As críticas contra a Comissão da Verdade

LUIS NASSIF por luisnassif
 

Da Folha

Após quase 1 ano, Comissão da Verdade é alvo de críticas

Membros do grupo temem frustração com resultado final das investigações

Segundo essas análises, desafio de reconstituir fatos de décadas atrás foi ampliado por erros conceituais e de gestão

JOÃO CARLOS MAGALHÃES
MATHEUS LEITÃO
DE BRASÍLIA

A Comissão Nacional da Verdade aproxima-se da metade do seu prazo de funcionamento sem ter revelado nenhuma novidade relevante sobre a ditadura militar (1964-1985) e sob dúvidas se vai detalhar todas as violações aos direitos humanos no regime.

Ouvidos pela Folha sob condição de anonimato, integrantes da própria comissão, da cúpula do governo e de comitês da sociedade civil se dizem céticos.

Para eles, a comissão, que encerra os trabalhos em maio de 2014, talvez esclareça só alguns casos, sem resolver a principal incógnita: quem, e a mando de que oficial, foi responsável por cada uma das mortes, torturas e desaparecimentos –devido à Lei da Anistia, não pode haver punição a essas pessoas.

A reconstituição de fatos ocorridos há décadas foi dificultado por erros conceituais e de gestão, dizem os críticos.

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2 horas atrás

NAS URNAS, O FUTURO TAMBÉM DA AMÉRICA LATINA

SINTONIA FINA por Rilton Nunes
 
 
Venezuela elege, neste domingo, não apenas o primeiro presidente depois da era Chávez, mas também o homem que irá administrar as maiores reservas de petróleo do mundo; vitória de Nicolas Maduro ou de Henrique Capriles será determinante para vários países da América Latina, como Cuba, Bolívia, Equador e mesmo o Brasil, cujas empresas exploraram oportunidades de negócios na Venezuela; pesquisas dão vantagem a Maduro, mas a folga é inferior a dez pontos. 

Neste domingo, 18.903.143 venezuelanos decidirão sobre o futuro de seu país e da própria América Latina. As últimas pesquisas eleitorais dão a Nicolas Maduro, herdeiro de Hugo Chávez, uma vantagem que oscila entre 7 e 9 pontos percentuais – o que sinaliza uma disputa mais apertada do que se previa. Henrique Capriles, que foi governador do estado de Miranda e lidera a oposição, promete acabar com a “diplomacia petroleira” da Venezuela. Como dispõe das maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela ajuda vizinhos latino-americanos, como Cuba, Bolívia e Equador.  É por isso mesmo que a eleição deste domingo coloca em jogo não apenas o futuro da Venezuela, na era pós-Chávez, mas também de seus vizinhos. Com Chávez, as empresas brasileiras foram as que melhor aproveitaram as oportunidades de negócio na Venezuela. O processo chega à reta final repleto de tensões, com acusações de fraude eleitoral.  Leia abaixo o noticiário do Opera Mundi: Opositores cantam fraude antecipadamente para tumultuar eleição, diz partido de Maduro Chefe do comando de campanha de Maduro ressaltou que “a democracia venezuelana é a mais sólida do mundo” Jorge Rodriguez, chefe do comando Hugo Chávez, do candidato do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), Nicolás Maduro, afirmou que a oposição venezuelana está criando um ambiente de desestabilização antes da eleição presidencial, cantando fraude de antemão. A declaração foi feita neste sábado (13/04), logo após o candidato opositor, Henrique Capriles, questionar a transparência do CNE (Conselho Nacional Eleitoral). “Estão cantando fraude de antemão com o interesse de tumultuar o processo eleitoral”, disse Rodriguez durante coletiva de imprensa em Caracas. Ele lembrou que ao longo de 14 anos a Venezuela já realizou 18 processos eleitorais: “a democracia venezuelana é a mais sólida do mundo”.

O chefe da campanha chavista questionou porque a oposição não colocou em dúvida a última eleição para governo de estado, realizada em 16 de dezembro. Na ocasião, Capriles foi reeleito governador de Miranda em disputa com o atual chanceler Elías Jaua. O resultado, apesar de apertado, foi aceito por ambos os candidatos. “Qualquer tentativa de agredir o processo eleitoral busca deixar vulnerável a voz do povo da Venezuela”, continuou Rodriguez.

Capriles

Capriles fez críticas neste sábado ao CNE e ao governo. “Esperamos que o que diga o CNE seja uma cópia fiel do que o povo disser. Isso é fundamental! Que amanhã o árbitro diga o que o povo disse. O CNE não pode ser um partido político”, afirmou o candidato da MUD. Ele colocou suspeita sobre o comportamento do governo venezuelano durante o processo eleitoral. “Esperamos que os senhores do governo permitam que o processo se desenvolva em paz. Amanhã será uma luta contra o poder”, disse. Questionamentos

A oposição venezuelana vem questionando a segurança e isenção do processo eleitoral desde antes do início da campanha. Durante discurso para anunciar sua candidatura, em 10 de março, Capriles acusou o CNE de já ter “tudo pronto” para a eleição de 14 de abril, pois a data foi anunciada com rapidez, cinco dias após a morte de Hugo Chávez. Em 8 de março, após jurar como presidente interino, Maduro convocou o novo pleito.

Poucos dias depois, o maior jornal opositor, El Nacional, publicou em editorial que o CNE é um “obstáculo permanente” para eleições livres e justas na Venezuela, e chegou a insinuar que o voto já não é uma forma de promover mudanças no país. Quem também fez comentários sobre o CNE foram os Estados Unidos. A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA para América Latina, Roberta Jackson, afirmou em março que julgava difícil que a Venezuela tivesse eleições “abertas, livres e transparentes”.

Essa semana, Capriles se recusou a assinar um documento, disponibilizado pelo CNE a pedido da campanha do candidato Nicolás Maduro, no qual os candidatos se comprometiam a aceitar os resultados e reconhecer a competência do órgão eleitoral como árbitro do pleito. 
SINTONIA FINA – @riltonsp – com 247 

2 horas atrás

Canto Della Terra – Andrea Bocelli & Sarah Brightman

MINHAS POESIAS por Poesias Preferidas
 
Milky-Way-Greg-Gibbs

(Fotografia de Greg Gibbs)

Si lo so
Amore che io e te
Forse stiamo insieme
Solo qualche istante
Zitti stiamo
Ad ascoltare
Il cielo
Alla finestra
Questo mondo che
Si sveglia e la notte è
Già così lontana
Già lontana

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
Anche quando è buio
Guarda questa terra che
Che gira anche per noi
A dorci un po’di sole, sole, sole

My love che sei l’amore mio
Sento la tua voce e ascolto il mare
Sembra davvero il tuo respiro
L’amore che mi dai
Questo amore che
Sta lì nascosto
In mezzo alle sue onde
A tutte le sue onde
Come una barca che

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
Anche quando è buio
Guarda questa terra che
Che gira anche per noi
A dorci un po’di sole, sole, sole
Sole, sole, sole

Guarda questa terra che
Che gira insieme a noi
A darci un po’di sole
Mighty sun
Mighty sun
Mighty sun

Composição de Francesco Sartori e Lucio Quarantotto
Interpretação de Andrea Bocelli e Sarah Brightman:

Tradução Canto da Terra: 
Sim eu sei
amor que eu e você
talvez estamos juntos
somente por alguns instantes
Estamos mudos
a escutar
o céu
pela janela,
este mundo que
desperta e a noite é
já tão distante,
já distante

Olhe esta terra que
que gira junto a nós
mesmo quando está escuro.
Olhe esta terra que
que gira também para nós
para nos dar um pouco de sol, sol, sol.

