4 horas atrás

Sucesso em “Salve Jorge”, Adriano Garib é convidado para baladas gays

MUNDO ALTERNATIVO por mark vynny
 

Ator foi chamado para atacar de DJ em casas noturnas

Adriano GaribNa pele do vilão Russo, da novela Salve Jorge, da Globo, Adriano Garib está fazendo o maior sucesso com o público gay. De acordo com a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, deste domingo (14), o ator está sendo requisitado para tocar em algumas casas noturnas LGBT.

Por enquanto, o carrasco de Morena (Nanda Costa), Jéssica (Carolina Dieckmann) e as outras traficadas ainda não aceitou nenhum dos convites. Mas em recente entrevista afirmou que está gostando do sucesso do seu personagem. Para ele, que se considera um “bruta-montes”, é surpreendente ser assediado.

Vale lembrar que atualmente o vilão está caidinho pela policial investigadora Jô (Thammy Miranda), que se passa pela dançarina Lohana. E, na reta final, deu uma surra no homossexual Dudi (Marcos Baô) e traficou a travesti Anita (Maria Clara Spinelli).

fonte: Ofuxico

5 horas atrás

ECONOMISTA APONTA “TERRORISMO INFLACIONÁRIO”

SINTONIA FINA por Rilton Nunes
 
 
Consultor Amir Khair acredita que “não há razões técnicas” para elevar a taxa Selic neste momento e a pressão sobre o Copom tem “viés político”; segundo ele, “o preço do tomate está sendo usado como símbolo para isso” e o governo precisa enfrentar com firmeza o que se assemelha a uma nova edição do terrorismo inflacionário que ocorreu em 2011 
O economista Amir Khair não acredita que o ideal seja elevar a taxa básica de juros neste momento. Afinal, como informa o próprio Banco Central, o aumento da Selic demoraria de seis a nove meses para surtir efeito, enquanto os analistas indicam queda da inflação nos próximos dois. Segundo ele, “não há razões técnicas” para elevar a Selic agora e a pressão sobre o Copom “parece ter viés político”. Leia abaixo seu artigo publicado nesta segunda-feira no jornal O Estado de S.Paulo: Terrorismo inflacionário Com o resultado da inflação de março, de 0,47%, ocorreu o que os analistas e o governo já sabiam, ou seja, seria rompido o teto da meta de 6,50%. Nos últimos 12 meses encerrados em março o IPCA registrou 6,59%. O que ressalta são as fortes elevações de preços nos alimentos in natura (verduras, legumes, frutas, etc.). Isso está gerando forte pressão do mercado financeiro sobre o Comitê de Política Monetária (Copom) pelo aumento da taxa Selic, em mais uma tentativa de recuperar lucros dos bons tempos da farta Selic. A pergunta é: deve o Copom elevar a Selic para combater a inflação? Não creio. Como se sabe, o Banco Central (BC) sempre afirmou que qualquer alteração da Selic leva de 6 a 9 meses para surtir efeito, e as previsões de experientes analistas indicam queda da inflação nos próximos dois meses. Daí para a frente, as previsões costumam falhar. Assim, qualquer precipitação em elevar a Selic joga por terra a “cautela” recomendada na última reunião do Copom. A maior parte dos analistas já admite que a elevação não será agora, na reunião do dia 17/4, mas alguns ainda apostam que isso ocorrerá no dia 29/5, na outra reunião do Copom. Não creio. Não há razões técnicas para elevar a Selic e, mesmo que fosse elevada em um ou dois pontos, em nada alteraria o crescimento ou a inflação, muito menos os alimentos in natura. Vale observar que as expectativas inflacionárias são comandadas tecnicamente pela inflação de curto prazo e essa é cadente desde o início do ano. O que se espera nos próximos meses, pois, é o retorno do IPCA para abaixo do teto da meta. BCs no mundo. Desde dezembro, nenhum (!) banco central no mundo elevou a taxa básica de juros e oito a reduziram, pois a decisão é enfrentar o impacto da crise, que arrefeceu o crescimento. Além disso, a política dos bancos centrais é posicionar a taxa no nível da inflação, que na média dos emergentes está próxima a 5% ao ano. No caso dos países desenvolvidos, essa taxa tem sido inferior à inflação. Ao que tudo indica, essa pressão parece ter viés político, como apontou o jornalista José Paulo Kupfer (Estadão, 11/4, B4) no artigo Preço arrefece, mas decisão sobre juros ganha viés político. O preço do tomate está sendo usado como símbolo para isso. A questão política é