Nassif: “As explicações de Lewandowski e o jogo pesado de Gurgel”

por Blog Justiceira de Esquerda
 
 No zedirceu Recomendo a todos a leitura do artigo publicado pro Luis Nassif com o título “As explicações de Lewandowski e o jogo pesado de Gurgel”. Ele trata da reportagem que a revista Época publicou neste fim de semana sobre o ministro do Supremo Tribunal Federa. 
Nassif começa dizendo que “é uma guerra política sem limites. Achava-se, no início, que estivesse restrita à mídia e ao submundo da política”. 
O artigo também publica nota de esclarecimento divulgada pela assessoria do ministro sobre as acusações que recebeu. 
Clique aqui para ler o artigo na íntegra
http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=view&&id=17873&Itemid=2
2 horas atrás

JANIO QUESTIONA: MINISTROS SERÃO NEUTROS NA AP 470?

por Blog Justiceira de Esquerda
 
 
:  Colunista da Folha tem dúvidas se, ao receber os recursos dos réus condenados no caso do ‘mensalão’, os ministros do Supremo “serão capazes de debruçar-se com neutralidade devida pelos juízes, sem predisposição alguma”; afinal, afirma ele, muitos elementos novos ainda virão 
9 DE ABRIL DE 2013  
247 – Muitos elementos novos sobre o caso do ‘mensalão’ ainda estão por vir, afirma o jornalista Janio de Freitas, em sua coluna na Folha de S.Paulo. A questão, segundo ele, será: quantos dos ministros do STF terão neutralidade para analisá-los, sem qualquer predisposição? 
Leia abaixo seu artigo: 
Questões para os juízes  
Os ministros do Supremo Tribunal Federal vão deparar com grandes novidades em documentos e dados, quando apreciem os recursos à sentença formal, esperada para os próximos dias, da ação penal 470 ou caso mensalão. Muitos desses elementos novos provêm de fontes oficiais e oficiosas, como Banco do Brasil, Tribunal de Contas da União e auditorias. E incidem sobre pontos decisivos no teor da acusação e em grande número dos votos orais no STF. 
A complexidade e a dimensão das investigações e, depois, da ação penal deram-lhes muitos pontos cruciais, para a definição dos rumos desses trabalhos. Dificuldades a que se acrescentaram problemas como a exiguidade de prazo certa vez mencionada pelo encarregado do inquérito na Polícia Federal, delegado Luiz Flávio Zampronha. Inquérito do qual se originou, por exemplo, um ponto fundamental na acusação apresentada ao STF pela Procuradoria Geral da República e abrigada pelo tribunal. 
Trata-se, aí, do apontado repasse de quase R$ 74 milhões à DNA Propaganda, dinheiro do Banco do Brasil via fundo Visanet, sem a correspondente prestação de quaisquer serviços, segundo a perícia criminal da PF. Estariam assim caracterizados peculato do dirigente do BB responsável pelo repasse e, fator decisivo em muitas condenações proferidas, desvio de dinheiro público. 
Por sua vez, perícia de especialistas do Banco do Brasil concluiu pela existência das comprovações necessárias de que os serviços foram prestados pela DNA. E de que foi adequado o pagamento dos R$ 73,850 milhões, feito com recursos da sociedade Visanet e não do BB, como constou. Perícia e documentos que os ministros vão encontrar em breve. 
No mesmo ponto da ação, outra incidência decisiva está revista: nem Henrique Pizzolato era o representante do Banco do Brasil junto à Visanet nem assinou sozinho contrato, pagamento ou aporte financeiro. Documento do BB vai mostrar esses atos sempre assinados pelo conjunto de dirigentes setoriais (vários nomeados ainda por Fernando Henrique e então mantidos por Lula). A propósito: os ministros talvez não, mas os meios de comunicação sabem muito bem o que é e como funciona a “bonificação por volume”, em transações de publicidade e marketing, que figurou com distorção acusatória no quesito BB/Visanet/DNA do julgamento. 
A indagação que os novos documentos e dados trazem não é, porém, apenas sobre elementos de acusação encaminhados pela Procuradoria-Geral -aparentemente nem sempre testada a afirmação policial- e utilizados em julgamento do Supremo. Um aspecto importante diz respeito ao próprio Supremo. Quantos dos seus ministros serão capazes de debruçar-se com neutralidade devida pelos juízes, sem predisposição alguma, sobre os recursos que as defesas apresentem? E, se for o caso, reconsiderar conceitos ou decisões -o que, afinal de contas, é uma eventualidade a que o juiz se tornou sujeito ao se tornar juiz, ou julga sem ser magistrado. 
Pode haver pressentimento, sugerido por ocasiões passadas, mas não há resposta segura para as interrogações. Talvez nem de alguns dos próprios juízes para si mesmos.
2 horas atrás

