Conselho de Ética abre investigações contra parlamentares

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

Conselho de Ética inicia investigações

ADRIANA CAITANOs

Corregedoria também apura denúncias contra parlamentares. Marco Feliciano, Jair Bolsonaro e Carlos Alberto Leréia são alguns dos deputados que podem perder o mandato

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara vai iniciar amanhã o processo que pode resultar na cassação do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), nove meses depois de a Corregedoria ter constatado indícios de seu envolvimento com o esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira. Após eleger o próprio comando, o colegiado deve abrir investigação contra outros dois parlamentares. Na Corregedoria, seis representações contra três deputados, incluindo Marco Feliciano (PSC-SP), já tramitam.

Leréia foi um dos quatro alvos da comissão de sindicância criada para apurar as relações do bicheiro. Além de ser amigo de Cachoeira, o tucano é sócio do contraventor na compra de um avião, recebeu um celular pago pelo esquema criminoso e atendeu pedido do empresário de jogos de azar para forçar a demissão de servidores e integrantes da Polícia de Goiás. “Ficou claro que eles (Leréia e o bicheiro) mantinham não só uma relação muito próxima de amizade, mas também de negócios”, afirmou Jerônimo Goergen (PP-RS), relator do caso na Corregedoria.

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3 horas atrás

Site promete ser rede social para profissionais do sexo gay

MUNDO ALTERNATIVO por mark vynny
 

garoto de programaProstitutos unidos jamais serão vencidos? É o que propõe o francês Prostboyz.org, um site não para contratar serviços de profissionais do sexo gay, mas sim espaço online onde eles podem trocar, entre si, informações sobre saúde e direitos.

Sem pré-julgamentos, o portal abre caminho para a livre discussão da prostituição masculina com foco na clientela de gays e bissexuais. Para tanto, realiza bate-papo semanal sobre os mais diversos assuntos que fazem parte do universo dos michês.

Eles se preocupam até com os ‘colegas’ que não falam francês, e disponibilizam livreto em diversos idiomas, incluindo o português, intitulado “Trabalhar Mais Seguro”. Na publicação, é possível encontrar dicas e informações sobre postura, ética, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e, no caso de alguma infecção, como buscar os tratamentos mais adequados.

fonte: Pheeno

3 horas atrás

Sexshop gospel vende ‘brinquedinhos’ sensuais e evangélicos

PRAGMATISMO por Luis Soares
 

Casais cristãos compram pela web artigos para apimentar a relação, como fantasias, jogos eróticos, algemas e massageadores. Dono de sexshop gospel diz não vender artigos para homossexuais

O SexshopGospel, como seu nome já deixa explícito, vende brinquedinhos sensuais a evangélicos. Mas nem todos os brinquedos, só os “leves”, disse Maicon Santos, 30, solteiro, o dono da loja. “Nós não vendemos artigos homossexuais, anais, nem temos artigos sadomasoquistas.”

Em entrevista ao jornal “O Dia”, do Rio, Santos não deu exemplo do tipo de artigo que não vende.

sexshop gospel evangélicos

Evangélicos usam sex shop ‘gospel’ e esquentam a cama. Loja não vende ‘artigos anais e homossexuais’ (Foto: Reprodução/Web)

O que a SexshopGospel tem são vibrador pequeno, algema com pelúcia rosa, gel comestível, anel peniano, a “famosa” pomadinha japonesa, livros e por aí vai.

Santos é evangélico, mas não segue nenhuma igreja. Ele disse que, para criar o sexshop cristão, se inspirou em sites americanos que se destinam a esse público.

Afirmou que tem recebido críticas de religiosos e se defendeu dizendo que “até Cristo foi criticado”.

Argumentou que a compra de brinquedinhos sexuais não é pecado e que eles podem a ajudar os casais a continuarem casados.

O casal evangélico Hugo, 28, e Lorena Brandão, 27, também acha que comprar esses artigos não é pecado.

“Tudo vale a pena com moderação”, disse Hugo. “Fantasias, gel e algemas deixam o relacionamento renovado, surpreendem o parceiro.”

Ele não vê revistas nem vídeos pornográficos para que a sua “esposa” continue sendo o “foco principal do desejo”. Seu casamento tem cinco anos.

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Os evangélicos Aline Suzano, 31, e André Sanches, 31, casados há três anos, usam lubrificantes, óleos, roupas sensuais e bolinhas para quebrar a rotina.

Aline disse que nunca usou vibrador porque acha que estimula um sexo egoísta, que é proibido pela Bíblia.

Para o pastor Daniel Lopes, da Assembleia de Deus de Rocha Miranda, não há problema na compra por casais casados de produtos que estimulam o relacionamento sexual.

Contudo, ele reconheceu que se trata de um tabu entre os evangélicos — fiéis e pastores.

Afirmou que essas pessoas precisam ler o livro de Cantares, da Bíblia, que diz como deve ser a vida de um casal. “O mais importante é que haja amor. Não existe casamento perfeito, mas existe casamento feliz.”

Santos informou que as vendas do seu sexshop estão indo bem.

Paulopes, com O Dia

O post Sexshop gospel vende ‘brinquedinhos’ sensuais e evangélicos apareceu primeiro em Pragmatismo Político.

3 horas atrás

Há 80 anos, Fluminense inaugurava o futebol profissional no Brasil

BOILERDO por Betho Flávio
 

Do Lancenet

Em 1933, Tricolor empatava em 4 a 4 com o Corinthians, no Estádio das Laranjeiras

 

 Arquivo/Fluminense FC)

Há 80 anos, o Fluminense inaugurava o futebol profissional no Brasil (Foto: Arquivo/Fluminense FC)

Dia 16 de abril de 1933. Há 80 anos o futebol profissional era implementado no Brasil, mais precisamente no estádio das Laranjeiras, sede do Fluminense. Na ocasião, o Tricolor enfrentava o Corinthians e apresentava pela primeira vez para a sociedade a sua equipe de profissionais.

A partida marcava uma implantação do processo de regime profissional no futebol brasileiro, que sofria com alguns clubes que remuneravam seus jogadores de forma escondida, o que fazia com que esses atletas se dedicassem exclusivamente ao futebol, num profissionalismo clandestino.

Na época, era proibido em regulamento qualquer tipo de remuneração dos clubes aos jogadores. O Fluminense se viu prejudicado com a situação e lutou pela regulamentação do profissionalismo.Era necessário tratar o futebol como uma profissão. Com carteira de trabalho assinada e direitos e deveres previstos na constituição.

A REGULAMENTAÇÃO

No dia 29/8/1932, reuniram-se na sede do Fluminense os representantes dos sete principais clubes da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Athléticos): Fluminense, Flamengo, Vasco, Botafogo, América, Bangu e São Cristóvão. Em pauta, a adoção do profissionalismo no futebol carioca.

Nessa comissão, são nomeadosArnaldo Guinle, patrono do Fluminense e principal entusiasta da adoção do profissionalismo, Ary de Azevedo Franco, dirigente ligado ao Bangu e Antônio Avellar, presidente do América. Durante cerca de três meses, eles trabalharam em sigilo, estudando regulamentações de outros países, adaptando-as a algumas particularidades brasileira.

Em janeiro de 1933, se torna público o estatuto da futura liga de profissionais. No dia 18/1/1933 dirigentes de Vasco, Flamengo, São Cristóvão e Botafogo reúnem-se na sede deste último e firmam a posição de manterem-se amadores.

Três dias depois, contrariando o presidente do clube, o conselho deliberativo do Vasco, por 51 votos contra 15 (e 5 votos em branco), determina que o Vasco deve seguir o caminho do profissionalismo. No dia 23/1/1933, em reunião realizada na sede do Fluminense, é fundada a Liga Carioca de Futebol Profissional. Fluminense, América, Bangu e Vasco são os clubes fundadores da liga.