marcada pelo que a oposição ao governo ganharia com o argumento que vem sendo apresentado, de que a presidente usou seu voluntarismo para reduzir a Selic e olha no que deu: elevou a inflação. Esse argumento não resiste aos fatos, pois metade da inflação se deve aos alimentos que sofreram choque internacional de oferta, que está progressivamente se dissipando. O índice das commodities agrícolas saiu do máximo de 155, no final de julho, para 121, no dia 9 deste mês. Na realidade, o que parece desejar o mercado financeiro é voltar aos velhos tempos da Selic dos dois dígitos. Vale lembrar que, nas últimas gestões de presidentes do BC, a Selic foi caindo de 23,8% (Gustavo Franco, 1996 a 1998) para 19,8% (Armínio Fraga, 1999 a 2002), 14,9% (Henrique Meirelles, 2003 a 2010) e, na gestão Alexandre Tombini, caiu de 11,8%, em 2011, para 8,6%, em 2012, e 7,25%, neste ano. Crescimento. Não creio no efeito de alteração da Selic para influir no crescimento. O que influi é a taxa de juro ao tomador, e esta é bem superior e não sofre estatisticamente influência da Selic. Os sinais da baixa atividade econômica são claros: 1) indústria quase estagnada; 2) crédito perdendo força; 3) mercado de trabalho desacelerando; 4) volume de vendas do varejo estável desde outubro; e 5) crise internacional jogando a Europa na recessão, com a Alemanha, locomotiva da eurozona, amargando previsão de crescimento de 0,3% e o Japão parado há tempo. Perspectivas. A consequência do impacto internacional é de continuação da queda nas commodities e nos preços internacionais. O mundo desinflaciona. A derrubada dos preços dos alimentos in natura já começou, pois a oferta agora é crescente e firme tanto no Brasil quanto nos principais países produtores. O BC acompanha isso e considera importante, ao tomar sua decisão. Combate. A forma de impacto imediato de combate à inflação é a que o governo vem fazendo com desonerações, que reduziram as tarifas de energia elétrica e os produtos da cesta básica, e segurando os preços defasados dos combustíveis, sacrificando a Petrobrás. Fato é que o governo vai continuar as desonerações e, com isso, vai segurar a inflação para não romper o limite superior da meta. Nota-se o deslocamento da responsabilidade exclusiva do Banco Central pelo controle inflacionário para a equipe econômica (Fazenda e BC), coordenada pela presidente. O momento é de pôr o pé no acelerador, reduzindo juros básicos e, principalmente, ao tomador, desonerando os produtos de consumo popular, depreciando o câmbio, completamente fora de lugar, e ampliando políticas de renda. Que o governo não caia na armadilha de 2011, quando o terrorismo inflacionário gerou as medidas macroprudenciais que seguraram o crescimento. É preciso firmeza do governo para enfrentar o que se assemelha a uma nova edição desse terrorismo. SINTONIA FINA – @riltonsp – com 247 
5 horas atrás

O inimigo sente a derrota do porvir

APOSENTADO INVOCADO por Helio Borba
 

Dilma realiza incursão na base eleitoral de Aécio

Josias de Souza

Dilma Rousseff abre a semana com uma viagem político-administrativa a Minas Gerais, base eleitoral do presidenciável tucano Aécio Neves. Misturam-se na agenda da presidente um evento partidário e compromissos oficiais com cheiro de palanque. A presença de Lula reforça o vínculo da incursão com 2014.
Na noite desta segunda (15), Dilma e Lula protagonizam em Belo Horizonte um dos seminários organizados pelo PT para celebrar os dez anos do partido no poder federal. É o terceiro encontro do gênero. No primeiro, realizado em São Paulo no final de fevereiro, Lula lançou a recandidatura presidencial de Dilma.
Na terça (16), Dilma esticará até um município assentado nos arredores da capital mineira. Por uma dessas coincidências caprichosas, a cidade carrega o sobrenome do seu antagonista: Ribeirão das Neves. Ali, a presidente vai se contrapor ao discurso de Aécio, que frequentemente a acusa de negligenciar Minas Gerias.
Dilma entregará moradias financiadas com verbas do Minha Casa, Minha Vida e repassará a uma centena de prefeituras máquinas previstas no PAC: motoniveladoras e retroescavadeiras. O petismo celebra a investida. No último embate eleitoral travado em Belo Horizonte, Aécio prevaleceu sobre Lula e Dilma.