Canonizando Margaret

por Blog Justiceira de Esquerda
 
 No Blog Sujo 
Vladimir Safatle

“Não existe esse negócio de sociedade. Existem apenas homens e mulheres individuais, e há famílias.” Foi com essa filosofia bizarra que Margaret Thatcher conseguiu transformar o Reino Unido em um dos mais brutais laboratórios do neoliberalismo. 
Com uma visão que transformara em inimigo toda instituição de luta por direitos sociais globais, como sindicatos, Thatcher impôs a seu país uma política de desregulamentação do mercado de trabalho, de privatização e de sucateamento de serviços públicos, que seus seguidores ainda sonham em aplicar ao resto do mundo. 
De nada adianta lembrar que o Reino Unido é, atualmente, um país com economia menor do que a da França e foi, durante um tempo, detentor de um PIB menor que o brasileiro. Muito menos lembrar que os pilares de sua política nunca foram questionados por seus sucessores, produzindo, ao final, um país sacudido por motins populares, parceiro dos piores delírios belicistas norte-americanos, com economia completamente financeirizada, trens privatizados que descarrilam e universidades com preços proibitivos. 
Os defensores de Thatcher dirão que foi uma mulher “corajosa” e, como afirmou David Cameron, teria salvo o Reino Unido (Deus sabe exatamente do quê). É sempre bom lembrar, no entanto, que não é exatamente difícil mostrar coragem quando se escolhe como inimigo os setores mais vulneráveis da sociedade e quando “salvar” um país equivale, entre outras coisas, a fechar 165 minas. 
Contudo, em um mundo que gostava de se ver como “pós-ideológico”, Thatcher tinha, ao menos, o mérito de não esconder como sua ideologia moldava suas ações. 
A mesma mulher que chamou Nelson Mandela de ” terrorista” visitou Augusto Pinochet quando ele estava preso na Inglaterra, por ver no ditador chileno um “amigo” que estivera ao seu lado na Guerra das Malvinas e um defensor do “livre-mercado”. 
Depois do colapso do neoliberalismo em 2008, ninguém nunca ouviu uma simples autocrítica sua a respeito da crise que destroçou a economia de seu país, toda ela inspirada em ideias que ela colocou em circulação. O que não é estranho para alguém que, cinco anos depois de assumir o governo do Reino Unido, produziu o declínio da produção industrial, o fim de fato do salário mínimo, dois anos de recessão e o pior índice de desemprego da história britânica desde o fim da Segunda Guerra (11,9%, em abril de 1984). Nesse caso, também sem a mínima autocrítica. 
Thatcher gostava de dizer que governar um país era como aplicar as regras do bom governo de sua “home”. Bem, se alguém governasse minha casa dessa forma, não duraria muito. 
 Blog Sujo