O PRIMEIRO JOGO

FLUMINENSE 4 x 4 CORINTHIANS

Amistoso

16/04/1933

Local: Laranjeiras

Árbitro: Attilio Grimaldi

Gols: Said 15′ 1ºT, Guimarães 25′ 1ºT (pen), Rato 40′ 1ºT, Feitiço 42′ 1ºT, Said 5′ 2ºT, Rato 10′ 2ºT, Sinhô 26′ 2ºT, Sinhô 34′ 2ºT

Fluminense: Chiquito, Benedicto e Nariz; Ernesto, Brant e Ivan Mariz; Walter, Bermudez, Sinhô, Said e Chedid

Técnico: Luiz Vinhaes

Corinthians: Rede, Jaú e Segalla; Brito, Guimarães e Munhoz; Lelo (Mário), Baianinho, Feitiço, Carlito (Gambinha) e Rato

Técnico: José de Carlo

Via Blog do Nassif

3 horas atrás

Nova Zelândia: Parlamento aprova casamento gay

MUNDO ALTERNATIVO por mark vynny
 

A Nova Zelândia se tornou nesta quarta-feira o 13º país do mundo, o primeiro da região Ásia Pacífico, a legalizar o matrimônio homossexual, uma decisão história celebrada pela comunidade homossexual desse país.

A nova lei, que modifica a legislação que vigorava no país desde 1955, foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, 27 anos depois da descriminalização da homossexualidade.

A Nova Zelândia já autorizava as uniões civis desde 2005.

A reforma da lei, apoiada pelo primeiro-ministro de centro-direita John Key, foi apresentada por Louisa Wall, deputada homossexual do Partido Trabalhista, o principal da oposição.

Segundo esta última, a decisão neozelandesa pode abrir caminho para reformas similares em outros países da região.

‘A lei considerava os neozelandeses homossexuais como seres inferiores aos seres humanos, e aos demais cidadãos. Este texto permite garantir que o Estado não discrimine nenhuma categoria da população em função de sua orientação sexual’, disse a deputada à AFP.

O texto enfrentou uma forte oposição, principalmente do grupo Family First, que acusa os políticos de fragilizar a instituição tradicional do matrimônio sob a pressão dos ativistas a favor do casamento entre homossexuais.

Na capital Wellington, principalmente na rua Cuba, cheia de bares frequentados pelos homossexuais, vários telões transmitiam ao vivo o debate sobre a lei no parlamento antes da votação.

No entanto, as pessoas entrevistadas nesta frequentada rua não compartilham da mesma opinião.

‘Se algumas pessoas estão autorizadas a casar, então todas deveriam ser autorizadas a fazer isso’, opinou Christina Hroch.

Já Suzy Prime se declarou totalmente contra a lei e expressou sua preocupação pelas crianças criadas por pessoas do mesmo sexo.

‘A lei já autoriza as uniões civis, não tenho nenhum problema com isso, mas não acho necessário ir mais além e autorizar o casamento’, afirmou.

Treze países autorizam o casamento entre pessoas do mesmo sexo, segundo a ONG Human Right Watch (HRW).

A Dinamarca foi o primeiro país que autorizou as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, em 1989.

A Austrália, país vizinho da Nova Zelândia, vetou o casamento entre homossexuais em setembro do ano passado.

O Uruguai se tornou no início do mês o segundo país latino-americano, depois da Argentina, a legalizar o matrimônio homossexual.

Atualmente, os deputados franceses debatem um projeto de lei para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, assim como a adoção, uma medida que enfrenta forte oposição de parte da população.

fonte: G1

3 horas atrás

Conselho de Ética abre investigações contra parlamentares

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

Conselho de Ética inicia investigações

ADRIANA CAITANOs

Corregedoria também apura denúncias contra parlamentares. Marco Feliciano, Jair Bolsonaro e Carlos Alberto Leréia são alguns dos deputados que podem perder o mandato

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara vai iniciar amanhã o processo que pode resultar na cassação do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), nove meses depois de a Corregedoria ter constatado indícios de seu envolvimento com o esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira. Após eleger o próprio comando, o colegiado deve abrir investigação contra outros dois parlamentares. Na Corregedoria, seis representações contra três deputados, incluindo Marco Feliciano (PSC-SP), já tramitam.

Leréia foi um dos quatro alvos da comissão de sindicância criada para apurar as relações do bicheiro. Além de ser amigo de Cachoeira, o tucano é sócio do contraventor na compra de um avião, recebeu um celular pago pelo esquema criminoso e atendeu pedido do empresário de jogos de azar para forçar a demissão de servidores e integrantes da Polícia de Goiás. “Ficou claro que eles (Leréia e o bicheiro) mantinham não só uma relação muito próxima de amizade, mas também de negócios”, afirmou Jerônimo Goergen (PP-RS), relator do caso na Corregedoria.

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3 horas atrás

Concessões podem ter taxa de retorno de 8%

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Assis Ribeiro

Do Valor

Taxa de retorno em concessões pode ir a 8%

Taxa de retorno de concessões sobe para 7% a 8% e a tarifa de pedágio aumenta

Por Daniel Rittner e Leandra Peres

Após oito meses de resistência, o governo aumentará a taxa interna de retorno das concessões de rodovias e ferrovias para um patamar entre 7% e 8%, segundo auxiliares da presidente Dilma Rousseff. Para isso, as tarifas máximas de pedágio que foram definidas para os leilões de 7,5 mil quilômetros de estradas federais deverão aumentar, bem como a receita garantida pela Valec às futuras concessionárias de ferrovias. Uma nota técnica do Ministério da Fazenda será anexada à versão preliminar dos editais, que foram discutidos em audiência pública no primeiro trimestre. Nos dois primeiros editais do pacote, a taxa de retorno tinha sido fixada em 5,5%, provocando reações negativas do mercado.

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3 horas atrás

SERÁ QUE DILMA ESTÁ “POSSESSA” COM ZÉ DIRCEU?

