Entidade que deu diploma a Marco Feliciano já foi fechada pela Polícia Federal

por Daniel Dantas Lemos
 
Por Diego Guerra
https://m.facebook.com/photo.php?fbid=10151637100237784&set=a.10150137904507784.336104.683317783&type=1&theater&notif_t=like&refsrc=http%3A%2F%2Ft.co%2FC5wBIWeODo&_rdr

Nosso orgulhoso Pr Marco Feliciano, publicou no twitter, o diploma recebido pela Federação de Direitos Humanos que lhe dá poder outorgado pela ONU para ser um defensor dos direitos humanos. No site da instituição, em um português pra lá de chulo, a Instituição defende a permanência do pastor como Presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias. Pois bem, resolvi dar uma investigada, pois a coisa parecia meio esquisita… quem era essa Federação de Direitos Humanos presidida pelo Sr. Elizeu Simões Fagundes Rosa? SR, não… PR (sim, pastor) e não demorou muito para eu encontrar a seguinte notícia:

“Na ultima quinta-feira, 21/05 a Polícia Federal fechou no Distrito Federal a Delegacia Nacional de Defesa dos Direitos Humanos, apreendendo no local uniformes, coletes, distintivos, carteiras funcionais e adesivos para veículos.

O Conselho Nacional de Defesa dos Direitos Humanos atuava também aqui em Itamaraju, cidade onde o seu presidente Sr. Elizeu Simões Fagundes Rosa, há alguns anos atrás começou, se intitulando membro de órgãos de defesa dos direitos humanos, visitando Delegacias da região, onde por isso, gozava de grande prestigio no comando dos órgãos policiais e judiciais.

Elizeu, que também atuava como pastor evangélico fugiu da cidade depois de ter sido denunciado por uma adolescente de ter a estuprado. Na época a população do bairro Santo Antonio do Monte revoltada com o fato ateou fogo no carro de Elizeu, que por isso desapareceu da cidade.

A última aparição de Elizeu em Itamaraju foi durante as eleições municipais. Ele esteve aqui acompanhado de alguns homens, todos de preto, e com coletes com a inscrição Conselho Federal, se auto-intitulando como observador e fiscal das eleições de 2008.

Aqui em Itamaraju, Elizeu conseguiu ludibriar muitas pessoas a ingressarem em sua falsa Delegacia de Direitos Humanos, entre elas figuram nomes de pessoas conhecidas na cidade, por serem advogados, estudantes de direito, comerciantes, funcionários da justiça entre outros tantos, que adquiriram carteiras, camisetas e coletes da falsa instituição. Estes nomes estavam relacionados na pagina de internet criada pelo mesmo, no endereço http://delegaciaespecial.org/, que após a operação da PF, se encontra fora do ar.
De acordo com a PF os responsáveis podem responder por crimes de estelionato e uso indevido de símbolos da administração pública”

Parabéns Deputado, o diploma veio da fonte certa.

Fontes: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2013/04/05/feliciano-exibe-seu-diploma-de-direitos-humanos/

http://www.cocobongo.com.br/news/index.php?id=2675&sess=0

ATUALIZAÇÃO: O processo Civel contra a instituição: http://s.conjur.com.br/dl/acp-mpf-df.pdf

5 de Abril de 2013 12:22

O diploma de Direitos Humanos de Marco Feliciano

por Daniel Dantas Lemos
 
Por Josias de Souza
http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2013/04/05/feliciano-exibe-seu-diploma-de-direitos-humanos/

Num instante em que seus antagonistas o acusam de homofobia e racismo, o deputado-pastor Marco Feliciano (PSC-SP) acaba de obter um “diploma de defensor dos direitos humanos.” Foi concedido nesta quinta-feira (4) por uma entidade que se autodenomina “Federação Brasileira dos Direitos Humanos.” Está sediada em Salvador.

Feliciano apressou-se em exibir sua conquista. Levou ao Twitter uma mensagem: “Fiquei emocionado ao ser homenageado pela Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos. A Deus toda glória!” Segue-se um link que conduz à imagem do diploma. Diz-se que Deus escreve certo por linhas tortas. Pois deu-se o inverso com a “diplomação” do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

A tal federação veiculou em seu site uma nota. As linhas são retas. Mas o texto é, por assim dizer, incerto. Num idioma muito parecido com o português, informa-se que o deputado Marco, rebatizado de Marcos, esteve com o presidente da entidade, Elizeu Rosa. Anota-se no texto que a federação “quer conhecer as proposta de trabalho” do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Dispõe-se a “colaborar na defesa das minorias, grupos vuneraveis e na política de telerancia religiosa.” Diz ainda o texto que o doutor Eliseu acha que “é muito sedo para julgar a administração de alguém no início do seu trabalho”. Esclarece que irá “intermediar com alguns grupos de direitos humanos uma forma de deixa o deputado Feliciano trabalhar.”

A Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos esclarece em seu site que está registrada no Ministério da Justiça sob o número 08071.001848/2011-95. De acordo com os termos do “diploma”, Feliciano obteve a honraria graças à aprovação num “curso”. Lê-se no documento que, a partir de agora, o deputado-pastor “passa a gozar de todas as prerrogativas inerentes ao cargo” de defensor dos direitos humanos.