My love que és o meu amor
ouço a tua voz e escuto o mar,
parece mesmo o seu respiro,
o amor que você me dá
este amor que
está aí escondido
no meio das suas ondas
de todas as suas ondas
como um barco que

olhe esta terra que
que gira junto a nós
até quando está escuro.
Olhe esta terra que
que gira também para nós
para nos dar um pouco de sol.
Sol, Sol, Sol

Olhe esta terra que
que gira junto a nós
para nos dar um pouco de sol.
Mighty sun
Mighty sun
Mighty sun

@-;–

 

2 horas atrás

Venezuela: uma escolha fundamental para Argentina

JUSTICEIRA por Blog Justiceira de Esquerda
 
Após a morte do comandante Hugo Chávez, a Revolução Bolivariana é testado nas eleições deste domingo, com a frente Nicolas Maduro. Em uma chave de eleição para a região, a Argentina segue de perto o pulso Bolivariana eleitoral. 
William Castillo (VTV): “Conseguimos a dor com a decisão de lutar” Martinez Mendoza (Embaixador): “Com a Argentina continuar geminadas como governo e como povo” Pedro Calzadilla (Min. Cultura Venezuela): “Nas eleições é o futuro da América Latina” Elias Jaua (Chanceler da Venezuela): “O que é para ser plantada ratificar Chávez no domingo” Carlos Aznarez (Abstract Latina): “O empate Argentina-Venezuela é estratégica” Juan Cruz Daffunchio (MTD Aníbal Verón): “A Venezuela tem sido um pilar na luta pela unidade latino-americana” Luis D’Elia (milhas): “As eleições começam continentalizarse” Juan Carlos de Junho (NE): “A continuação do projeto fortalece continental chavismo” “Toda a minha força e todo meu coração está aí com você” 
O chefe das Mães da Plaza de Mayo, enviou uma mensagem de eleições cara aa a ser realizada na Venezuela. “Grandes homens não morrem como Chávez e menos quando há pessoas como você, que continuam o legado dele”, disse ele.https://i0.wp.com/cadenaprovincial.com.ar/wp-content/uploads/Hebe-1-e1355432601526.jpg Mais: http://www.agenciapacourondo.com.ar/
2 horas atrás

Wikileaks denunciou até onde vai a liberdade de expressão made in USA

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

A liberdade de expressão dos grupos mafiomidiáticos não ultrapassam um cabo do wikileaks… É por isso que os dois heróis (Bradley Manning & Julian Assange) continuam presos e viraram inimigos públicos dos EUA, esta fábrica de terroristas de estado.

Wikileaks: la tarea que los medios mexicanos no han hecho

Jacinto Rodríguez Munguía 14 ABR 2013 – 04:56 CET

Sin ánimo de descalificar la información dada a conocer esta semana por Wikileaks con respecto a México, al menos para quien esto escribe lo que hasta ahora se ha revelado en esta nueva temporada de cables diplomáticos es poco o nada con respecto a lo que desde hace años se puede consultar en los archivos mexicanos por ejemplo de la Secretaría de Gobernación (ministerio del Interior).

Si se quiere conocer los trasfondos del poder hay que asomarse a los expedientes de los dos principales aparatos de inteligencia y policía de aquel tiempo: la Dirección de Investigaciones Políticas y Sociales (DIPS) y la Dirección Federal de Seguridad (DFS). De las dos, la DFS sería la encargada del trabajo más fino y, por tanto, el más sucio. Dos de sus directores, Fernando Gutiérrez Barrios y Miguel Nazar Haro dejarían sembradas cientos de historias de miedo.

Los ejemplos sobran. Pero habré de referirme a un tema que ha sido atractivo venido desde Wikileaks y que demuestra, entre otras cosas, las diferencias de la cantidad y calidad de información que existe en México: la relación de la prensa y el poder en el México de esos años.

Dice uno de los cables (1976MEXICO06463_b) que casi al final de su gobierno, el presidente Luis Echeverría estuvo interesado en adquirir la llamada cadena de periódicos El Sol de México e incluso uno de los principales diarios, El Universal, así como canales televisión para mantener un alto grado de su poder y control con el siguiente sexenio, el de su sucesor José López Portillo.

Otros cables más dan cuenta de la “difícil” y ampliamente documentada relación entre Excélsior dirigido entonces por Julio Scherer y el presidente Luis Echeverría hacia el final del sexenio. Si bien es cierto que Julio Scherer fue presionado por el poder, pocos, muy pocos periodistas como él pueden presumir (sus libros lo prueban) que estuvieron tan cerca del ex presidente Luis Echeverría y de todos los hombres del poder político y económico de esa época.

El asunto es que a partir de los cables de Wikileaks hasta hora difundidos, y perdón si incomodo, prevalece la idea de que los medios y los periodistas de esa época solo eran víctimas de la presión y control del poder sobre ellos. Si nos asomamos un poco a lo que en los archivos mexicanos muestran, veremos que esa tesis no se sostiene.

Lo que refieren los cables de Wikileaks es precisamente la parte de la historia que a los mismos medios y a muchos periodistas les conviene mostrar. La de víctimas de una tiranía (la figura presidencial) que asfixiaba a la libertad de expresión. Nada más falso que eso. La historia de la relación de la prensa y el poder no fue solamente de victimarios y víctimas.

En La Otra Guerra Secreta (Los archivos prohibidos de la prensa y el poder Debate 2007), de mi autoría, se documenta a detalle lo que difícilmente aparecerá en los mismos archivos del gobierno estadounidense. Esa cercana y conveniente relación entre la prensa y el poder en esos años. Las reuniones privadas, los acuerdos con el ministro del interior, los de connivencia a los que se llegaron por un sólo objetivo: seguir siendo también un gran poder. El cuarto poder.

Es cierto, el poder presionaba, apretaba, pero las más de las veces no era necesario. Lo que se dio, y que sigue marcando la existencia de la prensa en México, fue una legitimidad en doble sentido: los medios legitimaban al poder y este a los medios. Ambos, medios y gobierno confiaban en que su poder sería eterno permanente y que además, nadie se atrevería a guardar las huellas de esa relación: pagos, acuerdos, pactos, favores, obsequios, el colaboracionismo de periodistas con el poder etcétera.

Por ejemplo, en un memorando de julio de 1969, la sociedad de editores había acordado por unanimidad, y así lo informaba al gobierno, un “pacto de honor” para que sus publicaciones no aceptaran difundir en ellas escritos que afectaran el “buen nombre de otros socios y que por su índole se refieran a asuntos de orden privado e interno de las empresas… el punto fue abordado con motivo de ciertas publicaciones pagadas que recientemente se han venido haciendo que afectan a nuestro socio Excélsior, puesto que aluden a cuestiones internas y de índoles privada que prevalece entre dicha editorial y otras personas”. El documento es más amplio.

Así como este, miles de documentos en los archivos mexicanos dan cuenta del nivel del silencio que asumieron los medios en esta época frente a muchos problemas nacionales. De la autocensura que asumían sin queja, del retiro sin protestar de programas de radio y televisión que incomodaran al poder. Algunas actitudes simplemente denigrantes. Información que va más allá de las sabrosas anécdotas con las que algunos de estos personajes de la prensa mexicana han querido contar la historia. Otros de plano han preferido callar.

Hace unos años dejaron de ser intocables por los medios de nuestro país el poder político, el Ejército mexicano y la virgen de Guadalupe, pero no ha ocurrido lo mismo con los propios medios de comunicación. Encargados de registrar y contar la historia, la mayoría de los medios han eludido una revisión crítica de sí mismos y por tanto de sus propias responsabilidades en ese periodo de la historia que ahora trae nuevamente a cuento Wikileaks.

Sigue siendo preferible la mitificación y el martirio. El papel de víctimas del poder absoluto. La nueva temporada de la serie Wikileaks, en lo que a medios y poder en México se refiere, ha venido a reforzar la fórmula que nunca falla de culpar de todo al poder político y evadir el pasado. Una coartada perfecta: el poder lo podía todo y lo hacía todo.

Es muy probable que en los siguientes días los cables de Wikileaks nos asombren con revelaciones que rebasen las que durante los últimos años han hecho periodistas como Kate Doyle (The National Security Archive) quien dedicó años de trabajo en los archivos mexicanos. Como por ejemplo, qué periodistas informaban o compartían información con la embajada estadounidense.

Wikileaks es sin duda el fenómeno más importante en cuanto a proceso de transparencia que globalmente vivimos. Pero en el caso de México, nos quedamos deslumbrados con esa información sin darle importancia a lo que, a diferencia de otros países, sí existe en México: nuestros propios archivos de esa época.