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
 

O jornalista Ilimar Franco, titular da coluna política mais palaciana de Brasília, garante que sim; o motivo seria a crítica do ex-ministro, antecessor da presidente Dilma na Casa Civil, ao juiz Luiz Fux, que teria prometido absolvê-lo; segundo as notas de Ilimar, entrevista de Dirceu dificulta distensão com o Supremo Tribunal Federal e complica nomeação do próximo ministro da corte; mas será que o Planalto esperava que Dirceu aceitasse passivamente seu próprio sacrifício? 
17 DE ABRIL DE 2013  
247 – A coluna Panorama Político, assinada pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, é, sem dúvida, uma das mais relevantes de Brasília. Isso porque poucos profissionais de imprensa têm tanto acesso ao Palácio do Planalto quanto ele. Nesta quarta, ele publica uma nota quentíssima. Segundo ele, José Dirceu, antecessor da presidente Dilma Rousseff na Casa Civil, teria caído em desgraça no governo. O motivo: sua entrevista à Folha, em que ele acusa o ministro Luiz Fux, do STF, de tê-lo assediado moralmente, prometendo sua absolvição. De acordo com as notas de Ilimar, a entrevista dificulta a distensão com o STF e a nomeação do próximo ministro da corte. É um recado que sinaliza, por exemplo, dificuldades na nomeação do jurista Heleno Torres, que tinha o apoio de boa parte do PT. 
Ainda segundo Ilimar, Dirceu “tumultua” o processo. Mas será que havia a expectativa, no Palácio do Planalto, de que ele aceitasse passivamente seu próprio sacrifício? Leia abaixo, as notas: 
Zé Dirceu cai em desgraça           A presidente Dilma, o ex-presidente Lula e o PT estão possessos com o ex-ministro José Dirceu. A irritação decorre dos insultos ao ministro Luiz Fux (STF). Os petistas avaliam que eles “criam espírito de corpo” e que “polarizam”, no momento em que o partido trabalha pela “distensão”, visando superar “o clima de linchamento”. Sem falar, no fato, que foi a presidente Dima quem nomeou Fux. Mensalão: duas táticas Um ministro relata que, depois de passar uma temporada defendendo os réus do mensalão, “o Lula anda querendo pouco ruído em relação a Ação Penal 470”. A nova tática de Lula está associada à investigação do Ministério Público sobre sua conduta. No caso da presidente Dilma, além da crítica à sua indicação, um líder petista avalia que a agressividade de José Dirceu “tumultua”, no momento da indicação de um novo ministro do STF, que ainda terá de ser aprovado no Senado. Quanto ao PT, acreditam seus dirigentes que, o acirramento de ânimos não ajuda na conquista do maior objetivo do partido: livrar os réus do crime de formação de quadrilha. Em seu blog, nesta quarta, Dirceu publica a petição assinada por vários advogados, que pede mais prazo ao STF para análise do acórdão e apresentação dos embargos. Leia abaixo: Advogados alertam sobre risco ao direito de ampla defesa na AP 470 Divido aqui com vocês a petição que nove advogados, incluindo o que me representa, José Luis Oliveira Lima, encaminharam ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, pedindo a liberação dos votos proferidos por escrito no processo da AP 470, antes da publicação do acórdão, de modo a conceder tempo adequado para produzir os recursos contra a sentença. O documento é assinado por Márcio Thomaz Bastos, José Carlos Dias, Arnaldo Malheiros, Celso Vilardi, José Luís de Oliveira Lima, Alberto Zacharias Toron, Luiz Fernando Pacheco, Maurício de Oliveira Campos Junior e Maíra Beauchamp Salomi. O presidente do STF negou recursos anteriores em que era pedida a liberação dos votos por escrito. A estimativa é de que o acórdão tenha mais de 10 mil páginas. Mas o prazo para a apresentação dos embargos contra a decisão é de apenas cinco dias. Em um trecho do documento, os advogados dizem: “Deixemos de lado o que não é essencial, ao registrar as razões jurídicas de nosso inconformismo. Os agravantes não postulam, contra legem, a dilação do prazo recursal. Não reclamam o mesmo tratamento privilegiado dado à Acusação quando se lhe quintuplicou o tempo de sustentação oral. Não pretendem seja aberta uma nova exceção, ainda que justificável. Pede apenas que o texto excepcionalmente longo do acórdão esteja disponível em tempo razoável anterior à publicação. Nada mais. A praxe de nossas cortes o aceita. O Regimento o autoriza. A prudência o recomenda. A solução equilibra o respeito ao prazo da lei e o sentido material do direito de ampla defesa. Basta ver que o Relator costuma divulgar seu voto escrito antes da publicação, em outros casos de repercussão nacional, igualmente televisionados. A incoerência da proibição – ainda mais num caso tão excepcional como esta Ação Penal 470 – não se justifica por nenhuma razão de direito.” Em outro trecho, eles afirmam: “Ninguém pode ser condenado sem um processo justo. Não é justo um processo que restringe a plenitude do direito de ampla defesa.” E acrescentam: “Parafraseando o bom humor de um ministro dessa Corte, poderíamos dizer que nem locutor de jóquei seria capaz de ler tão rapidamente milhares de páginas desse texto de tamanho monstruoso. Trabalhando 24 horas por dia, nos cinco dias do prazo, talvez, alcançasse a prodigiosa velocidade de 83 páginas por hora de locução. Sem contar o tempo necessário para a redação do recurso. Embora tenha muito de aleatório, o processo judicial não é uma corrida de cavalos. Trata-se, antes, de instrumento racional de realização da Justiça.” Clique aqui para ler o documento  Também divido com vocês o agravo regimental encaminhado ao presidente do STF pelo advogado Marcio Thomaz Bastos, que representa o réu José Roberto Salgado. O documento diz: “É importante relembrar que a Suprema Corte não pode negligenciar a proteção de direitos fundamentais. Não é legítima uma ordem institucional que nega eficácia material ao devido processo legal e ao direito de ampla defesa, ainda mais em um caso em que o agravante não teve direito ao duplo grau de jurisdição, também este assegurado pela Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San Jose da Costa Rica).” Clique aqui para ler o documento   http://www.brasil247.com/pt/247/poder/99149/Ser%C3%A1-que-Dilma-est%C3%A1-possessa-com-Z%C3%A9-Dirceu.htm 

3 horas atrás

Minas Gerais: Casal gay formaliza união civil em cartório de Belo Horizonte

MUNDO ALTERNATIVO por mark vynny
 

Carlos Eduardo Guimarães de Oliveira e Jorge Chediak MiguelCarlos Eduardo Guimarães de Oliveira, 31, e Jorge Chediak Miguel, 30, (foto) vivem juntos há sete anos e nesta semana deram mais um passo para firmar a união.
Os dois se tornaram o primeiro casal da cidade mineira a converter a união estável em união civil, saindo do cartório 2º Subdistrito de Registro Civil de Belo Horizonte com a certidão de nascimento em mãos.

“Temos relatos de outras pessoas, que nos encontram no Facebook, e dizem que também estão lutando. E também já conhecemos outros dois casais que estão para conseguir (a conversão em casamento). Isso é muito bom”, comemorou Carlos Eduardo.

fonte: A Capa

3 horas atrás

A diferença abissal de quando elegemos um prefeito ou um pulha

MARIA FRO por mariafro
 

Recebo a imagem abaixo em tempo real de Branca Mandetta que informa que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad acaba de descer para falar com os manifestantes de diferentes movimentos por moradia :


Porta da Prefeitura agora – diversos movimentos por moradia, juntos, sendo recebidos pelo Secretário de Habitação.


O prefeito Haddad sobre o caminhão falando aos manifestantes

Me lembrei de quando fui cobrir (eu mesma uma vítima da enchente) a manifestação dos movimentos de moradia que protestavam e exigiam respostas de Kassab para dois meses de um bairro embaixo das águas: Para o poder público de SP o povo é lixo e deve ser tratado a porrada e gás de pimenta


09/02/2010


09/02/2010

3 horas atrás

Margareth Menezes: Alegria da Cidade

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Assis Ribeiro

Alegria da Cidade

Será que você não viu
Não entendeu o meu toque
No coração da América eu sou o jazz, sou o rock

Vídeos:  

3 horas atrás

Impeachment: Fux beneficiou patrão da filha

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 

Do Conversa Afiada – Publicado em 17/04/2013 
Bermudes é o Catho da Classe A.    Bermudes, Fux e Cabral: quem os une ? O imaculado banqueiro ? 
 
Saiu no Estadão:

Luiz Fux se diz impedido, mas atua em casos de advogado que emprega a filha

 

Ministro do STF ignora declaração de 1º de abril de 2011 na qual prometia não atuar em processos que tivessem o amigo Sergio Bermudes como parte
Eduardo Bresciani e Felipe Recondo, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Ignorando documento de sua própria autoria em que afirma estar impedido de julgar processos do escritório do advogado Sergio Bermudes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux relatou três casos e participou de julgamentos de pelo menos outros três de interesse do grupo, conforme levantamento feito pelo Estado em documentos oficiais da Corte. A filha de Fux, Marianna, é uma das advogadas do escritório.  
Os processos pesquisados têm como advogado principal o próprio Sérgio Bermudes. Em dois desses julgamentos, na 2ª Turma do STF, Fux acompanhou o voto de colegas a favor dos interesses defendidos por Bermudes. Em outras duas ocasiões as decisões colegiadas foram contrárias aos interesses dos clientes do advogado. Ele comandou ainda a análise de três processos como relator.
  NAVALHA Navalha 
Fux comemoraria os 60 anos com uma festança na casa de Bermudes.
Onde se hospeda, quando vai ao Rio, o ex-Supremo Presidente Supremo, Gilmar Dantas (*).

