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por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Feels So Real by Dragan Djuric

Feels So Real by Dragan Djuric

Veli Rat, Dugi otok, Croatia.

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Miss Zambia by Marsel van Oosten

Miss Zambia by Marsel van Oosten

This one is from our popular Zambia photo tour: Beyond The Great Rivers. I’ve been on safaris in all African safari countries, and Zambia is easily one of my favourites. It’s not as crowded as the Masai Mara, the Serengeti or Kruger, not as expensive as the Okavango, you can drive off road, you’re not limited to opening or closing times of the parks, you can get out of your vehicle, and there’s the Zambezi river. During the hot dry season that’s where all the animals will be so and that’s where most of the activity will be. Zambia is not your typical safari destination. It is not as open as the Masai Mara or the Serengeti for instance, where you can spot the animals from miles away – you have to work harder for your shots. To me, that’s what makes it so much more fun and rewarding. Especially because the scenery in Zambia is so spectacular with giant winterthorn trees dwarfing even the elephants, and the famous Zambezi river with highest hippo density in the world. The Zambezi is an animal magnet in the dry season, and where all the animals go, that’s where the predators are as well. Leopards are my favourite big cats – they’re just stunning. When we’re in our bush camp in Zambia, I always plan at least one leopard drive, where we specifically search for leopards. So far we have always been successful, just like last year. We left our camp very early in the morning to drive to this specific area where we had seen a leopard earlier in the hope to spot her again in good photography conditions. Well, we couldn’t have been more lucky. There she was, Miss Zambia, the prettiest leopard in the country, walking along the tree line. She was very relaxed with our presence, walked towards a termite mount, climbed up and lay herself down in the most elegant of poses. I asked our guide to reposition our vehicle to get the beautiful side lighting, and after that it was just a matter of clicking away. Bad photographs were simply impossible. We train our leopards well! 😉 When the sun got higher and the light harsher, she got up and walked away. Our cue to slowly drive back to camp and have breakfast. If you would like to join me on this spectacular trip and learn more about photography and composition, please check out my website for more information: Squiver Photo Tours & Workshops The tour was fully booked in no time, but due to a cancellation we now have two spaces available again. Hope to see you there! Marsel ©2013 Marsel van Oosten, All Rights Reserved. This image is not available for use on websites, blogs or other media without the explicit written permission of the photographer.

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The Bridge by Alister C.

The Bridge by Alister C.

 

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Great Horned Owl by Milan Zygmunt

Great Horned Owl by Milan Zygmunt

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sister by nao sakaki

sister by nao sakaki

 

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Natures Window by Paul Emmings

Natures Window by Paul Emmings

I deleted my last post due to the number of dislikes . Natures Window at Kalbarri National Park Western Australia .It was a 30k off road drive and then around a 30 minute walk to this location in temperatures over 45. We could not stay long , it was the one time the heat got to much for us , it was just so so hot.

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The heaven light over the Mont Saint-Michel by Mathieu RIVRIN

The heaven light over the Mont Saint-Michel by Mathieu RIVRIN

Mont Saint-Michel – Manche – Normandy- France

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IsLaNd by cemil türkeri

IsLaNd by cemil türkeri

Heybeli ada-İstanbul…

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Daphne’s Eternal Run by Marco Soggetto

Daphne’s Eternal Run by Marco Soggetto

Eerie shadows and false misty light on unknown paths, Ghostly trees appear and fade away around me, grasping the motionless breezes on the bottom of these forests, Everything crying this absolute humidity on my face and hairs, on my beard, as a wet shroud, While again and again I carry on my lost Daphne’s tracks.

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Baikal Lake by Yury Pustovoy

Baikal Lake by Yury Pustovoy

panorama

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Martin Pescatore by Clickalps .com

Martin Pescatore by Clickalps .com

© Riccardo Trevisani 4th place in the ClickAlps weekly photo contest @ Clickalps FB group Week #13 (25mar-31mar) You’re welcome to join us!

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After The Rain by Cesar Castillo

After The Rain by Cesar Castillo

 

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Touch with clouds by Peter Orlický

Touch with clouds by Peter Orlický

Peter Orlicky

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the Chital deers by Irawan Subingar

the Chital deers by Irawan Subingar

The chital or cheetal, also known as chital deer, spotted deer or axis deer is a deer which commonly inhabits wooded regions of India, Sri Lanka, Nepal, Bangladesh, Bhutan, and in small numbers in Pakistan. This shot are taken in Indonesia.