5 horas atrás

Monaé lança ‘Q.U.E.E.N’, faixa de seu segundo álbum, gravada com Badu

NOTAS MUSICAIS por Mauro Ferreira
 
 Janelle Monáe se prepara para lançar na próxima segunda-feira, 22 de abril de 2013, Q.U.E.E.N, a primeira música de seu segundo álbum, The electric lady, sucessor de The ArchAndroid, um dos discos mais aclamados de 2010. Q.U.E.E.N foi gravada pela cantora e compositora norte-americana com a participação de Erykah Badu, artista norte-americana que também transita por r & b e neosoul. Q.U.E.E.N vai estar disponível no site oficial de Monáe.
5 horas atrás

JORNAL BRITÂNICO IRONIZA ALTA DO TOMATE NO BRASIL

SINTONIA FINA por Rilton Nunes
 
 
Segundo o “Financial Times”, apesar de a presidente Dilma Rousseff estar entre os chefes de estado mais populares do mundo, suas chances de reeleição no próximo ano estão sendo desafiadas por um oponente formidável: “o humilde tomate” 

O jornal britânico “Financial Times” seguido a onda da mídia brasileira e publicou, neste domingo, uma reportagem que ironiza o impacto que a alta do preço do tomate no Brasil tem causado na economia brasileira. A publicação ainda insinua que, apesar de a presidente Dilma Rousseff estar entre os chefes de estado mais populares do mundo, suas chances de reeleição no próximo ano estão sendo “desafiadas por um oponente formidável – o humilde tomate”. A reportagem diz que o produto é tão sensível no Brasil, como a cebola na Índia, em razão de status de alimento básico que ocupa. A publicação ainda menciona que, apesar de a taxa de inflação do Brasil permanecer bem abaixo do que a de outros países emergentes com o a vizinha Argentina, onde está em 24%, no mês passado o índice chegou a 6,59%, rompendo com a meta do Banco Central (4,5%). O Financial Times citou ainda as piadas sobre o preço do tomate que ganharam o país, com consumidores dizendo que teriam de começar a pagar por eles em prestações – “um método comum de comprar no Brasil, mas geralmente reservado para iPhones, em vez de alimentos”. SINTONIA FINA – @riltonsp – com 247 
6 horas atrás

CULTURA POPULAR BRASILEIRA: O PRECONCEITO AUMENTOU

MINGAU DE AÇO por Alexfig
 
 
Por Alexandre Figueiredo

Quem fica imaginando que a valorização do brega e de seus derivados fez diminuir ou eliminar o preconceito dos jovens à Música Popular Brasileira, desista. A realidade comprova que isso mais fez aumentar do que diminuir o preconceito à MPB, até de forma bastante piorada.

Prevaleceu, durante dez anos, um discurso intelectual dominante, que, por influência da Teoria da Dependência de Fernando Henrique Cardoso, creditava a “cultura de massa” simbolizada pela música brega e seus derivados (como o “sertanejo”, a axé-music e o “funk carioca”, entre outros) como o “futuro” do folclore musical brasileiro.

Essa visão, embora dentro de alegações confusas, contraditórias e até falsamente esquerdistas, e fundamentada, além das fronteiras musicais, pela inclinação ao pornográfico, ao pitoresco, ao piegas, ao ridículo e ao patético, em nada contribuiu para a melhoria social das classes populares.

Pelo contrário, o preconceito, que se julgava superado e extinto com esse vislumbre a essa visão midiática do “popular”, tornou-se cada vez pior, cada vez mais preconceituoso, mais elitista, mais higienista do que o preconceito, o elitismo e o higienismo que se julgava combater.

