Entenda a ditadura da Globo

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Entenda a ditadura da Globo

por Rilton Nunes Por Eduardo Guimarães 
 

Ouso dizer que se de repente a Globo simplesmente evaporasse da face da Terra, nem os outros braços do aparato político-ideológico-midiático que a organização multimídia da família Marinho lidera iriam chorar por seu sumiço; comemorariam com fogos de artifício 

A parcela da sociedade política e ideologicamente alinhada aos governos progressistas que há uma década vêm conseguindo manter o poder contra essa máquina midiática, vem cometendo um erro de avaliação sobre o que convencionou chamar de “grande mídia”. Hoje, no Brasil, há um só grupo de mídia que, nadando contra a corrente que arrasta outros grandes grupos, vem obtendo lucros estratosféricos, crescendo e se solidificando a cada ano: as Organizações Globo. É um fenômeno impressionante. De 2002 a 2012, a Globo perdeu 22% de sua audiência em rede nacional. Em 2002, no Painel Nacional de Televisão (PNT), a média diária da emissora, entre 7h à 0h, era de 22,2 pontos. De janeiro a agosto de 2012, a média diária foi de 17,4 pontos. Cada ponto equivale a 191 mil domicílios no país. Em uma década, porém, a participação da Globo nos investimentos publicitários em TV aberta se manteve em 70%. O faturamento bruto da TV aberta da Globo com anúncios passou de R$ 5,65 bilhões em 2002 para R$ 18 bilhões em 2011. Mais impressionante ainda: o lucro da Globo, ano passado, subiu 36% e chegou a R$ 2,9 bilhões – um aumento de 35,9% ante o resultado do ano anterior –, apesar da queda de audiência. O paradoxo entre queda de audiência e aumento do faturamento se deve à estratégia multimídia das Organizações Globo. Além da principal emissora de TV do país, o grupo também detém jornais e revistas, além de participação em empresas como a Net e Sky e nos canais pagos da Globosat, como SporTV, Multishow e Telecine. Não existe país nenhum no mundo com um império de comunicação como esse. Isso ocorre enquanto outros grandes grupos de mídia como a Rede Record, o Grupo Folha, o Grupo Estado e a Editora Abril vêm amargando seguidos prejuízos. O mais impressionante é o resultado publicitário da Globo no que tange a verbas oficiais. Apesar da queda de audiência, as plataformas de mídia globais açambarcam 64% das verbas de publicidade do governo federal. Como resultado dessa ditadura midiática e política, os irmãos João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto Marinho ocupam, respectivamente, o 7º, o 8º e o 9º lugares na lista que a revista Forbes publica dos homens mais ricos do Brasil. João Roberto e Roberto Irineu acumulam hoje uma fortuna de 8,7 bilhões de dólares cada um. Já José Roberto tem uma fortuna estimada em 8,6 bilhões de dólares. Como não existe um marco regulatório que vete a monopolização de tantas plataformas de mídia – que, em enorme parte, são concessões públicas entregues aos Marinho pelo governo federal –, enquanto a Globo lucra como nunca os grupos de mídia que atuam politicamente em consonância com a ditadura global vão ficando com as gordas migalhas que caem da mesa, mas que não bastam para impedir-lhes os problemas financeiros. Mas por que, então, vemos impérios de comunicação como o Grupo Folha, o Grupo Estado, a Editora Abril e outros aliarem-se à guerra aberta que a Globo, de forma aparentemente inexplicável, trava com um governo federal que se entrega à sua voracidade por dinheiro e concessões públicas? A questão parece ser muito mais ideológica do que prática. Apesar de forrar as Globos com a parte do leão das verbas e das concessões públicas, os governos do PT são vistos pelo resto da grande mídia como inimigos do capitalismo. As famílias Frias, Mesquita, Civita e congêneres acham que um governo tucano, por exemplo, distribuiria mais benesses ainda e as salvaria de uma situação que, em verdade, deve-se à voracidade Global. Assim, os governos do PT tornaram-se o inimigo comum de grupos de mídia que, por trás da aparente cordialidade, são adversários ferozes na disputa pelas benesses do Estado. Mas a Globo não prejudica o resto da comunicação no Brasil apenas ficando com quase tudo em termos de publicidade oficial e privada. A hegemonia da organização da família Marinho prejudica o país ao impor costumes, vetar projetos governamentais, leis, ao difundir ignorância, preconceito e muito mais. O padrão “racial” da publicidade e da televisão brasileiras, por exemplo, que exclui a verdadeira etnia de nosso povo, é oriundo de uma visão da Globo sobre o país. Novelas, publicidade, tudo o que se vê retrata um país de aparência europeia porque a Globo criou e mantém esse padrão. A ausência de programas que discutam o país, que se aprofundem em debates importantes, inclusive políticos, é oriunda de uma programação da Globo feita para emburrecer e alienar o espectador. Como a Globo é uma receita de sucesso, seu padrão é seguido pela concorrência na mídia eletrônica, sobretudo na televisão. Haja vista as cópias de excrescências como o Big Brother em outras emissoras, das novelas bobinhas com elenco ariano etc. A teledramaturgia global, em particular, é dramática – para fazer um trocadilho. Novela após novela é encenada no eixo Rio-São Paulo, com enredos que se repetem sem parar, com vilões e mocinhos – e mocinhas – idênticos, sempre exaltando as classes sociais abastadas a que a cúpula da Globo pertence. Todo esse poder da Globo se deve à sua capacidade de chantagear a classe política. Executivo, Legislativo e Judiciário ajoelham-se no altar Global de Norte a Sul do país. Nem a Presidência da República escapa. Apesar de não vir conseguindo eleger o presidente da República desde 2002, a Globo, ao levar escândalos reais e inventados ao Jornal Nacional, novelas, programas humorísticos etc., selecionando os que quer expor e os que quer esconder, consegue a subserviência da República aos seus ditames. Se até os grandes grupos de mídia além da Globo estão sendo sufocados por ela, imaginemos o que acontece com a mídia dita “alternativa”, que deve desaparecer em poucos anos se nada mudar. Todavia, a própria grande mídia – Globo excluída – não deve resistir tanto assim. Com o passar do tempo, os Marinho irão adquirindo participações de tudo até que estabeleçam um imenso monopólio da comunicação nacional. Não existe um só país da importância do Brasil e no qual vigore regime verdadeiramente democrático que tenha praticamente toda a comunicação nacional sob o tacão de uma única família, de um único império empresarial de comunicação.Após uma década de governos progressistas que conseguiram distribuir renda, diminuir a pobreza e avançar em termos de solidificação da economia, com aumento exponencial de infraestrutura etc., o Brasil caminha para a Idade Média nas comunicações. Como livrar o pais da ditadura da Globo? Boa pergunta. Se nem após dez anos de governos do PT conseguimos dar um mísero passo para desconcentrar o poder que a família Marinho começou a acumular graças à ditadura, parece quase impossível mudar isso agora. A Globo não tem hoje menos poder, tem mais, muito mais. E esse poder está crescendo a cada ano. E se em 2013 conseguir colocar um despachante no lugar de Dilma no Palácio do Planalto, melhor será mudar o nome do país para República Global do Brasil. SINTONIA FINA – @riltonsp   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

IG e sua fabrica de escândalos “O que a imprensa publicou sobre investigação de Lula, o fez por sua conta e risco – afirma MPF”

por Rilton Nunes 
Marcelo Bancalero

Essa imprensa  não se cansa de produzir factoides!

Como a farsa do MENTIRÃO ,está com os dias contados, resolvem atacar Lula diretamente. E para isso, utilizam-se de  sua liberdade abusiva para plantar escândalos. 

Mancharão a reputação de muitas pessoas ligas ao PT, com intenções escusas.


Erenice Guerra, Palocci, Orlando Silva, Zé Dirceu, Genoino, João Paulo Cunha, Pizzolato…

Bastou ser petista, pra correr o risco de ter sua reputação colocada em risco por essa corja de golpistas!
Todos os  que sofreram  ataques desta imprensa bandida provaram sua inocência.

O Alvo sempre foi o PT, foi Lula!
E agora isso está mais que provado!

Querem tirar a credibilidade de quem está acabando com as chances eleitorais desse partido de bandidos, o PSDB. E não se deixem enganar, eles tem mais  escândalos  pré-fabricados prontos para serem lançados nas casas dos brasileiros pela mídia bandida até 2014.
Mas eles podem até insistir na condenação dos petistas na AP 470. Porém, o povo já tem acesso à documentação que mostra o jogo de interesses por  trás da farsa montada.

Agora a população, o próprio Lula deveriam cobrar pelo direito de resposta na telinha do Plim Plim que deu a notícia falsa, como se fosse fato.

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Lula não é citado em investigação do Ministério Público


O Ministério Público Federal no DF (MPF/DF) confirmou, na tarde desta quarta-feira, que requereu à Polícia Federal a instauração de inquérito para “apurar um dos fatos descritos pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza em depoimento prestado à Procuradoria Geral da República (PGR) em setembro de 2012″, conforme nota publicada no último dia 5. Mas, em nenhum momento, afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria envolvido nesta ação, como esclareceu a instância judicial, por meio de sua porta-voz, Carla Zanetti, em entrevista ao Correio do Brasil. – O que a imprensa publicou (acerca das ilações quanto ao ex-presidente Lula estar envolvido no processo), o fez por sua conta e risco – afirmou Zanetti. O que a nota expedida pela instituição pontuou, acrescenta, é que “o teor específico desta ação corre sob sigilo de Justiça” e o relato “divulgado na imprensa” não seria confirmado ou negado pela promotoria exatamente porque está protegido do conhecimento público. O pedido de investigação à Polícia Federal, segundo confirma o MPF, restringe-se à informação de Valério sobre o citado “repasse de US$ 7 milhões por parte de fornecedora da Portugal Telecom em Macau (China), ao Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de contas bancárias no exterior”. Se houve realmente o fato e quem estaria nessa operação; além de todas as demais questões relativas ao processo, segundo Zanetti, “serão apuradas ao longo da investigação”. Em nenhum momento, porém, o Ministério Público teria citado o ex-presidente Lula. Quando foram publicadas as primeiras notícias sobre o um provável depoimento de Marcos Valério sobre o possível repasse de recursos à Portugal Telecom, o ex-presidente Lula teria dito a repórteres que o publicitário era um “mentiroso” e, depoi,s não tocou mais no assunto. Novamente questionado sobre o tema, o ex-presidente afirmou, por meio de nota assinada pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que “não há nova informação em relação às que foram publicadas há cinco meses” SINTONIA FINA – @riltonsp   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

A GLOBO E SEU MODO “SUTIL” E “CANALHA” DE PEDIR A ALTA DOS JUROS

por Rilton Nunes  
Em vez de pendurar uma melancia no pescoço, a apresentadora Ana Maria Braga colocou um colar de tomates e disse estar usando uma “joia”; capa desta quinta-feira do jornal O Globo reforça o pedido por juros maiores; no entanto, sinais da economia são contraditórios, o que dificulta a ação do Banco Central e de seu presidente, Alexandre Tombini; vendas no varejo caíram 0,4%… 

