Pena maior a menor infrator opõe Dilma e Alckmin

 
: Questão foi levantada pelo assassinato do estudante Victor Hugo Deppman, de 19 anos, morto por um adolescente de 17 anos na terça-feira; o infrator completa 18 anos nesta sexta, mas responde pelo crime como menor; governador de São Paulo, Geraldo Alckmin anunciou que vai encaminhar ao Congresso projeto de lei que propõe punição mais rígida a adolescentes envolvidos em casos graves de violência; “A gente é completamente contra”, avisou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho   
15 horas atrás

Uma visão sobre “O Olho Itinerante”

AMALGAMA por Daniel Kamykovas
 
"O olho itinerante", de Jorge Emil

“O olho itinerante”, de Jorge Emil

Terceiro livro publicado pelo ator e poeta mineiro Jorge Emil, O olho itinerante surpreendeu-me. O principal motivo da surpresa foi a estrutura da obra: pelo simples fato dela existir.

Livros de poesia contemporânea quase sempre são coletâneas de poemas, raramente possuindo algum tipo de coesão. Este, ao contrário, se compõe de nove partes (“cantos”?) semanticamente relacionadas com o olhar, o olho, a percepção do mundo e sua interpretação lírica. A lírica consiste na arte de separar do tempo o instante para, assim, buscar sua eternidade, com o perdão do uso deste termo grandiloquente.

Uma espécie de retrato, uma pintura, ou um instantâneo de Polaroid (foto de instagram? Bah!). Esta imagem diz muito mais do sujeito do que do objeto – tanto que o sujeito pode se confundir com o próprio objeto. É uma imagem que advém da, digamos, “alma”. E se de fato for boa, provocará uma reação no leitor – ainda que negativa. Um poema ruim é um poema que não provoca emoções.

Certamente, os poemas do Emil conseguiram algumas reações de minha parte. É o que basta para que eu possa respeitá-lo como poeta, como artista. Mas, sensibilidades variam e a poesia é o campo da subjetividade. Para saber se o caro leitor que ora me empresta sua atenção vai se identificar ou não, teria de ser vidente, e não me interesso por artes divinatórias.

Alguns poemas pra vocês:

PERGUNTAS APÓS O DILÚVIO

Cada um, ao deus-dará,
está preso por um nó
à sua casquinha de noz?
À deriva, bilhões de nozes?
São vozes de fugitivos
as borbulhas lá no fundo?
Quis o mundo estar a sós?
O mundo todo se inunda
só pra livrar-se de nós?

 

CONSTRUÇÃO DE PAISAGEM

O olho, amargo de quanto já viu,
ao ver o horizonte ser tão só sertão
– mais longo e largo do que imaginara – ,
para pra descansar. À beira de um lago
que suas próprias lágrimas criarão.

 

CORDA

Um quadro sem ritmo está condenado.
O que a frase persegue é andamento.
Cadência é não cair. Faço ideia
de que fosso surgiria não fosse
um fio: a melopéia me sustento

O autor é adepto do verso livre e branco: versos brancos cheios de aliterações, assonâncias, jogos de sons e de sentidos; e livres remetendo às redondilhas, nos versos mais curtos, e aos decassílabos e alexandrinos, nos mais longos. Os poemas são concisos, embora parte de uma estrutura, cada qual encerra seu próprio significado. Muitos são monostróficos, soando perfeitamente bem quando lidos de um fôlego só, passando uma ideia de urgência meditada. Aliás, é ritmo do autor. Não sendo moroso, também não é frenético. Caminha com firmeza, “moderato”, se me permitem o empréstimo de um termo musical, até porque muitos poemas são dotados de uma musicalidade evidente. E, atrevo-me, uma musicalidade mineira.