Fux prometeu a Dirceu que, se nomeado, iria absolvê-lo.

O que o Vacarezza confirmou.

O destemido advogado Piovesan já tinha ido ao Senado para questionar a relação deste notório advogado, o Dr Bermudes, com Gilmar Dantas.

A ação de Piovesan, na verdade, era um B.O. 

Bermudes é o Catho da Classe A.

Emprega a filha de Fux, a mulher de Gilmar e o filho de Macabu, que, provisoriamente, suspendeu os efeitos carcerários da Operação Satiagraha.

(Quando o Presidente Barbosa vai legitimar a Satiagraha ?)

Bermudes foi um dos primeiros e mais dedicados advogados de Daniel Dantas.

A filha de Fux, como se sabe, é candidata ao cargo de Desembargadora no Rio, o que depende da assinatura do governador Sergio Cabral.

Cabral era um dos convidados para a festança dos 60 anos do Ministro (?) do Supremo.
Aliás, o ministro do Supremo realizará o casamento da filha no Golden Room do Copacabana Palace !

O último casamento celebrado com pompa e circunstância nos salões do Golden Rooom do Copa foi da família dos proprietários da Friboi, que, aparentemente, tem uma renda superior à de um ministro do Supremo.

O que a bancada do PT espera para encaminhar o impeachment de Fux no Senado ?
Hein, senador Suplicy ?

Vai esperar o Supremo encarcerar o Lula.


Paulo Henrique Amorim

(*) Clique aqui para ver como um eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…

 

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3 horas atrás

Mildred Lourdes Pacitti Rocha

CONSA por Hélio Consolaro
 
Nadir Storti, professora e artista plástica 
BIOGRAFIA

 

 Nasceu em Birigui, em 27/01/1929.

 

Pai: Américo Pacitti – Mãe: Maria D’Aquino Pacitti. 

 

Neta e filha de pioneiros da Cidade Pérola.

 

Viúva de João Rocha e mãe de João e Tadeu.

 

Criou a 1ª Escolinha de Arte Infantil “Bamby” – 10/04/1967, onde queria tornar a criança mais sensível aos problemas da arte, aumentando a criatividade.

 

Fundou o Museu de Arte Infanto-Juvenil – 09/12/1994.

 

Artista plástica concentrada em tinta a óleo, aquarela, canetinhas, bico de pena, desenhos, modelagem, esculturas, além de ter o dom nas poesias.

 

Promoveu em 2006 uma exposição em homenagem aos “Mamonas Assassinas”.

 

 

PÉROLA DAS ARTES 
Estudou em Birigui até os 14 anos, mas, seus pais resolveram mudar-se para São Paulo, propondo aos seus filhos Mildred e Henderson um estudo melhor.

 


Seu 1.º quadro a lápis de cor, fez na escolinha particular de Dona Lídia Stuart, em Birigui.

 


Iniciou suas pinturas em aquarela e pintava delicadas flores .

 


Recebeu entre outros prêmios, o 1.º lugar no Concurso Oficial Nacional em 1978, com a obra “Santa Ceia”. No mesmo ano, recebeu menção honrosa no 42º Salão de Belas Artes de São Paulo, medalha de ouro na Sociedade Brasileira de Belas Artes no Rio de Janeiro, em 1982.

 


Em 1982 recebe o 1º lugar com “Terra dos Araçás”, no Concurso da União Nacional dos Artistas Plásticos, diploma de “Honra ao Mérito” em 1988 e “Voto de Aplauso” da Câmara Municipal em 2001 e 2003.

 

Os primeiros trabalhos foram desenvolvidos no estilo acadêmico, tendo como temas a natureza morta e paisagens, depois iniciou a arte decorativa.

 


Quanto à “Técnica Correntinha”, surgiu de tanto ver sua mãe fazer crochê e imaginou que conseguiria com canetinhas hidrocor, sendo que em qualquer lugar poderia fazer.

 


Em 1975 começou a utilizar a Arte Contemporânea, procurando sempre retratar um tema concreto, histórico, como o Descobrimento do Brasil, A Abolição da Escravatura, A Primeira Missa, a Nova República, enfim, temas brasileiros.

 


Temas de inspiração poética: Rosa Vermelha, Terra dos Araçás, Apocalipse, Primavera.

 


Em São Paulo, escolheu o Colégio Santa Inês para Mildred. Valdemar era seu tio e professor da Faculdade de Artes da Univ. Católica e da USP, mas, sempre sobrava um tempinho à tarde para pintar em seu ateliê como amador, onde fez uma paisagem muito bonita nordestina. 
Mildred, dizia: “tio eu quero pintar”, ele pegou uma caixeta de massa e lhe deu algumas tintas e pincéis, aguarrás e uns paninhos para limpar os pincéis e com isso surgiu seu primeiro quadrinho à óleo.

 


Ao final do dia, seu tio percebeu que ela tinha o dom da pintura, elogiando-a, o que a incentivou a pintar, por isso lhe é muito grata.

 


Foi nomeada a chefe de mesa no colégio e todos os domingos seus pais iam visitá-la, levando uma caixa de chocolate, doce de leite, bombom, tudo o que uma adolescente gostava.

 


Tinha que levar tudo que ganhava no refeitório, mas, escondeu metade no dormitório e a outra metade no salão de estudos, no meio dos livros.

 


No dia seguinte, fizeram uma limpeza em todos os locais e uma de suas amigas de mesa era a Ceci Picoloto, que cutucava a Mildred porque a Irmã Nilde batia o sininho e dizia: “muito bonito, nessa noite de limpeza , havia doces, chocolates, espalhados nos bolsos, bolsas, dormitório” e a Mildred ficou quietinha sem dar alarmes.

 


Seu pai colecionava todos os recortes do movimento político e diplomático da Inglaterra e através destes recortes viu o nome de uma artista de cinema, opção da escolha do seu nome e o padre não queria que a registrasse por achar que era nome de pecado, só por ser artista de cinema.

 


Fez exposição de telas na OAB em julho de 2008, onde homenageou a cidade pelo Centenário, expondo 100 telas. 
Texto publicado no livro “Nos trilhos do centenário”, 2009, Editora Somos. 
Mildred Pacitti Rocha faleceu hoje (17/04/2013) e seu corpo está sendo velado na Capela Funerária Laluce, em Araçatuba. O sepultamento se dará às 17h.  Hélio Consolaro é professor, jornalista, escritor. Membro da Academia Araçatubense de Letras. 

3 horas atrás

Barbosa e o estilo MMA

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
Da Carta Capital – 17.04.2013 09:51
 
 
Wálter Maierovitch
  
Ao tomar posse no Supremo Tribunal Federal (STF), o novo ministro fica a saber quando ocupará a presidência. Isso é assim porque no Pretório excelso vigora, por tradição, o critério do rodízio no cargo. Nenhum ministro, em eleição presidencial, foi reprovado por faltar inadequação à função presidencial, que, além de jurisdicional, é administrativa e de representação: o presidente do STF representa o Poder Judiciário.