3 horas atrás

JOAQUIM BARBOSA E A CRIAÇÃO DE NOVOS TRIBUNAIS – ELE PARECE CONVENCIDO QUE É O TODO PODEROSO

por Blog Justiceira de Esquerda
 
No 007BONDeblog

 
Outra vez, imagens nos trazem a verdadeira face do Ministro Joaquim Barbosa. Um homem que não conhece ou esqueceu, a diferença entre autoridade e autoritarismo, entre firmeza e truculência. 
Fica claro ainda, que o Ministro Joaquim Barbosa tem grande preocupação em só aparecer perante a opinião pública, de forma favorável, cultivando a imagem de SUPER HERÓI da Justiça  e DEFENSOR de causas honestas, deixando para os demais a figura de fazedores de negociações sorrateiras. Barbosa não quer que a s associações de classe (ANAMATRA – AMB – AJUFE) publiquem notas nos jornais, reclamando de posições e declarações por ele feitas, mas, não se importa em abrir para a IMPRENSA registrar, uma reunião como a de ontem, onde de forma premeditada, saiu da PAUTA e esculhambou os presentes, tentando inclusive humilhar um dos juízes. 
Barbosa disse que há menos de quatro meses havia recebido “esse senhor”, referindo-se ao presidente da Ajufe. O juiz disparou: “Meu nome é Nino Toldo”. A resposta veio com rispidez: “Não tenho obrigação de saber o seu nome”.