Ahí seguirán en el Archivo General de la Nación miles de historias por contarse, aunque seguro seguirá siendo más fácil esperar las próximas temporadas de Wikileaks.

La memoria es incómoda.

Jacinto Rodríguez Munguía es autor de La otra Guerra Secreta. Los Archivos Prohibidos de la Prensa y el Poder. (Debate 2007) Blog: http://latiraniainvisible.wordpress.com/ Una versión amplia de este texto se publicará en la próxima edición de la revista emeequis, de la que el autor es editor.

Wikileaks: la tarea que los medios mexicanos no han hecho | Opinión | EL PAÍS

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2 horas atrás

Zara e o segredo do sucesso, uma iniciativa na privada

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

 

Una ONG argentina denuncia a Zara por “uso de trabajo esclavo”

La de moda compañía de moda desea que se investigue a fondo cualquier sospecha de irregularidad en la cadena de producción del país suramericano

Alejandro Rebossio Buenos Aires 13 ABR 2013 – 02:33 CET14

Inditex, la dueña de la marca Zara, ha sido denunciada este jueves en Argentina por segunda vez en dos semanas por presunto uso de trabajo esclavo. La Fundación Alameda, que por su combate contra la explotación laboral siempre ha contado con la protección del papa Francisco, y el secretario de Derechos Humanos de una de las facciones de la Confederación General del Trabajo (CGT), Julio Piumato, presentaron su querella después de que un costurero se infiltrara en un taller que presuntamente hacía ropa para Inditex. La peronista CGT está dividida en tres y Piumato pertenece a una de las dos líneas antikirchneristas.

La empresa española, por su parte, expresó en un comunicado que “desea que se investigue a fondo cualquier sospecha de irregularidad en la cadena de producción argentina”. Inditex, propiedad de Amancio Ortega, el tercer millonario más rico del mundo, dijo que los 60 proveedores que tiene en el país sudamericano “son auditados periódicamente y en los últimos años se han realizado más de 300 auditorías certificadas en sus procesos”. También afirmó que “siempre ha manifestado la tolerancia cero ante una situación que atente contra la dignidad del trabajo” y añadió que “no hay nadie más interesado que la compañía en erradicar cualquier situación irregular de talleres en la cadena de producción, sea ésta propia o tercerizada”.

El costurista infiltrado, que trabaja en la cooperativa textil que tiene esa organización para trabajadores rescatados de la esclavitud, grabó con una cámara oculta las condiciones de trabajo. A finales de marzo, Alameda había denunciado que otros dos talleres esclavistas elaboraban indumentaria de la marca Zara. Los tres establecimientos se encuentran en Buenos Aires.

 

Alameda informó de que el costurero recolectó etiquetas de las marcas y facturas que demostrarían que el taller denunciado este jueves trabajaba para una sociedad, Karina Kannan SL, que a su vez es proveedora oficial de Inditex. “Kannan en realidad solo oficia de intermediario entre Zara y los talleres clandestinos donde terceriza la producción”, denunció Alameda, que también acusó de explotación laboral a otros diez talleres. La fundación, que comparte con el exarzobispo porteño Jorge Bergoglio su inquietud por la persistencia de la esclavitud en el siglo XXI, advirtió que Inditex tiene responsabilidad penal por “las condiciones de trabajo y las violaciones de los derechos humanos” de los talleres contratados indirectamente. La querella se presentó el mismo día en que la Policía Metropolitana de Buenos Aires descubrió cinco establecimientos donde era esclavizadas 45 personas.

“En el taller filmado se constatan las condiciones de total clandestinidad en la que trabajan, sin habilitación, herméticamente cerrado y en pésimas condiciones de higiene y seguridad donde incluso deambulan niños pequeños entre las máquinas y con una instalación eléctrica precaria”, denunció la Fundación Alameda. “Los costureros trabajan allí en su mayoría con cama adentro en agotadoras jornadas que van desde las 8 de la mañana hasta las 8 de la noche como mínimo, pero que suelen extenderse varias horas más. La paga miserable de 4 pesos (0,58 euros) por prenda terminadas está muy por debajo del convenio colectivo vigente”, añade Alameda, que también señala que los empleadores no pagaban las contribuciones a la Seguridad Social de los trabajadores, y habían contratado a inmigrantes que carecían de la llamada residencia precaria, necesaria para emplearse.

“En el vídeo se puede observar que el proveedor oficial de Zara suele visitar el taller y es consciente perfectamente de las condiciones pésimas de trabajo del mismo, razón por la cual no puede aducir sorpresa”, relata la Fundación Alameda. “Tampoco Zara puede sorprenderse de la situación porque encargaba decenas de miles de prendas a un proveedor oficial que solo contaba con 40 personas. Era obvio que esos volúmenes de producción se obtenían tercerizando la producción”, añadió la organización.

Inditex ya había enfrentado denuncias similares en Brasil. En 2001 llegó a un acuerdo con el Ministerio de Trabajo de ese país en el que se comprometía a acabar con las “precarias” condiciones de trabajo de sus proveedores y a invertir 1,4 millones de euros en acciones sociales.

Una ONG argentina denuncia a Zara por “uso de trabajo esclavo” | Economía | EL PAÍS

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3 horas atrás

Claudia Cardinale, 75 anos

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Uma sex symbol que não precisou posar “nua em pelo”….

Claudia Cardinale cumple 75 sonrientes, naturales y elegantes años (FOTOS)

El HuffPost / EFE  |  Publicado: 14/04/2013 13:15 CEST  |  Actualizado: 14/04/2013 13:30 CEST

Claudia Cardinale Cumpleaos Fotos

“No he querido nunca frenar el paso del tiempo. . “No me he hecho un ‘lifting’ ni nada, pero sobre todo, he estado siempre activa. He hecho 130 películas y sigo trabajando”, decía el año pasado en una entrevista con EFE, con motivo de su participación en la película de Fernando Trueba El artista y la modelo. Así de natural y elegante, este lunes, 15 de abril, cumple 75 años Claudia Cardinale.

claudia cardinale fotos

Nacida en Túnez, con sangre siciliana y residencia parisina, Claudia Cardinale recordaba con orgullo hace unos meses, en San Sebastián, que directores como Martin Scorsese o Francis Ford Coppola le han reconocido que están muy influenciados por algunas de las películas que protagonizó, como Hasta que llegó su hora, de Sergio Leone.

La actriz siempre ha agracedido su suerte de haber llegado al cine “en un momento mágico”, convirtiéndose en una de las grandes divas -y mito erótico- del celuloide italiano, junto a Sophia Loren y Gina Lollobrigida. “Con Visconti rodé cuatro películas (Rocco y sus hermanos, El Gatopardo, Sandra, Confidencias)… También hice varias con Bolognini, con Sergio Leone y Richard Brooks; y con Pasquale Squitieri, mi pareja, que hizo grandes películas sobre la mafia… He rodado con muchos y buenos directores. Visconti y Fellini, en los años 60, supusieron mi apertura al mundo, hicieron que me conociera el mundo entero. El Gatopardo es un filme mítico para mí, con Visconti, Alain Delon, Burt Lancaster… Y 8 1/2, de Fellini, igual”, contaba en una entrevista con La Vanguardia.

En 1993 recibió en Venecia el León de Oro a toda una carrera y en 2002, el Oso de Oro honorífico de la Berlinale. “No echo de menos el Oscar, sólo sería una estatuilla más, mi casa está llena de premios”, dijo en una ocasión, según recuerda El Universal.

Del cine ha sacado también sus grandes amores. “Con Franco Cristaldi, que fue mi primer productor, y después conocí a Pasquale Squitieri, que es el amor de mi vida”, ha contado.

Así ha cambiado, sin recurrir a la cirugía, según subraya, a lo largo de los años: la belleza natural de la gran diva Claudia Cardinale:

Claudia Cardinale cumple 75 sonrientes, naturales y elegantes años (FOTOS)

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3 horas atrás

Três fins do mundo em apenas três meses

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 

 
Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho 
“De vez em quando, ultimamente, fico até com receio de perder meu tempo escrevendo. O mundo já poderá ter acabado quando este texto chegar aos caros leitores. Quem vai ler?