O presidente do STF, Joaquim Barbosa. Foto: Gervásio Baptista/ SCO/ STF O presidente do STF, Joaquim Barbosa. Foto: Gervásio Baptista/ SCO/ STF 
 Ao tomar posse no Supremo Tribunal Federal (STF), o novo ministro fica a saber quando ocupará a presidência. Isso é assim porque no Pretório excelso vigora, por tradição, o critério do rodízio no cargo. Nenhum ministro, em eleição presidencial, foi reprovado por faltar inadequação à função presidencial, que, além de jurisdicional, é administrativa e de representação: o presidente do STF representa o Poder Judiciário.
Caso o ministro eleito possua pouca idade, poderá ocupar várias vezes a presidência. Mais ainda, o presidente do STF será também presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão sem função jurisdicional e considerado de controle externo, apesar de contar na sua composição com maioria de magistrados.

O ministro Joaquim Barbosa foi por unanimidade eleito presidente. Naquela ocasião, até as togas usadas pelos ministros sabiam não possuir Barbosa “cacoete” para o encargo. Para se manter a tradição e referente a Barbosa, os ministros votantes colocaram de lado os quesitos do trato urbano e da compostura.

Os que acompanharam o julgamento do processo criminal apelidado de “mensalão” puderam notar as grosserias do relator Barbosa, e isso quando dos seus dissensos com o revisor Lewandowski, outros colegas do STF e até com defensores de réus. O ministro Marco Aurélio, em sessão plenária, chegou a recomendar a Barbosa parar de empregar linguajar inapropriado à Corte excelsa.

Nesta semana, Barbosa reuniu-se com os dirigentes de três associações de magistrados. Por ter sido contrariado, ele encerrou abruptamente o encontro. Tudo se deu após Barbosa ter afirmado que os líderes associativos haviam atuado de forma “sorrateira e na surdina” na aprovação da emenda constitucional referente à criação de quatro tribunais federais. Só para lembrar, o projeto dessa emenda data de 2002. Não bastasse, Barbosa fez graça ao ressaltar que as sedes desses quatro tribunais seriam em “resorts e grandes praias”. Para o bom entendedor, sinecuras.

No particular, Barbosa desconsiderou o princípio da separação e da harmonia dos Poderes, pois uma emenda constitucional compete, observado o devido processo legislativo, ao Congresso Nacional. Fora isso, entidades classistas estão legitimadas a apoiar, apesar do custo elevadíssimo, medidas entendidas como úteis à melhor distribuição da Justiça, sem precisar do beneplácito do presidente do STF.

No Judiciário, é comum o uso de expressões latinas, tipo data venia e cum grano salis. Para usar de uma imagem, Barbosa prefere recorrer ao estilo de lutador de MMA, na base do pontapé. Em Portugal e no popular, entraria para a categoria de “juiz coiceiro”.  Assim, Barbosa nocauteia os seus próprios argumentos. Um exemplo: há poucos dias, o presidente do STF falou em “conluio” entre juízes e advogados. Perante a opinião pública, Barbosa generalizava. Na verdade, ele se referia ao polêmico conselheiro e desembargador Tourinho Neto. De maneira disfarçada, Tourinho pediu a um colega de conselho, representante da Ordem dos Advogados do Brasil, para apreciar uma postulação liminar da sua filha. Ela, juíza inscrita para remoção de circunscrição judiciária e com postulação a afrontar as normas reguladoras do concurso de transferência.

Nesse caso, Barbosa perdeu a oportunidade de recordar à sociedade civil alguns precedentes também escandalosos e que resultaram em nada. Gilmar Mendes, por exemplo, como revelou a revista Piauí, desfrutou, quando das núpcias, da mordomia ofertada pelo jurista Sérgio Bermudes, advogado com uma pletora de causas no STF. E não se deve olvidar o “boca-livre” aceito pelo ministro Dias Toffoli, em badalada ilha italiana e quando das bodas de um advogado atuante no STF.

Por outro lado, o estilo Barbosa muitas vezes afronta o bom senso e atropela a garantia constitucional da ampla defesa. Enquanto ministros descumprem, em razão da complexidade, o regimento do STF sobre o prazo para entrega de votos no caso do “mensalão”, Barbosa indeferiu pedido de dilação de prazo pela defesa. O exíguo quinquídio regimental estabelecido para a defesa técnica não pode prevalecer para um processo do porte, particularidades e repercussão do “mensalão”, com 25 réus condenados.

Nesse clima criado por Barbosa, os detentores de artes do mitológico Procusto, com o desprestigiado procurador-geral Gurgel à frente, cogitam do não recebimento do recurso regimental denominado embargos infringentes, cabível quando quatro ministros proferem votos absolutórios sobre determinada acusação. Pelo regimento, um novo relator é sorteado e trata-se, como já alertou o ministro Celso de Mello, de uma maneira, em caso de processo em única instância por força de foro privilegiado, de se garantir um reexame, ou seja, uma forma de se atender ao universal princípio do duplo grau de jurisdição.  Aliás, a Justiça criminal tem por objetivo primordial não deixar impunes os crimes e não punir inocentes.

Leia também:
Cícero grita na sepultura depois de saber de Fux 

Supremo constrangimento


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3 horas atrás

Roda de Conversa “Sistema ruralista e políticos latifundiários no Brasil”, amanhã, 18 de abril, na UNIRIO

RACISMO por racismoambiental
 

Comitê Fluminense Das Florestas – Ano passado, o Brasil, país mundialmente reconhecido pela sua biodiversidade foi alvo dos ataques da “bancada ruralista” no Legislativo, que resultou na Lei 12.651/12, mais conhecido como o Código Florestal “Ruralista”. Bancada essa que é composta por grandes latifundiários, reis da soja, cana, milho…, trabalham arduamente procurando o benefício próprio com a desculpa do pensamento em prol do pequeno agricultor. Como se não bastasse, outros políticos espalhados aos quatro cantos do Brasil, mais esse seleto grupo, possuem mais da metade do território brasileiro. Fato esse que desencadeia mortes no campo, trabalho escravo, desmatamento, grilagem e tantos outros problemas socioambientais.

O Comitê Fluminense em Defesa das Florestas (CFF) em parceria com o Centro Acadêmico de Ciências Ambientais da UNIRIO (CACAmb), convidam você a participar de uma roda de conversa com o tema: “Sistema ruralista e políticos latifundiários no Brasil.”

Data: 18 de abril – sexta feira
Horário: 18h
Local: Auditório CCET/IBio – UNIRIO, Av Pasteur, 458, Urca, Rio de Janeiro

Presença ilustre do Alceu Luís Castilho

* Jornalista, repórter e autor do livro “Partido da Terra – como os políticos conquistam o território brasileiro” (Editora Contexto, 2012). Possui trajetória na grande imprensa (Estadão, IstoÉ Dinheiro, agência Reuters) e imprensa alternativa. Prêmio Vladimir Herzog, prêmio Direitos Humanos, prêmio Andifes, título de Jornalista Amigo da Criança. Pelo Estadão, ganhou o Prêmio Fiat Allis de Jornalismo Econômico.

Debatedores:

—> Profº Dr. Celso Sanchez – biólogo e professor da UNIRIO, atuando na Graduação e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Conselheiro do Conselho Federal de Biologia. Tem experiência na área de educação ambiental, ecologia social e educação em ciências com o povo Guarani MBy´a.

—> Natália Almeida – bacharel em gestão ambiental pela USP. Mestranda do PPG de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da UFRRJ (CPDA/UFRRJ) onde estuda processos de Aprendizagem e Políticas Públicas para Agricultura Familiar (PAA). Faz parte do comitê estadual do Rio de Janeiro da Campanha Permanente Contra o Uso de Agrotóxicos e pela Vida, integrante da Escola de Ativismo e do Comitê Fluminense em Defesa das Florestas.