Entretanto, como não recebo jabá, não estou apaixonado pelo cara e tenho nojo dessa política de “brodagem” que impregna toda a produção cultural no Brasil, tenho que dizer inconveniências (ou inconfidências). O livro tem defeitos. Por vezes os recursos de linguagem não funcionam, não soam bem, remetendo-me a letras de um determinado tipo de rock/mpb que abomino. Um ou outro coloquialismo que não funciona, um desfecho infeliz, uma onomatopéia meio tonta. Comprometem a obra? Não! E garanto que todos os heróis literários dos leitores também cometeram seus erros. E sinceramente, gosto de formas fixas, que o autor não cultiva, pelo menos aqui. Mas, conforme anteriormente dito, há valor. Um grande valor.

Recomendo a todos que gostam de poesia brasileira, especialmente para aqueles que ficam lendo os velhos medalhões da geração de 45 em loop infinito, se esquecendo que o tempo passa, muita gente escreve e que poesia tem de ser viva. Ainda que, claro, só esse mesmo tempo vá dizer quem vai e quem fica. Mas é muito covarde ler – e gostar – apenas de quem a posteridade já lavrou sentença.

::: O olho itinerante :::
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15 horas atrás

Chorando por causa do comunismo

HARIOVALDO por Sílvio Caldas
 

 

http://www.youtube.com/watch?v=XjMNOouIb0k

 

Ao ver nossa pátria completamente dominada pelo comunismo só me resta o pranto convulsivo. Depois secar as lágrimas e tomar uma taça de Romanée-Conti…

19 horas atrás

STF pop star ameaça democracia

CIDADANIA por eduguim
 

 

As associações de magistrados que divulgaram notas de protesto contra o tratamento truculento, exibicionista, absurdo que lhes dispensou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, na semana que finda, citaram um dos aspectos mais revoltantes da conduta do indivíduo que comanda o Poder Judiciário no Brasil: a “premeditação”.

Muitos talvez não tenham atentado para esse detalhe da cena que Barbosa protagonizou, pois a imprensa foi chamada por ele para acompanhar a sessão de humilhação a que submeteu juízes togados que, no mínimo, deveriam ter sido tratados com respeito, mas que foram pisados e depois escorraçados do gabinete dele.

Aí reside a “premeditação” a que aludiram as associações de magistrados vitimadas por Barbosa: a intenção de usar seus colegas de magistratura para se promover como o grande cruzado da moralidade nacional.

Se Barbosa fosse o único naquela Corte a se comportar dessa forma, não seria nada. Contudo, à exceção dos ministros Ricardo Lewandowski e José Antonio Dias Tóffoli, todos os outros membros do Supremo oriundos do período em que foi encenado julgamento da Ação Penal 470, vulgo julgamento do mensalão, tornaram-se pop stars a convite da grande mídia.

Ressalte-se que Dias Tóffoli não está livre de críticas, pois, apesar de não ter sido transformado pela mídia em pop star, deixou-se intimidar por ela e, de forma pusilânime, condenou sem provas o deputado José Genoino.

De resto, os outros ministros todos se transformaram em estrelas de um “show judiciário”.

Aliás, o comportamento adolescente de Luiz Fux, por exemplo, na festa de posse do novo ministro do Supremo, ano passado, quando tomou uma guitarra e desatou em cantoria, assumindo, sem um mínimo de pudor, o papel de pop star, tornou-se emblemático.

Um colegiado que é também a instância máxima do Poder Judiciário brasileiro deveria se pautar pela sobriedade. Juiz não deveria ser notícia, não deveria posar para as câmeras, não deveria falar fora dos autos, de forma a inspirar confiança nos seus jurisdicionados, no conjunto da sociedade.

Um juiz confiável, no que tange sua capacidade de promover justiça, deve ter o comportamento de um sacerdote. Juízes que dão shows e que acompanham o que acreditam ser o “clamor da sociedade” não passam de enganadores, pois não desempenham a nobre função que lhes foi confiada.

Quem não se lembra das entrevistas à Globo da ministra Carmem Lúcia durante as eleições do ano passado, quando comandou a Justiça Eleitoral? Nunca tinha visto antes uma midiatização do TSE como aquela.

