Quando envolve um correligionário, a Folha faz isso aí, ó

por Gilmar Crestani
 

Dona Judith Brito não brinca em serviço. Para proteger Carlinhos Cachoeira, o melhor amigo da Veja e do Policarpo junior, e também seus correligionários do PSDB, a Folha resume em dois parágrafos envergonhados a participação escabrosa no maior escândalo de corrupção que este Brasil já teve. Como se sabe, Carlinhos Cachoeira faz parte de um grupo seleto por onde transitam Gilmar Mendes, Demóstenes Torres, Policarpo Junior. Tudo gente boa…

CASO CACHOEIRA

Conselho de Ética vai analisar pedido de cassação de deputado

DE SÃO PAULO – O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados pautou para quarta-feira abertura do processo que analisará pedido de cassação do mandato do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO).

A ação tem como base relatório do deputado Jerônimo Georgen (PP-RS) sobre a relação de Leréia com o empresário Carlinhos Cachoeira.

Leréia admitiu no ano passado ser amigo do empresário e foi flagrado numa escuta telefônica feita pela Polícia Federal pedindo dinheiro a um operador de Cachoeira.

A CPI criada no ano passado para investigar os negócios de Cachoeira e suas relações com políticos e empresários foi encerrada sem indiciar suspeitos. Se o pedido de cassação de Leréia for aprovado no conselho, ele ainda terá que passar pelo plenário da Câmara.

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4 horas atrás

Se a Arena fosse do Grêmio isto não aconteceria

por Gilmar Crestani
 

 

Grêmio poderá pedir mudança de data do seu jogo contra o São Luiz

14 de abril de 20130

O Grêmio poderá solicitar à Federação Gaúcha de Futebol uma mudança da data de seu jogo contra o São Luiz, pelas quartas de final da Taça Farroupilha.

Tudo para poder usar a Arena, o que seria impossível dia 21, em face do show de Roberto Carlos na véspera.

A ideia é passar o jogo para o dia 24, quarta-feira.

Antes de fazer a solicitação, a direção quer ter a certeza de que sua estreia nas oitavas de final da Libertadores também não será dia 24, uma das datas cogitadas pela Conmebol.

Blog Dupla Explosiva: tudo sobre a dupla Gre-Nal | clicRBS

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4 horas atrás

Mas quando Moreno foi afastado por Luxa, o oportunista Kleber silenciou

por Gilmar Crestani
 

Kleber foi servido por Luxa e gostou de puxar o tapeto do concorrente. Acusar Moreno, como fez Kleber, é diversionismo de incompetente. Tivesse o Grêmio goleado Novo Hamburgo e o assunto não teria vindo à tona. Pelo jeito não é só futebol que anda faltando no Grêmio. Falta direção, treinador e caráter, não necessariamente nesta ordem. Além do mais, reaparecem indícios que fizeram a fama de que bate na mulher.

Grêmio: Kleber detona Moreno

Postado por Hiltor Mombach em 14 de abril de 2013 – Esportes

Da capa do site do Correio do Povo.
Vendo um ataque ineficiente no empate em 0 a 0 com o Novo Hamburgo neste domingo, a torcida vaiou o técnico Vanderlei Luxemburgo e pediu o retorno do centroavante Marcelo Moreno. Afastado do grupo desde o começo do ano, o jogador não é relacionado pelo treinador nem para as partidas do Campeonato Gaúcho. Kleber defendeu a postura de Luxa e criticou a postura do colega de ataque após o jogo. 

“Moreno faltou com respeito com o grupo do Grêmio, com os jogadores e com o treinador. A torcida esquece isso”, comentou o jogador, em referência à entrevista do pai do camisa 9, que chamou de “timinho” o Grêmio. “Se minha esposa der uma entrevista falando mal do Grêmio, vai ter problema comigo. Ele aceitou o que o pai disse”, acrescentou o Gladiador.

Um outro problema levantado por Kleber foi a declaração em que Moreno duvida que outro atacante batesse seu número de gols em 2012. 
“Moreno fez 22 gols ano passado, eu fiz 15 ficando quatro meses sem jogar. Ele realmente fez 22 gols, mas para isso alguém teve que sofrer o pênalti, dar o passe para ele. O Moreno tem que respeitar o Grêmio e os seus colegas”, reclamou o atacante. 
Questionado sobre o relacionamento do grupo com Moreno, Kleber afirmou que isso não tem importância para o time: “A gente não tem que ter bom relacionamento com A, B ou C. Tem que fazer o melhor e vencer pelo Grêmio. A gente reconhece o esforço e o que ele fez, mas não gostou das declarações”. 
Se o centroavante mudar de comportamento, os jogadores do Grêmio podem até trabalhar para o retorno dele. “Se Moreno tiver uma postura diferente, o grupo vai lutar por ele. Mas tem que saber se ele também quer. Só que ele não pode expor o Grêmio como fez”, comentou.

Hiltor Mombach – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

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4 horas atrás

Para quem tenta desmerecer a política brasileira para introduzir a ditadura

por Gilmar Crestani
 

Toda hora aparece corruptos em todas as partes do mundo. E a melhor forma de combate-los é com mais política. A ditadura só serve para psicopatas e grupos mafiomidiáticos se locupletarem.

Scandalo Dalligate, il Parlamento Europeo deciso ad insabbiare?

Bruxelles (Belgio) – Sono più di 3.900 le firme raccolte dall’Alleanza per la Trasparenza e la Regolamentazione Etica dell’Ue (Alliance for Lobbying Trasparency and Ethics Regulation, ALTER-EU, organizzazione formata da circa 200 organizzazioni tra gruppi della società civile, sindacati, docenti universitari e società di pubbliche relazioni) per chiedere al presidente della Commissione Europea José Manuel Barroso di rivelare quale sia la verità sul caso “Dalligate”, lo scandalo che nell’ottobre del 2012 costrinse l’ex Commissario europeo per i Diritti del Consumatore e la Tutela della Salute John Dalli a dimettersi in seguito ad una indagine dell’OLAF (l’Ufficio Europeo per la Lotta Anti-frode) che lo accusava di aver preso una tangente da 60 milioni di euro dalla società svedese Swedish Match per alleggerire il blocco contro la commercializzazione in Europa del tabacco da masticare “snus”.

Il timore è che John Dalli sia stato costretto a dimettersi proprio per essersi scontrato con l’industria del tabacco, che vede un “alleato” proprio nell’Olaf, come il suo direttore – l’italiano Giovanni Kessler – è stato costretto ad ammetteredinanzi al Parlamento Italiano. Una collaborazione basata su scambio di informazioni e sui due miliardi di euro annui dell’industria del tabacco per le casse dell’Unione Europea che rendono, evidentemente, poco oggettivo il lavoro degli inquirenti.

