SÁBADO, 6 DE ABRIL DE 2013

Brasil é país que respeita a diversidade, afirma Dilma

 
A presidente disse que é contra
“todas as formas de discriminação”

A presidente Dilma Rousseff (foto) afirmou ontem que o Brasil é hoje “uma democracia que respeita a diversidade, que é contra a discriminação”.

A participar da inauguração do estádio Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), ela disse ser contra “todas as formas de discriminação”. 

Foi a primeira vez que a presidente fez afirmações que se encaixam no debate que mobiliza no momento a opinião pública brasileira em torno da união entre pessoas do mesmo sexo. 

Na mesma cidade, no dia anterior, houve um culto do pastor-deputado Marco Feliciano (PSC-SP), que se tornou notório por causa de suas declarações tidas como homofóbicas. São dele expressões como “Aids é um câncer gay” e “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”.

Feliciano, cujo partido pertence à base de apoio do governo, queixou-se recentemente de não ter conseguido audiência com Dilma para expor as pressões que está sofrendo de petistas para que renuncie à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. 

No começo da semana, em uma entrevista, o pastor-deputado afirmou que não sabe se vai apoiar a reeleição de Dilma, dando a entender que a petista poderá perder o voto dos evangélicos. 

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou coisa parecida em um artigo.

 
 

 

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Com informação das agências.

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SEXTA-FEIRA, 5 DE ABRIL DE 2013

Marco Feliciano reafirma que africanos são amaldiçoados

 
Deputado argumentou que conversão
ao cristianismo ‘cura’ a maldição

O pastor-deputado Marco Feliciano (PSC-SP), na foto, reafirmou que os africanos são amaldiçoados. Ao apresentar sua defesa ao STF (Supremo Tribunal Federal), onde responde a processos por homofobia e racismo, ele negou que seja preconceituoso com o seguinte argumento, citando a Bíblia:

“[Os] africanos descendem de Cão [ou Cam], filho de Noé. E, como cristãos, cremos em bênçãos e, portanto, não podemos ignorar as maldições”. 

Explicou que é “como se a humanidade expiasse por um carma, nascido no momento em que Noé amaldiçoou o descendente de Cão e toda sua descendência, representada por Canaã, o mais moço de seus filhos, e que tinha acabado de vê-lo nu”. 

Argumentou que essa maldição tem sido curada com a conversão de africanos ao cristianismo, aos “caminhos do Senhor”. “Tem ocorrido isso. Milhares de africanos têm devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado.” 

A defesa foi protocolada no dia 21 pelo seu advogado Rafael Novaes da Silva. 

Feliciano foi denunciado (acusação formal) ao STF pela Procuradoria-Geral da República por ter defendido em 2011 no Twitter essa interpretação da Bíblia sobre maldição dos negros e por ter afirmado que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”. 

Na sua defesa, ele negou também que seja homofóbico e que não há lei que o impeça de manifestar a sua opinião. 

A Folha de S. Paulo observou que, na defesa, Feliciano atrelou a sua atuação como pastor ao seu mandato parlamentar, diferentemente, portanto, do que disse recentemente como argumentação para não renunciar à presidência da Comissão dos Direitos Humanos. 

Ontem, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara, demonstrou irritação com Feliciano. 

“Ele [Feliciano] não pode achar que é como coisa de criança: veste a roupa do Super-Homem, do Batman, e depois tira. Essa é a dificuldade dele, de achar que na Casa é o presidente da comissão e, quando sai, tira a roupa e vai pregar contra as minorias”, disse.

 
 
 

 

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Com informação da Folha, entre outras fontes.

 
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Malafaia diz que PT está por trás da mobilização contra Feliciano

 
Malafaia afirmou estar havendo
“um sórdido jogo político”

O pastor Silas Malafaia (foto) acusou o PT de estar por trás da mobilização para tirar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

“Sei que existe um sórdido jogo político para esconder questões sérias”, escreveu ele em um artigo publicado na edição de hoje da Folha de S.Paulo. 