Sem falar na sempre iminente guerra nuclear das Coreias, o fim do mundo está onipresente no noticiário nacional, como se houvessem estabelecido uma programação prévia para não deixar o brasileiro respirar sossegado dois dias seguidos.

Mal se termina de falar de uma crise e já aparece outra nas manchetes, sem que tenha dado tempo da anterior terminar.

O ano mal começou, e já tivemos de volta as notícias alarmistas sobre os iminentes riscos de apagão de energia em razão da falta de chuvas nos reservatórios, ao mesmo tempo em que as enchentes em outros pontos do país provocavam novas tragédias. Imagens de reservatórios com pouca água e morros despencando eram acompanhadas de análises dos “especialistas” de sempre para quem o país, com este governo, não tem nenhum futuro, seja por falta ou excesso de chuvas. Nós brasileiros nem tivemos tempo de comemorar o recorde da safra de grãos, e já começaram as séries de reportagens sobre o colapso na infraestrutura, com estradas intransitáveis e congestionamentos nos portos. E assim fomos seguindo o ano de 2013, de agonia em agonia, até que sobreveio a grande crise do preço do tomate, a maior de todas, porque esta pode explodir ao mesmo tempo a inflação e os juros, levando o País à ruína completa. Em apenas três meses, ficamos novamente à beira do abismo. Esses problemas todos existem, é claro, e alguns são bastante sérios, como já mostramos aqui no Balaio, tornando mais difícil a recuperação da economia. O clima de catastrofismo, porém, vai além da realidade dos fatos e tem como pano de fundo a sucessão presidencial de 2014, ativada pela antecipação da campanha e pela ausência de candidatos competitivos para enfrentar a candidata do governo. Inconformados com os altos índices de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que nas atuais pesquisas lhe garantem a reeleição já no primeiro turno, setores da sociedade que se sentiram prejudicados com a queda de juros e tarifas, especuladores e rentistas, e todos os donos da grande mídia, aquela gente que não se conforma com medidas que visam a beneficiar a população de baixa renda, resolveram investir em outros campos, já que o cenário eleitoral não lhes dá muitas esperanças de voltarem ao poder tão cedo. Alguma coisa está fora de ordem e de lugar quando assistimos à ‘judicialização’ da política e à politização do judiciário, e os grandes protagonistas da cena brasileira se tornam o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que agora têm uma opinião formada sobre tudo e dão seus pitacos definitivos sobre qualquer assunto, mesmo quando não são chamados. Eles se consideram os últimos catões da República, os únicos e os últimos honestos num país em que ninguém mais presta, só eles. Estão sempre de cara amarrada, não se permitem um sorriso. São as próprias expressões do fim do mundo. Gurgel já decidiu que a nova distribuição dos royalties do petróleo só deverá valer a partir de 2016;  Barbosa comenta a indicação do polêmico deputado pastor Marco Feliciano para uma comissão da Câmara, como se tivesse alguma coisa a ver  com isso,  e ambos se dedicam com afinco para colocar logo na cadeia os condenados da Ação Penal 470, recusando sumariamente qualquer recurso dos advogados de defesa. Citado pelo ex-ministro José Dirceu numa história no mínimo muito malcontada, no episódio da sua indicação para o STF, o ministro Luiz Fux manda um assessor  responder que não vai polemizar com réus condenados. Na mesma semana, o procurador-geral Gurgel determina ao Ministério Público e à Polícia Federal investigações sobre o ex-presidente Lula, a partir de declarações feitas por Marcos Valério, após o réu ser condenado a mais de 40 anos de prisão. Princípios e valores variam conforme os interesses de ocasião. E tudo parece muito natural para a nossa imprensa. No mesmo momento em que Barbosa denuncia o “conluio” entre advogados e magistrados, o escritório de Sergio Bermudes, um dos mais caros do país, anuncia o patrocínio de uma festa de arromba para mais de 300 pessoas em seu apartamento de 800 metros quadrados, no Rio de Janeiro, para comemorar o aniversário de 60 anos do mesmo ministro Luiz Fux, cuja filha Marianna, candidata a uma vaga no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, trabalha com o anfitrião. A pedido da mãe do homenageado, diante da repercussão negativa do badalado regabofe, a festa foi cancelada, segundo os jornais deste sábado. Menos mal. Mas não faltarão, certamente, outras festas do gênero, por mais que isso irrite ou agrade Barbosa, recentemente homenageado no Copacabana Palace pelos mesmos donos da mídia que publicam artigos de Marianna Fux e louvam seu pai, para congregar os comensais dos dois lados do balcão da Casa Grande, que podem perder as eleições e a vergonha, mas nunca perdem a pose nem o poder. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Este é o mundo deles, com ou sem perucas, e o resto que se dane, como costumam dizer, desde os tempos dos bailes da Ilha Fiscal.” 
Enviada por: Nogueira Junior 20:50 * Artigo / CrônicaMídia CorporativaVelha Mídia   Do Blog BRASIL! BRASIL! 

3 horas atrás

As causas da desindustrialização de Portugal e da Europa

LUIS NASSIF por luisnassif
 
Adir Tavares

Do site Resistir.info

A desindustrialização de Portugal e da União Europeia

– Causas: o domínio dos grupos económicos e financeiros e a liberalização

Por Eugénio Rosa [*]   RESUMO DESTE ESTUDO 

A desindustrialização de Portugal e a destruição da agricultura e da pesca nacional é uma questão que preocupa naturalmente muitos portugueses porque um país sem as suas atividades produtivas por excelência – agricultura, pescas e indústria transformadora – não tem possibilidades de ser verdadeiramente independente. No entanto, é importante não confundir industrialização com aumento de produção pois este também pode ser alcançada com um melhor e mais intenso aproveitamento da capacidade produtiva já instalada até porque está subutilizada. 

Segundo dados do Banco Portugal, nos 20 anos anteriores ao 25 de Abril (1954/1974), a contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o PIB, ou seja, para a riqueza criada anualmente, diminuiu de 55% para 40,6% do PIB, isto é em 14,4 pontos percentuais (-26,1%), enquanto nos 21 anos posteriores ao 25 de Abril (1974/1995), a diminuição foi de 40,6% para 27,4% do PIB, ou seja, em 13,2 pontos percentuais (-32,6%).E segundo dados do INE, entre 1995 e 2002, ou seja, depois de Portugal ter entrado para a União Europeia mas antes da Zona Euro, portanto em 7 anos, a contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o PIB diminuiu de 21,4% para 17,3% do PIB, isto é em 4,1 pontos percentuais (-19%), enquanto no período 2002/2012, ou seja, em 10 anos de euro a contribuição da Agricultura, Pescas e Indústria para o PIB diminuiu de 17,3% para apenas 14,7% do PIB ou seja, em 2,6 pontos percentuais (-15%). Portanto, afirmar que a desindustrialização do país e a destruição da agricultura e pescas é apenas consequência da entrada do nosso pais na U.E. e na Zona Euro não tem qualquer sustentação na realidade e só torna mais difícil identificar as verdadeiras causas do problema e, também, mais difícil resolvê-lo No entanto, é certo que a entrada de Portugal na Zona Euro agravou ainda mais o problema na medida em que, por um lado, o país estava profundamente debilitado e com problemas estruturais graves (78% da população empregada tinha o 3º ciclo do ensino básico ou menos) tendo a destruição continuado e, por outro lado, tornou muito mais difícil inverter o processo já que o país perdeu instrumentos importantes de politica macroeconómica (a politica aduaneira, cambial, monetária, orçamental, de investimentos, etc.).

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3 horas atrás

Tucano mineiro é acusado de traficar órgãos

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 
https://i2.wp.com/www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2013/04/aecio_mosconi.jpg  Na Carta Capital, Leandro Fortes expõe a impressionante história de médicos que, com a participação de outro médico, deputado estadual do PSDB mineiro, retiravam órgãos de pacientes ainda vivos. E os vendiam. 
https://i1.wp.com/www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2013/04/imagem-1.png https://i2.wp.com/www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2013/04/imagem-2.png No Conversa Afiada 
Postado por zcarlos ferreiraàs 21:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: Assembléia LegislativaCarta CapitalLeandro FortesMinas Gerais,PSDBSaúdeTucanos   Do Blog COM TEXTO LIVRE
3 horas atrás

Coincidências

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

Da Carta Capital – 14.04.2013 07:31 

 

Marcos Coimbra

A vida é cheia de coincidências. Recentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicou um de seus habituais artigos de discussão política. Foi daqueles nos quais assume o papel de farol das oposições. Seu conteúdo era, como se esperaria, fortemente crítico em relação ao governo.