Mais: no exercício de suas atribuições, Feliciano estará doravante “respaldado pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) […] e protegido pelo decreto 6.044/07”. Editado por Lula em 12 de fevereiro de 2007, esse decreto instituiu a “Política Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos”. Quer dizer: tomando-se a sério o “diploma”, Feliciano agora tem as costas esquentadas pelo Planalto e até, veja você, pela ONU. Tremei, pecadores!

5 de Abril de 2013 09:38

O diploma de Direitos Humanos de Marco Feliciano

por Daniel Dantas Lemos
 
Por Josias de Souza
http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2013/04/05/feliciano-exibe-seu-diploma-de-direitos-humanos/

Num instante em que seus antagonistas o acusam de homofobia e racismo, o deputado-pastor Marco Feliciano (PSC-SP) acaba de obter um “diploma de defensor dos direitos humanos.” Foi concedido nesta quinta-feira (4) por uma entidade que se autodenomina “Federação Brasileira dos Direitos Humanos.” Está sediada em Salvador.

Feliciano apressou-se em exibir sua conquista. Levou ao Twitter uma mensagem: “Fiquei emocionado ao ser homenageado pela Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos. A Deus toda glória!” Segue-se um link que conduz à imagem do diploma. Diz-se que Deus escreve certo por linhas tortas. Pois deu-se o inverso com a “diplomação” do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

A tal federação veiculou em seu site uma nota. As linhas são retas. Mas o texto é, por assim dizer, incerto. Num idioma muito parecido com o português, informa-se que o deputado Marco, rebatizado de Marcos, esteve com o presidente da entidade, Elizeu Rosa. Anota-se no texto que a federação “quer conhecer as proposta de trabalho” do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Dispõe-se a “colaborar na defesa das minorias, grupos vuneraveis e na política de telerancia religiosa.” Diz ainda o texto que o doutor Eliseu acha que “é muito sedo para julgar a administração de alguém no início do seu trabalho”. Esclarece que irá “intermediar com alguns grupos de direitos humanos uma forma de deixa o deputado Feliciano trabalhar.”

A Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos esclarece em seu site que está registrada no Ministério da Justiça sob o número 08071.001848/2011-95. De acordo com os termos do “diploma”, Feliciano obteve a honraria graças à aprovação num “curso”. Lê-se no documento que, a partir de agora, o deputado-pastor “passa a gozar de todas as prerrogativas inerentes ao cargo” de defensor dos direitos humanos.

Mais: no exercício de suas atribuições, Feliciano estará doravante “respaldado pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) […] e protegido pelo decreto 6.044/07”. Editado por Lula em 12 de fevereiro de 2007, esse decreto instituiu a “Política Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos”. Quer dizer: tomando-se a sério o “diploma”, Feliciano agora tem as costas esquentadas pelo Planalto e até, veja você, pela ONU. Tremei, pecadores!

5 de Abril de 2013 06:58

Em defesa junto ao STF, Feliciano reafirma que negros são amaldiçoados

por Daniel Dantas Lemos
 
http://app.folha.com/#noticia/235123

Em defesa protocolada no STF (Supremo Tribunal Federal), o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) reafirmou que paira sobre os africanos uma maldição divina e procurou justificar a fala com uma afirmação que, publicamente, tem rechaçado: a de que atrelou seu mandato parlamentar à sua crença religiosa.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara é alvo de inquérito no STF por preconceito e discriminação por uma declaração no microblog Twitter.

Em 2011, ele escreveu que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Na época, Feliciano também postou que africanos são amaldiçoados pelo personagem bíblico Noé. “Isso é fato”, escreveu no microblog. O post depois foi deletado, mas provocou protestos.

A Procuradoria-Geral da República denunciou o deputado ao Supremo -onde ele também responde a uma acusação de estelionato.

Feliciano é acusado de induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, crime sujeito a prisão de um a três anos e multa. Não existe tipificação penal para homofobia.

Em sua defesa no STF, protocolada no dia 21, Feliciano disse que não é homofóbico e racista. Reafirma, porém, a sua interpretação de que há a maldição contra africanos.

“Citando a Bíblia […], africanos descendem de Cão [ou Cam], filho de Noé. E, como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições”, afirmou, na peça protocolada em seu nome pelo advogado Rafael Novaes da Silva.

“Ao comentar [no Twitter] acerca da ‘maldição que acomete o continente africano'”, disse sua defesa, o deputado quis afirmar que é “como se a humanidade expiasse por um carma, nascido no momento em que Noé amaldiçoou o descendente de Cão e toda sua descendência, representada por Canaã, o mais moço de seus filhos, e que tinha acabado de vê-lo nu”.

A defesa disse ainda que há uma forma de “curar a maldição”, entregando “os seus caminhos ao Senhor”. “Tem ocorrido isso no continente africano. Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado”, diz o texto.