Malafaia disse que o propósito do PT, com a campanha contra o seu colegar pastor, é desviar a atenção da opinião pública para a nomeação de dois de seus deputados condenados no processo do mensalão como membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a mais importante da Câmara. Os deputados são João Paulo Cunha (SP) e José Genoíno (SP). 

Ativistas de direitos humanos e de esquerda estão pressionando Feliciano a renunciar à presidência da comissão por causa declarações dele tidas como homofóbicas e racistas. 

Malafaia disse ter “divergências” com Feliciano, mas argumentou que o deputado não é preconceituoso. “Ele nunca bateu ou matou um gay, e sua origem é negra”, escreveu. Além disso, argumentou, Feliciano foi eleito deputado democraticamente.

O pastor da Assembleia de Cristo Vitória em Cristo também acusou a imprensa de estar perseguindo Feliciano pelo que pensa e que não existe mais no país o crime de opinião. 

Disse ainda haver no país uma evangelicofobia

“Dentro desse Estado democrático de direito, onde a maioria é cristã, a democracia só vale para a minoria?” 

Para ele, os ativistas gays não querem o debate. “Pode-se falar mal do presidente da República, do Judiciário, dos católicos, dos evangélicos, mas, se criticarmos a prática homossexual, somos rotulados de homofóbicos.” 

Malafaia terminou o artigo suponho que o PT e a presidente Dilma Rousseff estão desistindo de ter o voto dos evangélicos nas próximas eleições. 

Íntegra do artigo do Malafaia.

 
 

 

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Iurd é chamada em Moçambique de ‘Igreja dos Ladrões’

Título original: Para Universal, África Lusófona é “maná”
 

por Iris de Lucas 

do Lusomonitor

 
Riqueza da Universal tem levado alguns 
crentes à bancarrota, diz The Revealer

Em nenhum outro lugar a Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus) encontrou mais sucesso do que na África lusófona. O sucesso em Angola e Moçambique, onde a Igreja enche estádios com mais de 40 mil pessoas — entre elas vários ministros — deve-se à língua comum e a um império mediático poderoso, afirma o diário de assuntos religiosos The Revealer.

 
Há cerca de uma década presente em Portugal, Angola e Moçambique, a Iurd tem sido foco das atenções angolanas depois do incidente ocorrido a 31 de dezembro de 2012, em Luanda, onde morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento e perto de 120 ficaram feridas. A “Vigília do Dia do Fim” concentrou dezenas de milhares de pessoas que ultrapassaram, em muito, a lotação autorizada do Estádio da Cidadela.

O governo angolano suspendeu por 60 dias as atividades da Universal, mas esta semana levantou a suspensão da Igreja de origem brasileira, que tem vindo a expandir-se para países em desenvolvimento. Hoje, conta com cerca de 12 milhões de seguidores em 150 países.

“Muita da popularidade da Igreja em Moçambique e Angola pode ser atribuída à língua comum, o português, que tornou os missionários muito mais eficazes do que seriam em zonas anglófonas ou francófonas de África”, refere o artigo “Milagres a Pedido”, do jornalista Rowan Moore Gerety.

Além disso, em Moçambique a Iurd tem beneficiado de uma “mais vasta afinidade cultural em Moçambique, que se estende ao uso dos media e mesmo ao seu posicionamento em relação às religiões tradicionais”, refere o artigo, um dos mais detalhados escritos até hoje sobre a presença da igreja nos países lusófonos. Em Moçambique, a IURD detém a TV Miramar, uma “newsletter” com circulação equivalente à dos principais diários e ainda uma rede de rádios locais.

Na Iurd, adianta, a “teologia da prosperidade” vai ao ponto em que “Deus compensa o sacrifício financeiro como medida da fé: quanto mais dinheiro se dá, mais fé se tem; quanto mais fé se tem, mais bênçãos se vai receber. Doe à Igreja Universal, pregam os pastores da Igreja, e tudo é possível: riqueza, felicidade, liberdade das doenças”.

Esta mensagem encontra terreno particularmente fértil em países como Moçambique, com baixos rendimentos, esperança média de vida reduzida (cerca de 50 anos), e prevalência da medicina tradicional. “É um ambiente onde as promessas da Igreja de saúde e riqueza — muitas vezes complementadas com óleos sagrados, amuletos e outros objetos reminiscentes dos curandeiros moçambicanos – têm florescido”.