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária será decisiva. Nos dias 16 e 17 de abril, os diretores do Banco Central avaliam se a taxa básica de juros, a Selic, deve subir para frear a economia e conter a inflação, que ultrapassou momentaneamente o teto da meta, fixado em 6,5%. A pressão para que os juros subam, como se sabe, é intensa e tem motivações não apenas econômicas, mas também políticas. Uma economia em ritmo ainda mais lento poderia retirar da presidente Dilma Rousseff seu maior trunfo eleitoral, que é o desemprego ainda muito baixo e nos menores níveis da história recente. Do time que trabalha pela alta dos juros, há banqueiros, economistas, colunistas de jornais e, agora, uma apresentadora de televisão. É Ana Maria Braga, que, na Globo, apresenta o programa de variedades “Mais você”. Ontem, ao vivo, ela decidir aparecer não com uma melancia no pescoço, mas com um colar de tomates. Disse estar usando “uma joia”. Foi assim, com a sutileza de um elefante, que a Globo decidiu reforçar a campanha pela alta dos juros num programa voltado a donas de casa.  No entanto, a decisão de abril do Copom será das mais difíceis. Embora a inflação tenha superado o teto da meta, a própria colunista Miriam Leitão, também do Globo, reconhece que é um fenômeno apenas momentâneo. Os preços de alimentos começam a cair e as vendas no varejo, um bom termômetro da atividade econômica, recuaram em fevereiro. Leia, abaixo, notícia da Reuters sobre a retração do varejo, que acaba de ser divulgada: Vendas no varejo brasileiro caem 0,4% em fevereiro–IBGE quinta-feira, 11 de abril de 2013 09:04 BRT RIO DE JANEIRO, 11 Abr (Reuters) – As vendas no varejo brasileiro tiveram queda de 0,4 por cento em fevereiro ante janeiro e, sobre um ano antes, caíram 0,2 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Analistas ouvidos pela Reuters previam que as vendas subiriam 1,2 por cento em fevereiro ante janeiro, segundo a mediana das projeções de 21 economias. As contas variaram de zero a 2,80 por cento de alta. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a expectativa era de alta de 3,65 por cento de acordo pela mediana de 20 projeções, com as projeções ficando entre 1,30 e 6,50 por cento. SINTONIA FINA – @riltonsp – com 247

10 horas atrás

“Hatari!”, de Howard Hawks (trailer)

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

“Hatari!”, de Howard Hawks (trailer)

por noreply@blogger.com (André Setaro)   Compartilhar  Marcar como lido  Curtir  

10 horas atrás

Dirceu prepara nova cartada contra o Mentirão

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Dirceu prepara nova cartada contra o Mentirão

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa dormindo Dirceu prepara nova cartada contra a AP 470  Brasil 247 – Uma nova estratégia deve ser adotada pelos réus condenados na Ação Penal 470, além dos recursos que serão apresentados no Supremo Tribunal Federal (STF): a revisão criminal. O ex-ministro José Dirceu, por exemplo, condenado a dez anos e dez meses de prisão no julgamento do ‘mensalão’, afirmou que sua defesa entrará com o pedido assim que o processo estiver concluído. “A revisão criminal pode anular o processo”, disse ele, ao jornal Valor Econômico. A estratégia está prevista no artigo 621 do Código de Processo Penal e pode ser utilizada depois do trânsito em julgado de uma condenação criminal, ou seja, depois que for publicado o acórdão do julgamento – o que, no caso da AP 470, deve acontecer nos próximos dias, uma vez que todos os ministros do Supremo já entregaram a revisão de seus votos. A revisão criminal é um processo autônomo, diferente dos dois tipos de embargos a que a corte pode receber: embargos de declaração ou embargos infringentes. No caso da revisão criminal, ela é permitida quando “a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos”, quando “se fundar em depoimentos, exames ou documentos comprovadamente falsos” e quando, após a sentença, “se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuição especial da pena”, explica a reportagem. Um dos argumentos de Dirceu para entrar com o recurso é o de que não houve dinheiro público envolvido no caso do ‘mensalão’. Ele explica: os recursos tiveram origem em empréstimos feitos pelas empresas do publicitário Marcos Valério no Banco Rural que foram repassados ao PT – e não em desvios de dinheiro da Câmara dos Deputados e do Banco do Brasil. O petista alega ainda que o Supremo cometeu um erro gravíssimo ao considerar que os recursos da Visanet eram públicos, quando, na verdade, eram privados. A entrevista concedida à Folha de S.Paulo nesta quarta-feira, pela qual Dirceu faz acusações contra o ministro Luiz Fux, que teria prometido sua absolvição no julgamento em troca de uma vaga na corte, é apenas uma parte do que sabe o ex-ministro do governo Lula. Até um livro sobre o ‘mensalão’ poderá sair em meio a sua batalha contra a condenação. “Se a indesejada [a morte] não vier me visitar, como diz o Paulo Coelho, eu vou lutar até o meu último suspiro”, disse ele.
Share/Bookmark às 13:000 comentários Links para esta postagem Marcadores: Ação Penal 470MentirãoZé Dirceu   Do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  2 horas atrás

Como evitar novos ‘Fux’: a aposta argentina

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 

https://i2.wp.com/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/03/23/fux-nelson-jr-300.jpg 
As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de José Fux à Suprema Corte não são novas. Tampouco singulares do percurso trilhado pela maioria dos integrantes daquela instituição. Joaquim Barbosa, por exemplo. Valeu-se de um encontro fortuito com Frei Betto para fazer chegar sua aspiração e seu currículo à Presidência da República, exercida por Lula. Assim por diante. Embora conhecido, o percurso de Fux nem por isso deixa de inspirar um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revela no acesso a um posto, teoricamente, reservado à sobriedade e à isenção. Relata Dirceu ter sido procurado em 2010 pelo então ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em garimpagem de apoios à indicação para o STF. Seis meses após intenso assédio, o ex-chefe da Casa Civil aquiesceu em receber Fux no escritório de advocacia de um amigo, cujo titular, por certo, pode atestar a veracidade do encontro. Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. Dirceu, por certo, tem testemunhos que podem reiterar seu relato. O silêncio de Fux é eloquente. O que ele fez de sua promessa é igualmente sabido e revelador. Não cabe discutir o caráter dos escolhidos para o STF. Mas o saldo do método não é dos melhores. E isso diz respeito à democracia. Desvios de comportamento, que vão da vaidade efervescente, ao desequilíbrio ostensivo no exercício de um missão, em si, credora de predicados opostos, foram – tem sido – cumulativamente testemunhados pela sociedade. Poucos, se é que cabe ombrear alguém à dignidade solitária do ministro Ricardo Lewandowski, declinaram da genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470. Fux, por certo, não foi um deles. E a tal ponto, que empresta pertinência à dúvida. O que mais teria prometido Fux, e a quem, ao longo de um julgamento que se tornou explicitamente político, com juízes banhando-se nus nas águas de uma sintonia eleitoral escrachada, sem pejo, nem apego decência? O tempo não regenera os pilares trincados daquele espetáculo midiático, em que provas inexistentes foram supostas, e dúvidas incontornáveis foram torneadas em formato de condenação. (Leia aqui a edição especial da revista Retrato do Brasil, do jornalista Raimundo Pereira, sobre as falhas gritantes no julgamento). A resistência do ministro Joaquim Barbosa ao legítimo direito de acesso aos votos e aos prazos de recursos pleiteados pela defesa do acusados, ademais de arbitrária, transpira suspeitas. O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina. A Presidenta Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário no país. Um deles preconiza a eleição direta, pela população, de membros do Conselho da Magistratura. O Conselho argentino julga desvios e desmandos de juízes e advogados. Integrado por personalidades eleitas pelo voto direto, como preconiza a reforma, seu poder de quebrar o corporativismo e desguarnecer a impunidade no judiciário cresce significativamente. Não por acaso, a oposição, que se valeu do Judiciário para barrar a Ley de Meios, já se manifesta contrária à mudança. No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça é recente, tendo sido criado apenas em 2004. É formado por 15 membros:

  • nove integrantes dos Tribunais Superiores e das Justiças Federal, Estadual e do Trabalho;
  • dois integrantes do Ministério Público;
  • dois advogados;
  • dois cidadãos ‘com notável saber jurídico e reputação ilibada’.

O mandato é de dois anos. E as indicações são autorreferentes. Como acontece no caso das agencias reguladoras, capturadas pelos regulados, os fiscalizados aqui tem influencia determinante na nomeação dos fiscais. Uma das funções do CNJ, porém, é assegurar que os magistrados ‘julguem com imparcialidade’. Fosse composto de personalidades eleitas pelo voto da sociedade, o que diria o CNJ do comportamento esvoaçante, digamos assim, de magistrados como o senhor Fux? O desassombro do governo argentino sugere mais que isso. A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrática que a do Vaticano na escolha do Papa. O caso do ministro Fux é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas. Nem por isso as mais condizentes com as expectativas e compromissos intrínsecos às obrigações daquela corte. Por que não democratizar esse processo, se não pelo voto direto, imediato, ao menos para livra-lo das sombras de onde emergem os ‘Fux’ e assemelhados? A ver. Saul Leblon
No CartaMaior
Postado por zcarlos ferreiraàs 17:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: JudiciárioLuiz FuxSTF   Ainda do Blog COM TEXTO LIVRE Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

O risco do avanço

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo reagir à altura? https://i2.wp.com/www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2012/10/Barbosa.jpgO risco é grande e, pior ainda, crescente. O que pode suceder quando um alvejado por agressões orais do presidente do Supremo Tribunal Federal usar o direito de reagir à altura, como é provável que acabe acontecendo? Em qualquer caso, estará criado um embaraço extremo. Não se está distante nem da possibilidade de uma crise com ingredientes institucionais, caso o ministro Joaquim Barbosa progrida nas investidas desmoralizantes que atingem o Congresso e os magistrados. O fundo de moralismo ao gosto da classe média assegura às exorbitâncias conceituais e verbais do ministro a tolerância, nos meios de comunicação, do tipo “ele diz a coisa certa do modo errado” – o que é um modo moralmente errado de tratar a coisa errada. Não é novidade como método, nem como lugar onde é aplicado. Nem por isso o sentido dos atos é mudado. “Só se dirija a mim se eu pedir!” é uma frase possível nas delegacias de polícia. Dita a um representante eleito da magistratura, no Supremo Tribunal Federal, por seu presidente, é, no mínimo, uma manifestação despótica, sugestiva de sentimento ou pretensão idem. Se, tal como suas similares anteriores, levou apenas a mais uma nota insossa dos alvejados, não faz esperar que seja assim em reedições futuras desses incidentes. Afinal, quem quer viver em democracia tem o dever de repelir toda manifestação de autoritarismo, arbitrariedade e prepotência. É o único dever que o Estado de Direito cobra e dele não abre mão.Facilitário A Câmara avança no projeto de tornar obrigatória a liberação, pelo governo federal, das verbas correspondentes às chamadas “emendas parlamentares”. São as verbas destinadas, no Orçamento da União, às finalidades desejadas por cada deputado e cada senador. Na sua origem, as emendas eram um dispositivo de atendimento a necessidades e reivindicações mais conhecidas pelo parlamentar da região do que pelo governo federal. Eis no que deram: na megaoperação feita anteontem em 12 Estados, pelo Ministério Público, contra a corrupção, em 79 cidades foram reprimidas fraudes e desvios de verbas provenientes, todas, de emendas parlamentares. Se a investigação continuar, chegará a parentes, sócios e laranjas dos parlamentares. Não é por outro motivo que desejam a obrigatoriedade da liberação de suas emendas pelo Tesouro Nacional. Por uma vez Parte das tevês e dos jornalistas esportivos valem-se de uma CBF chegada ao “é dando que se recebe”, como atestam as longevidades de João Havelange e Ricardo Teixeira, incólumes, na presidência da entidade. Mas, se é para substituir o não menos deplorável José Maria Marin, talvez pudessem concordar, desta vez, com alguma dose de decência no comando do decomposto futebol brasileiro. Janio de Freitas
No fAlha
Postado por zcarlos ferreiraàs 11:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: Janio de FreitasJoaquim BarbosaSTF   Também do Blog COM TEXTO LIVRE.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  3 horas atrás