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Dark Mirror by Denis Belyaev

Dark Mirror by Denis Belyaev

There is a beautiful view when outdoors frost -20 and blue skies overhead …

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Cap.. by Atif Saeed

Cap.. by Atif Saeed

 

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Fire seed by LEE INHWAN

Fire seed by LEE INHWAN

분홍바늘꽃

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Untitled by Vassili Broutski

Untitled by Vassili Broutski

 

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Yummy by iDruz Arsyad

Yummy by iDruz Arsyad

 

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11 minutos atrás

Coletivo CAUIM: Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Coletivo CAUIM: Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país

por Conceição Lemes 
 Urutau Guajajara e Anagé Aruak (chorando) durante a desocupação da Aldeia Maracanã. Foto: Orlando Callheiros/ Coletivo CAUIMCom efeito, além dos massacres e das epidemias, além dessa singular selvageria que o Ocidente traz consigo, há, ao que parece, imanente à nossa civilização, e constituindo a “escura metade das sombras” onde se alimenta sua luz, a muito notável intolerância da civilização ocidental diante de civilizações diferentes, sua incapacidade de reconhecer e aceitar o Outro como tal, sua recusa em deixar subsistir aquilo que não lhe é idêntico.     (Pierre Clastres, “Entre silêncio e diálogo”) do Coletivo CAUIM, via e-mail Nós, membros do Coletivo CAUIM*, expressamos publicamente nosso repúdio às ações do Governo do Estado do Rio de Janeiro de expulsar a Aldeia Maracanã do terreno do antigo Museu do Índio, nos arredores do estádio Mário Filho (Maracanã), bem como os projetos de transformar o rico patrimônio público, histórico e cultural que lá se encontra em estacionamentos ou museu do Comitê Olímpico Brasileiro. Os objetivos do governador Sérgio Cabral atacam frontalmente os direitos dos povos indígenas e a história do Rio de Janeiro e do Brasil, violentando o direito à memória, com o não-tombamento de uma edificação centenária central para a política indigenista nacional, e destruindo seu uso social a fim de entregar o terreno à iniciativa privada. Assim, o governo acaba com um lugar que servia de abrigo e moradia para os índios residentes ou em trânsito pela cidade, que originalmente fora uma aldeia e que, destinado pelo Estado há mais de um século para atender os ocupantes originais do Brasil, desde 2006 se estabeleceu como ponto de encontro e intercâmbio cultural de indígenas, entre si e com os “brancos”. Ainda mais grave do que a destruição da Aldeia Maracanã e do patrimônio público, foi a operação de guerra montada pelo governo, através de suas forças policiais, para executar a ação. No dia 22 de março, a sociedade brasileira e a comunidade internacional assistiu, estarrecida, ao ataque de centenas de policiais militares e membros do Batalhão de Choque com vistas à desocupação do antigo Museu do Índio. Munidos de vários blindados, camburões, helicópteros, armas químicas e sônicas, centenas de soldados sitiaram, durante a madrugada, o território habitado pelos indígenas, invadindo-o pela a manhã e iniciando uma violenta batalha campal. Ninguém foi poupado da barbárie policial: além dos ataques aos ocupantes da Aldeia Maracanã, dentre os quais gestantes, bebês e crianças, todos os presentes durante a invasão do Choque foram atingidos pelas várias bombas de gás lacrimogênio e outras armas químicas; pela primeira vez no Brasil, uma arma sônica foi utilizada. Além dos apoiadores da causa indígena, também foram agredidos os deputados, vereadores, defensores públicos e membros da imprensa pelo armamento que é condenado pela Convenção de Armas Químicas da ONU, de 1997. No dia seguinte, 23 de março, quando os habitantes da Aldeia Maracanã se dirigiram ao Museu do Índio, em Botafogo, para solicitar um encontro com as autoridades indigenistas da FUNAI, foram outra vez cercados pela polícia, desta vez com o apoio do BOPE. A ocupação, pacífica, novamente foi criminalizada. Assim como ocorrera na véspera, o advogado dos habitantes da Aldeia Maracanã foi impedido pelos policias de chegar até seus representados. Os eventos narrados acima fornecem um emblema do que vivenciam as populações indígenas no Brasil atual, marcado pelo silêncio das autoridades federais que deveriam resguardar os seus direitos: nem a FUNAI, nem a Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal se pronunciaram sobre o assunto; tampouco o fez o Ministro da Justiça ou a Presidenta da República, Dilma Rousseff. Em fina sintonia com a violência do Governo do Estado do Rio de Janeiro, o Governo Federal continua tratando os povos indígenas como entraves para as grandes obras que tanto deseja realizar, e, quando não ocupando posição de algoz, prefere manter o silêncio, fazendo-se deliberadamente omisso em relação às atrocidades que acometem as populações originárias no Brasil. Persiste o genocídio dos Guarani-Kaiowá, em Mato Grosso do Sul, sem a devida intervenção do Governo Federal; a ameaça a dezenas de Terras Indígenas com