Allo stesso modo sempre più forte diviene il sospetto che, nonostante l’esplicita richiesta dei parlamentari europei José Bové e Bart Staes, la commissione d’inchiesta sulla vicenda rimarrà solo sulla carta. Il Parlamento Europeo – che ancora non ha pubblicato il rapporto dell’OLAF – vi ha infatti rinunciato due giorni fa, con decisione presa dai suoi principali partiti, cioè popolari, socialisti e liberali. Il Ppe, principale gruppo parlamentare europeo, come ha evidenziato il sito d’informazione francese Mediapart (qui l’articolo di Presseurop.eu che parzialmente riprende l’originale in francese) sarebbe «pronto a tutto per difendere il suo Paladino, [il presidente della Commissione] José Manuel Barroso, mentre i socialisti sostengono ad ogni costo Giovanni Kessler, il contestato presidente dell’Olaf, ex deputato italiano e membro del Partito Democratico. I due grandi partiti avrebbero dunque un interesse comune: far dimenticare lo scandalo e passare ad altro». Insabbiamemento, per dirla con una parola sola.

Agli inizi di marzo è intanto partita l’inchiesta di Nikiforos Diamandouros l’Ombudsman europeo – figura istituita per occuparsi delle denunce contro istituzioni ed organi dell’Unione – a seguito di un reclamo del Corporate Europe Observatory (CEO – l’organizzazione che si batte per una maggior trasparenza delle istituzioni europee con sede a Bruxelles) che accusa la Commissione di segretezza, rilascio selettivo di documenti e di non essersi attenuta ai proprio obblighi di trasparenza, secondo quanto definito dal Regolamento 1049/2001. L’Ombudsman ha chiesto al Presidente della Commissione Barroso – che avrà tempo fino al 31 giugno per rispondere – di esprimere un parere sulle accuse, evidenziando inoltre la volontà di leggere i documenti della Commissione relativi alle dimissioni.

 

L’Osservatorio ha, inoltre, denunciato la Swedish Match per “lobbying non etico” al “Joint Transparency”, l’organismo istituito da Commissione e Parlamento dell’Unione per vigilare sul registro dei lobbisti, documento realizzato due anni fa per regolare l’attività degli oltre 15.000 lobbisti che lavorano all’UE (qui la parte dell’intervista sull’argomento alla dottoressa Cristina Antonucci, ricercatore in Scienze sociali presso il CNR).

Secondo la denuncia, l’azienda avrebbe utilizzato lobbisti non registrati e mentito ai parlamentari, come evidenziato nell’incontro con l’europarlamentare José Bové, violando così il regolamento. L’Osservatorio ha chiesto inoltre di rendere pubblici i documenti relativi a Johan Gabrielsson, ex funzionario della Commissione oggi direttore delle Relazioni pubbliche della Swedish Match che, come risulta dalle registrazioni del colloquio tenuto con l’europarlamentare francese, avrebbe confermato circostanze a carico di Dalli rivelatesi false dietro suggerimento dell’Olaf; di Gayle Kimberley, ex lobbista della società svedese ed ex funzionaria europea e di Michel Petite, ex capo dell’ufficio legale della Commissione passato nel settore legale di BigTobacco (qui il caso raccontato da CEO; qui la relativa scheda del RevolvingDoorWatch) e rientrato nei ranghi della Commissione – attraverso il principio della “revolving door”. «La nostra richiesta vuole scoprire se Petite abbia avuto un ruolo nella gestione del Dalligate da parte della Commissione», ha dichiarato Ester Arauzo, responsabile della comunicazione di CEO. L’indagine dell’Ombudsman dovrà decidere se revocare o meno il reincarico a Michel Petite.

Quando lo scandalo “Dalligate” (o “Snusgate“, che dir si voglia) ebbe inizio, quello che si aveva davanti era il “classico” caso di corruzione. Semplice e lineare. Col passare del tempo lo scenario sta diventando ben diverso, con gli accusatori – l’Olaf e, forse, lo stesso presidente della Commissione Barroso – passati tra le fila degli accusati. In attesa di capire come finirà questa vicenda, se con l’insabbiamento o con il primo passo verso una Unione più trasparente, la domanda rimane: chi controlla i controllori a Bruxelles?

Questo post lo trovate anche su: 
http://www.infooggi.it/articolo/scandalo-dalligate-il-parlamento-europeo-deciso-ad-insabbiare/40559/

foto: www.foeeurope.org

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Scandalo Dalligate, il Parlamento Europeo deciso ad insabbiare? – AgoraVox Italia

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5 horas atrás

Tancredi, no Il Gattopardo: “- vamos mudar tudo para que tudo continue como está”

por Gilmar Crestani
 

 

TV Globo de cara nova!

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/

Por Altamiro Borges 
Segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha, a TV Globo ganhará nova identidade visual a partir do dia 26 de abril, quando completará 48 anos de existência. “Hans Donner, que criou o logotipo da emissora há 39 anos e estava afastado da missão, retomou o projeto. E há um mês desenvolveu o novo símbolo, que, segundo ele, ‘será mais clean [limpo], ganhará vida e movimento’”. O próprio designer reconheceu que a marca ficou envelhecida, “castigada”, e que “está na hora de cuidar de meu filhote e adicionar vida”. 
A nova cara da emissora, porém, não garante a retomada dos seus índices de audiência, que tem caído vertiginosamente nos últimos anos. Preocupada com sua contínua decadência, a TV Globo também tem promovido mudanças em várias áreas. Na semana passada, ela retirou da bancada do telejornal “Bom Dia SP” a apresentadora Carla Vilhena, o que causou constrangimento pela forma abrupta como a troca foi efetuada – segundo revelou o jornalista Marco Aurélio Mello, ex-editor da TV Globo, no blog DoLaDoDeLá. 
A colunista Keila Jimenez, também da Folha, informa ainda que outras alterações estão em curso. Ela revela que “uma das novidades da programação da TV Globo em 2013, a contratação do ex-jogador Ronaldo como comentarista, fez a rede abrir concessões em suas normas internas. Se fosse um comentarista como outros do jornalismo esportivo do canal, Ronaldo não poderia protagonizar comerciais, pois a Globo não permite. O craque está atualmente no ar em seis campanhas publicitárias diferentes”. 
Estas e outras mudanças visam aumentar as fortunas da famiglia Marinho. Os três herdeiros do império midiático passaram a figurar na última lista de bilionários do planeta da revista Forbes. Apesar da queda de audiência, a Rede Globo aumentou em 38% o seu lucro liquido no ano passado. Ele atingiu R$ 2,9 bilhões. Já o faturamento do grupo chegou a R$ 12,7 bilhões, um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. A “nova cara” da emissora não visa melhorar a qualidade da programação, mas sim elevar seus altos lucros!

Altamiro Borges: TV Globo de cara nova!

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5 horas atrás

Se os EUA transferissem Hollywood para Guantánamo, terminaria o narcotráfico

por Gilmar Crestani
 

É a tal de lei de mercado. Há consumidores e dinheiro nos EUA, então o México fornece. Terminem com os consumidores que os traficantes não terão a quem vender. Simples assim!