Feliciano está doente da cabeça e da alma

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
    Postado por zcarlos ferreiraàs 14:00Nenhum comentário:  Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Marcadores: Bob FernandesEvangélicosMarco FelicianoReligião   Do Blog COM TEXTO LIVRE.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Bono Vox: Lula é um “tesouro global que nos inspira”

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) O vocalista do U2, Bono Vox, gravou na terça-feira 9 uma mensagem em vídeo para os brasileiros após o encontro que teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Londres. Bono disse que o ex-presidente brasileiro é um tesouro global que “nos inspira”.
Bono é um ativista político e um dos criadores da Fundação One, que atua no combate à extrema pobreza e a favor de melhores políticas de desenvolvimento.
Veja o vídeo com a mensagem de Bono aqui:

CartaCapital De Recife – PE. Diógenes Afonsoàs 05:320 comentários 

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Vaticano baixa filmes pornográficos

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) Maior parte dos filmes baixados no Vaticano é pornografia

Em fevereiro, o site TorrentFreak divulgou que agentes no prédio do FBI estariam baixando filmes e séries piratas. Talvez fosse uma investigação em andamento, talvez não. Em um comunicado, o FBI disse que pirataria é crime e encerrou o assunto. Dessa vez, o TorrentFreak rastreou outros pontos de acesso e encontrou um local improvável como foco de downloads: o Vaticano.
Mas não eram seriados: a maioria dos arquivos baixados era de filmes pornográficos. Filmes como “Os Vizinhos”, “Toque” e “Lea Lexis and Krissy Lynn” aparecem tendo sido baixados pela “Holy See – Vatican City State” (Santa Sé – Vaticano). A maioria desses filmes tem como tema os fetiches sexuais de submissão, dominação, sadismo e masoquismo.
O rastreamento foi feito pelo serviço ScanEye, a pedido do TorrentFreak. No entanto, pode ser que os autores dos downloads não sejam bispos e cardeais. Há muita gente ligada à Igreja, como guarda-costas dos eclesiásticos, que têm acesso à cidade. Ainda assim, é curioso pensar que tantos filmes “profanos” sejam assistidos no coração da Igreja Católica.
Portal Yahoo De Recife – PE. Diógenes Afonsoàs 15:370 comentários

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Os piadistas do STF

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
 Um Supremo bipolar
Por Cristiana Castro, no Luis Nassif Online
Comentário ao post “Juízes do STF evitam falar sobre declarações de Dirceu

Agora ninguém quer falar mais nada. Depois de arrebatar os prêmios e cargos distribuídos pelas empresas de comunicação, escrever prefácios, carregar repórteres para reunião com associações de classe, pautar um julgamento em pitacos de colunistas, prestigiar lançamento de livros de jornalistas “da casa” esculachando o governo dos réus, seguir cronograma de rede de TV, alimentar agressões a réus e magistrados nas ruas etc… Ninguém mais lê nada, assiste nada, ouve nada e fala nada. Afinal somos membros do STF e não podemos estar por aí dando declarações fora dos autos. Agora, além de tudo são piadistas. Dirceu mandou muito bem na entrevista e, lembrou detalhes que já havíamos esquecido, tipo as alterações ainda antes do julgamento para forçar sua cassação.  Com relação a Fux, eu nem vou comentar mais nada, em respeito a mãe dele, que todo mundo aqui é testemunha que tentou até o último minuto e deve estar tentando, até hoje transformar  Johnny Bravo em Ministro do STF. O máximo que rolou foi a conversão do magistrado faixa-preta em ministro tarja-preta.  Cara, eu não sei mais nem o que pensar. Nem Chapolim Colorado pode nos salvar desse STF.
Share/Bookmark às 10:300 comentários Links para esta postagem Marcadores: Falta de vergonhaGolpeLuis NassifPalhaçosSTF   Também do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  4 horas atrás

Como surge um Fux?

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)  Democracia x Judiciário: Como surge um ‘Fux’?

As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de Luiz Fux à Suprema Corte não são novas. Nem por isso deixam de inspirar  um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revelam no acesso a um posto, teoricamente reservado à sobriedade e a isenção. Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. O que ele fez dessa promessa é sabido e revelador. Não cabe discutir  o caráter dos escolhidos para o STF. O fato é que o saldo do método não é dos melhores. Exposta aos holofotes e às tenazes do cerco midiático, durante quatro meses e meio, aquela corte soçobrou à genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470.  O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina, onde a Presidente Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário. A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrática e viciada que a do Vaticano na escolha do Papa. O caso do ministro Fux  é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas.
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Share/Bookmark às 00:040 comentários Links para esta postagem Marcadores: Carta MaiorLuiz FuxSaul LeblonSTF   Do Blog O Esquerdopata.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Por que o Mensalão tem que ser revisto

por noreply@blogger.com (SARAIVA13) 
Do Diário do Centro do Mundo – 11 de abril de 2013

O caso Fux é uma evidência poderosa disso.

Um julgamento em circunstâncias longe das ideais  Um julgamento em circunstâncias longe das ideais 

Paulo Nogueira

O caso Fux – seu encontro admitido com Dirceu quando buscava uma vaga no Supremo que o faria julgar o homem cujo favor queria – reforça um fato: o julgamento do Mensalão tem que ser urgentemente revisitado pelos brasileiros.

Nem que seja para, serenamente, e dadas à defesa todas as condições de trabalho, confirmar as sentenças.

Se não, há um grande risco de, mais para a frente, a sociedade lamentar não ter feito nada não, repito, para mudar o veredito – mas para submetê-lo a uma checagem humanitária, dadas as penas tão severas e lavradas em circunstâncias tão especiais: durante eleições.

Foi tudo muito rápido para um julgamento tão vital.

Vistas as coisas poucos meses depois, reforça-se a impressão de que foi decisiva a influência da mídia na condução das coisas.

A mídia influencia cada vez menos a chamada voz rouca das ruas, como se tem observado nas urnas.

Mas seu poder de intimidação diante de pessoas públicas é talvez maior que nunca, depois que foi subtraído à sociedade, e por um ministro do STF, o sagrado direito de resposta em situações de claro linchamento de reputação.

Temos uma noção da importância desse direito – eliminado numa desastrada ação de Ayres Britto – quando vemos uma clássica amostra dele. Brizola era tripudiado abjetamente pelas Organizações Globo,  e um dia enfim conseguiu a chance de responder. É provável que nunca o JN tenha sido tão verdadeiro quanto neste momento em que foi editado por Brizola.

Veja:

São tantas as questões não respondidas adequadamente sobre o Mensalão – foi mesmo desvio de dinheiro público, para começo de conversa – que é uma violência tomar como definitiva a palavra de juízes submetidos a uma pressão fortíssima da mídia num espaço de tempo tão breve.

Que o interesse da mídia foi plenamente atendido com o veredito ficou claro. Mas não ficou tão claro assim que o interesse público tenha sido atendido.

Pense em Fux e seu comportamento instável e ciclotímico: se ele e apenas ele  tivesse votado de outra forma o veredito teria sido outro.

Não se trata de gostar ou não de Dirceu, ou de Genoíno, ou do PT. Trata-se, isto sim, de ter mais clareza sobre o que é justiça neste caso.

Atirar pessoas por longos períodos às celas, em circunstâncias tão controversas e sob tamanhas dúvidas, é um erro espetacular.

Ainda é tempo de corrigi-lo.

O passo essencial é, agora, dar tempo aos recursos da defesa.

 

Paulo Nogueira. Jornalista baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo. . Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no OrkutPostado por celvioàs 06:360 comentários Links para esta postagem Também do Blog ContrapontoPIG.   Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  13 horas atrás

Mídia esconde processo contra Aécio

por noreply@blogger.com (SARAIVA13)

 

 

Do Blog do Miro – quarta-feira, 10 de abril de 2013

 

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/

 Por Altamiro Borges

   Por três votos a zero, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu, na semana passada, que o tucano Aécio Neves continua como réu na ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Estadual. O ex-governador é investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da área da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional de financiamento do sistema público de saúde entre 2003 e 2008. A mídia comercial, que adora um escândalo político, é tão seletiva que não deu qualquer destaque à decisão do TJMG.
Segundo o sítio do deputado Rogério Correia, “desde 2003, a bancada estadual do PT denuncia essa fraude e a falta de compromisso do governo de Minas com a saúde. Consequência disso é o caos instaurado no sistema público de saúde, situação que tem se agravado com a atual e grave epidemia de dengue no estado”. O ex-governador mineiro, que vive se jactando do tal “gestão de gestão”, poderá sofrer uma baita indigestão. O julgamento da ação está previsto para ocorrer ainda neste ano.

Se for considerado culpado pelo desvio dos recursos públicos, o senador ficará inelegível. Sua cambaleante candidatura presidencial entraria em coma – que não é alcoólica. É lógico que o grão-tucano tem muitos defensores. A mídia não deu manchete para a decisão da justiça e evitará tratar do tema. Ela só gosta de levantar suspeitas de corrupção contra os tais “lulopetistas”. Já a Justiça é cega! Até hoje não julgou o chamado mensalão tucano – que a mídia trata como mensalão mineiro.    A conferir!   . Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut Postado por celvioàs 00:150 comentários Links para esta postagem   Do Blog ContrapontoPIG Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir 

10 horas atrás

Juros vão subir; só resta saber quando e quanto

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Juros vão subir; só resta saber quando e quanto

por rkotscho tombini ae hg Juros vão subir; só resta saber quando e quanto O tomate, que chegou a custar R$ 15,00 o quilo, derrotou o controle da inflação, que já ultrapassou o topo da meta do governo, chegando a 6,59% ao ano, algo que não acontecia desde 2011. Os preços dos alimentos que jogaram a inflação para cima já começaram a cair, mas não o suficiente para evitar a provável alta dos juros na reunião do Copom marcada para a próxima semana. O IPCA caiu de 0,60% em fevereiro para 0, 47% em março, m,uito pouco para evitar que o Banco Central, disposto a afirmar a sua autoridade, aumente os juros que estão em 7,25% ao ano. Bem que o governo gostaria de esperar até maio para ver como se comporta a inflação, mas todos os indicadores do mercado estão apontando para uma alta de 0,25% já na reunião de abril. A perspectiva é que a taxa Selic tenha quatro aumentos de 0,25% até o final do ano como forma de recuperar a credibilidade do BC, após as declarações da presidente Dilma Rousseff feitas na África do Sul, ao dizer que medidas de combate à inflação não podem prejudicar o crescimento da economia. Fazer a economia crescer sem deixar a inflação subir é o grande desafio da presidente Dilma neste ano pré-eleitoral e, por isso, a política de juros volta ao centro da discussão sobre os rumos economicos do país. “A bola agora está com o Banco Central”, é o que se ouve no Ministério da Fazenda, depois que a presidente Dilma deu ordens para que só o BC fale sobre juros. E o que mais o governo poderia fazer para enfrentar a resistência da inflação além das medidas já tomadas e de programar uma alta escalonada dos juros? Duas áreas que estão em estudos são as de transportes e planos de saúde, que deverão ser desoneradas e ficar mais baratas para ajudar no combate à inflação. Que os juros vão subir proximamente já ninguém tem dúvidas no mercado. Resta saber quando e quanto. Façam as suas apostas. 

