Torres não disse que é ministro

por redacao
 

 

Na foto, um lance da campanha para suceder o Big Ben de Propriá

 

 

O Estadão noticiou que o tributarista e professor da USP Heleno Torrs substituirá Ayres Britto no STF.

E invocou o testemunho de Gaudencio Torquato, articulista do Estadão e professor da USP, que, no twitter (???), teria dito que o proprio Torres lhe tinha comunicado a escolha da Presidenta.

Não é verdade.

Leia aqui O Estadão é o primeiro do PiG (*) a fechar”.

Torres almoçava em Brasilia com o Advogado Geral da União, Adams.

Na mesa ao lado, Torquato, o vice-presidente Michel Temer e o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello.

Os três, Torquato, Bandeira de Mello e Temer foram cumprimentar Torres e Adams.

E Torquato perguntou a Torres se já poderia se preparar para a posse.

Torres disse que não.

E não disse que já tinha sido convidado pela Presidenta.

(Os dois, Dilma e Torres, conversaram esta semana, na presença de Adams e do Ministro José Eduardo Cardozo. Cardozo é notório candidato a uma cadeira no STF, o que seria o maior presente que a Presidenta poderia dar a certo imaculado banqueiro, já que os amigos de certo imaculado se referem ao Ministro Cardozo como Zé)

Torres invoca o testemunho dos outros presentes: Temer, Bandeira de Mello e Adams: ele não disse a Torquato que tinha sido convidado.

Ou Torquato se enganou.

Ou o Estadão, como de hábito, mente.

Ou mente ou é organicamente inepto.

Em tempo: outra barriga do Estadão, a caminho do precipício.

Saiu no Blog do Planalto:

Nota à imprensa

Não é verdadeira a informação de que a presidenta Dilma Rousseff tenha escolhido o nome do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal. Quando a decisão for tomada, o anuncio será feito através de nota oficial.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

17 horas atrás

O Estadão se prepara para fechar. Já vai tarde !

por redacao
 

 

Gandour: um conteúdo a caminho do precipício

 

 

 

 

Só para ficar no últimos dias.

O Estadão disse que a Dilma mandou espionar o Pauzinho do Dantas no porto de Suape e é mentira: ela chamou o Estadão de irresponsável.

O Estadão disse que a Dilma ia criar o Ministério da Água.

Mentira.

O Estadão disse que Heleno Torres disse que a Dilma disse que ele tinha sido escolhido para a vaga do Big Ben de Propriá.

Mentira.

O responsável por essa careira brilhante rumo ao precipício é um “diretor de conteúdo”, de nome Gandour.

E os banqueiros que assumiram o lugar da família Mesquita na gestão da empresa.

Como se sabe, os 298 Mesquita que mandavam no jornal hoje só mandam nas páginas 2 e 3, onde escrevem o Padim Pade Cerra, o Farol de Alexandria e o chanceler da Dependência, o dos sapatos, Celso Lafer.

O resto do jornal,  o “conteúdo” do Gandour, vai para o saco:

Da Carta Capital:

Estadão anuncia mudanças e deve demitir 50 jornalistas

 


Em comunicado interno divulgado nesta sexta-feira 5, o diretor de Conteúdo de o Estado de S.Paulo, Ricardo Gandour, anunciou mudanças na “configuração de cadernos” do centenário jornal diário. O anúncio foi acompanhado pela notícia, ainda não oficializada, de que cerca de 50 profissionais da Redação serão demitidos. Dezenas de jornalistas haviam deixado o jornal recentemente em razão do fechamento do Jornal da Tarde.

O anúncio interno foi republicado no site Blue Bus.

Segundo Gandour, o Estadão terá, a partir do próximo dia 22, apenas três cadernos e um suplemento. Haverá somente uma edição, que será fechada às 21h30. Antes, havia as versões “nacional”, que fechava antes, e a “São Paulo”, que rodava no fim da noite e permitia a inclusão de notícias de última hora aos leitores paulistanos. Isso significa, por exemplo, que o Estadão não conseguirá noticiar jogos de futebol iniciados a partir das 22 horas.

Um único caderno trará as editorias Política, Internacional, Metrópole (incluindo os temas da atual Vida) e Esportes. O segundo caderno trará Economia, Negócios e Tecnologia. O Caderno 2 amplia a cobertura de entretenimento e incorporará comportamento digital e literatura.

