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A fúria predatória do Governo Alckmin agora ataca as filhas dos mortos da PM…Em breve ficarão sem pensão as viúvas “vagabundas” ( mulher com menos de 40 e sem filhos na visão do governo não merece pensão, tem que trabalhar )

por Flit Paralisante
 
Enviado em 06/04/2013 as 10:58 – Jéssica

Boa tarde, sou pensionista da Policia Militar do Estado de São Paulo, em razão do falecimento do meu pai no ano 2002, tenho 24 anos, sou universitária, não sou casada e não vivo em união estável. Para minha surpresa tive minha pensão suspensa no mês de Abril, no entanto, não recebi nenhum comunicado por parte da SPPREV, atual administradora dos proventos dos inativos e pensionistas da Policia Militar do Estado de São Paulo.

Fiquei sabendo da suspensão apenas hoje, que por conseqüência e o 5º dia útil do mês e a pensão não havia caído e nem estava provisionada em minha conta corrente, entrei no site da SPPREV e verifiquei que meu holerite do mês de abril não estava disponível no sistema para consulta.

Entrei em contato com a SPPREV e fui informada que minha pensão foi suspensa de maneira arbitraria, sem o devido processo legal, contraditório e ampla defesa, para averiguação e que um processo administrativo seria instaurado, onde eu teria 15 dias para contestar as alegações da mesma e que deveria aguardar.

O fato é, não sou a única com esse tipo de problema, relatos estimam que cerca de 22 mil pensionistas, filhos e filhas de policias militares, bem como de servidores civis, que contribuíram por anos para a previdencia do governo tiveram seus benefícios cortados de maneira equivocada e arbitraria pelo senhor governador do Estado de São Paulo em conjunto com a SPPREV, se baseando apenas em um parecer da Procuradoria Geral do Estado – PGE, e muitas dessas pessoas não tem meios para se manter , levando em conta que muitas já são senhoras, oque não é o meu caso GRAÇAS A DEUS, mas não podemos pensar so em nos, e estão passando dificuldades e algumas pensando em tirar sua propria vida, como se pode observar em relatos no link abaixo:

http://www.uniblogbr.com/2012/12/geraldo-alckmin-ataca-pensionistas.html

não se pode saber mais oque esperar de um governo que não respeita o direito adquirido, a coisa julgada e um ato jurídico perfeito, e enquanto centenas de Policiais Militares tinham suas vidas retiradas no Estado de São Paulo ele juntamente o senhor secretario de segurança pública procurava a midia para dizer que a SITUAÇÃO ESTAVA SOB CONTROLE e impretrava perante STF um recurso para suspender o pagamento da sexta parte e do quinquenio, não respeitando mais uma vez como de costume o elencado no art 129 da Constituição do Estado de São Paulo, buscando uma maneira de reduzir ainda mais um salario que ja e baixo, agora aparece com mais esse dos 50% no ALE.

Queria deixar claro que nao se trata de ideologia politica, mas estou indignada com a situação que o governo esta submetendo milhares de pessoas. Gostaria de pedir a ajuda em meu nome e nome desses milhares de filhos e filhas de policias militares, que tiveram sua pensão suspensa,sem previo aviso do ocorrido bem como o direito a utilizar o Hospital Cruz Azul, lembrando que muitos desses filhos possuem algum tipo de limitação ou doença crônica e necessitam de assistência medica constantemente. Espero que possa contribuir de alguma maneira para solucionar o problema dos milhares de filhos de policias militares e de outros servidores do Estado não somente da secretaria de segurança pública que tiveram o seu beneficio cancelado, beneficio esse que seus familiares tem direito tambem.

 

um dia atrás

São Paulo ganha 1.489 soldados da PM para reforçar policiamento e o Governo anunciou um aumento de 27,7% no salário base de policiais civis, militares e científicos. O acréscimo proporcionado aos policiais foi incorporado em duas etapas, 15% em julho de 2011 e 12,7% em agosto do ano passado

por Flit Paralisante
 
———- Mensagem encaminhada ———- De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br> Data: 5 de abril de 2013 17:21 Assunto: São Paulo ganha 1.489 soldados da PM para reforçar policiamento Para: dipol@flitparalisante.com

 
 
Sexta-feira, 05 de Abril de 2013

São Paulo ganha 1.489 soldados da PM para reforçar policiamento

O governador Geraldo Alckmin participou na manhã desta sexta-feira, 5, da formatura de 1.489 soldados da Polícia Militar, que irão reforçar o policiamento em todo o Estado de São Paulo. Após um ano de estudos, os policiais concluíram o Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, ministrado na Escola Superior de Soldados (ESSd).