Os membros do STF tornaram-se habitués da mídia, dando declarações sobre tudo, até sobre política, como o ministro Marco Aurélio Mello, que chegou a justificar a ditadura militar criminosa que fustigou o Brasil dizendo-a “um mal necessário”.

Ou seja: um membro da cúpula da Justiça brasileira justificou uma das maiores injustiças que este país já viveu. É pouco ou quer mais, leitor?

Urge que a sociedade se levante através de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, as associações da magistratura, os Poderes Legislativo e Executivo, os movimentos sociais, pois precisamos parar de brincar com a Justiça, pois a ela todos estamos submetidos, inclusive os patetas que se deleitam com juízes dando showzinhos como os de Barbosa e Fux.

19 horas atrás

Decisão em Caracas

SUJO por Esquerdopata
 
Mauro Santayana

Interessa-nos, sim, e muito, o resultado das eleições venezuelanas do próximo domingo. Sendo assim, convêm-nos examinar o quadro sem as lunetas da paixão ideológica. Se o opositor Capriles, por essa ou aquela razão, desmentir o favoritismo de Maduro, e ganhar o pleito, não terá como inverter o curso histórico do país. 
Ainda que, nesse caso, seja possível uma guinada à direita, ela não ocorreria logo. A menos que se desse depois de sangrenta guerra civil. A História, antiga e contemporânea, nos ensina que, havendo imperialismo, guerras civis surgem por todo lado. Uma guerra civil, no entanto, pode levar anos e desorganizar a economia. E pode, até mesmo, favorecer o lado aparentemente mais fraco. 
O mais importante legado de Chávez não está em sua política distributiva, mas, sim, no que ela representou na alma do povo venezuelano. Os venezuelanos pobres são a imensa maioria do povo. Eles assumiram a consciência da dignidade como um bem coletivo, e não parecem dispostos a renunciar a esse sentimento. 
O militar, sendo mestiço, soube falar com a emoção ameríndia. Ele disse aos indígenas, e aos mestiços como ele, que a Venezuela é um bem comum de seu povo, e não colônia estrangeira. Seu discurso sempre foi autêntico.  
Seu opositor, Henrique Capriles Radonski, continua a ser visto como multimilionário,  venezuelano de primeira geração, de origem européia – distante da visão universal do povo. 
Em  tática eleitoral conhecida, tenta agora linguagem menos agressiva, na tentativa de angariar votos entre aqueles chavistas que preferiam outro candidato em lugar de Maduro. 
O sucessor de Chávez tem cometido erros primários, ao tentar, sem o mesmo carisma, a sintaxe emotiva do ex-presidente. Isso pode inspirar a cunha oposicionista e beneficiá-la, mas de forma marginal.  
Ao Brasil, como país, não interessa mudar a sua postura diante de Caracas, mesmo no caso em que a oposição vença. As nossas relações comerciais devem ser mantidas. Temos  imenso saldo na balança comercial e os nossos empresários que, em natural pragmatismo, não participavam do coro dos meios de comunicação contra o chefe de Estado da Venezuela, não querem perder os bons negócios que se iniciaram ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso, e se ampliaram na administração de Lula e Dilma.  
Se não nos interessa mudar a postura nas relações com a Venezuela, no caso de eventual vitória da direita, com Capriles, é natural que essa hipótese nos preocupe, tendo em vista os nossos interesses continentais. 
Derrotada a esquerda, o governo de Caracas se alinhará aos Estados Unidos, e buscará, ali, as importações de que necessita, deslocando-nos do importante mercado. 
Além disso, as organizações regionais de que participamos, como o Mercosul e a Unasul, serão erodidas, pela ação direta de Washington. 
Capriles, o candidato oposicionista, como se sabe, não é judeu ortodoxo. Converteu-se ao catolicismo e foi ativo militante do ramo venezuelano da nossa famigerada TFP, em seus anos mais jovens. Há notícias de que pertence também à Opus dei. 
Todas essas razões convocam a nossa atenção para o pleito de domingo. 