A decisão foi tomada, segundo a nota, em razão de pesquisas qualitativas e entrevistas em profundidade com diversos setores da sociedade. Esses levantamentos, ainda de acordo com o editor, mostraram que os leitores querem mais conveniência e eficiência de leitura e um jornal mais compacto em dias úteis.

Confira a nota interna republicada pelo Blue Bus:

Caros, No próximo dia 22, 2a feira, ‘O Estado de S.Paulo’ estréia uma nova configuraçao de cadernos e um novo processo de produçao industrial e logístico. O jornal adotará a configuraçao de 3 cadernos mais 1 suplemento. Além disso, termina a distinçao entre as ediçoes BR e SP. O fechamento será único, às 21:30, com trocas programadas no decorrer da rodagem. Os fechamentos de domingo (jornada de sábado) nao se alteram. Também no dia 22, estréia o novo App do Estadao “mobile”, adaptável a qualquer dispositivo móvel”

“O primeiro caderno terá as editorias Política, Internacional, Metrópole (incluindo os temas da atual Vida) e Esportes. O segundo caderno trará Economia, Negócios e Tecnologia. O Caderno 2 amplia a cobertura de entretenimento e incorpora comportamento digital e literatura”.

“Na 2a feira, circulará o suplemento Ediçao de Esportes, retomando marca clássica do grupo. Link e Negócios viram seçoes dentro de Economia. Na 3a, o Viagem. Na 4a, Jornal do Carro. Na 5a, o Paladar e os Classificados. Na 6a, o Divirta-se. No sábado, os Classificados ganharao mais espaço editorial. No domingo, também circula a Ediçao de Esportes, o Casa, e o Aliás se amplia com a nova seçao ‘Olhar Estadao’, e circulam os Classificados”.

“Pesquisas qualitativas e entrevistas em profundidade com diversos setores da sociedade, realizadas nos últimos meses, comprovaram o que vem sendo debatido entre nós desde o Redesenho de 2010: os leitores – em geral, e também os do Estado — querem mais conveniência e eficiência de leitura, mais apostas de ediçao, um jornal mais compacto – principalmente nos dias úteis. Tudo isso sem perder o aprofundamento e o poder de análise que caracterizam o jornalismo do Estado”.

“Um grupo de trabalho multidisciplinar, capitaneado por Conteúdo e Mercado Leitor e que congregou todas as áreas da empresa, trabalhou durante 6 meses na revisao detalhada de todo o processo produtivo. O objetivo: redesenhar o produto e sua configuraçao física, buscando uma soluçao que atendesse às demandas dos leitores. E acentuando o foco em reportagens exclusivas e abordagens analíticas”.

“A partir dessa nova configuraçao e do novo fechamento, mais simplificado, revisaram-se os processos de trabalho e a composiçao das equipes, cujas alteraçoes estao sendo divulgadas na data de hoje. Tais providências se inserem na necessária e permanente gestao de recursos, imprescindível para a competitividade da nossa marca e seu lugar no futuro das mídias”.

“Gostaria de convocar todos os jornalistas para estarem hoje às 15:30 no auditório, para uma explanaçao detalhada de todo o projeto, seus movimentos e agenda para os próximos dias. Falaremos sobre como ficará o jornal em cada dia da semana, que novas seçoes e colunistas teremos, as novidades digitais que vem por aí, além de responder a quaisquer dúvidas”.

 

Navalha

 

Breve será a Folha (*).

Como se sabe, o que sustenta a Folha é o UOL.

(Assim como quem sustenta o Globo é a Rede Globo.)

E o UOL hoje não é mais uma empresa jornalística.

É uma empresa de TI.

A IBM está muito preocupada com vertiginosa progressão do UOL no mercado global de TI !

Em tempo: outra barriga do Estadão, a caminho do precipício.

Saiu no Blog do Planalto: 

Nota à imprensa

Não é verdadeira a informação de que a presidenta Dilma Rousseff tenha escolhido o nome do futuro ministro do Supremo Tribunal Federal. Quando a decisão for tomada, o anuncio será feito através de nota oficial.

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

18 horas atrás

Mino: “O Brasil” e Paulo Bernardo – II

por redacao
 

 

Cadê o Merval ? Veio à noite de autógrafos ? Não vi …

 

 

Em um mês, o romance “O Brasil”, de Mino Carta, vendeu a primeira edição de 5 mil exemplares; a segunda de 2 mil; e se prepara para vender a terceira, de 3 mil.