Historicamente, interpretações distorcidas do trecho da Bíblia citado pelo pastor serviram como justificativa para atitudes e manifestações racistas, como as dos proprietários de escravos no Brasil e nos EUA no século 19.

Ao STF Feliciano não entrou em detalhes sobre sua afirmação sobre os gays -disse apenas que não há lei que criminalize sua conduta.

O pastor também afirmou que seu mandato está atrelado à religião, embora tenha dito durante a atual crise que sua crença não afeta sua atuação na Câmara. Usou esse argumento para se manter na presidência da comissão.

Ao STF afirmou que suas manifestações no Twitter estão “ligadas ao exercício de seu mandato”. A estratégia é vincular as declarações à imunidade parlamentar.

Feliciano foi eleito para a comissão em março. Após protestos contra sua permanência, o pastor conseguiu aprovar requerimento fechando as sessões para o público.

4 de Abril de 2013 22:39

#ForaFeliciano: O pastor cheio do Espírito que foi desmentido pela mãe

por Daniel Dantas Lemos
 
Por Urariano Motta
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2013/04/o-deputado-que-fala-com-o-espirito-santo.html

O deputado ou pastor Marco Feliciano, todos sabem, preside até agora, contra a grita geral do Brasil, a Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. Resta saber como o deputado/pastor possui uma linha exclusiva, de ligação direta com o Espírito Santo. Em mais de uma oportunidade, ele aparece como o Ele maior, pois declara no púlpito, no microfone, diante da câmera ou da câmara, tanto faz, pois tudo é instrumento para a Sua voz, de feliz Feliciano:

…pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio do Espírito Santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás.

É como se o deputado fosse o próprio Espírito Santo.

Não vem ao caso aqui lembrar os pecados de corrupção e de abuso de mandato cometidos por Feliciano, quando não está em uma das pessoas da Santíssima Trindade. Ou quando Lhes dá as costas, porque a ligação esteve interrompida. No momento, o que mais desperta a piedade, em toda a gente impura da terra, é o desequilíbrio do deputado Marco Feliciano. Em uma entrevista, o divino pastor caído em desgraça para a maioria confessou:

Eu sou filho de uma mulher que, por causa da pobreza… minha mãe houve um tempo na vida dela em que ela tinha uma pequena clínica de aborto. Uma clínica clandestina. Eu cresci no meio disso. Eu vi mulheres perderem os seus bebês assim e eu fiquei traumatizado por isso. Eu vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres.

A isso, respondeu a mãe do pecador que é Deus, dois dias depois, em reportagem da Folha de São Paulo: que o filho jamais viu um aborto feito por ela. Que na época, quando ela recebia adolescentes para lhes fazer abortos, Feliciano era um recém-nascido. Pois dona Lúcia Maria Feliciano, a mãe do homem que fala com o Espírito Santo, era então uma doméstica de 20 anos, mãe solteira de um filho pequeno, o próprio bebê Marco Feliciano.

Observe o leitor que o nobre deputado das duas uma: ou é um Ser Superdotado de visões anteriores à sua primeira consciência, ou se encontra muito fora do lugar na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Com mais propriedade, deveria estar em uma comissão de outros direitos: dos superfariseus, dos guardiões dos templos antes de Cristo, ou numa hipótese mais caridosa, na comissão de frente dos pacientes que vagam insones em um sanatório. Por reconhecimento a todos os seus direitos, que Ele merece a cada entrevista que comete.

Sem prejuízo dos crimes contra os direitos das pessoas, Marco Feliciano tem se mostrado um caso de enlouquecimento em público. Na melhor das hipóteses, ele deveria estar na presidência de um sanatório de exclusões, onde não entrassem os pecadores mais equilibrados. A saber: na presidência de um hospício onde fossem barrados os homossexuais, os negros, os ateus, os socialistas, os democratas, as feministas, os jornalistas, os trabalhadores, os intelectuais, enfim, toda a mancha escura que nos dá prazer e orgulho de viver na terra.

Com o seu louco fundamentalismo, na sua modalidade mais terrível, da que tem visões saneadoras, ele é a antipropaganda dos evangélicos, dos cristãos, e, acima de tudo, do Congresso Nacional. No tempo da Comissão da Verdade, da recuperação do Brasil para uma democracia que encare a memória, o louco deputado Marco Feliciano é mais que ridículo, é trágico e perigoso. Pois ele possui todas as características dos fascistas, que se exibem puros, falsos puros, religiosos, na verdade fariseus, enquanto excluem os homens sujos – todos os homens que não sejam conforme o seu credo.

Consultando a Wikipédia, conhecemos algumas pérolas de Marco Feliciano:

Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é a polemica (sic). Não sejam irresponsáveis twitters. A maldição que Noé lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas…

Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe começa a ficar anulada, e, para que ela não seja mãe, só há uma maneira que se conhece: ou ela não se casa, ou mantém um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vão gozar dos prazeres de uma união e não vão ter filhos…

Se um louco assim se diz repleto do Espírito Santo, penso que caberia processo de calúnia e difamação movido por todas as igrejas na terra. E nos céus, quando por engano bater à porta de Deus, uma justa expulsão para o inferno ao lado.

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