terça-feira, 16 de abril de 2013

Icar reage a vídeo de Feliciano em que é chamada de satânica

 

O recado vale também para Eduardo Campos

por O TERROR DO NORDESTE
 

Lula:”O povo de Minas sabe por que sua vida melhorou”

LEO FONTES / O TEMPO: BELO HORZONTE, MG, 15.04.2013: LULA/BH – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o título de cidadão honorário de Minas Gerais, nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte. (Foto: Leo Fontes/O Tempo/Folh
   Instituto Lula – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do estado. Em sua fala, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, o ex-presidente destacou a longa história de lutas do estado mineiro.     Lula lembrou as greves do final dos anos 70, quando estádios de futebol mineiros ficavam lotados com trabalhadores em busca de melhores condições. “São mais de 35 anos de lutas e conquistas”, lembrou o ex-presidente, afirmando que não existe nenhuma região de Minas que ele não conheça direta ou indiretamente.     O ex-presidente ressaltou ainda a importância da região mais pobre do estado mineiro, o Vale do Jequitinhonha, tantas vezes menosprezado. Ele afirmou que os programas sociais implantados pelo governo federal foram muito importantes para dar maior dignidade ao povo do Brasil e de Minas Gerais: “Os cidadãos de Minas Gerais sabem como sua vida melhorou”.     Durante seu discurso Lula recordou a grande ajuda que teve de dois mineiros ilustres: o ex-vice-presidente José Alencar e a presidenta Dilma Rousseff, além de outros nomes históricos que marcaram a história do estado mineiro.     “Vou continuar lutando até quando Deus me der forças pela democracia e a igualdade social”, afirmou Lula reafirmando seu compromisso com as lutas sociais, que tem travado até aqui.     Depois de ser aplaudido diversas vezes, Lula terminou seu discurso agradecendo o título e falando da sua forte ligação com Minas. “Devo confessar que mesmo antes dessa homenagem eu já me sentia em casa em Minas, já me sentia em família, já me sentia mineiro”, encerrou.     O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), encerrou a sessão falando do papel importante que o ex-presidente teve na “virada democrática” que o Brasil teve nos últimos anos. Ele afirmou que o mundo está vivendo uma revolução que já não é mais silenciosa e que mostra que as grandes desigualdades do mundo são insustentáveis.     O título de Cidadão Honorário de Minas Gerais foi proposto pelo deputado Rogério Correia e entregue em uma cerimônia calorosa com presença maciça de admiradores do ex-presidente – com quem ele não poupou fotos – e de diversas autoridades mineiras e nacionais.     Entre os presentes estiveram o deputado Dinis Pinheiro, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Aloizio Mercadante, Ministro da Educação, Alexandre Padilha, Antônio Andrade, Ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Rui Falcão, Presidente do Partido dos Trabalhadores e Luiz Dulci, ex-ministro e diretor do Instituto Lula.     Entrevista  

Icar reage a vídeo de Feliciano em que é chamada de satânica

por Paulo Lopes
 
Dom Barbosa pediu “respeito”para com a Igreja Católica O bispo Dimas Lara Barbosa (foto), porta-voz da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), pediu “respeito” para com a Igreja Católica,…