Errado Ministro Joaquim Barbosa, pessoas educadas e que prezam a posição hierárquica que possuem, sabem o nome dos que recebe em audiência e com pauta.  
Outra coisa, Barbosa parece não conhecer a GEOGRAFIA do Brasil. 
“Os novos tribunais servirão para “dar mais empregos aos advogados” e que os novos TRFs serão instalados em “resorts, à beira de alguma praia”. 
CURITIBA – BELO HORIZONTE E MANAUS não tem praia. 
AUDIÊNCIA INFLAMADA 
Barbosa critica novos TRFs e associações de juízes 
O encontro entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e representantes das três principais associações de juízes do Brasil, nesta segunda-feira (8/4), terminou mal. A reunião era pedida desde que Barbosa tomou posse como presidente e tinha como pauta a valorização do Judiciário, mas acabou com o ministro acusando as associações de fazerem “negociações sorrateiras” para que o Congresso Nacional aprovasse a criação de novos tribunais regionais federais. Participaram da audiência representantes da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). 
O ministro usou a reunião para voltar a criticar a instalação de mais quatro TRFs, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 544/2002 e disse que a aprovação ocorreu de “maneira açodada, sorrateira”, com a ajuda das entidades. Além das provocações sobre o assunto que não estava na pauta da reunião, o presidente do STF tentou encerrar diversas vezes o encontro, que era acompanhado pela imprensa, “porque o nível da conversa não estava adequado”. 
“Tínhamos uma pauta de valorização e fortalecimento do Judiciário: democratização interna, eleições diretas em tribunais estaduais, tribunais regionais do Trabalho”, ponderou o presidente exercício da Anamatra, João Bosco Coura, em entrevista à revista Consultor Jurídico. “Mas parece que o ministro havia se preparado para um confronto. Ele usou palavras fortes e desarrazoadas”, afirmou Coura. O presidente da Ajufe, Nino Toldo, confirmou o clima tenso da reunião. 
Barbosa disse, em tom irônico, que os novos tribunais servirão para “dar mais empregos aos advogados” e que os novos TRFs serão instalados em “resorts, à beira de alguma praia”, isso porque não teriam qualquer utilidade para o país. Barbosa ainda acusou as entidades de conduzir “na surdina” a negociação com os deputados para a aprovação da PEC 544/2002. 
Nino Toldo não identificou motivos para a reação de Joaquim Barbosa, que também preside o Conselho Nacional de Justiça. “Não há nenhuma intenção de criar tribunais em resorts. Manaus, Belo Horizonte e Curitiba nem têm praia”, lembra ele. 
Para Toldo, a votação da proposta de emenda constitucional foi pública e a associação sempre se manifestou de modo transparente em relação ao tema. A proposta teve apoio de diversas entidades ligadas ao Judiciário, como as associações de juízes e a Ordem dos Advogados do Brasil, e tramitou no Congresso Nacional desde 2002. 
Na véspera da votação, Barbosa havia encaminhado um ofício aos presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB), em manifestação contrária à aprovação da PEC. “Barbosa ficou irado com isso porque ele foi diretamente ao Parlamento e os deputados votaram exatamente o contrário do que o ministro propôs”, afirma o presidente da AMB,Nelson Calandra, em entrevista à ConJur.  
Barbosa disse que os novos tribunais custariam R$ 8 bilhões, mas, segundo Calandra, as informações sobre os custos da criação dos TRFs e a quantidade necessária de cargos para os novos órgãos estão desencontradas. “O ministro acredita que a Justiça Federal, à medida que aumenta o número de cargos, fica menos prestigiada, menos relevante”, disse. “Na verdade, os colegas da Justiça Federal levaram a ele números que mostram a necessidade das novas cortes”, conta. 
O vice-presidente da Ajufe, Ivanir César Ireno Júnior, retrucou as acusações de que o projeto foi aprovado “a base de cochichos” e de maneira “sorrateira” e disse que a associação acompanhava o processo há mais de uma década. “Sorrateira não, ministro. Democrática e transparente”, disse. “São responsáveis, na surdina, pela aprovação”, contra-atacou Barbosa. O ministro, ainda exaltado, pediu que Ireno baixasse o tom de voz. O representante da Ajufe, por sua vez, disse que aquele era seu modo de falar. “O senhor abaixe a voz que o senhor está na presidência do Supremo Tribunal Federal”, alertou Barbosa. “Não estou gritando, ó estou dizendo”, argumentou Ireno, em vão. Joaquim Barbosa acrescentou ainda que o vice-presidente não havia sido convidado para a audiência — apenas os presidentes das três entidades: Anamatra, Ajufe e AMB. 
Para o presidente do STF, entidades não têm legitimidade para representar órgãos estatais e falar sobre a necessidade de novos tribunais. “Os senhores não representam o Conselho Nacional de Justiça. Os senhores não representam o STJ [Superior Tribunal de Justiça], representam seus interesses corporativos legítimos. Mas isso não supre a vontade dos órgãos estatais. Compreendam isso. Os senhores não representam a nação. Não representam os órgãos estatais. Os senhores são representantes de classe. Só isso”, disse Barbosa, segundo notícia publicada no portal Uol. 
Ideia negativa Para Bosco Coura, a ideia de Barbosa sobre as entidades é negativa e equivocada. “O ministro tem essa visão das corporações: espúria, de dinheiro, de vantagens. Mas elas atuam publicamente, republicanamente”, disse. Nelson Calandra disse que a declaração do ministro de que ele era “só” um representante de classe nem pode ser encarada como crítica. “O ministro falou que os nossos interesses são de ordem corporativa, de classe. E eu fiquei feliz com a declaração, porque é sinal de que estou fazendo exatamente aquilo para que fui eleito”, avaliou. A AMB tem 94 anos e aproximadamente 14 mil associados. 
O encontro foi solicitado pelo representantes sindicais, o primeiro concedido por Barbosa desde que assumiu o Supremo, em novembro de 2012. Joaquim Barbosa avisou que, da próxima vez, as reivindicações deveriam ser entregues à sua assessoria, e não alardeadas na imprensa. O ministro ainda completou, dizendo que sua “agenda é muito cheia”. 
Em ofício conjunto, as três associações apresentaram a pauta de reivindicações da categoria, como a despolitização dos tribunais de segunda grau, da Justiça do Trabalho e Justiça Federal; mudanças na política remuneratória, programa nacional de valorização da magistratura; manutenção de previdência pública para os membros do Poder Judiciário; campanhas de combate à corrupção; entre outros. 
Em relação à queixa dos magistrados sobre o pagamento de adicional por tempo de serviço, Barbosa não rendeu a conversa: “Não tenho controle da bolsa do país. 
“Fomos desrespeitados”, lamentou Nino Toldo. “Mas nosso relacionamento com o STF não está prejudicado. Nem com o Superior Tribunal de Justiça ou os outros tribunais. Essa é uma posição individual do ministro [Joaquim Barbosa]. Entendo posturas pessoais, mas deve ser respeitado o diálogo institucional”. 
Para Nelson Caladra, o presidente do Supremo possui o temperamento forte. “O diálogo é difícil, mas não impossível. Sei que ele é um homem com preocupação permanente em relação aos assuntos nacionais importantes”, avaliou o presidente da AMB. 
Um exemplo do “diálogo difícil” se deu quando, durante a reunião, Barbosa disse que há menos de quatro meses havia recebido “esse senhor”, referindo-se ao presidente da Ajufe. O juiz disparou: “Meu nome é Nino Toldo”. A resposta veio com rispidez: “Não tenho obrigação de saber o seu nome”. 
Procurado pela ConJur, a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal comunicou que o ministro Joaquim Barbosa não deu declarações e nem se vai se manifestar sobre a audiência desta segunda-feira. 