a seca de seus rios, crescente criminalidade em seus entornos e fim dos animais de caça devido à implementação de complexos de mega-hidrelétricas, sem o atendimento de suas mais básicas condicionantes ambientais; e, no momento mesmo de escrita deste texto, articula-se uma ação militar de repressão à resistência Munduruku, habitantes do rio Teles Pires, com vistas à instalação forçada de um conjunto de hidrelétricas na região. Estas são apenas algumas faces de um mesmo projeto adotado pelo Governo Federal e seus aliados regionais, recuperando o modelo desenvolvimentista da ditadura militar, em que os empreendimentos faraônicos e a grilagem latifundiária gozam não só de respaldo político, como também do uso da força estatal para consolidá-los. A situação é bem ilustrada pela alteração do artigo 4 do Decreto 5.289 de 2004, que desfigura a Força Nacional de Segurança Pública, tornando-a menos um instrumento de segurança fundado no pacto federativo (entre Municípios, Estados e União, como versa nossa Constituição) do que em uma polícia estabelecida para atender as solicitações diretas do Governo Federal. Os maiores veículos de comunicação do país também não mostram sensibilidade ou um preparo mínimo para tratar dos assuntos indígenas, como ficou evidenciado pela cobertura jornalística do ataque à Aldeia Maracanã. O preconceito disseminado em afirmações como “os índios verdadeiros estão na floresta”, “aquilo supostamente é uma aldeia” e “eles deveriam voltar para o lugar deles”, repetidas incontáveis vezes durante as transmissões, estão em sintonia com os policiais que gritavam, durante a repressão, “voltem para o mato, voltem para Roraima, Amapá”. Ignorantes da complexidade das relações que os indígenas brasileiros estabelecem com as cidades, inclusive de moradia, e reificando uma imagem primitivista dos índios, os “formadores de opinião” (sic) cumprem indiretamente o papel de legitimar a violência contra as minorias étnicas, ao reforçar o preconceito que pesa sobre elas e criminalizar suas demandas. Entre o pólo da cidade e o pólo da floresta, há uma miríade de possibilidades de vida. E é aí que as vidas indígenas transcorrem, conforme seus modos próprios de pensamento e ação num mundo em constante movimento e transformação. O trânsito entre diferentes espaços desdobra-se numa diversidade de experiências históricas de relação com a alteridade, em que o mundo dos “brancos” (e seu espaço por excelência, a cidade) ocupa posição de destaque. Ao contrário do que muitos esperam, as culturas indígenas não são artigos empoeirados de museus, ou sobrevivências de um modo de vida arcaico em vias de extinção. A multiplicidade dos modos de ser indígena no século XXI não se enquadram na imagem preconceituosa que muitos não-índios insistem em cultivar do “homem primitivo” puro e inocente na selva ou do ser em decadência na cidade. Longe de serem eliminadas pela vivência em centros urbanos e suas margens, as vitalidades indígenas florescem no seio da diferença, reafirmando-se enquanto índios, isto é, enquanto um modo de existir e pensar diferente do nosso. Não à toa, após mais de 500 anos de massacres, perseguição e preconceito, os índios resistem, recusando se render tanto ao genocídio (“ainda vivemos!”) como ao etnocídio (“continuamos sendo índios!”). Contrariando as previsões de extermínio e aculturação dos colonizadores, desde o Cabral de 1500 até o Cabral de 2013, os índios continuam sendo índios, e o Brasil não é uma nação homogênea: dentro das fronteiras de seu território existem mais de 200 povos diferentes, falando mais de 150 línguas distintas. De modo que a presença de uma aldeia no centro do Rio de Janeiro, ao lado de um empreendimento bilionário e de destaque internacional (o novo Maracanã), resiste como emblema da heterogeneidade sóciocultural existente no país: justamente por isto, indesejado pelo governo, e um entrave para sua política higienista. Exemplo maior da afirmação sociopolítica da diferença, a Aldeia Maracanã, com sua proposta de ser um espaço de troca de experiência artística e intelectual entre indígenas e não indígenas de todo país (e do mundo), nos faz um generoso apelo no sentido de multiplicar nosso mundo a partir da imagem e da experimentação de outras formas de existir. Em um momento de acelerada destruição do meio-ambiente e do crescimento da monocultura latifundiária, de desrespeito aos direitos constitucionais que resguardam os habitantes das áreas atingidas pelos mega-empreendimentos, além da sofisticação e brutalidade do aparato repressor do Estado contra a população civil, é preciso sempre lembrar das consequências de sermos todos Guarani Kaiowá. *O coletivo é composto por estudantes de pós-graduação do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRJ/ Museu Nacional. Leia também: “Demolir prédio histórico para criar estacionamento é ato de covardia” O Batalhão de Choque engajado na privatização do Maracanã O post Coletivo CAUIM: Aldeia Maracanã ou com quantos extermínios se (des)faz um país apareceu primeiro em Viomundo – O que você não vê na mídia Compartilhar  Marcar como não lido  Curtir  8 horas atrás