10 horas atrás

Deus nos livre de um Brasil evangélico

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Deus nos livre de um Brasil evangélico

por carol Deus nos livre de um Brasil evangélico
Ricardo Gondim Começo este texto com uns 15 anos de atraso. Eu explico. Nos tempos em que outdoors eram permitidos em São Paulo, alguém pagou uma fortuna para espalhar vários deles em avenidas da cidade com a mensagem: “São Paulo é do Senhor Jesus. Povo de Deus, declare isso”. Rumino o recado desde então. Represei qualquer reação à bobagem estampada publicamente; hoje, por algum motivo, abriu-se uma fresta em uma comporta de minha alma. Preciso escrever sobre o meu pavor de ver o Brasil tornar-se evangélico. Antes explico: eu gostaria de ver o Brasil permeado com a elegância, solidariedade, inclusão e compaixão do Evangelho. Mas a mensagem subliminar dos outdoors, para quem conhece a cultura do movimento evangélico, é outra. Os evangélicos sonham com o dia em que cidade, estado e país se convertam em massa, e a terra dos tupiniquins tenha a cara de suas denominações. Afirmo que o sonho é que haja um “avivamento” religioso que leve uma enxurrada de gente para os templos evangélicos. Não reside entre os teólogos do movimento qualquer  desejo de que valores cristãos influenciem a cultura brasileira. Eles anelam tão somente que o subgrupo, descendente distante dos protestantes, prevaleça. Ao eles não interessa que haja um veloz crescimento numérico entre católicos romanos; que ortodoxos sírios, russos, armênios ou gregos se alastrem. Para “ser do Senhor Jesus”, o Brasil tem que virar “crente”, com a cara dos evangélicos. (acabo de bater três vezes na madeira). Avanços numéricos de evangélicos em algumas áreas já dão uma boa ideia de como seria desastroso se acontecesse a tal levedação radical do Brasil. Imagino uma Genebra calvinista brasileira e tremo. Sei de grupos que anseiam por um puritanismo não inglês, mas moreno. Caso acontecesse, como os novos puritanos tratariam Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Maria Gadu? Respondo: seriam execrados como diabólicos, devassos e pervertedores dos bons costumes. Não gosto nem de pensar no destino de poesias sensuais como “Carinhoso” do Pixinguinha ou “Tatuagem” do Chico. Um Brasil evangélico empobreceria, já que sobrariam as péssimas poesias do cancioneiro gospel. As rádios tocariam sem parar músicas horrorosas como  “Vou buscar o que é meu”, “Rompendo em Fé”. Uma história minimamente parecida com a dos puritanos calvinistas provocaria, estou certo, um cerco aos boêmios. Novos Torquemadas seriam implacáveis e perderíamos todo o acervo do Vinicius de Moraes. Quem, entre puritanos, carimbaria a poesia de um ateu como Carlos Drummond de Andrade? Como ficaria a Universidade em um Brasil dominado por evangélicos? Os chanceleres denominacionais cresceriam, como verdadeiros fiscais, para que se desqualificasse Charles Darwin como “alucinado inimigo da fé”. Facilmente se restabeleceria o criacionismo como disciplina obrigatória em faculdades de medicina, biologia, veterinária. Nietzsche jazeria na categoria dos hereges loucos. Derridá nunca teria uma tradução para o português. O que dizer de rebeldes como Mozart, Gauguin, Michelangelo, Picasso? No máximo, seriam pesquisados como desajustados. Ganhariam rótulos para serem desmerecidos a priori como loucos, pederastas, hereges. Um Brasil evangélico não teria folclore. Acabaria o Bumba-meu-boi, o Frevo, o Vatapá. As churrascarias não seriam barulhentas. A alegria do futebol morreria; alguma lei proibiria ir ao estádio ou ligar televisão no domingo. E o racha, a famosa pelada de várzea, aconteceria quando? Haveria multa ou surra para palavrão? Um Brasil evangélico significaria que o fisiologismo político prevaleceu. Basta uma espiada no histórico de Suas Excelências da bancada evangélica nas Câmaras, Assembleias e Gabinetes para se apavorar. Se, ainda minoria, a bancada evangélica na Câmara Federal é campeã em faltas e em processos no STF, imagina dominando o parlamento. Um Brasil evangélico significaria o triunfo do “american way of life”, já que muito do que se entende por espiritualidade e moralidade não passa de cópia malfeita da cultura estadunidense. Obcecados em implementar os “valores da família”, tão caros ao partido republicano dos Estados Unidos, recrudesceria a teologia de causa-e-efeito, cármica, do “quem planta, colhe”. Vingaria o sucesso como aferidor da bênção de Deus. Um Brasil evangélico acirraria o preconceito contra a Igreja Católica. Uma nova elite religiosa (os ungidos) destilaria maldição contra os “inimigos da fé”, os “idólatras”, os “hereges”, com mais perversidade do que aiatolás iranianos. Ficaria mais fácil falar de inferno e mandar para lá todo mundo que rejeitasse algumas lógicas ortodoxas. Cada vez que um evangélico critica a Rede Globo eu me flagro perguntando: Como seria uma emissora liderada por evangélicos? Adianto: insípida, brega, chata, horrorosa, irritante. Prefiro, sem pestanejar, os textos do Gabriel Garcia Márquez, do Mia Couto, do Victor Hugo, do Fernando Moraes, do João Ubaldo Ribeiro, do Jorge Amado, a qualquer livro da série “Deixados para Trás” do fundamentalista de direita, Tim LaHaye. O demagogo Max Lucado (que abençoou a decisão de Bush bombardear o Iraque) não calça o chinelo de Mário Benedetti. Toda a teocracia um dia se tornará totalitária. Toda a tentativa de homogeneizar a cultura precisa se valer de obscurantismo. Todo o esforço de higienizar os costumes é moralista e hipócrita. O projeto cristão visa preparar para a vida. Jesus jamais pretendeu anular os costumes de povos não-judeus. Daí ele celebrar a fé de um centurião, adorador no paganismo romano, como especial e digna de elogio. Cristo afirmou que, entre criteriosos fariseus, ninguém tinha uma espiritualidade tão única e bela como daquele soldado que se preocupou com o escravo. Levar a Boa Notícia – Evangelho – não significa exportar cultura, criar dialeto ou forçar critérios morais. Na evangelização, fica implícito que todos podem continuar a costurar, compor, escrever, brincar, encenar, como sempre fizeram. O evangelho convoca à pratica da justiça; cria meios de solidariedade; procura gestar homens e mulheres distintos; imprime em pessoas o mesmo espírito que moveu Jesus a praticar o bem. Há estudos sociológicos que apontam estagnação quando o movimento evangélico chegar a 35% da população brasileira. Esperemos que sim. Caso alcançasse a maioria, com os anseios totalitários e teocráticos que já demonstra, o movimento desenvolveria mecanismos para coibir a liberdade. Acontece que Deus não rivaliza a liberdade humana, mas é seu maior incentivador. Portanto, Deus nos livre de um Brasil evangélico.
Soli Deo Gloria

10 horas atrás

http://racismoambiental.net.br/

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

RJ – Ato-Encontro de Resistência de Comunidades Impactadas na Aldeia-Quilombo ManguiN’Ação: sábado, 13, às 13 horas

comentários Comentários (0) Por racismoambiental, 11/04/2013 18:00 Share on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4 O filme abaixo é um exemplo do que vem acontecendo em Manguinhos e em outras comunidades e que justifica Atos-Encontros como o do próximo sábado. Produzido por A Nova Democracia, seu título é “Manguinhos: Jovem é eletrocutado por PMs e população se levanta contra as UPPs”. Mas é muito mais do que isso que ele mostra. TP.  Este Ato-Encontro visa denunciar a violação sistêmica de direitos humanos e a situação de grave risco à saúde e à vida de centenas de famílias das favelas de Manguinhos e do Jacaré-Jacarézinho devido à precariedade dos sistemas de saneamento, poluição dos rios e do ar, às remoções arbitrárias e ao cerceamento da cidadania de seus moradores pelo controle social e militarizado do Governo Federal, do Estado e da Prefeitura, em suas políticas de urbanização (PAC-Grandes Favelas), pacificação e de privatização dos serviços públicos direta ou através de parcerias público-privadas. Este Encontro também visa ampliar a área de contato e interação com as redes de solidariedade de resistências e de lutas e fortalecer estas resistências através da ação em rede, coordenada, sistêmica e anti-sistêmica. Vejam, a seguir, algumas reflexões a respeito dos motivos que nos levam a esta atividade e, em seguida, dados objetivos sobre a Programação, incluindo como chegar ao local. Continue lendo… ‘RJ – Ato-Encontro de Resistência de Comunidades Impactadas na Aldeia-Quilombo ManguiN’Ação: sábado, 13, às 13 horas’» categorias Racismo Ambiental | tags assassinatoscomunidades urbanasdireito à cidadedireito à vida dignapreconceitoterritórioviolência

África se une en contra de una nueva forma de colonialismo

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3Cansados de los despojos de tierras y el nuevo colonialismo de REDD (Reducción de emisiones por deforestación y degradación de bosques). Africanos, en el Foro Social Mundial en Túnez tomaron la decisión histórica de lanzar la red NO REDD en África y unirse al movimiento mundial en contra de REDD. REDD + es un mecanismo de compensación de carbono por el cual los países industrializados del norte utilizan los bosques, agricultura, suelos e incluso agua como esponjas para su contaminación en lugar de reducir sus emisiones de gases de efecto invernadero en la fuente. “REDD ya no es una falsa solución, si no una nueva forma de colonialismo” denunció Nnimmo Bassey, ganador de un premio Nobel alternativo y ex director ejecutivo de Environmental Rights Action/ Amigos de la Tierra Nigeria. “En África, REDD+ está emergiendo como una nueva forma de colonialismo, subyugación económica y un motor para el despojo de tierras tan grande que podría constituir un despojo de tierras continental. Lanzamos la red No REDD en África para defender el continente del colonialismo del carbono”. En el marco del documento de las Naciones Unidas sobre REDD, la propia ONU reconoce que REDD podría resultar en un “encerramiento de los bosques” “perdida de tierra” y “nuevos riegos para la población pobre”. REDD originariamente solo incluía bosques pero su alcance se ha ido extendiendo hasta incluir suelos y agricultura. En una de las conferencias del Foro Mundial de Túnez, miembros de la Vía Campesina, el mayor movimiento campesino mundial, expresaban sus preocupaciones en cuanto a que los proyectos REDD en África amenazaran la seguridad alimentaria y eventualmente agravar el problema del hambre. Continue lendo… ‘África se une en contra de una nueva forma de colonialismo’» categorias Racismo Ambiental | tags ÁfricacolonialismodesmatamentoneocolonizaçãoREDDsaúde e meio ambienteterritório

Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 Urutau Guajajara e Anagé Aruak (chorando) durante a desocupação da Aldeia Maracanã. Foto: Orlando Callheiros/ Coletivo CAUIM VIOMUNDO – Com efeito, além dos massacres e das epidemias, além dessa singular selvageria que o Ocidente traz consigo, há, ao que parece, imanente à nossa civilização, e constituindo a “escura metade das sombras” onde se alimenta sua luz, a muito notável intolerância da civilização ocidental diante de civilizações diferentes, sua incapacidade de reconhecer e aceitar o Outro como tal, sua recusa em deixar subsistir aquilo que não lhe é idêntico (Pierre Clastres, “Entre silêncio e diálogo”) Continue lendo… ‘Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país’» categorias Racismo Ambiental | tags Convenção 169direito à cidadeíndios urbanosmonoculturaspovos indígenasterritórioviolência

Abril Indígena em Rondônia e Mato Grosso foca nos direitos constitucionais indígenas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3CIMI – Entre os dias 09 e 11 de abril, com o tema “O grito dos povos indígenas pela garantia dos direitos constitucionais”, foi realizado o Abril Indígena Regional, em Porto Velho (RO). Sessenta participantes representaram os povos Aikanã, Arara, Gavião, Karitiana, Kanoé, Latundê, Mamaindê, Kwaza, Wayoro, Puruborá, Sakyrabiar, Guarassugwe, Sabanê, Oro Waram, Oro Mon e Zoró, que vivem em Rondônia e no noroeste do Mato Grosso. Representantes do CIMI, da Pastoral Indigenista de Ji-Paraná, do Conselho de Missão entre os Índios (Comin), do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e do Instituto Madeira Vivo (IMV) também participaram do evento, que aconteceu no Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero). Os principais temas discutidos foram os impactos diretos do atual modelo de desenvolvimento nos povos e territórios indígenas, materializados, principalmente, nos mega projetos de infraestrutura, e as proposições legislativas que, atualmente, tramitam no Congresso Nacional, e propõem a retirada de uma série de direitos indígenas historicamente conquistados. Continue lendo… ‘Abril Indígena em Rondônia e Mato Grosso foca nos direitos constitucionais indígenas’» categorias Racismo Ambiental | tags agronegóciobarragens e hidrelétricasdemarcaçõespovos indígenas,territórioviolência

Acusados de irregularidades em licença ambiental da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari (PA) são notificados

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4 Mapa no blogue Jari News Justiça encaminhou ofício pedindo respostas sobre as acusações feitas pelo Ministério Público Federal em ação civil pública Informe do Ministério Público Federal no Pará, publicado pelo  EcoDebate A Justiça Federal já notificou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Ece Participações para que se manifestem sobre irregularidades no licenciamento do projeto da usina hidrelétrica Santo Antônio do Jari, na divisa do Pará com o Amapá. As irregularidades foram apontadas em ação judicial do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), que pediu a anulação da licença ambiental. Continue lendo… ‘Acusados de irregularidades em licença ambiental da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari (PA) são notificados’» categorias Racismo Ambiental | tags barragens e hidrelétricassaúde e meio ambienteterritório

Joguemos a Constituição no lixo! Kátia Abreu quer posse para latifúndio improdutivo

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 Pedro Rafael, do Brasil de Fato A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal analisa projeto de lei (PLS 251/2010) que obriga governadores a executar reintegração de posse, em imóveis urbanos e rurais, no prazo máximo de 15 dias. A proposta classifica como crime de responsabilidade o descumprimento da medida. De autoria da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PLS 251/2010 tramita em regime terminativo na CCJ e, se aprovado, seguirá direto para a Câmara dos Deputados sem necessidade de passar no plenário. Na semana passada, ao ser examinada por quase uma hora na comissão, a proposta foi rechaçada por parlamentares de diversos partidos, inclusive representantes do DEM, PSDB e PMDB. O texto continua nas mãos do relator, senador Sérgio Petecão (PSDAC), aliado de Kátia Abreu, e não tem data para entrar novamente em pauta na comissão. Além de considerarem o prazo “extremamente” apertado, o projeto, na ótica de senadores, especialistas e movimentos sociais ouvidos pelo Brasil de Fato, ignora por completo a determinação constitucional sobre a função social da propriedade. “A senadora Kátia Abreu está se aproveitando do seu cargo para proteger suas próprias fazendas de uma ocupação, onde já foram identificadas situações de trabalho escravo e grilagem de terras”, aponta Alexandre Conceição, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Continue lendo… ‘Joguemos a Constituição no lixo! Kátia Abreu quer posse para latifúndio improdutivo’» categorias Reforma Agrária | tags agronegóciocrítica ao capitalismofunção social da propriedade,latifúndioruralistasterritório

Ato no Rio relembra o Massacre de Carajás na próxima segunda

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 Da Página do MST Na próxima segunda-feira (15), o MST fará um ato no Rio de Janeiro para relembrar os 17 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás, com o lema Ato Nacional por Reforma Agrária e Justiça no Campo.  A atividade acontece no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro da cidade, e contará com a presença de João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST, do senador Lindberg Farias (PT), do deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), do jornalista Mario Jakobskind, do jurista e professor da Faculdade de Direito Ibmec/RJ Rubens Casara e da historiadora Virgínia Fontes. Continue lendo… ‘Ato no Rio relembra o Massacre de Carajás na próxima segunda’» categorias Reforma Agrária | tags assassinatosdesapropriaçãoDireitos humanosEldorado dos Carajás,massacreterritórioviolência

Donos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na Assembléia Legislativa de SP

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 Interior da oficina onde foram encontrados os trabalhadores escravizados (Foto: Anali Dupré) Diretores do grupo GEP, que também representa a marca GAP no Brasil, terão que prestar esclarecimentos à Comissão de Direitos Humanos por flagrante de escravidão Por Guilherme Zocchio – Repórter Brasil Os diretores da empresa GEP, que detém as marcas Cori, Emme, Luigi Bertolli e que representa a grife internacional GAP no Brasil, terão que prestar esclarecimentos, na próxima quarta-feira (17), à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), devido ao flagrante de trabalho escravo na confecção de roupas que comercializam. A audiência, prevista para as 14h30 no Plenário José Bonifácio, foi convocada pelo deputado estadual Carlos Bezerra Jr. (PSDB), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e propositor da lei paulista contra a escravidão. Continue lendo… ‘Donos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na Assembléia Legislativa de SP’» categorias Trabalho escravo | tags direito ao trabalho dignoDireitos humanos

Por uma Política Cidadã sobre Drogas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services4Gilvander Luís Moreira*, para Combate ao Racismo Ambiental A Frente Mineira sobre Drogas e Direitos Humanos (FMDDH) e a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA) divulgam a Carta produzida durante o seminário “Drogas e cidades: pensamentos para uma prática cidadã”, que aconteceu entre os dias 14 a 16 de março, no Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte. CARTA DE BELO HORIZONTE POR UMA POLÍTICA CIDADÃ SOBRE DROGAS 
Os participantes do SEMINÁRIO DROGAS E CIDADES: PENSAMENTOS PARA UMA PRÁTICA CIDADÔ, realizado em Belo Horizonte, nos dias 14 a 16 de março de 2013 declaram:
 1 – como cidadãos, responsáveis e atuantes nas políticas públicas sobre drogas, repudiamos as ações higienistas, violentas e repressivas de tratamento aos usuários de drogas, em especial de crack, levadas a cabo e divulgadas como solução do problema nas grandes cidades, destacadamente no Rio de Janeiro e São Paulo; Continue lendo… ‘Por uma Política Cidadã sobre Drogas’» categorias Direitos humanos | tags drogasPolíticas Públicasprivatização da saúdeviolência

A ditadura não é coisa do passado, aponta Comitê da Verdade do Amazonas

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services2 Por J.Rosha, de Manaus (AM) CIMI – Costumamos ouvir que o povo brasileiro não tem memória. Pode até ser que algumas situações requeiram esforço considerável para recordar determinados eventos. Outros, porém, pelas profundas marcas que deixam, não são facilmente esquecidos. Há quem tenha tentado fazer esquecer a ditadura militar de 50 anos atrás, mas por causa das muitas sequelas que ela deixou está longe de ser “coisa do passado”. Ela ainda é muito presente por, pelo menos, duas situações: pelo grande número de mortos e desaparecidos, e pela inspiração do modelo desenvolvimentista que faz o governo atual repetir fórmulas autoritárias para tratar como certos segmentos da sociedade, sobretudo com os povos indígenas. A ação do Governo Federal contra o povo indígena Munduruku, da região do Tapajós, no Estado do Pará, é um dos casos mais eloquentes da presença desse ‘espírito’ da ditadura no modus operandi dos atuais gestores do estado brasileiro. Hoje, 10/04, pela manhã, no auditório Rio Solimões, do Instituto de Ciências Humanas e Letras – ICHL, da Universidade Federal do Amazonas – Ufam, o Comitê da Verdade do Amazonas promoveu uma mesa redonda da qual participaram jornalistas, indigenistas, acadêmicos e professores para discutir “O Golpe Militar e as ações dos militares no Amazonas”. A mesa era composta por Egon Heck, assessor da Comissão Nacional da Verdade, Elaíze Farias, jornalista; Aloysio Nogueira, professor aposentado da Ufam; Egydio Schwade, indigenista e por Nelson Noronha, representando a Ufam. Continue lendo… ‘A ditadura não é coisa do passado, aponta Comitê da Verdade do Amazonas’» categorias Direito ao Conhecimento | tags assassinatosComissão da VerdadeDireitos humanosditadura,Históriamemóriapovos indígenastorturaviolência

I DialogiCidades: um diálogo entre estudantes, juristas e comunidades acerca dos rumos da cidade de Fortaleza na preparação da Copa de 2014, em 22 de abril

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 O Serviço de Assessoria Jurídica Universitária Popular (SAJU) convida para o “I DIALOGICIDADES: um diálogo entre estudantes, juristas e comunidades acerca dos rumos da cidade de Fortaleza na preparação da COPA de 2014″. Vamos levantar nossos cartões vermelhos para todas as violações de Direitos Humanos que nossa cidade vem passando! DATA: 22/04/2013
LOCAL: UNIVERSIDADE DE FORTALEZA, AUDITÓRIO A3 Enviada por Marina Araújo Braz para Combate Racismo Ambiental. categorias Direitos humanos | tags Copa 2014

