lincoln Secco, especial para o Viomundo

O filme A Caça, do cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg, retrata um professor de educação infantil falsamente acusado de molestar sexualmente as crianças da escola em que ministra suas aulas. Mesmo depois de inocentado, ele continuará a sofrer em sua cidade com a reprovação social de atos que nunca cometeu.

Diante de um filme tão lancinante assim, lembramos logo do caso da Escola Base em São Paulo, cuja distância temporal nos dá o conforto de que o fato não nos diz respeito. Porém, nós temos um acontecimento igualmente difícil para nos posicionarmos. Diante dele, a maioria atira as pedras da covardia e os demais se calam. Ousar discordar de quase tudo o que foi veiculado até se tornar “verdade” é quase um ato de insanidade intelectual e política.

José Dirceu foi sentenciado pelo Supremo Tribunal Federal num julgamento viciado desde o início. Só o calendário eleitoral adotado pelo tribunal, condenando o réu às vésperas do primeiro e do segundo turno das eleições já seria suficiente para desvelar a natureza política do julgamento.

Recentemente, Dirceu ofereceu uma denúncia contra um dos ministros que o teria procurado para pedir apoio à sua indicação àquela corte. Este juiz não se declarou impedido de participar da famigerada ação penal 470.

Ninguém achou estranho. Mas a mesma compreensão não teve o Ministro Toffoli, ex-advogado do Partido dos Trabalhadores. Que um seja colocado sob suspeição e outro não, é algo que só a grande imprensa opinativa pode esclarecer.

Quando o réu Marcos Valério acusou o ex-presidente Lula, o Procurador Geral da República encaminhou as denúncias à justiça de Minas Gerais. Quando Dirceu acusou o referido Ministro pedinte, o procurador desqualificou-o por ser réu! O PT tratou o caso com o termo “incoerência”.

Ledo engano. Trata-se da mais perfeita coerência de uma ação política que visa tão somente desmoralizar um partido e é surpreendente que ações tão escandalosas não mereçam repúdio veemente. Se a mais alta corte do país declara que houve compra de votos para aprovação de leis pelo Congresso Nacional, todas as votações desde 2003 deveriam ser simplesmente anuladas!

A condenação política de José Dirceu já foi feita em 2005. Não importa que o jornalista Raimundo Pereira, debruçado sobre o caso desde aquela época, autor de um livro sobre o tema, demonstre cabalmente a inconsistência das acusações. E que a malfadada Teoria do Domínio do Fato, cujo uso brasileiro e casuístico foi desautorizado pelo próprio autor alemão, tenha substituído as provas, também não deve nos incomodar.

Independentemente das críticas políticas que possamos ter às escolhas do PT antes e depois de sua chegada ao poder, cedo ou tarde todos teremos que entender o que está em jogo. É o precedente de um julgamento de exceção em plena democracia.

Lincoln Secco é professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. 

Leia também:

Dias: Fux, Toffoli, Gilmar, intérpretes perfeitos da omissão de Gurgel

Saul Leblon: Eleição direta para evitar novos “Fux”

Maierovitch: Fux estava impedido de participar do julgamento

Dirceu sobre o julgamento do mensalão: “Fux disse que ia me absolver”

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5 horas atrás

Mês dos Povos Indígenas no Museu Goeldi, de 14 a 19 de abril

RACISMO por racismoambiental
 

Manifestações culturais diversas fazem parte das atividades em comemoração aos povos indígenas, que inclui exposição e oficinas

Jéssica Silva* – Agência Museu Goeldi

Com objetivo de homenagear, dialogar e divulgar a cultura dos povos indígenas, o Museu Paraense Emílio Goeldi organizou uma agenda especial que acontece entre os dias 14 e 19 de abril. Oficinas, exposições, roda de danças e trilha interpretativa fazem parte da programação.

Para dar início à programação no dia 14, acontece de 9h30 às 11h30, a Roda de Danças Sagradas dos Povos Tradicionais das Américas, pela Organização não- Governamental Mana-Maní). A ONG, presente à Semana de Povos Indígenas do Museu Goeldi, é uma iniciativa que propõe arte, educação, saúde e comunicação através de danças circulares e de um relacionamento corpo, consciência e espiritualidade, e assim realizar trocas de conhecimentos. A abordagem das Danças Circulares inclui várias tradições brasileiras, sobretudo paraenses.

A proposta da roda, aberta ao público, é, segundo Déa Melo, focalizadora da roda de dança, de vivenciar um “diálogo entre ancestralidade e atualidade e despertar memórias criativas que geram renovação, transformação e autogestão no cotidiano”.