Por coincidência, no mesmo dia, os principais jornais estavam cheios de notícias negativas sobre a situação nacional. Depois de lê-los, qualquer um ficaria com a impressão de que o Brasil caminha em marcha acelerada para o buraco (se é que já não estaria dentro dele).

Em outra coincidência, ficou pronta, naquele domingo, uma nova pesquisa nacional da Vox Populi. Feita em todo o País, sua amostra era suficiente para que os resultados sejam representativos dos sentimentos da opinião pública brasileira.
As ideias de FHC ficam cada vez mais parecidas com aquelas da mídia de direita. Infelizmente para eles a maioria pensa diferente. Foto: Vanderlei Almeida/AFP As ideias de FHC ficam cada vez mais parecidas com aquelas da mídia de direita. Infelizmente para eles a maioria pensa diferente. Foto: Vanderlei Almeida/AFP O artigo de FHC e o tom do noticiário eram tão semelhantes que um desavisado poderia suspeitar. Os editores e o ex-presidente estariam combinados? Você diz isso e nós aquilo? Nós mostramos os “fatos” e você os interpreta? 

Conhecendo os personagens, é pouco provável. Mas FHC e a mídia conservadora não precisam combinar (no sentido de pactuar) exatamente porque combinam (no sentido de possuir afinidades). Cada um à sua maneira, contam as mesmas histórias.

São tão parecidos que é difícil saber, hoje, quem influencia quem. Tendo há muito abandonado o vigor analítico de seus tempos de sociólogo, as ideias de FHC se parecem cada vez mais àquelas dos editorialistas e comentaristas da direita da mídia. E esses, por o admirarem com veneração, fazem o possível para imitar seu pensamento.

A cada dia, FHC fica mais Globo e Veja (até porque não conseguiria viver sem eles) e elas mais FHC. Todos imaginam um Brasil lastimável, onde tudo dá errado. São, no entanto, de um otimismo imenso. Paradoxalmente, acreditam que estamos à beira do abismo, mas acreditam em uma saída simples e rápida: derrotar o “lulopetismo” na próxima eleição.

Em contraste flagrante, não há qualquer coincidência entre o seu pensamento e o sentimento da vasta maioria do País. A pesquisa da Vox, como as outras recentemente divulgadas, do Ibope e do Datafolha, mostra quão pequena é a parcela da sociedade afinada com a oposição, seja nos partidos, nas instituições, na indústria de comunicação ou na opinião pública.

Os entrevistados se dizem satisfeitos com o País e esperançosos em relação ao futuro. Entendem que sua vida tem melhorado e vai melhorar ainda mais. Sabem que falta muito por fazer, mas confiam no caminho trilhado.

Aprovam o governo. A maioria considera “ótimo” ou “bom” o modo como Brasília lida com a economia, enfrenta a crise econômica internacional, trata as questões do emprego e da inflação, administra programas sociais, conduz a política habitacional, cuida da imagem externa do País.

Gostam da presidenta: mais de 80% dos entrevistados a definem como “ativa”, com “garra”, “decidida”, “conhecedora do Brasil”, “boa administradora”. Mesmo em itens em que os políticos tendem a se sair mal, ela obtém índices muito favoráveis. Mais de 70% afirmam ser ela “sincera”, “próxima do povo” e “de palavra”.

É tamanha a diferença entre as convicções oposicionistas e o sentimento popular que é como se vivêssemos em dois países. Em um, tudo vai mal e a mudança política seria imperiosa. No outro, as coisas seguem de maneira satisfatória e as perspectivas são positivas. Neste, a continuidade política é lógica.

Está errada a maioria dos brasileiros? Os únicos certos são os próceres oposicionistas, os articulistas de meia dúzia de jornais e a minoria da sociedade? Somente eles conheceriam a “verdade”? Todos os restantes seriam ignorantes e incapazes de conhecer suas vidas, donde inabilitados para dizer-se satisfeitos de forma racional?

Não é apenas autoritária a tese de que só alguns poucos privilegiados conhecem o Brasil e possuem a visão certa das coisas. É tola e inútil para a atuação política.

Pode ser agradável para uma liderança escrever um artigo para jornal e ler na mesma edição uma manchete a confirmar sua análise. Assim como pode ser prazeroso para um jornalista referendar, por meio de seu trabalho, as ideias do ídolo.

Nada disso adianta quando não coincide com o que o povo pensa e deseja. As oposições se acham superiores, mas estão apenas a léguas dos cidadãos. E são eles, os cidadãos, que elegem os governantes.
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3 horas atrás

A “grande mídia” é intolerante

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Não sou dos partidários de Tarso Genro. Acho, alías, que ele prestou um desserviço à democracia e a favor da RBS quanto derrubou Olívio Dutra e assim deu vitória ao Germano Rigotto. Com quinze anos de atraso, enfim reconhece que há grupos mafiomidiáticos.

A “grande mídia” é intolerante

abril 13, 2013

tarso-genro3Por Tarso Genro (*)

Um debate sobre a “regulação” da mídia que ocorreu aqui no Rio Grande do Sul por ocasião do “Fórum da Liberdade”, do qual não participei e do “Fórum da Igualdade”, do qual participei como conferencista inaugural, teve ampla repercussão no Estado e refletiu nacionalmente através uma matéria decente publicada na Folha de São Paulo. Foi um episódio que demonstrou, mais uma vez, a intolerância e a arrogância da “Grande Mídia”, para traficar os seus valores – fundados no lucro e na anarquia do mercado – no sentido de os tornarem artificialmente universais.

Como julgo este assunto extremamente importante, para a esquerda e para o projeto democrático de nação que está em disputa no país, vou relatar o conteúdo da minha exposição no “Fórum da Igualdade”. Não vou citar nomes de pessoas nem de empresas, porque não só não tenho interesse de promover um debate personalizado sobre o assunto, como também entendo que esta matéria não é restrita ao nosso Rio Grande e deve ser alvo de discussões que não podem ser banalizadas por conjunturas regionais.

Tudo começou com a minha ausência no “Fórum da Liberdade”, onde eu participaria como autoridade da sessão inaugural e a minha presença no “Fórum da Igualdade”, para o qual eu fora convidado como conferencista de abertura, tendo como ouvintes sindicalistas, militantes de esquerda, parlamentares de partidos que formam o grupo de opinião que rejeita o projeto neoliberal e também dirigentes de movimentos sociais.

Este Fórum, com escassa repercussão midiática, porque composto de grupos, entidades e pessoas com força econômica escassa, para ter qualquer interferência promocional na grande mídia, é diferente do “Fórum da Liberdade”. Este, como se sabe, é compostos por doutrinadores, empresários, executivos de empresas que defendem – já de forma um pouco monótona – a redução dos gastos sociais (“improdutivos”), o “enxugamento do Estado” (nos salários e nas políticas sociais) e a “redução da carga tributária”, não sem militar pelo aumento dos investimentos públicos em infraestrutura, pelas renúncias fiscais e pelos financiamentos subsidiados para as grandes empresas.

É uma pauta legítima na sociedade que vivemos, é claro, mas que cumprida integralmente levaria o nosso país ao caos social, quem sabe a uma ruptura anárquica pela direita autoritária, já que a devastação das escassas políticas de coesão social mínima, que conseguimos implementar nos últimos anos, geraria uma revolta generalizada entre os pobres do país, que usufruem de direitos sociais muito limitados ainda hoje no nosso Brasil.