Izaías Almada: Tremenda falta de assunto…

por Conceição Lemes Ironicamente, FHC será o primeiro imortal nas letras que pediu para esquecerem tudo o que ele escreveu. E pensar que o país já produziu um Machado de Assis… A eleição de Amaury Ribeiro Jr. seria mais digna por Izaías Almada Com uma direita boçal e uma esquerda anódina, o Brasil vai empurrando a crise e mantendo algumas conquistas sociais sobre o fio da navalha. Sabe-se que o exercício da política é um jogo delicado. Na maioria das vezes de cartas marcadas e com muitos jogadores viciados. Nem por isso, contudo, deve-se desprezá-la, mas – ao contrário – tentar ver o que é possível fazer para melhorar o país sempre que isso for possível. Mas o dia a dia é cruel e nele se misturam os interesses mais variados, prevalecendo a força da manipulação das idéias, o jogo ideológico das cadeiras, o dinheiro fácil sedimentando cada vez mais a hipocrisia, e a vaidade botando as manguinhas de fora em homens e mulheres que já foram mais sérios um dia. Aliás, se a vaidade e a obsessão matassem, com certeza o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seu discípulo José Serra já teriam ido dessa para a melhor há algum tempo… Que eles não se preocupem, entretanto, desejo-lhes vida longa. Ironicamente, FHC será o primeiro imortal nas letras que pediu para esquecerem tudo o que ele escreveu. E pensar que o país já produziu um Machado de Assis… A eleição do jornalista Amaury Ribeiro Jr. seria mais digna. Nesses tempos bicudos, onde se vende muito gato por lebre, onde o título de “celebridade” é disputado a tapas por prostitutas inglesas, políticos e juristas emplumados e medíocres, padres pedófilos, jogadores de futebol publicitários e máfias do colarinho branco, europeias, sul e norte-americanas, onde o Oscar de melhor filme do ano é vencido por uma história em homenagem à CIA, penso que o melhor é divagar por outros assuntos e, quem sabe, lembrarmo-nos de algumas das verdadeiras celebridades, aquelas que merecem da humanidade alguns minutos de reflexão a sério. Personalidades, quanto a mim, até merecedoras de um Prêmio Nobel da Paz, não tivesse essa própria honraria sido tão enxovalhada, se nos lembrarmos também de que Barack Obama é um de seus vencedores. Mas deixemos a intolerância, a ironia, a má vontade e a desconfiança de lado e acreditemos na boa vontade entre os homens aproveitando esse momento em que o mundo troca de papa, agora Francisco, que já deixou a presidente da Argentina embevecida com o seu beijo. O valente soldado Bradley Manning abre com gala o desfile destas que são, de fato, verdadeiras celebridades. Mostrou para o mundo, em particular para os idiotas que repetem como papagaios os valores da “democracia norte-americana”, e não vêem como aquilo funciona entre a Califórnia e o Estado do Maine. Ou como é “exportada” para o resto do mundo. Para o Departamento de Estado norte-americano democracia não se conquista, se impõe como no velho oeste mostrado no filme “Django” de Tarantino. Com o uso da manipulação midiática ou pela força das armas: aqui sim, o cliente é livre para escolher. Pode-se iniciar o aprendizado em Miami na Flórida, onde se encontra o maior número de mercenários ideológicos por metro quadrado. Todos a serviço das oligarquias de seus países de origem, do México à Patagônia. Julian Assange, outra grande personalidade que, por ser cidadão honesto e pronto a defender a humanidade dos belicistas e dos bárbaros modernos, cumpre pena de prisão domiciliar dentro da embaixada equatoriana em Londres. Viva a liberdade de expressão e a publicação das vergonhosas tramoias que se escondem em nome da democracia ocidental e cristã! Hugo Chávez, com sua fisionomia que expressava – e bem – a mistura de duas raças, índios e negros, e que até o último minuto de vida enfrentou a barbárie que tem o seu ninho de répteis no hemisfério norte, branco e de olhos azuis. Esse homem tirou a sua querida Venezuela da miséria e da ignorância, enchendo-a de esperança e orgulho nacional, para desespero dos eternos exploradores e gigolôs do trabalho escravo e da mão de obra barata, bem como para os idiotas da subjetividade, tão disseminada entre “elites” caipiras que comem salame e arrotam caviar. Rafael Correa, Evo Morales, Nelson Mandela aumentam aqui o pequeno rol de verdadeiras celebridades e que, por mais que façam o Departamento de Estado, a CIA, os quinta-colunas do jornalismo internacional, os analistas políticos e econômicos candidatos à boa vida neoliberal, não conseguem ser crucificados como gostariam os ventríloquos do moribundo neoliberalismo. Feita essa divagação pela senda das verdadeiras e poucas celebridades do mundo contemporâneo, o que fica é uma tremenda falta de assunto, pois é cada vez mais difícil o diálogo com uma imprensa de mão única e que procura impor o seu ponto de vista através de um tacanho e oportunista conceito de liberdade de expressão. E agora com o apoio de uma parte necrosada do poder judiciário, celebridades menores ofuscadas pelo poder efêmero que julgam possuir. O verdadeiro poder continua sendo o do povo, mas no Brasil poucos sabem disso. E os que sabem se dividem entre afoitos, puristas ou defensores de um pragmatismo que muitas vezes se confunde com a covardia. Pobre Brasil! Leia também: A Privataria é imortal. Amaury para a Academia Brasileira de Letras O post Izaías Almada: Tremenda falta de assunto… apareceu primeiro em Viomundo – O que você não vê na mídia.