Exposição- A partir do dia 16, acontece a “Exposição: Preservando a língua dos Puruborá”. A mostra vai permitir ao público visitante conhecer a pesquisa da lingüista do Museu Goeldi, Dra. Ana Vilacy, sobre o resgate da história e da língua falada por essa etnia que atualmente tem apenas quatro falantes da língua Puruborá, todos idosos. Como parte desse trabalho, Vilacy escreveu um cartilha com os nomes de animais amazônicos descritos pelos idosos para preservar e divulgar junto ao grupo indígena, localizado em Rondônia, parte de sua identidade. Desde 2005, professores Puruborá vêm realizando, em parceria com o Museu Goeldi, um processo de alfabetização e aprendizagem pelos descendentes mais jovens desse vocabulário recuperado de cerca de 700 palavras e algumas dezenas de frases.

Não só na exposição como também no Parque Zoobotânico(PZB) do Museu Goeldi, o visitante encontrará os nomes Puruborá de alguns animais amazônicos. Para tanto, está programada “Na trilha dos Puruborá”, atividade que consiste na participação de grupos de até 25 pessoas para conhecer a fauna do Parque Zoobotânico através do vocabulário Puruborá.

Máscaras indígenas – Para os indígenas as máscaras, além ser confeccionadas por um homem comum, elas também representam a figura da sua espiritualidade e aproximam forças sobrenaturais dele. Usadas em festas e cerimoniais, esses artefatos valorizam a arte indígena, fortalecem uma herança de significados e manifestações culturais em nossa sociedade. Uma oficina sobre o tema “Qual é a máscara?”, será ministrada pelas educadoras Graça Santana e Ana Cláudia Silva, que acontecerá nos dias 18 e 19, na Biblioteca Maria Clara Galvão, localizada no PZB. O público alvo é composto por professores, estudantes de ensino médio e superior. A oficina abrirá 20 vagas para os participantes.

Serviço – Abril 2013, Mês dos Povos Indígenas no Museu Goeldi acontece entre os dias 14 e 19 de abril. Para informações e inscrições, poderão ser contatadas: Ana Cláudia Silva (acsilva@museu-goeldi.br) através do telefone 3182 3242 e Helena Quadros (hquadros@museu-goeldi.br), 3182 3219.

*Edição: Lilian Bayma

5 horas atrás

Greve de fome em Guantánamo: “não comerei até que devolvam minha dignidade”

PRAGMATISMO por Luis Soares
 

“Não comerei até que devolvam minha dignidade”, diz preso de Guantánamo. Em fim de semana marcado por violência, polícia entra em confronto com detentos em greve de fome

O fim de semana foi marcado por violência e apreensão frente à greve de fome adotada por um grupo de detentos na prisão norte-americana de Guantánamo, em Cuba.

guantánamo greve de fome

Norte-americanos protestam contra a manutenção da prisão de Guantánamo (Foto: AFP)

Os abusos policiais somados às más condições sociais em que vivem os presos resultaram em um confronto no último sábado (15/04). Segundo informações do Pentágono, militares norte-americanos dispararam armas de efeito moral contras os prisioneiros.

O objetivo da ação policial era isolar do convívio comum os que se encontravam em greve de fome, para colocá-los em celas solitárias. A medida, e também a forma agressiva como os militares abordaram os detentos, já fragilizados pela fome, causaram repúdio entre os demais detentos, que partiram para o confronto com os norte-americanos.

A edição desta segunda-feira (15) do jornal The New York Times desta segunda-feira (15/04) publicou um relato dramático de um dos detentos.

“Estou em greve de fome desde o dia 10 de fevereiro e perdi cerca de 15 quilos. Não vou comer até que devolvam minha dignidade. Estou em Guantánamo por 11 anos e três meses e nunca fui julgado ou acusado por nenhum crime. Disseram que eu era um guarda de Osama bin Laden. E apenas isso”, afirma um detento de 35 anos que foi preso no Afeganistão por suspeita ligação com os ataques de 11 de setembro.

Segundo o relato, oficiais norte-americanos amarram os detentos em camas dentro da prisão e injetaram soro fisiológico à força. “Fiquei amarrado à cama por 26 horas sem poder ir ao banheiro. Me colocaram um catéter, que foi doloroso, degradante e desnecessário”, afirmou.

Segundo informações do jornal espanhol El Mundo, os incidentes aconteceram no pavilhão 6 de Guantánamo, local onde 50 dos 130 presos estão locados. Segundo uma fonte do Pentágono que pediu sigilo, 41 detentos estão em greve de fome e 11 desses tem sido alimentados à força com soros.

Muitos deles não se alimentam há mais de dois meses em protesto contra os abusos praticados pelos militares. A informação partiu de advogados dos prisioneiros, que alertam para a precariedade da saúde deles, classificada de “extremamente grave”.

Dodô Calixto, Opera Mundi

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