11 de Abril de 2013 20:52

Eleições 2014? Dilma diz que Brasil “respeita a diversidade e é contra a discriminação” e Senador Aécio Neves diz ser contra Marco Feliciano e a favor do casamento gay

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
As eleições para a presidência da república no Brasil é apenas no próximo ano, mas, obviamente, a campanha política, de uma forma ou de outra, já começou.  E pelo visto, o público LGBT do Brasil pode estar, ou não, no interesse dos principais candidatos: 
Apesar das óbvias razões políticas, é de se estranhar que a presidenta Dilma Roussef não tenha se pronunciado, ainda, sobre o deputado pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Além disso, também tivemos a visibilidade das declarações de Joelma da banda Calypso e a revelação de Daniela Mercury viver um relacionamento com outra mulher…   
…. mas fato é que, na últma sexta-feira, em seu discurso na inauturação da Arena Fonte Nova, em Salvador, Dilma, sutilmente, abordou a diversidade em suas falas. A presidenta disse: 
“Eu quero dizer para vocês que o Brasil é um país, hoje, com uma democracia consolidada. Uma democracia que respeita a diversidade, que é contra a discriminação” 
“Um país que sabe que é capaz de lutar pela superação da pobreza tem de lutar pela superação de todas as formas de discriminação” 
“Eu sempre destaco, quando me refiro à discriminação, a questão do acesso das populações marginalizadas, o problema das cotas raciais e sociais às universidades. Queria dizer que este país só é respeitado no cenário internacional porque ele se respeita e, por isso, talvez sejamos o país que melhor utilizou o crescimento econômico para elevar o padrão de vida de sua população.” 
Infelizmente é aquém do que realmente queremos ouvir da presidente, principalmente quando pensamos em presidentes como Barack Obama, que, por exemplo, divulgou a imagem abaixo em suas redes sociais recentemente, enquanto a corte dos Estados Unidos debatia a legalidade do casamento gay no país. 
Será que ela falará algo mais consistente? Mas como dizem… “é o que tem pra hoje”. 
 

Na oposição, literalmente,  o senador Aécio Neves (PSDB/MG), forte candidato à presidência do país pelo partido, concedeu entrevista à Folha de São Paulo, publicada no último domingo, e respondeu diretamente sobre dois assuntos que nos  interessa:  a polêmica sobreo deputado pastor Marco Feliciano e a legalização do casamento gay.Abaixo, o trecho: 
O que você acha da polêmica em torno do pastor Feliciano (PSC/SP), na Comissão de Direitos Humanos da Câmara? Eu acho que deixaram isso ir longe demais. Ele mostrou ser um sujeito totalmente despreparado, independentemente de suas convicções. Ele está fazendo um grande marketing pessoal, as pessoas não compreenderam isso ainda. Criaram um problema que agora vão ter de desatar. 
É a favor da união civil gay? Eu já me manifestei mais de uma vez. Sou a favor. É a realidade do mundo moderno, ninguém é contra a realidade do mundo. Isso já foi. Respeito quem tem posição divergente, lamento apenas que a pauta da Câmara esteja concentrada nisso. 
Pois bem, fiquemos atentos… não só aos candidatos à presidência, como os demais. Ou seja, 2014 não vai ser (mesmo) só Copa do Mundo! 😉 

11 de Abril de 2013 18:56

Beijo gay pode acontecer em “A Grande Família”

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
A nova temporada do seriado “A Grande Famíilia”, exibido pela Rede Globo, promete exibir o primeiro beijo gay masculino da TV aberta. Segundo o diretor geral da série, Luís Felipe Sá, Tuco (Lúcio Mauro Filho) vai ser convidado para fazer um filme, cujo roteiro prevê um beijo em outro ator (Thiago Lacerda).