“Hoje a Polícia de São Paulo se fortalece com mais 1.489 novos soldados da Polícia Militar. Já começam a trabalhar imediatamente. Passaram num concurso público difícil, 55 mil inscritos, 12 meses de aula teórica, prática, preparação e hoje a formatura, um grande dia de festa para os formandos, para os seus familiares, amigos e para a população de São Paulo”, disse o governador.

Os policiais que ingressaram em abril de 2012 na Escola Superior de Soldados estão aptos a realizarem o policiamento ostensivo e preventivo nas ruas. Os novos soldados vão reforçar o efetivo da Capital (938), Grande São Paulo (105), Interior (222), Comando de Policiamento Rodoviário (146), Comando de Policiamento de Trânsito (39) e do Corpo de Bombeiros (40).

Um ano de estudos

O curso foi dividido em dois grandes módulos: o Básico, composto por 47 matérias e unidades didáticas, e o Especializado, com 16 disciplinas.

Durante 2.214 horas de aulas, os policiais aprenderam 63 disciplinas, como Direitos Humanos, Direito Penal e Militar, Psicologia, Tiro Defensivo na Preservação da Vida “Método Giraldi”, Ações de Polícia Ostensiva, Doutrina de Polícia Comunitária, entre outras.

Os novos soldados também participaram de atividades extracurriculares, como palestras e treinamentos, além de avaliações. Todos os soldados receberam complementação do ensino teórico durante estágio, com duração de 60 horas, sob supervisão de professores do curso.

Nível Superior

De acordo com o Decreto nº 54.911, de 14 de outubro de 2009, de reconhecimento da Lei Complementar Estadual 1.036/2008, todos os cursos da Polícia Militar do Estado de São Paulo são de nível superior. A lei é específica para a PM, dadas as peculiaridades da profissão, de acordo com a Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional (LDB).

Com o reconhecimento, o Centro de Formação de Soldados “Cel PM Eduardo Assumpção” passou a se chamar Escola Superior de Soldados “Cel PM Eduardo Assumpção”, e o Curso de Formação de Soldados PM teve a denominação alterada para Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública.

Concorrência

O concurso da Polícia Militar teve 50.995 inscritos. Após passarem por todas as etapas do concurso, que consistem em provas escritas, exames físicos e psicológicos e processo de investigação social, os classificados tornaram-se aptos a participar do curso, na Escola Superior de Soldados, no bairro de Pirituba, na zona oeste da capital.

Salário

Os novos policiais iniciam a carreira como soldado de 2ª classe, recebendo R$ 2.040,31 de salário inicial nas cidades com mais de 500 mil habitantes e R$ R$ 1.855,31 nas cidades com menos de 500 mil habitantes.

O Governo do Estado anunciou um aumento de 27,7% no salário base de policiais civis, militares e científicos. O acréscimo proporcionado aos policiais foi incorporado em duas etapas, 15% em julho de 2011 e 12,7% em agosto do ano passado.

Distribuição

A distribuição do novo contingente é feita pela Diretoria de Pessoal da PM, de acordo com análise das necessidades apresentadas pelas unidades policiais em cada região do Estado.

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Secretaria da Segurança Pública(11) 3291-6685www.saopaulo.sp.gov.br Governo do Estado de São Paulo

 

um dia atrás

Em razão das manifestações da ADPESP e boatos da greve articuladada para a partir de julho pelo Sindicato dos Delegados o Governo ameaça impedir o desconto em folha das mensalidades de todas as entidades classistas

por Flit Paralisante
 

Com tal medida  – absolutamente desleal – o governo praticamente arruinaria as entidades até que pudessem operar outra modalidade de cobrança.

 

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