A fala que proferi no “Fórum da Igualdade” despertou a ira no “Fórum da Liberdade” e também uma divulgação viciada do conteúdo da minha palestra, interditando o debate que ali propus, através dos estereótipos de costume: “quer o controle da mídia”, “quer a censura a imprensa “, “quer vedar o direito de opinião”, etc. A argumentação mais sólida que ofereceram foi o “exemplo tomate”. Este exemplo, passará para a história da liberdade de imprensa no país, já que uma conhecida editorialista disse, mais ou menos o seguinte: “essa questão da mídia livre é que nem o tomate, que está caro, ou seja, não se compra; se não gostou das matérias, muda de emissora ou de jornal”. Só que o tomate não é uma concessão pública, nem o acesso a ele está regulado pela Constituição Federal. Um detalhe insignificante que muda tudo. Vejamos o que eu disse no “Fórum da Igualdade.”

Tratei, fundamentalmente, de dois assuntos na minha palestra para os trabalhadores: primeiro, que as empresas de comunicação, em regra, não cumprem a finalidade constitucional das concessões, pois a norma que as regula orienta que a programação das emissoras contemple conteúdos regionais, educativos, culturais, e proteja os valores da família – ou seja também tenha como sentido valorizar a comunidade familiar – obviamente adequando-se à moralidade contemporânea. Disse, ainda, na minha fala, que oitenta por cento dos programas sairiam do ar, se esta norma constitucional fosse cumprida.

Segundo, tratei da evolução da questão das liberdades, que percorreu a gênese da democracia. Primeiro como lutas pela “liberdade de pensamento” (já que era vedado inclusive na intimidade, mesmo sem publicizar, desconfiar da validade da religião católica); depois, como “luta pela liberdade de expressão”, já no Renascimento, quando alguns eruditos brilhantes começam a se libertar da dogmática religiosa absoluta e resolveram expressar-se em público como dissidentes “humanistas” (os painéis de Michelangelo na Capela Sistina vêem um Deus Homem, promovendo uma inversão figurativa da Teologia: o Deus abstrato e longínquo passa a ser concebido como um forte Homem concreto); depois, abordei uma importante liberdade dos modernos, a “liberdade de imprensa”, que se consagra na Revolução Francesa, avassala a Europa (liberdade de dizer em público e imprimir o “dito”, que subverte o monopólio da fala pelas elites) e torna-se um valor democrático altamente respeitado.

Finalmente, abordei um quarto tema. A questão da “liberdade de fazer circular livremente as opiniões”. Sustentei que hoje existe uma absoluta desigualdade de meios, para que as opiniões possam circular de maneira equânime, embora as redes na internet tenham aberto novas fronteiras para a circulação da comunicação. Mas, atenção: as redes são acessíveis a todas as opiniões (e é bom que o sejam), mas as TVs e Rádios das “Grandes Mídias” empresariais com tendência monopolista, não são acessíveis a todas as opiniões.

As opiniões, nas “Grandes Mídias”, inclusive podem ser (e frequentemente o são) filtradas, editadas, selecionados, distorcidas ou manipuladas, inclusive com o enquadramento dos jornalistas da própria empresa. Nem sempre, nem em todos os momentos, nem em todas as empresas de comunicação isso ocorre. Mas todas estão disponíveis para estes métodos, ao gosto dos seus proprietários.

Sustentei, portanto, que há um bloqueio radical da circulação da opinião, cuja divulgação é orientada pela empresa de comunicação, a partir dos valores culturais, ideológicos e políticos dos seus proprietários. Qual a sugestão que dei no Forum da Igualdade, que me convidou para a fazer a abertura solene do seu evento? Censura? Expropriação de empresas? Não. Disse que o Estado deve promover políticas de financiamento e subsídios (que as atuais instituições de comunicação empresariais inclusive já tem) e novos marcos regulatórios, para que possam surgir mil canais de comunicação, com igualdade de qualidade tecnológica e profissional (com mais oportunidades de trabalho livre para os próprios jornalistas), através instituições de comunicação que não dependam do mercado e dos grandes anunciantes.

Canais que possam ter uma política de informação mais objetiva e aberta e um debate político mais amplo do que a ladainha neoliberal. Canais que não adotem como mercadoria-notícia a escalada da cultura da força e da violência, dentro da qual concorrem os principais meios de comunicação do país. Trata-se de dar novas oportunidades de escolha aos cidadãos, aos pais, às mães, aos consumidores, que somos todos nós, para que possamos ver e ouvir outras coisas, debater outras idéias, sem qualquer tipo de censura, seja do Estado, seja dos proprietários das empresas e dos seus anunciantes.

Isso certamente foi demais e a “circulação da opinião restrita”, que eu mencionara nos meus argumentos em favor da “circulação da opinião mais livre”, foi comprovada pela voz massiva e monocórdia das respostas à palestra, que proferi aos trabalhadores. Revolveram a tese do “controle dos meios de comunicação pelo Estado” – como se já não houvesse controle do Estado, que é o poder concedente dos canais – misturando este assunto com a minha ausência no “Fórum da Liberdade”. O mesmo em que o Vice-Governador do Estado, em outro momento de abertura, foi solenemente vaiado porque ousou dizer que o Governo Lula melhorou o Brasil.

A intolerência demonstrada pela “Grande Mídia”, também neste episódio, prova que ainda temos um largo caminho a percorrer, para permitir que as opiniões divergentes circulem livremente na nossa democracia limitada, hoje já mais sufocada pela força do poder econômico e da ganância. Estas questões não interessam ao “Fórum da Liberdade”, mas certamente interessam ao “Fórum da Igualdade”. Por isso fui neste, mais fraco. Não no outro, mais forte.

(*) Governador do Estado do Rio Grande do Sul

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3 horas atrás

Na Alemanha não tem esta de anistia e prescrição

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Só no Brasil a justiça acredita em anestia e prescrição de crimes praticados por ditadores. Nestas horas os vira-latas botam o rabo entre as pernas e os vira-bostas engolem o fruto de seu trabalho…

Alemania sigue la pista a los antiguos vigilantes nazis de Auschwitz

El centro que persigue los crímenes nazis lanza una investigación para castigar a 50 nonagenarios, guardas del campo de exterminio, como cómplices del Holocausto

Juan Gómez Berlín 14 ABR 2013 – 00:34 CET49

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Kurt Schrimm, responsable de la Oficina de Investigación de los Crímenes nazis, en el archivo de la institución. / THOMAS KIENZLE (AFP)

Comienza una de las últimas ofensivas legales para castigar a los cómplices impunes del Holocausto. Casi setenta años después de la capitulación incondicional de la Alemania nazi, la Central para el Esclarecimiento de los Crímenes Nacionalsocialistas, con sede en Ludwigsburg, ha anunciado esta semana que investiga a 50 antiguos guardias del campo de concentración y exterminio de Auschwitz para llevarlos ante la justicia. Se trata de nonagenarios, en buena parte antiguos miembros de alguna unidad de la organización paramilitar nazi SS, que vigilaron a los presos en Auschwitz. Allí murieron asesinadas alrededor de 1,3 millones de personas, la mayoría judías, durante la II Guerra Mundial. Además de estas cincuenta acusaciones relacionadas con Auschwitz, los investigadores de Ludwigsburg rastrean criminales de los campos de la muerte de Sobibor y Belzec. También tienen pistas de miembros de los llamados einsatzgrupen, los escuadrones paramilitares encargados de asesinar judíos, gitanos, partisanos, enfermos mentales y demás “indeseables” o “asociales” en la retaguardia de los vastos territorios ocupados por Alemania.

La persecución anunciada esta semana será posible gracias a la jurisprudencia del juicio al guardia de Sobibor John Demjanjuk, en 2011. Un tribunal de Múnich lo consideró culpable de complicidad en casi 30.000 asesinatos y lo sentenció a cinco años de cárcel. El juez consideró probado que Demjanjuk fue trawniki entre marzo y septiembre de 1943: uno de los prisioneros de guerra soviéticos que colaboraron con la SS como guardias voluntarios en sus campos de exterminio. Su trabajo se limitaba a sacar a los judíos recién llegados de los vagones de ganado o conducirlos poco después a las cámaras de gas. Sobibor, como Belzec y Treblinka, era poco más que un matadero donde los nazis asesinaron a entre 150.000 y 250.000 personas. El juez de Múnich vinculó el trabajo voluntario del ucraniano de nacimiento y antiguo ciudadano estadounidense Demjanjuk con todos los asesinatos perpetrados durante los meses que pasó en Sobibor.