Primeiro, porque “perdeu-se” o preconceito contra o que é ruim e medíocre, mas o preconceito contra o que é bom aumentou. Tornou-se “bonito”, oficialmente, ver as elites consumindo música brega e admirando celebridades cafonas e ridículas. Mas tornou-se “aberrante” ver um favelado tocando piano e compondo ricas melodias. A sociedade o vê como um ET que deve ser isolado nos círculos privados das elites.

O preconceito hoje cai para a MPB autêntica. A mesma intelectualidade que exalta Waldick Soriano e Tati Quebra-Barraco e vê rebelião social até em canções melosas de Alexandre Pires e Zezé di Camargo & Luciano expressou seu horror moralista contra Chico Buarque, logo ele que, apesar de pertencer a uma elite intelectual, mostrou-se sinceramente identificado com as classes populares.

Caímos na situação um tanto kafkiana, outro tanto febeapiana, de ver uma intelectualidade que se diz de esquerda apoiando direitistas como Waldick Soriano e Odair José (o mais fiel equivalente brasileiro do norte-americano Pat Boone) e espinafrando, até com certa raiva, um progressista sincero como Chico Buarque.

FICAMOS RIDÍCULOS?

A tentativa de dissociar essa intelectualidade pró-brega do tucanato acadêmico tornou-se em vão. Até hoje alguns desses intelectuais ensaiam ataques forçados a direitistas midiáticos como Marcelo Madureira, Marcelo Tas, Eliane Cantanhede e Ali Kamel, ignorando que um dia vão precisar deles mesmos quando voltarem a ter surtos direitistas futuros.

Na hora do aperto, acabamos vendo Paulo César Araújo feliz falando para os veículos das Organizações Globo e todo o discurso pró-brega fantasiado de “crítica cultural de esquerda” transitando solto, com as mesmas palavras, os mesmos acentos e as mesmas pontuações, nos mais reacionários veículos da mídia brasileira, até mesmo nas páginas de Veja. Coincidência?

Quanto à breguice cultural, na medida em que funcionou o discurso de sua apologia, ela não só se perpetuou como se ampliou. Pior: a campanha intelectual, apoiada por celebridades e artistas, acabou representando uma condenação ao futuro cultural brasileiro, e uma avacalhação ao patrimônio cultural popular que hoje se encontra, praticamente, privatizado por especialistas e outras elites apreciadoras.

A apologia à breguice, a pretexto da “ruptura dos preconceitos”, na verdade fortaleceu uma visão preconceituosa de cultura popular, na qual o povo só é “melhor e mais autêntico” naquilo que ele faz de pior. O povo pobre só é “legal” quando rebola um “funk”, quando se embriaga ao som de um brega, quando gruda seus olhos num jornal policialesco ou na imagem de uma “popozuda” na televisão.

“É o que o povo sabe, é o que o povo gosta”, dizem os intelectuais, achando que isso lhes expressará uma “real consciência social” das classes populares. Na verdade, expressa um elitismo rabugento, uma “urubologia” não muito diferente daquela feita por Miriam Leitão e similares, mas servida nos banquetes esquerdistas como se fosse a “fina flor do pensamento cultural de esquerda”.

A defesa do brega representou, portanto, a glamourização da pobreza e da ignorância popular. Representou, acima de tudo, a apologia à miséria e à transformação da ignorância e da precariedade sócio-cultural em mercadoria rentável. O ridículo, o piegas, o pitoresco e o grotesco, na medida em que passam a ser vistos como “inerentes” à cultura popular, acabam favorecendo mais ao mercado do que ao povo.

Pensar a melhoria da cultura popular tornou-se, aos olhos desse discurso intelectual, uma manifestação de “elitismo”. E esse raciocínio nada tem de progressista, pois, pensando cautelosamente, isso soa o mesmo como dizer que alfabetizar a população é corrompê-la com eruditismo. Argumento hipócrita que só faz fortalecer os preconceitos sociais contra o povo, mesmo sob o falso pretexto da ruptura dos mesmos.

