As manobras jornalísticas de Roberto Gurgel

por Nogueira Junior
 
 
Luis Nassif, Luis Nassif Online   “A denuncia da revista Época contra o Ministro Ricardo Lewandowski suscita dois pontos importantes.

O primeiro, o próprio comportamento contraditório de Lewandowski em dois casos de extradição.

O Ministro está na obrigação de explicar os critérios distintos utilizados para as duas ocasiões.

O segundo, a comprovação cabal de que a Procuradoria Geral da República recorre sistematicamente a vazamentos para a revista Época e outros veículos, visando inclusive temas de interesse político-partidário do Procurador Geral Roberto Gurgel.
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2 horas atrás

Para a sociedade avançar, os privilégios da mídia têm que acabar

por Nogueira Junior
 
Jânio não conseguiu varrer os privilégios fiscais da imprensa

O dinheiro do contribuinte tem que ser mais bem empregado. 
Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo 
Li “A Renúncia de Jânio”, do jornalista Carlos Castelo Branco, o último grande colunista político brasileiro. 
O que me levou a esse velho livro foram as recentes evocações do infame golpe militar de 1964 em seu aniversário, no dia 31 de março. 
O golpe, de alguma forma, começa em Jânio, o demagogo que renunciou à presidência em 1961 quanto estava fazia apenas sete meses no cargo, por motivos jamais explicados. 
Mas o que mais me chamou a atenção no livro é um episódio que mostra bem o regime de privilégios fiscais desfrutados há muito tempo pelas empresas jornalísticas brasileiras. 
Castelinho, que foi assessor de imprensa de Jânio, conta que certa vez estava preparando uma sala para um pronunciamento que ele, Jânio, faria naquela noite em rede nacional de televisão. 
No lugar escolhido, a biblioteca do Palácio da Alvorada, Castelinho viu sobre a mesma um exemplar do Estadão de domingo. Em cima, estava um bilhete do presidente: “Não toquem neste jornal. Preciso dele”. Artigo Completo, ::AQUI:: 

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