Dez mil em um mês, com boicote total do PiG (*).

Se tivesse a publicidade do livro do Ataulfo Merval de Paiva (**), seria um Paulo Coelho.

(Como se sabe, o livro “A outra história do Mensalão”, do Paulo Moreira Leite, dá uma surra no do Ataulfo sobre o mesmo tema. E o Ataulfo teve 18′ no jornal nacional e outras carícias das Organizações Globo, a que serve com febril dedicação. Ou seja, nem a Globo consegue vender um mau produto.)

O romance do Mino – clique aqui para ler “O Brasil” do Mino é pior do que você pensa” –  na opinião deste ansioso blogueiro, presta singela homenagem ao Ataulfo.

Faz dele seu protagonista.

É a Imortalidade !

Mino, como se sabe, além de romancista é jornalista.

Não por direito divino, mas com sangue, suor e lágrimas.

E, nessa qualidade, escreveu o editorial desta semana da revista que lhe tomou o nome, Carta Capital.

E volta ao tema do Bernardo plim-plim e trim-trim.

O amigo navegante perceberá que, no Brasil, a Economist não passaria nos critérios “técnicos” da SECOM. 

(Não perca “Dilma perdeu boa chance de defender o Azenha”, para a felicidade do Kamel)

O dinheiro da SECOM ia todo para a Veja, o detrito de maré baixa, mas de “técnica” impecável.

Está aqui: 

 

Paulo Bernardo, II ato

Proponho um teste aos leitores. Qual é o país onde a mídia está na mão dos oligopólios? Qual é o país onde esta mesma mídia alinha-se de um lado só, sistematicamente contrária a qualquer esforço igualitário e, portanto, a favor da reação? Qual é o país onde os profissionais do jornalismo chamam o patrão de colega? Qual é o país onde nas redações ainda se afirma o diretor por direito divino? Evitarei fornecer a resposta certa ao pé da página, eventualmente impressa de cabeça para baixo. De fato, a resposta é do conhecimento até do mundo mineral.

Poderia, porém, acrescentar outras perguntas ao questionário. Por exemplo. Qual é o país que se recusa a valorizar a memória a bem de seu progresso? Qual é o país onde uma ditadura feroz é apresentada como ditabranda e onde uma comissão dita da verdade, chamada a reconstituir os crimes que se seguiram ao golpe civil-militar, hesita e negaceia?

Há áreas do mapa-múndi onde certas questões foram resolvidas há tempo. Lembro-me que aos 22 anos saí do Brasil para trabalhar como jornalista na Itália, primeiro em Turim, depois em Roma, e, para minha surpresa, descobri uma lei em pleno vigor pela qual dono de jornal não podia ser diretor de redação. Mais: qualquer mudança da linha ideológica do diário justificaria o pedido de demissão do profissional que não concordasse com a guinada, com direito a indenização.

No governo Lula, o então ministro Franklin Martins bateu-se a favor de uma nova lei que regulamentasse a atuação da mídia, ao sabor, inclusive, dos avanços tecnológicos. Não chegou lá. Seu sucessor no governo Dilma, o ministro Paulo Bernardo, depois de brindar o Estadão com uma entrevista conciliatória, digamos assim, a prometer que tudo fica como está em relação à mídia, apressa-se a informar que um projeto de regulação ainda sairá (ça ira era o grito da Revolução Francesa de barrete frígio) até as eleições de 2014. Veremos o que veremos, como afirmava Danny Kaye, na sua inolvidável interpretação do Inspetor Geral.

A expressão marco regulatório tem certa imponência, mas o que seria conveniente, em última análise, à incipiente democracia brasileira? O fim do oligopólio, e nem se fale do monopólio. Se o pensamento é democrático, bastaria abrir uma porta escancarada. Enfim, impedir de vez a propriedade cruzada, que confere aos atuais barões midiáticos um poder de fogo exorbitante.

As leis a que me referi acima tinham sido estudadas, debatidas e aprovadas pelo Parlamento de uma Itália bem diferente da atual. De todo modo, neste ponto a questão revela suas dificuldades. Leis iguais àquelas teriam condições de ser aprovadas pelo nosso Congresso? Como dobrar os interesses dos inúmeros congressistas que dispõem em seus
rincões de concessões globais e outras, e são donos eles próprios de publicações variadas? E como contrariar as autoridades que gostam mesmo de aparecer no vídeo da Globo e nas páginas dos jornalões
a serviço da casa-grande?