Uruguai se torna 2º a aprovar casamento gay na América do Sul

comentários Comentários (0) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services3 IHU On-Line – Por 71 votos a favor e 21 contra, a Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou nesta quarta-feira o matrimônio igualitário no país, equiparando o casamento entre homossexuais e heterossexuais. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente José Mujica, que já se pronunciou a favor da medida. A nova lei determina que “o matrimônio civil é a união permanente de duas pessoas de sexos diferentes ou iguais”. O Uruguai é o segundo país na América do Sul a permitir legalmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A Argentina foi a primeira da região a aprovar uma lei semelhante, em 2010. Na América Latina, a Cidade do México autorizou casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2009 BBC Brasil No Brasil, o Supremo Tribunal Federal reconheceu em 2011 a união estável entre casais homossexuais. No Estado de São Paulo, desde março cartórios deixaram de exigir autorização judicial para oficializar uniões civis homossexuais. Estados como Bahia, Alagoas, Paraná, Mato Grosso do Sul, Piauí, Sergipe e Ceará têm normativas similares. A lei uruguaia aprovada nesta quarta também estabelece outras mudanças no código civil, como o fim da obrigatoriedade de que o sobrenome paterno anteceda o materno no registro dos nomes dos filhos de um casal. Continue lendo… ‘Uruguai se torna 2º a aprovar casamento gay na América do Sul’» categorias Direitos humanos | tags América Latinacombate à homofobiadireito à felicidade

Ruralistas convocam Gleisi a explicar demarcação indígena

comentários Comentários (1) Por racismoambientalShare on facebookShare on twitterShare on orkutShare on gmailShare on yahoomailShare on hotmailShare on liveShare on googletranslateShare on favoritesShare on print More Sharing Services5 IHU On-Line – A ministra de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, entrou ontem em campo para tentar contornar a convocação da chefe da Casa Civil, ministra Gleisi Hoffmann, pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados Fernando Exman e Daniela Martins – Valor Em um sinal da insatisfação de partidos base aliada, o colegiado convocou Gleisi a dar explicações sobre a identificação e delimitação de terras indígenas no país. O requerimento, de autoria da bancada ruralista, foi aprovado por 25 a 14. Por coincidência, parlamentares da bancada do agronegócio tinham uma reunião ontem à tarde com Ideli para tratar de uma proposta que regulamenta o trabalho dos caminhoneiros. Mas a convocação de Gleisi também foi colocada em pauta. Continue lendo… ‘Ruralistas convocam Gleisi a explicar demarcação indígena’» categorias Racismo Ambiental | tags agronegócioConvenção 169demarcaçõespovos indígenasruralistas,territórioviolência

10 horas atrás

BERMUDES AO 247: “PAGO DO MEU BOLSO A FESTA DO FUX”

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

As reações à denúncia de José Dirceu

por Blog Justiceira de Esquerda 
                                                                                     No Altamiro Borges  Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/

Depois de acusar de “assédio moral” o ministro Luiz Fux por ter pedido a sua ajuda na nomeação para o Supremo Tribunal Federal, em troca da promessa de absolvição no julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu resolveu esperar as reações às suas declarações antes de se manifestar novamente sobre o julgamento, que entra esta semana em sua fase final.
A decisão foi tomada após avaliação da entrevista feita com seus advogados. Na próxima semana, José Dirceu retomará pelo Norte e Nordeste suas viagens pelo país para apresentar os argumentos dos recursos que deverão ser apresentados ao STF nos próximos dias.
“Eu acho que ele já deveria ter se declarado impedido de participar deste julgamento”, disse Dirceu na entrevista aos repórteres Fernando Rodrigues e Monica Bergamo, na “Folha” desta quarta-feira.
Em entrevista que concedeu ao mesmo jornal em dezembro do ano passado, Fux reconheceu que se encontrou com José Dirceu quando estava em campanha por uma vaga no STF, mas negou que tenha prometido absolvê-lo. O ministro havia dito também que não se lembrava de José Dirceu ser um dos réus do mensalão, argumento que o ex-ministro chamou de “tragicômico”.
“Confesso que naquele momento não me lembrei que José Dirceu era réu”, disse Fux na época. Mais tarde, segundo ele, ao ler o processo, Fux teria ficado “estarrecido”.
Na conversa entre os dois, Dirceu conta que afirmou ao ministro: “Eu não quero que o sr. me absolva. Eu quero que o ser vote nos autos. Não é porque não tem prova, não. Eu fiz contraprova porque sou inocente”.
Embora diga que está preparado para ser preso, o ex-ministro garantiu que vai continuar se defendendo na Justiça e promete recorrer até à Comissão Internacional de Direitos Humanos. “Não é que fui condenado sem provas. Não houve crime, sou inocente, me considero um condenado político. Foi um julgamento de exceção, político”.
Luiz Fux mandou um assessor dar o seguinte recado sobre a entrevista de José Dirceu: “Um ministro do Supremo não polemiza com réu”. O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que “estas declarações desgastam o Supremo. É tudo muito lamentável”. E o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) já anunciou que vai pedir o impeachment do ministro Luiz Fux. O caso do mensalão ainda parece longe de acabar. Altamiro Borges: As reações à denúncia de José Dirceu Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  29 minutos atrás

BERMUDES AO 247: “PAGO DO MEU BOLSO A FESTA DO FUX”

por Blog Justiceira de Esquerda 

Advogado carioca Sergio Bermudes, que oferecerá festa para centenas de convidados no aniversário de 60 anos de Luiz Fux, e também emprega em seu escritório sua filha Mariana, rechaça a insinuação de que tenha alguma relação privilegiada com o ministro do Supremo Tribunal Federal; sobre a afirmação de Joaquim Barbosa sobre “conluio” entre advogados e juízes, ele foi enfático: “é mais uma das leviandades do ministro Barbosa”; ele afirma que, apesar da festa, Fux terá “total isenção” para votar em causas do seu escritório no STF
11 DE ABRIL DE 2013 
247 – Recentemente, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, afirmou, numa reunião do Conselho Nacional de Justiça, que um dos grandes problemas do Judiciário é o “conluio” entre advogados e juízes. Segundo Barbosa, haveria relações promíscuas entre membros da comunidade forense, contaminando a lisura de decisões judiciais.
Hoje, em sua coluna na Folha de S. Paulo, a jornalista Mônica Bergamo, dá uma nota sobre algo que Barbosa chamaria de “conluio” se o personagem envolvido não fosse o ministro Luiz Fux, um dos seus principais aliados no julgamento da Ação Penal 470, do chamado mensalão. Segundo Mônica Bergamo, o advogado Sergio Bermudes, que emprega em seu escritório Mariana Fux, filha de Luiz Fux e candidata a uma vaga de desembargadora, oferecerá uma festa para mais de 200 convidados em sua residência no próximo dia 26, data do aniversário de 60 anos do ministro. Entre os convidados, estão o governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes.
Procurado pelo 247, Bermudes falou sobre a festa e suas relações com Fux. “Eu vou pagar a festa do meu bolso e a Receita Federal sabe que, depois de 42 anos de trabalho, tenho condições para isso”, disse ele. Bermudes diz ainda que não tem qualquer influência sobre decisões do ministro. “Ele é meu amigo há 40 anos, já foi meu aluno e tem total isenção para votar em qualquer causa do escritório que chegue ao STF”. Bermudes diz ainda que se algum cliente procurá-lo buscando influência será expulso da sala. “Eu considero isso um insulto”.
Bermudes diz ainda que a filha de Fux, Mariana, tem totais condições de se tornar desembargadora. “Parto do pressuposto de que todos os advogados do escritório têm cabedal jurídico para assumir posições importantes no Judiciário”. 
Em seu escritório, Bermudes emprega também Guiomar Mendes, que é esposa do ministro Gilmar Mendes. Por isso mesmo, ele faz questão de rechaçar as insinuações de que mantenha “conluio” com integrantes do Poder Judiciário. “Essa é mais uma das leviandades do ministro Joaquim Barbosa”, diz ele. “Membros da comunidade forense se relacionam entre si. Juízes se relacionam com advogados e não com veterinários”.
O advogado afirma ainda que Fux só deverá se declarar impedido em causas de seu escritório, caso sua filha assine a petição ou se ele, Bermudes, for parte numa eventual ação. “Como somos amigos, ele ficaria impedido; mas isso não o impede de decidir em ações de clientes, seja contra, seja a favor”.
Tanto Fux como Barbosa foram procurados pela reportagem do 247 para que se expressassem sobre a relação com o escritório de Bermudes. Nenhum dos dois quis se pronunciar. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/98670/Bermudes-ao-247-Pago-do-meu-bolso-a-festa-do-Fux.htm

10 horas atrás

OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Uruguai legaliza casamento gay em clima de comoção

por Luis Soares

Em meio a comoção, Uruguai é o 12° país do mundo a aprovar o casamento homossexual. A lei foi oficializada nesta quinta-feira pelo Congresso uruguaio com votação expressiva – 71 dos 92 congressistas

O Uruguai é agora o 12° segundo país do mundo – segundo da América Latina depois da Argentina – a aprovar união civil entre pessoas do mesmo sexo. A lei oficializada nesta quinta-feira (11/04) pelo Congresso foi recebida com entusiasmo e comoção, principalmente por casais homossexuais uruguaios que desejam oficializar a relação. Imagens e reportagens da imprensa uruguaia mostram diversas pessoas aos prantos, comemorando a decisão do governo. “Um dia de festa, promessas, gargalhadas e comoção”, definiu o jornalista uruguaio Leonardo Pereyra, presente no local na hora da votação. casamento gay uruguai Manifestantes celebram a aprovação do casamento gay no parlamento uruguaio (Foto: AFP) Com placas, fantasias e protestos bem-humorados, centenas de pessoas favoráveis à lei se compareceram no Congresso para acompanhar a decisão do governo. A partir de agora, o Estado não vai se referir aos casais com a expressão “marido e mulher” e, sim, cônjuges. A Lei de Casamento Igualitário foi aprovada com o voto a favor de 71 dos 92 parlamentares presentes. A aprovação aconteceu graças à parceria entre o bloco governista de esquerda, o Frente Ampla, e a oposição, que contribuiu com significativo número de votos a favor da lei. “Tenho recebido muitas chamadas de pessoas comovidas. E não consigo imaginar quantas outras não estão também”, afirmou o senador Federico Graña, membro do movimento “Ovelhas Negras”, principal incentivador da lei. Além de autorizar qualquer matrimônio, sem distinção de sexo, a medida também permite a adoção de filhos por casais homossexuais. Outro ponto da lei diz que os casais agora terão autonomia para definir qual será o sobrenome da criança. Entre os casais heterossexuais, existia um acordo para utilizar o nome do pai, a menos que a mãe reclamasse o direito. Leia também