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2013 007BONDeblog: JOAQUIM BARBOSA E A CRIAÇÃO DE NOVOS TRIBUNAIS – ELE PARECE CONVENCIDO QUE É O TODO PODEROSO

3 horas atrás

OAB SOLTA NOTA CONTRA AGRESSÃO AOS COFRES DENUNCIADA POR BARBOSA

por Blog Justiceira de Esquerda
 
Barbosa denuncia que a ‘lambança’ custará mais de 7 bilhões ao Brasil, e dará emprego para os bem nascidos descendentes,parentes e aderentes dasebosa aristocracia do judiciário brasileiro..

No MILITÂNCIAVIVA Por unanimidade, os conselheiros federais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), reunidos nesta segunda-feira (08) em sessão plenária, aprovaram nota pública refutando e repudiando declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, em reunião com representantes de três associações de magistrados (AMB, Ajufe e Anamatra). Na reunião, o ministro classificou de “sorrateira” a aprovação do texto da Proposta de Emenda Constitucional 544, que criou quatro novos Tribunais Regionais Federais (TRFs), acrescentando que eles “vão servir para dar emprego para advogados (…) e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia”. 
Eis a íntegra da nota do Conselho Federal da OAB: 
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, durante sessão ordinária realizada nesta data (08/04), tomou conhecimento de declarações do Sr. ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, acerca da Proposta de Emenda Constitucional nº 544, do ano de 2002, recentemente aprovada pelo Congresso Nacional, que institui quatro novos Tribunais Regionais Federais. Tais declarações proferidas em reunião com os presidentes de três associações de magistrados (AMB, Ajufe e Anamatra) reiteram críticas exacerbadas do senhor ministro à criação dos referidos Tribunais. Causam espécie, notadamente, os seguintes trechos de tal pronunciamento: “Os Tribunais vão servir para dar emprego para advogados …”; “e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia…”; “foi uma negociação na surdina, sorrateira”. O Conselho Federal da OAB entende do seu dever refutar e repudiar tais declarações, por inexatas, impertinentes e ofensivas à valorosa classe dos advogados. A bem da verdade, a Emenda Constitucional em questão tramita no Congresso Nacional desde o ano de 2002, tendo observado o processo legislativo próprio, revestido da mais ampla publicidade. Além disso, resultou de antiga e legítima aspiração dos jurisdicionados em nosso País e contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil. Ao aprovar a PEC 544/2002, após a realização de audiências públicas e intenso debate parlamentar, o Congresso Nacional exerceu, com ponderáveis e justas razões, o poder constituinte derivado, que lhe é exclusivo e indelegável. Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos Tribunais Regionais Federais objetive de criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil. O assunto merece ser tratado em outros termos, respeitando-se a independência dos poderes e a dignidade dos órgãos e associações que pugnam pela melhor realização da Justiça no País. MILITÂNCIAVIVA!: OAB SOLTA NOTA CONTRA AGRESSÃO AOS COFRES DENUNCIADA POR BARBOSA

3 horas atrás

Dom Joaquim Barbosa I – O Possesso – volta a atacar!

por Blog Justiceira de Esquerda
 
OAB “REPUDIA” DECLARAÇÕES “OFENSIVAS” DE JOAQUIM BARBOSA  Nota pública foi aprovada pelo Conselho da Ordem 
No obroguero Jornal do Brasil Luiz Orlando Carneiro  Brasília – O Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou, na noite desta segunda-feira (8/4), em sessão plenária, nota pública de “repúdio” a declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, proferidas em audiência que lhe tinha sido pedida pelas associações nacionais representativas dos magistrados estaduais, federais e trabalhistas (AMB, Ajufe e Anamatra). Na reunião, realizada na tarde desta segunda-feira – e aberta à imprensa – o ministro Barbosa qualificou de “sorrateira” a aprovação pelo Congresso da Emenda Constitucional que criou quatro novos tribunais regionais federais, acrescentando que tais tribunais “vão servir para empregar advogados”, e “serão criados em resorts, em alguma grande praia”. 