12 minutos atrás

Como surge um Fux?

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Como surge um Fux?

por Esquerdopata  Democracia x Judiciário: Como surge um ‘Fux’?

As revelações de ex-ministro José Dirceu sobre os bastidores da campanha de Luiz Fux à Suprema Corte não são novas. Nem por isso deixam de inspirar  um misto de constrangimento e perplexidade pelo avançado despudor que revelam no acesso a um posto, teoricamente reservado à sobriedade e a isenção. Pregoeiro de um leilão em que era a própria mercadoria, Fux teria ofertado a Dirceu o seu voto de absolvição no julgamento da AP 470. O que ele fez dessa promessa é sabido e revelador.
Não cabe discutir  o caráter dos escolhidos para o STF. O fato é que o saldo do método não é dos melhores. Exposta aos holofotes e às tenazes do cerco midiático, durante quatro meses e meio, aquela corte soçobrou à genuflexão desfrutável pelo enredo conservador montado em torno do julgamento da AP 470. 
O conjunto empresta contundente atualidade ao debate ora em curso na Argentina, onde a Presidente Cristina Kirchner acaba de enviar ao Congresso seis projetos destinados a democratizar as instâncias do judiciário. A composição da Suprema Corte brasileira obedece a uma mecânica de indicação mais antidemocrática e viciada que a do Vaticano na escolha do Papa. O caso do ministro Fux  é ilustrativo de um vício de origem que acolhe as naturezas mais voluntariosas e melífluas.
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The Walking Dead 4 – London Burning

por Esquerdopata  Emprestado daqui 

12 minutos atrás

Nova enquete: o que vai acontecer com a Venezuela após as eleições?