CartaCapital não advoga aqui em causa própria, embora nos prejudiquem os critérios ditos técnicos pelos distribuidores da publicidade governista. Tampouco nos apresentamos como isolados, solitários praticantes do jornalismo honesto. Não deixamos, contudo, de observar que a The Economist teria vida difícil fosse ela brasileira. A semanal mais prestigiada do mundo distribui no Reino Unido pouco mais de 200 mil exemplares, menos do que semanais nativas, sem dizer de Veja, este insuperável exemplo de delírio e desatino. Os tais critérios técnicos puniriam inexoravelmente até a The Economist. Costumamos arrolar o País na categoria dos países democráticos, mas a afirmação soa ousada na terra da casa-grande e da senzala. A resistência desta dicotomia medieval, característica exclusiva, explica por enquanto por que a regulação da mídia e a recuperação das verdades dos chamados anos de chumbo não passam de propostas vagas, de tímidos propósitos.

 

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Até agora, Ataulfo de Paiva era o mais medíocre dos imortais da história da Academia Brasileira de Letras. Tão mediocre, que, ao assumir, o sucessor, José Lins do Rego, rompeu a tradição e, em lugar de exaltar as virtudes do morto, espinafrou sua notoria mediocridade.

um dia atrás

Mercadante: Eduardo se esquece de Arraes e Lula

por redacao
 

De entrevista de Aloizio Mercadante a Caio Junqueira e Rosângela Bittar, no Valor, o PiG (*) cheiroso: 

“O PT não me deve nada”, diz ministro da Educação

Quando Arraes tomou posse em 1963 ele disse o seguinte no discurso: “No Brasil de hoje, como em qualquer outro país em atraso, as lutas sectárias têm que ser evitadas. Do processo da revolução brasileira devem participar todos aqueles realmente interessados na superação da miséria e do atraso”. Essa frase é profética, porque logo em seguida a divisão no campo popular levou ao retrocesso histórico, à ditadura (de 1964) que já conhecemos.

Valor: Com que argumento o governo pretende reconquistar o governador Eduardo Campos para a base?

Mercadante: Quando começamos, em 1989, fui com Lula inúmeras vezes a Pernambuco conversar com aquela grande liderança histórica que era [o avô de Campos] Miguel Arraes. Naquele momento tivemos ali uma participação decisiva do PSB de Arraes. A Frente Brasil Popular era PT, PCdoB e PSB. O PSB sempre esteve no governo conosco. O Eduardo foi ministro do Lula, extremamente dedicado ao projeto e o governo dele em Pernambuco é um êxito compartilhado com o esforço que o governo federal fez. Só em investimentos federais foram R$ 60 bilhões: reforma do porto, estaleiro Atlântico, duplicação de rodovia, ferrovia Transnordestina, fábrica de hemoderivados, refinaria, polo petroquímico, a presença da Fiat [o ministro cita de memória todas as iniciativas federais em Pernambuco]. Tudo isso foi construído em um empenho muito grande em levar projetos estruturantes que mudaram a história de Pernambuco. Essa aliança foi muito importante para nós e para o êxito do governo dele. Por isso, no que depender de nós estaremos sempre empenhados em mantê-la.

Clique aqui para votar em trepidante enquete “o que a Casa Grande vai exigir de Eduardo, antes de deixar ele entrar?”.

aqui para ver que seu parceiro de conclave no PPS, o Aécio Never, chama de “revolução” o Golpe militar que encarcerou e destituiu seu avô.

Não deixe de ler “Fernando Lyra, o que importa é o rumo”, que trata da distinção entre os do “lado de cá”, “interessados na superação da miséria e do atraso”, os do “lado de lá”, o PiG (*) que deu o Golpe militar e o saudou como se fosse uma “revolução redentora”.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

um dia atrás

CNMP aciona Band sobre uso de criança contra Genoino

por redacao
 

 

Isso pode custar caro ao Johnny Saad

 

O CQC da Band fez “reportagem” ultrajante contra José Genoíno com a ajuda de uma criança que entrou com uma câmera escondida no gabinete do deputado.

 

 
 

 

 

O dr. Luiz Moreira, conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (clique aqui para ver que o brindeiro Gurgel fez de tudo para evitar que isso acontecesse), informa que encaminhou representações ao MP do Trabalho/DF (sobre os aspectos trabalhistas) e ao MP do Distrito Federal (sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente)

Seguem os ducumentos: 

 

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