“Mas em Moçambique, tal como noutros lados, o credo da Universal tem levado à bancarrota alguns dos seus crentes. Os fiéis têm deixado chaves de carros, títulos de propriedade e salários completos no altar, na esperança de alcançar um milagre prometido, apenas para abandonar a Igreja meses ou anos depois sentindo-se enganados”, refere o artigo do Revealer.

O fundador da Universal, Edir Macedo, foi detido no Brasil acusado de charlatanismo, investigado por evasão fiscal nos Estados Unidos. Na Bélgica, um relatório parlamentar classificou a Igreja como seita. Em Moçambique, alguns referem-se à Iurd como “Igreja dos Ladrões”.

Muitos sectores no partido no poder, FRELIMO, olham para a Igreja com desconfiança. Mas também não faltam apoios à Iurd ao mais alto nível. Num grande evento no final de 2011, que terá juntado mais de meio milhão de pessoas em todo o país, participaram o primeiro-ministro, Aires Ali, o ministro da Justiça e o ministro dos Desportos e Cultura, relata o The Revealer.

Numa entrevista ao site Pambazuka News, o acadêmico angolano Celso Malavoneke acusou a Iurd de ser apenas “uma boa empresa”, que “persegue o lucro”. Por duas vezes, a Iurd apresentou uma queixa contra Malavoneke, e o professor chegou a ser considerado culpado pela justiça angolana.

 
 

 

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Postado por publicado: 00:15
 

QUINTA-FEIRA, 4 DE ABRIL DE 2013

Judeus ortodoxos retomam em Jerusalém rituais de sacrifício

 
 
Tradição do abate de cabra
vem da tribo bíblica Leviim

Nos últimos anos, judeus ortodoxos de Jerusalém (Israel) retomaram os rituais de sacrifício de animais, resgatando a tradição de Leviim, uma tribo bíblica de Levi que se dedicava a cuidar do  templo sagrado.

Secularistas e autoridades do governo estão tentando impedir a continuidade da prática.

O mais recente sacrifício — de uma cabra —ocorreu na Páscoa [ver vídeo abaixo], no Monte do Templo.

Os religiosos tiveram de obter uma liminar do Supremo Tribunal para realizar o ritual, porque desta vez o Departamento Veterinário de Israel informou que não ia autorizar a celebração.

O rabino Yehuda Glick contou que o ritual tem sido realizado como parte das orações para que haja a reconstrução do templo e que o abate se dá “com máximo de precisão bíblica possível”.

Contou que em um altar, “construído como o real e de acordo com a lei judaica”, a cabra foi abatida por um sacerdote sob cantos de Leviim.

No Brasil, o sacrifício é comum entre seguidores de crenças de afrodescendentes. Alguns religiosos argumentam, nesse caso, que não se trata de um abate apenas para fins de celebração porque, depois, a carne do animal serve para alimentar as pessoas.

Em 2011, o deputado Feliciano Filho (PV), da Assembleia Legislativa de São Paulo, propôs projeto de lei que, se fosse aprovado, proibiria os abates religiosos no Estado.

Na época, Tata Matâmoride, presidente do Instituto Nacional de Defesa das Tradições de Matriz Afro-brasileira, criticou a proposta com o argumento de que se tratava de perseguição religiosa, já que não haveria proibição dos abates cristãos, como o de abate de animais para a ceia de Natal.

Sangue de cabra para Jeová

 

Com informação e vídeo do Israel National News e deste site.
 
 

 

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Afro-brasileiro critica proposta para ritual de sacrifício
outubro de 2011

Abate religioso

 
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Evangélicos impõem no Brasil o conservadorismo, diz Le Figaro

 
Jornal francês afirmou que “democracia
brasileira está infiltradas de evangélicos”

O jornal francês Le Figaro publicou reportagem de seu correspondente no Brasil informando que os evangélicos aliados do PT, o partido governista, estão impondo a sua visão conservadora ao país.