 

Una reciente sentencia abre la vía para enjuiciar a los guardias

Según el fiscal Kurt Schrimm, la central de Ludwigsburg ha ampliado por eso su radio de acción contra los veteranos de la maquinaria nazi. “Hasta ahora”, reconoce, “los vigilantes del campo no habían interesado demasiado” a los fiscales. Pero la sentencia contra Demjanjuk pone una nueva herramienta legal en manos del ministerio público, puesto que ya no es necesario probar la implicación en delitos concretos.

Las pruebas de que los sospechosos fueron vigilantes en el campo de exterminio de Auschwitz-Birkenau, la gran fábrica del exterminio industrial construida por los alemanes en la Polonia ocupada, bastarían para presentar cargos por complicidad en aquellos asesinatos.

En la central de Ludwigsburg esperan enviar la documentación de estos cincuenta nuevos sospechosos a las Fiscalías competentes en cada caso. Éstas estudiarán de nuevo los informes y decidirán si presentan cargos concretos. El director del Centro Simon Wiesenthal en Israel, Efraim Zuroff, celebró el nuevo paso “aunque no salgan adelante todas las acusaciones”. Zuroff se dice “realista” y asegura que “bastaría con que se presenten cargos formales contra cinco o diez de ellos para que yo me pusiera a gritar aleluyas por el centro de Berlín”.

 

El fiscal: “No se trata de encarclear a nonagenarios, sino de ofrecer justicia”

El Código Penal alemán contemplaba hasta finales de los 60 un plazo de 20 años para la prescripción de los delitos de asesinato. Para evitar que los crímenes nazis quedaran definitivamente impunes con el vigésimo aniversario de la fundación de la República Federal en 1949, los legisladores anularon la prescripción de los delitos de genocidio tras una serie de señalados debates en el Parlamento (Bundestag) de Bonn. Diez años más tarde eliminaron la prescripción de cualquier delito de asesinato.

Schrimm ha explicado que “no se trata de poner ancianos nonagenarios entre rejas”, sino de “ofrecer justicia a las víctimas”. 50 años después del primero de los llamados Procesos de Auschwitz en Fráncfort, los fiscales impulsan esta nueva serie de pesquisas mientras buscan la colaboración con las autoridades de otros países, en particular los suramericanos. Muchos nazis huyeron a América para eludir a la Justicia tras la derrota de Alemania en la II Guerra Mundial. Según contó esta semana el fiscal al diario Süddeutsche Zeitung, “la colaboración con Brasil es prometedora”.

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3 horas atrás

O PODER E SUA MALDIÇÃO

SARAIVA por noreply@blogger.com (SARAIVA13)
 

 

 

Do Blog do Mauro Santayana – 13/04/2013

  Mauro Santayana     (JB) – Desde que a história do poder começou a ser escrita, dela tem sido inseparável o registro da corrupção. Contra a corrupção do poder, Savonarola, sugeriu um governo de santos. Platão um governo de sábios austeros. Em uma de suas famosas cartas, algumas tidas como apócrifas, ele fala da perversão do poder pelo hedonismo em Siracusa – ele que fora mal sucedido conselheiro de dois de seus tiranos, Dione e Dionísio. Pôde entender Platão que uma coisa são as idéias, outras, os homens.  .             Savonarola é o modelo de todos os combatentes da corrupção na História. Coube-lhe opor-se ao mais corrupto e corruptor de todos os papas, Rodrigo Borgia, que ocupou o trono com o nome de Alexandre VI. O frade dominicano desafiou o papado e soube esquivar-se da astúcia do Pontífice, que lhe ofereceu tudo, até mesmo o chapéu cardinalício, com o propósito de  retirá-lo da Toscana, onde se sentia seguro. .            O monge acabou sendo vencido pelas armas, preso, julgado e condenado à morte. Naquele episódio, e em outros, Mamon, o deus do papa, se sobrepôs ao Cristo de Savonarola.              Ainda agora se revela, pelo Wikileaks, que o  considerou natural a repressão no Chile de Pinochet, e exagerada a reação mundial, provocada pelas forças de esquerda, contra o golpe.  .             A morte de Mme. Thatcher convida a uma viagem pela geografia da corrupção por excelência. Provavelmente não se conheça, em toda a História, processo mais extenso e mais profundo de corrupção da política pelo poder financeiro do que o eixo entre Washington, com Reagan, Londres, com a dama de ferro, e o Vaticano, com Wojtyla, no início dos 80. Convenhamos que os que os corromperam souberam fazê-lo. .             Na conspiração, que se selou em encontro na Biblioteca do Vaticano, Reagan e Wojtyla – em menos de uma hora – com a presença de Alexander Haig, acertaram os movimentos coordenados para destruir o sistema socialista, acabar com o estado de bem-estar social no resto do mundo e  globalizar o sistema econômico mundial. Nenhum dos três seria capaz de engenhar o plano, que – tudo indica – lhes foi entregue pelo Clube de Bilderbeg. .             É conveniente registrar que não tiveram muitas dificuldades na União Soviética, cujos burocratas, seduzidos pelo “doce charme da burguesia”, sonhavam com a vida faustosa dos executivos norte-americanos e ingleses.  .             E dificuldades ainda menores nos países em desenvolvimento, alguns deles, como o Brasil, com recursos internos que lhes permitiam resistir à desnacionalização de sua economia. Como se sabe, ocorreu o contrário, com a embasbacada adesão dos dois Fernandos ao Consenso de Washington.  .          O resultado do processo está aí, com o desmoronamento da economia européia, o avanço da pobreza pelos países centrais, e a corrupção, alimentada pelo sistema neoliberal, grassando pelo planeta inteiro. .          Os maiores bancos do mundo exercem diretamente o poder político em alguns países, como o Goldman Sachs o exerceu na Itália, com Mario Monti, e Papademus, na Grécia, até as eleições. Isso sem falar no Banco Central Europeu, sob o comando de Mario Draghi, também do mesmo banco. No passado, os Estados intervinham no sistema financeiro, para controlá-lo e proteger os cidadãos; hoje, os bancos intervêm nos Estados, com o propósito de garantir seus lucros, o parasitismo dos rentistas e as milionárias remunerações de seus “executivos”. .          Para fazer frente ao descalabro da economia, causado pela ficção dos derivativos, os governos europeus cortam os gastos sociais e levam famílias inteiras à miséria e ao desespero. Idosos são expulsos de suas casas, por não terem como pagar as prestações ou os aluguéis, os hospitais públicos reduzem o número de leitos, as indústrias recorrem à falência, e os suicídios se sucedem. Há dias, sem dinheiro para honrar compromissos de pequena monta, um casal de meia-idade, que possuía seu negócio de fundo de quintal, se enforcou, em Civitanova, na Itália. O irmão da senhora, atingido pela tragédia, também se matou, afogando-se no Adriático. ,        Em Portugal – e ali sobram capitais privados ociosos, que adquirem, sôfregos, ativos brasileiros – o desespero atingiu limites extremos, e a União Européia, de joelhos diante dos banqueiros, exige de Lisboa maiores cortes no orçamento social. .          No fim de um de seus mais belos romances, Terra Fria, o escritor português Ferreira de Castro dá à mulher a notícia da presença de um militante revolucionário na cidade:          “Ele disse que chegará o dia em que haverá pão para todos”.           E, com o pão, a dignidade – é a nossa esperança.           

Mauro Santayana é um jornalista autodidata brasileiro. Prêmio Esso de Reportagem de 1971, fundou, na década do 1950, O Diário do Rio Doce, e trabalhou, no Brasil e no exterior, para jornais e publicações como Diário de Minas, Binômio, Última Hora, Manchete, Folha de S. Paulo, Correio Brasiliense, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil onde mantêm uma coluna de comentários políticos.Cobriu, como correspondente, a invasão da Checoslováquia, em 1968, pelas forças do Pacto de Varsóvia, a Guerra Civil irlandesa e a Guerra do Saara Ocidental, e entrevistou homens e mulheres que marcaram a história do Século XX, como Willy Brandt, Garrincha, Dolores Ibarruri, Jorge Luis Borges, Lula e Juan Domingo Perón. Amigo e colaborador de Tancredo Neves, contribuiu para a articulação da sua eleição para a Presidência da República, que permitiu o redemocratização do Brasil. Foi secretário-executivo da Comissão de Estudos Constitucionais e Adido Cultural do Brasil em Roma. 