Estados Unidos trata de ‘desnarcotizar’ sus relaciones con México

Cristina F. Pereda Washington 13 ABR 2013 – 05:27 CET3

Estados Unidos intenta descontaminar las relaciones con México, abandonando el énfasis en la seguridad y apostando por continuar la historia de colaboración económica y comercial que une a los dos países, según representantes de ambos gobiernos reunidos esta semana en Washington. El presidente estadounidense, Barack Obama, visitará la capital mexicana el próximo mes de mayo en una muestra del interés de EE UU en uno de sus mayores socios en la región.

“Este es el momento de México”, aseguró José Fernández, subsecretario del Departamento de Estado de Asuntos Económicos. “Y Estados Unidos quiere formar parte de él”. Fernández destacó este miércoles la importancia de la relación económica entre ambos países en una comparecencia en Washington, tras dos días de negociaciones con diferentes autoridades del Gobierno de Enrique Peña Nieto, así como el embajador de México en Washington, Eduardo Medina-Mora.

La ronda de conversaciones en la capital estadounidense también se produce tres semanas antes de la visita de Obama a México. Según Fernández, este viaje tendrá como objetivo reforzar la relación económica y comercial que une a los dos países, así como explorar las posibles vías de cooperación de cara al futuro en áreas como el comercio, la cooperación entre compañías privadas a uno y otro lado de la frontera, la seguridad, la inversión en tecnología e investigación o el impulso de pequeñas y medianas empresas en la región.

 

Debemos considerar todos los asuntos que afectan al flujo fronterizo tanto de personas como de bienes y comercio. Debemos ser socios tanto en la frontera como en Washington y en el DF”

“Queremos convertir la frontera en una región de oportunidad y crecimiento”, declaró Sergio Alcocer, subsecretario mexicano de Asuntos Exteriores para América del Norte. Alcocer destacó que el nivel de cooperación actual ha llevado a EE UU y México a intercambiar un millón de dólares cada minuto. “Ya no estamos hablando de una relación simbólica”, afirmó. “Las empresas estadounidenses invierten 90.000 millones de dólares al año en México”.

“Nuestra relación se encuentra en un gran estado, pero todavía podemos mejorar”, reconoció el subsecretario estadounidense. Las conversaciones celebradas estos días en Washington responden, según Fernández, al deseo de Peña Nieto de “elevar el nivel de diálogo” entre los dos países y cimentar una relación económica que ya mueve medio billón de dólares cada año.

Ambos países trabajan para consolidar su relación comercial, en la búsqueda de vías que “refuercen” el nivel de cooperación actual basándose en “una frontera del siglo XXI”. Los representantes de México y EE UU reconocieron que la seguridad en la frontera sigue siendo una preocupación tanto a nivel político como económico, por sus implicaciones para las actividades comerciales y para los ciudadanos de la región. “Trabajaremos juntos para solucionar este asunto”, afirmó Fernández. “Ayudará a incrementar la competitividad de ambos y la prosperidad de nuestros ciudadanos”.

La relación entre los dos socios también está muy pendiente de la reforma del sistema de inmigración que acometerá el Congreso estadounidense en los próximos meses y que tiene en la frontera uno de sus grandes ejes. Alcocer aseguró que se trata de un “asunto interno” de EE UU y que México “respeta” ese proceso. “Nuestra colaboración depende de que abordemos esto de una manera mucho más amplia”, aseguró. “Debemos considerar todos los asuntos que afectan al flujo fronterizo tanto de personas como de bienes y comercio. Debemos ser socios tanto en la frontera como en Washington y en el DF”.

 

Este es el momento de México y EE UU quiere formar parte de él”

Ambos representantes enfatizaron la necesidad de enmarcar las conversaciones en torno a la colaboración entre los dos países más allá de la seguridad o de la inmigración. “Debemos recordar que un millón de personas cruzan legalmente la frontera a diario”, aseguró Alcocer. “Tener una barrera no ayuda a la economía, pero tampoco que hablemos de lo que no podemos hacer y nunca de lo que sí podemos hacer”.

“Es importante que establezcamos en la región una serie estándares coherentes que ayuden a desarrollar pequeños y medianos comercios”, añadió Alcocer. Según el subsecretario, trasladaron a las autoridades estadounidenses su interés en la innovación empresarial y en la inversión en soluciones científicas y tecnológicas que contribuyan a solucionar los problemas a los que se enfrentan en la actualidad, como los que afectan a la frontera.

El impulso de la relación entre México y EE UU serviría además a los dos países para reforzar sus relaciones con otras naciones del continente, contribuyendo a la “expansión la cooperación con Centroamérica” y dando su apoyo al crecimiento y desarrollo en los países de la región. “No hablamos sólo de relaciones comerciales”, aseguró Alcocer. “También de mejorar la calidad de vida de las personas”.

El subsecretario estadounidense añadió que la relación con México “va más allá de las importaciones y exportaciones” y que EE UU puede presumir de “una gran ventaja” cuando trata con este socio por la historia que les une y por la presencia de más de 50 millones de hispanos en el país. “Es una relación sustancial, profunda y basada en el crecimiento. Pero lamentamos que la mayor parte se pierda en las noticias”.

Estados Unidos trata de ‘desnarcotizar’ sus relaciones con México | Internacional | EL PAÍS

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5 horas atrás

Quem negocia com louco é o quê?

por Gilmar Crestani
 

O cara da Coréia do Norte parece, à luz do que publicam os subalternos da CIA, um lunático. De repente aqueles que dizem nada ter com isso saem do armário dizendo-se dispostos a negociar. Eu, a menos que fosse também louco, não chamaria outro para negociar. É por isso que, quando há interesses norte-americanos não acredito numa vírgula dos que dizem os vira-bostas e vira-latas tupiniquins.

EUA se dizem abertos para negociar com a Coreia do Norte (AFP)

EUA se dizem abertos para negociar com a Coreia do Norte

Kerry pediu ‘passo adiante’ a Pyongyang

G1 – O portal de notícias da Globo

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5 horas atrás

O bêbado e intolerante candidato trocou de cavalo, agora montou no tamente

por Gilmar Crestani
 

O intolerante candidato dos grupos mafiomidiáticos, também conhecido por cavalo do comissário, publica na segunda o que seus mentores puseram nas edições dominicais. A venda casada das manchetes com o tatibitate do estrovenga das alterosas muda ao sabor das ondas. Já surfou nas ondas do apagão energético, quando a Folha descobriu que o reservatório d’água do prédio onde mora Eliane Cantanhêde estava vazio, embora chovesse  à cântaros pelo Brasil afora, depois abraçou a causa da Petrobrax e agora se aliou à Ana Maria Braga na guerra do tomate. Meu Deus, como diria Primo Levi: É isto um candidato

AÉCIO NEVES

Tolerância zero

Não dá mais para tentar esconder a escalada da inflação, como insiste em fazer o governo federal, tratando-a como se fosse um parente incômodo atrapalhando a festa da família.

Os fatos estão aí, incontestáveis. O Dieese apontou que os preços dos gêneros alimentícios essenciais continuaram em alta e subiram em 16 das 18 capitais, onde o órgão faz pesquisa sobre a cesta básica.

Ligado aos sindicatos de trabalhadores, o Dieese é 100% insuspeito de alarmismo para assustar a população, atitude que os petistas teimam em atribuir à oposição.