Participe e convide seus amigos. Venha conhecer mais sobre esses políticos.
Obs: no evento, haverá a venda do livro “Partido da Terra”.

3 horas atrás

Bruxa neoliberal é enterrada sob protestos e vaias

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
    “Estou aqui pelas pessoas que ela matou através da pobreza, desespero, política e guerra” 
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Leia mais em: Blog Sujo 
Under Creative Commons License: Attribution

Do Blog O Esquerdopata.

3 horas atrás

Dirceu diz que postulação de Campos serve à direita

 
: PE247 – A candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência interessa à direita. A avaliação foi feita pelo do ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu (PT), durante sua passagem por Pernambuco. Segundo o petista, se o gestor for candidato, fará com que o PT perca votos nas próximas eleições majoritárias de maneira a levar a disputa para o segundo turno. “Eles (as elites) não conseguiram nos derrotar em três eleições. Agora procuram criar uma (nova) opção para o eleitorado para nos tirar votos” 
3 horas atrás

Aqui se faz aqui se paga

SINTONIA FINA por Rilton Nunes
 
 
Estive hoje conversando com dois membros do Poder Judiciário local, um juiz de Direito e um ex-desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco.
 
Nenhum dos dois é petista, é bom que se diga. Pois bem, os dois disseram justamente o que a maioria do povo de Pernambuco já sabe: Pernambuco cresceu, social e economicamente, graças à Lula. 

O ex-desembargador foi mais além: Lula foi um pai para Pernambuco e, principalmente, para Eduardo Campos. Disse mais: Lula diminuiu e muito as desigualdades regionais, fato nunca visto antes na história deste país. Pois é, mas Eduardo Campos(e seus capangas) não reconhece isso, acha que fez tudo por Pernambuco. 

Mas é como diz o povo:aqui se faz, aqui se paga. 
O destino de Eduardo Campos será o mesmo de Jarbas Vasconcelos: o ostracismo. Jarbas, na última eleição para prefeito, 
sequer elegeu o filho para vereador, o que prova que o povo de Pernambuco não tolera traição.

SINTONIA FINA – @riltonsp
– com O Terror do Nordeste 

3 horas atrás

Sobre a cultura do estupro

RACISMO por racismoambiental
 

Ilustração de Luciano Tasso

Expressão indica que a sociedade não só tolera como incentiva a violência contra mulheres por meio da violência sexual, mas vai além: é um processo para constranger pessoas a se adequarem a papéis de gênero

Por Cynthia Semíramis – Revista Fórum

Uma expressão que vem se tornando bastante frequente quando se fala em violência contra mulheres é que vivemos em uma “cultura do estupro”, na qual a sociedade incentiva a violência sexual contra mulheres. Porém, essa visão é bastante restrita para os dias atuais, embora fosse perfeitamente compreensível na época de sua criação, que ocorreu nos grupos de sensibilização das décadas de 1960 e 1970.

Esses grupos não tinham uma pauta fixa, mas variável, improvisada à medida que as demandas surgiam. Como se tratava de uma época de mudança de mentalidade, eram bastante comuns discussões sobre questões sociais. O intercâmbio de informações entre os grupos gerou mobilização suficiente para pressionar por direitos civis, incluindo mudanças legislativas e políticas públicas para mulheres.

Nesse período, os grupos eram exclusivamente masculinos ou femininos e problematizavam principalmente as relações heterossexuais. As mulheres discutiam como lidar com uma sociedade que reprimia sua sexualidade e negava direitos. Os homens discutiam como os estereótipos acerca da masculinidade (como a pressão para ser sempre autoritário, não chorar, e tratar mulheres como subordinadas) limitavam suas vidas e dificultavam o relacionamento com as mulheres.

No início da década de 1970, nos Estados Unidos, o estupro era considerado uma doença, uma anomalia, uma “necessidade” masculina, uma mentira ou culpa da vítima. Esses conceitos foram questionados à medida que os comentários das pessoas nos grupos de sensibilização apresentavam visões completamente diferentes sobre o tema.

Estupro como relação de poder

O grupo New York Radical Feminists destacou-se nessa área, produzindo palestras e conteúdo que inspiraram cineastas e escritoras. Dentre os trabalhos produzidos merecem destaque o documentário Rape Culture (Cultura do estupro), de Margaret Lazarus e Renner Wunderlich, e o livro de Susan Brownmiller Against Our Will: Men, Women and Rape (Contra a nossa vontade: homens, mulheres e estupro), ambos de 1975.

O documentário foi importante porque apresentou diversos pontos de vista em relação ao estupro, dando voz às vítimas, estupradores e pessoas que trabalhavam em centros de atendimento às vítimas. Também fez uma análise da abordagem midiática em casos de estupro, concluindo que a cultura da época endossava a violência sexual contra mulheres.

O livro de Susan Brownmiller apresenta um histórico detalhado sobre o estupro. São expostas inclusive questões raciais (a origem da mentira de que homens negros seriam “naturalmente” estupradores) e observações sexistas em livros jurídicos (um autor sugeria desprezar denúncias de estupro porque as mulheres “têm tendência a mentir”).

Brownmiller concluiu que o estupro não é um crime relacionado a sexo ou desejo sexual. O estupro se refere a uma relação de poder: trata-se de um processo de intimidação pelo qual todos os homens mantêm todas as mulheres em um estado de medo permanente.

A violência doméstica se enquadra nesse raciocínio, pois mulheres são tratadas como propriedade masculina e essa relação se manifesta por meio do espancamento e do estupro marital. Estupros em casos de escravidão e de guerra (inclusive religiosa) também se encaixam nessa teoria, pois são uma forma de subjugar por meio da violência sexual. E o conceito de feminicídio (homicídio de mulheres que não obedecem aos cânones sociais) claramente deriva dessa observação de que a cultura legitima a violência contra mulheres.

Em todos esses exemplos fica nítida a relação de poder: as mulheres não têm vontade própria, sendo consideradas propriedade dos homens. E a respeitabilidade masculina só é obtida na medida em que a mulher pode ser coagida a seguir as regras sociais e obedecer ao pai ou marido. A coação é feita criticando as mulheres que não aceitam se submeterem a essas regras e culpando as vítimas de crimes sexuais. Com medo de serem hostilizadas e violentadas, acabam se submetendo à autoridade masculina para evitar mais violência.

Cultura do estupro para manter papéis de gênero

Atualmente, a compreensão é de que não se deve opor homens a mulheres, como fez Brownmiller, pois o problema está na estrutura social antiquada que determina papéis de gênero fixos: homens deveriam agir de determinada forma; mulheres, consideradas inferiores a eles, deveriam agir de forma diferente para evidenciar essa inferiorização e deveriam se subordinar aos homens. Às pessoas caberia simplesmente acatar e se enquadrar nos papéis predeterminados.

Nessa estrutura, a forma utilizada para constranger mulheres a se submeter aos homens está no controle do corpo e de sua sexualidade: deveriam ser virgens ou sexualmente recatadas, não deveriam usar determinadas roupas ou frequentar certos locais. E a punição para as que não aceitassem era a legitimação da violência por meio de hostilidade e, em casos extremos, estupro e morte. Ou seja, a cultura do estupro é o processo de constrangimento social que garante a manutenção dos papéis de gênero. Não é uma ação individual (como se todo homem odiasse mulheres), mas uma convenção social que mantém determinados papéis e estruturas sociais.