6 horas atrás

Justiça da Turquia condena pianista ateu por blasfêmia

PAULO LOPES por Paulo Lopes
 
Fazil Saya vai cumprir pena deprisão em liberdade condicional Um tribunal de Istambul (Turquia) condenou hoje o compositor e pianista Fazil Saya (foto), 43, a dez meses de prisão sob a acusação de…

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7 horas atrás

Ninguém deveria morrer desnecessariamente

DE OLHO NO DISCURSO por Daniel Dantas Lemos
 
Sábado à noite, um jovem cearense furou uma barreira policial, foi perseguido por 8 km, atropelou três pessoas pelo menos e acabou morto pela PM. Segundo um blog policial do interior do estado, foi “socorrido às pressas” ao Pronto Socorro – enquanto as fotos, várias e de diferentes ângulos, o mostram agonizando no chão, ao lado do carro. 
Socorro foi tão às pressas que, ferido pela PM, foi a Polícia Civil que o conduziu ao Hospital.
Não se questiona o fato em sim, mas a necessidade de mata-lo. Ele foi baleado, segundo testemunhas, após o carro ter sido parado. 
Mais que isso: fosse um pobre, haveria celebração. Sendo rico, sabemos que não ficará por isso mesmo. 
Rico ou pobre, ninguém deveria morrer sem necessidade. E “socorro às pressas” deveria ser às pressas mesmo . 
Esse “modus operandi” das Polícias é que precisa mudar. 
Recentemente aqui em Fortaleza um motoqueiro pobre estava circulando na Aldeota com seu filho na garupa. Abordado por uma viatura da PM (o que um motoqueiro pobre estaria fazendo à noite na Aldeota? Com um comparsa na garupa?), não ouviu. PM disparou e matou o menino de 14 anos. Essas coisas contra pobres ou ricos, inocentes ou culpados, devem acabar.
7 horas atrás

Semana de concurso e ausência

DE OLHO NO DISCURSO por Daniel Dantas Lemos
 
Começa hoje um concurso público, para professor de jornalismo digital, do qual sou membro da banca.
São 32 candidatos tentando ser professor da UFC.
O concurso durará até a sexta-feira. 
Por isso, vai ser mais difícil me ver por aqui.
7 horas atrás

Nicolás Maduro eleito presidente da Venezuela com vantagem de apenas 1,5% dos votos

DE OLHO NO DISCURSO por Daniel Dantas Lemos
 
http://www.viomundo.com.br/politica/augusto-ferreira-os-13-anos-de-celebracao-de-um-golpe.html

Ilustração publicada por Augusto Ferreira no Facebook

por Luiz Carlos Azenha

O ex-chanceler da Venezuela e presidente-em-exercício, Nicolás Maduro, foi eleito neste domingo presidente da Venezuela, com 50,66% dos votos.

O candidato oposicionista Henrique Capriles Radonski obteve 49,07%.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral, Maduro teve 7.505.338 votos contra 7.270.403 votos de Capriles. A participação foi de 78,71%.

Em 2012, Capriles obteve 44,55% dos votos ante 54,84% de Hugo Chávez, que teve seu quarto mandato interrompido em 5 de março de 2013 pela morte causada por um câncer.

Foi a décima oitava eleição em 14 anos na Venezuela. Aconteceu onze anos depois de parte da mídia brasileira ter celebrado um golpe cívico-militar contra o presidente Hugo Chávez, retratado aqui.

Horas antes do fechamento das urnas, um cracker invadiu as contas do twitter do candidato e presidente-em-exercício Nicolas Maduro e de outras personalidades e instituições ligadas ao chavismo, deixando mensagens como a que aparece abaixo.

Oficialistas denunciaram que o cracker atuava a partir de Bogotá, na Colômbia.

O fotógrafo Joka Madruga está em Caracas (aqui, um álbum com as imagens dele no Flickr):

 

7 horas atrás

Coração de ouro: Filha de governador bandeirante dá exemplo de generosidade

HARIOVALDO por Professor Hariovaldo
 

Sophia Alckmin, grande benfeitora das mulheres despossuídas

Somente as mais belas princesas podem igualar a beleza externa com a beleza interior, para isso é preciso ter um coração de ouro. Tão nobre virtude só poderia ser encontrada em uma boa linhagem, características dos homens de bem, onde o desprendimento, a bondade e a generosidade são elementos básicos da personalidade de quem só quer o bem do povo, do miúdo ao mais graúdo. O magnifico exemplo para as mulheres boas vem da filha do governador bandeirante, Sophia Alckmin, que não mede esforços para ajudar as moças menos favorecidas doando suas humildes vestimentas e acessórios para elas, para que assim mais fashions possam arranjar boas colocações empregatícias. Sophia respira humildade 24 horas por dia e é uma mulher de bem, exemplo de contribuição social. Alvíssaras!