A alimentação no domicílio saltou cerca de 14% em 12 meses. O bom humor dos brasileiros fez a disparada do preço do tomate virar piada nacional. Mas podia ser a farinha de mandioca, que teve crescimento de 151% em um ano.

O impacto é maior entre as famílias mais pobres. Elas gastam do seu orçamento com comida e bebida bem mais que as famílias mais ricas.

Para ampliar a lista de notícias ruins, a inflação anual registrada em março, de 6,59%, estourou o teto da meta, fixada em 4,5%, com margem de dois pontos percentuais.

Confirmou-se também que a pressão maior veio dos alimentos. No trimestre, tomate, cebola e cenoura foram as altas de destaque, 60,9%, 54,9% e 53,3%, respectivamente.

Em boa parte, o descontrole nos preços está associado à forma equivocada como o governo federal gasta, a começar pela máquina administrativa em permanente regime de engorda.

A irresponsabilidade fiscal tem consequências maléficas. O país precisa se afastar, com urgência, do projeto anacrônico de inchaço estatal, reconhecidamente fracassado no planeta.

Cultiva-se uma farta distribuição de privilégios, movida com recursos públicos. Predomina a manipulação de setores importantes da economia para fins meramente políticos e partidários.

Ninguém sabe quanto custarão ao Tesouro Nacional as perdas da Petrobras e da Eletrobras, resultantes da má gestão. Ou do BNDES e da Caixa Econômica Federal para socorrer projetos empresariais de acerto duvidoso.

O PT sempre foi permissivo com a inflação. Basta lembrar que se posicionou contra o Plano Real, instrumento que derrotou a inflação e fez o país entrar numa era de prosperidade.

Os mais jovens não conheceram os dias difíceis vividos pela geração de seus pais e avós nos anos 80 e 90, quando os preços mudavam todos os dias nos supermercados e alcançavam a estratosfera.

Inaugurada pelo Plano Real, a estabilidade econômica converteu-se em patrimônio de todos os brasileiros e não pode ser colocada sob ameaça.

É senso comum que a marcha da inflação sacrifica os mais pobres, em primeiro lugar. Por isso, para nós, a receita é uma só: com a inflação, a tolerância é zero.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

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5 horas atrás

Grupo Clarin escalou a Folha para atacar

por Gilmar Crestani
 

Grupo Clarin e Folha são frutos do mesmo estrume. Se locupletaram com as ditaduras argentina e brasileira. A frase com  Frias encerra seu panegírico é de uma limpidez de intere$$es meridiana: “O desempenho argentino nas últimas décadas indica que o país tem potencial de recuperação, desde que o governo normalize fundamentos econômicos, faça um acordo de paz com o mercado e deixe de recorrer a remendos que apenas adiam de forma perigosa o inevitável ajuste. Receita, aliás, que muito bem faria o governo brasileiro em adotar.” Digamos que os governos de Brasil e Argentina quisessem fazer um “acordo de paz com o mercado”, com quem eles sentariam para assinar o tal acordo? Com a Rede Globo ou com seu anunciante Itaú? São eles afinal que ficam todo dia martelando em busca do aumento da taxa de juros?! A mão invisível do mercado é aquela que escreve os editoriais dos grupos mafiomidiáticos.

EDITORIAIS

editoriais@uol.com.br

Argentina congelada

Governo de Cristina Kirchner insiste na receita desestabilizadora de medidas dramáticas e autoritárias para controlar a inflação

A quase sempre convulsionada Argentina exibe desempenho econômico superior ao de países maiores da América Latina, com exceção do Chile. Nos 20 anos de 1992 a 2011, sua renda per capita cresceu a 3,7% ao ano, contra 3,9% no Chile, mas ao dobro do ritmo brasileiro e ao triplo do mexicano.

O tumulto argentino, seus colapsos dramáticos e recuperações vertiginosas suscitam desacordos apaixonados entre comentaristas, polêmica revivida outra vez agora, com o “modelo Kirchner” a apresentar sinais de fadiga extrema.

O governo de Cristina Kirchner arrancou de setores do varejo o compromisso de congelar preços ao menos até maio. Na semana que passou, Kirchner impôs um teto aos preços dos combustíveis. Segundo medidas extraoficiais, a inflação anual ronda 25%; segundo o governo, seria menos de 11%.

Desde 2007, quando o governo interveio no instituto estatal de estatísticas, o índice de preços calculado por instituições particulares sempre supera o oficial. O governo tem reprimido até a divulgação de cálculos privados de inflação.

O congelamento é motivado pela proximidade das eleições parlamentares de outubro. Mas a lista de intervenções estatais é longa.

O governo impôs severos controles cambiais, procurando limitar a compra e a remessa de dólares para o exterior, tradicional recurso de defesa argentino contra crises. Sinal da tensão econômica, a diferença entre a cotação oficial do dólar e a paralela chegou a 40%.

O governo ainda regula importações e exportações, toma medidas protecionistas drásticas (que muito afetam o Brasil, aliás), manipula fundos públicos e ameaça empresas. Se não bastasse, uma disputa com credores na Justiça americana pode redundar em junho em nova declaração de default (inadimplência) do governo.

Por mais que Néstor e Cristina Kirchner tenham tido mérito de retirar a Argentina de uma grande depressão, a insistência em lidar com problemas de fundo com medidas extraordinárias tornou-se contraproducente.

Os sintomas da crise são a inflação, a volta do deficit público e a queda das reservas internacionais. Sinais evidentes da síndrome de poupança e investimento escassos, de um modelo de crescimento ora insustentável.

O desempenho argentino nas últimas décadas indica que o país tem potencial de recuperação, desde que o governo normalize fundamentos econômicos, faça um acordo de paz com o mercado e deixe de recorrer a remendos que apenas adiam de forma perigosa o inevitável ajuste. Receita, aliás, que muito bem faria o governo brasileiro em adotar.

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6 horas atrás

Julio Bressane

por Gilmar Crestani
 

“Para mí el cine siempre fue una dificultad, pero también un placer y un descubrimiento”, afirma Júlio Bressane.

Imagen: Guadalupe Lombardo

Lunes, 15 de abril de 2013

CINE › ENTREVISTA AL DIRECTOR BRASILEñO JULIO BRESSANE, QUIEN SE CONSIDERA UN “EXPULSADO DE LA CLASE CINEMATOGRAFICA”

“El cine es un instrumento de autotransformación”

El festival programó una retrospectiva con diecisiete de las cuarenta películas de este realizador “maldito”, quien afirma haber sido “censurado por el sistema cinematográfico brasileño y la burocracia”, pero está lejos de bajar los brazos.