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Milagre, um bom negócio

por ric_gon_bet
 
Milagre, um bom negócio
Ricardo Gondim
Casas Bahia e Magazine Luiza disputam o mesmo mercado. As duas lojas se engalfinham para abocanhar o filão dos eletrodomésticos, guarda-roupas de madeira aglomerada e camas de esponja fina. Buscam conquistar assalariados, serralheiros, aposentados e garis. Nos comerciais da televisão, o preço da geladeira aparece em caracteres pequenos, enquanto o valor da prestação explode gigante na tela. A patuleia calcula. Não importa o número de meses, se couber no orçamento, uma das duas, Bahia ou Luiza, fecha o negócio – com um juro embutido entre os maiores do mundo.
Toda noite, entre oito e dez horas, a mesma cantilena se repete nos programas evangélicos na televisão. Pelo menos quatro “ministérios” disputam outro mercado: o religioso. Caçam clientes que sustentem, em ordem de prioridade, empreendimentos expansionistas, ilusões messiânicas e o estilo de vida nababesco de seus líderes. Assim, cada programa oferece milagre. Cada um alicerça a promessa de que Deus vai prosperar, amenizar problemas matrimoniais, resolver causas na justiça com testemunho. Entrevistam gente que jura ter sido brindada pelo divino. Não faltam documentos, exames médicos, carros luxuosos. Deus teria usado aquele apóstolo, bispo, missionário, para abençoar inúmeras pessoas para uma vida sem sufoco.
Infelizmente, o preço do produto religioso – o milagre – também não é explicitado. Alardeia-se apenas a espetacular maravilha. As letrinhas, que não aparecem na parte de baixo do vídeo, caso fossem reguladas pelo conselho nacional de propaganda, teriam que deixar claro, por mais “ungido” que for o missionário, que em nenhuma dessas igrejas televisivas o milagre é gratuito ou instantâneo.
Um monte de exigência vem embutida na promessa de bênção: ser constante nos cultos por várias semanas, contribuir financeiramente para que a obra de Deus continue e, ainda, manter-se corretíssimo. Um deslize mínimo, um pecadilho qualquer, impede o Todo Poderoso de concretizar a maravilha. E ainda tem a falta de fé como critério inegociável. Qualquer dúvida é considerada um obstáculo, que mata a possibilidade do milagre.
Considerando que a rádio também divulga prodígios a granel, como um cliente religioso pode optar? Deus apontou o dedo para qual igreja, missionário, apóstolo, pastor ou evangelista? Quem foi “ungido” representante do divino para o privilégio de “operar” esse sem-número de milagres? Um pai que sofre com uma filha com leucemia aguda, não pode se dar ao luxo de errar. Se apela para uma igreja com pouco poder sobrenatural, perde a filha. O seguro seria ele frequentar todas. Mas como? Ele é pobre e não tem como fazer todas as campanhas que produzem o extraordinário.
O  acesso ao milagre se complica ainda mais porque essa igrejas-empresas gastam milhões para veicular na mídia um valor simbólico: exceção. Sim, no milagre ofertado pelos televangelistas está a expectativa egocêntrica de que o Todo Poderoso distinguirá apenas um punhado entre todos os outros sete bilhões de habitantes do planeta. “Deus abrirá uma brecha na ordem da vida para privilegiar você”. “Outros podem padecer nos corredores sujos de ambulatórios médicos, mas você que veio aqui na igreja X, não precisará passar por tanta humilhação”.
Lojas de eletrodoméstico vendem eletrodoméstico, óbvio. Igrejas evangélicas comercializam a esperança. Elas fortalecem a ideia de que existem agenciadores do favor divino. Alguns com exclusividade. Pelo serviço cobram caro, muito caro. Afinal de contas, um produto celestial não pode ser negociado como bem de quarta categoria. Os televangelistas só oferecem “Brastemps” vindas do céu.
Mas, a dúvida persiste: qual o melhor balcão de serviços religiosos? Que varejista está mais aparelhado para distribuir os favores divinos? Os vendilhões do templo de hoje não se comparam aos do tempo de Jesus. Eles se escolaram no marketing. Especializaram-se em conforto. Valem-se da linguagem piedosa que confunde fé com credulidade. Se as grandes redes comerciais devem se conformar ao Código do Consumidor, as igrejas hábeis em produzir milagre não passam por nenhuma regulamentação. Se algo der errado, o cliente nunca tem razão. Se a leucemia matar a filha, o pai, além de enlutado, acabará responsabilizado pela perda. Terá de escutar que a menina não foi curada porque o diabo entrou por alguma “brecha” e matou. Ou que alguém da família não “perseverou na fé” ou “não honrou a Deus com o dízimo”.
Assim como na música do Chico Buarque os frequentadores dessas igrejas-caça-níqueis encarnam o Pedro Pedreiro e ficam “esperando, esperando, esperando.
 Esperando o sol, esperando o trem.
 Esperando aumento para o mês que vem.
 Esperando um filho prá esperar também”.
Mercadologicamente, Casas Bahia e Magazine Luiza se comportam com critérios éticos bem à frente de algumas igrejas. Melhor assim, geladeira nova é bem mais útil do que a ilusão do milagre.
Soli Deo Gloria

“O povo de Minas sabe por que sua vida melhorou”

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
 
Ex-presidente Lula discursou nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, reduto do senador presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG); o petista recebeu o título de Cidadão Honorário em cerimônia organizada à tarde: “Não é o caso de fazer aqui o inventário completo de tudo o que o governo federal fez, na última década, pelo desenvolvimento econômico e social deste Estado. O povo de Minas, mais do que ninguém, sabe como e porque a sua vida melhorou” Brasil 247 / Instituto Lula O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou nesta segunda-feira (15), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do estado. Em sua fala, transmitida ao vivo pela TV Assembleia, o ex-presidente destacou a longa história de lutas do estado mineiro. Lula lembrou as greves do final dos anos 70, quando estádios de futebol mineiros ficavam lotados com trabalhadores em busca de melhores condições. “São mais de 35 anos de lutas e conquistas”, lembrou o ex-presidente, afirmando que não existe nenhuma região de Minas que ele não conheça direta ou indiretamente. O ex-presidente ressaltou ainda a importância da região mais pobre do estado mineiro, o Vale do Jequitinhonha, tantas vezes menosprezado. Ele afirmou que os programas sociais implantados pelo governo federal foram muito importantes para dar maior dignidade ao povo do Brasil e de Minas Gerais: “Os cidadãos de Minas Gerais sabem como sua vida melhorou”. Matéria Completa, ::AQUI:: 
Enviada por: Nogueira Junior 20:030 Comentários * HomenagemLula   Do Blog BRASIL! BRASIL! 
10 horas atrás

O fim do mundo em três meses

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 


Foto 



Por Ricardo Kotscho, no blogBalaio do Kotscho:

De vez em quando, ultimamente, fico até com receio de perder meu tempo escrevendo. O mundo já poderá ter acabado quando este texto chegar aos caros leitores. Quem vai ler?

