“A mãe de minhas filhas voltou a ser feliz”, diz ex-marido de Daniela Mercury

por mark vynny
 

Marco Scabia, o ex-marido de Daniela Mercury, é capa da revista “Caras” dessa semana. Italiano de nascimento, mas morador de São Paulo, o publicitário tem três filhas adotivas com a cantora baiana.

Marco Scabia

Para a publicação, ele falou sobre o relacionamentop de sua ex-mulher com a jornalista Malu Verçosa. “Eu sabia. Daniela e eu sempre nos falamos tudo. Por isso, entre nós dois jamais haveria surpresas… Acredito que fui o primeiro a saber”.

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Scabia garante que não tem nenhuma mágoa e que não houve traição. “Antes de casarmos, Daniela e eu fomos amigos e agora voltamos a ser amigos. Não vejo motivo para me sentir magoado. Daniela começou o relacionamento quando nós dois já estávamos separados… Não houve traição”, diz ele.

O italiano disse que só conhecia Malu socialmente, já que ela namorava Fabiana Crato, assessora de Daniela. “Vez ou outra eu a via, mas não com muita frequência e sem nenhuma intimidade”.

Sobre a escolha de Daniela, Scabia é enfático: “Se Daniela a ama, eu nem preciso ter opinião a esse respeito”. O publicitário também falou sobre o que espera do relacionamento de Malu com as três filhas que tem como Daniela.

“Daniela é sensível e inteligente demais. Se ela escolheu a Malu, é porque ela tem todas as condições para integrar o núcleo familiar, ajudar a criar as nossas filhas, que hoje são o nosso maior interesse, como sempre foi”.

Ele ainda garante que está muito feliz com a decisão da cantora e não condena sua saída pública do armário.

“Estou muito feliz, porque sei que ela está sendo feliz e é isso o que importa para mim. A mamãe de minhas filhas hoje voltou a ser feliz; o que mais eu poderia querer? Ela sempre foi uma grande mãe, mas não duvido que agora, feliz, vai ser melhor mãe ainda, se é que isso é possível”.

fonte: A Capa

2 horas atrás

Governo Federal quer fazer sistema nacional sobre violência contra LGBT

por mark vynny
 

Enquanto o pastor e deputado Marco Feliciano, acusado de homofóbico e racista, ocupa a cadeira da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, o Governo Federal propõe a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência LGBT. Este sistema, de acordo com o presidente do Conselho Nacional de Combate a Discriminação LGBT, Gustavo Bernardes, tem como objetivo unir forças na esfera Federal, Estadual e Municipal para combater a violência contra a população homossexual. “Este é um projeto importante que queremos colocar em pauta neste novo momento do Conselho”, diz Gustavo.

O documento disponível para download (aqui), no site da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da Republica (SDH) e exibe alguns dados referentes ao primeiro Relatório Sobre Violência Homofóbica no Brasil que demonstrou que entre janeiro e dezembro de 2011 foram denunciadas 6.809 violações aos direitos humanos contra homossexuais, envolvendo 1.713 vitimas e 2.275 suspeitos. Este Sistema Nacional LGBT une diversas esferas do poder político para incentivar a instalação de Conselhos Estaduais, Distrital e Municipais LGBT e Coordenadorias, como também a criação de políticas públicas voltadas para este público, como forma de enfrentamento à violência contra a população LGBT.

Para o ativista dos direito LGBT, Toni Reis, é importante estudar o que de fato a Secretaria dos Direitos Humanos vai fazer com projeto e “o quanto de recurso será aplicado nesta divisão entre estados e municípios, além dos comitês que serão criados”.

No documento, outro objetivo do projeto é a capacidade de “articular políticas públicas, ações e mecanismos voltados à promoção de Direitos LGBT”, além de “monitorar os casos de violência contra LGBT, bem como, as providências adotadas e trocar experiências exitosas de combata a violência entre os entes federados no intuito de promover indicadores a cerca das políticas públicas eficazes”.

Entre os órgãos que irão compor o Sistema Nacional LGBT estão a SDH, os Ministérios da Cultura, da Educação, da Justiça e da Saúde. Liberar para consulta pública o projeto faz parte da meta do Conselho Nacional de Combate à Violência LGBT, “queremos saber a opinião pública sobre as pautas discutidas em nossas reunião e aproximar a população do Conselho”, diz Gustavo.

fonte: MixBrasil

2 horas atrás

Itália: Pessoas mudam suas orientações sexuais em vídeo a favor do casamento gay

por mark vynny
 

A Itália, um dos países mais conservadores da Europa na questão dos direitos dos homossexuais, também entrou na luta do casamento gay.

CondividiloveA campanha “Condividilove” (Compartilhe o Amor) traz um vídeo a favor do casamento igualitário, abordando o tema de uma forma bem criativa.

Homens e mulheres misturam suas orientações sexuais e gêneros nas suas falas. “Sou mãe”, diz um homem, “sou filho”, diz uma mulher, “somos lésbicas”, diz um casal composto por um homem e uma mulher, “sou transexual”, diz uma senhora, e daí por diante.

“O matrimônio é um direito de todos”, diz a mensagem final do vídeo. O resultado ficou bonito e emocionante.

 

fonte: A Capa

2 horas atrás

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por mark vynny
 

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3 horas atrás

França: Senado aprova artigo sobre casamento gay

por mark vynny
 

O Senado francês adotou na noite desta terça-feira, por 179 votos contra 157, o primeiro artigo do projeto de lei sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que abre caminho para o matrimônio gay.

O projeto, já aprovado pela Assembleia Nacional e que constitui a primeira reforma social promovida pela esquerda no poder na França, legaliza o casamento gay e a adoção por parte de casais do mesmo sexo.

A medida contou com o apoio da maior parte dos senadores da esquerda, entre socialistas (PS), comunistas (CRC) e ecologistas (RDSE). A maioria dos senadores de direita rejeitou a medida, mas cinco votaram ‘sim’ e dois se abstiveram.

A votação ocorreu após dez horas de debates e de várias tentativas da direita de obstruir o processo, em meio a um clima tenso. “Apesar das tentativas de obstrução da direita, o Senado adotou o artigo 1, que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo”, saudou o presidente do PS, François Rebsamen, momentos após a votação.

“A adoção deste artigo pela maioria dos senadores acaba com a discriminação contra a opção sexual dos cidadãos (…) e marca uma vitória na luta contra a homofobia e pela tolerância e a democracia”, concluiu Rebsamen.

fonte: Terra

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