Hoje com Sophia, amanhã com alguma moça de Heliópolis

7 horas atrás

Mercado procura por mão de obra com experiência

APOSENTADOS SOLTE O VERBO por ASOV – Aposentado! Solte o Verbo…
 
http://odia.ig.com.br/portal/ Rio – Mercado de trabalho aquecido, falta de mão de obra experiente e baixos valores das aposentadorias são fatores que estimulam aposentados do INSS voltarem a trabalhar, muitos até com carteira assinada novamente. Dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostram que, dos grupos por faixas etárias da população ocupada, o único […]
7 horas atrás

Saiba garantir os atrasados acima de R$ 37.320 em 2014

APOSENTADOS SOLTE O VERBO por ASOV – Aposentado! Solte o Verbo…
 
http://www.agora.uol.com.br Os segurados do INSS que têm atrasados acima de 60 salários mínimos para receber podem pedir agilidade na liberação do pagamento pelo juiz e garantir a grana já no ano que vem. Para isso, é preciso verificar o andamento do processo, ou seja, se a ação já foi finalizada e não há mais possibilidade […]
7 horas atrás

Escola Margareth Thatcher

APOSENTADOS SOLTE O VERBO por ASOV – Aposentado! Solte o Verbo…
 
http://www.correiocidadania.com.br/ Determinado bem pertencente ao povo brasileiro, que vale no mercado em torno de US$ 1,5 trilhão, vai ser repassado, no próximo mês de maio, a empresas estrangeiras pelo pagamento de US$ 225 bilhões de royalties durante um período de 30 anos. Pode ser suposto que, para colocar o bem no mercado, as empresas precisam […]
10 horas atrás

50 razões para acordar na 2ª em SP

XICO SÁ por xicosa
 

Anote aí, tio Robert, a quantas razões chegaremos. Faremos todo esforço de reportagem.

Cada um tem suas esquisitas razões para acordar em uma segunda-feira fria em São Paulo. Nunca conheci, porém, quem tivesse mais de duas ou três, se muito.

A não ser um incorrigível tarado.

A tara, em vez da alegria, amigo Oswald, é a prova dos 9.

Despertai.

A sineta da obrigação chama os homens na responsa, mas há sempre algum mistério entre o toque e o pulo da cama. Eis o mistério da vida.

Entre o bocejo e o palavrão. Uns rezam salmos otimistas, outros oram ao santo Cioran e à inconveniência de haver nascido.

Tudo muito justo.

Há o homem sério e fatigado com o final de semana com mulher e filhos que não vê a hora do imoral encontro com a amante da firma.

O sexo no hotel de alta rotatividade na hora do almoço com a secretária que acabou de ler “Toda Sua” ou os tais “50 tons de cinza”, o livro por excelência da segunda-feira paulistana.

O homem sério e fatigado que volta culpado ao seu departamento com 50 razões para enricar o patrão e empobrecer mil vezes a alma. Teve, porém, um motivo para acordar, pronto. Ganhou o dia, seja lá o que diabo isso signifique na conta final dos homens.

Retornará bondoso para casa ao final do expediente. O homem fatigado beijará as crianças e será mui amoroso com a legítima costela. Eis o jogo da existência.

Há também a danada da afilhada de Balzac em febre pelo estagiário. Só um bom sexo ou um porre idem salva uma segunda sem lei em SP de uma sonsa gostosa e casada. Bem-feito, assim é que se faz com aquela cara de marido.

Há quem queira apenas zoar os amigos que fracassaram com seus times no final de semana, afinal de contas homem é mesmo um bicho simples, deselegante e besta. Vai, Corinthians, que eu fico aqui para contar a história.

