Os ( d ) efeitos da reestruturação: Delegado 1a. classe – 25 anos de carreira – nomeado titular de Unidade que até bem pouco tempo era classificada como de 3a. classe

por Flit Paralisante
 

itanhaem

E certamente ainda faz plantões noturnos e  finais de semana.

Aliás, a Administração policial de Santos – desde os tempos da antiga  Delegacia Regional  – nunca deu valor aos delegados que se fixaram permanentemente naquela região.

Quando é para nomear um Seccional para Itanhaem ,  o escolhido é sempre um amigo da panela de plantão em Santos, por vezes de experiência e caráter duvidosos.

Até para Praia Grande importaram um  delegado 1a. classe do DECAP.

Assim não dá, Blazeck !

Ou tem que dá ?

GOVERNO REXONA

 

7 horas atrás

Delegado seccional de São José, Roberto Martins de Barros, morre aos 68 anos

por Flit Paralisante
 

April 8, 2013 – 09:07

Morre delegado seccional de São José

robertomartinsdebarros

Delegado seccional de São José, Roberto Martins de Barros

            Roberto Martins de Barros tinha 68 anos

São José dos Campos

Morreu na tarde deste domingo, aos 68 anos, Roberto Martins de Barros, delegado seccional da Polícia Civil de São José dos Campos. As causas da morte ainda não foram divulgadas.
Barros estava internado desde a última quarta-feira no Hospital Policlin, onde passou por uma cirurgia no intestino para a retirada de um tumor.
O corpo foi velado na Loja Maçônica de Caçapava e o enterro ocorreu hoje 8h no cemitério Parque das Hortênsias

 

9 horas atrás

Rio de Janeiro lidera denúncias de extorsão por PMs, aponta pesquisa

por Flit Paralisante
 

08/04/2013-20h08

DE SÃO PAULO

Três em cada dez vítimas de extorsão praticada por policiais militares no país são do Estado do Rio de Janeiro. Segundo dados preliminares da Pesquisa Nacional de Vitimização, divulgados pelo Ministério da Justiça, o Estado é o que concentra o número mais elevado de vítimas desse tipo de crime e responde sozinho por mais da metade das vítimas em todo o Sudeste.

Somando todo o Sudeste, 1.098 pessoas relataram casos em que tiveram que pagar propina a policiais militares, sendo 619 somente no Rio de Janeiro. Isso representa 7,2% dos entrevistados no Estado (8.550 pessoas) e 30% das vítimas desse tipo de crime em todo o país.

Do total de 78 mil entrevistados em todo o país, 2,6% disseram ter sido vítimas de extorsão praticada por policiais militares e a grande maioria (97,4%) disse nunca ter pago propina a um PM.

De acordo com o levantamento, que segundo o Ministério da Justiça tem o objetivo de comparar o número de ocorrências criminais na população com os dados oficiais registrados pelas polícias, São Paulo aparece em segundo lugar no ranking, com 373 pessoas tendo vivido esse tipo de situação. O número corresponde a 1,8% dos entrevistados no Estado (21.209) e a 18% das vítimas no país.

Roraima e Acre, ambos no Norte, são os Estados com menos vítimas desse tipo de extorsão. Nas duas regiões apenas uma pessoa entre as entrevistadas relatou ter dado dinheiro a policiais militares, número que corresponde a aproximadamente 0,04% do total de vítimas. Ainda segundo o levantamento, 61,6% dos entrevistados consideram que os policiais militares fazem “vista grossa” à desonestidade dos colegas de corporação.

A pesquisa também revela dados relativos à extorsão praticada por policiais civis. Do total de 78.006 entrevistados, 0,8% disseram ter sido vítima desse tipo de situação, contra 99,2% que negaram. O levantamento aponta que, nesse caso, São Paulo aparece em primeiro lugar do ranking, com 170 vítimas.

O número corresponde a 0,8% dos entrevistados no Estado (21.213) e a 28% do total de vítimas no país. Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 102 vítimas, o que representa 1,2% dos entrevistados no Estado (8.550) e 17% das vítimas considerando todos os estados.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não tem nenhum posicionamento oficial em relação aos dados da pesquisa. A Polícia Civil de São Paulo não respondeu até o fechamento da matéria.

Folha de S. Paulo

 

11 horas atrás

Operação caça-níqueis em Piracicaba derruba coronel comandante do 10 º BPM / I

por Flit Paralisante
 

 

O comandante do 10º BPM/I (Batalhão da Polícia Militar do Interior),  um tenente-coronel , na sexta-feira, 5 de abril ,  pela manhã, foi afastado de suas funções em Piracicaba e  escoltado pela Corregedoria da PM para São Paulo.

Ele está sendo investigado pelo órgão porque foi alvo de denúncias  levadas ao Ministério Público quando da operação contra os caça-níqueis realizada no início do mês de março, parcialmente frustrada em razão de quebra de sigilo.

Mandados de busca solicitados pelo MP e entregues ao comando da PM para cumprimento resultaram improfícuos.

A jogatina na cidade de Piracicaba conta com o suporte de políticos , das Polícias Civil , Militar e GCM; quem não acompanha o esquema perde o cargo,  como aconteceu, em dezembro de 2012,  com o  ex-delegado  seccional,  Dr.  João José Dutra ,  classe especial , inimigo ferrenho da jogatina  ilegal e dos desmanches de veículos.

A corporação militar , como sempre , para poupar a imagem do oficialato,  não dá detalhes sobre os fatos que fundamentaram o afastamento do comandante do batalhão.

Ah, se fosse  Praça !

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