 Por Ezequiel Boetti

Tenía razón Marcelo Panozzo, director artístico del Bafici, cuando, durante el anuncio oficial de la programación, catalogó a Júlio Bressane como uno de los directores “más secretos y ninguneados del cine latinoamericano”. El cineasta carioca filmó cuarenta películas. Todas inéditas en la Argentina, e incluso muchas de ellas también en Brasil, donde él y Rogério Sganzerla –a quien el Bafici ’10 le dedicó una sección– fueron “expulsados de la clase cinematográfica” luego de fundar, en 1970, la productora Belair, uno de los bastiones centrales de aquel movimiento llamado Underground, opuesto en forma y contenido al autorismo del Cinema Novo tan en boga en aquellos años. “Pararme enfrente no fue una decisión consciente, sino que el destino, mi sensibilidad, mi manera de vivir, de ser y de crear películas me llevó a esa posición. Yo no había programado nada. Eso generó un tabú a mi alrededor”, reconoce el brasileño ante Página/12. Se trata, entonces, de un cineasta que bien podría rotularse como “maldito”, y que además carga con una obra prolífica e interesante. Un combo demasiado tentador para los programadores del festival porteño, quienes decidieron dedicarle una de las jugosas retrospectivas de esta edición.

Nacido hace 67 años en Río de Janeiro, Bressane siempre supo mantenerse por fuera de los cánones tradicionales, apostando por una libertad narrativa y visual por momentos rayana en lo experimental. Cineasta precoz (“empecé a filmar a los 11, pero la complejidad y el esfuerzo que requiere el cine vendría después”) y curtido al calor de la complejidad social, política y económica carioca, Bressane estrenó su primer film en 1967, Cara a cara. Un par de años después llegaría el turno de O anjo nasceu y Matou a familia e foi ao cinema, dos de las diecisiete películas que se verán durante el Bafici. Al año siguiente, la fundación de Belair lo encontró en su pico de máxima expresión creativa, llegando a filmar “siete películas en tres meses”. “Eran historias muy preparadas y organizadas a nivel producción para que pudieran hacerse en un tiempo corto y casi sin dinero. Así trabajo incluso hasta hoy”, recuerda. Exiliado en Londres en 1970, el regreso lo encontró con más presiones estatales destinadas a invisibilizarlo, aunque logró mantener un ritmo de producción que hoy le permite llegar a las cuarenta películas en toda su carrera. La sección abarcará desde sus primeras experiencias hasta la más reciente O batuque dos astros (2012), conformando así un pantallazo de toda la vida creativa del cineasta. “Todas las películas que hice para mí fueron muy importantes, y hoy cargan con una fuerza que no pensé que tendrían al momento de hacerlas”, afirma el director.

 

–Usted empezó a filmar a los 11 e hizo su primer film a los 21. ¿Por qué ese acercamiento tan precoz?

–Bueno, empezó como un juego, pero después las películas me fueron llevando a un lugar que no esperaba. El cine apareció como un organismo intelectual sensible que me empujó por sobre las artes y las ciencias para llevarme más allá de mi propia vida. Es un instrumento radical y exigente de autotransformación. Y a partir de que acepté esa complejidad, me esforcé –y me esfuerzo– para cumplir con ese destino.

 

–En varias entrevistas dijo que hace películas “por necesidad”. ¿De dónde proviene esa sensación?

–Si supiese no haría más películas. Filmo porque siento una necesidad patológica de cine, y esa patología engendró mi estilo. Estas películas, sobre todos las primeras, tienen una fuerza enorme de lo no actual. Son aprehensiones figurativas que están en función de algo infinito y transitorio que no se puede controlar. No podría vivir si intentara localizar esa sombra. Para mí el cine siempre fue una dificultad, pero también un placer y un descubrimiento.

 

–En el libro que publica el Bafici dice que usted y Sganzerla “fueron expulsados de la clase cinematográfica”. ¿Fue para tanto?

–Sí, fue así. En 1970 llegamos a producir siete películas en tres meses. Habíamos aprendido y nos esforzamos para encontrar una buena manera de filmar. Pero en ese momento se creó la entidad estatal Embracine y nos pusimos en su contra. Pero cuando la mayoría de nuestros colegas tomó ese poder, nosotros terminamos expulsados incluso hasta hoy. Fue la historia de un terremoto clandestino. Por eso nadie sabe nada de mis películas.

 

–¿Por qué cree que no circula su cine?

–Por la censura del sistema cinematográfico brasileño y la burocracia. Ellas hacen que todas las películas, al igual que ocurre en el mundo entero, se hagan con dinero estatal. Y el público no quiere eso. El cine, tal como lo conocíamos, desapareció. Lo que hay hoy es otra cosa. Ya no tiene un cerebro, sino que copia el modelo televisivo con imágenes esterilizadas sin significado ni poesía. Hay que ver qué ocurre con el paso del tiempo, pero quizá sea necesario un olvido generalizado para continuar. En ese contexto, el Estado mantiene el negocio, y mis películas casi no son exhibidas.

 

–¿Cómo lidia con eso?

–Tengo muchos problemas para hacer circular mi cine porque los recursos están cada vez más lejos, además de que usualmente me encuentro con gente, e incluso periodistas, que no conocen mis películas ni saben quién soy. Con mucha dificultad en los últimos años mi producción se mantuvo constante. Ahora bien, es cierto que mis trabajos no se mostraron ni son conocidos. Acá, en la Argentina, por ejemplo, nunca se había exhibido ninguna de mis cuarenta películas.

 

–¿Eso no le quita las ganas de filmar?

–No, porque mi deseo no depende de otros. Nunca hice películas para el público sino para mí. Las ganas surgen desde mi interior y aún hoy no han disminuido. Mi trabajo está relacionado con la memoria y con la supervivencia de las formas. Es un trabajo de observación sobre los cambios y las migraciones de las formas.

 

–Rogério Sganzerla decía que el cine no tiene que abrir un agujero en la pared, sino funcionar como una ventana al mundo. ¿Coincide con esa definición?

–No conocía esa frase, pero estoy de acuerdo. Todo lo que venía de Rogério era bueno. Todo. Fue quizás el cineasta más grande de la historia de Brasil. No era apenas un tipo talentoso, sino un genio. Y hay una diferencia fundamental entre talento y genio de la que se habla siempre. El primero tiene una fuerza que perfecciona y controla, el segundo, en cambio, es controlado por esa entidad. Rogério tenía las dos cosas: era poseído por su genio y trabajaba a partir de esa posesión. Fue un cineasta genial que fue criminalmente tratado por el cine brasileño y que nunca logró desarrollarse todo lo que hubiera podido.

Página/12 :: espectaculos

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6 horas atrás

Quem levou tóxico a quem? A Globo não sabia de nada?

por Gilmar Crestani
 

É a isso que me refiro! Casagrande entrou para a Globo porque usava drogas ou começou usar drogas depois que entrou para a Globo? Se a droga é uma doença, o que a Globo fez para interna-lo, ou só foi cúmplice. Quem era o fornecedor do Casagrande? A mercadoria era entregue na Globo? Ele cheirava durante as viagens esportivas? Seus colegas também cheiravam? Ou ele fazia tudo sozinho, sem o conhecimento do Galvão Bueno? Cheirou tudo e agora quer ganhar dinheiro contando como fez tudo isso nos corredores da Globo. Sei não, mas não é só Casagrande que cheirava, não. O que mais tem mais gente famosa que aparece todo dia querendo dar show de moral com o nariz cheio de pó.  Tem gente que reclama do preço do tomate mas não dá um pio no preço das drogas, nem que isso financie a violência. Afinal, não haveria traficante se não houvesse consumidor. Deve ser por isso que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium são a favor das leis do mercado…

Edição do dia 14/04/2013

14/04/2013 21h03 – Atualizado em 15/04/2013 00h06

“Não quero continuar sendo escravo da droga”, diz Casagrande após lançar livro

Na última terça-feira, Casagrande lançou um livro contando a sua história. Uma história muito dura mas com final feliz.

