A Revolta do Sexo Frágil (?)

por Morvan Bliasby
 
Esta, se não Amélia, pelo menos Mulher de Verdade

A bela (insubmissa, espiã e pesquisadora) Hedy Lammarr, patrona das Redes WiFi

Fraternidade hariovaldiana.

Não bastassem as notícias nada alvissareiras, vindas da Piccola Venezia, com o populacho daquele país mostrando, mais uma vez, que não está Maduro o suficiente para escolher com segurança os seus líderes, necessitando, urgente, de um STF4P local, para por as coisas no seu devido lugar; da Promulgação da Lei Áurea 2.0, por parte deste irresponsável Congresso Nacional, que não entende o prejuízo que nossas domésticas vão ter, após a promulgação deste descalabro: desemprego (800 mil, segundo Mario Amat., digo, Mario Avelino, Consultor em emprego doméstico), esgarçamento das históricas boas relações entre empregados domésticos e patrões, avisados que fôramos todos, pelo grande escritor Hari Prado, ao sentenciar: A sublevação das domésticas romperá a harmonia social da família brasileira; pela grande zeladora (sic!) dos costumes da Casa Grande, Vanuzia Alemão, a qual, já vinha advertindo, desde há tempos, para o perigo que agora se configura real e iminente, sem olvidar a sua colega de futilid., digo, utilidades e ensinamentos, D. Reina Brabbur, que asseverou, em recente artigo no nosso almanaque da resistência, a Folha de São Paulo, que: ‘Situação é de desespero”, diz Reina Brabbur sobre nova Lei das Domésticas’.

Será que estamos assistindo, de modo sutil, sorrateiro, escorregadio, subliminar, à sublevação de todas as fêmeas, e não só as queridinhas do Duardo Dusek?
Vejamos muito bem, façamos um exame minucioso da situação e veremos que a revolta do sexo frágil (quem afirma isso, não convive com Geniscleuda) é aqui e algures. As fêmeas estão em polvorosa e, caso não solapemos este movimento milimetricamente calculado, estaremos em maus lençóis (?)!!!

Senão vejamos. A Presidente deste bananal é uma das mais insubmissas. Na província Cisplatina, idem; a diretora do International Mothers Fuckers, ops, International Monetary Fund, idem. Estamos nas mãos delas, literalmente.

Pipocam na Internet notícias de revolta feminina e de ações truculentas por parte delas, como por exemplo:

Índia: mulher queima vivo homem que tentou estuprá-la.

Segundo relato do policial que esteve fazendo diligências locais, — “Após a tentativa de estupro, o homem, de 45 anos, adormeceu, e a mulher aproveitou para molhá-lo com querosene e atear fogo contra seu agressor. Em seguida, ela deixou a casa e a trancou“.
Se o homem tivesse sobrevivido, o seu advogado poderia, ao menos, alegar que o seu constituinte era inocente, pois estava “ardendo de paixão“…

Parece que as Amélias são agora página virada; motes musicais, apenas. Elas se revoltaram de vez. Só uma recomendação final, caro hariovaldiano: se for se amaziar, amancebar, casar (arhhhhg!), ou, no projeto finalístico, ficar com uma destas novas “frágeis” e belas Walquírias, dóceis criaturas, procure se aprochegar a uma fêmea que trabalhe como professora, por exemplo. Não é garantia de vida, pois nem todas são o esteriótipo do esteriótipo, mas evita que você cometa o mesmo erro que eu: só soube da profissão de Geniscleuda depois que o mal já estava feito. Erroneamente, pensei que ela era um doce de passividade, pois a dita cuja vivia repetindo amiúde:

— “É melhor dar do que receber!”.
Pensei, cá com meus botões: — “Estou feito. Juntei-me com uma filósofa!”.
Nada disso, comunidade. Geniscleuda é boxeadora.

Morvan, Abril de 2013, Fortaleza.

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