Esse constrangimento social não é direcionado somente às mulheres, mas a toda pessoa que não se enquadre no modelo. Os homens heterossexuais perceberam isso nos grupos de sensibilização dos anos 1960, quando questionavam os estereótipos acerca da masculinidade e eram hostilizados por não serem “masculinos o suficiente” para a cultura da época. Em tempos recentes, homossexuais também perceberam que desde a infância foram moldados para agir de acordo com papéis de gênero que desprezam sua liberdade, forçando-os a uma heterossexualidade compulsória. Quando não se adequam são ridicularizados, estuprados e agredidos até a morte. Mulheres lésbicas enfrentam os mesmos problemas, agravados pela ameaça de estupro corretivo para que a violência sexual as “transforme em heterossexuais”. Ao contrário do que parecia na década de 1970, a cultura do estupro não é uma questão apenas de violência contra mulheres heterossexuais.

Generalizações inadequadas

A cultura do estupro é bastante criticada por generalizar, transformando todos os homens em estupradores e todas as mulheres em vítimas passivas. Esse tipo de generalização é inadequado e não beneficia a ninguém. Ele perpetua a história da Chapeuzinho Vermelho que deve se precaver contra todos os homens, como se cada um deles fosse o Lobo Mau à espreita para seduzi-la e destruir sua reputação, forçando-a ao isolamento social.

Outro problema de tratar a mulher sempre como vítima é hostilizá-la quando ela recusa este papel, desprezando sua autonomia para decidir o melhor jeito de lidar com a violência que sofreu.

Há alguns anos o caso de Natascha Kampsuch gerou comoção por duas vezes. Primeiro, quando se descobriu que ela foi retirada à força de sua família, estuprada e mantida em cárcere privado dos 10 aos 19 anos. Quando conseguiu fugir, o agressor se suicidou. Em seguida, foi bastante criticada ao publicar suas memórias e expor estratégias de resistência, mostrar o agressor como uma pessoa comum (e não um monstro) e contar como conseguiu superar os traumas.

Guardadas as devidas proporções, no Brasil há o caso de Geisy Arruda, hostilizada pelos colegas de faculdade por causa de um vestido curto. Ela se recusou a continuar no papel de vítima e foi criticada por não ter se escondido, procurando lucro e projeção social como compensação pela hostilidade que sofreu.

A generalização cria uma guerra dos sexos inútil, que gera desconfiança e perpetua estereótipos: infantiliza as mulheres e despreza suas possibilidades de resistência ou de mudança de papéis, além de ignorar os inúmeros casos em que os homens são vítimas de violência sexual ou são injustamente acusados de terem-na cometido.

Combatendo a cultura do estupro

A discussão sobre a cultura do estupro já tem cerca de quarenta anos. Não há como ignorar que o mundo mudou bastante nesse período. As mulheres cada vez mais obtêm a igualdade de direitos e questões relacionadas à liberdade sexual são cada vez mais garantidas pelo Estado.

No Brasil, os termos sexistas da legislação criminal foram abolidos em 2005. Em 2009, uma nova lei retirou o crime de estupro da seção de crime contra os costumes, para enquadrá-lo nos crimes contra a liberdade sexual, reconhecendo o direito da vítima de direcionar sua sexualidade de acordo com sua vontade – e não segundo a prescrição social. O crime de estupro também foi alterado de forma a reconhecer que se trata de uma relação de poder, inclusive considerando que tanto mulheres quanto homens podem ser vítimas de estupro.

As modificações na legislação demonstram que, ao menos em relação ao Estado, a cultura do estupro vem sendo sistematicamente eliminada. Embora vários dos avanços legislativos dos últimos anos derivem de condenações do Brasil nas cortes internacionais de direitos humanos, o que importa é a pressão exercida por essas condenações e pelos movimentos sociais para que o Estado, com todo o seu aparato e poder de coerção, atue para que essas práticas sejam modificadas. A estrutura social se modifica para encampar a igualdade entre homens e mulheres e garantir a liberdade sexual de todas as pessoas.

Porém, as práticas sociais mudam lentamente. Publicidade, jornalismo, novelas e outros produtos midiáticos ainda creem estar no século XIX e agem contra a lei divulgando conteúdo que legitima racismo e violência contra mulheres e homossexuais. É necessário combater isso por meios legais e também com manifestações mais incisivas de movimentos sociais. Mas é importante lembrar que ações contra a cultura do estupro devem compreender as mudanças dos últimos anos e reconhecer que se trata de uma disputa em torno de papéis de gênero.

Grupos exclusivamente femininos ou masculinos podem existir para questões específicas, mas é melhor que coexistam com grupos mistos. O diálogo se amplia, as polarizações são matizadas e ao invés de tratarem o homem ou a mulher como inimigos, como muitas pessoas vêm fazendo, é possível perceber que todas as pessoas têm uma causa em comum: lutam para que os papéis de gênero deixem de ser opressores, e que a liberdade e a autonomia de todas as pessoas sejam efetivamente respeitadas.

Não é possível atualmente ter medo ou demonizar os homens, sejam eles heterossexuais ou não: eles são aliados das mulheres na luta contra a cultura do estupro porque também fazem parte e sofrem com a estrutura social que os engessa em papéis de gênero.

Enviada por Vanessa Rodrigues para Combate Racismo Ambiental.

3 horas atrás

Luiz Fux se diz impedido, mas atua em casos de advogado que emprega a filha

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

Luiz Fux, cuja filha trabalha no escritório do advogado Sergio Bermudês

Ministro do STF ignora declaração de 1º de abril de 2011 na qual prometia não atuar em processos que tivessem o amigo Sergio Bermudes como parte 
Eduardo Bresciani e Felipe Recondo, O Estado de S. Paulo Ignorando documento de sua própria autoria em que afirma estar impedido de julgar processos do escritório do advogado Sergio Bermudes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux relatou três casos e participou de julgamentos de pelo menos outros três de interesse do grupo, conforme levantamento feito pelo Estado em documentos oficiais da Corte. A filha de Fux, Marianna, é uma das advogadas do escritório. Os processos pesquisados têm como advogado principal o próprio Sérgio Bermudes. Em dois desses julgamentos, na 2ª Turma do STF, Fux acompanhou o voto de colegas a favor dos interesses defendidos por Bermudes. Em outras duas ocasiões as decisões colegiadas foram contrárias aos interesses dos clientes do advogado. Ele comandou ainda a análise de três processos como relator. A relação de Fux e Bermudes ganhou destaque na semana passada quando o advogado anunciou que bancaria uma festa para comemorar os 60 anos do ministro, evento que reuniria centenas de magistrados, advogados e políticos, mas que acabou cancelado. Um dos convidados foi o governador do Rio, Sérgio Cabral. Caberá a ele a escolha de novos desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado. A filha de Fux é uma das candidatas.” Matéria Completa, ::AQUI:: 
Enviada por: Nogueira Junior 09:580 Comentários * DenúnciaLuiz FuxSTF   Do Blog BRASIL! BRASIL!  

3 horas atrás

Denúncia contra Mantega complica mais o Copom

 
: Verdadeira ou não, espalha-se como um rastilho de pólvora pelas mesas do mercado financeira a denúncia de que o grupo JBS Friboi, de Joesley Batista, obteve informação privilegiada do Ministério da Fazenda para virar sua posição no mercado de juros futuros, na semana passada; BC tem razões para subir os juros e também para mantê-los na sua reunião mais delicada dos últimos anos; ministro Guido Mantega volta a estar na mira; além do JBS Friboi, BTG Pactual, de André Esteves, também passou a apostar na Selic mais alta 
3 horas atrás

Chavistas protestam para reafirmar voto e apoiar Maduro

LUIS NASSIF por luisnassif
 

Por Maíra Vasconcelos, especial para o blog

Ontem, desde ás 11 horas, até ás 21 horas, ocorreram três manifestações em apoio ao presidente, no centro de Caracas. 