Esta semana foi marcada por um ilustre e querido personagem. Walter Casagrande Júnior, também conhecido como Casão,  ex-jogador  e  comentarista de futebol da Rede Globo.

Na última terça-feira, Casagrande lançou um livro contando a sua história. Uma história muito dura mas com final feliz.

Num depoimento honesto e revelador, Casagrande conta ao Fantástico como desceu até o fundo do poço das drogas.  E como foi que voltou, para contar essa história.

“O túnel do dependente químico é longo, muito longo e escuro. Mas tem uma luz lá no fundo do túnel, lá tem uma luz. É que você não vê, você não consegue enxergar a luz, porque você está tão envolvido com a droga e você precisa de uma chacoalhada pra acreditar que tem uma luz, aí você começa a ver e você vai ao encontro dela. Por que que eu ia guardar esse segredo pra mim, meu?

O relato é de um homem famoso que usou drogas e preferiu não se calar. Nessa entrevista ao Fantástico, Casagrande respondeu a todas às perguntas.

“Por eu ter sido atleta e de ponta, treinava muito, ter uma resistência física muito boa, era difícil me dar pane, era difícil alguma droga me tirar do controle, do uso, do efeito dela. Eu sempre achava que eu podia um pouquinho mais. Medicamentos com álcool, junto com cocaína, junto com droga injetável, fazia essas misturas constantemente”.

Walter Casagrande Júnior completa 50 anos amanhã e tem muito pra contar. O comentarista de futebol se expôs publicamente, na biografia lançada esta semana: “Casagrande e seus demônios”. 
“Eu tinha visões horríveis, tudo parecia muito real, via demônios pelo apartamento inteiro. Eram maiores do que eu, com dois ou três metros de altura. Isso durou um mês, sei lá, um mês e meio, 
eu entrei em surto psicótico pelo uso exagerado de drogas e privação de sono”.

“Eram sensações mesmo, sensações, ver vultos ou olhar pro sofá da sala e ver o sofá num formato que tinha que ter um formato ali, alguma coisa tava sentado ali, sabe. A parte que você senta afundada, marcas no braço do sofá”.

O livro fala das overdoses de Casão, como ele é conhecido. Em uma das vezes que passou mal, um dos três filhos estava em casa. Os dois se preparavam pra jantar fora, quando Casagrande usou cocaína e heroína.

“Eu ia usar e eu não ia poder sair com ele, não ia dá pra sair com ele, foi droga injetável, não ia dá, ele ia sair do banheiro e eu ia ta completamente transtornado, ia falar pra ele: ‘mano, não vou jantar mais’”.

“Botei tudo de uma vez, rapidamente, pois o Leonardo estava em casa e podia aparecer a qualquer momento. Houve uma explosão no meu peito. Explodiu mesmo: buumm. Saí cerca de um metro do solo , bati contra a parede e caí no chão”

“Uma das piores situações que eu passei do envolvimento meu com a droga foi desse dia”, conta Casagrande.

Um acidente de carro no dia 22 de setembro de 2007, um sábado, obrigou Casagrande a parar com as drogas.

“Eu adormeci numa descida e o meu pé caiu do acelerador, eu acelerei, capotei com o carro, quando eu acordei eu estava no Hospital Einstein, a primeira vez, quando eu acordei a segunda vez eu tava internado na clinica. Foi a virada aí da historia. E qual é a conclusão que eu chego disso daí? Era o seguinte: aquele sábado era o limite. Alguma coisa tinha que acontecer”, conta.

A internação numa clínica de recuperação para dependentes químicos aconteceu sem que ele soubesse. A autorização foi assinada pelo filho mais velho dele, seguindo o aconselhamento dos médicos.

“Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e o melhor que poderia ter acontecido naquele momento”, admite.

Repórter: Você tentou até que meio um jeito de sair de lá.

“É, não foi acreditar, foi não aceitar. Eu não aceitava estar lá, não aceitava que eu era doente, meu pensamento era ainda aquele de um dependente químico em atividade – ah, amanhã eu paro, eu paro quando eu quiser, não preciso estar internado aqui, se eu não quiser usar amanhã eu não uso – que é uma bobagem, mentira, você está dominado pela droga, é tudo justificativa de um dependente químico”, diz.

“De fato, eu entrei no tratamento, fiz tudo direitinho, comecei a acreditar nos psicólogos e naquilo que eles falavam pra mim”, diz um trecho do livro.

Ele teve de esperar oito meses pra receber a primeira visita da família – os três filhos.

“Foi engraçado ver o jeitão deles assim, são três caras, um mais fechadão, um pouco mais agressivo comigo, o outro bem paizão. Filho, mas com comportamento de paizão, compreensivo  e tal. Foi legal”, diz.

Depois de um ano, Casão voltou à vida do lado de fora da clínica.

“O meu suporte atrás foi o trabalho, eu não tenho dúvida disso. A família ajudou? Ajudou! Tive o apoio dos lados da família. Quando eu caia para um lado tinha os meus pais, quando eu caía pro outro lado, tinha os meus filhos, os amigos, mas as minhas costas tava apoiada na TV Globo”, afirma.

O livro também relembra os bons momentos do ex-atacante, que já jogou no São Paulo, no Flamengo, em times da Europa. A estreia como profissional no Corinthians em 82 foi um sucesso. Ele fez quatro, dos cinco gols do time. 
“Tudo que eu fiz naquele jogo, deu certo. Tudo, sabe, tudo. Era uma coisa tão absurda que chegou uma hora no segundo tempo, eu já tinha feito os 4 gols eu olhava para o time do Corinthians assim, eu comecei a ficar constrangido”, lembra.

No futebol, Casão encontrou um grande companheiro: o doutor Sócrates. “Sem dúvida foi meu maior parceiro no futebol. Quando eu era juvenil no Corinthians, eu o tinha como ídolo e costumava ficar ao lado do campo para vê-lo nos treinamentos do time profissional”, lembra em outro trecho do livro.

“Nós tínhamos mesmo um complemento muito forte, o meu jeito de jogar, o meu modo de pensar, futebolisticamente falando, completava o modo dele e era um gênio do futebol, um cara genial que fazia coisas fantásticas que você menos esperava”, afirma Casagrande.

O amigo Sócrates morreu em dezembro de 2011. O álcool levou o ex-jogador à morte. Casagrande conseguiu se despedir dele do jeito que queria.