“Declarações ofensivas”Na nota, o Conselho Federal da OAB “entende do seu dever refutar e repudiar tais declarações, por inexatas, impertinentes e ofensivas à valorosa classe dos advogados”, e lembra que “a Emenda Constitucional em questão tramita no Congresso Nacional desde o ano de 2002, tendo observado o processo legislativo próprio, revestido da mais ampla publicidade”. 
“Além disso, resultou de antiga e legítima aspiração dos jurisdicionados em nosso país, e contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil. Ao aprovar a PEC 544/2002, após a realização de audiências públicas e intenso debate parlamentar, o Congresso Nacional exerceu, com ponderáveis e justas razões, o poder constituinte derivado, que lhe éexclusivo e indelegável”, acrescenta a manifestação. 
A nota pública da OAB conclui: “Não faz sentido nem corresponde à relevância do tema supor que a criação de novos tribunais regionais federais objetive criar empregos, muito menos para os advogados. Em momento algum cuidou-se de favorecimento à classe dos advogados ou de interesses que não fossem os do aprimoramento da Justiça Federal no Brasil. O assunto merece ser tratado em outros termos, respeitando-se a independência dos poderes e a dignidade dos órgãos e associações que pugnam pela melhor realização da Justiça no país”. http://www.obroguero.com/2013/04/dom-joaquim-barbosa-i-o-possesso-volta.html

4 horas atrás

QUEM TEM MEDO?

por GUERRILHEIROS VIRTU@IS
 

  

Recuso-me a pensar que existam pessoas que por medo apeguem-se a idéias preconceituosas. Sempre lutei e sou a favor da liberdade.  É bíblico que as pessoas possuem o livre arbítrio, portanto, podem viver da forma que desejarem.  Isso não significa que esteja apregoando que as pessoas desconheçam as normas de vivencia social.  É claro que devem respeitar determinados códigos comuns a todos e fundamentais a conservação da harmonia social.  Apenas penso que se as pessoas possuem o livre arbítrio não é lícito, nem ético, nem moralmente correto, pretender-se impor coercitivamente um padrão que se estabeleceu seja pelas condutas sociais comumente aceitas ou por crença religiosa.  Não há necessidade de novas cruzadas contra aqueles que pensam e agem de modo diferente.  O Brasil tem como característica marcante a pluralidade, apesar de tentativas, não fomos homogeneizados.  Na Lei dizem que o limite de meus direitos situa-se onde começa o direito de outrem. Isso quer dizer que, a lei permite que as pessoas possam viver segundo suas concepções, desde que não afrontem a Lei, nem venham sacrificar direitos de outras pessoas.  Não me parece ser o caso das pessoas que se declaram homossexuais.  O que me importa se elas decidiram optar por uma conivência ou relação sexual diversa daquela que considero correta.  Não compreendo porque tanta celeuma.  Eu não tenho medo de descobrir que meu vizinho pode ser na verdade vizinha, ou vive-versa.  Interessa para mim se é uma pessoa boa e confiável. Seria preocupante e temeroso se descobrisse que ele ou ela, na verdade, escondesse atrás da aparência uma personalidade perigosa.  Mas tem a convicção religiosa, diriam alguns.  Sim, tem.  Eu acredito em Deus e nos ensinamentos de Cristo onde a grande lição é a compreensão para aquilo que não concordamos, mas que não nos foi dado o direito de ser juiz.  E, chegado o momento das pessoas se acalmarem.  Refletirem que não lhes compete quererem tentar impor uma conduta ou comportamento, ferindo o livre arbítrio de outros.  Dentro de minha convicção religiosa, posso sentir e desaprovar condutas ou comportamentos, mas daí, fazer da fé, chibata para ser ao mesmo tempo, juiz e algoz, é algo totalmente sem sentido e fruto de preconceito.  Fé não é escudo para qualquer tipo de violência ou discriminação.