Com o título “A democracia brasileira está infiltrada de evangélicos”, a reportagem cita no começo, como exemplo, a declaração do pastor e deputado Marco Feliciano segundo a qual “as mulheres querem trabalhar, o que destrói a família e cria uma sociedade de homossexuais”. 

Feliciano pertence ao PSC (Partido Social Cristão), que faz parte da base de apoio do governo de Dilma Rousseff. O próprio pastor, na campanha eleitoral, defendeu em cultos a então candidatura da petista. 

Le Figaro explicou aos franceses que Feliciano não é um simples deputado, porque se tornou o presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara. 

O jornal também informou que a multipartidária Frente Parlamentar Evangélica montou uma estratégia que tem funcionado: se fazer representar em comissões relacionadas a questões sensíveis à pregação religiosa, como a união entre pessoas do mesmo sexo e a discussão sobre a liberação do aborto. 

Explicou ainda que a presença de evangélicos na política brasileira é recente, ocorrendo após o fim da ditadura militar. 

Contou que os pastores decidiram ter um papel político a perceberam o grande poder que têm sobre os fiéis, em um momento histórico em que se acelerou a decadência no país da Igreja Católica.

 
 

 

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Com informação do Le Figaro.

Dilma é refém das chantagens de religiosos, diz sociólogo
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Postado por publicado: 16:43
 

Feliciano constrange sua mãe ao divulgar que ela fazia abortos

 
Pastor já tinha usado esta foto, com sua
mãe, como alegação de que não é racista

O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP), 40, na foto, criou uma situação de constrangimento a sua própria mãe, Lúcia Maria Feliciano (foto), 59, ao tornar público que ela há cerca de 40 anos fazia abortos clandestinos. Prática da qual ela hoje se arrepende.

Feliciano é contra o aborto, mesmo nos casos autorizados pela lei, quando a gestação decorre de estupro. 

Ao falar sobre o assunto em uma entrevista para o UOL, ele contou que a sua mãe tinha uma clínica em Orlândia, cidade paulista onde ela mora até hoje, a 365 km da capital. 

Feliciano é autor de afirmações tidas como homofóbicas e racistas, o que ele nega com o argumento de que se orienta pela Bíblia. Ele assumiu em março a presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Apesar de fortes pressões de ativistas e de parlamentares, ele tem resistido. Disse que só deixará o cargo se morrer. 

Na entrevista ao UOL, Feliciano afirmou que, na clínica de sua mãe, viu “fetos serem arrancados de dentro de mulheres”. 

Lúcia Maria disse a Juliana Coissi, da Folha, que isso não é verdade, porque Feliciano não tem lembrança dessa época, já que ele era recém-nascido. 

Além disso, falou, ela atendia mulheres apenas com gravidez inicial, com no máximo 20 dias de gestação, e “não tinha nada [fetos]”. 

Lúcia Maria, que é negra, não quis comentar com a jornalista as afirmações polêmicas de Feliciano, entre as quais a de que o povo africano é amaldiçoado por Deus. 

Contou que aos 17 anos se submeteu a um aborto e que Feliciano é seu filho único. Ela se tornou mãe solteira aos 20 anos e na época trabalhava como doméstica. 

Afirmou que, diferentemente do que seu filho dissera na entrevista, ela nunca teve uma pequena clínica de abortos e que atendeu no máximo seis jovens grávidas, a pedido da mãe delas, e que nada cobrava. Falou que nenhuma das jovens sofreu complicação. 

Lúcia Maria, que se tornou evangélica, está arrependida de ter feito os abortos e aguarda “o perdão de Deus”. 

É a segunda vez que Feliciano envolve sua mãe no fogo cruzado de suas polêmicas, aparentemente sem o consentimento dela. Na primeira vez, ele publicou no Facebook uma foto onde ela aparece com marido, também negro, como se isso, para Feliciano, valesse como prova de que não é racista. 

 
 

 

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Com informação da Folha de S.Paulo.

Contra acusação de racismo, pastor mostra foto de sua mãe
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Marco Feliciano

 
 
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Feliciano declarou que sua mansão vale apenas R$ 60 mil
Postado por publicado: 04:46
 
 

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