“Eu tive a intuição e veio a vontade de olhar pros olhos dele e dizer: ‘Magrão, eu te amo cara. Você foi um dos caras mais fantásticos que eu conheci’. E saber isso aí me alivia. Não é uma coisa que é simples de falar, não é uma coisa que é simples de ouvir, não é uma coisa que é simples de lembrar, porque eu gostaria muito de lembrar disso que eu estou te falando e sair daqui e tomar uma cerveja com o Magrão e dizer assim: o Magrão, eu te amo ainda, entendeu. E eu não posso mais”.

Hoje Casagrande conta com a ajuda de três psicólogas e uma psiquiatra.

“Minha vida mudou muito. E não é que ela mudou por obrigação; mudou porque ela mudou mesmo, no jeito. Hoje eu vivo bem sozinho, entendeu? Antes eu não suportava o meu jeito, então eu saia muito, eu tava muito na rua, eu tava, eu usava ate droga para dar uma congelada no emocional mesmo, conseguir me suportar e tal”. 
Eu quero viver como eu vivo hoje. Eu só não quero continuar sendo escravo da droga.

Fantástico – “Não quero continuar sendo escravo da droga”, diz Casagrande após lançar livro

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6 horas atrás

E os EUA perderam novamente para um poste de Chávez

por Gilmar Crestani
 

Decididamente, a CIA já não encontra vira-latas suficientes na Venezuela e os que recruta no Brasil, Argentina, Colômbia, El Salvador e Guatemala ou são mulas ou são malas. Assim, antes de 2019 só no golpe, mas que o vira-bostas vão tentar ah disso não tenham dúvidas. E, pelas páginas do El País, já começou com esta abertura de página: “Capriles no reconoce la victoria mínima de Maduro” Mas confessa mais uma tentativa da CIA: Venezuela corta Internet por un ataque ‘hacker’ contra Maduro . Já o Página12 argentino fez o contraponto: “VENEZUELA SIGUE MADURA”. A margem foi pequena, mas alguém ainda lembra como foi a vitória de George W. Bush nas eleições de 2000, na Flórida?

Maduro tem vitória apertada na Venezuela

Com 99% das apuradas, chavista tinha 50,66% dos votos contra 49,07% de Capriles; diferença de menos de 300 mil votos

Sucessor de Chávez pede que oposição aceite os resultados sem arrogância, mas admite recontagem

FLÁVIA MARREIROENVIADA ESPECIAL A CARACAS

Na primeira vitória do chavismo sem Hugo Chávez, a Venezuela elegeu ontem o ex-sindicalista Nicolás Maduro, 50, para governar o país até 2019 com menos de 1,6 pontos percentuais de diferença do segundo colocado, Henrique Capriles, -resultado que tinha a possibilidade de ser duramente questionado pela oposição.

Esta foi a primeira vez desde 2005 que os opositores questionavam os números dos CNE (Conselho Nacional Eleitoral), a quem acusam de favorecer o governo, antes dos resultados, num desdobramento que pode mergulhar o país numa grave crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de um câncer em março.

Segundo o CNE, com 99,1% das urnas apuradas, Maduro, indicado por Chávez como sucessor, obteve 50,66% dos votos (7.505.338 votos) contra 49,07% (7.270.403 votos).

O reitor Vicente Diaz, o único do CNE próximo da oposição, pediu a auditoria de 100% dos votos -em geral acontece com apenas metade.

Em discurso feito logo depois do anúncio do resultado, em frente ao Palácio Miraflores, Maduro disse que confia no sistema eleitoral da Venezuela e que o resultado deve ser respeitado.

Ele pediu que a oposição aceite os resultados sem arrogância. Diante de um possível pedido de auditoria, ele pediu que o procedimento seja feito, “para que não fique dúvida dos resultados”.

“Vamos construir um governo poderoso, do povo e vamos construir uma nova, ampla e poderosa maioria da revolução bolivariana.”

A jornada eleitoral, que foi tranquila, encerrou com alta tensão política devido às declarações de vitória antecipadas tanto pela campanha de Maduro, como pelos aliados de Capriles.

Mais cedo, Capriles, em sua conta de Twitter, fez sua mais grave acusação contra o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) ao afirmar que estariam permitindo votos após o encerramento de mesas.

“Alertamos ao país e ao mundo a intenção de querer mudar a vontade expressada pelo povo”, escreveu Capriles no Twitter, pedindo a reprodução da mensagem.

“Sigo recebendo resultados de todo país! Como mudaram as coisas desde 7 de outubro”, chegou a comemorar o opositor em referência a disputa contra o então presidente Hugo Chávez, quando perdeu por 44% contra 55% dos votos.

Com um cenário de vitória apertada, a Venezuela pode mergulhar numa crise política pouco mais de um mês após a morte de Chávez, vítima de câncer.

Foi uma reviravolta em relação ao cenário previsto pelas pesquisas de opinião, que davam margem de ao menos oito pontos a favor de Maduro, apesar de advertir que Capriles vinha diminuindo a vantagem na última semana.

O ex-chanceler Maduro começou a corrida eleitoral no mês passado como franco favorito, embalado pelo ambiente de comoção no país pela morte de Chávez.

Nem o governo nem o próprio candidato hesitaram em transformar os atos em odes político-religiosas ao esquerdista, chamado de “Cristo Redentor dos pobres”. Já Capriles, mais experiente em sua segunda disputa nacional, arriscou ao mesclar duros ataques ao governo com promessa de reconciliação do país.

POR CHÁVEZ

Maduro seguiu sua estratégia de apresentar o voto em sua candidatura como cumprimento do “último desejo” de Chávez, algo repetido pela maioria de seus eleitores ontem em Caracas.

O ex-chanceler foi votar acompanhado da mulher, a também dirigente chavista Cília Flores, e da família do mandatário morto.

Num discurso inusual para um chavista, o mandatário interino prometeu fortalecer a economia atraindo investimentos, incluindo os externos, “para desenvolver a indústria mista, pública e privada, pequena, média e grande”.

Capriles, 40, que se reelegeu governador de Miranda em dezembro, votou em Las Mercedes, região abastada de Caracas.

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6 horas atrás

CIA – mercenários da morte

por Gilmar Crestani
 

Quando tirarem dos EUA o direito divino de assassinarem quem eles desejam e acabarmos com os vira-latas e vira-bostas que dão sustentação ideológica aos assassinos, talvez aí possamos em falarmos em civilidade.

CIA fez acordo secreto para ‘drones’

Por MARK MAZZETTI

NEK MUHAMMAD SABIA que estava sendo seguido.

Num dia quente de junho de 2004, esse membro da tribo pashtun estava dentro de uma construção de barro no Waziristão do Sul conversando por telefone via satélite com um dos muitos jornalistas que regularmente o entrevistavam a respeito de como ele enfrentara e humilhara o Exército do Paquistão nas montanhas do oeste do país. Ele perguntou a um dos seus seguidores sobre o estranho pássaro metálico que pairava acima dele.

Menos de 24 horas depois, um míssil destruiu o casebre, arrancando a perna esquerda de Muhammad, que morreu junto com várias outras pessoas, incluindo dois meninos. Os militares paquistaneses rapidamente assumiram a autoria do ataque.