Sem falar na sempre iminente guerra nuclear das Coréias, o fim do mundo está onipresente no noticiário nacional, como se houvessem estabelecido uma programação prévia para não deixar o brasileiro respirar sossegado dois dias segundos.

Mal se termina de falar de uma crise e já aparece outra nas manchetes, sem que tenha dado tempo da anterior terminar.

O ano mal começou, e já tivemos de volta as notícias alarmistas sobre os iminentes riscos de apagão de energia em razão da falta de chuvas nos reservatórios, ao mesmo tempo em que as enchentes em outros pontos do país provocavam novas tragédias. Imagens de reservatórios com pouca água e morros despencando eram acompanhadas de análises dos especialistas de sempre para quem o país, com este governo, não tem nenhum futuro, seja por falta ou excesso de chuvas.

Os brasileiros nem tivemos tempo de comemorar o recorde da safra de grãos, e já começaram as séries de reportagens sobre o colapso na infraestrutura, com estradas intransitáveis e congestionamentos nos aeroportos.

E assim fomos seguindo o ano de 2013, de agonia em agonia, até que sobreveio a grande crise do preço do tomate, a maior de todas, porque esta pode explodir ao mesmo tempo a inflação e os juros, levando o país à ruína completa. Em apenas três meses, ficamos novamente à beira do abismo.

Esses problemas todos existem, é claro, e alguns são bastante sérios, como já mostramos aqui no Balaio, tornando mais difícil a recuperação da economia. O clima de catastrofismo, porém, vai além da realidade dos fatos e tem como pano de fundo a sucessão presidencial de 2014, ativada pela antecipação da campanha e pela ausência de candidatos competitivos para enfrentar a candidata do governo. Inconformados com os altos índices de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que nas atuais pesquisas lhe garantem a reeleição já no primeiro turno, setores da sociedade que se sentiram prejudicados com a queda de juros e tarifas, especuladores e rentistas, aquela gente que não se conforma com medidas que visam a beneficiar a população de baixa renda, resolveram investir em outros campos, já que o cenário eleitoral não lhes dá muitas esperanças de voltarem ao poder tão cedo.

Alguma coisa está fora de ordem e de lugar quando assistimos à judicialização da política e à politização do judiciário, e os grandes protagonistas da cena brasileira se tornam o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que agora têm uma opinião formada sobre tudo e dão seus pitacos definitivos sobre qualquer assunto, mesmo quando não são chamados.

Gurgel já decidiu que a nova distribuição dos royalties do petróleo só deverá valer a partir de 2016, Barbosa comenta a indicação do polêmico deputado pastor Marco Feliciano para uma comissão da Câmara, e ambos se dedicam com afinco para colocar na cadeia os condenados da Ação Penal 470, recusando sumariamente qualquer recurso dos advogados de defesa.

Citado pelo ex-ministro José Dirceu numa história no mínimo malcontada no episódio para a sua indicação para o STF, o ministro Luiz Fux manda responder que não vai polemizar com réus condenados. Na mesma semana, o procurador-geral Gurgel determina ao Ministério Público e à Polícia Federal investigações sobre o ex-presidente Lula, a partir de declarações feitas por Marcos Valério, réu condenado a mais de 40 anos de prisão.

No mesmo momento em que Barbosa denuncia o “conluio” entre advogados e magistrados, o escritório de Sergio Bermudes, um dos mais caros do país, anuncia o patrocínio de uma festa de arromba para mais de 300 pessoas em seu apartamento de 800 metros quadrados, no Rio de Janeiro, para comemorar o aniversário de 60 anos de Luiz Fux, cuja filha Marianna, candidata a uma vaga no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, trabalha com o anfitrião. A pedido da mãe do homenageado, diante da repercussão do regabofe, a festa foi cancelada, segundo os jornais deste sábado.

Mas não faltarão outras festas do gênero, por mais que isso irrite Barbosa, para congregar os comensais dos dois lados do balcão da Casa Grande, que podem perder as eleições, mas nunca perdem a pose nem o poder.     Crédito: caiu na rede Postado por O TERROR DO NORDESTEàs 17:43Nenhum comentário:     Do Blog O TERROR DO NORDESTE.