Ao menos até o dia da posse do presidente Nicolás Maduro (PSUV), marcada para a próxima sexta-feira, 19, em clima apreensivo e de impressões golpistas, chavistas podem ter que continuar a luta para fazer valer seu voto e a democracia. Desde que Maduro foi proclamado presidente pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), na última segunda-feira, seus eleitores estão sendo obrigados á reafirmar o voto, que pelo processo democrático haviam garantido, no dia 14 de abril, diante do não reconhecimento do governo eleito pela oposição. A diferença entre os candidatos foi de 1,77% dos votos.

Ontem, chavistas se reuniram por força de protesto em frente à Assembleia Nacional, nas escadas do Ministério do Poder Popular para Comunicação e Informação e, á noite, nas adjacências da instituição. Também com a presença de algumas autoridades do governo, chavistas entoaram cânticos políticos por Maduro presidente, repudiaram o que consideram ser uma nova tentativa de golpe da oposição, como em 2002, e afirmaram a continuidade da “revolução socialista bolivariana”.

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3 horas atrás

Apesar da oferta de crédito, China desacelera no trimestre

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Assis Ribeiro

Do Estadão

China desacelera no trimestre, apesar do crédito farto

Cláudia Trevisan

Economia cresceu 7,7% na comparação com igual período do ano anterior; apenas em março, financiamentos totalizaram R$ 798 bi

A economia chinesa reverteu o processo de recuperação registrado no fim de 2012 e desacelerou de maneira surpreendente no primeiro trimestre, crescendo abaixo das previsões do mercado. O resultado indica a dificuldade na manutenção de um alto ritmo de expansão, apesar do forte aumento do crédito registrado nos últimos meses.

O Produto Interno Bruto (PIB) da segunda maior economia do mundo teve alta de 7,7% no primeiro trimestre, na comparação com igual período do ano anterior. O resultado mostra perda de fôlego em relação aos 7,9% do quarto trimestre de 2012 e decepcionou analistas, que esperavam crescimento de 8,0%.

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4 horas atrás

MST intensifica jornada de luta

ALTAMIRO BORGES por noreply@blogger.com (Miro)
 
Por Altamiro Borges

Na sua jornada de luta pela reforma agrária, que ocorre sempre no mês de abril, o MST intensificou nesta semana os protestos em todo o país. Já ocorreram manifestações no Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Pará e estão agendados para hoje os bloqueios de rodovias e estradas vicinais nos 1.800 municípios em que o movimento está organizado. Segundo o sítio do MST, os sem-terra cobram da presidenta Dilma a apresentação de um plano emergencial para o assentamento das 150 mil famílias no Brasil, entre outras reivindicações.

O bloqueio das estradas durará 21 minutos, em memória aos 21 trabalhadores sem-terra assassinados no Massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996. Além de exigir do governo federal medidas concretas pela reforma agrária, o MST também criticará a postura do Poder Judiciário, que hoje é um dos principais aliados dos ruralistas e emperra os processos de desapropriação de terras improdutivas. Segundo levantamento, há 523 processo judiciais envolvendo a questão da reforma agrária no país. Destes, 234 estão parados na Justiça Federal, o que evidencia o caráter elitista do judiciário. 

A jornada de lutas do mês de abril visa fortalecer a organização dos sem-terra, aumentar a pressão sobre os poderes públicos e mobilizar a sociedade na defesa da reforma agrária. Atualmente existem 69.233 grandes propriedades improdutivas no país, que controlam 228 milhões de hectares de terra, segundo o censo do IBGE de 2010. Estas áreas deveriam ser destinadas à reforma agrária, conforme determina a Constituição. Mas nada é feito neste sentido. O governo Dilma recuou na política de assentamentos; o Judiciário barra os processos de desapropriação; e a mídia ruralista continua tentando criminalizar o movimento dos sem-terra. Daí a importância da jornada de lutas de abril!

4 horas atrás

“A bruxa está morta” lidera ranking musical após morte de Thatcher

PRAGMATISMO por Luis Soares
 

Música anti-Thatcher lidera ranking no Reino Unido e constrange BBC. Após morte da ex-premiê, faixa “a bruxa está morta” do filme O mágico de Oz lidera as paradas de sucesso; sob pressão, emissora inglesa decidiu tocar apenas 5 segundos

A rede britânica BBC cedeu às pressões e decidiu não tocar a música Ding Dong! The Witch Is Dead nas tradicionais paradas de sucesso da emissora. Pelo menos não a música inteira: serão executados apenas 5 segundos da canção do filme O mágico de Oz, acompanhados de um vídeo explicativo — e inédito na história do programa dominical Radio 1 Chart Show.

Após a morte da ex-primeira-ministra, muitos ingleses anti-Margaret Thatcher iniciaram uma campanha de protesto para tentar colocar a canção no topo das paradas britânicas. A movimentação deu certo e fez o refrão “a bruxa está morta” pular para a 1ª posição das mais tocadas — no momento, é a 10ª mais pedida —, deixando a BBC sem saber o que fazer.

margaret thatcher

“Dama de ferro”: aos 87 anos de idade, a ex-premiê Margaret Thatcher morreu após um AVC (Foto: Divulgação)

Tido como o responsável pela decisão final, o novo diretor-geral da emissora, Tony Hall, chegou a dizer que, pessoalmente, achava a campanha de “mau gosto”, mas que a independência editorial da BBC era “sagrada”.

Membros da alta cúpula do Partido Conservador, do qual Thatcher era representante, criticaram duramente a possibilidade da música ser executada pela BBC às vésperas do funeral da ex-premiê. Na contramão, muitos chamaram de censura a decisão da emissora. Em enquetes realizadas pelo jornal The Guardian, mais de 80% dos leitores entenderam que a BBC não fez a escolha correta e preferiam que a música fosse tocada do início ao fim.

A decisão, sem precedentes, de incluir uma reportagem de notícias no programa vai tentar explicar aos espectadores por que uma faixa retirada de um filme de 1939 apareceu de repente nas paradas de sucesso. Além disso, o público-alvo do programa tem entre 16 e 24 anos de idade, poucos dos quais capaz de reconhecer facilmente o governo de Margaret Thatcher, que perdurou de 1979 a 1990.

Revista Samuel

O post “A bruxa está morta” lidera ranking musical após morte de Thatcher apareceu primeiro em Pragmatismo Político.

4 horas atrás

Um breve histórico da legislação sobre menores

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Raoni Gama

Nassif,  no tema da maioridade penal ira dar a minha opinião. Mas que tal ler um pouco da opinião de quem passou anos estudando o tema.

Segue o texto (um pouco longo mas vale a pena) postado no facebook do Alexandre Morais da Rosa – pra quem não o conhece, resumindo, ele está na vanguardo no area do Direito no Brasil.

segue o link do face do próprio: https://www.facebook.com/alexandremoraisdarosa/posts/10200392139420103 

Redução da Idade Penal: “Vale a ‘Pena’ Ver de Novo” (?) 

Alexandre Morais da Rosa e Ana Christina Brito Lopes 

I – Os motivos

1. O Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente D. Luciano Mendes de Almeida enviou consulta sobre as propostas de redução da idade penal em tramitação no Congresso Nacional solicitando um parecer sobre o tema. Surgiu, então, a oportunidade de escrevermos um texto em conjunto. Isto porque os autores dialogam sobre o tema há vários anos e nunca tiveram um “dead line”. Por isto, talvez, o escrito não saísse. Além disso, queríamos fazer algo mais completo. Esta possibilidade de emitir um parecer breve sobre as propostas nos fez produzir o que segue. 

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