Era mentira.

Muhammad e seus seguidores haviam sido mortos pela CIA, que, pela primeira vez, usava no Paquistão um “drone” (avião teleguiado) Predator para realizar um “assassinato seletivo”. O alvo não era um dirigente da Al Qaeda, mas um aliado paquistanês do Taleban que comandava uma rebelião tribal e estava marcado pelo Paquistão como inimigo do Estado. Num acordo secreto, a CIA concordou em matá-lo em troca de acesso ao espaço aéreo paquistanês para poder caçar os seus próprios inimigos com os “drones”.

A barganha, descrita em entrevistas com mais de uma dúzia de funcionários públicos no Paquistão e nos Estados Unidos, é crucial para entender a origem de uma dissimulada guerra com “drones” que começou no governo Bush, foi ampliada pelo presidente Barack Obama e é agora motivo de intenso debate nos EUA.

O acordo, um mês depois de um cáustico relatório interno sobre abusos nas prisões secretas da CIA, abriu caminho para que a agência priorizasse a morte de terroristas (em vez da sua captura) e contribuiu para que ela -um serviço de espionagem da época da Guerra Fria- se transformasse em um serviço paramilitar.

A CIA, desde então, já conduziu centenas de ataques com “drones” no Paquistão que mataram milhares de pessoas -militantes e civis. Ela acabou por definir a nova forma americana de combate, criando um atalho nos mecanismos pelos quais os EUA vão à guerra.

Nem as autoridades americanas nem as paquistanesas jamais admitiram o que realmente aconteceu com Muhammad -os detalhes continuam sob sigilo.

Mas, nos últimos meses, parlamentares dos EUA fizeram apelos por transparência, e críticos à direita e à esquerda passaram a pressionar Obama e seu novo diretor da CIA, John Brennan, para que eles ofereçam uma explicação mais completa sobre os objetivos dos “drones”.

Ross Newland, que ocupava um cargo graduado na CIA quando a agência foi autorizada a matar integrantes da Al Qaeda, diz que a CIA parece ter ficado muito à vontade com as mortes por controle remoto.

Astro inconteste

Em 2004, Muhammad havia se tornado o astro inconteste das áreas tribais, as ferozes terras montanhosas habitadas pelos wazirs, mehsuds e outras tribos pashtuns que há décadas vivem de forma independente do governo paquistanês.

Muhammad, um ousado membro da tribo wazir, havia montado um exército para combater as forças oficiais e forçara o governo a negociar.

Muitos nas áreas tribais viam com desdém a aliança forjada pelo então presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, com os EUA depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Nascido perto de Wana, centro comercial do Waziristão do Sul, Muhammad passou a adolescência como ladrão de carros e balconista no bazar da cidade. Achou sua vocação em 1993, mais ou menos aos 18 anos, quando foi recrutado para lutar pelo Taleban no Afeganistão. Ele ascendeu rapidamente na hierarquia militar do grupo.

Quando os EUA invadiram o Afeganistão, em 2001, ele aproveitou a oportunidade para hospedar combatentes árabes e tchetchenos da Al Qaeda, que entravam no Paquistão ao fugir dos bombardeios americanos.

Para Muhammad, isso era um ganha-pão, mas ele também viu outra utilidade nos recém-chegados. Com a ajuda deles, nos dois anos seguintes, lançou ataques contra instalações militares paquistanesas e bases americanas no Afeganistão.

Agentes da CIA em Islamabad pediram a espiões paquistaneses que pressionassem membros da tribo wazir a entregar os combatentes estrangeiros. Relutantemente, Musharraf enviou tropas às montanhas para caçar Muhammad e seus homens. Em março de 2004, helicópteros paquistaneses bombardearam Wana.

Um cessar-fogo foi negociado em abril, durante uma reunião no Waziristão do Sul na qual um comandante paquistanês pendurou uma guirlanda de flores no pescoço de Muhammad.

A trégua deu mais fama a Muhammad, mas logo se revelou um blefe. Ele retomou seus ataques contra as forças paquistanesas.

Oferta americana

A CIA vinha monitorando a ascensão de Muhammad, mas as autoridades o viam mais como um problema do Paquistão do que dos EUA. Em Washington, havia crescente alarme quanto à presença de membros da Al Qaeda nas áreas tribais, e George Tenet, então diretor da CIA, autorizou seus agentes em Islamabad a pressionar as autoridades paquistanesas para permitir os “drones” armados.

Enquanto as batalhas eram travadas no Waziristão do Sul, o chefe do escritório da CIA em Islamabad fez uma visita ao general Ehsan ul Haq, chefe da Inteligência Interserviços (ISI, a espionagem paquistanesa), e lhe apresentou uma oferta: se a CIA matasse Muhammad, a ISI autorizaria voos de “drones” armados sobre as áreas tribais?

A barganha foi selada. Autoridades paquistanesas insistiram em aprovar cada ataque, o que lhes dava controle sobre os alvos. A ISI e a CIA concordaram que todos os voos de “drones” no Paquistão seriam operados sob a autoridade dissimulada da CIA -o que significava que os EUA jamais admitiriam ter conhecimento dos ataques e o Paquistão assumiria o crédito por eles ou ficaria em silêncio.

Nova direção

Enquanto as negociações transcorriam, o inspetor-geral da CIA, John Helgerson, havia acabado de concluir um duro relatório sobre os abusos a detentos em prisões secretas da CIA. Era talvez a mais importante razão individual para que a CIA passasse a matar suspeitos em vez de prendê-los.

Autoridades de contraterrorismo começaram a repensar a estratégia para a guerra secreta. Os “drones” armados ofereciam uma nova direção. Matar por controle remoto era a antítese do trabalho duro e íntimo do interrogatório. Os assassinatos seletivos foram saudados por republicanos e democratas.

Três anos antes da morte de Muhammad e um ano antes de a CIA realizar seu primeiro assassinato seletivo fora de uma zona de guerra -em 2002, no Iêmen-, houve um debate sobre a legalidade e a moralidade do uso de “drones” para matar supostos terroristas.

John McLaughlin, então subdiretor da CIA, disse que não se podia subestimar a mudança cultural que advém da obtenção da autoridade letal. “Quando as pessoas me dizem que ‘não é grande coisa’, eu lhes digo: ‘Você já matou alguém?’”, afirmou. “É grande coisa. Você começa a pensar de um jeito diferente.”

Depois do 11 de Setembro, porém, essas preocupações foram rapidamente postas de lado.

Depois que Muhammad foi morto, o general Shaukat Sultan, um porta-voz paquistanês, disse a jornalistas que o “facilitador da Al Qaeda” Nek Muhammad e quatro outros “militantes” haviam sido mortos por um foguete disparado por forças paquistanesas. Qualquer insinuação de que Muhammad teria sido morto por americanos ou com assistência americana, disse ele, era “totalmente absurda”.

Este artigo foi adaptado do livro “The Way of the Knife: The C.I.A., a Secret Army, and a War at the Ends of the Earth”

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