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3 horas atrás

Maradona é maior que Pelé

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Já o Pelé visitaria o Rei de Espanha e pediria para ser rei do Brasil…

Maradona visita los restos de Chávez y pide el voto para Maduro

El exfutbolista argentino llama a votar por el candidato oficialista en las elecciones del domingo

13 ABR 2013 – 23:48 CET6

Maduro abraza a Maradona ante los restos de Hugo Chávez. / REUTERS

El exfutbolista argentino Diego Maradona visitó hoy el cuartel de Caracas donde descansan los restos del presidente Hugo Chávez y llamó a votar este domingo por el candidato oficialista, Nicolás Maduro. Acompañado por Maduro, Maradona rindió honores a Chávez y asistió al cañonazo de salva que se dispara diariamente en el lugar a las 16.25 hora local, la hora a la que murió el mandatario el pasado 5 de marzo.

“Lo que me dejó Hugo fue una gran amistad, una sabiduría política increíble. Hugo Chávez ha cambiado la forma de pensar del latinoamericano, nosotros estábamos entregados a Estados Unidos y él nos metió en la cabeza que podíamos caminar solos”, dijo al canal de televisión estatal.

Maradona sostuvo que la muerte de Chávez significó para él “una pérdida enorme” y pidió disculpas por no haber podido asistir a sus funerales.

 

más información

Chávez y Maradona mantenían una relación cercana, al calor de su rechazo a Estados Unidos y a los que llamaron “políticas imperialistas”.

De visita en Caracas para apoyar al candidato oficialista, Maradona afirmó que Maduro representa la mejor opción para suceder a Chávez. “Con Maduro vamos a seguir en la misma línea de no dejarnos pisotear con nadie. La gente en las urnas el domingo tiene que reafirmar los conceptos de Chávez a través de Nicolás”, señaló.

Maduro recordó que Maradona “quería mucho a Chávez y Chávez también lo quiso mucho a él”. En el acto, realizado en el llamado Cuartel de la Montaña, en el oeste de Caracas, participaron también la hija menor de Chávez y su segunda exesposa, María Isabel Rodríguez.

El exfutbolista acompañó ayer a Maduro en su acto de cierre de campaña para las elecciones de este domingo, donde casi 19 millones de venezolanos están llamados a las urnas para elegir quién los gobernará en los próximos seis años.

Maradona visita los restos de Chávez y pide el voto para Maduro | Internacional | EL PAÍS

Filed under: MaradonaPelé Tagged: Política  

3 horas atrás

Brasil también vota en Venezuela

FICHA CORRIDA por Gilmar Crestani
 

Dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente

Juan Arias Río de Janeiro 13 ABR 2013 – 15:40 CET9

Henrique Capriles y Nicolás Maduro, en campaña. / AFP

Aunque pueda parecer una paradoja, tanto el candidato venezolano del gobierno, Nicolás Maduro, como el de la oposición, Henrique Capriles, han hecho público que se inspiran en el “modelo Brasil”, que ha sabido conjugar desarrollo económico y fuertes políticas sociales para acabar con la miseria. De ahí que los analistas políticos hayan afirmado que Brasil “también vota en Venezuela”.

Mientras el modelo político de Maduro es el expresidente Lula da Silva, el de Capriles es la mezcla de la política de Fernando Henrique Cardoso, al que define como “socialdemócrata”, y de Lula, sobretodo en el modelo que acuñó en su primer gobierno.

Lula ha grabado un vídeo para apoyar a Maduro en el que afirma que él es “la Venezuela que Chávez soñó”. En una entrevista al diario O Globo, Capriles asegura que no le ha molestado ese vídeo pues reconoce que entre Lula y Chávez existió una gran amistad personal, y además porque, dice “no soy seguidor de personas sino de modelos”. Y su modelo es el de Brasil, gobierne quien gobierne.

La diplomacia norteamericana y Obama en concreto, vieron siempre a Lula como un “moderador” de los arrobos místico socialistas de Chávez, una función que consideraban muy importante y que Lula supo desarrollar magistralmente.

A pesar de la cercanía con el chavismo de la izquierda del Partido de los Trabajadores (PT), que es el partido de Lula y de la presidenta Dilma Rousseff, ninguno de los dos se dejó influenciar por el chavismo puro. Lula mantuvo firme la economía neoliberal de Cardoso y la autonomía de los tres poderes. Y él y Dilma nunca se dejaron, por ejemplo, arrastrar por la parte más de izquierdas del partido que en estos años pedía un “control social” de los medios de comunicación. Dilma llegó a acuñar la célebre frase: “Prefiero el ruido de los periódicos al silencio de tumba de las dictaduras”.

Brasil sabe que sus relaciones con Venezuela son fundamentales tanto económica como políticamente. Con Maduro, dicen los expertos, Brasil continuará haciendo de moderador del chavismo más duro y podría ser un elemento importante para que Venezuela no se enzarce en guerras intenstinas, ahora, sin la fuerza del carisma de Chávez. Con Capriles, Brasil no tiene dudas de que Venezuela abrirría nuevos caminos de cooperación y que se reforzaría el Mercosur.

De ahí que si es cierto, simbólicamente, que también Brasil vota en Venezuela, igualmente lo es que Venezuela está votando quizás la apertura de una nueva era de colaboración más estrecha con Brasil, dos gigantes del petróleo llamados no sólo a entenderse sino a trabajar juntos por el futuro del continente. De ello podrá depender además una relación más estrecha de ambos países con la administración de la Casa Blanca.

Brasil también vota en Venezuela | Internacional | EL PAÍS

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4 horas atrás

Ruralistas tentam retirar poderes da Funai

 
: Esta semana a bancada ruralista na Câmara deve se reunir com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa. No encontro, os parlamentares vão pedir a conclusão do julgamento da Terra Indígena Raposa Serra do Sol 
4 horas atrás

EUA prometem defender Japão da Coreia do Norte

 
: O Japão está dentro da área de alcance dos mísseis norte-coreanos e por isso o país vem tomando precauções. No sábado, a Agência Nacional de Notícias da Coreia (KCNA) sinalizou que qualquer tentativa do Japão de abater os mísseis norte-coreanos resultaria em guerra 
4 horas atrás

A grande mídia é intolerante

 
Há um bloqueio radical da circulação da opinião, cuja divulgação é orientada pela empresa de comunicação, a partir dos valores culturais, ideológicos e políticos dos seus proprietários 
4 horas atrás

Estadão vê PIB fraco, mas pede “alta significativa dos juros” e “tranco na economia”

 
: Há sinais contraditórios no jornal da família; de um lado, o editorial aponta uma economia frágil, com baixo crescimento; de outro, o colunista Celso Ming cobra uma postura firme do Comitê de Política Monetária, comandado por Alexandre Tombini 
5 horas atrás

Dora: Dilma e Eduardo são “inimigos cordiais”

 
: Segundo a colunista do Estadão, Dilma atua com “mãos de ferro calçadas em luvas de veludo” na sua relação com o governador pernambucano 
5 horas atrás

Danuza prevê patrões de domésticas fora da lei

 
: Colunista da Folha, ela volta a comentar a PEC das Domésticas e diz que o governo está interferindo demais nas relações entre empregadores e empregados; ela também criticou a lei municipal do Rio que multa os moradores que atirarem lixo nas ruas 
8 horas atrás

CLOSE UP by Anish Adhikari

 
 

CLOSE UP by Anish Adhikari

 

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8 horas atrás

demoiselle by Vadim Abrazhevich

 
 

demoiselle by Vadim Abrazhevich

 

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9 horas atrás

Street is colorful (part IV) by Jacek Gadomski

 
 

Street is colorful (part IV) by Jacek Gadomski

Photo captured during trip to Vietnam at Hội An (Minh An)

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