Há quem esteja ensaiando pedir aumento há uma cara. Ensaiou até na frente do espelho. Saiu do metrô com o discurso pronto. E tudo adiado para a próxima segunda de novo.

Há quem apenas repita o que leu nas revistas normais sobre o bodemate, o novo expiatório inflacionário da moda “tomate maravilha”.

Há quem esteja feliz apenas por ter matado os colegas de inveja com os cliques no Instagram e no Facebook. Aquele final de semana perfeito com belas fotos de entrada, prato principal e sobremesa do almoço romântico de domingo.

Sim, feliz apenas por ter matado de inveja a turma que apenas escorreu o frio espaguete da solidão televisa.

Rede social é vida privada para humilhar em público. Mas por favor, sem tese antropológica, ai que preguiça!

O certo é que cada um tem suas esquisitas razões para acordar em uma segunda-feira em São Paulo.

“Prefiro não tê-las”, resmunga aqui o Bob, meu brother niilista da Cantareira. “A não ser que fosse uma puta com dente de ouro, coisa que não existe mais “, completa, no seu inglês ZN, na imitação barata da prosódia do poeta Charles Bukowski.

Consigo até ser otimista de segunda, mas não assim tão cedo, Bob.

Deixa a noite cair que as razões abundam e levo a Carolina F., amante de uma boa causa e do bloody mary, para aumentar deliciosamente a inflação do tomate e abaixar o déficit de amor em SP, por supuesto.

Uma segunda sem lei para todos!

20 horas atrás

Debate ao vivo sobre mídia, judiciário e poder

CAFEZINHO por Miguel do Rosário
 

Hoje no blog Megacidadania, a partir das 19:00, haverá um debate ao vivo, aberto a todos os participantes via internet, sobre a judicialização da política, os erros do mensalão e a influência da mídia no Supremo Tribunal Federal. Entre e se inscreva para assistir e participar.

http://es.tinychat.com/megacidadania

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21 horas atrás

Barão cria o fundo nacional da blogosfera

CAFEZINHO por Miguel do Rosário
 

Amigos, esse é nosso seguro de luta!

PRONTO SOCORRO DE BLOGUEIROS ! CONTRIBUA !

No Conversa Afiada.

O Barão de Itararé abre conta para recolher contribuições e ajudar os blogueiros perseguidos pela judicialização da censura.

Acessem: http://www.baraodeitarare.org.br

ABERTA A CONTA DO FUNDO DOS BLOGUEIROS

Banco do Brasil, agência 4300-1, conta corrente número 50.530-7.

Esta é a conta especial para arrecadar recursos para o fundo de apoio aos blogueiros vítimas de processos judiciais e perseguições políticas. Conforme o aprovado na reunião de terça-feira passada (2), na sede do Centro de Estudos Barão de Itararé, este fundo será o pronto-socorro da blogosfera não corporativa. O dinheiro arrecadado será utilizado para cobrir custas de processos e advogados – e não para saldar multas e indenizações anteriores. A definição do apoio caberá à Comissão Nacional dos Blogueiros, eleita em junho passado, no III Blogprog em Salvador, e composta por representantes de 15 estados e mais nove integrantes nacionais. Blogueiros com mais estrutura, que já contam com assistência jurídica, abriram mão do uso do fundo para favorecer os ativistas digitais com maiores dificuldades financeiras.

Para ajudar nas futuras batalhas judiciais, nos últimos dias o Barão de Itararé também promoveu várias reuniões com advogados de renome e entidades de direitos humanos. Todos se comprometeram a ajudar na defesa do blogosfera e da liberdade de expressão, inclusive dando assistência nos processos locais e acompanhando os processos quando eles cheguem às instâncias nacionais. O Barão de Itararé ainda firmou uma parceria com a ONG Artigo 19, especializada na luta pela liberdade expressão, para elaborar o “Mapa da violência contra os blogueiros e ativistas digitais”. O questionário será postado em vários sítios e blogs na próxima semana. Durante um mês, as vítimas de ameaças, violências e processos judiciais deverão preencher o questionário. Na sequência, para garantir maior segurança nas informações, os dados serão checados. A pesquisa resultará num relatório que será encaminhado a ONU e outros organismos internacionais e nacionais.

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