Porém, caberá a Tuco aceitar ou não. Mas ao que tudo indica e pelo suspense deixado no ar pelo diretor, o beijo gay vai mesmo rolar. Apesar de alguns episódios da nova temporada já terem sido gravados, este ainda não foi. Aguardemos!

11 de Abril de 2013 11:22

Uruguai legaliza casamento gay! É o segundo país da América Latina.

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
Como divulgamos aqui no Muza, na última semana, o senado do Uruguai havia aprovado a a lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Porém, o projeto ainda precisava ser submetido à votação na Câmara dos Deputados e, assim, a previsão era que no final de abril ou início de maio o casamento gay fosse aprovado e legalizado no país, mas… não foi preciso esperar tanto! 
Ontem, quarta-feira, 10 de abril, o Uruguai se tornou  segundo país latino-americano a tornar lei a união entre pessoas do mesmo sexo. O primeiro país, como já sabem, foi a Argentina.  
Como esperado, a Câmara referendou o projeto “matrimônio igualitário”. A lei, agora, afirma que o ‘matrimônio civil é a união permanente de duas pessoas de distinto ou igual sexo’.Gritos de “Liberdade, Liberdade” gritou uma multidão nas galerias, conforme informou o site G1.  
A partir da vigência da lei, no prazo de 90 dias, a idade mínima para contrair matrimônio será de 16 anos. Atualmente, é de 12 anos para mulheres e de 14 anos para os homens. 
E se você acha que o Uruguai começou por aí, você está, felizmente, enganado. Nos últimos anos o país vizinho do Brasil legalizou a união civil de homossexuais, a adoção de crianças por parte de casais do mesmo sexo, a mudança de nome e de sexo na identidade e o ingresso de homossexuais nas Forças Armadas.  
Infelizmente, neste caso, o jardim do vizinho é mais bonito! Chupa Brasil! 😉  
Com informações do G1 e site Terra
10 de Abril de 2013 17:44

Reality show com e sobre gays mais velhos? Sim! Conheça “Golden Gays”

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
 
Golden Gays: um reality show só com homossexuais beeeeeem mais velhos. É isso mesmo! Uma TV canadense, Slice, resolveu inovar ao criar um reality show que mostra o dia a dia de um grupo de idosos da terceira idade em Palm Springs, Califórnia. 
Os participantes têm perfis bem diferentes. Tem ursos, lésbicas ladies, amantes de couro, butches, entre outros. Mas ambos chutaram a porta do armário ainda nos anos 1970 e, por isso, precisaram ser bem ousados e corajosos para tomarem tal atitude naquela época. E agora, eles querem só colher os frutos de uma vida já ganha. E sabe como? Farreando! 
A primeira temporada de “Golden Gays” conta com 13 episódios e estreou no fim de março. Veja abaixo um vídeo do programa. 

 
 

 

10 de Abril de 2013 11:07

Saiba como declarar seu parceiro (a) como dependente no Imposto de Renda

MUZA por noreply@blogger.com (Valmique)
 
 
Desde 2011, a Receita Federal passou a permitir que casais homossexuais incluam seus parceiros como dependentes na declaração do imposto de renda. Mas para que a declaração seja aceita, o casal deve comprovar união estável homoafetiva por acordo judicial ou contrato feito em cartório. Contudo, o dependente precisa ter renda inferior ao teto de isenção do Imposto de Renda, que em 2013 é de R$ 24.556,65. 
Fiquem atentos aos prazos para não caírem na malha fina. A declaração de 2013 será recebida até o dia 30 de abril e a multa mínima para quem não entregar no prazo é de R$ 165,74. Há duas formas de enviar o documento: pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. 
Assim como nas declarações conjuntas de casais heterossexuais, nas de casais gays também é possível deduzir despesas médicas, com educação e doações do companheiro. O valor para desconto por dependente legal é de R$ 1.974, 72. 
Com informações do IG Economia
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