“Além da questão homossexuaL, essa medida muda o papel e a importância da mulher dentro da família e traz uma discussão sobre as tradições patriarcais”, afirma Graña em entrevista ao portal El Observador. Um ponto controverso da lei é em respeito ao direito dos filhos adotados reconhecerem paternidade. Por exemplo, um filho DE duas mulheres terá o direito de procurar seu pai biológico caso haja esse desejo. A exceção à regra é quando for utilizado o método de fertilização “in vitro”, em função do sigilo da identidade dos doadores de esperma. A Igreja Católica se manifestou contrária à decisão. A Conferência Episcopal Uruguaia pediu aos legisladores que se declaram cristãos a não votarem em uma iniciativa que, segundo sua opinião, vai “contra o projeto de Deus”. A Holanda (2003) foi o primeiro país a aprovar o casamento de pessoas do mesmo sexo. Na sequência, vieram Bélgica (2003), Espanha e Canadá (2005), África do Sul (2006), Noruega (2009), Portugal, Islândia e Argentina (2010) e Dinamarca (2012). Também é reconhecido legislativamente esse direito na Cidade do México e seis Estados dos EUA. Opera Mundi O post Uruguai legaliza casamento gay em clima de comoção apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  5 horas atrás

Downloads favoritos do Vaticano incluem pornografia

por Luis Soares

Lista de filmes pornô baixados no Vaticano é divulgada e conta com títulos de temática sadomasoquista, além de filmes com travestis. 90% das pessoas que residem no Vaticano estão conectadas à Igreja Católica

downloads vaticano O Vaticano também faz download pirata, incluindo bastante pornografia. O site Torrent Freak resolveu analisar os downloads do Vaticano. O resultado mostra quais são os filmes e programas de TV favoritos das cerca de 800 pessoas que vivem no menor país do mundo. Dessas 800, mais de 700 são conectados à Igreja Católica: são cardeais, diplomatas da Santa Sé e membros da Guarda Suíça, de acordo com o site oficial do Vaticano. Além de filmes comuns e seriados de TV, a lista conta com alguns títulos pornô de temática sadomasoquista. No arquivo “WA-27788 Lea Lexis and Krissy Lynn”, por exemplo, WA seriam as iniciais de “whipped ass” (bunda chicoteada) em inglês. A história do longa de sadomasoquismo, de acordo com o site Fleshbot, mostra Lea, uma artista desprezada que busca se vingar de ricos esnobes do mundo da arte ao fazer da crítica Krissy “um exemplo”. Leia também

Outro arquivo da lista aparece catalogado como “TPH-26967 Tiffany Starr and Sheena Shaw”, um filme com travestis onde, novamente segundo o Fleshbot, Sheena acorda sem se lembrar como Tiffany foi parar na sua cama, até que “uma batida firme do órgão sexual de Tiffany ajuda a estimular sua memória”. As iniciais TPH seriam uma sigla para “TS Pussy Hunters” (“Caçadores de Vagina Travestis“). Os outros títulos identificados como pornográficos que aparecem na lista são “RS77_Episode01″, que seria o nome do arquivo do longa “Russian Slaves 77″ (“Escravas Russas 77″). Outro arquivo listado tem o nome “BDSM Sklavin Züchtigung im dunklen Hobbykeller teen fesselspiele”, que traduzido do alemão quer dizer aproximadamente algo como “adolescente brinca com braceletes em punição de escravas na oficina do porão escuro”. downloads vaticano pornô Cena do arquivo arquivo “WA-27788 Lea Lexis and Krissy Lynn”, baixado em IP do Vaticano (Foto: Reprodução) O resto da lista é composto por filmes “normais” como “Simplesmente Amor” e os recentes “O Último Desafio” e “O Acordo”, além de seriados de TV norte-americanos como “Chicago Fire”, “Lightfilelds”, “Touch” e “The Americans”. Entre outras curiosidades da lista está o fato de que poucas músicas são baixadas, sendo uma das poucas exceções o disco “Lego House” de Ed Sheeran. No mesmo endereço de IP está o único jogo baixado da lista, “Mega Airport Madrid X”, da Aerosoft. Revista Galileu e Portal UOL O post Downloads favoritos do Vaticano incluem pornografia apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks?

por Luis Soares

As caixas pretas do poder global. É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks, considerando-se a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes

Por Antonio Martins, em OutrasPalavras. Imagem: Connor Maguire, The honnest banker-gangster Um facho de luz está iluminando o lado obscuro do poder global desde o início do mês, sem que os jornais brasileiros pareçam interessados em segui-lo. Após 15 meses de trabalho, uma equipe do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em inglês) começou a publicar reportagens muito constrangedoras sobre os centros financeiros offshore, também conhecidos pelo termo eufemístico de “paraísos fiscais”. Por envolverem políticos e magnatas conhecidos do público, as revelações já estão provocando sobressaltos políticos em países tão diferentes como França (onde caiu o ministro das Finanças), Canadá, Indonésia, Filipinas,VenezuelaRússia e Azerbaijão. O trabalho do ICIJ tem como fonte um vazamento de informações extraordinário. Um operador anônimo, de uma instituição financeira que opera nas Ilhas Virgens britânicas, enviou a Gerard Ryle, diretor do Consórcio, um disco rígido de computador contendo 260 gigabytes de dados – 2,5 milhões de documentos, acumulados ao longo de trinta anos. Em volume, são 160 vezes mais dados que o material vazado, pelo Wikileaks, a partir do Departamento de Estado dos EUA. Por isso, o caso tornou-se internacionalmente conhecido como o “offshore leaks”. Uma equipe de 86 jornalistas, de 37 publicações (nenhuma brasileira…) analisou as informações e está produzindo as reportagens. É possível acompanhá-las, por exemplo, em seções especiais criadas no próprio site do ICIJ, mas também no Guardiande Londres, e no Le Mondede Paris. A importância política dos documentos é proporcional a seu tamanho. Até o momento, estes jornais preferem destacar o lado mais vistoso das revelações: governantes, super-ricos e celebridades que escondem dinheiro em pontos longínquos do planeta, para sonegar impostos. Mas o que já foi publicado permite outra leitura, menos superficial. As praçasoffshore não podem mais ser vistas como ilhas tropicais paradisíacas, para onde flui a riqueza resultante de alguns negócios marginais. Elas são uma engrenagem fundamental no centro do capitalismo contemporâneo. Primeiro, por seu próprio tamanho. Conforme estudos citados pelo ICIJ, os centros offshore acumulam depósitos estimados entre 21 e 31 trilhões de dólares – entre um terço e metade do PIB anual do planeta. Segundo, por sua própria constituição. As ilhotas pitorescas que compõem a galáxia do offshore são apenas a franja (e, num certo sentido, a fachada), numa vasta rede oculta em cujo centro está Londres – a principal praça financeira do mundo. offshore leaks mídia brasileira Offshore Leaks: as caixas pretas do poder global A geografia política de tal rede é descrita — numa entrevista que Outras Palavras publica também hoje — por Nicholas Shaxon, autor de obra recente e fundamental sobre o offshore: Treasure Islands: Uncovering the Damage of Offshore Banking and Tax Havens1. Ele explica: a grande teia do sistema financeiro nas sombras parte da capital britânica e articula-se por meio de dois núcleos intermediários, de onde se estende por todo o planeta. Um dos núcleos tem base em três ilhas do litoral inglês – Jersey, Guernsey e Man – e abre-se para Ásia e África. Outro, baseia-se nas Ilhas Cayman e Bermundas, voltando-se para as Américas. A Grã-Bretanha articula a enorme estrutura de captação de recursos. Mas os Estados Unidos são o principal destino do dinheiro, prossegue Shaxon. Maiores devedores do planeta há décadas, os EUA abriram-se, a partir dos anos 1970, ao mundo offshore. Acostumaram-se a fechar suas contas externas, cronicamente deficitárias, atraindo também dinheiro de origem duvidosa – ao qual oferecem isenções fiscais e proteção legal. Leia também

É neste mundo de finanças ocultas e anonimatos, relata o ICIJ, que escondem e “lavam” (legalizam) seu dinheiro as grandes redes do crime organizado: máfias de distintas nacionalidades, políticos corruptos que se apropriam de recursos públicos, traficantes de seres humanos, beneficiários de caça proibida, escroques de todos os tipos. O esquema é conhecido. Quem precisa dar aparência de legalidade a uma soma obtida por meios ilícitos transfere-a para uma conta bancária offshore. Aproveita-se dos impostos muito baixos cobrados pelos “paraísos fiscais”. Mais tarde, reintroduz o dinheiro no país, na forma de crédito proveniente de uma instituição respeitável, com sede na Suíça, em Luxemburgo ou nas Ilhas Virgens. Quem irá investigar a origem primeira do dinheiro? Mas o circuito que abastece o crime seria insustentável, continua Nicholas Shaxon, sem uma presença luxuosa: a das grandes corporações transnacionais. Praticamente todas as empresas com atuação internacional, relata ele, atuam offshore. Fazê-lo tornou-se quase obrigatório, na dinâmica que a globalização assumiu. Permite evasão sistemática de impostos, explicada na entrevista. A tal ponto que não operar offshore penalizaria as corporações eventualmente dispostas a respeitar seus sistemas tributários nacionais, obrigando-as a cobrar preços superiores aos das concorrentes. Surge, aqui, um primeiro círculo de conveniências e cumplicidades. Se as transnacionais deixassem o circuito offshore, raciocina Shaxon, ele ira tornar-se rapidamente insustentável. Seria uma confraria frágil de milionários fora-da-lei, facilmente denunciável e desmontável. Sua força, e sua suposta honorabilidade, é transferida pelas grandes corporações. Por elas e, é claro, pelos bancos. Quase todas as instituições bancárias importantes, conta a reportagem do ICIJ, têm relações com a rede financeira das sombras. Por meio delas, tornam-se capazes de oferecer aos clientes premium a faculdade de ocultar dinheiro obtido legal ou ilegalmente – e de reintroduzi-lo no país, sempre que necessário. Os bancos chegam a competir entre si, na oferta de serviços eficazes de ocultamento de recursos. Num documento vazado, o Crédit Suisse, com sede em Zurique e representações em todo o mundo (inclusive no Brasil, onde “patrocina” a Orquestra Sinfônica de São Paulo), é descrito como “o Santo Graal” da rede. Os procedimentos que adota nas transferências de recursos são tão “eficientes” – admira-se um operador offshore – que autoridades policiais ou bancárias eventualmente interessadas em descobrir a identidade de um depositante irão “deparar-se com uma muralha blindada”… Mas não se trata de um exemplo isolado. Reportagens do Der Spiegel e do Le Monde estão revelando como instituições “respeitáveis” como o Deutsche Bank (alemão), Banque National de Paris e Paribas (franceses), ING e Amro (holandeses) envolveram-se no esquema. Nem mesmo a crise iniciada em 2008 parece abalar o mundo financeiro clandestino. Segundo o ICIF, entre 2005 e 2010, os depósitos dos 50 maiores bancos do mundo mais que duplicaram, avançando de 5,4 para 12 trilhões de dólares. Este salto ajuda, aliás, a compreender o cenário global em que se alastra o universo offshore; e também o ambiente ideológico que o alimenta. Na última década, a desigualdade espalhou-se pelo mundo (com a exceção notável da América do Sul). Mesmo num país como os Estados Unidos, 400 pessoas detêm tanta riqueza quanto metade da população. O grupo restrito dos ultra-ricos formou o que o filósofo francês Patrick Viveret chamou de uma oligarquia financeira. Esta possível “nova classe” tem enorme poder econômico e político. Deseja ter mãos livres tanto para intervir nas decisões dos Estados nacionais quanto para driblá-las, quando contrariam seus interesses. Vê, numa galáxia financeira opaca, um instrumento extremamente funcional para preservar seus privilégios e ampliar seu poder. É possível enfrentar o universo offshore? Do ponto de vista técnico, não faltam alternativas, explica Nicholas Shaxon. Os fluxos de recursos para os “paraísos fiscais” podem ser limitados tanto por tributação mais elevada – que inibe as transferências – quanto por restrições diretas dos Estados. O difícil, ressalta o autor de Threasury Islands, é enfrentar a força política da oligarquia financeira. Entre os grupos diretamente interessados em manter a situação atual estão banqueiros, grandes empresas, bancadas políticas corruptas e crime organizado. A mídia exerce um papel central na resistência às mudanças. Os jornalistas dos meios tradicionais normalmente sabem muito pouco sobre finanças internacionais, observa Shaxon. Nas raras vezes em que escrevem sobre o tema, recorrem aos “especialistas do mercado financeiro” – precisamente os que mais têm interesse em que nada mude. É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks. Considere a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes… Mas é animador que, em todo o mundo, o episódio tenha alcançado tanta repercussão. A crise financeira tornou as sociedades mais críticas. A vida de luxo e ostentação dos altos executivos é vista com desconfiança e desconforto crescentes. Muitos julgam-na uma afronta, diante do empobrecimento de vastos setores sociais. Nunca houve condições tão favoráveis para abrir um debate sobre o assunto. Um sintoma é o fato de você estar lendo este texto, apesar do boicote da mídia brasileira sobre o tema… 1 [Ilhas do Tesouro: revelando os danos dos paraísos fiscais e das finanças “offshore”, infelizmente ainda sem tradução em português – ler verbete na Wikipedia, ou comprar] O post Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks? apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito

por Luis Soares

OAB divulga uma dura nota, inédita na história da instituição, dirigida em forma de reprimenda a um integrante da Suprema Corte do Brasil

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou uma nota pública “refutando e repudiando” as declarações feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, durante encontro com representantes de três associações de magistrados (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Associação dos Magistrados Brasileiros e Associação dos Juízes Federais do Brasil). No início da semana, o presidente do STF criticou a criação de novos tribunais regionais federais, aprovada na semana anterior pelo Congresso Federal. “Pelo que eu vejo, vocês participaram de forma sorrateira na aprovação”, disse o presidente do STF, quando, então, acabou discutindo com o vice-presidente da Ajufe, Ivanir Ireno. nota oab joaquim barbosa OAB divulga nota contra agressão do ministro Joaquim Barbosa (Foto: aBr) Barbosa criticou abertamente o que classificou como intromissão de entidades de classe de juízes na aprovação do texto da Proposta de Emenda Constitucional 544, que criou quatro novos Tribunais Regionais Federais. O presidente do STF chegou a dizer que os TRFs “vão servir para dar emprego para advogados (…) e vão ser criados em resorts, em alguma praia”. “Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos Tribunais Regionais Federais objetive de criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil”, diz a nota pública divulgada pela OAB.

Leia a nota do Conselho Federal da OAB:

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, durante sessão ordinária realizada nesta data (8/4), tomou conhecimento de declarações do Sr. ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, acerca da Proposta de Emenda Constitucional 544, do ano de 2002, recentemente aprovada pelo Congresso Nacional, que institui quatro novos Tribunais Regionais Federais. Leia também

Tais declarações proferidas em reunião com os presidentes de três associações de magistrados (AMB, Ajufe e Anamatra) reiteram críticas exacerbadas do senhor ministro à criação dos referidos Tribunais. Causam espécie, notadamente, os seguintes trechos de tal pronunciamento: “Os Tribunais vão servir para dar emprego para advogados …”; “e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia…”; “foi uma negociação na surdina, sorrateira”. O Conselho Federal da OAB entende do seu dever refutar e repudiar tais declarações, por inexatas, impertinentes e ofensivas à valorosa classe dos advogados. A bem da verdade, a Emenda Constitucional em questão tramita no Congresso Nacional desde o ano de 2002, tendo observado o processo legislativo próprio, revestido da mais ampla publicidade. Além disso, resultou de antiga e legítima aspiração dos jurisdicionados em nosso país e contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil. Ao aprovar a PEC 544/2002, após a realização de audiências públicas e intenso debate parlamentar, o Congresso Nacional exerceu, com ponderáveis e justas razões, o poder constituinte derivado, que lhe é exclusivo e indelegável. Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos Tribunais Regionais Federais objetive de criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil. O assunto merece ser tratado em outros termos, respeitando-se a independência dos poderes e a dignidade dos órgãos e associações que pugnam pela melhor realização da Justiça no país. Consultor Jurídico O post OAB divulga nota contra Joaquim Barbosa em tom inédito apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Reforma Política fracassa mais uma vez na Câmara

por Luis Soares

Projeto de reforma política naufraga mais uma vez na Câmara. Proposta não obtém consenso mínimo entre lideranças partidárias; PT vai agora tentar projeto de iniciativa popular para garantir financiamento público e voto em lista

Sem acordo mínimo entre as lideranças partidárias da Câmara dos Deputados, o projeto que trata da reforma política foi mais uma vez engavetado. Em gestação há dois anos, o projeto previa, entre outros pontos, o financiamento público exclusivo de campanha eleitorais, o voto em lista para deputados e vereadores e o fim das coligações nas eleições proporcionais. reforma política câmara Projeto de Reforma Política fracassa mais uma vez no Congresso Nacional. Líderes não chegaram a consenso. PT pretende alavancar projeto de iniciativa popular para garantir financiamento público e voto em lista. A objetivo de tais propostas, segundo o deputado Henrique Fontana (PT-RS), era reduzir o poder de grandes grupos econômicos sobre as eelições, o parlamento e os governos, bem como fortalecer os partidos e seus programas. Mas em reunião realizada ontem a maioria dos líderes concordou com apenas um ponto menor, que trata da coincidência de datas nas eleições. Esse ponto consta da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 3, de 1999, que seria levada à votação. A bancada do PT, porém, decidiu por unanimidade obstruir a votação. “O PT quer votar a reforma e não fazer um arremedo de reforma. Para nós, o financiamento público, o voto em lista, e o aumento da participação popular com fortalecimento do referendo são elementos centrais se quisermos de fato fazer uma reforma profunda”, defendeu o líder do PT, deputado José Guimarães (CE). Ele disse ainda que, além da obstrução, a bancada do PT vai defender a posição do partido porque entende que é o melhor caminho para o país. “Mas não iremos votar a coincidência de mandatos”, declarou. O relator Henrique Fontana lamentou o posicionamento da maioria dos líderes contra o financiamento público. Segundo ele, a distorção que o financiamento privado causa à igualdade na disputa eleitoral pode ser exemplificada com a constatação de que apenas 200 grandes financiadores bancam a maior parte dos recursos gastos durante as eleições no País. “Esses grandes financiadores não fazem isso para fortalecer a democracia. O montante gasto por eles é embutido no custo dos serviços ou produtos e, no final, a população paga a conta”, disse. Ele disse, por outro lado, que a mobilização popular pode reverter a situação em favor da reforma política. “O caminho é mobilizar a sociedade para vencer o conservadorismo do parlamento”, sugeriu. As lideranças favoráveis à votação apenas da PEC sobre a coincidência de datas eleitorais t3entarão colocá-la em votação novamente hoje (10).

Iniciativa popular

Com o naufrágio do reforma relatada por Fontana, o PT anunciou que irá às ruas colher assinaturas que ela seja reapresentada em forma de projeto de iniciativa popular. A ideia é coletar mais de 1 milhão de assinaturas. O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), concorda com a análise de uma proposta de iniciativa popular, desde que trate de alguns pontos específicos. “Seria o caso de ter uma iniciativa popular, mas desde que a prioridade fosse a lista preordenada junto com o financiamento. Mas não inverter essa prioridade, porque não podemos contaminar dinheiro público com caixa 2.” Apesar da redução no conteúdo da reforma política, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, avaliou que a votação da coincidência de eleições seria “o primeiro passo” para mudanças mais amplas do sistema político eleitoral. Alves, porém, se disse frustrado com a não votação. “Já estou cansado de esperar consenso sobre a reforma política. É hora de começar a votar. A Casa não pode ficar a vida inteira empurrando com a barriga esse assunto.” Rede Brasil Atual, com Agência Câmara O post Reforma Política fracassa mais uma vez na Câmara apareceu primeiro em Pragmatismo Político  Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  9 horas atrás

Pregação de Feliciano sobre John Lennon vira notícia internacional

por Luis Soares

Pregação do deputado Marco Feliciano sobre morte de John Lennon vira notícia internacional

Um vídeo que mostra o pastor e deputado federal Marco Feliciano explicando que a morte de John Lennon teria sido provocada por castigo divino anda provocando polêmica não apenas no Brasil. Jornais australianos como o The Herald, o tabloide de maior circulação diária no país, e o The Australian publicaram a notícia, divulgada internacionalmente pela agência AFP. “Ira de Deus matou John Lennon, diz pastor brasileiro evangélico Marco Feliciano”, publicou o The Herald. “John Lennon morreu por ira divina, diz pastor brasileiro”, noticiou o The Australian. Outros sites reproduziram a nota – uma pesquisa no Google pelo tema mostra que mais de 30 publicações internacionais repercutiram a pregação de Feliciano, que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Assista ao vídeo, que já foi clicado quase 600 mil vezes no YouTube: Na gravação de um programa de TV, o político afirma que o assassinato do ex-beatle, em 1980, teria ocorrido porque o compositor havia afirmado que sua banda era mais famosa que Jesus Cristo. “John Lennon chegou uma dia diante das câmeras, bateu no peito e disse: ‘os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo’. Jesus não era popstar como ele, mas sim o mestre de uma grande religião. John Lennon estava olhando pras câmeras, dizendo ‘Nós Beatles somos uma nova religião’. A minha Bíblia diz que Deus não recebe esse tipo de afronta e fica impune.”, ele disse. feliciano john lennon Em novo vídeo, Marco Feliciano atribui sucesso de Caetano Veloso a pacto com o Diabo. Assista abaixo. (Foto: Divulgação) No início da semana, um vídeo em que Feliciano aparece explicando a morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas também provocou polêmica (o motivo, no caso, também teria sido “ira divina”). Leia também

Em novo vídeo que circula na web, Feliciano insinua que Caetano Veloso e Lady Gaga fizeram pacto com o demônio. Veja:  O deputado provoca polêmica com declarações que são consideradas homofóbicas e racistas. É alvo de protestos de artistas e celebridades (como Daniela Mercury e Bruno Gagliasso), que se manifestam contra a permanência de Feliciano no cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos. A campanha Marco Feliciano não me Representa ganha força na web. Tiago Faria, BlogsPop O post Pregação de Feliciano sobre John Lennon vira notícia internacional apareceu primeiro em Pragmatismo Político

10 horas atrás

MP-SC vai apurar se monumento à Bíblia é inconstitucional

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

MP-SC vai apurar se monumento à Bíblia é inconstitucional

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Igrejas do RS obtêm isenção de ICMS em contas de luz e telefone

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Caetano Veloso tem pacto com diabo, diz Feliciano em culto

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Papa vai tentar conter avanço dos evangélicos no Brasil

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