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Nova enquete: o que vai acontecer com a Venezuela após as eleições?

por Cynara Menezes  (os candidatos Nicolás Maduro e Henrique Capriles) No domingo, 14 de abril, os venezuelanos irão novamente às urnas para escolher um novo presidente, após a morte de Hugo Chávez. Quem vai ganhar? As pesquisas apontam o favoritismo de Nicolás Maduro, o candidato oficial. O oposicionista Henrique Capriles poderá surpreender? O país será o mesmo sem Chávez? Tenho minhas dúvidas, e vocês? Não deixem de votar na nova enquete, na barra lateral do blog.

13 minutos atrás

Barrigada de Reinaldo Azevedo

por noreply@blogger.com (EUCLIDES VIEIRA DE SANTANA)
 

Barrigada de Reinaldo Azevedo

por Rilton Nunes Como sempre, Reinaldo Azevedo (o rola bosta mentiroso), faz barrigada estúpida em seu artigo imbecil (SF)

 


Segundo Reinaldo Azevedo, a Dama de Ferro morreu ‘pobre’: só se for por um conceito inédito de pobreza. 

DE LONDRES Margaret Thacher morreu pobre. Assim terminou Reinaldo Azevedo  seu panegírico de Margaret Thatcher. Não vou entrar no mérito dos elogios: só lembro que estão sendo feitas festas aqui no Reino Unido para comemorar a morte de Thatcher. Só lembro também que ela chamou Mandela de terrorista e, no depoimento de um antigo ministro do exterior australiano, fez observações a ele “chocantemente racistas” contra indianos, paquistaneses etc etc. Lembro também que no próprio dia da morte não houve sequer minuto de silêncio no grande derby de Manchester entre o United e o City, por decisão dos clubes. Lembro que em Liverpool a torcida local cantou para festejar a morte de Thatcher.  E que na Escócia multidões saíram às ruas como se fosse o carnaval baiano. Lembro também que numa enquete do Guardian sobre se devia ser erguida uma estátua a Thatcher em Trafalgar Square 87% das pessoas disseram que não. E lembro, enfim, que já se instalou um debate furioso aqui em torno do que muitos consideram os gastos absurdos do funeral extravagante que será dado a ela — ainda que lhe tenham sido negadas honras de Estado, como as concedidas a Churchill. Mas não são estas lembranças o propósito do meu texto. É a pobreza alardeada por Reinaldo Azevedo. De onde ele tirou esse disparate? Como tudo é relativo, a pobreza de Thatcher só seria admissível se você cotejasse o legado dela com o de Bill Gates. Ou então Azevedo tem uma fortuna que torna a de Thatcher uma pobreza. Thatcher deixa aos herdeiros uma propriedade em Belgravia, o bairro mais caro de Londres, calculada em 25 milhões de reais. Ali ela morou até se transferir, no fim da vida, para o hotel Ritz, onde era mais fácil cuidar dela no estágio avançado de demência.

A casa de Thatcher  em Belgravia, área mais nobre de Londres, é avaliada em 13 milhões de dólares
 


A casa de Thatcher em Belgravia, área mais nobre de Londres, é avaliada em 13 milhões de dólares O patrimônio de Thatcher gira em torno de 16 milhões de dólares. É uma cifra razoável para quem chegou à política sem nada:  até sua carreira realmente decolar, Thatcher foi sustentada pelo marido, Dennis. Na família, dinheiro mesmo quem tem é Mark, filho de Thatcher. Em 1984, no auge do poder e influência da mãe, Mark foi acusado pela mídia de ter levado uma comissão de uma empreiteira numa obra de 300 milhões de libras em Omã.  Segundo a mídia, Thatcher recomendara a empreiteira ao sultão de Omã. Mark Thatcher, considerado amplamente entre os britânicos um imprestável, tem hoje uma fortuna avaliada em 100 milhões de dólares. Reinaldo Azevedo tem que rever suas fontes – ou seu conceito de pobreza. Ao escrever sua previsível hagiogragia de Thatcher na Veja, Ricardo Setti – que com artigos certeiros, povoados de maiúsculas e exclamações perplexas, vai firmando lugar nas preferências jornalísticas do PIB – perguntou de saída: que dizer depois do artigo de um “craque” como Reinaldo Azevedo? Minha sugestão: corrigir, simplesmente, a besteira. Paulo Nogueira

SINTONIA FINA – @riltonsp – com Com Texto livre