 

Hilda Suzana Veiga Settineri Psicopedagoga. Especialista em Educação Infantil e Especial.

6 horas atrás

PASTOR – Marco in-FELICIANO, AFIRMA QUE DARIA OS 3 TIROS EM John Lennon

por Thietre
 
 

 
 

Marco Feliciano diz que Deus ‘matou’ John Lennon e Mamonas Assassinas

Postado em: 8 abr 2013 às 17:07 

Pastor Marco Feliciano diz que mortes de John Lennon e Mamonas Assassinas foram castigos de Deus

O pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) voltou a ser motivo de críticas nas redes sociais, na noite deste domingo, após a divulgação de dois novos vídeos, nos quais o político comenta a morte do ex-Beatle John Lennon e dos membros da banda Mamonas Assassinas, durante culto evangélico. Ele afirma que Deus teria matado os cantores, após cometerem afronta a Deus. feliciano mamonas assassinas
Marco Feliciano explica mortes de John Lennon e Mamonas Assassinas: “desafiaram Deus” “John Lennon um dia chegou diante das câmeras, bateu no peito e disse: ‘Os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo’. Jesus não era pop star como ele, mas sim o mestre de uma grande religião. John Lennon estava olhando para as câmeras, dizendo: ‘Nós Beatles somos uma nova religião’. A minha bíblia diz que Deus não recebe esse tipo de afronta e fica impune”, afirma Feliciano. No vídeo, que já tem mais de 64 mil visualizações, o pastor continua: “Passou algum tempo depois dessa declaração, está ele entrando em seu apartamento, quando ele abre a porta e escuta alguém chamá-lo pelo nome, ele vira e é alvejado com três tiros no peito. Eu queria estar lá no dia em que descobriram o corpo dele. Ia tirar o pano de cima e dizer: ‘me perdoe John, mas esse primeiro tiro é em nome do Pai, esse é em nome do Filho e esse é em nome do Espírito Santo’”. Feliciano conclui: “Ninguém afronta a Deus e sobrevive para debochar”. Através das imagens postadas na internet, não é possível identificar a data do culto. Mas, levando-se em conta a fisionomia do pastor e o seu cabelo (ainda sem “chapinha”), a gravação não é recente. O vídeo já recebeu mais de mil comentários. As opiniões sobre o sermão do pastor dividiram os internautas. “Deus dá o dom da vida. E não condena ninguém à morte. É um absurdo essa pregação desse senhor. Ele de fato não conhece a Deus verdadeiramente”, opinou Romulo Martins. Defensores do deputado também se manifestaram, como o internauta João Paulo: “Aqui vemos um homem que fala sobre o que acredita, sem medo de ser taxado do que for! Feliciano para presidente! Para o fim da hipocrisia no Brasil!” Na noite do dia 8 de dezembro de 1980, John Lennon foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP em frente ao apartamento onde o ex-Beatle morava, em Nova Iorque. O músico Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, disparou cinco tiros com revólver calibre 38, dos quais quatro acertaram em o cantor. Em outro vídeo, aparentemente gravado durante o mesmo culto, o pastor também relaciona a morte dos integrantes do grupo “Mamonas Assassinas” à vontade de Deus. Para o pastor, o conteúdo das músicas da banda era inadequado. Referindo-se ao acidente aéreo que matou os integrantes da banda, ele disse: “Ao invés de virar pra um lado, o manche tocou pra outro. Um anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças”. Desde que foi eleito para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara (CDH), Feliciano tem sido alvo de diversos protestos que o acusam de atitudes racistas, sexistas e homofóbicas. Apesar da pressão, o deputado federal garante que não vai deixar o cargo.